TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO ABDOME
PROTOCOLO DE ABDOME TOTAL POSIÇÃO DORSAL: Paciente em decúbito dorsal, entrando primeiro com a cabeça, apoiada sobre o suporte reto, braços elevados acima da cabeça. Indicadores de forma que o laser sagital incida no PMS do abdome e o laser coronal, no centro do estrutura. O laser transversal incidirá junto à linha da processo xifóide. AJUSTE DO PONTO ZERO: Posiciona-se a mesa até que a região das cúpulas diafragmáticas fiquem no plano de corte, zerando (set) o movimento da mesa. Orienta-se o paciente a não movimentar e não respirar durante a aquisição do exame. O ideal é que o paciente prenda a respiração.
INDICAÇÕES (PATOLOGIA) PRINCIPAIS INDICAÇÕES: Tumores; Processos infecciosos; Nódulos; Metástases; Dor abdominal sem especificidade; Processos expansivos; Aumento de volume abdominal; Litíase; Ascite, peritonite, fistulas, apendicite, divertículites entre outras.
INDICAÇÕES (DOENÇAS) ABDOME AGUDO Síndrome dolorosa aguda de intensidade variável, que leva o doente a procurar o serviço de emergência e requer tratamento imediato clínico ou cirúrgico. Não tratado, evolui para piora dos sintomas e progressiva deterioração do estado geral
PROGRAMAÇÃO PARA CORTES DO ABDOME PROGRAMAÇÃO DE SLICES (cortes em fatias): Após o scout, o planejamento do exame tem início com o estudo: ABDOME SUPERIOR E PELVE: Está indicado mesmo quando o paciente não tem definido o quadro da sua doença, também nos check-up e nos rastreamentos de massas inespecífica. A critério do radiologista deverá ser realizado com meio de contraste iodado endovenoso e preparo do paciente com jejum de no mínimo 6 hs. Aquisição helicoidal ou volumétrica. Espessura do corte e incremento: (7,Omm x 7,0mm) S/ CONTRASTE VENOSO C/ CONTRASTE ORAL
PREPARO DO PACIENTE Preparo do meio de contraste: Jejum absoluto cerca de 6 hs antes do exame; Fazer preparo de contraste oral (cerca de 20 ml de contraste iodado diluído em 1 Lt de água ou bário; Serão tomados (ingeridos) 1 copo de preparo a cada 10 minutos durante 1 hora; Último copo de preparo será dado na sala de tomografia (antes de realizar o scout); Fazer scout em inspiração, seguido de apnéia; Evitar que os braços do paciente fiquem sobre o abdome; Conferir histórico do paciente.
DOCUMENTAÇÃO FOV: Paredes laterais do abdome~(420 mm) FILTRO: Partes moles DOCUMENTAÇÃO: Filme de 20 unidades Medir densidade no fígado e no baço. Linha de início do cortes acima da cúpula diafragmática. até o final rins abdomen superior, são referência para a início do estudo abdome superior.
ABD SUPERIOR COM E.V Os contrastes endovenosos melhoram a qualidade da TC abdominal por opacificar os vasos sanguíneo, aumentar a densidade TC dos órgãos vasculares abdominais e melhorar o contraste da imagem entre lesões e estruturas normais. Quando usado de modo apropriado, o contratse endovenosos melhoram a detecção de muitos processos patológicos. A perfusão endovenosa por injeção mecânica controlada, por uma via endovenosa bem estabelecida, proporciona um efeito mais fidedigno do contraste do que a administração manual ou a perfusão gota a gota por gravidade.
ABD SUPERIOR COM E.V Na maioria dos exames de TC abdominais, usamos uma dose de 2ml/Kg, preservando até 150ml de contraste; Acesso venoso calibroso com gelco de 16,18 e ou 20; Pressão de injeção de 3ml/seg. em bolus com bomba de fusão; Realiza-se tempos de varredura arterial, portal e equilíbrios; em alguns casos patológicos fazer fase tardia de 5 minutos após o início da administração do contraste.
ABDOMEM 4 FASES S/ contraste 15seg 35seg 65seg 5.0ml/seg, Total 96ml
FÍGADO EM 5 FASES S/ contraste 25seg 45seg 65seg 150seg 3.5ml/seg 96ml
PROGRAMAÇÃO ABD SUPERIOR Programação dos cortes início na cúpulas diafragmáticas até cristas ilíacas, com espessura de 7mm x 7mm, paciente em inspiração com os braços projetados acima da cabeça.
ANATOMIA ABD SUPERIOR Esterno Veia cava inferior Esôfago Aorta Veia ázigos
ANATOMIA DO ABD SUPRERIOR Segmento VIII Estômago Veia hemiázigos Veia ázigos
ANATOMIA ABD SUPERIOR Segmento VIII Segmento II Segmento VII Diafragma Transição esofagogástrica
ANATOMIA ABD SUPERIOR Segmento III Segmento IV Fissura do ligamento falciforme Ligamento gastro-hepático Segmento I
ANATOMIA ADB SUPERIOR Vesícula biliar Cólon transverso Adrenal direita Crura diafragmática
ANATOMIA ABD SUPERIOR Veia porta Colo pancreático Artéria hepática comum Tronco celíaco Artéria esplênica
ANATOMIA ABD SUPERIOR Corpo pancreático Veia esplênica Baço Adrenal esquerda
ANATOMIA ABD SUPERIOR Segmento V Cabeça pancreática Duodeno Colédoco distal Cauda pancreática Segmento VI
ANATOMIA ABD SUPERIOR Artéria mesentérica superior Rim direito Seio renal
ANATOMIA ABD SUPERIOR Cólon direito Artéria mesentérica superior Veia mesentérica superior Rim esquerdo
ANATOMIA ABD SUPERIOR Musculatura lombar Veia renal esquerda Artéria renal esquerda
ANATOMIA ABD SUPERIOR Vasos mesentéricos Veia mesentérica inferior Veia gonadal esquerda
ANATOMIA ABD SUPERIOR Veia cava inferior Duodeno (porção horizontal) Pelve extra-renal
ANATOMIA ABD SUPERIOR Músculo reto abdominal Ureter direito Aorta abdominal
ANATOMIA ABD SUPERIOR Alça ileal Alça jejunal Gordura mesenterial Músculo psoas
ANATOMIA ABD SUPERIOR Artéria ilíaca direita Cólon esquerdo Veia ilíaca direita
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ABDOME VISCERAS OCAS COLON COLON DELGADO DUODENO DELGADO COLON COLON DELGADO COLON DELGADO DELGADO COLON COLON COLON COLON
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ABDOME OBLÍQUOS ABDOMINAIS RETO ABDOMINAL vci ao 3 2 1 ERETORES DA ESPINHA 1. INTERESPINHAL 2. MULTIFIDUS 3. LONGUÍSSIMO PSOAS QUADRADO LOMBAR
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ABDOME RETROPERITÔNIO : RINS, ADRENAIS, AORTA E VEIA CAVA INFERIOR
SARCOMA RETROPERITONEAL Fase pré-contraste endovenosa
SARCOMA RETROPERITONEAL Fase portal endovenosa
SARCOMA RETROPERITONEAL Fase de equilíbrio endovenosa
SARCOMA RETROPERITONEAL Pré-contraste Fase portal Fase de equilíbrio
INFECÇÃO RETROPERITONEAL DOENÇA INFECÇÃO RETROPERITONEAL POR RUPTURA DE DEVERTÍCULO DE SIGMÓIDE. TC AR (HIPODENSO) PERI- RENAL E ENTRE AS ALÇAS INTESTINAIS.