1
S231 Santa Catarina. Secretaria de Estado da Segurança Pública. Polícia Militar de Santa Catarina. Plano estratégico da Polícia Militar de Santa Catarina / Santa Catarina. Secretaria de Estado da Segurança Pública. Polícia Militar de Santa Catarina. 3. ed. rev. e atual. Florianópolis: PMSC, 2015. 240 p.: il.; 22 cm 1. Segurança pública. 2. Polícia militar. I. Título. II. Secretaria de Estado da Segurança Pública. III. Polícia Militar de Santa Catarina. CDD 363.3 2 3
CONSELHO ESTRATÉGICO CEL PAULO HENRIQUE HEMM Comandante-Geral da PMSC JOÃO RAIMUNDO COLOMBO Governador do Estado EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador do Estado CÉSAR AUGUSTO GRUBBA Secretário de Estado da Segurança Pública PAULO HENRIQUE HEMM Coronel PM Comandante-Geral JOÃO HENRIQUE SILVA Coronel PM Subcomandante Geral JOÃO RICARDO BUSI DA SILVA Coronel PM Chefe do Estado Maior Geral CEL JOÃO HENRIQUE SILVA Subcomandante Geral da PMSC CEL JOÃO RICARDO BUSI DA SILVA Chefe de Estado Maior Geral da PMSC CEL JOÃO BATISTA MARTINS CEL ILON JONI DE SOUZA CEL WALMIR MOREIRA FRANCISCO CEL ROGÉRIO MARTINS CEL TURÍBIO SKONIECZNY CEL EDIVAR ANTÔNIO BEDIN CEL JAMES AMARAL CEL REINALDO BOLDORI CEL ED ONER PAES SÁ CEL BENEVENUTO CHAVES NETO CEL ATAIR DERNER FILHO CEL VÂNIO LUIZ DALMARCO CEL FLAMARIOM SANTOS SCHIEFFELBEIN CEL ZINDER JOSE GUEDES CARDOSO CEL ADENÍCIO JOÃO MARQUES CEL HÉLCIO CARLOS CORRÊA CEL CARLOS EDUARDO ORTHMANN CEL JOSÉ AROLDO SCHLICHTING CEL ÉDSON RUI DA SILVA CASTILHO CEL ALDO ANTÔNIO DOS SANTOS JÚNIOR CEL DIRCEU ANTÔNIO OLDRA CEL LÊNIO ESPÍNDOLA CEL MILTON KERN PINTO CEL ADILSON MICHELLI CEL CLÁUDIO GOMES CEL ROGÉRIO MARQUES CEL SÉRGIO LUÍS SELL 4 5
6 7
NOTA TÉCNICA DA 2ª REVISÃO DO PLANO ESTRATÉGICO Seguindo a premissa de que o plano que orienta as ações da Polícia Militar de Santa Catarina é parte integrante de um processo de planejamento, e por isso, sujeito a atualizações, adaptações e aperfeiçoamentos, foi desenvolvida a sua 2ª revisão, consolidada neste documento e voltada para os próximos dois anos, tendo como denominação PLA- NO ESTRATÉGICO DA POLÍCIA MILITAR DE SANTA CATARINA 2015/2016. Neste novo planejamento da corporação, destacamos os seguintes aspectos: (I) ALTERAÇÃO DA DENOMINAÇÃO DE PLANO DE COMANDO PARA PLANO ESTRATÉGICO Renovamos, neste momento, a convicção de que os objetivos organizacionais são objetivos das pessoas que integram a organização, e no nível estratégico, dos decisores. Assim, a alteração da denominação deste documento se destina a alinhá-lo com a literatura de planejamento estratégico e comunicar sua associação com o Conselho Estratégico da corporação, órgão que tem a responsabilidade de captar as necessidades e anseios dos policiais militares e, principalmente, as demandas apresentadas pela sociedade catarinense, estabelecendo, a partir dessa prospecção, as prioridades, os objetivos e as metas da Polícia Militar; (II) INCLUSÃO DA OSTENSIVIDADE COMO EIXO ESTRUTURANTE DA ATUAÇÃO POLICIAL Considerando a nossa atribuição constitucional, necessário se faz destacar a ostensividade como um dos eixos estruturantes da atuação policial, fundamental para a redução do medo do crime e a ampliação da percepção de segurança da pessoas. Os demais princípios, valores e eixos estruturantes da atuação policial militar permanecem inalterados, e seguem balizando a conduta da organização e seus membros; (III) REDEFINIÇÃO DOS S estabelecidos A limitação de recursos e a exigência de resultados efetivos, motivaram uma reavaliação do número de objetivos estabelecidos neste plano. Esses critérios, aliados a uma análise das prioridades atuais da corporação, fizeram emergir um conjunto de objetivos mais compacto e de natureza estratégica; diferenças devem ser contempladas nas metas relacionadas aos objetivos da área de preocupação Resultados, quer seja para não estabelecer metas ousadas demais a determinadas regiões, quer seja para não propor metas que serão atingidas quase sem esforço a outras. Em qualquer um dos casos, colhemos como resultado a falta de motivação para a melhoria do desempenho. Desta forma, a regionalização das metas ensejará um processo de melhoria mais linear e que alcançará, proporcionalmente, todas as regiões do Estado; (V) REDEFINIÇÃO DAS METAS na área de preocupação Resultados Contemplando a atual realidade do desempenho organizacional, as metas constantes dos indicadores da área de preocupação Resultados foram redefinidos dentro dos seguintes parâmetros: a. Como nível NEUTRO está o desempenho registrado no mês de dezembro de 2014 (somatório de janeiro a dezembro de 2014). Desta forma, a partir de Janeiro de 2015, estarão em nível comprometedor (faixa vermelha), as OPM que tiverem o índice maior do que aquele registrado em dezembro de 2014 no BI; b. Como nível BOM, está consignada a meta para cada RPM. A definição da meta teve como referência a variação de desempenho entre dezembro de 2012 e dezembro de 2014 e obedeceu a seguinte regra: (VI) SIMPLIFICAÇÃO DOS PROJETOS associados aos objetivos do plano estratégico A experiência adquirida com a elaboração de projetos no âmbito da PMSC e a limitação dos resultados proporcionados pelo formato estabelecido, demandaram uma revisão do guia de elaboração de projetos, mantendo a lógica da publicidade das ações que serão desenvolvidas para o alcance de objetivos, principalmente para a geração de um banco de boas práticas, mas simplificando a sua construção e gestão. (IV) REGIONALIZAÇÃO DAS METAS na área de preocupação Resultados Nosso Estado tem especificidades regionais muito marcantes. E essas 8 9
APRESENTAÇÃO A segurança pública é uma das principais preocupações da sociedade catarinense. Essa realidade, leva a sociedade organizada a exigir dos organismos de segurança pública a adoção de medidas destinadas a prevenir e reprimir a violência e a criminalidade. Além das respostas decorrentes dessas demandas sociais, destaca-se que os próprios gestores de Organizações Policiais Militares, diante de análises de situação e dos indicadores criminais, também vêm promovendo uma série de ações buscando obter resultados mais efetivos na promoção da segurança. Assim, em nível estratégico, com repercussão também nos níveis tático e operacional, emerge a necessidade de se agregar novas estratégias, coerentes e adequadas a complexidade do trabalho policial e da segurança pública, além de ampliar a atenção ao policial militar e promover as adequações institucionais que permitam os aprimoramentos desejados e reclamados por todos nós. É nesse contexto que se insere o presente plano estratégico. Um documento que consolida valores e princípios fundamentais à consecução de nossa missão, que enaltece e dissemina boas práticas de preservação da ordem pública, que reconhece e prioriza a melhoria das condições pessoais e de trabalho de nossos policiais militares, e que busca os avanços institucionais necessários a sustentação das mudanças que serão executadas. Para tanto, este plano estratégico está estruturado em duas seções, conforme segue: 1. Princípios, valores e eixos estruturantes da atuação policial militar; e, 2. Prioridades, objetivos e metas da Polícia Militar. 10 11
PRINCÍPIOS, VALORES E EIXOS ESTRUTURANTES DA ATUAÇÃO POLICIAL MILITAR. Os princípios, valores e eixos estruturantes da atuação policial militar, ao mesmo tempo em que servem de sustentação para todas as ações que serão desenvolvidas, perpassam, transversalmente, todas as estratégias de atuação concebidas e o agir de cada policial militar. CONSERVADORES COM TRADIÇÕES CRIATIVOS COM AS AÇÕES CRITERIOSOS COM OS RECURSOS FOCADOS NA MISSÃO...PARA ATUAR PROFUNDAMENTE NAS DIMENSÕES ESTRATÉGICAS DA CORPORAÇÃO INSTRANSIGENTES COM A ILEGALIDADE A Figura 1 sintetiza e organiza as premissas que orientam o trabalho da Polícia Militar de Santa Catarina. NÓS SOMOS A POLÍCIA MILITAR DE SANTA CATARINA PROCESSOS INTERNOS CAPITAL HUMANO E ORGANIZACIONAL FINANÇAS EXISTIMOS PARA PROTEGER E A NOSSA FORMA DE FAZER ISSO SERÁ... GARANTIR QUE O RISCO REAL E A PERCEPÇÃO DE RISCO PARA CRIME, VIOLÊNCIA E DESORDEM SEJAM AQUELES SOCIALMENTE DESEJADOS E ACEITOS PAZ SOCIAL (ORDEM PÚBLICA) LEGÍTIMA..PARA ISSO, BUSCAREMOS SER RECONHECIDOS COMO UMA INSTITUIÇÃO EFETIVA COM SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA CONFIÁVEL NAS CRISES PROMOTORA DOS DIREITOS HUMANOS SOCIEDADE E CIDADÃOS...QUE SUSTENTARÃO A EXCELÊNCIA DA NOSSA DIMENSÃO OPERACIONAL, QUE SERÁ BASEADA NA... OSTENSIVIDADE PROXIMIDADE PROATIVIDADE PRONTA RESPOSTA AÇÃO SOBRE AS CAUSAS PARCERIAS...VALORIZANDO E RESPEITANDO O FATO DE QUE SEMPRE FOMOS E DESEJAMOS CONTINUAR SENDO CADA VEZ MAIS... Figura 1 - Princípios, valores e eixos estruturantes da atuação policial militar. 12 13
A premissa inicial deste plano estratégico denota que a missão constitucional da Polícia Militar a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública estabelece a razão de nossa existência como instituição. Existimos para PROTEGER. Proteger a vida das pessoas; proteger o patrimônio público e privado; proteger as garantias e direitos individuais; proteger o funcionamento independente dos poderes constituídos. Em síntese, existimos para PROTEGER. E a proteção da sociedade catarinense decorrerá de nossa capacidade em garantir que o risco real e a percepção de risco para crime, violência e desordem sejam aqueles socialmente desejados e aceitos. A decomposição da sentença que constitui este princípio revela as nuances que deverão integrar todos os esforços de nossa corporação. Temos consciência de que a Polícia Militar, exclusivamente, não tem a capacidade de ofertar a segurança que todos nós desejamos, bem como temos conhecimento da multiplicidade de fatores intervenientes e causadores da prática delituosa e que influenciam a percepção de risco das pessoas. No entanto, o verbo GARANTIR descortina o nosso forte compromisso com esse resultado e com a busca de parcerias necessárias a construção de um estado de paz social, expressão máxima da ordem pública. Outro aspecto relevante neste princípio diz respeito à inclusão da gestão do risco como uma dimensão inerente ao trabalho policial e que deve ser contemplada, principalmente nas ações de prevenção. Entretanto, quando falamos de risco, não falamos apenas do risco real, tratamos, também, de aspectos relacionados à percepção de risco, do medo do crime e da sensação de insegurança, que por vezes são desproporcionais a realidade criminal vivida pelas pessoas, e têm a capacidade deletéria de alimentar uma espiral local de decadência e isolamento, geradora de oportunidades para que o crime, a violência e a desordem se estabeleçam e se desenvolvam em determinados espaços. Certamente, a dimensão criminal continuará sendo uma das principais preocupações do trabalho policial, todavia, outros tipos de violência, que não são tipificadas como crime ou contravenção, relacionados ao trânsito, a convivência das pessoas em comunidade e a qualidade de vida, por seu impacto na ordem pública, devem ser contemplados na atuação policial. Além disso, a desordem, como um dos fatores geradores de oportunidade para o crime, e responsável, em grande medida, pelo medo do crime, deve ser enfrentada com o mesmo vigor. Por fim, os resultados de todo esse esforço não serão aferidos por indicadores genéricos. Ao estabelecermos que o risco real e a percepção de risco para crime, violência, desordem que devem ser buscados são aqueles socialmente desejados e aceitos, de- 14 monstramos a nossa preocupação em aferir o resultado de nosso trabalho localmente, de acordo com os valores e percepções de cada comunidade. Como consequência deste direcionamento estratégico, objetivamos ser reconhecidos pela sociedade como uma Instituição: (I) LEGÍTIMA A legitimidade se traduz na percepção geral de que possuímos capacidade operacional, estamos focados na proteção da comunidade e não fazemos concessões quanto às questões de legalidade, ética e proteção aos direitos humanos. Assim, a Polícia Militar deve buscar a legitimidade de seus atos fazendo valer os direitos individuais e coletivos da população, combatendo as ilegalidades e arbitrariedades dentro de seu quadro de profissionais em todos os níveis e demonstrando, efetivamente, que é parceira da comunidade. (II) EFETIVA A efetividade na Polícia Militar assume um compromisso com a satisfação das pessoas. A avaliação da qualidade da atividade policial atenderá aos requisitos estabelecidos pelos critérios de avaliação de serviço. Isso impõe a definição de indicadores de desempenho que permitam aferir se o trabalho diuturno dos policiais militares está atingindo os parâmetros de qualidade desejados e apresentando os resultados que dele se espera. (III) COM SERVIÇOS DE EXCELÊNCIA A Polícia Militar buscará parcerias nas comunidades, respeitando-lhes as peculiaridades, crenças e valores, para identificar, priorizar e agir criativamente sobre os problemas locais, envolvendo todos os atores sociais nesta construção. É preciso, portanto, qualificar os mais diversos serviços prestados ao cidadão, adequando-os a realidade de cada comunidade e às suas verdadeiras necessidades. (IV) CONFIÁVEL NAS CRISES Em situações de crise e eventos que ameacem a normalidade das comunidades de forma extraordinária (desastres ambientais, graves perturbações da ordem, dentre outros) a atuação da Polícia Militar deve ser ágil e efetiva, no sentido de proteger as pessoas e preservar a ordem pública. Para isso, a Polícia Militar deve estar preparada para agir, também, em ambientes cujas estruturas de serviço público e privado estejam colapsadas ou na sua iminência. (V) PROMOTORA DOS DIREITOS HUMANOS A atuação da polícia militar, em todos os níveis, será desenvolvida objetivando respeitar, garantir e 15
promover os direitos à vida, à liberdade à integridade física, à igualdade, à propriedade e à dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Internamente, esses cinco atributos que revelam a nossa visão de como desejamos ser reconhecidos pela sociedade estarão lastreados nos seguintes valores institucionais: (I) CONSERVADORES COM AS TRADIÇÕES As tradições militares serão cultivadas e consolidadas pelos exemplos individuais, princípios éticos, valores e virtudes militares, a fim de criar um ambiente de cooperação e sã camaradagem entre todos os círculos hierárquicos e proporcionar o resgate da unidade institucional. (II) CRIATIVOS COM AS AÇÕES A criatividade nas ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública deve ser balizada pelo profundo conhecimento da profissão, da abrangência e complexidade de nossa missão, e voltada para a busca de resultados concretos e permanentes. Novas estratégias, processos, procedimentos e tecnologias devem ser experimentados e avaliados, sempre sob a orientação e supervisão do Comando Geral. As experiências bem sucedidas serão rapidamente institucionalizadas e disseminadas como boas práticas. (III) CRITERIOSOS COM OS RECURSOS A aplicação dos recursos financeiros estará alinhada com os objetivos e metas deste plano estratégico, priorizando os investimentos com impacto positivo sobre as condições de trabalho do policial militar e a redução da criminalidade, violência e sensação de insegurança. Além disso, buscaremos ampliar as nossas fontes de recursos, disseminando a cultura de elaboração de projetos em todos os níveis da corporação. Essa lógica de gestão de nossos recursos financeiros deve orientar a solicitação e o emprego de recursos em todos os escalões, inclusive a gestão dos recursos originados de convênios e fundos municipais. O zelo e o cuidado com a coisa pública também estão inseridos neste valor institucional. (IV) FOCADOS NA MISSÃO Todos os nossos esforços e recursos estarão alinhados com a nossa missão constitucional polícia ostensiva e preservação da ordem pública e nossa razão de existir proteger e contribuir para que sejam desenvolvidas em sua plenitude. 16 17
(V) INTRANSIGENTES COM A ILEGALIDADE Todos os desvios de conduta dos integrantes da Polícia Militar serão apurados e os responsáveis, após ampla defesa e o contraditório, exemplarmente punidos. Tanto os cinco atributos que compõem a nossa VISÃO (ser uma Instituição legítima, efetiva, com serviços de excelência, confiável nas crises e promotora dos direitos humanos) quanto às cinco preocupações que constituem os nossos VALORES institucionais (conservadores com as tradições, criativos com as ações, criteriosos com os recursos, focados na missão e intransigentes com a ilegalidade) permitirão a otimização de nossos PROCESSOS INTERNOS, o fortalecimento e valorização de nosso CAPITAL HUMANO E ORGANIZACIONAL, e a consolidação de fluxos FINANCEIROS sustentáveis e compatíveis com as necessidades atuais e futuras da Corporação, considerando sua visão de futuro. Essas são as perspectivas críticas que darão sustentação à última e principal perspectiva estratégica, consubstanciada na relação de nossa Corporação com a SOCIE- DADE E O CIDADÃO. Neste sentido, o alinhamento dos objetivos em cada uma das dimensões estratégicas ensejará a excelência de nossa DIMENSÃO OPERACIONAL, que estará baseada em seis EIXOS ESTRUTURANTES: OSTENSIVIDADE O plano estratégico evidencia que a Polícia Militar existe para PROTEGER. E a proteção do povo catarinense decorre de nossa capacidade de garantir que o risco real e a percepção de risco para crime, violência e desordem sejam aqueles socialmente desejados e aceitos. Ao analisarmos esta responsabilidade institucional frente às demandas apresentadas atualmente pela comunidade, constatamos que a melhoria da percepção do risco de vitimização deve ser elevada em nosso rol de prioridades. A sociedade catarinense demanda a presença do policial militar. A ostensividade como meio para a geração de segurança deve ser valorizada. Temos que transmitir as pessoas uma sensação de segurança proporcional à realidade de um estado com os menores indicadores criminais do país. 18 19
PROXIMIDADE A Polícia Militar como parte fundamental no processo de segurança, mas não a única, deve, através da descentralização de seus recursos e de uma atuação mais próxima da comunidade, atuar em conformidade com as reais necessidades locais. Na atualidade, as instituições públicas, dentre as quais as policiais, convivem com uma forte descrença da população. Então, dividir os recursos públicos e aplicar de acordo com as necessidades locais, incentiva a participação comunitária. Isso tem importância fundamental para aprimorar a percepção e o grau de confiança que as pessoas têm nos aparelhos policiais. Quando a polícia se aproxima das pessoas para realizar o seu serviço, como também ocorre com todas as demais organizações públicas, permitindo que o povo proponha soluções para os próprios problemas e cobre resultados, aí se estabelece uma relação que permite o exercício de controle do organismo público, muito salutar para a qualidade do serviço a ser prestado. É importante que a polícia trabalhe numa perspectiva desconcentrada para atender às necessidades da comunidade de forma mais próxima e integrada. Neste contexto, dar qualidade ao serviço policial significa torná-lo mais próximo e acessível ao cidadão, respeitando as suas necessidades e aspirações, e considerando as díspares peculiaridades de cada comunidade no planejamento e oferta do serviço policial. A atividade policial, assim, é uma atividade que busca gerar, pela via da proteção, qualidade de vida ao ser humano que vive em sociedade. PROATIVIDADE Um dos grandes desafios da polícia comunitária é a resistência cultural de delegação de autoridade aos policiais que trabalham nas comunidades. Esta investidura de autoridade pretende dar poder ao policial que trabalha nas comunidades como minichefe de polícia, para que construa um estado de segurança ou de ausência de medo, conforme as possibilidades e peculiaridades locais. A intenção é que o policial seja proativo, tomando a iniciativa, ora para prevenir os conflitos pela via da mediação, ora para reagir e reprimir o crime, a violência e a desordem, ora para remover as suas causas, sempre como o foco em promover a melhoria na qualidade de vida das pessoas. 20 O policial não deve apenas esperar as ordens superiores para agir. O que se busca com este eixo estruturante é fazer com que os policiais que estão em permanente contato com o cidadão tenham o nível de autoridade apropriado para tomar decisões de impacto na criminalidade e violência que ocorre na comunidade, ao tempo em que esta decisão se fizer necessária. AÇÃO SOBRE AS CAUSAS A compreensão de um papel mais amplo da polícia e a necessidade de uma atuação em parceria com a sociedade reclama uma atuação policial que contemple, entre as suas atividades, identificar os problemas repetitivos de segurança, analisar suas causas, desenvolver respostas direcionadas a resolução do problema por meio da intervenção sobre essas causas e avaliar os resultados alcançados. A relevância da atuação direcionada ao problema decorre do foco na intervenção nas causas dos problemas de segurança repetitivos e não apenas a reação aos problemas em si ou as suas consequências. Diante da complexidade da temática segurança pública e de sua característica multicausal este eixo estruturante transparece como capaz de fornecer um portfólio maior de intervenções adequadas à natureza de cada problema, de acordo com suas características e especificidades. Esta assertiva decorre da análise de que um problema de segurança pública, como destacado anteriormente, não encontra sua origem em uma única causa. Assim, é a análise apurada de cada problema de segurança pública, em cada contexto e suas especificidades, que permitirá identificar suas causas, a partir das quais será possível desencadear a mobilização das instâncias formais (Polícias, Ministério Público, Poder Judiciário e Administração Prisional, etc.) e informais (Família, Igreja, Escolas, Mídia, Organizações Não Governamentais, Secretaria da Educação, Secretaria da Saúde, Prefeituras, etc.) que têm responsabilidade de atuação concorrente sobre cada causa específica. Sem que cada um assuma o seu papel e a sua responsabilidade, a polícia, sozinha, continuará enfrentando a violência e a criminalidade com os mesmos resultados hoje questionados. Assim, este novo direcionamento permitirá a identificação clara e objetiva das raízes dos problemas de segurança pública e a construção de um plano de ação que congregue aqueles que têm corresponsabilidade sobre cada causa específica dentro do todo da organização social. Esta relevância se amplifica pela constatação de que a polícia, em regra, tem atuação sobre o problema em si ou sobre suas consequências, com 21
impacto, quase sempre, de curto prazo, enquanto a atuação sobre as causas, pelas instâncias formais e informais que por elas tenham corresponsabilidade, propicia resultados mais duradouros, com alcance de médio e longo prazo. Em síntese, a atuação conjugada da polícia com as instâncias formais e informais que tenham responsabilidade sobre o problema, ou suas causas, ensejará resultados complementares com impacto de curto, médio e longo prazos e, assim, muito mais efetivos. É no âmbito deste eixo estruturante, e como condição essencial para o seu desenvolvimento, que se destaca o papel da inteligência de segurança pública. A inteligência de segurança pública deve ser intensificada e aprimorada com o aprofundamento da integração das bases de dados de interesse policial e da agregação de novas tecnologias de análise criminal e de produção de conhecimento que permitam prognósticos sobre cenários de riscos. PRONTA RESPOSTA Não há dúvidas de que os esforços para preservar a ordem pública devem ser direcionados, prioritariamente, para a busca da manutenção incessante de um estado de paz social, por meio de ações policiais, sociais e situacionais de prevenção. No entanto, a partir do momento em que ocorra a quebra da ordem pública, a Polícia Militar deve ser capaz de responder aos incidentes de crime e violência com agilidade, energia e efetividade, no sentido de restabelecer as condições normais de convivência em sociedade e disseminar o sentimento de que as atitudes antissociais serão contidas e, quando necessário, reprimidas com rigor e celeridade. Com policiais militares treinados e equipados para atuar nesta dimensão extremamente relevante do trabalho policial, a nossa capacidade operacional para reprimir os eventos criminais, de forma pontual e objetiva, será ampliada e qualificada. PARCERIAS A Constituição Federal de 1988 assevera que a segurança pública é dever do Estado, entretanto, direito e responsabilidade de todos. Assim, o estabelecimento de parcerias emerge como fundamental para dar consequência aos demais eixos estruturantes. Buscaremos parcerias com a comunidade, as autoridades cívicas eleitas, a comunidade de negócios, outras instituições, 22 23
com destaque para a Polícia Civil, o Ministério Público e Poder Judiciário, e com a mídia. Ademais, as parcerias terão como fórum prioritário para a construção da segurança pública os Conselhos Comunitários de Segurança CONSEGs. Certamente, a vida em sociedade não pode prescindir da interferência de instituições que garantam o cumprimento do código de convivência social. Essas instituições podem, entretanto, agir com intransigência, desconsiderando os princípios da democracia e do livre exercício da cidadania, ou podem trabalhar orientadas por uma perspectiva construtivista, em que a lei é um referencial de ordem social e o respeito à cultura local e à legitimidade das ações de controle social são imprescindíveis para a consolidação de um Estado Democrático de Direito. Assim, a Polícia Militar de Santa Catarina balizará sua atuação nos princípios, valores e eixos estruturantes estabelecidos neste plano estratégico. Como todos os grandes movimentos de melhoria, as mudanças propostas serão incrementais, agregando ao modelo existente, de forma planejada e estruturada, as inovações necessárias para uma prática policial mais efetiva, cujas prioridades, objetivos e metas serão a seguir detalhadas. 24 25
PRIORIDADES, S E METAS DA POLÍCIA MILITAR 26 27
Nossa corporação, em face da abrangência e da complexidade de suas atribuições, e dos inúmeros problemas que enfrentamos, seja na atividade operacional, seja na atividade de suporte, demandaria uma atenção a um número tão grande e diverso de preocupações, que a mera tentativa de abordá-los a todos, ao mesmo tempo, levaria a resultados, certamente, insatisfatórios, em decorrência da falta de concentração de esforços e recursos que são extremamente limitados. Assim, neste primeiro momento optamos por priorizar algumas dimensões que consideramos críticas para alavancar o desempenho da Polícia Militar e de seus integrantes. Entretanto, é oportuno destacar que sendo este plano estratégico parte componente de um processo de planejamento, a partir do momento em que algumas prioridades estiverem no âmbito da gestão da rotina, outras serão agregadas e contempladas segundo um movimento constante de atualização, adaptação e aperfeiçoamento. Nesta seção, as prioridades, os objetivos e as metas foram organizados obedecendo à lógica da qualidade na prestação de serviços e o direcionamento estratégico que coloca AS PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR. Assim, as nossas prioridades, objetivos e metas estão direcionados a atender a SO- CIEDADE E OS CIDADÃOS, por meio dos serviços prestados por nossa corporação e dos resultados alcançados, e aos POLICIAIS MILITARES, no sentido de lhes garantir as condições pessoais de trabalho e o suporte organizacional necessário para prestar um serviço de qualidade. A Figura 2 revela as grandes áreas de preocupação do plano estratégico, associadas a 48 objetivos. RESULTADOS SOCIEDADE E CIDADÃOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AS PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR CONDIÇÕES PESSOAIS DE TRABALHO POLICIAIS MILITARES Figura 2 Grandes áreas de preocupação do Plano de Comando. SUPORTE ORGANIZACIONAL 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1. RESULTADOS 1.1.1. REDUÇÃO DO CRIME 1.1.1.1. Letalidade violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com a Polícia Militar e Polícia Civil) 1.1.1.2. Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídio e de latrocínio. 1.1.1.3. Lesão corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. 1.1.1.6. Perturbação do trabalho e sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. 1.1.2. REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO EM RODOVIAS ESTADUAIS 1.1.2.1. Redução dos acidentes de trânsito em rodovias estaduais Reduzir os acidentes de trânsito em rodovias estaduais. 1.1.2.2. Redução das mortes em acidentes de trânsito nas rodovias estaduais Reduzir as mortes decorrentes de acidente de trânsito em rodovias estaduais. 1.2. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 1.2.1. AÇÕES DE PREVENÇÃO 1.2.1.1. PROERD Ampliar o número de alunos matriculados no 5º ano das redes pública (federal, estadual e municipal) e particular atendidos pelo PROERD. 1.2.1.2. Mediação de conflitos 28 29
Ampliar o número de BPM que empregam policiais militares na mediação de conflitos junto à comunidade e às unidades de ensino (públicas e particulares) e implantar a concepção de justiça restaurativa nestes processos. 1.2.1.3. Vistorias de segurança 1.2.1.3.1. Visitas preventivas residenciais e comerciais Ampliar o número de BPM que realizam vistorias preventivas as residências e estabelecimentos comerciais para proporcionar uma consultoria de segurança calcada em prevenção situacional e prevenção ao crime através do desenho urbano. 1.2.1.3.2. Atendimento pós-crime Ampliar o número de BPM que realizam visitas às vítimas de crime para ofertar informações destinadas a reduzir a revitimização, bem como colher informações sobre os infratores e seus procedimentos para subsidiar estratégias e ações preventivas e repressivas. 1.2.1.3.3. Vistoria de segurança em locais de eventos Ampliar o número de BPM que condicionam o envio de policiamento a eventos mediante a realização de vistoria de segurança prévia e ao atendimento das orientações decorrentes da análise policial consolidados em Laudos de Ordem Pública. 1.2.1.4. Patrulhamento preventivo 1.2.1.4.1. ROCAM Ampliar o número de OPMs que executem o serviço de Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas ROCAM para incrementar o policiamento ostensivo, com abordagens e presença policial em diferentes locais ao longo do turno de serviço, além de dar agilidade ao atendimento de emergência e ampliar a fiscalização de trânsito. 1.2.1.4.2. Setorização Definir a articulação da Polícia Militar até o nível de subsetor, visando atribuir responsabilidade territorial aos policiais militares. 1.2.1.4.3.Responsabilidade territorial Ampliar o número de OPMs com policiais militares realizando o patrulhamento preventivo sempre no mesmo setor ou subsetor, de tal forma a se aproximar das pessoas, conhecê- -las e fazer-se conhecer, proporcionando, assim, uma interação e atuação direcionada aos problemas locais. 1.2.2. RESPOSTA ÀS EMERGÊNCIAS 1.2.2.1. Garantia de atendimento no 190 Garantir que as ligações realizadas ao telefone de emergência 190 serão atendidas na primeira tentativa. 30 1.2.2.2. Celeridade no atendimento no 190 Garantir que o cidadão inicie seu contato com o atendente na central de emergência 190 no menor tempo possível. 1.2.2.3. Garantia de atendimento no local dos fatos Garantir que as Guarnições PM compareçam no local dos fatos nas solicitações de atendimento relacionadas a crime, contravenção, averiguação de atitude suspeita e acidente de trânsito. 2. POLICIAIS MILITARES 2.1. CONDIÇÕES PESSOAIS DE TRABALHO 2.1.1. ASSISTÊNCIA À SAÚDE 2.1.1.1. Prevenção ao uso indevido de drogas Prevenir o uso/abuso de drogas lícitas e ilícitas por policiais militares, buscando minimizar os fatores de risco e ampliar os fatores de proteção. 2.1.1.2. Atenção e reinserção social de dependentes químicos Garantir a atenção e reinserção social de policiais militares dependentes químicos em drogas lícitas ou ilícitas, e respectivos familiares. 2.1.2. CONDIÇÕES FÍSICAS E PSICOLÓGICAS 2.1.2.1. Capacidade física Aprimorar a capacidade física dos policiais militares. 2.1.2.2. Condições psicológicas Reduzir o número de afastamentos por transtornos mentais e comportamentais e a morbidade decorrente do estresse profissional e pós-traumático nos policiais militares ativos. 2.1.3. VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL Ampliar o VALOREM para a atividade administrativa e para as unidades especializadas e de apoio. 2.2. SUPORTE ORGANIZACIONAL 2.2.1. EFETIVO 2.2.1.1. Inclusão de policiais militares Possuir o número de policiais militares adequado às demandas sociais por segurança pública. 2.2.1.2. Servidores civis da Polícia Militar 31
32 33
Alterar o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar, ampliando o quantitativo e o número de funções exercidas. 2.2.1.3. Guarnição mínima Garantir um número mínimo de policiais militares por município, adequado ao desempenho das atividades básicas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. 2.2.1.4. Movimentação Estabelecer critérios objetivos para a movimentação de policiais militares. 2.2.1.5. Disciplina 2.2.1.5.1. Regulamento disciplinar Modernizar e adequar o regulamento disciplinar a realidade atual da corporação. 2.2.1.5.2. Correição preventiva Desenvolver ações de correição que previnam desvios de conduta de policiais militares ou os identifiquem em estágio inicial. 2.2.2. RECURSOS MATERIAIS 2.2.2.1. Fardamento 2.2.2.1.1. Regulamento de uniformes Rever o regulamento de uniformes, adequando o fardamento ao princípio de proximidade policial, a natureza do serviço e a região em que é utilizado. 2.2.2.1.2. Reposição do fardamento Garantir a adequada reposição das peças de fardamento de acordo com o seu uso e durabilidade. 2.2.2.2. Tecnologia embarcada Ampliar a instalação de kits de tecnologia embarcada em viaturas, no sentido de ofertar informações qualificadas em tempo real e o registro dos atendimentos realizados. 2.2.3. RECURSOS FINANCEIROS 2.2.3.1. DESCENTRALIZAÇÃO DE RECURSOS INTERNOS Promover a descentralização de crédito orçamentário do Fundo de Melhoria da Polícia Militar para os Comandos Regionais, objetivando a responsabilidade solidária na execução dos programas e ações da Polícia Militar, com parte das despesas de manutenção das OPMs sendo administradas diretamente pelos Comandantes de Região de Polícia Militar. 2.2.3.2. Captação de recursos Institucionalizar a elaboração de projetos na Corporação, com o objetivo de captar recursos orçamentários e extraorçamentários. 34 2.2.3.3. Custeio 2.2.3.3.1. Manutenção da frota Reduzir o custeio com as despesas decorrentes da manutenção da frota. 2.2.3.3.2. Água Reduzir o custeio com as despesas decorrentes do consumo de água (conta pública). 2.2.3.3.3. Energia elétrica Reduzir o custeio com as despesas decorrentes do consumo de energia elétrica. 2.2.3.3.4. Telefonia Reduzir o custeio com as despesas de telefonia. 2.2.3.3.5. Alimentação Reduzir o custeio com as despesas de alimentação. 2.2.4. CAPACITAÇÃO 2.2.4.1. Sistema de ensino Formalizar o sistema de ensino da Polícia Militar de Santa Catarina. 2.2.4.2. Ensino superior Consolidar o Centro de Ensino da Polícia Militar como uma Instituição Superior de Ensino. 2.2.5. GESTÃO DO CONHECIMENTO 2.2.5.1. Inteligência de segurança pública Criar o Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC, como um núcleo de pesquisa, monitoramento, análise de inteligência, e interpretação dos fenômenos que permeiam a segurança pública. 2.2.5.2. Revisão doutrinária Estabelecer um novo conjunto de diretrizes organizacionais adequadas ao momento atual da corporação. 2.2.6. APRIMORAMENTOS ORGANIZACIONAIS 2.2.6.1. Estrutura Organizacional Aprovar e implementar a nova organização básica da Polícia Militar. 2.2.6.2. Processos administrativos Estabelecer a gestão por processo nos órgãos de direção setorial. 35
PLANO ESTRATÉGICO METAS E INDICADORES DE DESEMPENHO 36 37
PLANO ESTRATÉGICO METAS E INDICADORES DE DESEMPENHO Neste anexo serão detalhados os seguintes aspectos: (i) A metodologia empregada para a construção do plano de comando; (ii) A estrutura dos indicadores de desempenho construídos para cada um dos objetivos deste plano de comando; (iii) O processo de gestão do plano de comando; (iv) Detalhamento das metas e indicadores de desempenho; e, (v) contribuição relativa de cada objetivo na avaliação global do plano de comando. METODOLOGIA A metodologia selecionada para a construção do presente plano de comando é denominada Metodologia Multicritério de Apoio à Decisão Construtivista (MCDA-C). Assim, o presente trabalho afilia-se à MCDA e aos seus pressupostos construtivistas, consoante prática do Laboratório de Metodologias Multicritério de Apoio à Decisão, do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, da Universidade Federal de Santa Catarina (LabMCDA-EPS-UFSC). A opção pela MCDA-C tem como justificativa a consciência de que os processos sociais, como o contexto em que está inserida a segurança pública, envolvem pessoas, valores e suas percepções, ou seja, são situações consideradas complexas por abarcarem múltiplos e conflitantes critérios 1. E problemas complexos, usualmente, envolvem 2 : (i) Conhecimentos interdisciplinares; (ii) Múltiplos atores; (iii) Informações difusas, incompletas e desorganizadas; (iv) Dinamicidade; Além disso, a escolha desta metodologia esteve alicerçada na compreensão de que os atores envolvidos neste processo 3 : - Necessitam de apoio para explicitar e mensurar seu(s) valor(es) e preferências; - Desejam ter em conta seu(s) valor(es) e preferências, e não valor(es) e preferências genéricos ou de outros casos similares, mesmo os bem sucedidos; - Desejam poder compreender e visualizar as consequências de suas decisões em seus objetivos (critérios); - Desejam estabelecer as performances de referências em cada objetivo (critério) segundo sua percepção; - Desejam compreender a contribuição de cada objetivo (critério) nos objetivos estratégicos; - Desejam valer-se da expansão do conhecimento propiciado pelo processo de apoio à decisão para identificar oportunidades de aperfeiçoamento. Para alcançar seus objetivos, a MCDA-C é desenvolvida em três fases (Figura 2): (i) Fase de estruturação; (ii) Fase de avaliação; e, (iii) Fase de recomendações. A primeira fase destina-se a compreensão do problema e do contexto em que está inserido, por meio da geração de conhecimento nos decisores, representada por uma estrutura hierárquica de valor 4 que explicita, de forma estruturada, as preocupações dos envolvidos no processo, a partir das quais as alternativas serão avaliadas. Ao final da fase de estruturação são construídos os descritores (indicadores de desempenho ou critérios de avaliação). São os descritores que possibilitam a mensuração ordinal de desempenho das ações potenciais. (v) Responsabilidade profissional, dentre outros; 1 BEINAT, E. Multiattribute Value Functions for Environmental Management. Amsterdam: Timbergen Institute Research Series, 1995. ROY, B.; VANDERPOOTEN, D. The European school of MCDA: emergence, basic features and current works. Journal of Multicriteria Decision Analysis, v.5, n.16, Mai., p.22-38, 1996 2 ENSSLIN, L.; ENSSLIN, S.R. Notas de Aula da Disciplina MCDA I. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2009. 3 ENSSLIN, L. et al. Avaliação do desempenho de empresas terceirizadas com o uso da metodologia multicritério de apoio à decisão - construtivista. Pesquisa Operacional, v. 30, n. 1, abr., 2010. 38 39
(ii) Desempenho de mercado ou competitivo Entre o nível BOM e o nível NEUTRO (caracterizado por uma faixa de cor amarela); e, CONTEXTUALIZAÇÃO ÁRVORES DE PONTO DE VISTA FASE DE ESTRUTURAÇÃO (iii) Desempenho comprometedor Abaixo do nível NEUTRO (caracterizado por uma faixa de cor vermelha). PROCESSO DE RECURSIVIDADE CONSTRUÇÃO DOS DESCRITORES S CARDINAIS DE PREFERÊNCIA LOCAL TAXAS DE COMPENSAÇÃO AVALIAÇÃO GLOBAL ANÁLISE DE SENSIBILIDADE ELABORAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES ELABORAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES FASE DE AVALIAÇÃO FASE DE RECOMENDAÇÕES Na segunda fase, com o apoio de um modelo matemático, essas alternativas são, efetivamente, avaliadas. Esse processo inicia com a transformação das escalas dos descritores de ordinais para cardinais, ensejando, assim, a ordenação da intensidade de preferência dos decisores entre os níveis de impacto. Para tanto, é construída para cada descritor uma função de valor 8. A construção da função de valor é viabilizada, primeiramente, pela atribuição da pontuação referente a cada um dos níveis de ancoragem definidos anteriormente, sendo o nível Bom igual a 100 pontos e o nível Neutro igual a 0 ponto. Agora, empregando o método de julgamento semântico, por meio da comparação par a par entre as ações potenciais, a função de valor é construída utilizando-se o software MACBETH-SCORES 9. Figura 2 - Fases da MCDA-C. Fonte: Moraes (2010) 5. Assim, um descritor pode ser definido como um conjunto de níveis, associado a um Ponto de Vista (PV), o qual descreverá, em forma exaustiva, homogênea e não ambígua, os possíveis impactos das ações potenciais 6. Em cada descritor, além das ações potenciais, devem ser estabelecidos os níveis de ancoragem ou de referência (nível Bom e nível Neutro ). Esta definição dos níveis de referência, que representam em cada descritor a mesma preferência, permitirá a posterior integração e a caracterização de três faixas de desempenho, a saber 7 : (i) Desempenho de excelência Acima do nível BOM (caracterizado por uma faixa de cor verde); 4 KEENEY, R. L. Value Focused-Thinking: A Path to Creative Decision-making. Cambridge: Harvard Univ. Press, 1992. 5 MORAES, L., et al. The multicriteria analysis for construction of benchmarkers to support the clinical engineering in the healthcare technology management. European Journal of Operational Research, v. 200, n. 2, pp. 607-615, 2010. 6 DUTRA, A. Elaboração de um sistema de Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Administração - SEA à luz da Metodologia Multicritério de Apoio à Decisão. Florianópolis, 1998. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina 7 ZAMCOPÉ, C. F., ENSSLIN, L., ENSSLIN, S. R., DUTRA, A.; Modelo para avaliar o desempenho de Operadores logísticos - um estudo de caso na indústria têxtil; Gestão & Produção, São Carlos, v.17, n. 4, p. 1-13, 2010. A próxima etapa na fase de avaliação consiste em atribuir a contribuição relativa de cada critério no modelo, por meio da definição das taxas de substituição. São essas taxas que refletirão, conforme o julgamento dos decisores, a perda de desempenho que uma ação potencial sofrerá em um critério para compensar o ganho em outro 10, bem como permitirão transformar o valor das avaliações locais em valores de uma avaliação global. Conclusa esta etapa, é traçado o perfil de desempenho atual (status quo). Este perfil de desempenho gera uma visualização clara de quais objetivos se constituem em oportunidade de melhoria, no sentido de direcionar os esforços em ações que efetivamente irão alavancar a performance da corporação, além de evidenciar os 8 BEINAT, E. Multiattribute Value Functions for Environmental Management. Amsterdam: Timbergen Institute Research Series, 1995. KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decision with Multiple Objectives, Preferences and Value Tradeoffs. Cambridge: Cambridge University Press; 1993. 9 BANA e COSTA, C. A.; STEWART, T. J.; VANSNICK, J. C. Multicriteria decision analysis: some troughts based on the tutorial and discussion sessions of the ESIGMA meetings. In: Euro XIV Conference, 1995, Jerusalem, p.261-272 10 KEENEY, R. L. Value Focused-Thinking: A Path to Creative Decision-making. Cambridge: Harvard Univ. Press, 1992. KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decision with Multiple Objectives, Preferences and Value Tradeoffs. Cambridge: Cambridge University Press; 1993. ROY, B. Multicriteria Methodology for Decision Aiding. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 1996. 40 41
indicadores com performance em nível de excelência, e os critérios que estão em nível de mercado não comprometem e nem são evidenciados como excelência, mas podem ser utilizados pelos gestores como desafios para elevar o nível de desempenho. Finalizando esta fase da metodologia, é realizada a avaliação global, ensejada pela soma dos valores parciais obtidos por uma determinada ação nos diversos critérios, ponderada pelas taxas de substituição do modelo, e calculada por meio da seguinte equação matemática de agregação aditiva 11 : V(a) = w1.v1(a) + w2.v2(a) + w3.v3(a) +... + wn.vn(a) ESTRUTURA DOS INDICADORES DE DESEMPENHO A construção dos indicadores de desempenho para cada um dos 48 objetivos deste plano de comando foi estruturada conforme exemplificado na figura 3, em que cada um de seus campos de informações e direcionamentos estratégicos são descritos como: CAMPO 1 Detalhamento das áreas de preocupação e respectivas taxas de substituição destacadas entre parênteses; Onde: V(a) = valor global do status quo; (a)= alternativa genérica; v1 (a), v2 (a),... vn (a) = valor parcial nos critérios 1, 2,..., n; w1, w2,... wn = taxas de substituição nos critérios 1, 2,..., n; n = número de critérios do modelo. CAMPO 2 Descrição do objetivo; CAMPO 3 Descrição de como o objetivo será mensurado e a definição da respectiva meta, constante do nível BOM; Finalmente, na terceira e última fase, são propostas ações de aprimoramento daqueles objetivos com maior contribuição no desempenho da organização. A geração de recomendações tem por base os critérios que, na concepção dos decisores, estejam com desempenho abaixo de suas expectativas. Sempre que possível os decisores devem ser orientados a estabelecer prioridades e buscar ações na seguinte ordem: (i) Objetivos com maior contribuição; (ii) Objetivos com desempenho baixo; ou (iii) Ambos (maior potencial de contribuição). CAMPO 4 Definição dos níveis de referência (BOM e NEUTRO); CAMPO 5 Níveis de impacto no indicador de desempenho; CAMPO 6 Níveis da escala cardinal (função de valor); CAMPO 7 Descrição dos níveis de impacto ou ações potenciais (escala ordinal); CAMPO 8 Definição da periodicidade com que o indicador de desempenho será avaliado; 11 KEENEY, R. L.; RAIFFA, H. Decision with Multiple Objectives, Preferences and Value Tradeoffs. Cambridge: Cambridge University Press; 1993. 42 43
CAMPO 9 Definição da origem das informações relacionadas ao indicador de desempenho. Neste exemplo, a fonte dos dados sobre letalidade violenta será o controle realizado pela ACI Agência Central de Inteligência da PMSC; CAMPO 10 Definição do órgão responsável pelo alcance do objetivo, ou seja, de quem será cobrado o desempenho. Em muitos dos objetivos, apesar de haver apenas um órgão responsável, outros órgãos, de acordo com a natureza do objetivo, atuarão como intervenientes, sendo, portanto, corresponsáveis pelos resultados esperados; CAMPO 11 Definição da origem das informações relacionadas ao indicador de desempenho. Definição do desdobramento do objetivo. Neste exemplo, inicialmente, haverá o controle do desempenho da RPM no indicador letalidade violenta sendo exigido, nos casos de desempenho abaixo do nível neutro, um projeto para melhoria de performance. Em alguns indicadores haverá, além do controle de desempenho, a exigência de um PROJETO detalhando como o objetivo será alcançado. Para tanto, ao lado da palavra PROJETO, entre parênteses, estarão especificados os órgãos que deverão elaborar o projeto demandado; CAMPO 12 Definição dos órgãos que realizarão o acompanhamento e o controle do desempenho do órgão responsável pelo alcance do objetivo. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 01 1.1.1.1 Letalidade Violenta (17%) 02 Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE 10 11 12 03 N6 200 5 ou menos N5 130 7,5 N4 100 10 BOM N3 0 12,5 NEUTRO N2-40 15 04 05 06 07 N1-100 17,5 ou mais ACI Comando Geral 08 09 Figura 3 - Estrutura do indicador de desempenho. 44 45
PROCESSO DE GESTÃO DO PLANO DE COMANDO O presente plano estratégico será conduzido com foco na gestão de desempenho. Desta forma, a Figura 4 sintetiza a lógica de gestão que será utilizada e como os indicadores de desempenho, em cada um dos objetivos, será desdobrado em projetos, alicerçados nos planos de comando locais e de direção, que irão detalhar as ações destinadas ao alcance das metas estipuladas. AS PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR SOCIEDADE E CIDADÃOS POLICIAIS MILITARES RESULTADOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONDIÇÕES PESSOAIS DE TRABALHO SUPORTE ORGANIZACIONAL INDICADORES DE DESEMPENHO PROJETOS PROJETOS PROJETOS PROJETOS Figura 4 - Processo de gestão do Plano de Comando. Fonte: Plano de Comando METAS E INDICADORES DE DESEMPENHO A seguir, cada quadro detalha as informações relativas a um dos objetivos deste plano estratégico. 12 ECK, J. E. Assessing Responses to Problems: An Introductory Guide for Police Problem-Solvers. Problem-Oriented Guides for Police, U.S. Department of Justice, Office of Community Oriented Policing Services, 2002. BRAGA, A. A. Problem-oriented policing and crime prevention. New York: Criminal Justice Press, 2 ed., 2008. 46 47
1.SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.Resultados 48 49
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.1 Letalidade Violenta (17%) Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 5 ou menos N5 130 7,5 N4 100 10 BOM N3 0 12,5 NEUTRO N2-40 15 N1-100 17,5 ou mais ACI Comando Geral 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 10,97 ou menos N5 130 11,55 BOM N4 100 12,16 NEUTRO N3 0 12,80 N2-40 13,44 N1-100 14,11 ou mais ACI 1ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada para OPM com Subcomando Geral/ Seção de Operações Quadro 2 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 1ª RPM Quadro 1 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência PMSC 50 51
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 8,83 ou menos N5 130 9,29 BOM N4 100 9,78 NEUTRO N3 0 13,04 N2-40 13,69 N1-100 14,38 ou mais ACI 2ª RPM - ; - 52 53
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 20,54 ou menos N5 130 21,62 BOM N4 100 22,76 NEUTRO N3 0 25,29 N2-40 26,55 N1-100 27,88 ou mais ACI 3ª RPM - ; - Quadro 4 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 3ª RPM 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 10,38 ou menos N5 130 10,93 BOM N4 100 11,50 NEUTRO N3 0 16,43 N2-40 17,25 N1-100 18,11 ou mais ACI 4ª RPM - ; - Quadro 5 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 4ª RPM 54 55
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 10,96 ou menos N5 130 11,54 BOM N4 100 12,14 NEUTRO N3 0 15,18 N2-40 15,94 N1-100 16,74 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 10,66 ou menos N5 130 11,23 BOM N4 100 11,82 NEUTRO N3 0 13,13 N2-40 13,79 N1-100 14,48 ou mais ACI ACI 5ª RPM 6ª RPM - ; - - ; - Quadro 6 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 5ª RPM Quadro 7 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 6ª RPM 56 57
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 4,39 ou menos N5 130 4,63 BOM N4 100 4,87 NEUTRO N3 0 5,41 N2-40 5,68 N1-100 5,96 ou mais ACI 7ª RPM - ; - Quadro 8 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 7ª RPM 58 59
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 6,50 ou menos N5 130 6,84 BOM N4 100 7,20 NEUTRO N3 0 9,00 N2-40 9,45 N1-100 9,92 ou mais ACI 8ª RPM - ; - Quadro 9- Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 8ª RPM 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 6,09 ou menos N5 130 6,41 BOM N4 100 6,75 NEUTRO N3 0 7,10 N2-40 7,46 N1-100 7,83 ou mais ACI 9ª RPM - ; - Quadro 10 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 9ª RPM 60 61
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 8,20 ou menos N5 130 8,64 BOM N4 100 9,09 NEUTRO N3 0 10,10 N2-40 10,61 N1-100 11,14 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.1. Letalidade Violenta Reduzir a letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias). Número de mortes em decorrência de letalidade violenta (homicídio, infanticídio, latrocínio e resistência seguida de morte em confrontos com as polícias), por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 13,22 ou menos N5 130 13,92 BOM N4 100 14,65 NEUTRO N3 0 15,42 N2-40 16,19 N1-100 17,00 ou mais ACI 10ª RPM - ; - ACI 11ª RPM - ; - Quadro 11- Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 10ª RPM Quadro 12 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/letalidade violenta Abrangência 11ª RPM 62 63
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio (14%) Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 12,12 ou menos N5 130 12,76 BOM N4 100 13,43 NEUTRO N3 0 14,14 N2-40 14,85 N1-90 15,59 ou mais SISP 1 ou SADE 2 ou EMAPE 3 Comando Geral ; Quadro 13 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência PMSC. 1 C010003 Tentativa de homicídio; C010331 Tentativa de latrocínio. 2 NA01001 Homicídio; NA01004 Latrocínio (tentado). 3 C114 Tentativa de homicídio. 64 65
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 4,62 ou menos N5 130 4,86 BOM N4 100 5,12 NEUTRO N3 0 6,40 N2 0,00 7,68 N1 0,00 9,22 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 90,25 12,55 ou menos N5 95,00 13,21 BOM N4 100 13,91 NEUTRO N3 0 19,87 N2-40 20,86 N1-90 21,91 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM 2ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 14 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 1ª RPM. Quadro 15 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 2ª RPM. 66 67
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 6,38 ou menos N5 130 6,72 BOM N4 100 7,07 NEUTRO N3 0 8,84 N2-40 9,28 N1-90 9,75 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 3ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 16 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 3ª RPM. 68 69
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 18,66 ou menos N5 130 19,65 BOM N4 100 20,68 NEUTRO N3 0 24,33 N2-40 25,55 N1-90 26,82 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 8,74 ou menos N5 130 9,20 BOM N4 100 9,69 NEUTRO N3 0 12,11 N2-40 12,72 N1-90 13,35 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 4ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com SISP ou SADE ou EMAPE 5ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 17- Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 4ª RPM. Quadro 18 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 5ª RPM. 70 71
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 18,09 ou menos N5 130 19,04 BOM N4 100 20,05 NEUTRO N3 0 21,10 N2-40 22,16 N1-90 23,26 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 7,42 ou menos N5 130 7,81 BOM N4 100 8,22 NEUTRO N3 0 8,65 N2-40 9,08 N1-90 9,54 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 6ª RPM 7ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 19 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 6ª RPM. Quadro 20 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 7ª RPM. 72 73
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 14,05 ou menos N5 130 14,79 BOM N4 100 15,57 NEUTRO N3 0 22,24 N2-40 23,35 N1-90 24,52 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 8ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 21 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 8 RPM. 74 75
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 14,20 ou menos N5 130 14,95 BOM N4 100 15,74 NEUTRO N3 0 22,48 N2-40 23,60 N1-90 24,78 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 11,78 ou menos N5 130 12,40 BOM N4 100 13,05 NEUTRO N3 0 14,50 N2-40 15,23 N1-90 15,99 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 9ª RPM 10ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 22 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 9ª RPM. Quadro 23 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 10ª RPM. 76 77
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.2 Tentativa de homicídio e de latrocínio Reduzir as tentativas de homicídios e de latrocínio Número de tentativas de homicídio e de latrocínio, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses DE N6 180 3,57 ou menos N5 130 3,75 BOM N4 100 3,95 NEUTRO N3 0 4,94 N2-40 5,19 N1-90 5,45 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 11ª RPM - ; - Projeto (BPM e Cia PM Isolada - para OPM com Quadro 24 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tentativa de homicídio e de Latrocínio - Abrangência 11ª RPM. 78 79
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 7,49 ou menos N5 130 7,88 BOM N4 100 8,30 NEUTRO N3 0 10,37 N2-40 10,89 N1-90 11,43 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 45,20 ou menos N5 130 47,57 BOM N4 100 50,08 NEUTRO N3 0 71,54 N2-40 75,12 N1-90 78,87 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM 2ª RPM Quadro 26 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 1ª RPM. Quadro 27 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 2ª RPM. 80 81
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 15,07 ou menos N5 130 18,84 BOM N4 100 23,55 NEUTRO N3 0 29,44 N2-40 30,91 N1-90 32,46 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 3ª RPM Quadro 28 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 3ª RPM. 82 83
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 57,84 ou menos N5 130 72,30 BOM N4 100 90,38 NEUTRO N3 0 129,11 N2-40 135,57 N1-90 142,34 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 4ª RPM Quadro 29 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 4ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 25,35 ou menos N5 130 31,69 BOM N4 100 39,61 NEUTRO N3 0 46,60 N2-40 48,93 N1-90 51,38 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 5ª RPM Quadro 30 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 5ª RPM. 84 85
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 14,66 ou menos N5 130 18,33 BOM N4 100 22,91 NEUTRO N3 0 32,73 N2-40 34,37 N1-90 36,08 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 6ª RPM Quadro 31 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 6ª RPM. 86 87
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 37,60 ou menos N5 130 46,99 BOM N4 100 58,74 NEUTRO N3 0 69,11 N2-40 72,57 N1-90 76,19 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 41,05 ou menos N5 130 51,31 BOM N4 100 64,14 NEUTRO N3 0 91,63 N2-40 96,21 N1-90 101,02 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 7ª RPM 8ª RPM Quadro 32 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 7ª RPM. Quadro 33 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 8ª RPM. 88 89
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 89,67 ou menos N5 130 112,08 BOM N4 100 140,10 NEUTRO N3 0 175,13 N2-40 183,89 N1-90 193,08 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 9ª RPM Quadro 34 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 9ª RPM. 90 91
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 70,53 ou menos N5 130 88,17 BOM N4 100 110,21 NEUTRO N3 0 157,44 N2-40 165,31 N1-90 173,58 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.3. Lesão Corporal Reduzir os crimes relacionados a lesões corporais. Número de crimes de lesão corporal, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 6,07 ou menos N5 130 7,59 BOM N4 100 9,49 NEUTRO N3 0 11,86 N2-40 12,45 N1-90 13,08 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 10ª RPM 11ª RPM Quadro 35 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 10ª RPM. Quadro 36 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/lesão Corporal - Abrangência 11ª RPM. 92 93
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.4. Roubo (20%) Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 161,90 ou menos N5 150 170,42 BOM N4 100 179,39 NEUTRO N3 0 224,24 N2-40 269,09 N1-100 322,91 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 246,23 ou menos N5 150 273,59 BOM N4 100 303,98 NEUTRO N3 0 337,76 N2-40 354,65 N1-100 372,38 ou mais SISP 7 ou SADE 8 ou EMAPE 9 Comando Geral Quadro 37 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência PMSC. SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM Quadro 38 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 1ª RPM. 7 C010056 Roubo; C010057 - Roubo (sequestro relâmpago); C010058 - Tentativa de roubo. 8 NA04001 Roubo; NA04002 - Extorsão mediante sequestro (sequestro relâmpago). 9 Roubo consumado; C216 - Roubo ou assalto a banco; C217 - Roubo ou assalto a motorista de taxi; C218 - Roubo ou assalto a residência; C219 - Roubo ou assalto a transporte coletivo; C220 - Roubo ou assalto a veiculo de carga; C221 - Roubo ou assalto contra a pessoa; C222 - Roubo ou assalto a estabelecimento; C223 - Roubo tentado. 94 95
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 54,86 ou menos N5 150 57,75 BOM N4 100 60,79 NEUTRO N3 0 75,99 N2-40 91,19 N1-100 109,43 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 2ª RPM Quadro 39 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 2ª RPM. 96 97
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 362,67 ou menos N5 150 381,76 BOM N4 100 401,85 NEUTRO N3 0 574,07 N2-40 602,77 N1-100 632,91 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 3ª RPM Quadro 40 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 3ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 101,53 ou menos N5 150 106,87 BOM N4 100 112,50 NEUTRO N3 0 118,42 N2-40 124,34 N1-100 130,56 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 4ª RPM Quadro 41 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 4ª RPM. 98 99
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 195,46 ou menos N5 150 205,75 BOM N4 100 216,58 NEUTRO N3 0 309,40 N2-40 324,87 N1-100 341,11 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 5ª RPM Quadro 42 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 5ª RPM. 100 101
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 107,59 ou menos N5 150 113,25 BOM N4 100 119,21 NEUTRO N3 0 170,30 N2-40 178,82 N1-100 187,76 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 83,83 ou menos N5 150 88,24 BOM N4 100 92,89 NEUTRO N3 0 116,11 N2-40 121,92 N1-100 128,01 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 6ª RPM 7ª RPM Quadro 43 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 6ª RPM. Quadro 44 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 7ª RPM. 102 103
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 82,14 ou menos N5 150 86,46 BOM N4 100 91,01 NEUTRO N3 0 130,02 N2-40 136,52 N1-100 143,35 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 8ª RPM Quadro 45 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 8ª RPM. 104 105
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 23,71 ou menos N5 150 24,96 BOM N4 100 26,27 NEUTRO N3 0 29,19 N2-40 30,65 N1-100 32,18 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 37,63 ou menos N5 150 39,61 BOM N4 100 41,69 NEUTRO N3 0 59,56 N2-40 62,54 N1-100 65,66 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 9ª RPM 10ª RPM Quadro 46 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 9ª RPM. Quadro 47 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 10ª RPM. 106 107
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.4. Roubo Reduzir os roubos. Número de roubos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 277,46 ou menos N5 150 292,06 BOM N4 100 307,43 NEUTRO N3 0 341,59 N2-40 358,67 N1-100 376,60 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 11ª RPM Quadro 48 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 11ª RPM. 108 109
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (66%) 1.1.1.5 Furto (19%) Reduzir os furtos Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 560,92 ou menos N5 150 623,25 BOM N4 100 692,50 NEUTRO N3 0 769,44 N2-40 807,91 N1-100 848,31 ou mais SISP 10 ou SADE 11 ou EMAPE 12 Comando Geral 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 466,06 ou menos N5 150 490,59 BOM N4 100 516,41 NEUTRO N3 0 737,73 N2-40 774,62 N1-100 813,35 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM Quadro 50 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 1ª RPM. Quadro 49 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime /Furto - Abrangência PMSC. 10 C010052 - Furto simples; C010053 - Furto qualificado; C010054 - Furto de coisa comum; C010055 - Tentativa de Furto. 11 NA05001 - Furto. 12 C201 - Arrombamento ou furto em veiculo; C208 - Furto tentado; C209 - Furto consumado; C210 - Furto a estabelecimento comercial; C211 - Furto a residência; C212 - Furto a veiculo 110 111
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 409,95 ou menos N5 150 482,30 BOM N4 100 567,41 NEUTRO N3 0 667,54 N2-40 700,92 N1-100 735,96 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 2ª RPM Quadro 51 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 2ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 944,61 ou menos N5 150 994,32 BOM N4 100 1046,66 NEUTRO N3 0 1308,32 N2-40 1373,74 N1-100 1442,42 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 3ª RPM Quadro 52 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 3ª RPM. 112 113
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 683,10 ou menos N5 150 719,06 BOM N4 100 756,90 NEUTRO N3 0 841,00 N2-40 883,05 N1-100 927,20 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 4ª RPM Quadro 53 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 4ª RPM. 114 115
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 521,21 ou menos N5 150 548,64 BOM N4 100 577,51 NEUTRO N3 0 825,02 N2-40 866,27 N1-100 909,58 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 5ª RPM Quadro 54 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 5ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 721,30 ou menos N5 150 759,27 BOM N4 100 799,23 NEUTRO N3 0 888,03 N2-40 932,43 N1-100 979,05 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 6ª RPM Quadro 55 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 6ª RPM. 116 117
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 392,16 ou menos N5 150 412,80 BOM N4 100 434,53 NEUTRO N3 0 482,81 N2-40 506,95 N1-100 532,30 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 7ª RPM Quadro 56 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 7ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 475,79 ou menos N5 150 500,83 BOM N4 100 527,19 NEUTRO N3 0 753,13 N2-40 790,79 N1-100 830,33 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 8ª RPM Quadro 57 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 8ª RPM. 118 119
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 365,88 ou menos N5 150 385,13 BOM N4 100 405,41 NEUTRO N3 0 450,45 N2-40 472,97 N1-100 496,62 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM Quadro 58 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 9ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 408,81 ou menos N5 150 430,32 BOM N4 100 452,97 NEUTRO N3 0 647,10 N2-40 679,46 N1-100 713,43 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 10ª RPM Quadro 59 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 10ª RPM. 120 121
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.5. Furto Reduzir os furtos. Número de furtos, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 200 409,87 ou menos N5 150 431,44 BOM N4 100 454,15 NEUTRO N3 0 648,78 N2-40 681,22 N1-100 715,28 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 11ª RPM Quadro 60 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/roubo - Abrangência 11ª RPM. 122 123
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios (5%) Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 786,45 ou menos N5 130 873,84 BOM N4 100 970,93 NEUTRO N3 0 1078,81 N2-40 1186,69 N1-90 1305,36 ou mais SISP 13 ou SADE 14 ou EMAPE 15 Comando Geral Quadro 61 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime /Perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência PMSC. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 754,52 ou menos N5 130 794,23 BOM N4 100 836,03 NEUTRO N3 0 1045,04 N2-40 1097,29 N1-90 1152,16 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 1ª RPM Quadro 62 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 1ª RPM. 13 C020030 - Perturbação do trabalho ou o sossego alheios com gritaria ou algazarra; C020031 - Perturbação do trabalho ou o sossego alheios, exercendo profissão incômoda em desacordo com a lei; C020032 - Perturbação do trabalho ou o sossego alheios, abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; C020033 - Perturbação do trabalho ou o sossego alheios, provocando/não impedindo barulho de animal de que tem guarda. 14 NA10001 - Perturbação do trabalho ou sossego alheios. 15 C705 Perturbação do trabalho ou sossego alheios. 124 125
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 865,11 ou menos N5 130 910,64 BOM N4 100 958,57 NEUTRO N3 0 1009,02 N2-40 1059,47 N1-90 1112,44 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 2ª RPM Quadro 63 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 2ª RPM. 126 127
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 1958,18 ou menos N5 130 2061,24 BOM N4 100 2169,73 NEUTRO N3 0 3099,61 N2-40 3254,59 N1-90 3417,32 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 3ª RPM Quadro 64 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 3ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 954,91 ou menos N5 130 1005,16 BOM N4 100 1058,07 NEUTRO N3 0 1175,63 N2-40 1234,41 N1-90 1296,13 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 4ª RPM Quadro 65 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 4ª RPM. 128 129
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 507,55 ou menos N5 130 534,26 BOM N4 100 562,38 NEUTRO N3 0 803,40 N2-40 843,57 N1-90 885,75 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 740,87 ou menos N5 130 779,86 BOM N4 100 820,91 NEUTRO N3 0 912,12 N2-40 957,73 N1-90 1005,61 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 5ª RPM SISP ou SADE ou EMAPE 6ª RPM Quadro 66 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 5ª RPM. Quadro 67 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 6ª RPM. 130 131
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 589,78 ou menos N5 130 620,82 BOM N4 100 653,50 NEUTRO N3 0 687,89 N2-40 722,28 N1-90 758,40 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE 7ª RPM Quadro 68 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 7ª RPM. 132 133
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 649,44 ou menos N5 130 683,62 BOM N4 100 719,60 NEUTRO N3 0 1028,00 N2-40 1079,40 N1-90 1133,37 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 167,74 ou menos N5 130 176,57 BOM N4 100 185,86 NEUTRO N3 0 232,33 N2-40 243,95 N1-90 256,14 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 8ª RPM 9ª RPM Quadro 69 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 8ª RPM. Quadro 70 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 9ª RPM. 134 135
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 225,47 ou menos N5 130 237,34 BOM N4 100 249,83 NEUTRO N3 0 277,59 N2-40 291,47 N1-90 306,04 ou mais 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.6. Perturbação do trabalho ou sossego alheios Reduzir as contravenções penais de perturbação do trabalho e sossego alheios. Número de contravenções de perturbação do trabalho ou sossego alheios, por 100 mil habitantes, nos últimos 12 meses. DE N6 180 582,31 ou menos N5 130 612,96 BOM N4 100 645,22 NEUTRO N3 0 806,53 N2-40 846,86 N1-90 889,20 ou mais SISP ou SADE ou EMAPE SISP ou SADE ou EMAPE 10ª RPM 11ª RPM Quadro 71 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 10ª RPM. Quadro 72 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/perturbação do trabalho e sossego alheio - Abrangência 11ª RPM. 136 137
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas (10%) Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,529 ou mais N5 130 0,504 BOM N4 100 0,480 NEUTRO N3 0 0,400 N2-40 0,380 N1-90 0,361 ou menos SISP 2 Comando Geral Quadro 73 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime /Tráfico e posse de drogas - Abrangência PMSC. 16 Crack - Dados do Objeto: Cadastrar novo objeto Droga; Participação da droga Apreendida ou Encontrada; Tipo de droga Crack; Unidade de medida Gramas ou Quilogramas. Cocaína - Inserir em Dados do Objeto: Cadastrar novo objeto Droga; Participação da droga Apreendida ou Encontrada; Tipo de droga Cocaína; Unidade de medida Gramas ou Quilogramas. Maconha - Inserir em Dados do Objeto: Cadastrar novo objeto Droga; Participação da droga Apreendida ou Encontrada; Tipo de droga Maconha; Unidade de medida Gramas ou Quilogramas. No caso de apreensão de pés de maconha, destacar esta informação no campo destino do objeto e outras informações sobre o objeto e constar como unidade de medida unidade, sendo um pé de maconha igual a uma unidade de maconha (nesta situação uma unidade de maconha um pé de maconha será contabilizada como 200 gramas de maconha). 138 139
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,662 ou mais N5 130 0,630 BOM N4 100 0,600 NEUTRO N3 0 0,500 N2-40 0,475 N1-90 0,451 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,587 ou mais N5 130 0,559 BOM N4 100 0,533 NEUTRO N3 0 0,444 N2-40 0,422 N1-90 0,401 ou menos SISP SISP 1ª RPM 2ª RPM Quadro 74 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/ Tráfico e posse de drogas - Abrangência 1ª RPM. Quadro 75 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 2ª RPM. 140 141
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,397 ou mais N5 130 0,378 BOM N4 100 0,360 NEUTRO N3 0 0,300 N2-40 0,285 N1-90 0,271 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 7,945 ou mais N5 130 7,566 BOM N4 100 7,206 NEUTRO N3 0 6,005 N2-40 5,705 N1-90 5,420 ou menos SISP SISP 3ª RPM 3ª RPM Quadro 75 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/ Tráfico e posse de drogas - Abrangência 3ª RPM. Quadro 76 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 3ª RPM. 142 143
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,397 ou mais N5 130 0,378 BOM N4 100 0,360 NEUTRO N3 0 0,300 N2-40 0,285 N1-90 0,271 ou menos SISP 4ª RPM Quadro 77 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 4ª RPM. 144 145
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,662 ou mais N5 130 0,630 BOM N4 100 0,600 NEUTRO N3 0 0,500 N2-40 0,475 N1-90 0,451 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,529 ou mais N5 130 0,504 BOM N4 100 0,480 NEUTRO N3 0 0,400 N2-40 0,380 N1-90 0,361 ou menos SISP SISP 5ª RPM 6ª RPM Quadro 78 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 5ª RPM. Quadro 79 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 6ª RPM. 146 147 PLANO ESTRATÉGICO - PLANO PMSC ESTRATÉGICO - PMSC
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,397 ou mais N5 130 0,378 BOM N4 100 0,360 NEUTRO N3 0 0,300 N2-40 0,285 N1-90 0,271 ou menos SISP 7ª RPM Quadro 80 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 7ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,529 ou mais N5 130 0,504 BOM N4 100 0,480 NEUTRO N3 0 0,400 N2-40 0,380 N1-90 0,361 ou menos SISP 8ª RPM Quadro 81 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 8ª RPM. 148 149
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,073 ou mais N5 130 0,069 BOM N4 100 0,066 NEUTRO N3 0 0,055 N2-40 0,052 N1-90 0,050 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,287 ou mais N5 130 0,273 BOM N4 100 0,260 NEUTRO N3 0 0,200 N2-40 0,190 N1-90 0,181 ou menos SISP SISP 9ª RPM 10ª RPM Quadro 82 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 9ª RPM. Quadro 83 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 10ª RPM. 150 151
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas Aumentar a apreensão de drogas (crack, cocaína e maconha). Quantidade de drogas (crack, cocaína e maconha) apreendida, em quilogramas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,529 ou mais N5 130 0,504 BOM N4 100 0,480 NEUTRO N3 0 0,400 N2-40 0,380 N1-90 0,361 ou menos SISP 11ª RPM Quadro 84 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/tráfico e posse de drogas - Abrangência 11ª RPM. 152 153
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) (90%) 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo (10%) Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,373 ou mais N5 130 0,355 BOM N4 100 0,338 NEUTRO N3 0 0,260 N2-40 0,247 N1-90 0,235 ou menos SISP 17 Comando Geral Quadro 85 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime /Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência PMSC. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,401 ou mais N5 130 0,382 BOM N4 100 0,364 NEUTRO N3 0 0,280 N2-40 0,266 N1-90 0,253 ou menos SISP 1ª RPM Quadro 86 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 1ª RPM. 29 Inserir em Dados do Objeto: Cadastrar novo objeto Arma; Participação da arma Todas as participações serão consideradas; Preencher os dados para identificação da arma. 154 155
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,344 ou mais N5 130 0,328 BOM N4 100 0,312 NEUTRO N3 0 0,240 N2-40 0,228 N1-90 0,217 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,559 ou mais N5 130 0,532 BOM N4 100 0,507 NEUTRO N3 0 0,390 N2-40 0,371 N1-90 0,352 ou menos SISP SISP 2ª RPM 3ª RPM Quadro 87 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 2ª RPM. Quadro 88 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 3ª RPM. 156 157
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,516 ou mais N5 130 0,491 BOM N4 100 0,468 NEUTRO N3 0 0,360 N2-40 0,342 N1-90 0,325 ou menos SISP 4ª RPM Quadro 89 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 4ª RPM. 158 159
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,344 ou mais N5 130 0,328 BOM N4 100 0,312 NEUTRO N3 0 0,240 N2-40 0,228 N1-90 0,217 ou menos SISP 5ª RPM Quadro 90 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 5ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,244 ou mais N5 130 0,232 BOM N4 100 0,221 NEUTRO N3 0 0,170 N2-40 0,162 N1-90 0,153 ou menos SISP 6ª RPM Quadro 91 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 6ª RPM. 160 161
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,229 ou mais N5 130 0,218 BOM N4 100 0,208 NEUTRO N3 0 0,160 N2-40 0,152 N1-90 0,144 ou menos 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,473 ou mais N5 130 0,450 BOM N4 100 0,429 NEUTRO N3 0 0,330 N2-40 0,314 N1-90 0,298 ou menos SISP SISP 7ª RPM 8ª RPM Quadro 92 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 7ª RPM. Quadro 93 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 8ª RPM. 162 163
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 0,358 ou mais N5 130 0,341 BOM N4 100 0,325 NEUTRO N3 0 0,250 N2-40 0,238 N1-90 0,226 ou menos SISP 9ª RPM Quadro 94 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 9ª RPM. 164 165
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 1,323 ou mais N5 130 1,260 BOM N4 100 1,200 NEUTRO N3 0 1,000 N2-40 0,950 N1-90 0,903 ou menos SISP 10ª RPM Quadro 95 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 10ª RPM. 166 167
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo Aumentar a apreensão de armas de fogo em situação ilegal/irregular. Número de armas de fogo apreendidas, por policial militar lotado em unidade operacional, nos últimos 12 meses. DE N6 180 2,223 ou mais N5 130 2,117 BOM N4 100 2,016 NEUTRO N3 0 1,551 N2-40 1,473 N1-90 1,400 ou menos SISP 11ª RPM Quadro 96 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução do crime/posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo - Abrangência 11ª RPM. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) 1.1.2. Redução da violência no trânsito em rodovias estaduais (10%) 1.1.2.1. Redução dos Acidentes de trânsito em rodovias estaduais (30%) Reduzir os acidentes de trânsito em rodovias estaduais. Variação percentual do total de acidentes de trânsito ocorridos nas rodovias estaduais em relação ao mês anterior. DE N5 160-6% ou menos (ou nenhuma morte, quando no mês anterior também não houve) BOM N4 100-4% N3 70-2% NEUTRO N2 0 0% N1-80 2% ou mais Sistema do BPMRv CPME/BPMRv ; Projeto (Cia PMRv para OPM com desempenho abaixo do neutro por 03 meses consecutivos em relação ao período anterior) Quadro 97 - Sociedade e cidadãos/resultados/redução dos acidentes de trânsito em rodovias estaduais 168 169
1.SOCIEDADE E CIDADÃOS 1.2 Prestação de Serviços 170 171
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) (60%) 1.1.2. Redução da violência no trânsito em rodovias estaduais (10%) 1.1.2.2. Redução das mortes em acidentes de trânsito nas rodovias estaduais (70%) Reduzir as mortes decorrentes de acidente de trânsito em rodovias estaduais. Variação percentual das mortes em acidentes de trânsito nas rodovias estaduais em relação ao mês anterior. DE N5 160-6% ou mais (ou nenhuma morte, quando no mês anterior também não houve) BOM N4 100-4% N3 70-2% NEUTRO N2 0 0% N1-80 2% ou mais Sistema do BPMRv CPME/BPMRv ; Projeto (Cia PMRv para OPM com desempenho abaixo do neutro por 03 meses consecutivos em relação ao período anterior) Quadro 98 - Sociedade e cidadãos/resultados/rredução das mortes em acidentes de trânsito nas rodovias estaduais. 172 173
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.1 PROERD (30%) Ampliar o número de alunos matriculados no 5º ano das redes pública (federal, estadual e municipal) e particular atendidos pelo PROERD. Percentual de turmas do 5º ano das redes pública (federal, estadual e municipal) e particular atendidas pelo PROERD. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos Semestral SisPROERD RPM ; Chefia do EMG Quadro 99 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/proerd. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.2 Mediação de conflitos (5%) Ampliar o número de BPMs que empregam policiais militares na mediação de conflitos junto à comunidade e às unidades de ensino (públicas e particulares) e implantar a concepção de justiça restaurativa nestes processos.. Percentual de BPMs que empregam policiais militares na mediação de conflitos junto à comunidade e às unidades de ensino (públicas e particulares). DE N5 125 60% ou mais BOM N4 100 50% N3 50 40% NEUTRO N2 0 30% N1-100 20% ou menos Semestral Relatório da PM-3 - EMG/PM-3 (padronização de procedimento) - RPM (implantação) - ; - Projeto (EMG/PM-3). Chefia d0 EMG EMG/PM-6/Escritório de Projetos Quadro 100 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/mediação de conflitos. 174 175
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.3 Vistorias de segurança (20%) 1.2.1.3.1 Visitas preventivas residenciais e comerciais (25%) Ampliar o número de BPMs que realizam vistorias preventivas as residências e estabelecimentos comerciais para ofertar uma consultoria de segurança calcada em prevenção situacional e prevenção ao crime através do desenho urbano. Percentual de BPMs que realizam visitas preventivas em residências e estabelecimentos comerciais para proporcionar uma consultoria de segurança calcada em prevenção situacional e prevenção ao crime através do desenho urbano. DE N5 125 100% BOM N4 100 80% N3 50 60% NEUTRO N2 0 40% N1-100 20% ou menos Semestral Relatório da PM-3 - EMG/PM-3 (padronização de procedimento) - RPM (implantação) - ; - Projeto (EMG/PM-3). Quadro 101 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/ Vistorias de segurança/visitas preventivas residenciais e comerciais. 176 177
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.3 Vistorias de segurança (20%) 1.2.1.3.2 Atendimento pós-crime (40%) Ampliar o número de BPMs que realizam visitas às vítimas de crime para ofertar informações destinadas a reduzir a revitimização, bem como colher informações sobre os infratores e seus procedimentos para subsidiar estratégias e ações preventivas e repressivas. Percentual de BPMs que realizam visitas às vítimas de crime para ofertar informações destinadas a reduzir a revitimização, bem como colher informações sobre os infratores e seus procedimentos para subsidiar estratégias e ações preventivas e repressivas. DE N5 125 100% BOM N4 100 80% N3 50 60% NEUTRO N2 0 40% N1-100 20% ou menos Semestral Relatório da PM-3 - EMG/PM-3 (padronização de procedimento) - RPM (implantação) - ; - Projeto (EMG/PM-3). Quadro 102 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/ Vistorias de segurança/atendimento pós-crime. 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (65%) 1.2.1.3 Vistorias de segurança (20%) 1.2.1.3.3 Vistoria de segurança em locais de eventos (35%) Ampliar o número de BPMs que condicionam o envio de policiamento a eventos a realização de vistoria de segurança prévia e ao atendimento das orientações decorrentes da análise policial consolidados em Laudos de Ordem Pública. Percentual de BPMs que condicionam o envio de policiamento a eventos mediante a realização de vistoria de segurança prévia e ao atendimento das orientações decorrentes da análise policial consolidadas em Laudos de Ordem Pública. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos Semestral Relatório da PM-3 - EMG/PM-3 (padronização de procedimento) - RPM (implantação) - ; - Projeto (EMG/PM-3). Quadro 103 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/ Visitas de segurança/vistoria de segurança em locais de eventos. 178 179
180 181
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2. Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.4 Patrulhamento preventivo (45%) 1.2.1.4.1. ROCAM (70%) Ampliar o número de OPMs que executem o serviço de Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas ROCAM para incrementar o policiamento ostensivo, com abordagens e presença policial em diferentes locais ao longo do turno de serviço, além de dar agilidade ao atendimento de emergência e ampliar a fiscalização de trânsito. Percentual de OPMs que executem o serviço de Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas ROCAM para incrementar o policiamento ostensivo, com abordagens e presença policial em diferentes locais ao longo do turno de serviço, além de dar agilidade ao atendimento de emergência e ampliar a fiscalização de trânsito. DE N5 170 100% BOM N4 100 90% N3 70 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos Semestral DotProject RPM - ; - Projeto (BPM/Gu Esp PM) 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2. Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.4 Patrulhamento preventivo (45%) 1.2.1.4.2. Setorização (15%) Definir a articulação da Polícia Militar até o nível de subsetor, visando atribuir responsabilidade territorial aos policiais militares. Percentual de RPM que apresentaram plano de articulação regional até o nível de subsetor. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos Semestral Plano de articulação regional RPM - ; - Projeto (RPM). Quadro 105 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/ Patrulhamento preventivo/setorização Quadro 104 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/ Ações de Prevenção/ Patrulhamento preventivo/ ROCAM. 182 183
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.1 Ações de Prevenção (60%) 1.2.1.4 Patrulhamento preventivo (45%) 1.2.1.4.3 Responsabilidade territorial (15%) Ampliar o número de BPM com policiais militares realizando o patrulhamento preventivo sempre no mesmo setor ou subsetor, de tal forma a se aproximar das pessoas, conhecê-las e fazer-se conhecer, proporcionando, assim, uma interação e atuação direcionada aos problemas locais. Percentual de OPMs com policiais militares realizando o patrulhamento preventivo sempre no mesmo setor ou subsetor, de tal forma a se aproximar das pessoas, conhecê-las e fazer-se conhecer, proporcionando, assim, uma atuação direcionada aos problemas locais. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-80 60% ou menos Semestral DotProject RPM - ; - Projeto (RPM) 1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.2. Respostas às emergências (40%) 1.2.2.1. Garantia de atendimento no 190 (30%) Garantir que as ligações realizadas ao telefone de emergência 190 serão atendidas na primeira tentativa. Percentual das ligações realizadas ao telefone de emergência 190, nas CREs, que são atendidas na primeira tentativa (não dão sinal de ocupado e nem tocam até encerrar a ligação). DE N5 180 100% BOM N4 100 90% N3 70 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos Sistema Asterisk Coordenação das CREs - ; - Projeto (CRE para CRE com desempenho abaixo do neutro) Quadro 107 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Resposta às emergências/ Garantia de atendimento à comunidade no 190 Quadro 106 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Ações de prevenção/ Patrulhamento preventivo/ Responsabilidade territorial. 184 185
186 187
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.2. Respostas às emergências (40%) 1.2.2.2. Celeridade no atendimento no 190 (25%) Garantir que o cidadão inicie seu contato com o atendente na central de emergência 190 no menor tempo possível. Percentual de ligações ao telefone de emergência 190 que são atendidas em até 5 segundos, nas CREs. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-80 60% ou menos Sistema Asterisk Coordenação das CREs - ; - Projeto (CRE para CRE com desempenho abaixo do neutro) Quadro 108 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Resposta às emergências/ Celeridade do atendimento no 190. 188 189
1. SOCIEDADE E CIDADÃOS (55%) 1.2 Prestação de Serviço (40%) 1.2.2. Respostas às emergências (40%) 1.2.2.3. Garantia de atendimento no local dos fatos (45%) Garantir que as Guarnições PM compareçam no local dos fatos nas solicitações de atendimento relacionadas a crime, contravenção, averiguação de atitude suspeita e acidente de trânsito. Percentual das solicitações de atendimento relacionadas a crime, contravenção, averiguação de atitude suspeita e acidente de trânsito em que uma Guarnição PM esteve no local dos fatos. DE N5 180 100% BOM N4 100 90% N3 70 80% NEUTRO N2 0 70% N1-100 60% ou menos SADE RPM Quadro 109 - Sociedade e cidadãos/prestação de Serviço/Resposta às emergências/ Garantia de atendimento no local dos fatos. 190 191
2. POLICIAIS MILITARES 2.1. Condições pessoais de trabalho 192 193
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.1 Condições pessoais de trabalho (35%) 2.1.1. Assistência à saúde (35%) 2.1.1.1. Prevenção ao uso indevido de drogas (55%) Prevenir o uso/abuso de drogas lícitas e ilícitas por policiais militares, buscando minimizar os fatores de risco e ampliar os fatores de proteção. Percentual de incidência identificada de dependência química entre policiais militares em relação aos índices preconizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). DE N6 180 2% ou menos BOM N5 100 4% N4 40 6% NEUTRO N3 0 8% N2-60 10% (nível de incidência máximo em uma população, preconizado pela OMS) N1-100 12% ou mais N1-100 12% ou mais Semestral Sistema de recursos humanos DSPS - - Projeto (DSPS - com desempenho abaixo do neutro) Chefia do EMG/PM-1 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2. Condições pessoais de trabalho (35%) 2.1.1. Assistência à saúde (35%) 2.1.1.2. Atenção e reinserção social de dependetes químicos (45%) Garantir a atenção e reinserção social de policiais militares dependentes químicos em drogas lícitas ou ilícitas, e respectivos familiares Percentual dos policiais militares identificados como usuários dependentes químicos em drogas lícitas ou ilícitas, encaminhados para tratamento pela corporação. DE N5 125 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-80 60% ou menos Semestral Relatórios de encaminhamento DSPS - ; - Projeto (DSPS com desempenho abaixo do neutro) Chefia do EMG/PM-1 Quadro 111 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho / Assistência a saúde/ Atenção e reinserção social de dependentes químicos. Quadro 110 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho/assistência a saúde / Prevenção ao uso indevido de drogas. 194 195
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2. Condições pessoais de trabalho (30%) 2.1.2. Condições Físicas e Psicológicas (45%) 2.1.2.1. Capacidade Física (45%) Aprimorar a capacidade física dos policiais militares. Desenvolvimento de programa institucional de atividade física para os policiais militares e avaliação do condicionamento físico dos policiais militares pela corporação. DE REFERÊNCIA DE N4 150 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-80 Desenvolvimento de programa institucional de atividade física para os policiais militares e avaliação do condicionamento físico dos policiais militares. Desenvolvimento de programa institucional de atividade física para os policiais militares, mas não há avaliação do condicionamento físico dos policiais militares. Não há um programa institucional de atividade física para os policiais militares, mas é realizada avaliação do condicionamento físico dos policiais militares. Não há um programa institucional de atividade física para os policiais militares e nem avaliação do condicionamento físico dos policiais militares. Semestral Relatórios da DSPS DSPS - ; - Projeto (DSPS) Chefia do EMG/PM-1 Quadro 112 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho/ Condições físicas e psicológicas/capacidade física. 196 197
2. POLICIAIS MILITARES 2.2. Suporte organizacional 198 199
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2. Condições pessoais de trabalho (30%) 2.1.2. Condições Físicas e Psicológicas (45%) 2.1.1.2. Condições Psicológicas (55%) Reduzir o número de afastamentos por transtornos mentais e comportamentais e a morbidade decorrente do estresse profissional e pós-traumático nos policiais militares ativos. Percentual do efetivo afastado em LTS (Licença para Tratamento de Saúde) relativa ao Código F (Transtornos Mentais e Comportamentais) do CID 10 (Código Internacional de Doenças). DE N4 150 1% ou menos BOM N3 100 3% NEUTRO N2 0 5% N1-80 7% ou mais Sistema de Recursos Humanos DSPS - ; - Projeto (DSPS com desempenho abaixo do neutro) Chefia do EMG/PM-1 Quadro 113 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho/ Condições físicas e psicológicas/condições psicológicas. 200 201
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2. Condições pessoais de trabalho (30%) 2.1.3. Valorização profissional (20%) Ampliar o VALOREM para as atividades administrativas e para as unidades especializadas e de apoio. Ampliação do VALOREM para as atividades administrativas e para as unidades especializadas e de apoio. DE REFERÊNCIA DE 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2. Condições pessoais de trabalho (30%) 2.1.3. Valorização profissional (20%) Ampliar o VALOREM para as atividades administrativas e para as unidades especializadas e de apoio. Ampliação do VALOREM para as atividades administrativas e para as unidades especializadas e de apoio. DE REFERÊNCIA DE N4 150 O VALOREM é aplicado nas atividades administrativas e nas unidades especializadas e de apoio. N4 150 O VALOREM é aplicado nas atividades administrativas e nas unidades especializadas e de apoio. BOM N3 100 O VALOREM é aplicado nas atividades administrativas e não é aplicado nas unidades especializadas e de apoio. BOM N3 100 O VALOREM é aplicado nas atividades administrativas e não é aplicado nas unidades especializadas e de apoio. NEUTRO N2 0 O VALOREM não é aplicado nas atividades administrativas e é aplicado nas unidades especializadas e de apoio. NEUTRO N2 0 O VALOREM não é aplicado nas atividades administrativas e é aplicado nas unidades especializadas e de apoio. N1-80 O VALOREM não é aplicado nas atividades administrativas e nem nas unidades especializadas e de apoio. N1-80 O VALOREM não é aplicado nas atividades administrativas e nem nas unidades especializadas e de apoio. Relatório da PM-1 Relatório da PM-1 EMG/PM-1 EMG/PM-1 - ; - Projeto (PM-1) - ; - Projeto (PM-1) Chefia do EMG Chefia do EMG Quadro 114 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho/ Valorização profissional. Quadro 114 Policiais Militares/Condições pessoais de trabalho/ Valorização profissional. 202 203
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (35%) 2.2.1.1 Inclusão de policiais militares (50%) Possuir o número de policiais militares adequado às demandas sociais por segurança pública. Número de policiais militares em serviço ativo. DE N5 200 15.000 ou mais BOM N4 100 14.000 N3 70 13.000 NEUTRO N2 0 12.000 N1-100 11.000 ou menos - Sistema de Recursos Humanos EMG/PM-1 - - Projeto (PM-1) Chefia do EMG Quadro 115 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/inclusão de policiais militares. 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (35%) 2.2.1.2 Servidores civis da Polícia Militar (18%) Alterar o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar, ampliando o quantitativo e o número de funções exercidas. Alteração da legislação que regula o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar, ampliando o quantitativo e o número de funções exercidas. DE N5 133 BOM N4 100 N3 70 NEUTRO N2 0 N1-60 Semestral Relatório da PM-1 EMG/PM-1 Legislação que altera o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar sancionada. Proposta da legislação que altera o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar encaminhada pelo Governador do Estado à ALESC. Proposta da legislação que altera o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. Proposta da legislação que altera o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar encaminhada ao Secretário da SSP. Nenhuma medida para alterar o Quadro de Servidores Civis da Polícia Militar foi adotada. - - Projeto (PM-1) Chefia do EMG Quadro 116 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/servidores civis da Polícia Militar 204 205
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (35%) 2.2.1.3. Guarnição mínima (13%) Garantir um número mínimo de policiais militares por município, adequado ao desempenho das atividades básicas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Percentual dos municípios catarinenses que possuem, no mínimo, 09 policiais militares. DE N5 140 100% BOM N4 100 90% N3 50 80% NEUTRO N2 0 70% N1-70 60% ou menos Semestral Sistema de recursos humanos EMG/PM-1 - - Projeto (PM-1) Chefia do EMG Quadro 117 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/guarnição mínima. 206 207
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (35%) 2.2.1.4. Movimentação (8%) Estabelecer critérios objetivos para a movimentação de policiais militares. Legislação estabelecendo critérios objetivos para a movimentação de policiais militares. DE N4 133 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-60 Legislação sobre a movimentação de policiais militares sancionada. Proposta de legislação sobre a movimentação de policiais militares encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. Proposta legislação sobre a movimentação de policiais militares encaminhada ao Secretário da SSP. Nenhuma medida para regular a movimentação dos policiais militares foi adotada. Relatório da PM-1 EMG/PM-1 - - Projeto (PM-1) Chefia do EMG Quadro 118 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/movimentação. 208 209
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (135%) 2.2.1.5. Disciplina (11%) 2.2.1.5..1 Regulamento disciplinar (60%) Modernizar e adequar o regulamento disciplinar a realidade atual da corporação. Alteração do regulamento disciplinar. DE N4 180 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-80 Relatório da PM-1 Corregedoria Geral Legislação instituindo o novo regulamento disciplinar editada. Proposta de alteração do regulamento disciplinar e minuta da legislação encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. Proposta alteração do regulamento disciplinar e minuta da legislação encaminhada ao Secretário da SSP.. Nenhuma medida para alterar o regulamento disciplinar foi adotada. - - Projeto (Corregedoria Geral) Chefia do EMG/PM-1 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.1 Efetivo (35%) 2.2.1.5 Disciplina (11%) 2.2.1.5.2 Correição preventiva (40%) Desenvolver ações de correição que previnam desvios de conduta de policiais militares ou os identifiquem em estágio inicial. Percentual de OPM de nível BPM/Gu Esp PM em que a Corregedoria Geral desenvolveu ações de correição preventiva. DE N5 133 100% BOM N4 100 80% N3 30 60% NEUTRO N2 0 40% N1-60 20% ou menos Corregedoria Geral Relatório de correição preventiva - - Projeto (Corregedoria Geral) Chefia do EMG/PM-1 Quadro 120 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/disciplina/correição preventiva. Quadro 119 Policiais Militares/Suporte organizacional/efetivo/disciplina/regulamento disciplinar. 210 211
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.2. Recursos materiais (15%) 2.2.2.1. Fardamento (15%) 2.2.2.1.1. Regulamento de uniformes (30%) Rever o regulamento de uniformes, adequando o fardamento ao princípio de proximidade policial, a natureza do serviço e a região em que é utilizado. Elaboração do novo regulamento de uniformes, adequando o fardamento ao princípio de proximidade policial, a natureza do serviço e a região em que é utilizado. DE BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-60 Novo regulamento de uniformes da PMSC é aprovado. Proposta do novo regulamento de uniformes é apresentada pela comissão ao Comandante-Geral. Nenhuma ação foi desenvolvida para construir o novo regulamento de uniforme. Relatório da PM-4 EMG/PM-4 - - Projeto (PM-4) Chefia do EMG Quadro 121 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos materiais/ Fardamento/Regulamento de Uniformes.. 212 213
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.2. Recursos materiais (15%) 2.2.2.1. Fardamento (70%) 2.2.2.1.2. Reposição de fardameneto (60%) Garantir a adequada reposição das peças de fardamento de acordo com o seu uso e durabilidade. Consecução de estudo que consolide as formas mais adequadas para reposição das peças de fardamento de acordo com o seu uso e durabilidade. DE Comandante-Geral decide qual encaminhamento dará acerca das formas mais adequadas para N4 160 reposição das peças de fardamento de acordo com o seu uso e durabilidade. Estudo é apresentado pela comissão ao Comandante-Geral. BOM N3 100 Instituída comissão para estudar as formas mais adequadas para NEUTRO N2 0 reposição das peças de fardamento de acordo com o seu uso e durabilidade. N1-60 Nenhum estudo foi desenvolvido. Relatório PM-4 EMG/PM-4 - - Projeto (PM-4) Chefia do EMG 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.2. Recursos materiais (15%) 2.2.2.2. Tecnologia embarcada (30%) Ampliar a instalação de kits de tecnologia embarcada em viaturas, no sentido de ofertar informações qualificadas em tempo real e o registro dos atendimentos realizados. Percentual das viaturas operacionais com kit de tecnologia embarcada instalado. DE N5 140 100% BOM N4 100 80% N3 60 60% NEUTRO N2 0 40% N1-80 20% ou menos Semestral Relatório da PM-3 EMG/PM-3 - - Projeto (PM-3) Chefia do EMG Quadro 123 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos materiais/tecnologia embarcada Quadro 122 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos materiais/fardamento/reposição 214 215
216 217
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.1. Descentralização de recursos internos (10%) Promover a descentralização de crédito orçamentário do Fundo de Melhoria da Polícia Militar para os Comandos Regionais, objetivando a responsabilidade solidária na execução dos programas e ações da Polícia Militar, com parte das despesas de manutenção das OPM sendo administradas diretamente pelos Comandantes de Região de Polícia Militar. Percentual de RPM efetivadas como unidade gestora do crédito orçamentário descentralizado do Fundo de Melhoria da Polícia Militar FUMPOM DE N5 133 100% BOM N4 100 80% N3 30 60% NEUTRO N2 0 40% N1-60 20% ou menos Relatório da PM-6 EMG/PM-6 - - Projeto (PM-6) Chefia do EMG Quadro 124 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/fumpom 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.2. Captação de recursos financeiros (30%) Institucionalizar a elaboração de projetos na Corporação, com o objetivo de captar recursos orçamentários e extraorçamentários. Estrutura para gestão de projetos na corporação e padronização de projetos (Fontes de recursos prospectadas e modelos de projetos adequados a cada fonte financiadora) DE N4 140 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-60 Relatório da PM-6 EMG/PM-6 Ter Escritório de Projetos e ter projetos padronizados. Ter Escritório de Projetos e não ter projetos padronizados. Não ter Escritório de Projetos e ter projetos padronizados sob a gestão da PM-6. Não ter Escritório de Projetos e não ter projetos padronizados. - - Projeto (PM-6) Chefia do EMG Quadro 125 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/ Captação de recursos/projetos. 218 219
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.3. Custeio (60%) 2.2.3.3.1 Manutenção de frota (45%) Reduzir o custeio com as despesas decorrentes da manutenção da frota. Variação percentual do gasto total com manutenção da frota, em relação ao semestre anterior. DE N7 180-40% ou menos N6 140-30% BOM N5 100-20% N4 40-10% NEUTRO N3 0 0% N2-50 10% N1-80 20% ou mais Semestral Sistema de Compras DALF RPM CPME Órgãos de direção setorial Chefia do EMG/PM-6 Quadro 126 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/ Custeio/Manutenção da frota. 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.3. Custeio (60%) 2.2.3.3.2. Água (5%) Reduzir o custeio com as despesas decorrentes do consumo de água (conta pública). Variação percentual do gasto total com água (conta pública), em relação ao semestre anterior. DE N7 180-40% ou menos N6 140-30% BOM N5 100-20% N4 40-10% NEUTRO N3 0 0% N2-50 10% N1-80 20% ou mais Semestral Sistema de Compras DALF RPM CPME Órgãos de direção setorial Chefia do EMG/PM-6 Quadro 127 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/custeio/água. 220 221
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.3. Custeio (60%) 2.2.3.3.3. Energia Elétrica (10%) Reduzir o custeio com as despesas decorrentes do consumo de energia elétrica. Variação percentual do gasto total com energia elétrica, em relação ao semestre anterior. DE N7 180-40% ou menos N6 140-30% BOM N5 100-20% N4 40-10% NEUTRO N3 0 0% N2-50 10% N1-80 20% ou mais Semestral Sistema de Compras DALF RPM CPME Órgãos de direção setorial Chefia do EMG/PM-6 Quadro 128 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/custeio/energia Elétrica. 222 223
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.3. Custeio (60%) 2.2.3.3.4. Telefonia (15%) Reduzir o custeio com as despesas decorrentes do consumo de telefonia fixa. Variação percentual do gasto total com telefonia, em relação ao semestre anterior. DE N7 180-40% ou menos N6 140-30% BOM N5 100-20% N4 40-10% NEUTRO N3 0 0% N2-50 10% N1-80 20% ou mais Semestral Sistema de Compras DALF RPM CPME Órgãos de direção setorial Chefia do EMG/PM-6 Quadro 129 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/custeio/telefonia. 224 225
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.3. Recursos financeiros (20%) 2.2.3.3. Custeio (60%) 2.2.3.3.5. Alimentação (25%) Reduzir o custeio com as despesas de alimentação. Variação percentual do gasto total com alimentação, em relação ao semestre anterior. DE N7 180-40% ou menos N6 140-30% BOM N5 100-20% N4 40-10% NEUTRO N3 0 0% N2-50 10% N1-80 20% ou mais Semestral Sistema de Compras DALF RPM CPME Órgãos de direção setorial Chefia do EMG/PM-6 Quadro 130 Policiais Militares/Suporte organizacional/recursos financeiros/custeio/alimentação. 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.4. Capacitação (5%) 2.2.4.1. Sistema de Ensino (40%) Formalizar o sistema de ensino da Polícia Militar de Santa Catarina. Aprovação da lei de ensino da Polícia Militar de Santa Catarina. DE N4 160 Lei de ensino sancionada. BOM N3 100 Proposta de lei de ensino encaminhada pelo Governado do Estado à ALESC. NEUTRO N2 0 Proposta de lei de ensino encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. N1-40 Proposta de lei de ensino encaminhada ao Secretário da SSP. Relatório da PM-1 DIE Projeto (DIE) Chefia do EMG/PM-1 Quadro 131 Policiais Militares/Suporte organizacional/capacitação/sistema de Ensino 226 227
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.4. Capacitação (5%) 2.2.4.2. Ensino Superior (60%) Consolidar o Centro de Ensino da Polícia Militar CEPM como uma Instituição Superior de Ensino. Conceito final do CEPM no instrumento de avaliação do Conselho Estadual de Educação. DE N5 140 5 BOM N4 100 4 NEUTRO N3 0 3 N2-50 2 N1-80 1 Semestral Relatório da DIE com base em autoavaliação DIE Chefia do EMG/PM-3 Quadro 132 Policiais Militares/Suporte organizacional/capacitação/ Formação Profissional e aperfeiçoamento 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.5. Gestão do Conhecimento (10%) 2.2.5.1. Inteligência de Segurança Pública (30%) Criar o Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC, como um núcleo de pesquisa, monitoramento, análise de inteligência, e interpretação dos fenômenos que permeiam a segurança pública. Implementação do Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC, como um núcleo de pesquisa, monitoramento, análise de inteligência, e interpretação dos fenômenos que permeiam a segurança pública. DE REFERÊNCIA DE N4 150 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-80 Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC é implementado. Comandante-Geral aprova a criação do Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC. Proposta de criação do Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC é apresentado pela comissão ao Comandante-Geral. Nenhuma medida para a criação do Observatório de Inteligência de Segurança Pública da PMSC foi desenvolvida. Relatório da ACI ACI Projeto ACI Chefia do EMG/PM-3 Quadro 133 Policiais Militares/Suporte organizacional/inteligência de segurança pública 228 229
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.5. Gestão do Conhecimento (10%) 2.2.5.2. Revisão Doutrinária (70%) Estabelecer um novo conjunto de diretrizes organizacionais adequadas ao momento atual da corporação. Construção do novo conjunto de diretrizes organizacionais. DE REFERÊNCIA DE N4 160 BOM N3 100 NEUTRO N2 0 N1-40 Comandante-Geral aprova as novas diretrizes organizacionais. Proposta das novas diretrizes organizacionais é apresentada pela comissão ao Comandante-Geral. Instituída comissão para construir o novo conjunto de diretrizes organizacionais. Nenhuma ação foi desenvolvida para construção do novo conjunto de diretrizes organizacionais. Relatório da PM-3 EMG/PM-3 Projeto (PM-3) Chefia do EMG/PM-3 Quadro 134 Policiais Militares/Suporte organizacional/revisão Doutrinária 230 231
2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.6. Aprimoramentos organizacionais (15%) 2.2.6.1. Estrutura Organizacional (85%) Aprovar e implementar a nova organização básica da Polícia Militar e iniciar sua implementação. Aprovação e implementação da nova organização básica da PMSC e início de sua implementação. DE REFERÊNCIA DE N7 200 BOM N6 100 N5 75 Início da implementação da nova LOB. Decreto de regulamentação da LOB editado pelo Governador do Estado. Proposta de decreto de regulamentação da LOB encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. N4 37 Proposta de decreto de regulamentação da LOB encaminhada ao Secretário da SSP. NEUTRO N3 0 Nova LOB sancionada. N2-50 Proposta da nova LOB encaminhada pelo Governador do Estado à ALESC. N1-100 Proposta da nova LOB encaminhada pelo Secretário da SSP ao Governador do Estado. 2. POLICIAIS MILITARES (45%) 2.2 Suporte Organizacional (70%) 2.2.6. Aprimoramentos organizacionais (15%) 2.2.6.2. Processos Administrativos (15%) Estabelecer a gestão por processo nos órgãos de direção setorial. Número de órgãos de direção setorial que tem seus processos mapeados, descritos formalmente e implementados no SGP-e. DE REFERÊNCIA DE N6 150 5 BOM N5 100 4 N4 50 3 NEUTRO N3 0 2 N2-50 1 N1-100 0 Relatório da PM-3 EMG/PM-3 Projeto (PM-3) Chefia do EMG Quadro 136 Policiais Militares/Suporte organizacional/gestão por processo Relatório da PM-1 Gabinete do Comando Geral Chefia do EMG/PM-1 Quadro 135 Policiais Militares/Suporte organizacional/estrutura Organizacional 232 233
CONTRIBUIÇÃO RELATIVA DOS S NA AVALIAÇÃO GLOBAL DO PLANO DE COMANDO Após a definição das taxas de substituição que seguem expressas nos quadros apresentados na seção 5 deste anexo foi possível aferir a contribuição relativa de cada critério na avaliação global do plano estratégico, cujos valores seguem expressos no Quadro 137, e, por consequência, o rol de prioridades do Comando Geral. Nº CONTRIBUIÇÃO NA AVALIAÇÃO GLOBAL 1 1.1.1.4. Roubo 5,94% 2 1.1.1.5. Furto 5,64% 3 2.2.1.1. Inclusão de policiais militares 5,51% 4 1.1.1.1. Letalidade violenta 5,05% 5 1.1.1.2. Tentativa de homicídio e de latrocínio 4,16% 6 1.2.1.4.1. ROCAM 4,16% 7 2.2.6.1. Estrutura Organizacional 4,02% 8 1.2.2.3. Garantia de atendimento no local dos fatos 3,96% 9 1.2.1.1. PROERD 3,96% 10 2.1.2.2. Condições psicológicas 3,34% 11 1.1.1.7. Tráfico e posse de drogas 2,97% 12 1.1.1.8. Posse ou porte ilegal/irregular de arma de fogo 2,97% 13 2.1.2.1. Capacidade física 2,73% 14 2.1.3. Valorização profissional 2,70% 15 1.2.2.1. Garantia de atendimento no 190 2,64% 16 2.1.1.1. Prevenção ao uso indevido de drogas 2,60% 25 1.1.1.3. Lesão corporal 1,49% 26 1.1.1.6. Perturbação do trabalho e sossego alheio 1,49% 27 2.2.1.3. Guarnição mínima 1,43% 28 2.2.2.2. Tecnologia embarcada 1,42% 29 1.2.1.3.2. Atendimento pós-crime 1,06% 30 2.2.2.1.1. Regulamento de uniformes 0,99% 31 1.1.2.1. Redução dos acidentes de trânsito em rodovias estaduais 0,99% 32 2.2.3.3.5. Alimentação 0,95% 33 2.2.4.2. Ensino superior 0,95% 34 2.2.5.1. Inteligência de segurança pública 0,95% 35 1.2.1.3.3. Vistoria de segurança em locais de eventos 0,92% 36 1.2.1.4.2. Setorização 0,89% 37 1.2.1.4.3. Responsabilidade territorial 0,89% 38 2.2.1.4. Movimentação 0,88% 39 2.2.1.5.1. Regulamento disciplinar 0,73% 40 2.2.6.2. Processos administrativos 0,71% 41 1.2.1.2. Mediação de conflitos 0,66% 42 1.2.1.3.1. Visitas preventivas residenciais e comerciais 0,66% 43 2.2.3.1. Descentralização de recursos internos 0,63% 44 2.2.4.1. Sistema de ensino 0,63% 45 2.2.3.3.4. Telefonia 0,57% 46 2.2.1.5.2. Correição preventiva 0,49% 47 2.2.3.3.3. Energia elétrica 0,38% 48 2.2.3.3.2. Água 0,19% Quadro 137 Contribuição relativa dos objetivos na avaliação global do plano estratégico (continuação). 17 2.2.2.1.2. Reposição do fardamento 2,32% 18 1.1.2.2. Redução das mortes em acidentes de trânsito nas rodovias estaduais 2,31% 19 2.2.5.2. Revisão doutrinária 2,21% 20 1.2.2.2. Celeridade no atendimento no 190 2,20% 21 2.1.1.2. Atenção e reinserção social de dependentes químicos 2,13% 22 2.2.1.2. Servidores civis da Polícia Militar 1,98% 23 2.2.3.2. Captação de recursos 1,89% 24 2.2.3.3.1. Manutenção da frota 1,70% 234 235
236 237
EQUIPE DE TRABALHO TEN CEL TÉRCIA MARIA FERREIRA DA CRUZ TEN CEL SIDNEI SCHMIDT TEN CEL QUIRINO HAWERROTH FILHO TEN CEL JOEL ALVES TEN CEL RICARDO ELÓI ESPÍNDOLA TEN CEL JÚLIO CÉSAR PEREIRA MAJ NILTON SILVEIRA MAJ JORGE EDUARDO TASCA MAJ LUCIANO GABRIEL THIELE MAJ SANDRO NUNES MAJ MAURÍCIO COELHO DA SILVA MAJ CARLSBAD VON KNOBLAUCH CAP WOLDEMAR DEOCLECIANO MEDEIROS KLAES CAP JOAMIR ROGÉRIO CAMPOS PROJETO GRÁFICO EDUARDO JUFFERNBRUCH EKERMANN DIAGRAMAÇÃO EDUARDO JUFFERNBRUCH EKERMANN FOTOGRAFIA SUBTENENTE SAULO ALMEIDA BATISTA 1º SARGENTO AURÉLIO DE OLIVEIRA CABO ERIELES PIRES DOS SANTOS VIRÍSSIMO CABO PAULO SANTANA SOLDADO ANALU KONIUCHOWICZ SOLDADO VINICIUS ANTUNES DOS SANTOS FERNANDO MENDES ARQUIVO CCS AGENTE TEMPORÁRIA DANDARA LIMA 238 239
240