Manual de manuseio e instalação

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Transcrição:

Manual de manuseio e instalação Tubos, conexões e acoplamentos do Sistema K e Sistema Ranhurado

02 www.alvenius.ind.br Montagem - Sistema K ou Sistema Ranhurado Passo a passo para a montagem do acoplamento: 1) As pontas dos tubos devem estar em formato redondo, (sem deformação) e as superfícies de assentamento do anel de vedação deverão estar livres de qualquer entalhe, projeções, marcas ou defeitos prejudiciais, como tinta solta, escamas, sujeiras, lascas, graxa e ferrugem. Para evitar que o anel de vedação seja mordido, aplique uma fina camada de lubrificante Alvenius no exterior e lábios de vedação e/ou interior dos segmentos de acoplamento. 1.1) Puxe totalmente o anel de vedação sobre uma das extremidades do tubo. Atenção: Consulte a página seguinte para orientações quanto ao uso da pasta lubrificante. Instruções de montagem de tubulações de aço carbono ou aço inox com acoplamentos K ou Ranhurado 1) As tubulações em aço carbono, quando enterradas, devem obrigatoriamente ser protegidas com algum revestimento. 2) Evitar enterrar adutoras em aço carbono próximas de linha de transmissão (obedeça o afastamento mínimo em relação ao eixo de 20m) para evitar as possibilidades de corrosão por correntes de fuga. 3) As adutoras aéreas devem ser colocadas sobre apoios, evitando o contato direto com o solo. Neste caso, não é necessário o revestimento externo, desde que se utilize o aço carbono patinável ou aço inox e o ambiente não seja agressivo. 4) Deve-se evitar enterrar tubulações em aço carbono próximas de outras linhas que possuam proteção catódica. Neste caso, recomenda-se deixá-las aéreas ou, caso seja inevitável, enterrá-las com proteção catódica. Nota: A. Despressurize e drene os sistemas de tubulação antes de iniciar a desmontagem, ajuste ou remoção de qualquer componente da tubulação. B. Um aperto desigual dos parafusos e porcas pode fazer com que o anel de vedação seja mordido, resultando em vazamento imediato ou futuro. C. O aperto excessivo das porcas pode causar a falha do parafuso ou da união. Não exceda os valores de torque listados em mais de 25%. 2) Alinhe e aproxime a extremidade do outro tubo. Deslize o anel de vedação até a posição central, dividindo-o sobre as extremidades dos tubos. O anel de vedação sempre deverá ficar situado no centro dos dois anéis de aço ou nas extremidades dos tubos ranhurados e em todo o seu contorno. Em hipótese alguma o anel de vedação deverá apoiar sobre a superfície do tubo. 3) Monte inicialmente a(s) parte(s) inferior(es) do acoplamento sobre o anel de vedação e as extremidades do tubo e, posteriormente, a(s) parte(s) superior(es). Assegurar-se de que a face interna do acoplamento envolva os anéis de aço ou a ranhura de ambos os tubos. 4) Aperte as porcas alternadamente, fazendo com que as superfícies dos segmentos do acoplamento se encostem por igual, e finalize com um torque de até ¼ de volta. Torque excessivo não é necessário. O aperto irregular nos parafusos pode ocasionar uma mordedura no anel de vedação, gerando vazamento.

03 Lubrificante Sabão pastoso resultante da reação de Ácido Graxo Vegetal e Hidróxido de Potássio É obrigatório o uso do lubrificante para que a montagem dos acoplamentos seja realizada de maneira mais prática, ágil e segura.sua utilização evita a mordedura do anel de vedação de borracha, visando à instalação correta do acoplamento e sem vazamentos. NOTA IMPORTANTE: Este lubrificante é recomendado para tubulações metálicas. Não é recomendado para tubos de PEAD (Polietileno de Alta Densidade). A Alvenius recomenda lubrificantes de óleo vegetal ou base de silicone para esta aplicação. Modo de usar Com o auxílio de uma trincha, aplicar uma fina camada de lubrificante: 1) Em toda a parte externa do anel de vedação. Diâmetro Número de anéis de vedação Diâmetro Número de anéis de vedação Diâmetro nominal Polegadas mm Por Pote Diâmetro nominal Polegadas mm Por Pote 2) Nos lábios internos de vedação. 3) Na cavidade interna dos segmentos. 2 20 50 360 500 27 3 24 80 243 600 18 4 26 100 180 650 16 6 28 150 113 700 14 8 30 200 90 750 13 10 32 250 72 800 9 12 36 300 54 900 5 14 40 350 45 1.000 3 16 48 400 41 1.200 1 18 450 32 Obs.: Valores aproximados. Podem variar dependendo do instalador.

04 www.alvenius.ind.br Carregamento / Descarregamento Para um perfeito carregamento e/ou descarregamento dos tubos, é recomendável usar equipamentos adequados e de potência suficiente. Na colocação e retirada dos tubos dos caminhões, faz-se necessário levantar os tubos na horizontal, guiando-os do início ao fim das manobras, evitando balanços e choques. Quanto maior for o diâmetro do tubo, maior deve ser a preocupação no carregamento e descarregamento. Deve-se usar cintas de proteção para envolver corretamente cada tubo no processo de descarregamento, com o auxílio de um balancim, para evitar o escorregamento perigoso do mesmo e a perda de equilíbrio.* Recomenda-se não descarregar os tubos em áreas de circulação de veículos e pessoas. Não arrastar ou rolar os tubos sobre superfícies abrasivas para não danificar os anéis de aço (caso o tubo esteja preparado para atender ao Sistema K). Não soltar os tubos sobre pneus ou areia para evitar amassamento. Transportar os tubos separadamente em camadas com berços de madeira. *Nota: Não usar cabos de aço ou outros materiais rígidos. Armazenagem Tubos A área de estocagem deve ser plana e o solo não pode ser pantanoso, sem estabilidade ou com presença de detritos corrosivos. Não se deve misturar, na mesma pilha, tubos de diâmetros e espessuras diferentes. É necessário usar espaçadores e calços de madeira resistentes e construir pilhas de leitos sobrepostos, cujos anéis de aço (caso aplicado) devem ser alternados. Colocar os tubos do 1º leito a uma altura mínima de 150mm em relação ao solo. Acoplamentos e anéis de borracha Para que sejam mantidas as qualidades, as propriedades e a durabilidade dos acoplamentos, ou seja, segmentos, anéis de borracha, porcas e parafusos, são recomendados os seguintes cuidados na estocagem: armazenar em área abrigada/coberta; evitar a ação de luz solar direta ou de outra fonte rica em raios ultravioleta; evitar estocagem em locais demasiadamente úmidos ou secos; evitar áreas onde as peças sejam passíveis de impacto.

05 Teste hidrostático 1) Tubulação aérea Sugere-se utilizar os métodos da Norma ABNT NBR 9650 - Verificação da estanqueidade no assentamento de adutoras e redes de água. 1.1) Após a montagem das tubulações, abrir todas as ventosas, válvulas e o final da linha. 1.2) Realizar o enchimento da linha de forma lenta e gradual, fechando as ventosas e o final da linha quando começar a sair apenas água. 1.3) Pressurizar a tubulação até alcançar a pressão de teste especificada. 1.4) Deixar nesta pressão e fazer inspeção visual ao longo da adutora, e verificar se está ocorrendo vazamentos nas uniões. 1.5) Caso haja vazamento, efetuar o reparo e testar novamente. 2) Tubulação enterrada 2.1) Após a montagem das tubulações dentro da vala, a cada trecho que compreenda um volume de 10 m³ (um caminhão-pipa) fechar as extremidades e preencher com água. 2.2) Pressurizar a tubulação até alcançar a pressão de teste especificada. 2.3) Deixar nesta pressão e fazer injeção visual ao longo da adutora, e verificar se está ocorrendo vazamentos nas uniões. 2.4) Caso não haja vazamento, esvaziar a tubulação e iniciar o aterro e compactação. 2.5) Caso haja vazamento, efetuar o reparo e testar novamente. Instalação de tubos revestidos enterrados 1) Revestimento com fita de polietileno adesiva 1.1) Preparar a superfície do tubo retirando totalmente oxidações, poeiras, graxas, rebarbas etc., o que pode ser realizado através de um processo manual (escovamento) ou mecanizado (jato). 1.2) Aplicar um primer para a proteção da limpeza e para proporcionar uma melhor adesão entre o tubo e a manta de polietileno. + - 1.3) Aplicar a manta de polietileno. A aplicação deve ser feita na forma helicoidal, pelo processo manual ou mecânico, com uma compressão uniforme, evitando, assim, a formação de bolhas de ar. Deve haver uma sobreposição mínima de 53% para garantir uma dupla camada. 1.4) Para a proteção mecânica ao revestimento, aplicar um filme de polietileno de forma helicoidal com compressão uniforme e com sobreposição de 53%. Nas extremidades e nas emendas, utilizar um anel circular de manta de polietileno. 2) Inserindo o tubo dentro da vala 2.1) Antes da colocação dos tubos dentro da vala, é necessário verificar se o revestimento está em perfeitas condições em toda a área aplicada. 2.2) O içamento do tubo deve ser feito através de cintas de nylon, com o cuidado de não bater nas laterais da vala ou em outros equipamentos, sempre verificando se as cintas não estão afetando a integridade do revestimento. 2.3) Ao chegar ao fundo da vala, descanse o tubo com cuidado. Em seguida, as cintas são retiradas e o local deve ser analisado para verificar se não houve nenhum dano ao revestimento. 3) Vala 3.1) A vala deve estar de acordo com as especificações e com largura suficiente para o trabalho, tendo o fundo plano. 3.2) Para o assentamento dos tubos de aço revestidos, deve-se ter um leito de assentamento em areia com uma espessura mínima de 100mm. 3.3) Após a montagem do acoplamento e a realização do teste hidrostático, deve-se aplicar o revestimento sobre o acoplamento, deixando-o totalmente envelopado e isolado do solo. 3.4) Em seguida, deve-se realizar uma envoltória em todo o tubo e estendê-la até 100mm acima da geratriz superior do mesmo. Após isso, pode-se terminar o reaterro com o material da escavação, sem pedras de grande tamanho. Envoltória Reaterro Tubo com acoplamento Leito de assentamento

06 www.alvenius.ind.br Suportes de tubulações de aço carbono com acoplamentos mecânicos flexíveis Alvenius ou flexíveis no Sistema Ranhurado 1) Definição Por definição, os suportes para tubulações são dispositivos destinados a suportar os pesos e os demais esforços exercidos pelos tubos ou sobre os tubos, transmitindo esses esforços diretamente ao solo, às estruturas vizinhas, a equipamentos, ou 1 ainda, a outros tubos próximos. Os suportes podem ser apoiados, isto é, transmitindo os pesos para baixo, diretamente ao solo ou a outros equipamentos. Estes são os suportes mais simples e práticos. Existem também os pendurados, isto é, transmitindo os pesos para cima, que são utilizados em tubulações dentro de galpões ou prédios, onde são fixados nas lajes ou em estruturas existentes. É de responsabilidade do instalador e/ou projetista a definição do tipo de suportação que deverá ser utilizada de acordo com sua aplicação/norma. 1 TELLES, Pedro C. Silva. Tubulações Industriais: Materiais, Projeto, Montagem. 10ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2) Localização A localização dos suportes é estabelecida em função do vão máximo admissível para os tubos. Essa localização pode sofrer pequenas variações para atender situações particulares durante a montagem. Nos sistemas tubulares unidos através de acoplamentos mecânicos flexíveis, deve-se utilizar pelo menos um suporte por tubo. Esse suporte deve estar situado a uma distancia L entre 300 e 600mm da extremidade do tubo, conforme figura abaixo. 3) Tipos de suportes 3.1) Suporte em base de concreto com laterais em vergalhão de aço

07 3.2) Suporte em berço de concreto 3.3) Suporte em berço metálico 3.4) Suporte em viga de madeira 3.5) Suporte em viga de madeira com cunha 3.6) Outros

08 www.alvenius.ind.br Operação e garantia Todos os cuidados tomados anteriormente na carga/descarga, armazenamento e montagem dos tubos devem ser complementados com as seguintes medidas adicionais: 1) Devem ser estabelecidas inspeções periódicas durante o tempo de garantia do material fornecido. 2) Devem ser feitos dois tipos de exames durante essas inspeções: 2.1) Exame visual, verificando: 2.1.2) Possíveis pontos de vazamentos. 2.1.3) Obediência ao recomendado neste manual, principalmente no tocante aos seguintes aspectos. Tubulação totalmente montada sobre apoios. Tubulação livre de contato com vegetação. Tubulação enterrada com proteção (revestimento) apropriada. Tubulação, acoplamentos e peças armazenados conforme capítulo V deste manual. 2.2) Análise da Água: 2.2.1) Físico-química completa. 2.2.2) PH. 2.2.3) Microbiológica. 2.2.4) Índice de Langelier. Caso nestas inspeções verifique-se que as instruções no tocante ao manuseio da adutora não estão sendo seguidos ou que a água apresente potencial de corrosividade, a garantia será imediatamente suspensa. Alvenius Equipamentos Tubulares Ltda. Nome: Cargo: Empresa: Nome: Cargo:

FMI setembro 2016 Escritório Comercia l : Estrada Fernando Nobre, nº 293 Fábric a: Estrada Fernando Nobre, nº 487 Cotia SP Brasil 06705-490 Telefone: 55 (11) 4613-6266 Fax: 55 (11) 4613-6261 Site: www.alvenius.ind.br