RTÉROS DE DMENSONAMENTO DE RUTOS 1) RTÉRO DE APADADE DE ONDUÇÃO DE ORRENTE A corrente de dimensionamento será obtida a partir da seguinte equação: dim t n F F a Onde: orrente de dimensionamento; dim F Fator de correção de temperatura; t F Fator de correção de agrupamento; a orrente do Nominal. n O ator de correção por agrupamento (FA) é variável e depende do número de circuitos em um mesmo trajeto entre a origem e destino. Para determinar Ft ver tabela 40 da ABNT NBR 5410 e para determinar F a ver tabela 42 da mesma norma.
ndicar a reerência, conorme item 6.2.5.1.2 da ABNT NBR 5410. Desta orma, pelo critério da capacidade de condução de corrente, ver tabela 36 da ABNT NBR 5410, para veriicar qual a melor opção da seção nominal do condutor de cobre, equivalente à capacidade de condução de corrente desejada, isolação em PV. Ver tabela 37 da ABNT NBR 5410, para o condutor de isolação em EPR ou XLPE.
Para ver seção do condutor de proteção, ver Tabela 58 da ABNT NBR 5410, que estabelece a seção mínima dos condutores de proteção em unção da seção dos condutores ase.
2) RTÉRO DE DMENSONAMENTO PELA QUEDA DE TENSÃO A queda de tensão máxima será determinada pelas seguintes equações para sistemas monoásicos: V E para sistemas triásicos: L R cos X sen, 10 N P V FN V 3 L 10 N R cos X sen, P V FF Em que: orrente nominal do circuito, em A; L omprimento do circuito (distância entre a onte de alimentação e a carga, em m; R Resistência do condutor, em / km ; X Reatância do condutor, em / km ; Ângulo do ator de potência da carga; N Número de condutores em paralelo por ase; P V Tensão ase-neutro, em V; FN V Tensão entre ases, em V; FF V Queda de tensão do circuito, em V. 3) RTÉRO DE DMENSONAMENTO PELO URTO- RUTO A seção transversal mínima do condutor, dimensionada pelo critério de curtocircuito será determinada pela seguinte equação:
S 0,34 T e cs 234 T log 234 Ti, Em que: S cs Seção mínima do condutor dimensionada pelo ritério de urto- ircuito, em mm²; orrente simétrica de curto-circuito, em ka; cs T Tempo de eliminação do deeito, em s; e T Temperatura máxima de curto-circuito suportada pela isolação do condutor, em º; T i Temperatura máxima admissível pelo condutor em regime normal de operação, em º; Os valores de T e T são estabelecidos por norma, 250º e 90º, i respectivamente, para isolação EPR-XLPE e 160 e 70, respectivamente, para isolação em PV. 4) RTÉRO DE DMENSONAMENTO PELO RTÉRO DE PRESENÇA DE HARMÔNAS ² ², ² = 2 ² + 3 ² +...+ n ² Em que: orrente da carga na reqüência undamental, em Ampères; orrente da carga na reqüência armônica, em Ampères; 2 orrente da carga na segunda reqüência armônica, em Ampères; orrente da carga na n-ésima reqüência armônica, em Ampères; n 5) RTÉRO DE DMENSONAMENTO PELO RTÉRO EONÔMO T = + + E
S 2,66 N c 0,69 1 0,937 Na e G, Em que: T usto total durante a vida útil do cabo; usto inicial da compra do cabo; usto inicial da instalação do cabo; E usto da energia elétrica desperdiçada ao longo do tempo (moeda/kw); S c Seção mínima do condutor dimensionada pelo ritério Econômico, em mm²; c orrente da carga, em Ampères; G usto médio (moeda/mm²xkm); N número de anos de operação do cabo; a N número de oras/ano de uncionamento do cabo. DOUMENTOS DE REFERÊNA 1) FLHO, J. MAMEDE, nstalações Elétricas ndustriais, 8ª ed. Ed. LT. Rio de Janeiro, 2010. 2) ABNT NBR 5410:2004. Atenciosamente, Patrícia Lins de Paula Engeneira Eletricista Eletrônica e Técnica em Eletrotécnica REA/BA 43.620