LEI COMPLEMENTAR Nº 251, De 26 de dezembro de 2005



Documentos relacionados
Lei Complementar n 43, de 16 de dezembro de 2010

Prefeitura Municipal de Ibirataia Estado da Bahia

Instrução Normativa SMF nº 001, de 03 de novembro de 2010

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DO PREFEITO

Prefeitura Municipal De Belém Gabinete do Prefeito

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014.

DECRETO N. 134/2010, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010.

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

Prefeitura Municipal de Belém Secretaria Municipal de Finanças

Prefeitura Municipal de São José dos Campos - Estado de São Paulo - de.:il/q±j0=1 O\ LEI COMPLEMENTAR N 256/03 de 1Ode Julho de 2003


DECRETO EXECUTIVO nº. 014/2012 D E C R E T A:

DECRETO Nº , DE 6 DE DEZEMBRO DE 2013.

Decreto Nº1601 de 19 de Agosto de 2009 DECRETA:

DECRETO Nº , DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

... LEI N , DE 9 DE ABRIL DE 2015

LEI COMPLEMENTAR Nº 306 1

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003

Parágrafo único. O Grupo Ocupações de Fiscalização e Arrecadação OFA, criado pela Lei Complementar nº 81, de 10 de março de 1993, fica extinto.

I seja aprovado o projeto arquitetônico;

1º O acesso ao Sistema deverá ser feito por meio de Senha Web ou certificado digital.

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº , DE 10 DE MAIO DE 2002.

SOLUÇÕES DE CONSULTA DA RFB DE INTERESSE DA CONSTRUÇÃO CIVIL

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

ADMINISTRAÇÃO LIBERDADE PARA TODOS PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAMIRANGA CEARÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BRUMADO ESTADO DA BAHIA CNPJ/MF Nº / Praça Cel. Zeca Leite, nº 415 Centro CEP: Brumado-BA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 141

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cancelamento de Nota Fiscal Paulistana quando o ISS já foi recolhido

AFONSO MACCHIONE NETO, Prefeito do

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DUB-ICMS do Rio de Janeiro

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Restituição do ICMS ST RS

ESTADO DE GOIÁS Prefeitura Municipal de Pirenópolis DECRETO N Gabinete DE 31 DE 01 DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SMFA Nº 01/2010

CARTILHA PARA CONDOMINIOS DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS DOS CONDOMÍNIOS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO Nº. 024, de 11 de Maio de 2010.

ALTERAÇÕES: Decreto nº /04, Decreto nº /04 RESPONSABILIDADE

I quando o prestador de serviços estabelecido no Município do Rio de Janeiro executar serviço;

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO NEGRO

LEI COMPLEMENTAR Nº 113 1

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: BAMBUÍ - MG CNPJ: /

D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011

DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - Hipóteses de Incidência, Cálculo e Formas de Recolhimento. Matéria elaborada com base na Legislação vigente em:

DECRETO Nº 134/2013 DE 22 DE ABRIL DE

RECIBO DE PAGAMENTO A AUTÔNOMO

LEI COMPLEMENTAR Nº 013, DE 21 DE MAIO DE 2002.

CONVÊNIO ICMS 113/96 CONVÊNIO

LEI Nº 124/95. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

DECRETO Nº 092, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2009.

RIO GRANDE DO NORTE LEI COMPLEMENTAR Nº 526, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

DECRETO Nº 1286/2015 Art. 1º Art. 2º

LEI Nº DE 25 DE JUNHO DE 2014

Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de Transportador Autônomo

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 0020, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005

CAPÍTULO I DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

CARTILHA PARA OS CONDOMÍNIOS

Anexo 4.0 Substituição Tributária. Anexo 4.4. (Revigorado pelo Decreto nº de 26 de fevereiro de 2010).

PARCELAMENTO ORDINÁRIO PORTO ALEGRE

DECRETO Nº DE 11 DE JULHO DE O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e

Autores: Deputado SAMUEL MALAFAIA, Deputado LUIZ PAULO A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

DECRETO Nº 160/12, DE 15 DE AGOSTO DE 2012

Orientações ao Contribuinte

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 3.262/07 DE 13/12/07

*Decreto /2012: DECRETO Nº , DE 16 DE JULHO DE DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012.

Eletrônica Município do Rio de Janeiro NFS-e - Nota Carioca.

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO.

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Incidência de ISS ou ICMS nas Operações de Transportes- SP

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto

DECRETO Nº. 531 DE 01 DE JULHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/DIR/2013

DECRETO Nº. 1336/11, DE 01 DE SETEMBRO DE 2011

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO INTERMUNICIPAL OU INTERESTADUAL DE CARGAS - Crédito do ICMS

Informe. Legislativo MUNICIPAL

Lei nº Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências.

O Gerente de Tributos Mobiliários da Secretaria Municipal Adjunta de Arrecadações, no uso de suas atribuições legais e regulamentares,

TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Martelene Carvalhaes

COMISSÃO MISTA PARA DISCUSSÃO DA LEGISLAÇÃO DA MICRO EMPRESA E EMPRESA DE PEQUUENO PORTE

LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015.

DIFERIMENTO DO ICMS - Recolhimento do Imposto pelo Contribuinte Substituto

SINDCONT-SP SINDCONT-SP

LEI N.º DE 15 DE DEZEMBRO DE 2015

PROJETO DE LEI N 017/2014, de 11 de Abril de 2014.

Estado do Rio Grande do Sul Município de Venâncio Aires

14 - Como para gerar o boleto para pagamento do período das notas lançadas? 16 - Se no mês, o meu cliente não tiver movimento, o que devo fazer?

MINUTA LEI ANISTIA / LEI Nº

Prefeitura Municipal de São José dos Campos - Estado de São Paulo - LEI COMPLEMENTAR N 490/13 DE 11 DE ABRIL DE 2013

Cota única e 1ª parcela ª parcela ª parcela ª parcela ª parcela ª parcela

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOTUVERÁ

Transcrição:

LEI COMPLEMENTAR Nº 251, De 26 de dezembro de 2005 ESTABELECE CRITÉRIOS PARA CÁLCULO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA - ISQN - NA CONSTRUÇÃO CIVIL. Faço saber a todos os habitantes do Município de Lages, que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono a seguinte, LEI: Art. 1º - A prestação de serviço, a crédito ou não, sob qualquer modalidade, na Construção e/ou Reforma e Demolição de obras civis, hidráulicas e outras semelhantes, previstas no item 7 da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar nº 197, de 10 de setembro de 2003, corresponde, para efeitos de cálculo do ISQN incidente, a 50% (cinqüenta por cento) do valor do CUB-SC (Custo Unitário Básico de Santa Catarina), calculado Pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil. Art. 1º - A prestação de serviço, a crédito ou não, sob qualquer modalidade, na construção e ou reforma e demolição de obras civis, hidráulicas e outras semelhantes, previstas no item 7 da Lista de Serviços anexa à Lei Complementar nº 197, de 10 de setembro de 2003, corresponde, para efeitos de cálculo do ISQN incidente a 35% (trinta e cinco por cento) do valor do CUB- SC (Custo Unitário Básico de Santa Catarina), calculado Pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil. (Redação dada pela Lei Complementar nº 433/2013) Parágrafo Único - Para efeito de cálculo do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN na construção civil, considerar-se-á o valor do CUB vigente na data da concessão do respectivo Alvará de Licença. Art. 2º - O valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN, será apurado mediante aplicação da seguinte fórmula: ISQN = CUB X R X BC A x S, Onde: ISQN - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza, CUB - custo unitário básico do m² de edificação, R - Fator de redução do CUB BC - Base de Cálculo = 50%. A - Alíquota do ISQN incidente S - Área da obra Art. 2º O valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN, será apurado mediante a aplicação da seguinte fórmula: ISQN = CUB X R X BC A x S, Onde: ISQN - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza,

CUB - custo unitário básico do m² de edificação, R - Fator de redução do CUB BC - Base de Cálculo = 35%. A - Alíquota do ISQN incidente S - Área da obra (Redação dada pela Lei Complementar nº 433/2013) Art. 3º - Na aplicação da fórmula do artigo anterior, são definidos os seguinte fatores de redução do CUB, em função do padrão de cada obra : TABELA DE CÁLCULO DO ISQN PARA CONSTRUÇÃO OU REFORMA NA APROVAÇÃO DO PROJETO TIPO CARACTERIZAÇÃO DA OBRA PADRÃO FATOR DE REDUÇÃO DO CUB ================ ========================== ====== ======== Casa Madeira 0,36 Mista 0,45 Alvenaria Baixo 0,60 Médio 0,80 Alto 1,02 Edifício De 02 a 04 Pavimentos 0,75 De 04 a 08 Pavimentos 0,70 Acima 09 Pavimentos 0,65 Barracão Indus- Madeira 0,20 trial -------------------------- ------ -------- E Mista 0,25 Comercial -------------------------- ------ -------- Alvenaria 0,30 Telheiro 0,10 Equipamento Co- munitário Assis- tencial 0,35 1º - Equipamentos Comunitários ou Assistenciais compreendem obras de caráter social, filantrópico e religioso. 2º - Para definição do padrão para casa de alvenaria são definidos os seguintes limites de área edificada: a) padrão baixo - até 99,99m² (noventa e nove metros e noventa e nove decímetros quadrados); b) padrão médio - de 100,00m² (cem metros quadrados) até 249,99m² (duzentos e quarenta e nove metros e noventa e nove decímetros quadrados). c) padrão alto - acima de 250,00m² (duzentos e cinqüenta metros quadrados). Art. 4º - O ISQN referente à construção civil, para obras de até 100 m2 (cem metros quadrados, será recolhido no ato da concessão do Alvará de Licença de Construção e/ou Reforma ou Demolição de obras civis, hidráulicas e outras semelhantes.

Art. 5º - Para obras superiores a 100 m² (cem metros quadrados), o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN poderá ser recolhido em até 24 (vinte e quatro) vezes, desde que o valor da entrada e de cada parcela não seja inferior a 50% (cinqüenta por cento) da UFML. Art. 6º - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN, na construção civil e/ou reforma ou demolição de obras civis, hidráulicas e outras semelhantes, será recolhido, por substituição tributária, pelo proprietário da obra, que reterá o imposto efetuará o recolhimento no décimo dia útil do mês seguinte a que se deu o fato gerador do imposto. Art. 6º - O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN, na construção civil e/ou reforma ou demolição de obras civis, hidráulicas e outras semelhantes, será recolhido por substituição tributária pelo proprietário da obra, devendo o mesmo ao realizar o pagamento ao(s) prestador(es) de serviços, ressarcir-se do valor do imposto recolhido na condição de substituto tributário. (Redação dada pela Lei Complementar nº 286/2007) 1º - Da Guia de Recolhimento, em nome do prestador do serviço, constará, também, o nome do proprietário da obra, substituto tributário. 2º - Fica desobrigado de retenção o serviço prestado por pessoa física, desde que comprove a inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes e forneça ao proprietário da obra Nota Fiscal Avulsa de Serviços. 3º - Na Nota Fiscal de Serviços e/ou Nota Fiscal Mista, deverá constar em seu histórico, além das anotações regulares, o número do processo de aprovação do Alvará de Construção, da SEPLAN. Art. 7º - Não poderá ser concedido o Habite-se, sem que o proprietário tenha quitado integralmente o valor do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN, na construção civil, no caso de pagamento em parcelas. Art. 8º - As empresas ou autônomos são solidariamente responsáveis pelo pagamento do imposto relativo aos serviços a eles prestados por terceiros, se não exigirem do prestador dos serviços a comprovação da respectiva inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes - CMC da Prefeitura do Município de Lages, a emissão do documento fiscal correspondente, bem como, a quitação dos tributos incidentes. 1º - Também são solidariamente responsáveis com o sujeito passivo da obrigação tributária, as pessoas que tem interesse comum na situação que constitui o fato gerador, cabendo-lhes a exigência de comprovação de inscrição

no Cadastro Municipal de Contribuintes -CMC do Município de Lages, a emissão do documento fiscal correspondente, bem como, a quitação dos tributos incidentes. 2º - O proprietário de obras de construção civil, de serviços auxiliares e complementares, que efetuar pagamento a profissional autônomo sem os requisitos legais da inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes- CMC, deve reter o montante do tributo devido sobre o total da operação, recolhendoo nos prazos estabelecidos na legislação municipal. 3º - O recolhimento do tributo, previsto no parágrafo anterior, será efetuado em nome do prestador dos serviços, indicando-se no corpo ou no verso da guia de recolhimento, o nome e o endereço do responsável pela retenção. Art. 9º - A obra somente poderá ser iniciada com o Alvará de Licença da Construção e/ou Reforma ou Demolição. Parágrafo único - Os proprietários, construtores ou prestadores de serviços que não cumprirem o disposto neste artigo, ficarão sujeitos ao embargo e multas, de conformidade com a legislação em vigor. Art. 10 - É obrigatória a inscrição, na repartição competente, dos prestadores de serviços de construção civil, mediante preenchimento de ficha especial, conforme modelo fornecido pela municipalidade. Art. 10 - Será feito o lançamento de "ex-officio" do contribuinte que iniciar ou exercer atividades sem a respectiva inscrição no Cadastro Municipal de Contribuintes - CMC da Secretaria de Finanças. (Redação dada pela Lei Complementar nº 286/2007) Art. 11 - Os casos omissos serão dirimidos em decorrência dos respectivos pareceres dos órgãos competentes do Município, firmada jurisprudência administrativa pelo Chefe do Poder Executivo. Parágrafo Único - As obras que pelo tipo ou forma de execução não estejam previstas na tabela do artigo 3º e as tomadas por órgãos públicos ou assemelhados serão, a critério da Diretoria de Fiscalização, tributadas na forma estabelecida pela Lei Complementar nº 197 de 10.09.2003, em substituição ao sistema definido nesta Lei. (Redação acrescida pela Lei Complementar nº 433/2013) Art. 12 - Estão isentas de pagamento do ISQN as "Habitações Populares", com projetos padrão adotados pela municipalidade, na forma que a legislação municipal determinar.

Art. 13 - As reformas com alteração do projeto, caso em que deve ser solicitado o Alvará de Licença de Construção ou Reforma, recolhendo-se o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISQN de acordo com os dispositivos desta Lei. Art. 14 - Fica atribuída à Gerência de Fiscalização, por força da presente Lei, a obrigação de verificar o cumprimento das obrigações acessórias e do recolhimento do imposto devido, antes da expedição do competente Habite-se. Art. 15 - Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. Art. 16 - Fica revogada a Lei Complementar nº 115, de 30 de junho de 1999 e os artigos 9º, 10 e 11 de Lei complementar nº 197 de 10.09.2003. Lages, 26 de dezembro de 2005. JOÃO RAIMUNDO COLOMBO Prefeito