POUSADA SILVEIRAS Silveiras - SP - 2003
MEMORIAL...Arquitetura como trabalho do homem que mais modifica a natureza - o trabalho mais artificial e por isso mesmo o mais humano.gaudi dizia o plano não existe na natureza e via a arquitetura como continuação de formas naturais, como integração de um universo religioso. Se plano não existe na natureza é extremamente importante que o homem o use como elemento de comunicação de uma mensagem de esforços humanos. Lina Bo Bardi, 1963 Uma pousada em Silveiras O terreno está localizado na região do vale do Paraíba (SP), próximo à cidade de Silveiras, na Serra da Bocaina. Situada no cume de um morro, a implantação rigorosamente divide a área em duas situações de escalas, criando-se de um lado o grande visual que se descortina para o vale, na periferia do morro, que desce abruptamente até a calha de um ribeirão, e do outro, um espaço mais resguardado, intimista, protegido pela própria edificação e delimitado por um muro, que marca onde a área da pousada torna-se coletiva, integrada, e onde esta é simplesmente uma moradia unifamiliar. São essas linhas retas, em contraposição às linhas naturais, que ordenam estes espaços e explicitam a rica diversidade da paisagem. Com um programa convencional de hospedagem, o projeto foi desenvolvido com uma característica peculiar de atender duas situações de uso: a permanente, que é familiar, e a temporária, para hóspedes. E estes usos integram-se pelo espaço de estar, situado na sede da pousada, que é compartilhado por proprietários e hóspedes. De sistema construtivo bastante simples, a pousada, que é constituída de volumes independentes, será construída em alvenaria (as olarias são muito comuns nesta região) e revestida com argamassa e pintura à cal. Estes volumes, que abrigam a sede, os quartos e outros serviços, são separados por pequenos pátios jardins, porém interligados por uma circulação varanda. Esta ligação se faz por uma estrutura de madeira coberta por uma capa de concreto, que leva os usuários da casa à piscina, e que gradualmente se torna permeável, como uma pérgula, filtrando a luz do sol. MEMORIAL...Arquitetura como trabalho do homem que mais modifica a natureza - o trabalho mais artificial e por isso mesmo o mais humano.gaudi dizia o plano não existe na natureza e via a arquitetura como continuação de formas naturais, como integração de um universo religioso. Se plano não existe na natureza é extremamente importante que o homem o use como elemento de comunicação de uma mensagem de esforços humanos. Lina Bo Bardi, 1963 Uma pousada em Silveiras O terreno está localizado na região do vale do Paraíba (SP), próximo à cidade de Silveiras, na Serra da Bocaina. Situada no cume de um morro, a implantação rigorosamente divide a área em duas situações de escalas, criando-se de um lado o grande visual que se descortina para o vale, na periferia do morro, que desce abruptamente até a calha de um ribeirão, e do outro, um espaço mais resguardado, intimista, protegido pela própria edificação e delimitado por um muro, que marca onde a área da pousada torna-se coletiva, integrada, e onde esta é simplesmente uma moradia unifamiliar. São essas linhas retas, em contraposição às linhas naturais, que ordenam estes espaços e explicitam a rica diversidade da paisagem.
PLANTA
CORTE_ AA CORTE _ BB CORTE _ CC
CORTE_ AA CORTE _ BB
Ficha Técnica _ Pousada Silveiras Localização Silveiras - SP Ano do projeto 2003 Status Não construído Classificação Edifício _ residencial Área 725 m² Escritório Apiacas Arquitetos Autores Anderson Fabiano Freitas Giancarlo Latorraca Pedro Amando Barros Colaboradores Acácia Furuya Jorge Isaac Perén Luan Carone Pedro Mauger