Informando sobre a Depressão Pós-Parto Katia Adriana Padilha Pessôa 1 Resumo: O presente relato vem destacar as características sintomáticas da depressão pós-parto, assim como seus fatores de risco e prevalência, tendo como objetivo informar a quem possa interessar-se, sobre as implicações desta para a mãe e para o bebê tendo em vista o impacto causado na interação mãe bebê, assim como refletir sobre o papel da rede de apoio e dos profissionais que atuam junto às mães e bebês. Palavras-chave: Depressão pós-parto; Fatores de risco; Prevalência da DPP; Interação mãe/bebê. Abstract: This report is to highlight the symptomatic characteristics of postpartum depression, as well as their risk factors and prevalence, aiming to inform those who might be interested, about the implications of this for the mother and the baby in view of the impact caused the mother infant interaction, as well as reflect on the role of the support network and the professionals who work with mothers and babies. Keywords: Postpartum depression; Risk factors; Prevalence of DPP; Mother / infant interaction. 1. INTRODUÇÃO A depressão pós-parto (DPP) é um acometimento que tem sido foco de investigação devido aos fatores de risco e forma de prevalência (ZINGA; PHILLIPS; BORN, 2005); repercussão no desenvolvimento infantil; disponibilidade emocional materna (FONSECA; SILVA; OTTA, 2010); impacto na interação mãe/bebê (SCHWENGBER; PICCININI, 2003); além de transtornos psiquiátrico decorrentes da DPP (CANTILINO, ZAMBALDI, SOUGEY; RENNÓ JR, 2010). Desta forma, relacionar a DPP a esses fatores é o intuito deste relato, fazendo uma busca pelo que a literatura tem referido a este tema. Considerar o tema em questão relevante, levando-o a debate e conhecimento de um número maior de pessoas é importante, pois segundo pesquisas realizadas por Zinga, Phillips e Born (2005) das 25% a 35% das mulheres que relatam sintomas depressivos durante e pós a gravidez, 20% são diagnosticadas com o Transtorno de Depressão Pós- Parto. O Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DSM-V), refere que 50% dos casos em que se constata a depressão com início no periparto, os sintomas já estavam 1 Acadêmica do curso de Psicologia do Cesuca - Faculdade Inedi. Email: pessoa.katia@gmail.com.
presentes antes do parto. Discorrer sobre esse transtorno tem caráter fundamental, pois além de informar, buscará alertar para sintomas e tratamento das mulheres, assim como a promoção de atenção especial ao bebê que estará sofrendo pela ausência emocional da mãe. Procurar-se-á, no decorrer deste, caracterizar DPP, a partir de artigos já escritos a respeito do tema, além do proposto pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DSM-V). Relatar o que se tem escrito a respeito da interação mãe e bebê e repercussão no desenvolvimento infantil. Assim como fatores e prevalência da DPP. Este relato tem como objetivo oportunizar que o tema em destaque, depressão pósparto, se torne um assunto em maior debate e desta forma, com maior presença no cotidiano não só da Medicina, Psiquiatria ou Psicologia, como também das pessoas em geral, principalmente pais e mães gestantes; familiares de gestantes, e de mães com bebês recém-nascidos. 2. METODOLOGIA O método utilizado para realização deste documento foi a pesquisa bibliográfica. Tendo como metodologia de trabalho a coleta de fontes bibliográficas, onde se realizou o levantamento da bibliografia; a coleta de informações e o levantamento de dados. Na revisão da bibliografia foram selecionados nove artigos publicados em periódicos nacionais. A busca pelos textos foi realizada a partir dos seguintes termos chave: depressão pós-parto, prevalência da DPP, interação mãe/bebê. Quanto à ação, frente à bibliografia selecionada, foi feita a leitura exploratória dos artigos pesquisados; e do DSM-V. A partir desta postura exploratória, partiu-se para a leitura seletiva, tal atividade teve cunho crítico e interpretativo, buscando atender aos objetivos deste artigo. Desta forma, dos nove artigos lidos foram selecionados sete para a produção deste relato. 3. DEPRESSÃO PÓS-PARTO, O QUE É? A literatura designa depressão pós-parto (DPP) como o termo utilizado para designar qualquer episódio depressivo que ocorra nos meses que se seguem ao nascimento do bebê. Consideram dois, três e seis meses, ou até um ano, como o período em que a DPP pode ocorrer. De acordo com Cantilino, Zabaldi, Sorgey e Rennó Jr. (2010) os sintomas depressivos decorrentes do pós parto iniciam-se entre duas semanas até três meses após o parto. Acrescentam como sintomas que podem ser percebidos: o humor deprimido, a perda
de prazer e interesse nas atividades, a alteração de peso e/ou apetite, a alteração de sono, a agitação ou retardo psicomotor, a sensação de fadiga, o sentimento de inutilidade ou culpa, a dificuldade para concentrar-se e/ou tomar decisões assim como pensamentos de morte ou suicídio. Schmidt, Piccoloto e Muller (2005), assim como os autores acima, colocam a DPP como tendo seu período inicial entre a quarta e oitava semana após o nascimento do bebê, podendo ocorrer após este tempo, mas dentro do período de um ano. Acrescentam que a DPP pode persistir por mais de um ano. Os autores acrescentam sintomas físicos como dores de cabeça, dores musculares, principalmente na região das costas, erupções vaginais e dores abdominais sem causa clínicas que as atestem, como sintomas associados à depressão pós-parto, além dos sintomas psicológicos citados acima. Fazem menção ao DSM-IV, onde o Transtorno Depressivo Maior pode ter como especificador o pós-parto com início no período de até quatro semanas após o parto. Zinga et al. (2005) relatam que de acordo com estudos atuais algumas mulheres possuem maior sensibilidade a alterações hormonais. Colocam a menacme 2 como o período em que essas alterações ocorrem com maior frequência. Tais alterações ocasionam maior vulnerabilidade aos estressores psicológicos, ambientais e fisiológicos. Os autores correlacionam tais alterações com a DPP, pois consideram o parto como um período de grandes mudanças hormonais. O DSM-V caracteriza a depressão com início no periparto se os sintomas de humor ocorrerem durante a gravidez ou nas quatro semanas seguintes ao parto. As mulheres com episódios depressivos maiores no periparto com frequência têm ansiedade grave e até mesmo ataque de pânico. Estudos prospectivos demonstraram que os sintomas de humor e ansiedade durante a gravidez, bem como baby blues 3, aumentam o risco de um episódio depressivo maior no pós-parto. (DSM-V, 2014, p.188). Outro aspecto salientado pelo DSM-V são as características psicóticas que poderão levar a prática do infanticídio. Tal prática não se refere a todos os casos de DPP, mas sim aquelas com sintomas psicóticos, caracterizados por alucinações ou delírios. Outro fator destacado pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais é a recorrência de casos onde as características psicóticas ocorrem, podendo, para os partos subsequentes ocorrer entre 30% e 50% dos casos. Destaca-se, também, que os sintomas psicóticos ocorrem como maior frequência em mulheres na sua primeira gestação. 2 Período fértil, da mulher, que vai da primeira a última menstruação. 3 O Baby Blues se caracteriza por uma alteração transitória no humor da mãe que atinge de 50% a 80% das mulheres e se apresenta logo após o nascimento do bebê (entre o 3 e 5 dias após o parto) desaparecendo em poucos dias e de forma espontânea. Os sintomas mais freqüentes são tristeza, irritabilidade, ansiedade e choro, e esses sentimentos acontecem devido as rápidas alterações nos níveis hormonais, o stress do parto e a consciência da responsabilidade aumentada, pois esse é um novo papel a ser desempenhado carregado de incertezas e inseguranças. ( http://maternarvida.blogspot.com.br/2009).
4. PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO NA DPP De acordo com Cantilino et al. (2010) são fatores de risco associados à DPP: a história pessoal de depressão, os episódios depressivos ou ansiosos na gestação, os eventos de vida estressantes, a falta ou pouco suporte social e financeiro, assim como o relacionamento conjugal conflituoso. Citam, ainda, a história familiar de transtornos psiquiátricos, as características de personalidade, os padrões de cognição negativos e a baixa autoestima. Outros fatores, citados pelos autores, associados à DPP são as complicações obstétricas, os partos prematuros, os fatores culturais, história de abuso sexual ou de relação conflituosa com a mãe e a gravidez não planejada ou não desejada. Fonseca, Silva e Otta (2010) citam um estudo de Ruschi, Sun, Mattar, Chambô Filho, Zandonade e Lima (2007) referente a uma amostra brasileira, onde verificaram como fatores associados a DPP: o menor tempo de permanência das mães nas escolas, número maior de gestações, assim como maior paridade, maior número de filhos vivos e menor tempo de relacionamento com seus parceiros. Outro estudo, citado pelas autoras é o de Murray, Stanley, Hooper, King e Fiori-Cowley (1996), sobre características dos temperamentos dos bebês. Tal estudo concluiu que a recém-nascidos irritadiços e o déficit na capacidade de controle motor são fatores que podem contribuir para a DPP. Outros aspectos que podem ser considerados como fatores de risco para DPP, de acordo com Zinga et al. (2005), são: pouco cuidado pré-natal, má qualidade de sono, má alimentação, consumo de álcool e fumo, nascimento pré-termo, assim como complicações neonatais. Como prevalência de depressão na gravidez pode-se citar as pesquisas de Zinga et al. (2005). Tais autores relatam, como citado anteriormente, que 20%, das 25% a 35% das mulheres que relatam sintomas depressivos na gravidez, são diagnosticadas como tendo depressão. No mesmo estudo constataram que em relação à prevalência de transtornos de humor no período pós-parto, oito em cada dez mulheres apresentam melancolia da maternidade 4, labilidade de humor, choros momentâneos, irritabilidade e transtorno de sono. Em se persistindo esses sintomas, para além de duas semanas pós-parto, caracterizase a DPP. Outros fatores relevantes a se considerar como prevalentes quando se trata da DPP, são os citados pelo DSM-V. Sendo eles: 50% dos episódios de DPP tem seu início antes do parto; mulheres com DPP, com frequência tem ansiedade grave e ataques de pânico; o aumento de episódios de DPP estão relacionados a sintomas de humor e ansiedade; a DPP com características psicóticas pode ocorrer de 1 em 500 a 1 em 1000 partos e os riscos de recorrência de DPP que podem ocorrer entre 30 a 50% das mulheres. 4 Postpartum blues
5. DPP E A DISPONIBILIDADE EMOCIONAL MATERNA Estudos tem relacionado a DPP à disponibilidade emocional materna e a interação mãe e bebê. Zinga et al. (2005, p.57) relatam que a DPP tem sido vinculada a rupturas no funcionamento da díade mãe-bebê, tais como na atenção, na comunicação vocal e visual, menor frequência de interações que envolvem tocar e sorrir, em comparação com díades que envolvem mães não deprimidas. Schwengberg e Piccinini (2003) fazem alusão ao fato de que há evidências de que o estado depressivo da mãe poderá ter repercussão negativa no que diz respeito ao estabelecimento das interações entre a mãe e o bebê e, em consequência, no desenvolvimento emocional, afetivo, cognitivo e social do bebê e da criança, posteriormente, o que demonstra a importância de se estar alerta para os sintomas depressivos da mãe, e consequente transtorno, para que se promova uma rede de apoio que esteja assistindo e promovendo os primeiros cuidados com bebê, além da mãe. Em comparação com bebês de mães não deprimidas, os bebês de mães com DPP, são interagem responsivamente apenas na presença de condições de disponibilidade da mãe. (FONSECA et al. 2010). Zinga et al. (2005) complementa que as mães com DPP demonstram comportamentos mais invasivos e irritáveis na relação com os seus bebês e respondem de maneira menos sensível e mais negativa aos seus bebês. Spitz (1979) citado por Schwengberg e Piccinini (2003) alerta que a DPP, para o bebê, não se caracteriza como uma perda física da mãe, como quando a mãe morre. Complementa que tal perda é emocional, pois o signo identificado como mãe boa não é real. A mãe mostrando-se emocionalmente distante faz com que o bebê perca o objeto a quem se investiu afetivamente. Corroborando a ideia de que tais bebês apresentarão, no futuro, dificuldades relacionais e cognitivas. Ao analisar formas mais brandas de DPP, Schwengberg e Piccinini (2003) constaram que os bebês também são afetados, uma vez que são capazes de perceber mínimas alterações no contingente materno. Sendo assim, pode-se constatar que a DPP pode repercutir negativamente nas primeiras interações com o bebê e consequente desenvolvimento da criança. 6. A PROMOÇÃO DO BEM-ESTAR NA MÃE E O BEBÊ E A PREVENÇÃO DA DPP: antes, durante e pós-parto Pode-se verificar a partir deste estudo, a necessidade de se estar atento aos sintomas apresentados pelas mães, tanto no período gestacional, quanto no primeiro ano de vida do bebê, com especial atenção aos primeiros meses após o nascimento deste. Estudos de Fonseca et al. (2010) apontam como fator protetor o apoio social percebido pela mãe, o que além de apresentar relação positiva com a estrutura psicológica materna e com as
repostas dadas pelo bebê, funciona como fator protetor para a DPP. Cruz, Simões e Faisal- Cury destacam o suporte emocional dos familiares, em especial da mãe da gestante como fator protetor contra a DPP. Citam, ainda, o suporte emocional no momento do trabalho de parto, associando-o a redução do risco de DPP. Zinga et al. (2005) consideram que perguntas simples, feitas durante as visitas rotineiras de pré-natal podem ser eficazes para detectar mulheres em risco de DPP. Consideram que tais perguntas poderão inquerir sobre o histórico psiquiátrico pessoal e familiar, levando em consideração, principalmente histórico de alcoolismo e transtornos de humor. Schwengber e Piccinini (2003) corroboram a ideia da importância do trabalho preventivo das equipes multidisciplinares. Caracterizam que o apoio dado às mães auxiliam-nas nos casos de eventuais episódios depressivos. Salientam sobre a importância de tal apoio no que diz respeito à interação com o bebê, o que traz repercussões positivas para o desenvolvimento atual e posterior da criança. Assim como os autores acima, Schmidt et al. (2005) consideram que a detecção precoce dos sintomas e fatores de risco, adquirida através do acompanhamento das gestantes se torna relevante na prevenção da DPP. Salientam que tal acompanhamento abre a possibilidade de auxilio a mulher gestante e familiares durante a gestação e o puerpério. Citam os profissionais de saúde/educação como personagens importantes que desempenham um papel fundamental no reconhecimento, diagnóstico e encaminhamento das famílias para acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Tais procedimentos, quando realizados de forma precoce, segundo as autoras auxiliam no desenvolvimento infantil saudável. Destaca-se o trabalho de grupal realizado no Grupo de Apoio e Orientação às Mães com DPP, que aconteceu no Centro de Formação em Psicologia Aplicada, na unidade do curso de Psicologia da UCB. Azevedo e Arrais (2006) colocam que o objetivo de grupo era proporcionar as futuras mamães um espaço de escuta e apoio, onde o tema DPP fosse abordado adequadamente, buscando fornecer informações, mas principalmente permitir que as mães pudessem expressar temores e ansiedades relativas ao período que estavam vivenciando. Relatam que o trabalho realizado no grupo visava trabalhar a ideia do amor materno, como algo a ser construído paulatinamente, numa vivência de maternagem que acontece diariamente, sendo assim sujeito a oscilações, modificações, imperfeiçoes. Os resultados obtidos nesta intervenção, segundo os autores oportunizaram as mães grande alívio, pois puderam rever seus níveis de insegurança, sentimento de inadequação e expectativas referentes ao bebê e a si próprias. 7. CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluindo, ao se ter conhecimento a respeito da caracterização da DPP, seus fatores de risco e prevalência, assim como o que a DPP pode ocasionar na mãe e no bebê, abre-se um leque de possibilidades de melhor intervir e posicionar-se na tentativa de
auxiliar a mãe a enfrentar e passar por esta fase de forma a poder reestabelecer seu contato e interação com o bebê. As formas de prevenção citadas no decorrer deste relato corroboram a ideia da importância dos profissionais de saúde, num trabalho multidisciplinar, buscando intervir de forma a que a mãe perceba-se em sua singularidade, verificando sintomas que possa estar sentindo e que venham a posteriormente intervir na relação com seu bebê. Conforme se podem verificar muitos são os fatores já estudados referentes à DPP, no que se refere à prevalência da mesma, aos dados sociodemográficos, aos relacionamentos com seus pares e rede de apoio, assim como cuidados e atenção pré-natal, uso e abuso de substâncias, e relatos de episódios de ansiedade e ataques de pânico, anteriores a gestação, e que podem ser associados ao transtorno. Tendo como base esses dados fornecidos através de diversas pesquisas na área da Saúde e da Psicologia se verifica a importância do tema em questão, e se fornece um arcabouço de informações que possibilitam o conhecimento estruturado a respeito da DPP, o que ocasiona num olhar profissionalizado e particularizado sobre a mesma. Outro fator levado em consideração, neste relato, que merece destaque é o que diz respeito à interação mãe e bebê, dada a importância deste para o desenvolvimento das potencialidades do bebê e consequentemente da futura criança. Tendo em vista que para o bebê é fundamental a relação de interação com mãe, torna-se relevante e com caráter de urgência a intervenção dos profissionais que estarão atuando junto à mãe, numa visão multidisciplinar, assim como conhecimento da rede de apoio familiar e fornecimento de suportes a esta. Suportes estes que propiciem que a rede de apoio familiar possa auxiliar tanto aos profissionais quanto a mãe e o bebê. De alguma forma a ausência sentida pelo bebê, deve ser suprida até que a mãe tenha condições de dar-lhe a atenção necessária para seu pleno desenvolvimento. Finalmente, pode-se citar a importância da promoção do bem-estar da mãe e do bebê e a prevenção da DPP, através do trabalho criterioso e responsável dos profissionais que estarão atuando junto à mãe no período que antecede o nascimento do bebê. O diagnóstico e tratamento preventivos oportunizam que tanto a mãe, familiares e profissionais envolvidos possam agir de forma a promover saúde da mãe e o melhor desenvolvimento do bebê em seus mais variados aspectos. Sendo assim, espera-se que o presente trabalho cumpra seu objetivo de informar e auxiliar aqueles, que como dito anteriormente, convivem com futuras mães, estejam estas na sua primeira gestação ou já tenham sido mães, sendo eles: pais e mães gestantes; familiares de gestantes, e de mães com bebês recém-nascidos. Assim como estudantes e interessados em Psicologia ou áreas da saúde em geral. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
American Psychiatric Association. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Porto Alegre: Artmed, 2014. AZEVEDO, Katia Rosa; ARRAIS, Alessandra da Rocha. O mito da mãe exclusiva e seu impacto na depressão pós-parto. Psicologia: Reflexão e Crítica, v.19, n.2, p.269-277, 2006. CANTILINO, Amaury et al. Transtornos Psiquiátricos no pós-parto. Revista de Psiquiatria Clínica, v.37, n. 6, p. 278-284, 2010. CRUZ, Elaine Bezerra da Silva; SIMÕES, Glaucia Lucena; FAISAL-CURY, Alexandre. Rastreamento da depressão pós-parto em mulheres atendidas pelo Programa de Saúde da Família. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetricia, v.27, n.4, p.181-188, 2005. FONSECA, Vera Regina J.R.M.; SILVA Gabriela Andrade da Silva; OTTA, Emma. Depressão pós-parto e disponibilidade emocional materna. Caderno de Saúde Pública, v.26, n.4, p.738-746, 2010. SCHMIDT, Eloisa Bordin; PICCOLOTO, Neri Maurício; MULLER, Marisa Campio. Depressão pós-parto: fatores de riscos e repercussões no desenvolvimento infantil. Psico USF, v.10, n.1, p. 61-68, 2005. SCHWENGBER, Daniela Delias de Sousa; PICCININI, César Augusto. O impacto da depressão pós-parto para a interação mãe bebê. Estudos de Psicologia, v.8, n.3, p. 403-411, 2003. ZINGA, Dawn; PHILLIPS, Shauna Dae; BORN, Leslie. Depressão pós-parto: Sabemos os riscos, mas podemos preveni-la? Revista Brasileira de Psiquiatria, v.27, supl. II, p.56-64, 2005.