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Transcrição:

Projetos turno integral Análise do número de espigas em Cynodon dactylon,l. O objetivo do presente projeto é descrever a variação no número de espigas das inflorescências da planta Cynodon dactylon, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Cynodon dactylon, da família Poaceae, é uma espécie invasora nativa do Caribe. Conhecida popularmente como capim-da-bermuda ou mateme-embora, esta espécie é amplamente cultivada como pastagem e apresenta flores muito pequenas que se dispõem ao longo de pequenos caules assemelhando uma mão (desenho). Para descrever a variação no número de espigas das inflorescências (mão completa) da planta C. dactylon, serão contados botões florais de 100 inflorescências da espécie. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de C. dactylon da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagem: Aspecto da planta Cynodon dactylon. A circunferência indica uma inflorescência. Desenvolvedores: grupo 1 Orientadores: Prof. Márcio e monitor Agustín

Análise do comprimento das anteras de Hedychium coronarium J. Konig O objetivo do presente projeto é descrever a variação do comprimento das anteras da planta Hedychium coronarium J. Konig, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Hedychium coronarium, da família Zingiberaceae, é uma espécie herbácea rizomatoza, originária da Asia Tropical. Conhecida popularmente como lírio-dobrejo, gengibre-branco ou jasmim-borboleta, esta espécie apresenta inflorescências terminais com flores brancas, grandes e muito perfumadas, tendo preferência a lugares brejosos. Para descrever a variação no comprimento das anteras de H. Coronarium, serão coletadas flores em 50 indivíduos da espécie (uma flor de cada indivíduo, somando 50 amostras no total), para a medição das anteras. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de H. Coronarium da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos cada um distante pelo menos 5 m do mais próximo. Imagem: aspecto da inflorescência de H. Coronarim. Fonte: http://www.plant-biology.com/hedychium-ginger-lily.php Desenvolvedores: grupo 2 Orientadores: Prof. Márcio e monitor Agustín

Análise do número de flores liguladas em capítulos de Sphagneticola trilobata (L.) Pruski O objetivo do presente projeto é descrever a variação do número de flores liguladas em capítulos da planta Sphagneticola trilobata (L.) Pruski, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Sphagneticola trilobata, da família Asteraceae, é uma espécie nativa do Brasil. Conhecida popularmente como mal-me-quer, vedélia ou picão-da-praia, esta espécie apresenta inflorescência com numerosas flores pequenas reunidas em capítulos axilares, solitários e amarelos. Para descrever a variação do número de flores liguladas de S. trilobata, serão coletadas dez inflorescências de dez indivúduos da espécie (100 amostras em total), para a contagem das flores liguladas. Para que as amostras representem de forma adequeda a variação encontrada em toda a população de S. trilobata da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 5 m do mais próximo. Imagem: aspecto do capítulo de S. trilobata. Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/sphagneticola_trilobata.php Desenvolvedores: grupo 3 Orientadores: Prof. Tim e monitora Aline

Análise do comprimento do tubo da sépala de Tibouchina granulosa (Ders.) Cogn. O objetivo do presente projeto é descrever a variação do comprimento do tubo das sépalas de Tibouchina granulosa (Ders.) Cogn., utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Tibouchina granulosa, da família Melastomataceae, é uma espécie arbórea nativa do Brasil. Conhecida popularmente como quaresmeira, esta espécie apresenta flores simples e vistosas, com estames longos e cor roxa (Imagem). Para descrever a variação no comprimento do tubo das sépalas de T. granulosa, serão coletadas dez flores de dez indivíduos da espécie (somando 100 amostras no total), para a medição dos tubos das sépalas. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de T. granulosa da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos cada um distante pelo menos 5 m do mais próximo. Imagem: aspecto das flores de T. granulosa. Fonte:http://www.jardineiro.net/br/banco/tibouchina_granulosa.php Desenvolvedores: grupo 4 Orientadores: Prof. Tim e monitora Aline

Análise do número de botões florais de Calliandra tweedii Benth O objetivo do presente projeto é descrever a variação no número de botões florais das inflorescências da planta Calliandra tweedii Benth, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Calliandra tweedii, da família Fabaceae, é uma espécie arbustiva nativa do Brasil. Conhecida popularmente como esponjinha-vermelha, caliandra ou mandacaré, esta espécie é amplamente cultivada como ornamental e apresenta flores pequenas que, quando maduras, apresentam-se reunidas em capítulos densos, com estames numerosos, longos e vermelhos (Imagem). Para descrever a variação no número de botões florais de C. tweedii, serão coletadas dez inflorescências de dez indivíduos da espécie (100 amostras em total), para a contagem dos botões florais. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de C. tweedii da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagem: aspecto da inflorescencia de C. tweedii. Fonte: http://www.clickmudas.com.br/caliandra.html Desenvolvedores: grupo 5 Orientadores: Prof. Carlos e monitora Amanda

Análise do comprimento da espata em Strelitzia reginae Ait O objetivo do presente projeto é descrever a variação do comprimento da estata de Strelitzia reginae, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Strelitzia reginae, da família Strelitziaceae, é originária da África do Sul. Popularmente conhecida como ave-do-paraíso, estrelítzia ou bananeira-rainha, é uma planta herbácea rizomatosa e perene, possui flores vistosas e brácteas que protegem a inflorescência. Nesse projeto será medido o comprimento da espata de 30 indivíduos de Strelitzia. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de S. reginae da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagem: Flores de Strelitzia reginae. Desenvolvedores: grupo 6 Orientadores: Prof. Carlos e monitora Amanda

Análise do número de sementes em frutos de Agapanthus africanus (L.) Hoffsgg. O objetivo do presente projeto é avaliar a variação do número de sementes em frutos secos e fechados de A. africanus, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Agapanthus africanus, conhecida popularmente como agapanto ou lírio-africano, pertence à família Liliaceae, é originária da África do Sul apresenta de 30 a 60 cm de altura, possui folhas laminares que partem da base, longas e carnosas, suas inflorescências são globulosas, densas, altas, eretas, com flores azuis, formadas na primaveraverão, tolerante a baixas temperaturas de inverno esta espécie é muito cultivada como ornamental. Para a realização do objetivo, serão coletados 100 frutos secos de A. africanus, sendo um fruto por indivíduo, com pelo menos 5 m de distância do mais próximo, presentes em diferentes regiões do Campus a fim de representar a variação encontrada na população de A. africanus da Cidade Universitária. Amanda M Narcizo Amanda M. Narcizo Desenvolvedores: grupo 7 Orientadores: Profa. Vânia e monitora Hamanda

Análise do comprimento da bráctea de Spathiphyllum wallisii Regel O objetivo do presente projeto é descrever a variação do número de flores em cada inflorescência de Spathiphyllum wallisii, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Spathiphyllum wallisii, pertencente à família Araceae, popularmente conhecida como lírio-da-paz e espatifilo, é uma planta ornamental, herbácea e perene originária da América do Sul. Possui a inflorescência do tipo espádice protegida por uma bráctea branca. Será contado o número de flores de uma inflorescência em pelo menos 30 indivíduos diferentes de Spathiphyllum wallisii. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de S. wallisii da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagem: Flor de Spathiphyllum wallisii. Desenvolvedores: grupo 8 Orientadores: Profa. Vânia e monitora Hamanda

Análise do número de sementes em frutos maduros de Impatiens walleriana Hook.f. O objetivo do presente projeto é avaliar a variação do número de sementes em frutos maduros de I. walleriana, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Impatiens walleriana, conhecida popularmente como beijo-turco ou maria-sem-vergonha, é originária da África e encontra-se disseminada e naturalizada em locais abertos como toda a Serra do Mar. Esta espécie, da família Balsaminaceae, é uma herbácea perene de 30 a 50 cm de altura, ramificada e de consistência suculenta, prefere solo rico em matéria orgânica e com umidade, seus frutos ovais quando maduros abrem-se ao toque lançando as sementes longe. Para realização do objetivo, serão coletados 100 frutos maduros de I. walleriana, sendo um fruto por indivíduo, presentes em diferentes regiões do Campus a fim de representar a variação encontrada na população de I. walleriana da Cidade Universitária. Amanda M. Narcizo Christian Toth foto fruto maduro http://www.treklens.com/gallery/photo486784.htm Desenvolvedores: grupo 9 Orientadores: Prof. Paulo e monitora Rebeca

Análise do comprimento do pistilo em Rhododendron simsii Planch. O objetivo do presente projeto é descrever a variação do comprimento do pistilo em Rhododendron simsii, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Rhododendron simsii, também conhecida como azaléia, é uma planta arbustiva pertencente à família Ericaceae, originária da China. A folhagem é de coloração verdeescura e as flores podem ser de várias cores, variando desde o branco, róseo até o vermelho. Será medido o comprimento do pistilo de três flores de 10 indivíduos de Rhododendron simsii. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de R. simsii da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagem: Flores de Rhododendron simsii Desenvolvedores: grupo 10 Orientadores: Prof. Paulo e monitora Rebeca

Projetos turno noturno Análise do comprimento da sépala calcarada em Impatiens walleriana O objetivo do presente projeto é descrever variação no comprimento da sépala calcarada em Impatiens walleriana, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Impatiens walleriana, da família Balsaminaceae, é uma plana anual nativa da India e da China. Conhecida popularmente como Maria-sem-vergonha, esta espécie é amplamente cultivada e apresenta flores com estruturas alongadas (sépalas calcaradas) contendo néctar que alguns polinizadores aproveitam. Serão medidas 100 destas estruturas pertencendo a diferentes indivíduos da espécie. Para que as amostras representem, de forma adequada, a variação encontrada em toda a população de Impatiens walleriana da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 m do mais próximo. Imagens: A esquerda, aspecto da flor de Impatiens walleriana. A direita, detalhe de uma sépala calcarada. Desenvolvedores: grupo 1 Orientadores: Prof. Márcio e monitor Agustín

Análise do número de gemas em segmentos pré-terminais de Rhipsalis baccifera (j.s. muell.) stearn O objetivo do presente projeto é descrever variação no número de gemas em segmentos pré-terminais Rhipsalis baccifera (j.s. muell.) stearn, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Rhipsalis baccifera, da família hylocereae, é nativa de América do sul e central. Conhecida popularmente como mistletoe cactus, esta espécie é epifítica e se acredita que tenha sido recentemente introduzida na África por aves migratórias. Cresce sobre as árvores de todo o campus. Apresenta gemas florais em segmentos terminais e pré-terminais da planta. Serão contadas as gemas de 10 segmentos de cada planta, em 50 indivíduos da espécie. Para que as amostras representem, de forma adequada, a variação encontrada em toda a população de Rhipsalis baccifera da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos 3 áreas diferentes no campus. Imagens: direita, gemas de Rhipsalis baccifera. Esquerda, aspecto geral da planta. Desenvolvedores: grupo 2 Orientadores: Prof. Márcio e monitor Agustín

Análise do comprimento de sementes secas Tipuana tipu (Benth.) Kuntze O objetivo do presente projeto é descrever a variação no comprimento de sementes em Tipuana tipu, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Tipuana tipu, da família Fabaceae, é uma árvore nativa de Argentina, Bolívia e Brasil. Conhecida popularmente como amendoim-acácia, esta espécie dispersa suas sementes, pelo vento usando uma expansão laminar situada no extremo terminal da semente. Serão medidos 100 frutos, 10 por cada árvore da espécie. Para que as amostras representem, de forma adequada, a variação encontrada em toda a população de Tipuana tipu da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos separados por ao menos 100 metros. Imagem: sementes de Tipuana tipu. A linha branca marca o lugar para medir o comprimento. Desenvolvedores: grupo 3 Orientadores: Prof. Tim e monitora Aline

Análise do número de flores por inflorescência em Hemerocallis flava (Linnaeus, 1753) O objetivo do presente projeto é descrever a variação do número de flores por inflorescência em Hemerocallis flava, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Hemerocallis flava pertence à família Liliaceae, nativa da Eurásia, é uma herbácea perene, muito cultivada como ornamental, pois as flores estão presentes grande parte do ano. Conhecidas popularmente como lírio-de-são-josé, lírio-de-um-dia e lírioamarelo, possuem inflorescências eretas, com poucas flores, simples ou dobradas, de cor amarela, alaranjado, marrom e rosa. Para a realização desse projeto será contado o número de flores de uma inflorescência em 30 indivíduos diferentes de Hemerocallis flava. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de H. flava da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos (espaçados entre si pelo menos 5 m) e localizados em pelo menos três locais diferentes do campus. Desenvolvedores: grupo 4 Orientadores: Prof. Tim e monitora Aline

Análise do comprimento do tubo da corola de Allamanda cathartica, L. O objetivo do presente projeto é descrever variação do comprimento do tubo da corola de Allamanda cathartica L., utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Allamanda cathartica, da família Apocynaceae, é uma plana anual nativa do Brasil. Conhecida popularmente como dedal-de-dama, esta espécie é amplamente cultivada e apresenta flores com pétalas que têm a base fusionada, dando a flor forma de trompete. Serão medidas 100 destas estruturas pertencendo a diferentes indivíduos da espécie. Para que as amostras representem, de forma adequada, a variação encontrada em toda a população de Allamanda cathartica da Cidade Universitária, serão amostrados ao menos 10 indivíduos dentro do campus. Imagem: Flores de Allamanda cathartica, mostrando o tubo da corola. Desenvolvedores: grupo 5 Orientadores: Prof. Carlos e monitora Amanda

Número de inflorescências de Pachystachys lutea O objetivo do presente projeto é descrever a variação no número de inflorescências da planta Pachystachys lutea, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. P. lutea, da família Acanthaceae, é uma espécie arbustiva nativa do Peru. Conhecida popularmente como camarão-amarelo, camarão ou planta-camarão, esta espécie é amplamente cultivada como ornamental e apresenta inflorescências com flores brancas que emergem de brácteas amarelo ouro. Para descrever a variação no número de inflorescências de P. lutea serão utilizados 20 indivíduos para a contagem. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de P. lutea da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 metros do mais próximo. Foto: Inflorescência de P. lutea. Fonte: http://www.jardineiro.net/br/banco/pachystachys_lutea.php Desenvolvedores: grupo 6 Orientadores: Prof. Carlos e monitora Amanda

Massa dos frutos de Duranta erecta O objetivo do presente projeto é descrever a variação na massa dos frutos maduros da planta Duranta erecta, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. D. erecta, da família Verbenaceae, é uma espécie arbustiva nativa das Américas Central e do Sul. Conhecida popularmente como pingo-de-ouro ou violeteira, esta espécie é amplamente cultivada como ornamental e apresenta inflorescências azuladas com frutos esféricos de intensa tonalidade amarela. Para descrever a variação na massa dos frutos maduros (amarelos) de D. erecta serão utilizados 50 frutos de 10 indivíduos (500 amostras no total) para a pesagem. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de D. erecta da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 metros do mais próximo. Foto: Frutos e inflorescência de D. erecta. Fonte: http://www.smgrowers.com/products/plants/plantdisplay.asp?plant_id=531 Desenvolvedores: grupo 7 Orientadores: Profa. Vânia e monitora Hamanda

Contagem de sementes dos frutos de Leucaena leucocephala O objetivo do presente projeto é descrever a variação no número de sementes da planta Leucaena leucocephala, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. L. leucocephala, da família Fabaceae, é uma espécie arbórea nativa do México e América Central. Conhecida popularmente como leucena, acácia-palida, esta espécie é amplamente utilizada no paisagismo e apresenta inflorescências com pequenas flores brancas e vagens achatadas de cor marrom-brilhante. Para descrever a variação no número de sementes de L. leucocephala serão coletados 20 frutos secos de 10 indivíduos da espécie (200 amostras no total) para a contagem das sementes. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de L. leucocephala da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 metros do mais próximo. Foto: Vagens e sementes de L. leucocephala. Fonte: http://www.tropicalforages.info/key/forages/media/html/leucaena_leucocephala.htm Desenvolvedores: grupo 8 Orientadores: Profa. Vânia e monitora Hamanda

Variação no diâmetro de flores de Plumbago auriculata O objetivo do presente projeto é descrever a variação no diâmetro das flores da planta Plumbago auriculata, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. P. auriculata, da família Plumbaginaceae, é uma espécie arbustiva nativa da África do Sul. Conhecida popularmente como bela-emília, plumbago, jasmim-azul, esta espécie é amplamente utilizada no paisagismo e apresenta flores azuladas, embora exista uma variedade de brancas, em forma de pequenos buquês. Para descrever a variação no diâmetro das flores de P. auriculata serão coletados 5 flores abertas de 10 inflorescências em 10 indivíduos da espécie (500 amostras no total) para a medição. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de P. auriculata da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 500 metros do mais próximo. Foto: Inflorescência de P. auriculata. Fonte http://www.jardineiro.net/br/banco/plumbago_auriculata.php Desenvolvedores: grupo 9 Orientadores: Prof. Paulo e monitora Rebeca

Análise do número de flores em inflorescências de Ixora chinensis Lam. O objetivo do presente projeto é avaliar a variação no número de flores das inflorescências da planta Ixora chinensis, utilizando para tanto a população encontrada na Cidade Universitária Armando Salles Oliveira. Ixora chinensis, da família Rubiaceae, é uma espécie arbustiva de textura lenhosa nativa da China e Malásia, conhecida popularmente como ixora-chinesa ou ixoravermelha, esta espécie é cultivada em pleno sol, em canteiros de boa fertilidade, irrigados periodicamente, sensível a geada é indicada apenas para regiões tropicais e subtropicais. Apresenta de 1 a 2 metros de altura, folhas simples, coriáceas e curtas com florescimento vistoso. Suas inflorescências com numerosas flores, vermelhas, vermelho-alaranjadas, róseas ou amarelas são muito visitadas por beija-flores e formam-se por quase todo o ano. Para avaliar a variação no número de de flores de I. chinensis, serão coletadas 3 inflorescências de 30 indivíduos da espécie (90 amostras em total), para a contagem das flores. Para que as amostras representem de forma adequada a variação encontrada em toda a população de I. chinensis da Cidade Universitária, serão amostrados indivíduos localizados em pelo menos três locais diferentes do campus, cada um distante pelo menos 5 m do mais próximo. Álbuns da web do Picasa http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://lh6.ggpht.com/_phte4pyukqg/rxsrzhgxuqi/aaaaaaaaxzo/1b3dtehisuq/100_0342.jpg&imgr efurl=http://picasaweb.google.com/lh/photo/onmxsm9n_edjjbsxdefeaa&usg= L8J7PB2nW35kmMfu3_6H8cnQ8Ak=&h=1716&w=2576&sz=237 &hl=ptbr&start=36&zoom=1&tbnid=pxzmvqylovjm9m:&tbnh=139&tbnw=185&ei=owijteyuk5degafm_fzndq&prev=/images%3fq%3dixora%2b chinensis%26hl%3dptbr%26biw%3d988%26bih%3d634%26gbv%3d2%26tbs%3disch:10%2c1515&itbs=1&iact=hc&vpx=128&vpy=157&dur=6094& hovh=183&hovw=275&tx=220&ty=127&oei=6aejtaqtnasu0qgextgmdg&page=4&ndsp=12&ved=1t:429,r:0,s:36&biw=988&bih=634 Desenvolvedores: grupo 10 Orientadores: Prof. Paulo e monitora Rebeca