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Transcrição:

Comunicação Empresarial

Níveis de Linguagem Material Teórico Responsável pelo Conteúdo: Profa. Ms. Fátima Furlan Revisão Textual: Profa. Esp. Gislene Teresinha Rocha Delgado de Carvalho

u n i d a d e 1 Níveis de Linguagem Objetivos da Unidade / Orientações Iniciais / Orientações de Estudo / Roteiro de Estudo Bem-vindo(a) à Disciplina Comunicação Empresarial. Para que você aproveite mais este espaço de ensino e de aprendizagem é necessário seguir algumas orientações básicas: 1- Organize um horário para estudar; 2- Acesse o curso com regularidade e frequência; 3- Leia sempre os avisos postados na plataforma e em seus e-mails; 4- Acesse Informações Gerais, Navegue pela unidade de Ambientação para conhecer tudo sobre a nossa disciplina e depois verifique o nosso calendário de 40 horas e os critérios de avaliação; 5- Clique em Material Didático; 6- Selecione Unidade 1; 7- Leia a Unidade 1; 8- Selecione Hora de Exercitar; 9- Participe da Atividade de Aprofundamento (Fórum); 10- Escolha Unidade 1; 11- Digite a sua resposta e depois clique em enviar; 12- Comente as respostas de seus colegas; 13- Selecione Atividade de Sistematização (AS1); 14- Responda e envie. Caso ainda tenha dúvidas, entre em contato com o seu tutor! 5

Unidade: Níveis de Linguagem Cenário da prática Nesta unidade, vamos falar sobre o uso que fazemos da Língua Portuguesa em diferentes contextos. Você irá observar que existem diferentes níveis de linguagem e perceber a importância de reconhecer e respeitar as diferenças em seu uso, para que possamos ter um bom desempenho linguístico e, consequentemente, um bom desempenho na escola e na vida profissional. Assim como escolhemos as nossas roupas para irmos a uma entrevista de emprego, escolhemos também a linguagem mais apropriada, não é mesmo? Leia a entrevista abaixo e analise a linguagem utilizada tanto pela entrevistadora quanto pelo entrevistado: - Bom dia. Sente-se, por favor, preciso fazer algumas perguntas para o senhor a fim de saber se está devidamente qualificado para a nossa empresa. - Ah. Falô, na boa, tá calor hoje né? - Qual o nome do Sr., por favor? - José Carlos, mas o pessoal lá de casa e da rua me chama de Zé, eu acho que fazer amigos é muito bom tanto é que um amigo me falou que vocês estão precisando de gente aqui. - Muito bem Sr. José Carlos, temos uma vaga para o cargo de Assistente Administrativo, mas precisamos que o candidato tenha domínio de algumas habilidades. - Certo! É só perguntar. Vamos ver se eu posso ser útil. - O Sr. Possui algum conhecimento na área de informática? Nos dias de hoje ela é imprescindível para qualquer profissional da área administrativa. - Sim, eu manjo bastante de informática, você sabe, aqueles programas de sempre: Window, Word, Excel, esses baratos todos. - O Sr. costuma acessar a internet? Conhece as principais ferramentas desse instrumento de comunicação? - Oh! Nossa! Eu costumo viajar bastante na internet, conheço muitos sites já até montei um grupo de discussão sobre o lance do Mercosul. - Qual o grau de escolaridade do Sr.? - Bem, eu estudei Administração Geral numa faculdade e agora tô pensando em me especializar em Marketing e Comércio Exterior. -O Sr. fala algum idioma: inglês, espanhol? -Bem, fiz um cursinho de espanhol rápido por causa do barato do Mercosul né. Inglês só no the book is on the table. - O Sr. é casado? Qual sua Idade? - Não, por enquanto tô fora... Só namoro mesmo! Tô com 25 anos. Hoje em dia ta meio duro casar. - Qual a sua experiência profissional? O Sr. já trabalhou numa empresa de grande porte como esta? 6

- Ah! pra falar a verdade eu trabalhei sempre como boy em empresas pequenas, mas o meu último trampo foi numa distribuidora de medicamentos - empresa grande. - E quais eram as atividades do Sr. nessa empresa? - Nossa! Eu fazia um pouco de tudo. Às vezes fazia umas coisas no departamento pessoal, depois fui para o financeiro, passei uns meses também no CPD... rodei bastante por lá. - Muito bem Sr. José Carlos, estou com os dados do Sr. aqui. Assim que tivermos uma posição entramos em contato. Bom dia. - Certo, bom dia, mas o trampo é meu? http://pt.scribd.com/doc/62138558/material-didatico-logistica Muito bem! Agora vá até o fórum da Unidade 1 e escreva a análise que você fez da linguagem utilizada na entrevista. Não se esqueça, além de postar a sua resposta, comente também as respostas dadas pelos seus colegas. Boa reflexão! 7

Unidade: Níveis de Linguagem Introdução O homem vive em comunidade onde compartilha seus conhecimentos e suas experiências que o levam a entender e transformar o mundo. A partir dessa troca, ele constrói uma cultura própria que é transmitida de geração em geração. Mas como será que o homem transmite sua cultura? Sabemos que, para transmiti-la, ele desenvolveu maneiras de comunicar-se com os seus semelhantes, não é mesmo? Você saberia me dizer quais seriam essas maneiras? Se você respondeu gestos, cores, desenhos, música, dança, palavras entre outros, está de parabéns! Para transmitir sua cultura e se comunicar, expressando suas emoções, seus valores, sensações e sentimentos, o homem passou a utilizar a linguagem. A linguagem é todo o conjunto de símbolos que o homem pode utilizar para comunicar-se e só ele possui o privilégio dessa capacidade de comunicação por meio de símbolos. A linguagem divide-se em verbal, não-verbal e mista: Linguagem verbal: é formada por símbolos articulados por meio de palavras orais ou escritas. Linguagem não-verbal: é formada por símbolos que não dependem de palavras, mas sim de imagens e de sons. Linguagem mista: é formada por símbolos articulados por meio de palavras orais ou escritas, imagens e sons. Observe os exemplos a seguir e classifique as linguagens em verbal, não verbal e mista. a- O grito de gol de uma torcida. b- O número estampado na camiseta dos jogadores. c- O som do apito do juiz que autoriza a cobrança de uma falta. d- O nome estampado na camiseta dos jogadores. e- A bandeira do Brasil. f- O semáforo. g- A placa de proibido estacionar. h- Uma piada sem ilustração. i- Manual de instrução com ilustração. j- O som da buzina de um carro. 8

Vamos conferir as respostas! a- Linguagem verbal. Gol é uma palavra, não é mesmo? b- Linguagem não verbal. A representação gráfica do número é um símbolo representado por meio de imagens. c- Linguagem não verbal. O apito do juiz produz um som e não palavras, não é? d- Linguagem verbal. O nome dos jogadores são palavras. e- Linguagem mista. A bandeira do Brasil é formada por formas geométricas, cores e palavras. f- Linguagem não verbal. O semáforo é representado por meio de cores. g- Linguagem não verbal. A placa que contém a letra E cortada ao meio é apenas uma imagem. h- Linguagem verbal. O gênero textual piada, no exemplo proposto, é formado por palavras, pois foi esclarecido que não há ilustrações. i- Linguagem mista. O gênero textual manual de instrução, no exemplo proposto, é formado por palavras e imagens, pois foi esclarecido que há ilustrações. j- Linguagem não verbal. O som da buzina é formado por símbolos que não dependem de palavras. Muito bem, agora que já sabemos diferenciar os três tipos de linguagem, vamos nos deter um pouco mais na linguagem verbal. A linguagem verbal que é desenvolvida por meio de formas específicas do sistema de signos linguísticos (palavra falada ou escrita), organizados em código (regras de funcionamento) nos atos linguísticos, também é conhecida como LÍNGUA, que é utilizada pelo homem na elaboração dos enunciados e dos textos verbais (orais e escritos) para produção dos atos de comunicação. A comunidade linguística portuguesa é formada principalmente por Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe; países que têm o português como língua oficial. Toda essa comunidade, chamada de lusófona, utiliza o mesmo código linguístico: a Língua Portuguesa. Você sabia? Luso: Exprime a noção de lusitano ou relativo a Portugal; Fono: Exprime a noção de som lusófono = luso+fono = Que ou quem fala português. Que tem o português como língua oficial ou dominante 9

Unidade: Níveis de Linguagem Contudo, cada um de nós emprega a língua de forma única, pois ao utilizarmos a linguagem verbal, o fazemos de modo particular e próprio. No emprego da língua, há, em todos os idiomas, diferenças geográficas (falares locais e variações regionais) e socioculturais (nível culto, língua padrão, nível popular) e modalidades discursivas (língua falada, escrita, formal, informal) que conferem peculiaridades e marcas de expressão próprias dos sujeitos usuários. Níveis de linguagem A língua evolui constantemente e, nessa evolução, algumas palavras deixam de existir e de ser utilizadas ou surgem para suprir novos conceitos. Vejamos, a seguir, alguns exemplos de palavras que deixaram de existir ou são pouco usadas. Você conhece algumas delas? Boticário = farmacêutico, dentista Deu TILT = defeito Na crista da onda = Sucesso Decalque = adesivo Flanar = caminhar sem destino Fatiota = Traje, roupa para ocasiões especiais Água de cheiro = perfume Sacou O esquema é este, sacou? (o mesmo que: Entendeu? Tá Ligado?) Supimpa Aquela festa foi supimpa. (bom, legal) Tutu Estou sem nenhum tutu no bolso. (O mesmo que dinheiro.) Link Quer saber mais? Siga o link abaixo! http://cambalacho.com/2009/07/40-girias-antigas-que-cairam-em-desuso.html http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/girias_antigas.php 10

Vejamos, agora, algumas palavras trazidas pela mais recente edição do dicionário Aurélio, em comemoração ao centenário de nascimento do autor (1910 1989): Bandeide (aportuguesamento do inglês Band-aid) marca registrada de curativo; Chocólatra (devorador habitual de chocolates) Data-show aparelho de vídeo para projeção; Ecobag sacola de material biodegradável; Mochileiro quem viaja com pouca bagagem; Pet shop loja de serviços para animais domésticos; Spam [Ingl.] Substantivo masculino. Inform. Mensagem publicitária ou não, recebida via correio eletrônico, sem o consentimento ou solicitação do usuário. Blogar Verbo intransitivo. Manter um blog (em se tratando dos internautas). Tuitar [do inglês twitt(er) + -ar2]- Verbo intransitivo. 1. Postar no twitter comentários, informações, fotos, etc. Geralmente de caráter pessoal ou institucional. 2. Acompanhar os fatos, ideias, informações, etc. registradas por alguém em seu twitter. [conjug.: ajuizar.] Link Quer saber mais? Siga os links abaixo! http://www.escolakids.com/novas-palavras-no-dicionario-aurelio.htm http://www.ciberduvidas.pt/diversidades.php?rid=997 http://revistalingua.uol.com.br/textos/62/artigo248997-1.asp Sabemos que cada um de nós tem uma maneira única de se expressar e de acordo com a situação que se apresenta, procuramos nos comunicar de uma maneira ou de outra. Quando participamos de uma entrevista, por exemplo, utilizamos um vocabulário mais formal e uma determinada entonação de voz. Quando falamos com amigos, geralmente empregamos um vocabulário mais informal, incluindo gírias e expressões que sabemos que eles entendem. A maioria dos estudiosos considera que o uso da língua pode ocorrer em dois níveis: o coloquial ou popular e o culto, determinados pela cultura e formação escolar, pelo grupo social a que pertencem os falantes e pela situação concreta em que a língua é utilizada. O nível culto da linguagem, mais utilizado em ocasiões formais, é também aquele que mais obedece às regras gramaticais. Por outro lado, o nível coloquial ou popular é aquele utilizado em situações mais informais e descontraídas. Podemos dizer que há nesse nível a utilização mais espontânea e criativa da linguagem. 11

Unidade: Níveis de Linguagem Vejamos com mais detalhes as características de cada nível: Nível coloquial ou popular: caracteriza-se por ser uma linguagem mais informal, com algumas abreviações, gírias e com desvios da norma culta. Esse nível também é conhecido como variedade não padrão. Exemplos: Tá combinado? A gente entendeu a matéria. Emprestarei o livro pra você. Nível culto: Tanto em situações de fala quanto de escrita, existe a preocupação com as regras gramaticais e com a escolha de palavras mais apropriadas. As gírias e abreviações não fazem parte desse discurso. Esse nível é conhecido como variedade padrão. Exemplos: Está combinado? Nós entendemos a matéria. Emprestar-lhe-ei o livro. Variações linguísticas Além da existência dos níveis de linguagem, determinados, principalmente, pelos aspectos sociais, existem ainda as variações linguísticas. Uma língua nunca é falada ou escrita de maneira uniforme pelos seus usuários: ela está sujeita a muitas variações. O modo de falar ou escrever uma língua varia de acordo com: a- A época: o português de nossos antepassados é diferente do que falamos hoje; b- A região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras nitidamente distintas. Quando as diferenças da língua de uma região para a outra são muito profundas, origina-se o dialeto. c- O grupo social: a linguagem pode mudar de acordo com o grupo social no qual a pessoa está inserida. d- A situação: assim com escolhemos uma roupa para determinada situação, também escolhemos o nível de linguagem mais apropriado para dado momento. Diante de tantas variantes linguísticas, podemos questionar qual delas é a correta. Na verdade, não existe a mais correta, mas sim, a mais adequada a cada contexto. 12

A tecnologia proporcionou um novo contexto de comunicação, e a linguagem da Internet, também chamada de internetês, ilustra bem a adequação da língua ao novo contexto. Ela surgiu no meio online para acelerar a comunicação entre usuários, e é utilizada principalmente em salas de bate-papos e sites de relacionamento. Podemos dizer que o internetês representa formas alternativas de escrever o português oral e que ele veio para ficar, porém, fique atento, há hora e lugar para usá-lo, combinado? Que tal conhecermos agora alguns exemplos dessa linguagem? Você está pronto? Então, vamos lá: http://www.tecmundo.com.br/twitter/2467-como-esta-o-seu-internetes-conheca-a-linguagem-utilizada-no-mundo-online.htm#ixzz2ctrokmfc Link Caso queira saber mais, siga os links abaixo: http://www.tecmundo.com.br/twitter/2467-como-esta-o-seu-internetes-conheca-alinguagem-utilizada-no-mundo-online.htm#ixzz2ctne8gcu http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/ykgsrorrdwso/ Usar a linguagem formal em uma situação descontraída de comunicação oral ou em situações como o facebook ou emails pessoais é falar ou escrever de modo inadequado. Soa como pretensioso e artificial. Por outro lado, é inadequado em situação formal usar o internetês, gírias, expressões vulgares ou fugir da variedade padrão. 13

Unidade: Níveis de Linguagem A comunicação oral e escrita A língua abrange todas as relações cotidianas do homem e precisa de certos cuidados para que desempenhe o importante papel da comunicação. Nesse sentido é importante notar que entre a língua oral ou falada e a escrita há diferenças bem acentuadas. Escrever uma piada, por exemplo, por mais simples que ela seja, é diferente do ato de contá-la oralmente. Vejamos, a seguir, algumas características da língua falada e escrita: Língua falada: - a mensagem é transmitida de forma imediata; - os interlocutores, ou seja, a pessoa que fala e a que ouve conhecem bem a situação e as circunstâncias que as rodeiam; - a mensagem geralmente é breve; - é permitido o emprego da entonação, pausa, ritmo e gestos, que enfatizam o significado dos vocábulos e das frases; Thinkstock.com - é admitido o emprego de frases mais simples. Língua escrita: - a mensagem não é transmitida de forma imediata; Thinkstock.com - o leitor não conhece de forma direta o contexto de quem escreveu a mensagem; - a mensagem geralmente é mais longa do que na língua falada; - os sinais de pontuação são utilizados na tentativa de reconstruir os elementos prosódicos, isto é, entonação, pausa, ritmo e gestos; - exigem-se frases mais elaboradas. Importa destacar que o uso da língua falada ou escrita deve ser adequado ao ambiente e ao contexto, mas temos que ter em mente que, em nossas produções acadêmicas e profissionais é a variedade padrão que precisa prevalecer. É necessário evitar gírias, regionalismos, repetições desnecessárias, cacoetes, abreviações, clichês e todos os elementos típicos do uso da língua em nível popular ou coloquial. 14

Conteúdo gramatical Para complementar as informações teóricas sobre a importância da atenção e do cuidado com a língua na Variedade-Padrão, e lembrando que são as regras gramaticais que devem ser observadas nessa modalidade, trataremos aqui de uma questão importante que é a ortografia. Em Português, há algumas regras básicas, como você deve saber. Caso você não se recorde, assista à nossa vídeo aula. Lá, iremos retomar alguns conceitos que facilitam muito o aprendizado das principais regras de acentuação que veremos a seguir. Aguardo você, combinado? Regras básicas de acentuação 1) Monossílabos tônicos: são acentuadas as palavras terminadas em: a, e, o seguidas ou não de s: pá, três, vê-lo, pô-lo. 2) proparoxítonas: todas são acentuadas: clássico, pássaro, rótulo. 3) oxítonas: são acentuadas as terminadas em: a, e, o, em, seguidas ou não de s: guaraná, atrás, lavá-lo, jacaré, repôs, dispô-lo, também, parabéns. 4) Paroxítonas: são acentuadas as terminadas em: l, n, r, x, ps, ão, ã, i(s), u(s), um(ns), on(s), e ditongos: fácil, amável, pólen, hífen, revólver, repórter, tórax, bíceps, órgãos, ímã, júri, íris, vírus, álbum, álbuns, próton, elétrons, história, série, úteis. 5) Ditongos abertos: Os ditongos abertos ei e oi das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba) não são acentuados. Exemplos: geleia, ideia, boia. 6) Nas palavras paroxítonas, não se usa o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. Exemplos: feiura 7) Hiatos: acentuados os I e U que formam os hiatos, quando constituem sílabas sozinhas ou seguidas de S, e não seguidos de l, m, n, r, u, z, nh: saúde, balaústre, raízes, faísca. Não são acentuados, portanto: juiz, rainha, Raul, cairmos. Não se acentuam as letras i e u dos hiatos se vierem precedidas de vogal idêntica: xi-i-ta, pa-ra-cu-u-ba Dica Se você quiser se aprofundar no assunto que acabamos de ver, acesse o site abaixo: http://www.mundovestibular.com.br/articles/32/1/acentuacao-grafica/paacutegina1.htm 15

Unidade: Níveis de Linguagem Nós vimos que a língua se modifica no decorrer do tempo, e além do aparecimento e desaparecimento das palavras, elas também sofrem variações ortográficas de acordo com o lugar em que são faladas. No caso da língua Portuguesa, falada em vários países conforme comentamos no início desta unidade, houve alguns acordos entre os países lusófonos para que as diferenças fossem minimizadas. As primeiras tentativas de unificação ortográfica aconteceram no início do século XX. No Brasil, já houve duas reformas ortográficas: em 1943 e em 1971. E, atualmente, destacamos o Novo Acordo Ortográfico, vigente desde o ano de 2009 para os países lusófonos. Assim, um brasileiro com mais de 65 anos está vivenciando a terceira grande mudança em relação à ortografia de sua língua. É sobre isso que trataremos a seguir. Novo Acordo Ortográfico Segundo Henriques (2009), a institucionalização da ortografia única permite que a língua portuguesa tenha voz e letra nos organismos internacionais e que o acervo de nossa cultura lusófona possa ser compartilhado por escrito pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa que é formada por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Em razão das diferenças entre as grafias desses países, é grande a dificuldade na difusão da língua. A intenção do acordo é facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre as nações e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa. A língua portuguesa é a sétima mais falada no mundo, ficando atrás apenas dos idiomas chinês, híndi, inglês, espanhol, bengali e árabe. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou no dia 29 de setembro de 2008, na ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio de Janeiro, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que mudou a grafia de cerca de 0,5% das nossas palavras. 16

Vejamos o que mudou com o novo acordo ortográfico 1) O alfabeto passou a ter 26 letras. Foram reintroduzidas as letras K, W e Y. O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z 2) Não se usa mais o trema ( ), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. Exemplos: Antes da mudança: bilíngüe, cinqüenta, lingüiça Depois da mudança: bilíngue, cinquenta, linguiça. 3) Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba). Exemplos: Antes da mudança: geléia, estréia, colméia, bóia, jibóia, idéia Depois da mudança: geleia, estreia, colmeia, boia, jiboia, ideia 4) Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. Exemplos: Antes da mudança: feiúra, cheiínho (de cheio) Depois da mudança: feiura, cheiinho 5) Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s). Exemplos: Antes da mudança: zôo, enjôo, lêem (verbo ler), vêem (verbo ver) Depois da mudança: zoo, enjoo, leem (verbo ler), veem (verbo ver) 6) Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera. Exemplos: Antes da mudança: Ele pára o carro perto do meu todos os dias. Depois da mudança: Ele para o carro perto do meu todos os dias. Atenção Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde viajar, mas hoje ele pode. Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr a revista na estante que foi feita por você. Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos: Ela tem dois empregos. / Elas têm dois empregos. 17

Unidade: Níveis de Linguagem 7) Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir. 8) Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja: a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos: verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem. b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras): verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem. Atenção: no Brasil, a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com a e i tônicos. Algumas regras para o uso do hífen: Emprego do hífen com prefixos - Regra básica Sempre se usa o hífen diante de h: anti-herói, sobre-humano. Já em outros casos: 1. Prefixo terminado em vogal: Sem hífen diante de vogal diferente: autoescola Sem hífen diante de consoante diferente de r e s: anteprojeto, semicírculo. Sem hífen diante de r e s. Dobram-se essas letras: antissocial, ultrassom. Com hífen diante de mesma vogal: micro-ondas. 2. Prefixo terminado em consoante: Com hífen diante de mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário. Sem hífen diante de consoante diferente: intermunicipal, supersônico. Sem hífen diante de vogal: interestadual, superinteressante. Observações 1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r sub- região, sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem essa letra e juntam-se sem hífen: subumano, subumanidade. 18

2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc. 3. O prefixo co aglutina-se, em geral, com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coordenar, cooperar. 4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen: vice-rei. 5. Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, mandachuva, pontapé, paraquedas. 6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen: exaluno, recém-casado, pós-graduação. Considerações finais Esperamos que você tenha assimilado o conteúdo proposto nesta unidade e passe a aplicálo na sua vida profissional e escolar. Afinal de contas, usar uma linguagem apropriada quando estamos trabalhando ou estudando, pode proporcionar uma projeção muito positiva da nossa imagem e do local onde trabalhamos ou estudamos, não é mesmo? Então vamos lá! Não deixe as informações aqui passadas só no papel ou na tela do computador. Leve-as para a vida! Até a próxima, Bons estudos! 19

Unidade: Níveis de Linguagem Material Complementar 1) Para pesquisar e aprofundar seus estudos sobre o Novo Acordo Ortográfico, consulte os sites a seguir: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?typepag=novaortografia http://www.ortografiaoficial.com/nova-ortografia-oficial-2/ http://www.brasil.gov.br/navegue_por/aplicativos/reforma-ortografica/pdfs/nova-ortografia http://www.slideshare.net/personalescritor/nova-ortografia-em-quadrinhos 2) Para tirar dúvidas em relação às mudanças do Novo Acordo Ortográfico, consulte sempre o VOLP- Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras. A palavra final é sempre a dele! http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23 3) Se você quiser saber mais sobre as Regras de Acentuação, acesse o site abaixo: http://www.mundovestibular.com.br/articles/32/1/acentuacao-grafica/paacutegina1.htm 4) Para saber mais sobre níveis de linguagem, consulte os sites a seguir: http://cambalacho.com/2009/07/40-girias-antigas-que-cairam-em-desuso.html http://www.soportugues.com.br/secoes/curiosidades/girias_antigas.php 5) Se o assunto for linguagem da internet, não deixe de seguir os links abaixo: http://www.tecmundo.com.br/twitter/2467-como-esta-o-seu-internetes-conheca-alinguagem-utilizada-no-mundo-online.htm#ixzz2ctne8gcu http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/ykgsrorrdwso/ 20

Referências HENRIQUES, Claudio Cezar. A nova ortografia: O que muda com o acordo ortográfico. Rio de Janeiro: Elsevier,2009 (Adaptado) ANTUNES, Irandé. Muito Além da Gramática. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. PRETI, Dino. Sociolinguística: os níveis de fala. São Paulo: Edusp, 2003. TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. 1.ed. São Paulo: Melhoramentos, 2008. 21

Unidade: Níveis de Linguagem Anotações 22

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