3.4.2 BUGANVÍLIA (Bougainvillea):
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- Branca Flor Sá da Silva
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1 3.4.2 BUGANVÍLIA (Bougainvillea): Classificação Botânica Pertence a família das Nictagináceas Descrição Botânica De acordo com o fascículo da Flora Ilustrada Catarinense que trata da família das Nictagináceas a Buganvília caracteriza-se por possuir: FLORES hermafroditas involucradas, em 3, de largas brácteas petalóides em 3, igualmente e mais ou menos violáceas ou amarelas, pedúnculo às vezes transformado em espinho. PERIGÔNIO corolíneo hipocraterimorfo, com tubo cilíndrico ou angulado e limbo curto e 5 lobulado. ESTAMES 5-10, com filamentos desiguais, conatos na base; anteras ditecas. OVÁRIO fusiforme, estipitado, um tanto comprimido. ESTILETE curto, filiforme, reto ou apenas curvado, papiloso até o ápice. INFLORESCÊNCIA axilar ou terminal. FRUTO antocarpo fusiforme ou coriáceo, 5-costado. SEMENTES com embrião curvado. ÁRVORES, arbustos ou lianas, com ou sem espinhos. FOLHAS alternas, ou em fascículos sobre curtos braquiblastos, pecioladas ou subsésseis Origem e aspectos gerais De origem brasileira, a buganvília também conhecida como primavera, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel, é uma espécie rústica, muito cultivada e apreciada no mundo, especialmente no Estado Catarinense. O nome da planta foi dado em homenagem ao navegador francês Louis Antoine Bougainville, que a
2 descobriu em nosso país, por volta de 1790 e a levou para várias partes do mundo (MAMANI,; et. Al., 1988). O colorido existente na planta são as brácteas, folhas modificadas que envolvem e protegem as flores amarelas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja (REITZ, R.,1970). Por ser uma espécie muito hibridizada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegata. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 15 metros de comprimento (MAMANI,; et. Al., 1988). São muitas as espécies do gênero Bougainvillea: spectabilis, bracteata, brasiliensis, glabra, peruviana, sanderiana, speciosa, entre outras. Sendo que, as mais comumente cultivadas são as spectabilis e glabra, a partir das quais surgiram inúmeros híbridos. A diferença entre elas na maioria das vezes, remonta ao diâmetro dos troncos, quantidades e formas dos espinhos, existência ou não de pilosidade nas folhas e maior resistência ao frio e a geada por parte da espécie glabra (MAMANI, R.J,; et. Al., 1988) Aspectos Bioclimáticos e ecofisiológicos Segundo o SITE 2 Jardim de Flores a Bougainvillea é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. Ela desenvolve-se bem em condições de sol pleno, clima quente e úmido, e suporta solos mais secos. As regas podem ser feitas aproximadamente de 15 em 15 dias sendo que sua freqüência deve ser aumentada nos primeiros meses após o plantio ou em épocas muito quentes. MANONI, 1988 observou que as Bougainvilleas podem florescer várias vezes ao ano, exceto em épocas muito chuvosas, e com limitações nos períodos frios (dependendo da espécie).
3 Segundo o SITE 3, no habitat natural a Bougainvillea cresce encostada em grandes árvores e utiliza-se dela como tutor. Isso acontece particularmente com a espécie glabra, que emite brotações muito vigorosas na vertical, até atingir o topo da árvore. Aí, então, abre-se em copa e suas folhas e flores se confundem com as da própria árvore que serviu de apoio. Deste modo, pode-se pensar que é possível cultivar Bougainvillea à meia-sombra, desde que haja condições da parte aérea receber raios solares diretos. Algumas observações climáticas para a Bougainvillea descritas por KINAERSLEY, 1982 apontam que esta é uma planta de luz direta, que prefere ambientes com baixa umidade e tem como temperatura limite inferior e limite superior no período de repouso vegetativo e de crescimento ativo e ºC respectivamente. A faixa de temperatura média em que a planta se desenvolve bem situa-se entre 22 e 24 ºC; a temperatura limite inferior é de 4ºC e a planta é de pleno sol (disponível no SITE 3). O Manual Globo de Jardinagem informa que a Bougainvillea poderá suportar temperaturas de mais de 24ºC sem ser prejudicada e necessita de luminosidade forte durante o ano todo. As temperaturas podem descer a 7 ºC sem prejudicar as raízes, mas com provável perda de folhas. Durante o período de propagação por estaca, as mesmas deverão ser mantidas numa situação com boa iluminação, alta umidade e temperaturas médias variando entre 21 e 24 ºC. 4. METODOLOGIA Para a realização do zoneamento agroclimático dos gêneros Helicônia, Gladíolo, Bougainvillea e Ficus foi adotado o método de Zoneamento que considera os Riscos Climáticos, utilizado pelo setor de Zoneamento Agroambiental do Ciram/Epagri, consistindo nas seguintes etapas:
4 1ª) Levantamento das principais exigências climáticas e escolha dos critérios bioclimáticos de cada um dos gêneros florísticos. O levantamento das exigências climáticas, bem como a escolha dos critérios bioclimáticos, foram feitos tendo como base, informações pessoais advindas de profissionais da área de floricultura, bem como através da revisão bibliográfica utilizando livros, revistas, sites e artigos científicos. 2ª) Cruzamento dos dados de exigências bioclimáticas das culturas com disponibilidade climática Os dados climáticos a nível decendial utilizados para inferência do Zoneamento foram retirados do Atlas Climatológico do Estado de Santa Catarina (PANDOLFO, 2002). O cruzamento dos dados bioclimáticos das culturas com os dados de disponibilidade climática do Estado foi realizado com o auxílio do software ZonExpert 1.0 (PANDOLFO et al. 1999). O princípio de funcionamento do ZonExpert 1.0 é de simular o crescimento e desenvolvimento de uma determinada cultura em períodos de 10 dias (decêndios), de acordo com as condições climáticas observadas e/ou estimadas de uma determinada região e as necessidades climáticas da cultura a ser zoneada. Na simulação, o sistema analisa as exigências climáticas da cultura, para cada estágio, com as condições climáticas prováveis da região, que ocorrerão quando a planta atingir o estágio que está sendo analisado. Caso as condições climáticas do local atendam as exigências da cultura, o sistema aprova o decêndio para aquele local específico e inicia simulação para o próximo decêndio. Quando essas exigências da cultura não forem satisfeitas, o sistema considera o município não recomendado para o plantio no decêndio que está sendo considerado. 3ª) Apresentação dos dados em tabela e espacialização dos resultados obtidos através de mapas. Os resultados finais do zoneamento foram organizados em tabelas para melhor entendimento da informação.
5 Com o uso do software de sistemas de informações geográficas ILWIS 3.0 (The Integrated Land and Water Information System) da empresa ITC foram gerados os mapas para espacialização dos resultados dos zoneamentos de cada gênero florístico, indicando por município os decêndios recomendados para implantação da cultura. 4ª) Consistência dos resultados com profissionais da área de floricultura. Após a espacialização, os resultados foram vistos por profissionais da área de floricultura, para dar credibilidade ao zoneamento.
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Origem Em 1980, a equipe de melhoristas da EPAMIG/UFV realizou um cruzamento artificial entre um cafeeiro da cultivar Catuaí Amarelo IAC 86 e uma planta Híbrido de Timor (UFV 440-10), a qual foi descoberta
ANEXO. 2. A amostra viva deverá apresentar vigor e boas condições fitossanitárias.
ANEXO INSTRUÇÕES PARA A EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE BANANEIRA (Musa acuminata Colla e Musa x paradisiaca L. (M. acuminata Colla x M. balbisiana
