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- Amadeu Garrau de Andrade
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8 DS = OVERLAND FLOW 8
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13 Modelos tendem a assumir uma forma ou outra do processo de geração de escoamento, não levando em conta a dinâmica do processo de geração, ou seja, a possibilidade de termos alternância espacial e temporal nos modos de geração de escoamento em uma bacia. 13
14 Necessidade de conhecimento da natureza solos e o nosso fraturado cristalino e suas interações com os processos hidrológicos. 14
15 16/11/10 (2) dá uma falsa sensação de conhecimento aprofundado sobre a hidrologia/rh de uma bacia. (3) dados hidrológicos e climáticos, sejam estes informações pontuais espaciais ou aqueles obtidos a partir de sensoriamento remoto esforços em assimilação de dados em hidrologia subsuperficial não tem porque ser diferente dos esforços em assimilação em geofísica, etc. 15
16 Apesar de todo este arsenal, estas técnicas não tem efetivamente contribuido para a previsão em outros locais. 16
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18 DA HIDROLOGIA AO GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS COMO FAZER ESTA LIGAÇÃO? 18
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20 16/11/10 (2) É sempre possível obter um excelente ajuste mesmo que a estrutura do modelo não seja apropriada. A qualidade do ajuste não pode ser o critério de adequacidade do modelo. Podemos ter inclusive diferentes conjuntos de parâmetros levando a um mesmo "ótimo" ajuste - isto é um problema! (3) O estado da arte ainda é caracterizar as sensibilidades do modelo (na maioria dos casos restrita a um subconjunto de todas as sensibilidades) de tal modo que os resultados dos modelos determinísticos podem ser complementados por estimativas qualitativas e quantitativas de incerteza (geralmente paramétrica - nenhum método para análise de incerteza de dados espaciais de entrada). Como estas sensibilidade e incerteza mudam no tempo? Acho que há um bom campo para pesquisa nesta área. 20
21 UMIDADE EMBORA HAJA ESFORÇOS PARA TANTO COM BASE EM SATÉLITES O PROBLEMA É QUE AS ESTIMATIVAS IRÃO SE RESTRINGIR ÀS PRIMEIRAS CAMADAS SUPERFICIAIS. 21
22 16/11/10 22
23 16/11/10 Nota: Título - Integrando ciências naturais e sociais, ou quantidade e qualidade de água. Modelagem econômica - nem sempre o comportamento é movido pela maximização dos benefícios Problemas intrínseco ao sistema integrado de modelagem. 23
24 16/11/10 Nota: Título - Integrando ciências naturais e sociais, ou quantidade e qualidade de água. Modelagem econômica - nem sempre o comportamento é movido pela maximização dos benefícios Problemas intrínseco ao sistema integrado de modelagem. 24
25 16/11/10 Estado da arte - apenas em poucos casos os 3 subsistemas são acoplados consistentemente. Nenhum modelo especialmente explícito está disponível correntemente. Para avaliar o impacto de mudanças hidrológics em ecossitemas aquáticos, o acoplamento de modelos hidrológicos, hidráulicos e ecológicos é necessário. O acoplamento dos dois primeiros é bem estabelecido, mas o acoplamento com o último está ainda engatinhando. Problemas Por exemplo, a maioria dos modelos hidrológicos não calculam balanço de energia, mas este é um prerequisito para o acoplamento de modelos atmosféricos. Problemas necessidade de dados não só de descarga, mas de fenologia de folhas ou produção primária, amplamente não disponíveis. Atualmente, as incertezas dos dados não podem ser quantificadas satisfatoriamente. Então como validar multi-variáveis para testar modelos acoplados? 25
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28 16/11/10 Nota: Neste sentido. - Pesquisa em hidrologia experimental para melhor compreensão dos processos. REHISA Troca relativa pequena de experiências. Temos que achar outros mecanismos que ativem esta colaboração, a qual só terá sucesso se for naturalmente de interesse comum. (intercâmbio de alunos, implantação de materiais/métodos utilizados em outras bacias, ) FOMENTO EM REDE Iniciativa de fomento em rede não tem sido efetiva em ser traduzida em colaboração... Precisamos usar a estrutura existente de fomento em uma outra dinâmica... É hora de um balanço do que vem sendo feito... É uma iniciativa de 6/8 anos! 28
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