Laurus nobilis L. 237 Exemplares no Parque
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- Brenda Assunção Peralta
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1 Laurus nobilis L. 237 Exemplares no Parque
2 Família Lauraceae Nome Comum Loureiro, louro, sempreverde, loureiro-comum, loureiro-dos-poetas, loureiro-vulgar Origem Ásia Menor e toda a Região Mediterrânica. Tipo de Origem autóctone Autor L. Descrição O loureiro é uma pequena árvore, que raramente ultrapassa os 10 m de altura, de copa densa e algo irregular. Tronco direito, de casca delgada, lisa, desprovida de nódulos, de cor verdepardo ou cinzento. Ramos erectos, os mais jovens de cor verde e desprovidos de qualquer tipo de pêlos. Folhas simples, duras e coriáceas, em forma de ferro de lança (lanceolada), página superior verde-escura lustrosa e mais pálidas na página inferior, com a margem um pouco ondulada e ponta acuminada, em disposição alterna; medem de 6 a 12 cm de comprimento e 4 de largura, atravessadas por uma nervura central muito pronunciada. Expelem um aroma agradável quando trituradas. Flores unissexuadas, pequenas, brancoamarelo-esverdeadas, cheirosas, pedunculadas, dispostas em grupos de 4 a 6 flores, nas axilas foliares. Perianto com 4 sépalas petalóides. Flores masculinas com 8 a 12 estames, flores femininas com 1 carpelo e estilete curto. O fruto é carnudo, ovóide (baga), parecido com uma azeitona, no início de cor verde e negro-mate na maturação. Tipo de Reprodução dióica Forma de Vida árvore Ínicio de Floração fevereiro Fim de Floração maio
3 Tipo de Fruto baga Maturação do Fruto setembro Perenidade perenifólia Inflorescência glomérulo (aglomerado de flores ou de frutos com os pecíolos curtos. Cimeira multiflora, muito contraída, frequentemente globosa ou subglobosa.) Tipo de Folha simples (Folha em que o limbo constitui uma superfície contínua.) Inserção de Folha alterna (quando existe uma folha em cada nó.) Margem da Folha ondulada (com uma zona marginal mais ou menos larga, alternadamente subindo e descendo, segundo curvas arredondadas.) Limbo da Folha lanceolado (em forma de ferro de lança, mais largo no meio e estreitando gradualmente para as extremidades.) Habitat Matagais e bosques de clima ameno, sendo difícil determinar a sua área natural, por se ter difundido muito por cultura. Em Portugal é espontânea ou sub-espontânea nas matas, margens dos rios, não muito distantes do litoral, sendo cultivado em todo o país.
4 Observações O loureiro estende-se por todos os países da Bacia do Mediterrâneo, sendo difícil determinar a sua área natural, por se ter difundido muito a sua cultura. Contudo, julga-se originário da Ásia Menor. Em Portugal é espontânea ou sub-espontânea nas matas, nas margens dos rios, no Centro e Sul do país; é cultivado em todo o país. O nome do género Laurus, parece derivar do nome celta lawr ou blawr: verde, alusivo à sua folhagem sempreverde. É essencialmente conhecido pelo seu uso na culinária como condimento, sendo conveniente não confundir as suas folhas com as do loureiro-cerejo (Prunus laurocerasus L.) que é uma planta venenosa. As folhas vigorosas, atravessadas por uma nervura central muito pronunciada, são inconfundíveis. Na história antiga, esta árvore era conhecida por Loureiro do Apolo porque Dafne, perseguida por este Deus, se transformou em loureiro. Era também um símbolo de vitória, dos triunfadores (imperadores, generais, poetas), que eram coroados com folhas de louro. Mais tarde, na idade média, este tipo de coroação estendeu-se aos artistas e aos sábios, bem como aos doutores, em que a coroa de louro era guarnecida pelos próprios frutos, dando origem à palavra bacharelato (Bacca-laureatus). Aplicações O loureiro é considerado uma planta estimulante (excita a actividade nervosa e vascular) e anti-séptico (destrói germes ou inibe o seu crescimento), sedativa (acalma e regulariza a actividade nervosa) e sudorífica (estimula a transpiração). A infusão de folhas facilita a digestão. A manteiga de loureiro, resultante do óleo extraído das bagas, é utilizada para aliviar dores articulares. A madeira do loureiro é dura, bastante pesada.
5 Porte
6 Folha
7 Flor
8 Fruto
9 Tronco
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque
Prunus laurocerasus L. 108 Exemplares no Parque Família Rosaceae Nome Comum louro-cerejo, loiro-cerejo, loiro-inglês, loureiro-cerejeira, loureiro-de-trebizonda, loureiro-real, loureiro-romano Origem Europa
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque
Castanea sativa Mill. 257 Exemplares no Parque Família Fagaceae Nome Comum castanheiro, reboleiro, castanheiro-comum, castanheiro-vulgar Origem Originária da Europa, da zona dos Balcãs, Ásia Menor e Cáucaso,
Olea europaea L. var. europaea. 10 Exemplares no Parque
Olea europaea L. var. europaea 10 Exemplares no Parque Família Oleaceae Nome Comum oliveira Origem Região mediterrânica (Sul da Europa, Norte de África e Médio Oriente). Tipo de Origem autóctone Autor
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque
Acacia dealbata Link. 20 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum mimosa, acácia-dealbada, acácia-dealbata, acácia-praga, acácia, acácia-mimosa Origem Austrália (Sudeste da Austrália e Tasmânia).
Arbutus unedo L. 98 Exemplares no Parque
Arbutus unedo L. 98 Exemplares no Parque Família Ericaceae Nome Comum medronheiro, ervodo, ervedeiro, ervedo, êrvedo, medronheiro-comum Origem Irlanda, sul da Europa, norte de África, Palestina e Macaronésia.
Quercus robur L. 603 Exemplares no Parque
Quercus robur L. 603 Exemplares no Parque Família Fagaceae Nome Comum Carvalho-alvarinho, carvalho-comum, carvalho-roble, carvalheira, roble- alvarinho, alvarinho Origem Europa e Ásia Ocidental. É espontânea
Celtis australis L. 3 Exemplares no Parque
Celtis australis L. 3 Exemplares no Parque Família Ulmaceae Nome Comum lódão, agreira, ginginha-de-rei, lódão-bastardo Origem Sul da Europa, oeste da Ásia e norte de África. Amplamente difundido por toda
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque
Juglans regia L. 7 Exemplares no Parque Família Juglandaceae Nome Comum nogueira, nogueira-comum, nogueira-europeia Origem Grécia e região Balcânica, naturalizada a sul e oeste da Europa e norte de Portugal.
Taxus baccata L. 43 Exemplares no Parque
Taxus baccata L. 43 Exemplares no Parque Família Taxaceae Nome Comum teixo Origem Europa, oeste da Ásia e norte de África. Tipo de Origem autóctone Autor L. Descrição Árvore ou arbusto de folhagem verde-escuro,
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Cercis siliquastrum L. 4 Exemplares no Parque Família Leguminosae Nome Comum olaia, árvore- do-amor, árvore-da-judeia, árvore-de-judas Origem Sul da Europa e este da Ásia (zona do Mediterrâneo oriental
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