Eucalyptus globulus Labill. subsp. globulus. 124 Exemplares no Parque
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- Rosa Stella Igrejas Molinari
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1 Eucalyptus globulus Labill. subsp. globulus 124 Exemplares no Parque
2 Família Myrtaceae Nome Comum Eucalipto, eucalipto-comum, calipse, calipes, calipto, eucalipto, gomeiro-azul Origem Oceânia (Região litoral do Sudeste e Sul da Tasmânia). Tipo de Origem alóctone Autor Labill. Descrição O eucalipto é uma árvore de grande porte, que pode chegar aos 40 ou 50 m de altura. O tronco é direito, muito grosso e com tendência a experimentar uma torsão espiral, está coberto por uma casca cinzenta ou pardo-cinzenta, que se desprende em tiras longitudinais, retorcidas, que se mantêm pendentes durante algum tempo na árvore. Nas árvores mais velhas, a casca torna-se persistente na base do tronco. As folhas das árvores jovens e dos rebentos da base, são opostas, sésseis, claras e cerosas. As folhas adultas compridas e estreitas, alternas, lanceoladas, pecioladas, planas e brilhantes, com numerosas glândulas translúcidas. As flores são solitárias, esbranquiçadas, ou agrupadas de uma a três, axilares, subsésseis ou com pedicelos muito curtos, e numerosos estames formando um penacho. A corola é constituída por pétalas aderentes a formarem um opérculo caduco circularmente. O cálice é quadrangular com um opérculo coriáceo que se destaca pela base. O fruto é uma cápsula, dura, verrugosa, com 4 lóculos que contêm as sementes. Tipo de Reprodução hermafrodita Forma de Vida árvore Ínicio de Floração maio Fim de Floração outubro
3 Tipo de Fruto cápsula Consistência do Fruto seco Maturação do Fruto outubro Perenidade perenifólia Inflorescência solitária (diz-se de uma flor que está isolada, na axila da folha ou na extremidade do caule.) Cor da Flor amarelo Tipo de Folha simples (Folha em que o limbo constitui uma superfície contínua.) Inserção de Folha alterna (quando existe uma folha em cada nó.) Margem da Folha inteira (com a margem não recortada.) Limbo da Folha lanceolado (em forma de ferro de lança, mais largo no meio e estreitando gradualmente para as extremidades.) Habitat Surge naturalmente na zona litoral do sudeste e sul da Tasmânia, das ilhas Flinders e King, entre a Tasmânia e a Austrália, formando pequenos bosques em altitudes compreendidas entre o nível do mar e os 400 m.
4 Observações O Eucalyptus globulus foi encontrado na Tasmânia em 1799 por Labillardiére, tendo sido classificada por este botânico. A área natural desta espécie é bastante restrita, pois encontrase limitada a pequenas manchas da zona litoral do sudeste e sul da Tasmânia, das ilhas Flinders e King, entre a Tasmânia e a Austrália, em altitudes compreendidas entre o nível do mar e 400 m. Foi a primeira espécie de eucalipto que se espalhou pelo Mundo, sendo atualmente a mais cultivada, em virtude do seu rápido crescimento e porte majestoso. Tem sido fomentada principalmente em Portugal, Espanha, Uruguai, Chile, Peru, Bolívia, Brasil, Estados Unidos, entre outros. Em Portugal encontra-se uma das principais áreas de cultivo de Eucalyptus globulus, concentrando-se principalmente ao longo de toda a faixa litoral, numa largura máxima de 65 Km em altitudes inferiores a 500 m. Contudo, a existência de uma maior área de eucaliptal na região centro resulta, como é óbvio, das melhores condições ecológicas a esta cultura; também é de salientar, que é nesta região que se encontra a quase totalidade dos povoamentos mistos de eucaliptal e pinhal, onde o eucaliptal tem vindo a ganhar terreno. O eucalipto cresce rapidamente e absorve uma grande quantidade de água do solo, daí o seu emprego para drenar terrenos pantanosos. No entanto esta bela árvore cobra um tributo nos terrenos onde se planta: acidifica o solo e impede ou limita o crescimento de outras plantas à sua volta, tendo um impacte ecológico devastador, monopolizando a água, reduzindo a qualidade do solo e diminuindo a biodiversidade do ecossistema florestal. Aplicações As folhas do eucalipto têm propriedades balsâmicas e anti-sépticas devido ao seu óleo essencial cujo principal componente é o cineol ou eucaliptol. A espécie utilizada na medicina e considerada por ela como oficial é o E. globulus. É utilizada contra as bronquites e catarro em forma de infusão ou inalação. O óleo de eucalipto obtém-se das folhas, sendo um apreciado anti-séptico utilizado na medicina e na perfumaria. Portugal é um dos maiores produtores de óleo de eucalipto do Mundo, grande parte exportada para os Estados Unidos, França, Alemanha e Holanda.
5 Porte
6 Folha
7 Flor
8 Fruto
9 Tronco
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum mimosa, acácia-dealbada, acácia-dealbata, acácia-praga, acácia, acácia-mimosa Origem Austrália (Sudeste da Austrália e Tasmânia).
Arbutus unedo L. 98 Exemplares no Parque
Arbutus unedo L. 98 Exemplares no Parque Família Ericaceae Nome Comum medronheiro, ervodo, ervedeiro, ervedo, êrvedo, medronheiro-comum Origem Irlanda, sul da Europa, norte de África, Palestina e Macaronésia.
Olea europaea L. var. europaea. 10 Exemplares no Parque
Olea europaea L. var. europaea 10 Exemplares no Parque Família Oleaceae Nome Comum oliveira Origem Região mediterrânica (Sul da Europa, Norte de África e Médio Oriente). Tipo de Origem autóctone Autor
Celtis australis L. 3 Exemplares no Parque
Celtis australis L. 3 Exemplares no Parque Família Ulmaceae Nome Comum lódão, agreira, ginginha-de-rei, lódão-bastardo Origem Sul da Europa, oeste da Ásia e norte de África. Amplamente difundido por toda
Taxus baccata L. 43 Exemplares no Parque
Taxus baccata L. 43 Exemplares no Parque Família Taxaceae Nome Comum teixo Origem Europa, oeste da Ásia e norte de África. Tipo de Origem autóctone Autor L. Descrição Árvore ou arbusto de folhagem verde-escuro,
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque Família Juglandaceae Nome Comum nogueira, nogueira-comum, nogueira-europeia Origem Grécia e região Balcânica, naturalizada a sul e oeste da Europa e norte de Portugal.
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque Família Fagaceae Nome Comum castanheiro, reboleiro, castanheiro-comum, castanheiro-vulgar Origem Originária da Europa, da zona dos Balcãs, Ásia Menor e Cáucaso,
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque Família Rosaceae Nome Comum louro-cerejo, loiro-cerejo, loiro-inglês, loureiro-cerejeira, loureiro-de-trebizonda, loureiro-real, loureiro-romano Origem Europa
Robinia pseudoacacia L. 40 Exemplares no Parque
Robinia pseudoacacia L. 40 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum Acácia-bastarda, falsa-acácia, acácia-branca, robínia, acácia-da-terra, acácia-de-flores-brancas, acácia-boule, acácia-para-sol
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque
Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum olaia, árvore- do-amor, árvore-da-judeia, árvore-de-judas Origem Sul da Europa e este da Ásia (zona do Mediterrâneo oriental
Laurus nobilis L. 237 Exemplares no Parque
Laurus nobilis L. 237 Exemplares no Parque Família Lauraceae Nome Comum Loureiro, louro, sempreverde, loureiro-comum, loureiro-dos-poetas, loureiro-vulgar Origem Ásia Menor e toda a Região Mediterrânica.
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AS PARTES DE UMA ANGIOSPERMA A flor padrão de uma angiosperma É um sistema de reprodução sexuada Reprodução Formada por folhas modificadas Sépalas: são folhas verdes, pequenas, para proteção do botão
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Características importantes para identificação das dicotiledôneas: SISTEMÁTICA DE DICOTILEDÔNEAS Arranjo foliar no caule Plantas daninhas folhas largas Formato das folhas Alternadas Opostas Folhas alternadas
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Influência do Tempo de Hidrodestilação na Extração do Óleo Essencial de Capim Citronela, Capim Limão, Cipó Mil Momens e Eucalipto. José Welton A. de Paula 1 ; Polyana A. D. Ehlert 1 ; Arie F. Blank 1 ;
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SISTEMÁTICA DAS PLANTAS DANINHAS DICOTILEDÔNEAS Características importantes para identificação de seedlings de dicotiledôneas: Arranjo foliar no caule Alternadas Opostas Formato foliar e/ou cotiledonar
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