MINI-HP. Luís Sénica



Documentos relacionados
ASSOCIAÇÃO DE PATINAGEM DE COIMBRA. Mini-HP. Regulamento dos torneios de Mini-HP (1º Torneio Regional do Centro) Época 2015/2016

CONVÍVIO DE MINI-HÓQUEI EM PATINS REGULAMENTO. Setembro 2016 DTN Luis Sénica

MINI - HP. Projecto. Abril 2015 DTN Luis Sénica

REGULAMENTO MINI HP APA 2017/2018

DOCUMENTO ORIENTADOR MINI HP

MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 FUTSAL FEMININO REGULAMENTO

FUTSAL Aprenda a Ensinar

Nota : O Tempo de jogo pode ser reduzido em todos os escalões sempre que o nº de jogos for elevado em relação ao nº de dia de competição

ÍNDICE GIRA VOLEI REGRAS DE JOGO CAPÍTULO I FUNDAMENTOS E REGRAS DO JOGO. REGRA 1 Terreno de jogo (figs. 1 e 2) 1.1 Superfície de jogo. 1.

DOCUMENTO ORIENTADOR DO TORNEIO DE ENCERRAMENTO DE CADETES

Treinamento Físico e Técnico para Futebol

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE FUTEBOL DE 7

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL

Ano Lectivo 2009 / Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque

INFANTIS M/F ANOS NASCIMENTO: 98 (12

LDGDM- LIGA DESPORTIVA DE GONDOMAR

Leis do Jogo do IRB (Lei 3) Número de jogadores de uma equipa e as substituições permitidas

Mário Pedro Lisboa, 10 de Outubro de 1998

GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTSAL

MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 REGULAMENTO

Unidades de Formação e Cargas Horárias Xadrez - Grau I. Total 40,0 UNIDADES DE FORMAÇÃO 1. HISTÓRIA DO XADREZ 1,5 2. REGRAS DO JOGO DE COMPETIÇÃO 1,5

O uso de jogos didáticos como instrumento motivador para o ensino de química: o jogo Banco Atômico Químico Ana Beatriz Francelino Jota Universidade

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL

RESUMO DAS REGRAS DO BASQUETE. Regulamento (FIBA)

Liga CDLPC- Basquetebol - 5.º /6.º Anos

TORNEIO DE FUTSAL REGULAMENTO

Documentos de Apoio - Disciplina de Educação Física ANDEBOL. Caracterização

Regulamento Torneio Futebol Total 2016 (Futebol 7)

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL

GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL

4º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS REGRAS DE JOGO

Educação Física. Código: 28. Agrupamento de Escolas de Abação. Escola EB 2,3 Abação. Informação n.º 1. Data: 12/05/2014

INTRODUÇÃO PROTOCOLO DE JOGO

REGULAMENTO FMUC LEAGUE ÍNDICE INTRODUÇÃO. O jogo será regulamentado pelas regras oficiais do Futsal, da responsabilidade da

Serão disputadas as seguintes modalidades esportivas em formato de INTERCLASSES:

FUTEBOL. Como se define? Acção individual ofensiva de relação entre dois jogadores da mesma equipa, que permite a troca de bola entre eles.

ENSINO DA PATINAGEM. Formação Continua Desporto Escolar

Direção de Serviços do Desporto Escolar. Regulamento Específico Andebol

1º TORNEIO PATRICIUS GRANDE ESCOLHA 2013

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011

Projeto de Lecionação da Expressão e Educação Físico Motora no 1º Ciclo do Ensino Básico

3x3 Regras do Jogo Olivais Street Basket

0. Objectivo. 1. Erros no remate Ângulo de erro

INTRODUÇÃO. Em todas as situações omissas, a FGP é soberana.

REGULAMENTO ESPECÍFICO

Modelo de análise de futebol Versão 1

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL XIRA 2016

Metodologias de alinhamento PETI. Prof. Marlon Marcon

Regulamento Específico de Atletismo

GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BADMINTON

REGULAMENTO DO 13.º TORNEIO DE FUTSAL INTER-FREGUESIAS DO CONCELHO DE FERREIRA DO ZÊZERE TORNEIO PAULO CRUZ

REGULAMENTO INTERNO VOLEIBOL ATC

A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO, ACTUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO ÁRBITROS DE 2.ª CATEGORIA Futebol de 11 TESTE ESCRITO PERGUNTAS

OS FATORES QUE INFLUENCIAM O DESENVOLVIMENTO HUMANO

A organização defensiva no modelo de jogo

REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA OS ESCALÕES DE SUB-14 E DE SUB-16

Escola Básica 1,2,3/JI de Angra do Heroísmo. Critérios de Avaliação em Língua Estrangeira. (1º ciclo)

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo

REGULAMENTO ESPECÍFICO

TESTES DE HABILIDADES TÉCNICAS: THT

TAG-RUGBY REGULAMENTO DOS TORNEIOS. 1. Organização dos Torneios 2. Leis de Jogo 3. Arbitragem 4. Deveres e Tarefas das Escolas 5.

Regras Oficiais de Basquetebol 2004

Cascais com Rugby Projeto para escolas do 1ºCiclo Ano Letivo 2013/2014. Projeto Cascais com Rugby, nas escolas do 1º Ciclo

As aulas teóricas serão realizadas no Auditório da Sede da AFVR e as práticas em campos a definir.

Regulamento do II Torneio de Futebol de Sete Inter-Freguesias, concelho de Caminha

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA

CRAS Centro de Referência de Assistência Social. Coordenadores, Assistentes Sociais, Técnicos. (Organização)

Regulamento Específico. Handebol

ALLISON CAMILA GILSON Bolsistas PIBID/UFPR/CAPES Educação Física 2014

Programa de Matemática 2º ano

EDUCAÇÃO FÍSICA 3 ANO

ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR

REGULAMENTO ESPORTIVO FUTSAL 2014 REGIÕES

FEDERAÇÃO DE GINÁSTICA DE SANTA CATARINA

EDUCAÇÃO FÍSICA 2016

REGULAMENTO OFICIAL EVENTO JOGOS DE VERÃO ARCO/SPM 2016 CATEGORIA FUTEBOL DE AREIA

O ABC do Futebol. Aprender a jogar Futebol a brincar PROJECTO DE INICIAÇÃO AOS FUNDAMENTOS DAS HABILIDADES MOTORAS GERAIS

Instituto Federal do Maranhão IFMA Campus imperatriz

Salientamos que o texto tem a anuência do Diretor de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol de Salão CBFS. ALTERAÇÕES

A cultura de uma escola fornece as disposições organizacionais que a mantêm unida e lhe dão poder como entidade social.

REGULAMENTO DO I TORNEIO DE SUECA TERRAFLOR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE MATEMÁTICA

Introdução. Em todas as situações omissas, a FGP é soberana.

A f e r i ç ã o da Qu a l i d a d e de Se r v i ç o

Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo

REGULAMENTO Campeonato Nacional da III divisão de Futsal

ATIVIDADES FÍSICAS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: sugestões

Entrevista a Diogo Carvalho

Escola Básica 2,3 Pêro de Alenquer Ano letivo 2015/16 Disciplina: Educação Física, prova escrita e prática Ano de escolaridade: 9º ano

Transcrição:

MINI-HP Luís Sénica

O QUE É O MINI HP? FILOSOFIA Prazer e benefícios formativos são o principal foco para o MINI-HP. Pretende-se promover valores educacionais e recreativos/competitivos através da prática do MINI-HP. Incentivar um ambiente competitivo em que as crianças podem aprender as habilidades básicas, sem as distrações que são frequentemente associadas com uma ênfase exagerada na vitória. O domínio das habilidades fundamentais e a diversão de jogar são essenciais para o desenvolvimento de um interesse ao longo da vida no hóquei.

OBJECTIVOS DO MINI - HP OBJETIVOS Introdução e experiência agradável no Hóquei em Patins; Proporcionar um ambiente saudável para diversão e aprendizagem; Ensinar as habilidades fundamentais básicas; Participação, diversão e desenvolvimento de habilidades; Desenvolvimento da comunicação a nível da aprendizagem dos jogadores; Introdução ao jogo.

VANTAGENS DO MINI - HP Aprende A Jogar Através do Mini-HP, baseia-se num modelo de jogo simplificado e de espaço reduzido, projectado para possibilitar a prática do Hóquei em Patins a todas as crianças nele envolvido. As regras permitem que as crianças possam desenvolver as habilidades do Hóquei em Patins num ambiente que promove a diversão, a aprendizagem, a participação de todos, e o desenvolvimento físico e mental. Tem sido demonstrado que as crianças que iniciam a sua formação neste ambiente obtêm uma experiência excepcional de Hóquei em Patins.

COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? Porquê reduzir o espaço? Modificamos o espaço de jogo para existir uma adaptação ao tamanho físico das crianças que o praticam e adequado ao seu desenvolvimento cognitivo. Então quais as vantagens de jogar MINI-HP? Os principais benefícios do jogo é que ele promove a criatividade, cria um ambiente de jogo que permite o desenvolvimento, aumenta o tempo de participação, acelera o processo de aprendizagem, melhora a tomada de decisão através de execução de habilidades - lê e age mais rápido-, potencializa a aprendizagem das habilidades de desenvolvimento, cria um ambiente positivo e uma paixão para jogar.

BENEFÍCIOS DE JOGAR O MINI HP As crianças têm mais energia para aplicar as suas habilidades quando jogam numa pista mais pequena em oposição ao espaço de jogo normal; O sentimento de pertencer a uma equipa vai motivar a criança e provocar maior entusiasmo na sua participação; O jogo está mais direcionado ao seu nível etário; O jogo está cheio de acções em permanente mudança; Mais repetição/frequência das acções do jogo, menos tempo e menos espaço para pensar. As acções de tomada de decisão surgem em maior número e com maior frequência e ritmo;

BENEFÍCIOS DE JOGAR O MINI HP Mais solicitação das acções básicas de patinagem o que implica o desenvolvimento da Agilidade, Coordenação e Equilíbrio; A velocidade das situações no jogo aumenta, o que vai exigir reacções mais rápidas físicas e mentais por parte dos jogadores; As habilidades fundamentais do jogo são reforçadas através do aumento do número de acções que se produzem no jogo, desenvolvem-se mais rapidamente; A actividade de cada jogador aumenta consideravelmente;

COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? ORGANIZAÇÃO GERAL Uso mais eficiente da relação tempo/espaço; O tamanho da pista é proporcional ao tamanho dos jogadores; As balizas estão em proporção com tamanho dos jogadores; Mais tempo de prática e mais equipas dentro de um Clube.

COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? AS REGRAS BÁSICAS PARA JOGAR O MINI-HP PISTA E NÚMERO DE JOGADORES Bambis Meia Pista / 1 GR + 2 JC x 1 GR + 2 JC Benjamins Meia Pista / 1 GR + 3 JC x 1 GR + 3 JC

TABELA Uma tabela móvel situada no meio campo dividirá a pista em dois terrenos de jogo, permitindo a realização de dois jogos em simultâneo. Seja criativo a encontrar uma maneira de dividir com segurança a superfície da pista. A estrutura deve ser fácil de montar e pode ser em madeira, lona, fibra de vidro, espuma.

BALIZA Recomenda-se uso de balizas de menor dimensão, adequando-se ao desenvolvimento físico do guarda-redes, aumentando assim a possibilidade de sucesso, o que por sua vez potencializa o aumento da confiança.

EQUIPAMENTO As crianças devem usar materiais que lhes permitam alcançar o máximo divertimento e optimizar a compreensão das habilidades. Os equipamentos devem estar adaptados à sua idade. O SETIQUE Todos os jogadores devem ser incentivados a usar setiques adaptados ao seu tamanho. Alguns benefícios dessa utilização: São mais leves e por conseguinte ajudam a manter o equilíbrio; São facilitadores para a obtenção de uma boa execução motora; Permitem melhor controlo da bola.

BOLA A bola deve ser adaptada principalmente no Escalão de Bambis - Menor em tamanho e peso. Vantagens: Peso da bola mais adequado na relação peso-altura dos jogadores; Promove a técnica adequada; Promove uma melhoria na capacidade das crianças na prática do remate e do passe; Melhora a confiança.

ÁRBITRO, MESA E SUBSTITUIÇÕES ÁRBITRO No Escalão Bambis sugerimos que o Árbitro seja um treinador. No Escalão de Benjamins sugerimos um Árbitro oficial. O árbitro deverá ter uma atitude permanentemente educativa e explicativa. (Porquê, Como, Onde, Quando ). MESA Deve existir sempre um cronometrista que faz também o preenchimento da ficha de jogo. SUBSTITUIÇÕES Sugerimos a cada 2 minutos. Sugere-se a aplicação de um regime de rotação entre jogadores. Todos os jogadores cujos nomes estão na ficha de jogo têm que ser utilizados de forma uniforme.

TEMPO DE JOGO Bambis - Dois (2) períodos de oito (8) minutos. Benjamins Dois (2) períodos de dez (10) minutos Tempo Corrido. Três (3) minutos de intervalo

INÍCIO DO JOGO O jogo começa com ambas as equipas atrás das suas balizas. Ao apito do árbitro tem início o jogo e ambas as equipas devem procurar conquistar a bola que está no centro do terreno (marca da grande penalidade). Idêntico procedimento será seguido no início do segundo período.

GOLOS O Árbitro deverá sempre assinalar o golo. O jogo recomeça com bola ao centro (marca do livre directo) e a equipa que o obteve terá que se situar ao lado da sua baliza não podendo sair até que a bola esteja em movimento.

FALTAS BAMBIS O árbitro deverá assinalar o menor número possível de faltas, para que o jogo decorra de forma continua (ágil, rápido). O árbitro só deverá marcar as faltas graves, que no entanto não deverão ser transformadas em Penaltis e Livres Directos (árbitro pode parar o jogo e esclarecer a razão pelo qual marcou a falta). Se um jogador viola continuamente as regras o treinador pode substituí-lo por outro jogador. O árbitro deverá privilegiar a marcação de golpes duplos.

FALTAS BENJAMINS O árbitro deverá assinalar o menor número possível de faltas, para que o jogo decorra de forma continua (ágil, rápido). No entanto ao final de 5 faltas será acumulado um Livre Directo (executado na marca do Livre Directo com condução de bola) e assim sucessivamente, não existindo acumulação de faltas para a segunda parte. O árbitro deverá marcar as faltas graves. Todas as faltas graves consideradas como Penaltis ou Livres Directos são executadas a partir da marca do Livre Directo com condução de bola. Se um jogador viola continuamente as regras o treinador pode substituí-lo por outro jogador.

MINI-HÓQUEI

MINI-HÓQUEI

MINI-HÓQUEI