III WORKSHOP DO IBIS / INLAND

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Transcrição:

III WORKSHOP DO IBIS / INLAND UFV, 23 a 25 de fevereiro de 2010 Marcos Heil Costa, UFV

Boas-vindas e avisos Almoços terça, quarta e quinta Restaurante Geraes, embaixo do hotel do CEE Usem os tickets distribuídos junto com o crachá Jantar de cortesia terça-feira Restaurante do Viçosa Shopping, 20:00 Configuração da rede sem fio Transporte terrestre até Confins para retorno Sobre a realização deste workshop em fevereiro

História deste workshop I Workshop: São Paulo, agosto de 2008 Ênfase na proposta, busca por financiamento II Workshop: Cachoeira Paulista, julho de 2009 Ênfase na apresentação do modelo e treinamento III Workshop: Viçosa, fevereiro de 2010 Ênfase na estruturação do projeto

Financiamento Rede Clima INCT FAPESP Grants para Marcos Costa Grants para Carlos Nobre / Gilvan Sampaio

Estrutura do modelo Estação meteorológica Dados regionais Modelos climáticos Modelos regionais Práticas culturais Desmatamento Processos Superficiais de energia de água Física do Dossel Gelo Aerodinâmica Fisiologia Vegetal Interceptação de luz Fotossíntese e respiração foliar Fenologia das Culturas Agrícolas Época de plantio Enchimento de grãos Senescência Fenologia da Vegetação Natural Dormência Brotação Emergência Colheita Senescência Vegetação Produção Primária Bruta Produção Primária Líquida Crescimento Competição entre PFTs Dinâmica Respiração autotrófica Alocação Mortalidade Incêndios Uso do solo Emissões Bancos de dados Condutância estomática Resposta à fertilidade do solo de energia Infiltração Física de Solos Escoamento superficial Drenagem profunda Decomposição da liteira Biogeoquímica de Solos C Matéria orgânica do solo N Respiração heterotrófica Mineralização Nitrificação Denitrificação P K Fertilidade do solo Propriedades físicas do solo Hidrologia Topografia Processos Físicos Processos Biogeoquímicos Rios Lagos Áreas Inundadas Aquíferos Enchentes Reações Emissões Transporte Geomorfologia

O que ainda falta implementar? Estação meteorológica Dados regionais Modelos climáticos Modelos regionais Práticas culturais Desmatamento Processos Superficiais de energia de água Física do Dossel Gelo Aerodinâmica Fisiologia Vegetal Interceptação de luz Fotossíntese e respiração foliar Fenologia das Culturas Agrícolas Época de plantio Enchimento de grãos Senescência Fenologia da Vegetação Natural Dormência Brotação Emergência Colheita Senescência Vegetação Produção Primária Bruta Produção Primária Líquida Crescimento Competição entre PFTs Dinâmica Respiração autotrófica Alocação Mortalidade Incêndios Uso do solo Emissões Bancos de dados Condutância estomática Resposta à fertilidade do solo de energia Infiltração Física de Solos Escoamento superficial Drenagem profunda Decomposição da liteira Biogeoquímica de Solos C Matéria orgânica do solo N Respiração heterotrófica Mineralização Nitrificação Denitrificação P K Fertilidade do solo Propriedades físicas do solo Hidrologia Topografia Processos Físicos Processos Biogeoquímicos Rios Lagos Áreas Inundadas Aquíferos Enchentes Reações Emissões Transporte Geomorfologia

Estrutura do projeto 1 COORD Coordenação, gerência, relatórios, interação com os demais componentes do modelo brasileiro 2 AGRO Culturas agrícolas, desmatamento antropogênico 3 ECO Ecologia, ecofisiologia vegetal, dinâmica de vegetação, nova representação de ecossistemas, fertilidade do solo 4 FOGO Incêndios naturais e antropogênicos 5 HIDRO Hidrologia superficial e áreas inundadas 6 GELO Geleiras continentais 7 IMPL Implementação e engenharia de software (otimização numérica, gerenciamento de memória, documentação e manuais) 8 TESTE Calibração, validação e testes

Estrutura do workshop I. Resumo dos avanços nos últimos meses II. Bancos de dados que serão usados pelo projeto III. Engenharia de software IV. Discussão entre os grupos sobre as atividades realizadas e as programadas para o próximo semestre V. Relatório dos grupos VI. Discussão final

Avanços no último semestre Visitas a algumas instituições (EMBRAPA, USP, UFSM, UFRGS) visando agregar mais participantes Contratação de diversos bolsistas pela Rede Clima Estruturação dos grupos COORD e IMPL Teleconferências semanais Reuniões bi ou trimestrais Trabalhos individuais nos grupos AGRO, ECO, FOGO, TESTE, ainda pouco coordenados entre instituições Poucos avanços nos grupos GELO e HIDRO

O que esperamos atingir no próximo ano Estruturação dos grupos AGRO, ECO, FOGO, TESTE, HIDRO, GELO Definições sobre os bancos de dados auxiliares Consolidação do código em versão única

Objetivos deste workshop Início das discussões sobre bancos de dados Planejamento da Engenharia de Software Estruturação dos grupos Integração entre os diversos componentes Atualização do diagrama de blocos do modelo Planejamento de workshops específicos