Copyright Biostrument, S.A.

Documentos relacionados
(Texto relevante para efeitos do EEE)

Quadro - Colheitas seguráveis e períodos de cobertura seguro horizontal

(Texto relevante para efeitos do EEE)

Ministério d DL 382/

CEASAMINAS UNIDADE GRANDE BELO HORIZONTE CALENDÁRIO DA SAZONALIDADE DOS PREÇOS DE HORTIGRANJEIROS E CEREAIS /2015

Gerência de Compra GERÊNCIA DN. Endereço : AVENIDA AYRTON SENNA, JACAREPAGUA Tel. : Fax : FORNECEDOR

SAZONALIDADE DOS PREÇOS DE HORTIGRANJEIROS - CEASAMINAS UNID. GRANDE BH 2013/2017

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO RURAL E PESCAS. N. o de Agosto de 2004 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 5405

Tabela de Alimentos Alcalinos

48 O CONGRESSO BRASILEIRO DE OLERICULTURA DE 27 JULHO A 01 DE AGOSTO DE 2008

PREGÃO. Endereço : AVENIDA AYRTON SENNA, JACAREPAGUA. Simone Fernandes Guimarães GLP/SCEM/CAD

Sugestões antioxidantes:

3122 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o de Maio de 2004

Janeiro: Planta-se: Colhe-se: -Alfaces; -Favas; -Ervilhas; -Rabanetes; -Cenoura; -Repolho; -Brócolo; -Couve-flor; -etc.


Com funciona? Estadual: Box escolhe representante. Nacional: votação pelo site whole30br.com. Sem box

ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI

Comercialização de 12/01/2011 PRODUTOS: MIN + COMUM MAX

ANEXO IV - Produtos. Valor Fixado ( ) Designação. Despacho n.º 8186/2015. Versão Actualizada 2017 * PRODUÇÃO VEGETAL

Norma orientadora n.º 13/ ª Revisão

Capítulo 7. Produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis

Gerência de Compra GERÊNCIA DN FORNECEDOR. MATERIAL/SERVIÇO Item Uso Interno Descrição Unidade Quantidade KG 300 KG

2ºAno Turma B. Maio de Pesquisa elaborada pelos alunos nas aulas de Cidadania, ao longo do 2º período, em colaboração com as suas famílias.

ANEXO I.2 LISTA GLOBALGAP DE CULTURAS/PRODUTOS

Alterações na legislação de Minor Crops e suas implicações para a cultura do morango: uma visão da Anvisa.

PRESIDENCIA DO CONSELHO DE MINISTROS MINISTERIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL EDAS PESCAS

TABELA DE ph DOS ALIMENTOS

Sugestão de Buffet 1

PREGÃO PRESENCIAL HSPC Nº. 18/0007 PG ANEXO VI TABELA DE VALORES

EXTRA 24 UN. Kg. 0,90 0,95 1,00 ESPECIAL 32 UN. Kg. 0,75 0,80 0,85 Kg. 5,00 6,00 7,00 Kg. 13,00 14,00 15,00 Kg. 2,60 2,80 3,00 Kg.

CARDÁPIO ABRIL. Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira LANCHE DA MANHÃ. Fruta Fruta Fruta Fruta Fruta

SAZONALIDADE DOS PRODUTOS COMERCIALIZADOS NO ETSP

TABELA DE CARBOIDRATOS DOSALIMENTOS

Dieta com baixo teor de fodmaps

Transcrição:

Resíduos De Pesticidas/Frutas E Hortícolas Legislação Consolidada Data de actualização: 08/05/2008 Texto consolidado produzido pelo sistema CONSLEG do serviço das publicações oficiais das comunidades Europeias.

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B DIRECTIVA 96/32/CE DOCONSELHO de 21 de Maio de 1996 que altera o anexo II da Directiva 76/895/CEE relativa à fixação de C1 limites máximos de resíduos de pesticidas nas e sobre as frutas e produtos hortícolas e o anexo II da Directiva 90/642/CEE relativa à fixação de de pesticidas nos e sobre determinados produtos de origem vegetal, incluindo frutas e produtos hortícolas, e que estabelece uma lista de C1 limites máximos (JO L 144 de 18.6.1996, p. 12) Rectificada por: C1 Rectificação, JO L 257 de 10.10.1996, p. 44 (96/32) 1/24

Directiva Do Conselho 96/32/CE DIRECTIVA 96/32/CE DOCONSELHO de 21 de Maio de 1996 que altera o anexo II da Directiva 76/895/CEE relativa à fixação de de pesticidas nas e sobre as frutas e produtos hortícolas e o anexo II da Directiva 90/642/CEE relativa à fixação de de pesticidas nos e sobre determinados produtos de origem vegetal, incluindo frutas e produtos hortícolas, e que estabelece uma lista de C1 limites máximos O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, Tendo em conta a Directiva 76/895/CEE do Conselho, de 23de Novembro de 1976, relativa à fixação de C1 limites máximos de resíduos de pesticidas nas e sobre as frutas e produtos hortícolas ( 1 ), e, nomeadamente, o seu artigo 5. o, Tendo em conta a Directiva 90/642/CEE do Conselho, de 27 de Novembro de 1990, relativa à fixação de C1 limites máximos de resíduos de pesticidas nos e sobre determinados produtos de origem vegetal, incluindo frutas e produtos hortícolas ( 2 ), e, nomeadamente, o seu artigo 1. o, Tendo em conta a proposta da Comissão, Considerando que, para estabelecer C1 limites máximos obrigatórios a respeitar a nível comunitário no que diz respeito aos resíduos de pesticidas, é necessário transferir as disposições da Directiva 76/ /895/CEE para a Directiva 90/642/CEE no que se refere aos pesticidas clormequato, ao diazinão, ao dicofol, ao endossulfão, à fentina e ao propoxur; que algumas dessas disposições devem ser alteradas em função da evolução técnica e científica; Considerando que a Comissão foi encarregue, no âmbito da Directiva 90/642/CEE, de preparar uma lista de resíduos de pesticidas e dos respectivos C1 limites máximos, para aprovação pelo Conselho; Considerando que a Directiva 90/642/CEE prevê o estabelecimento de uma lista de C1 limites máximos para os resíduos de determinados pesticidas, incluindo um limite máximo para os resíduos do herbicida glifosato na soja ( 3 ) e do fungicida fenarimol nas bananas ( 4 ); que é conveniente alterar os na soja e nas bananas, de forma a reflectir as utilizações autorizadas em determinados países terceiros; que os novos limites são aceitáveis, do ponto de vista da ingestão alimentar; que esses limites virão facilitar o comércio internacional; Considerando que a Directiva 90/642/CEE prevê o estabelecimento de C1 limites máximos para os resíduos de iprodiona no ruibarbo e de benomil no ruibarbo e nas curgetes; que existem agora novos dados quanto a estas combinações de resíduos de pesticidas e de produtos; que, após análise desses dados, se afigura adequado alterar os para o ruibarbo e as curgetes; que os novos limites são aceitáveis do ponto de vista da ingestão alimentar; Considerando que, devido às actuais ou anteriores técnicas agrícolas, podem existir resíduos de pesticidas em produtos de origem vegetal, incluindo em frutos e produtos hortícolas; que, para definir, é necessário atender aos dados ( 1 )JOn. o L 340 de 9. 12. 1976, p. 26. Directiva alterada pelo Acto de Adesão da Áustria, da Finlândia e da Suécia em 1994. ( 2 )JOn. o L 350 de 14. 12. 1990, p. 71.Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 95/61/CE (JO n. o L 292 de 7. 12. 1995, p. 27). ( 3 )JOn. o L 211 de 23. 8. 1993, p. 6. ( 4 )JOn. o L 189 de 23. 7. 1994, p. 70. 2/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 3 C1 correspondentes tanto às utilizações autorizadas de pesticidas como a ensaios controlados; Considerando que, para melhor avaliar a ingestão de resíduos de pesticidas por via alimentar, é prudente estabelecer simultaneamente, sempre que possível, de cada pesticida em todos os principais componentes da dieta; que esses teores correspondem às quantidades mínimas de pesticidas utilizadas para obter um controlo adequado de forma a que o teor de resíduos seja o menor possível e toxicologicamente aceitável; Considerando que é conveniente fixar neste momento os C1 limites máximos de certos pesticidas nos produtos de origem vegetal, nomeadamente do dissulfotão, do óxido de fenebutatina, do mecarbame, do forato, da propizamida, dos triazofos e da triforina; que não é possível, todavia, estabelecer de pesticidas para todas as combinações de resíduos de pesticidas e de produtos, devido à insuficiência dos dados disponíveis; Considerando, no entanto, que os dados são insuficientes para, pelos padrões actuais, establecer limites máximos de resíduos de pesticidas para determinadas combinações de resíduos de pesticida/producto; que, nesses casos, parece adequado um período de quatro anos, no máximo, para a produção dos dados necessários; que por conseguinte, devem ser estabelecidos limites máximos com base nesses dados até, o mais tardar, 30 de Abril de 2000; que a impossibilidade de produzir dados satisfatórios implicará, em princípio o estabelecimento de níveis correspondentes ao limite de determinação adequado; que devem ser adoptadas medidas apropriadas para a produção dos dados necessários no prazo de um ano a contar da adopção da presente directiva; Considerando que os fixados na presente directiva deverão ser revistos no âmbito da reavaliação das substâncias activas prevista no programa de trabalho estabelecido no n. o 2 do artigo 8. o da Directiva 91/414/CEE do Conselho, de 15 de Julho de 1991, relativa à colocação dos produtos fitofarmacêuticos no mercado ( 1 ), ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA: Artigo 1. o A Directiva 76/895/CEE é alterada do seguinte modo: 1. São suprimidas as rubricas relativas aos resíduos dos seguintes pesticidas: Clormequato Diazinão Dicofol Endossulfão Fentina Propoxu. 2. São introduzidas as rubricas seguintes: Pesticida Produto C1 limite máximo em resíduos de pesticida Clormequato Feijões (frescos) 0,05 Ervilhas (frescas) 0,05 Endossulfão Groselhas (de cachos vermelhos, negros e brancos) 1 ( 1 )JOn. o L 230 de 19. 8. 1991, p. 1. 3/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 4 Pesticida Produto C1 limite máximo em resíduos de pesticida Groselhas espinhosas 1 Amoras 1 Morangos 1 Propoxur Tomates 3 Pepinos 3 3. As rubricas referidas no ponto 2 serão suprimidas o mais tardar até 30 de Abril de 2000. Artigo 2. o 1. O anexo II da Directiva 90/642/CEE do Conselho, é alterado do seguinte modo: GLIFOSATO À coluna intitulada «Glifosato», é aditado o número «20,0» na linha correspondente ao seguinte produto: no grupo «4. Sementes de oleaginosas», «Soja». FENARIMOL À coluna intitulada «Fenarimol», é aditado o número «0,3» na linha correspondente ao seguinte produto: no grupo «1. vi) Frutos diversos», «Bananas». IPRODIONA À coluna intitulada «Iprodiona», é aditado o número «0,2» na linha correspondente ao seguinte produto: no grupo «2. vii) Legumes de caule», «Ruibarbos». BENOMIL À coluna intitulada «Benomil», é aditado o número «2,0» na linha correspondente ao seguinte produto: no grupo «2. vii) Legumes de Caule», «Ruibarbos». À coluna intitulada «Benomil», é aditado o número «0,3» na linha correspondente ao seguinte produto: no grupo «2. iii) Frutos de hortícolas», «Curgetes». 2. Se até 30 de Abril de 2000 não forem adoptados os C1 limites máximos de resíduos para as combinações pesticida/produto enumeradas no n. o 2 do artigo 1. o, será introduzido o C1 limite máximo de 0,05 (*) para cada combinação pesticida/produto enumerada no n. o 2 do artigo 1. o Artigo 3. o Ao anexo II da Directiva 90/642/CEE são aditados os seguintes resíduos de pesticidas: 1. Frutos frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija Triforina Endossulfão (soma de isómeros alfa e beta e de sulfato de endossulfão, expressa em endossulfão) Fentina (Fentina expressa em catião trifenilestanho) (*) Indicar o limite inferior de determinação analítica. 4/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 5 Triforina Endossulfão (soma de isómeros alfa e beta e de sulfato de endossulfão, expressa em endossulfão) Fentina (Fentina expressa em catião trifenilestanho) i) CITRINOS 0,05 (*) 1 0,05 (*) Toranjas Limões Limas Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) Laranjas Pomelos ii) FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou sem casca) 0,1 (*) 0,05 (*) Amêndoas Castanhas-do-brasil Castanhas de cajú Castanhas Cocos Avelãs Nozes de macadâmia Nozes pecans Pinhões Pistácios Nozes comuns 0,05 (*) iii) POMÓIDEAS 2 1 0,05 (*) Maçãs Pêras Marmelos iv) PRUNÓIDEAS 1 0,05 (*) Damascos Cerejas 2 Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) Ameixas 1 0,05 (*) v) BAGAS E FRUTOS PEQUENOS 0,05 (*) a) Uvas de mesa e para vinho 1 b) Morangos (à excepção dos silvestres) (x) c) Frutos de tutor (à excepção dos 0,05 (*) silvestres) Amoras (x) Amoras pretas Framboesas (Rubus loganobaccus) Framboesas 1 0,05 (*) d) Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres) Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium myrtillus) 5/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 6 Triforina Endossulfão (soma de isómeros alfa e beta e de sulfato de endossulfão, expressa em endossulfão) Fentina (Fentina expressa em catião trifenilestanho) Airelas Groselhas (de cachos vermelhos, 2 (x) negros e brancos) Groselhas espinhosas 2 (x) 0,05 (*) 0,05 (*) e) Bagas e frutos silvestres 0,05 (*) 0,05 (*) vi) FRUTOS DIVERSOS 0,05 (*) 0,05 (*) Abacates Bananas Tâmaras Figos Kiwis 1 Kumquate Lichias Mangas Azeitonas 1 Maracujás Ananases Romãs 0,05 (*) 2. Produtos hortícolas frescos ou não cozidos, congelados ou secos i) RAÍZES E TUBÉRCULOS 0,05 (*) Beterrabas 0,2 Cenouras 0,2 Aipos 0,2 Rábanos Tupinambos Pastinagas Salsa de raíz grossa Rabanetes 0,2 Salsifis Batatas doces Rutabagas 0,2 Nabos 0,2 Inhames 0,05 (*) 0,05 (*) ii) BOLBOS 0,05 (*) Alhos Cebolas 1 Chalotas Cebolinhas 0,05 (*) iii) FRUTOS DE HORTÍCOLAS 0,05 (*) a) Solanáceas 1 Tomates Pimentos Beringelas 6/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 7 Triforina Endossulfão (soma de isómeros alfa e beta e de sulfato de endossulfão, expressa em endossulfão) Fentina (Fentina expressa em catião trifenilestanho) b) Cucurbitáceas de pele comestível 0,5 1 Pepinos Cornichões Curgetes c) Cucurbitáceas de pele não comestível Melões Abóboras Melancias 1 d) Milho doce 0,05 (*) 0,05 (*) iv) BRÁSSICAS 0,05 (*) a) Couves de inflorescências 1 Bróculos Couves-flores b) Couves de cabeça 1 Couves-de-bruxelas Couves-repolho c) Couves de folha 1 Couves-da-china Couves galegas d) Couves-rábano 0,05 (*) v) DE FOLHA E PLANTAS AROMÁ- 0,05 (*) TICAS FRESCAS a) Alfaces e semelhantes 1 Agriões Alfaces-de-cordeiro Alfaces Escarolas 0,05 (*) b) Espinafres e semelhantes 1 Espinafres Acelga 0,05 (*) c) Agriões-de-água 0,05 (*) 0,05 (*) d) Endívia 0,05 (*) 0,05 (*) e) Plantas aromáticas 0,05 (*) Cerefólio Cebolinho Salsa Folhas de aipo 0,05 (*) vi) LEGUMES DE VAGEM (frescos) 1 0,05 (*) Feijões (com casca) Feijões (sem casca) 7/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 8 Ervilhas (com casca) Ervilhas (sem casca) Triforina Endossulfão (soma de isómeros alfa e beta e de sulfato de endossulfão, expressa em endossulfão) Fentina (Fentina expressa em catião trifenilestanho) vii) LEGUMES DE CAULE (frescos) 0,05 (*) Espargos Cardos 1 Aipos 1 Funchos Alcachofras 1 Alhos franceses 1 Ruibarbos 0,05 (*) 0,05 (*) viii) FUNGOS 0,05 (*) 0,05 (*) a) Cogumelos de cultura 1 b) Cogumelos silvestres 0,05 (*) 3. Leguminosas secas 0,05 (*) 0,05 (*) 0,05 (*) Feijões Lentilhas Ervilhas 4. Sementes de oleaginosas 0,05 (*) 0,05 (*) Sementes de linho Amendoins Sementes de papoila Sementes de sésamo Sementes de girassol Sementes de colza Soja Mostarda Sementes de algodão 0,3 0,1 (*) 5. Batatas 0,05 (*) 0,1 Batatas primor e batatas de conservação 6. Chá (chá preto obtido de folhas de Camellia sinensis) 7. Lúpulo (seco), incluindo granulados e pó não concentrado 0,1 (*) 30 (previsto pela Directiva 93/58/CEE) 0,1 (*) 30 (c) 0,5 8/24

1996L0032 Directiva Do PT Conselho 18.06.199696/32/CE 000.001 9 Forato (soma de forato, do seu análogo de oxigénio e dos sulfatos e sulfonas, expressa em forato) Dicofol (soma de isómeros P, P - e O, P -) Clormequato 1. Frutos frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija i) CITRINOS 0,05 (*) 2 0,05 (*) Toranjas Limões Limas Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) Laranjas Pomelos ii) FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou 0,05 (*) 0,05 (*) 0,1 (*) sem casca) Amêndoas Castanhas-do-brasil Castanhas de cajú Castanhas Cocos Avelãs Nozes de macadâmia Nozes pecans Pinhões Pistácios Nozes comuns iii) POMÓIDEAS 0,05 (*) 1 Maçãs Pêras 3 Marmelos 0,05 (*) iv) PRUNÓIDEAS 0,05 (*) 0,05 (*) Damascos Cerejas Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) Ameixas v) BAGAS E FRUTOS PEQUENOS a) Uvas de mesa e para vinho 0,05 (*) 1 1 b) Morangos (à excepção dos silvestres) 2 c) Frutos de tutor (à excepção dos 0,05 (*) 0,02 (*) 0,05 (*) silvestres) Amoras Amoras pretas Framboesas (Rubus loganobaccus) 9/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 10 Forato (soma de forato, do seu análogo de oxigénio e dos sulfatos e sulfonas, expressa em forato) Dicofol (soma de isómeros P, P - e O, P -) Clormequato Framboesas d) Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres) Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium myrtillus) Airelas 0,05 (*) 0,05 (*) Groselhas (de cachos vermelhos, negros e brancos) Groselhas espinhosas 0,02 (*) e) Bagas e frutos silvestres 0,05 (*) 0,02 (*) 0,05 (*) vi) FRUTOS DIVERSOS 0,05 (*) Abacates Bananas 2 Tâmaras Figos Kiwis Kumquate Lichias Mangas Azeitonas 0,1 (*) Maracujás Ananases Romãs 0,02 (*) 0,05 (*) 2. Produtos hortícolas frescos ou não cozidos, congelados ou secos i) RAÍZES E TUBÉRCULOS 0,02 (*) 0,05 (*) Beterrabas Cenouras Aipos Rábanos Tupinambos Pastinagas Salsa de raíz grossa Rabanetes Salsifis Batatas doces Rutabagas Nabos Inhames 0,05 (*) ii) BOLBOS 0,05 (*) 0,05 (*) Alhos Cebolas Chalotas Cebolinhas 0,02 (*) iii) FRUTOS DE HORTÍCOLAS 10/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 11 Forato (soma de forato, do seu análogo de oxigénio e dos sulfatos e sulfonas, expressa em forato) Dicofol (soma de isómeros P, P - e O, P -) Clormequato a) Solanáceas C1 Tomates 0,5 Pimentos Beringelas 0,5 0,02 (*) 0,05 (*) b) Cucurbitáceas de pele comestível 0,5 0,05 (*) Pepinos 0,05 (*) Cornichões Curgetes c) Cucurbitáceas de pele não comestível Melões Abóboras Melancias 0,05 (*) 0,5 0,05 (*) d) Milho doce 0,02 (*) 0,05 (*) iv) BRÁSSICAS 0,02 (*) 0,05 (*) a) Couves de inflorescência Bróculos Couves-flores b) Couves de cabeça Couves-de-bruxelas Couves de repolho c) Couves de folha Couves-da-china Couves galegas d) Couves-rábano 0,05 (*) v) DE FOLHA E PLANTAS AROMÁ- TICAS FRESCAS a) Alfaces e semelhantes Agriões Alfaces-de-cordeiro Alfaces Escarolas b) Espinafres e semelhantes 0,05 (*) Espinafres Acelga c) Agriões-de-água 0,05 (*) d) Endívia 0,05 (*) e) Plantas aromáticas C1 0,02 (*) 0,05 (*) 11/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 12 Forato (soma de forato, do seu análogo de oxigénio e dos sulfatos e sulfonas, expressa em forato) Dicofol (soma de isómeros P, P - e O, P -) Clormequato Cerefólio Cebolinho Salsa Folhas de aipo vi) LEGUMES DE VAGEM (FRESCOS) Feijões (sem casca) 0,5 (x) Feijões (sem casca) 0,5 (x) Ervilhas (com casca) 0,5 (x) Ervilhas (sem casca) 0,5 (x) 0,02 (*) 0,05 (*) vii) LEGUMES DE CAULE (frescos) 0,05 (*) Espargos Cardos Aipos Funchos Alcachofras Alhos franceses Ruibarbos 0,05 (*) 0,02 (*) viii) FUNGOS 0,05 (*) a) Cogumelos de cultura b) Cogumelos silvestres 0,02 (*) 0,05 (*) 3. Leguminosas secas 0,05 (*) Feijões Lentilhas Ervilhas 0,05 (*) 0,02 (*) 4. Sementes de oleaginosas Sementes de linho (c) Amendoins 0,1 Sementes de papoila Sementes de sésamo Sementes de girassol Sementes de colza (c) Soja Mostarda Sementes de algodão 0,1 (c) 0,05 (*) 0,05 (*) 0,1 (*) 5. Batatas 0,02 (*) Batatas primor e batatas de conservação 6. Chá (chá preto obtido de folhas de Camellia sinensis) 7. Lúpulo (seco), incluindo granulados e pó não concentrado 0,1 (*) (d) (previsto pela Diretiva 93/58/CEE) 0,1 (*) 0,1 (*) 50 0,1 (*) 12/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 13 Propizamida Propoxur Dissulfotão (Soma de dissulfotão, sulfóxido de dissulfotão e sulfona de dissulfotão, expressa em dissulfotão) 1. Frutos frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija i) CITRINOS 0,02 (*) 3 0,02 (*) Toranjas Limões Limas Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) Laranjas Pomelos ii) FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) sem casca) Amêndoas Castanhas-do-brasil Castanhas de cajú Castanhas Cocos Avelãs Nozes de macadâmia Nozes pecans Pinhões Pistácios Nozes comuns iii) POMÓIDEAS 0,02 (*) 3 0,02 (*) Maçãs Pêras Marmelos iv) PRUNÓIDEAS 0,02 (*) 3 0,02 (*) Damascos Cerejas Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) Ameixas v) BAGAS E FRUTOS PEQUENOS a) Uvas de mesa e para vinho 0,02 (*) 3 0,02 (*) b) Morangos (à excepção dos silvestres) 3 c) Frutos de tutor (à excepção dos 0,02 (*) 0,02 (*) silvestres) Amoras 3 Amoras pretas Framboesas (Rubus loganobaccus) 13/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 14 Propizamida Propoxur Dissulfotão (Soma de dissulfotão, sulfóxido de dissulfotão e sulfona de dissulfotão, expressa em dissulfotão) Framboesas 3 0,05 (*) d) Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres) Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium myrtillus) Airelas 0,02 (*) Groselhas (de cachos vermelhos, 0,2 negros e brancos) Groselhas espinhosas 0,2 0,02 (*) 0,05 (*) e) Bagas e frutos silvestres 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) vi) FRUTOS DIVERSOS 0,02 (*) Abacates Bananas Tâmaras Figos Kiwis Kumquate Lichias Mangas Azeitonas 3 Maracujás Ananases Romãs 0,05 (*) 0,02 (*) 2. Produtos hortícolas frescos ou não cozidos, congelados ou secos i) RAÍZES E TUBÉRCULOS 0,02 (*) Beterrabas 3 Cenouras Aipos 3 Rábanos Tupinamos Pastinagas Salsa de raíz grossa Rabanetes Salsifis Batatas doces Rutabagas Nabos Inhames 0,05 (*) 0,02 (*) ii) BOLBOS 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) Alhos Cebolas Chalotas Cebolinhas iii) FRUTOS DE HORTÍCOLAS 0,02 (*) 14/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 15 Propizamida Propoxur Dissulfotão (Soma de dissulfotão, sulfóxido de dissulfotão e sulfona de dissulfotão, expressa em dissulfotão) a) Solanáceas 0,02 (*) Tomates Pimentos Beringelas (x) 3 3 3 b) Cucurbitáceas de pele comestível 0,02 (*) Pepinos Cornichões Curgetes c) Cucurbitáceas de pele não comestível Melões Abóboras Melancias (x) 3 3 0,02 (*) d) Milho doce 0,05 (*) 0,02 (*) iv) BRÁSSICAS a) Couves de inflorescência 0,02 (*) Bróculos (incluindo calabreses) Couves-flores 3 0,02 (*) b) Couves de cabeça Couves-de-bruxelas Couves-repolho 0,02 (*) 0,02 (*) c) Couves de folha 0,02 (*) 0,02 (*) Couves-da-china Couves galegas d) Couves-rábano 0,02 (*) v) DE FOLHAS E PLANTAS AROMÁTICAS FRESCAS a) Alface e semelhantes 0,02 (*) Agriões 0,05 (*) Alfaces-de-cordeiro Alfaces Escarolas 3 b) Espinafres e semelhantes 0,02 (*) 3 0,02 (*) Espinafres Acelga c) Agriões-de-água 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) d) Endívia 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) e) Plantas aromáticas 3 Cerefólio Cebolinho Salsa 15/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 16 Propizamida Propoxur Dissulfotão (Soma de dissulfotão, sulfóxido de dissulfotão e sulfona de dissulfotão, expressa em dissulfotão) vi) Folhas de aipo LEGUMES DE VAGEM (frescos) Feijões (com casca) 3 Feijões (sem casca) Ervilhas (com casca) 3 Ervilhas (sem casca) 0,02 (*) 0,02 (*) 0,05 (*) vii) LEGUMES DE CAULE (frescos) Espargos Cardos 3 Aipos 3 Funchos 3 Alcachofras 3 Alhos franceses 1 Ruibarbos 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) viii) FUNGOS 0,02 (*) 0,05 (*) 0,02 (*) a) Cogumelos de cultura b) Cogumelos silvestres 3. Leguminosas secas 0,02 (*) 0,05 (*) Feijões Lentilhas Ervilhas 0,02 (*) 4. Sementes de oleagionosas 0,05 (*) Sementes de linho 0,05 (*) Amendoins Sementes de papoila Sementes de sésamo Sementes de girassol Sementes de colza Soja Mostarda Sementes de algodão 0,05 (*) 0,02 (*) 0,02 (*) 5. Batatas 0,02 (*) 0,05 (*) Batatas primor e batatas de conservação 6. Chá (chá preto obtido de folhas de Camellia sinensis) 7. Lúpulo (seco) incluindo granulados e pó não concentrado 0,05 (*) 0,1 (*) 0,05 (*) 0,1 (*) 16/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 17 C1 óxido de fenubutaestanho Triazofos Diazinão 1. Frutos frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija i) CITRINOS 0,5 Toranjas Limões Limas Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) Laranjas Pomelos ii) FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou 0,05 (*) 0,05 (*) sem casca) Amêndoas Castanhas-do-brasil Castanhas de cajú Castanhas Cocos Avelãs Nozes de macadâmia Nozes pecans Pinhões Pistácios Nozes comuns 0,02 (*) iii) POMÓIDEAS 2 0,5 Maçãs Pêras Marmelos iv) PRUNÓIDEAS 0,5 Damascos Cerejas Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) Ameixas 0,02 (*) v) BAGAS E FRUTOS PEQUENOS a) Uvas de mesa e para vinho 2 0,02 (*) 0,5 b) Morangos (à excepção dos silvestres) 0,5 c) Frutos de tutor (à excepção dos 0,05 (*) 0,02 (*) 0,5 silvestres) Amoras Amoras pretas Framboesas (Rubus loganobaccus) Framboesas d) Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres) 0,05 (*) 0,02 (*) Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium 0,2 myrtillus) 17/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 18 C1 óxido de fenubutaestanho Triazofos Diazinão Airelas Groselhas (de cachos vermelhos, 0,2 negros e brancos) Groselhas espinhosas 0,2 0,02 (*) e) Bagas e frutos silvestres 0,05 (*) 0,02 (*) 0,02 (*) vi) FRUTOS DIVERSOS Abacates Bananas 0,5 Tâmaras Figos Kiwis 0,5 Kumquate Lichias Mangas Azeitonas 0,5 Maracujás Ananases Romãs 0,05 (*) 0,02 (*) 0,02 (*) 2. Produtos hortícolas frescos ou não cozidos, congelados ou secos i) RAÍZES E TUBÉRCULOS 0,05 (*) Beterrabas 0,5 Cenouras 1 0,5 Aipos 0,5 Rábanos 0,5 Tupinambos Pastinagas 1 0,5 Salsa de raíz grossa Rabanetes 0,5 Salsifis Batatas doces Rutabagas 0,5 Nabos 0,5 Inhames 0,02 (*) 0,02 (*) ii) BOLBOS 0,05 (*) 0,5 Alhos Cebolas Chalotas Cebolinhas 0,02 (*) iii) FRUTOS DE HORTÍCOLAS 0,5 a) Solanáceas 0,02 (*) Tomates Pimentos Beringelas b) Cucurbitáceas de pele comestível Pepinos 0,5 Cornichões 18/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 19 C1 óxido de fenubutaestanho Triazofos Diazinão Curgetes c) Cucurbitáceas de pele não comestível Melões Abóboras Melancias d) Milho doce 0,05 (*) 0,02 (*) iv) BRÁSSICAS 0,05 (*) 0,5 a) Couves de inflorescência Bróculos Couves-flores b) Couves de cabeça Couves-de-bruxelas Couves-repolho c) Couves de folha Couves-da-china Couves galegas d) Couves-rábano 0,02 (*) v) DE FOLHA E PLANTAS AROMÁ- 0,05 (*) 0,02 (*) 0,5 TICAS FRESCAS a) Alfaces e semelhantes Agriões Alfaces-de-cordeiro Alfaces Escarolas b) Espinafres e semelhantes Acelga c) Agriões-de-água d) Endívia e) Plantas aromáticas Cerefólio Cebolinho Salsa Folhas de aipo vi) LEGUMES DE VAGEM (frescos) 0,5 Feijões (com casca) Feijões (sem casca) Ervilhas (com casca) Ervilhas (sem casca) 0,05 (*) 0,02 (*) vii) LEGUMES DE CAULE (frescos) 0,05 (*) Espargos 0,5 Cardos Aipos 0,5 19/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 20 C1 óxido de fenubutaestanho Triazofos Diazinão Funchos Alcachofras 0,5 Alhos franceses 0,5 Ruibarbos 0,02 (*) 0,02 (*) viii) FUNGOS 0,05 (*) 0,02 (*) a) Cogumelos de cultura 0,5 b) Cogumelos silvestres 0,02 (*) 3. Leguminosas secas 0,05 (*) 0,02 (*) Feijões Lentilhas Ervilhas 4. Sementes de oleaginosas Sementes de linho Amendoins Sementes de papoila Sementes de sésamo Sementes de girassol Sementes de colza Soja Mostarda Sementes de algodão 0,1 0,05 (*) 0,02 (*) 0,05 (*) 5. Batatas 0,05 (*) Batatas primor e batatas de conservação 6. Chá (chá preto obtido de folhas de Camellia sinensis) 7. Lúpulo (seco), incluindo granulados e pó não concentrado 0,1 (*) 0,05 (*) 0,05 (*) (c) 0,05 (*) Mecarbame 1. Frutos frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija i) CITRINOS 2 Toranjas Limões Limas Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) Laranjas Pomelos ii) FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou 0,05 (*) sem casca) 20/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 21 Mecarbame Amêndoas Castanhas-do-brasil Castanhas de cajú Castanhas Cocos Avelãs Nozes de macadâmia Nozes pecans Pinhões Pistácios Nozes comuns iii) POMÓIDEAS 0,05 (*) Maçãs Pêras Marmelos iv) PRUNÓIDEAS 0,05 (*) Damascos Cerejas Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) Ameixas v) BAGAS E FRUTOS PEQUENOS 0,05 (*) a) Uvas de mesa e para vinho b) Morangos (à excepção dos silvestres) c) Frutos de tutor (à excepção dos silvestres) Amoras Amoras pretas Framboesas (Rubus loganobaccus) Framboesas d) Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres): Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium myrtillus) Airelas Groselhas (de cachos vermelhos, negros e brancos) Groselhas espinhosas e) Bagas e frutos silvestres vi) FRUTOS DIVERSOS 0,05 (*) Abacates Bananas Tâmaras Figos Kiwis Kumquate Lichias 21/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 22 Mecarbame Mangas Azeitonas Maracujás Ananases Romãs 2. Produtos hortícolas frescos ou não cozidos, congelados ou secos i) RAÍZES E TUBÉRCULOS 0,05 (*) Beterrabas Cenouras Aipos Rábanos Tupinambos Pastinagas Salsa de raíz grossa Rabanetes Salsifis Batatas doces Rutabagas Nabos Inhames ii) BOLBOS 0,05 (*) Alhos Cebolas Chalotas Cebolinhas iii) FRUTOS DE HORTÍCOLAS 0,05 (*) a) Solanáceas Tomates Pimentos Beringelas b) Cucurbitáceas de pele comestível Pepinos Cornichões Curgetes c) Cucurbitáceas de pele não comestível Melões Abóboras Melancias d) Milho doce iv) BRÁSSICAS 0,05 (*) a) Couves de inflorescência Bróculos Couves-flores b) Couves de cabeça 22/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 23 Mecarbame Couves-de-bruxelas Couves de repolho c) Couves de folhas Couves-da-china Couves galegas d) Couves-rábano v) DE FOLHA E PLANTAS AROMÁ- 0,05 (*) TICAS FRESCAS a) Alfaces e semelhantes Agriões Alfaces de cordeiro Alfaces Escarolas b) Espinafres e semelhantes Acelga c) Agriões-de-água d) Endívia e) Plantas aromáticas Cerefólio Cebolinho Salsa Folhas de aipo vi) LEGUMES DE VAGEM (frescos) 0,05 (*) Feijões (com casca) Feijões (sem casca) Ervilhas (com casca) Ervilhas (sem casca) vii) LEGUMES DE CAULE (frescos) 0,05 (*) Espargos Cardos Aipos Funchos Alcachofras Alhos franceses Ruibarbos viii) FUNGOS 0,05 (*) a) Cogumelos de cultura b) Cogumelos silvestres 3. Leguminosas secas 0,05 (*) Feijões Lentilhas Ervilhas 4. Sementes de oleaginosas 0,05 (*) Sementes de linho Amendoins 23/24

1996L0032 Directiva PT Do Conselho 18.06.1996 96/32/CE 000.001 24 Mecarbame Sementes de papoila Sementes de sésamo Sementes de girassol Sementes de colza Soja Mostarda Sementes de algodão 5. Batatas 0,05 (*) Batatas primor e batatas de conservação 6. Chá (chá preto obtido de folhas de Camellia sinensis) 7. Lúpulo (seco), incluindo granulados e pó não concentrado 0,05 (*) 0,1 (*) (*) Indicar o limite inferior de determinação analítica. (x) Ver artigo 1. o en. o 2 do artigo 2. o (c) (d): caso não sejam adoptados limites até 30 de Abril de 2000, serão aplicados os seguintes limites: 0,05 (*) 0,02 (*) (c) 0,1 (*) (d) 0,01 (*) Artigo 4. o Os Estados-membros porão em vigor as disposições legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento ao disposto na presente directiva até 30 de Abril de 1997. Sempre que os Estados-membros adoptarem tais disposições, estas deverão incluir uma referência à presente directiva, ou ser acompanhadas dessa referência aquando da sua publicação oficial. As modalidades dessa referência serão adoptadas pelos Estados-membros. Artigo 5. o A presente directiva entra em vigor na data da sua publicação no Jornal Oficial das Comunidades Europeias. Artigo 6. o Os Estados-membros são os destinatários da presente directiva. 24/24