Unidade 4 Antiguidade Clássica



Documentos relacionados
História Primeiro ano do ensino médio Escola José de Anchieta Gregos

Antiguidade Clássica

ALEXA X NDR D E, E O G RANDE D

Capítulo 5 O Egito Antigo. Prof.ª Marilia C. Camillo 6.º ano História Colégio Ser! Sorocaba

1 - Dê o conceito de arte. 2 -Caracterize a escultura do Paleolítico Superior. 3 - Caracterize a pintura do Paleolítico Superior.

O mundo grego / O mundo romano / A Alta Idade Média

Grécia: berço da civilização ocidental

A Antiguidade Clássica: Grécia

FILOSOFIA - 3 o ANO MÓDULO 14 A DEMOCRACIA GREGA

Polinômios. Para mais informações sobre a história de monômios e polinômios, leia o artigo Monômios.

HISTÓRIA GERAL - HÉLADE

Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 5 o ano. 3 o bimestre

Calendários das religiões O que marca o ano 1

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

GRÉCIA ANTIGA. Prof. Júnior Soares

Feudalismo. Prof. Tácius Fernandes História

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

MESOPOTÂMIA. Corresponde hoje ao Iraque.

Resumo de Sociologia 2º ano

O iluminismo ou Século das luzes

Vias romanas mais importantes

A Civilização Egípcia

Colégio Santa Dorotéia

"As gerações futuras nos admirarão, como a presente nos admira agora... Imponentes são de fato as marcas e os monumentos que deixamos...

Prof. Osvaldo. Civilizações Escravistas da Antiguidade Clássica

Jimboê. Geografia. Avaliação. Projeto. 3 o ano. 2 o bimestre

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL

Programa de Retomada de Conteúdo

A Música Na Antiguidade

CAPÍTULO 2 A Finalidade da Ética no Mundo Contemporâneo

Estudo dirigido. 02. Relacione, por escrito, algumas características que norteiam a produção artística.

História. África: Egípcios e Reino de Cuxe

ALEXA X NDR D E, E O G RANDE D

VII. GRÉCIA: ORGANIZAÇÃO DAS CIDADES-ESTADOS

Conteúdo para recuperação do I Semestre

O Período Arcaico e Clássico da Grécia Antiga. Professor Leopoldo Gollner

DICAS DO PROFESSOR. História 6º Ano

A Grécia Atual País europeu localizado ao sul da Península Balcânica Relevo montanhoso e clima seco somente 1/3 do território pode ser usado na

3ºAno. 1.3 HISTÓRIA E GEOGRAFIA 4º período 9 de dezembro de 2015

Resumos soltos História 7.º ano. Unidade 2: Contributos das civilizações urbanas. As primeiras civilizações

PAZ TEM VOZ PAZ NA ESCOLA (O DIÁLOGO INTERRELIGIOSO)

O CRESCENTE FÉRTIL. Berço das primeiras civilizações; Atualmente engloba do Iraque até Egito; Presença de grandes rios; Terras férteis

DICAS DO PROFESSOR. História 6º Ano

A situação na região, na época, era muito precária. Havia fome, seca constante, a miséria e a violência afetava a região. A situação, somada com a

IV. GRÉCIA: FORMAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DAS CIDADES-ESTADOS

Quem é Marcos? Marcos, autor do primeiro Evangelho, vivia em Jerusalém. A mãe se chamava Maria. Em sua casa reuniam-se os cristãos da cidade.

Fonte: Atlas histórico. São Paulo: Encyclopedia Britannica, p. 16.

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

PGH 04 - TÓPICOS EM HISTÓRIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS NO BRASIL

Jean-Jacques Rousseau (1753) de Maurice Quentin de La Tour Da vontade geral surge o Estado

NOTA: AVALIÇÃO DIA 20 DE MAIO. Lista de História. P1, 2 bimestre 1ª. Série.

SOCIOLOGIA A SOCIOLOGIA EM AÇÃO

CAPITULO 11. A intervenção do Estado na Economia. Funções e organização do estado A intervenção do estado na economia

UNIDADE DATA: 01 / 12 / 2016 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE HISTÓRIA 6.º ANO/EF

O que é História? A história é uma ciência que investiga o passado para poder compreender melhor o presente.

Leitura da Bíblia. Disciplina. Instituto de Ensino Bíblico Teológico Aliança 31/03/2011

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS BARREIRO

GRUPO III 1º BIMESTRE PROVA A

Instruções. Se o Caderno estiver incompleto ou contiver imperfeição gráfica que prejudique a leitura, peça imediatamente ao Fiscal que o substitua.

A escravidão negra no sistema de ensino apostilado Aprende Brasil

Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande.

INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

Filosofia Medieval e Moderna

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA HISTÓRIA 5.º ANO/EF 2015

Banco Central anuncia novo status da dívida externa brasileira

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

História Rafael Av. Mensal 21/05/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO

TÍTULO DO PROGRAMA. Palestina Parte 1 SINOPSE DO PROGRAMA

As diferentes concepções do indígena nos livros O Selvagem e Os Assuriní do Xingu História e Arte. Universidade Federal do Pará

O FEUDALISMO. FEUDALISMO História 7º ano Colégio Ser! Sorocaba Profª Marilia C. Camillo Coltri

História das Frações

Período anterior ao aparecimento da escrita, há a.c. É dividido em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.

Grécia Antiga. Das Diásporas Gregas a Alexandre o Grande. Prof. Alan Carlos Ghedini

Contextualização histórica Grécia antiga

PARA PENSAR O ENSINO DE FILOSOFIA

Confucionismo As oito virtudes. Respeito aos outros Tolerância Perdão Fidelidade Devoção Confiança Dever Culto aos antepassados.

CURSOS Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo e Geografia

Associativismo Social

Os romanos desenvolveram uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade romana era hierarquicamente dividida, formada por

Nome: nº. Recuperação Final de História Profª Patrícia. Lista de atividades 6º ano

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO

3º Trabalho de GI Análise DFD

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 2.º ANO/EF

Independência do Brasil

O USO DE MATERIAIS CONCRETOS PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES VISUAIS E AUDITIVAS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

HISTÓRIA EM FOCO Educação orientada. Grécia.

Base da civilização ocidental. Cidadania Democracia Filosofia Geometria Teatro

ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss

DIREITO EMPRESARIAL Egito Antigo (3000 a.c): Monopólio do Estado;

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO. Número de aulas semanais 1ª 2. Apresentação da Disciplina

Império Romano e outros impérios de sua época. Profª Ms. Ariane Pereira

Caderno de Aprendizagem

Grécia Antiga Das Diásporas Gregas a Alexandre o Grande. Prof. Alan Carlos Ghedini

MUNDO GREGO MODO DE PRODUÇÃO ESCRAVISTA ANTIGUIDADE CLÁSSICA.

Hécate, a Deusa e a Empresa. A Deusa Hécate

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CASQUILHOS HISTÓRIA A - Prof. Renato Albuquerque MATRIZ DO TESTE SUMATIVO DE 11.DEZEMBRO º ANO

Aprimoramento. Prof. Osvaldo

COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO

CIVILIZAÇÃO ROMANA - LISTA DE EXERCÍCIOS

Proposta para a apresentação ao aluno. Alunos de 1ª a 4ª série

Transcrição:

Sugestões de atividades Unidade 4 Antiguidade Clássica 6 HISTÓRIA 1

Os cretenses Complete o quadro com informações sobre a história de Creta. Cidades importantes em Creta: Lenda famosa que teve sua origem em Creta: Tipos de escrita que foram utilizadas pelos cretenses: Divisão social dos cretenses: Manifestações artísticas:

Sociedade espartana Em relação à estrutura social de Esparta, ligue os grupos às informações correspondentes. periecos espartanos hilotas Dedicavam-se exclusivamente à política e à guerra. Não praticavam agricultura nem comércio. Eram escravos, reproduziam-se apenas entre eles e exerciam atividades diversas. População livre que se dedicava ao artesanato, ao comércio e à agricultura.

Guerra do Peloponeso O mapa a seguir refere-se à Guerra do Peloponeso. 40 N Mar Tirreno Sicília Siracusa MAGNA GRÉCIA Mar Adriático Córcira Mar Jônico MACEDÔNIA ÉPIRO TESSÁLIA ETÓLIA Delfos Tebas TRÁCIA AQUEIA Corinto Atenas Olímpia Égira Peloponeso Esparta Mar Egeu Lesbos Khios Bizâncio JÔNIA Éfeso Mileto Cyzicus Mar Negro N Atenas e aliados (Liga de Delos) Esparta e aliados (Liga do Peloponeso) Estados gregos neutros Campanha ateniense Campanha espartana Milos Rodes 20 L Mar Mediterrâneo Creta Cnossos 0 133 km 1 cm 133 km 1. Com suas palavras, explique o que foi a Guerra do Peloponeso. 2. Quais foram as causas dessa guerra? Explique.

Leis draconianas Segundo o Código de Leis de Drácon, escreva V nas sentenças verdadeiras e F nas falsas. 1. ( ) A sociedade ateniense foi dividida em quatro grupos, com base na renda dos cidadãos. 2. ( ) Cada pessoa podia possuir terras, sem necessidade de determinação da extensão delas. 3. ( ) Não haveria mais escravidão por dívidas. 4. ( ) Foi criado o Conselho de Bulé, do qual poderiam participar integrantes das três primeiras classes sociais. A última classe participava da Assembleia do Povo e do Tribunal Popular. 5. ( ) A sociedade ateniense foi dividida em quatro grupos, com base na idade.

Religião grega antiga Sobre a religião grega na Antiguidade, é incorreto afirmar que: 1. ( ) os gregos antigos eram monoteístas, ou seja, acreditavam na existência de apenas um deus. 2. ( ) os gregos antigos eram politeístas, ou seja, acreditavam na existência de vários deuses. 3. ( ) os gregos antigos faziam consultas aos deuses no oráculo de Delfos. 4. ( ) em homenagem aos deuses, principalmente a Zeus (deus dos deuses), os gregos criaram os Jogos Olímpicos.

Arte grega A arquitetura grega antiga apresenta três estilos diferentes: dórico, jônico e coríntio. É fácil diferenciá-los pelo capitel (parte superior) das colunas. De acordo com essas informações, identifique nas figuras abaixo cada estilo e explique como você chegou a essa conclusão. Imagem 1 Imagem 2 Alexandre Fagundes De Fagundes/Dreamstime.com Brandon Bourdages/Shutterstock Imagem 3 Panagiotis Karapanagiotis/Dreamstime.com

Helenismo Leia o texto a seguir e responda às questões. A civilização helenística Alguns nomes usados no estudo da História são criados para simplificar, mas podem confundir. Este é o caso do helenismo. Os gregos chamam-se de helenos e os estudiosos modernos utilizam o termo helenístico para referir-se à civilização que se utilizava do grego como língua oficial, a partir das conquistas de Alexandre, o Grande (336 a.c.), até o domínio romano da Grécia, em 146 a.c. Ou seja, é um termo que não se confunde com helênico, que é o mesmo que grego. Embora seja aplicado a um período de tempo relativamente curto, esse foi marcado por grandes interações culturais. Alexandre conquistou um imenso território: as cidades gregas todas, mas também o Egito, a Palestina, a Mesopotâmia, a Pérsia (Irã), chegando à Índia. Depois de sua morte prematura, o Império dividiu-se em três reinos, centrados na Macedônia, no Egito e na Mesopotâmia. A principal característica desse mundo helenístico era a convivência de inúmeros povos, com dezenas de línguas, governados por uma elite de origem macedônica e que tinha na língua grega um elemento de comunicação oficial e universal. Foram fundadas diversas cidades, como Alexandria, no Egito, que viria a se destacar por uma vida intelectual intensa. A civilização helenística baseava-se na convivência de muitos povos e as trocas culturais entre os diferentes grupos intensificaram-se de forma extraordinária. Talvez o exemplo mais conhecido e mais relevante para a história posterior do Ocidente seja a cultura judaica helenística. Em Alexandria, uma importante comunidade judaica foi estabelecida e esses judeus não apenas adotaram a língua grega, como passaram a interpretar a sua tradição religiosa à luz da Filosofia grega, antecipando o próprio cristianismo, que também faria interagir as tradições gregas e judaica. Embora houvesse conflitos entre os diversos povos, sua convivência gerou trocas culturais que viriam a gerar influências duradouras. [...] Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2007. p. 75-76. 1. Diferencie helenístico de helênico. 2. Qual era a característica principal do helenismo?

Divisão social na Roma Antiga Considerando a divisão social da população no período monárquico da Roma Antiga, complete as afirmações com os termos do quadro abaixo. escravos clientes plebeus patrícios 1. eram homens livres, mas sem direitos políticos. 2. eram pessoas recrutadas entre os derrotados de guerra. Considerados instrumentos, não tinham nenhum direito político. 3. eram cidadãos romanos que detinham o poder econômico e político. 4. eram pessoas ligadas a uma família patrícia e que se subordinavam a seu patrono, devendo segui-lo na política e na guerra. Assumiam também obrigações econômicas.

Escravidão no Império Romano O texto a seguir foi escrito pelo filósofo Sêneca, que viveu durante o governo de Nero (54 a 68 d.c.). Leia-o e responda às questões. O escravo no Império Romano Lembre-se, por favor, que o chamado escravo é um homem igual a você, vivendo sob o mesmo sol, respirando, movendo-se e sendo mortal igual a você! Durante a revolução de Mário (entre 104 e 86 a.c.), a sorte abandonou muitos nobres; alguns esperavam que o serviço militar os conduziria a altos cargos, uns foram reduzidos a pastores, outros tornaram-se posseiros no campo. Você pode desprezar a sorte de um escravo quando você pode ter o mesmo destino? Não desejo envolver-me na discussão do vosso tratamento dos escravos, que me parece demasiadamente severo, sádico e insultante. Meu conselho é simples: trate seus inferiores como desejaria ser tratado por seus superiores. Quando pensar que pode fazer o que quiser com seus escravos, lembre-se que o mesmo pode ser feito por seu senhor. Mas, você me diz, não tenho senhor. Há, ainda, uma longa vida a seguir: pode ter um, quando menos esperar. Sêneca apud Pedro Paulo Funari. Roma: vida pública e vida privada. São Paulo: Atual, 1993. p. 64. 1. Qual é a visão do autor sobre o escravizado? 2. Sêneca é favorável ao fim da escravidão? Justifique sua resposta com base nas informações sobre os romanos. 3. Qual é o conselho dado por Sêneca à elite romana?

República Romana Encontre no diagrama abaixo os termos que correspondem às frases a seguir. 1. Representante da plebe romana que trabalhava no Senado em defesa dos interesses da população. Seu objetivo era impedir o aumento dos latifúndios e garantir a posse das terras públicas a pequenos e médios proprietários. 2. Terrenos cedidos pelo governo romano aos cidadãos. Destinavam-se à formação de colônias agrárias. 3. Tribuno da plebe que foi assassinado a mando dos senadores e patrícios. 4. Lei que garantia a venda de trigo aos plebeus por preços mais baixos que os praticados no mercado. H Q N A R A R R L Q E E L U B L T R I B U N O D A P L E B E P I X S E P W E M G E F C D A Y B Q D E S G S G Z R É L X T Á É I A O T R L R E T N I Á M S R T N N E T J E Z E O Z R W L I I S H A M Q O B S I H X E Ç O G X J F R A Q A A P A V B O G T F O R S O A L N S S S Q H R R M N A G Á S N M O J A U T A G E A T Y G I E U V D V Y R C V N S J R W O U N O Á I Q H O O É A B E C L É T E L D A Y H F G H O U I A D B R U N X L E I F R U M E N T Á R I A X

Invasões Bárbaras O texto a seguir foi escrito pelo papa Gregório I (540-604) após a entrada dos povos germânicos em Roma. Leia-o e responda às questões. Por toda parte nós só vemos luto, só escutamos suspiros. Roma, outrora senhora do mundo, curva-se sob indivisível dor, sob o assalto dos bárbaros, sob a ruína de seus monumentos. Onde está o Senado? Onde está o povo? As glórias do mundo foram aniquiladas; resta apenas uma multidão miserável, exposta, todos os dias, ao gládio dos bárbaros. Que foi feito da glória de Roma? Que foi feito do seu orgulho? O Senado desapareceu, o povo pereceu, a cidade desaba sobre si mesma. São Gregório. Homilias II, 6. In: São Paulo. Secretaria de Estado da Educação. Coletânea de documentos históricos para o 1 o grau: 5 a a 8 a séries. São Paulo, 1978, p. 69. 1. A que acontecimentos o texto faz referência? 2. Como o autor do texto se posiciona diante do ocorrido? 3. Qual é a crítica do autor às instituições romanas?

Casamento na Roma Antiga Leia o texto a seguir e responda às questões. Para os romanos das classes elevadas, o casamento era um meio conveniente e eficaz de fazer uma aliança entre duas famílias. Representava geralmente uma grande vantagem política, pois os homens de cada família podiam confiar no apoio dos outros em eleições e debates. As mulheres romanas, contudo, deviam aceitar o seu papel [...]. O casamento era ainda utilizado pelos romanos como meio de transmitir propriedade e riqueza. Em alguns casamentos romanos, a rapariga e toda a propriedade que possuía passavam completamente para o controle do marido. Isto acontecia porque os homens romanos acreditavam que as mulheres necessitavam da experiência e autoridade masculinas para cuidarem delas e de seus interesses. Isto significava na realidade que uma rapariga romana passava do seu papel de filha na família do pai para o de esposa-filha na família do marido. Deste modo, um marido romano deve ter parecido mais um guarda que um ser igual. Quando uma romana casava, tinha também de parar de adorar os seus próprios antepassados (uma parte importante da religião da família romana) e prestar culto aos antecessores da família do marido como se fossem seus. [...] O casamento era o único meio legal de se ter herdeiros livres e esperava-se que as esposas romanas dessem à luz e cuidassem dos filhos. Os maridos exigiam que fossem completamente fiéis e castas para que pudessem estar totalmente certos de que os filhos eram deles. As esposas deviam, pois, cuidar do lar de forma eficiente e econômica. [...] O casamento era ainda o meio de um homem aumentar o seu estatuto social, não apenas através das ligações feitas com outras famílias nobres e importantes, mas também porque uma esposa que se comportasse de forma adequada em todas as alturas estaria a aumentar o crédito público do marido. Michael Massey. As mulheres na Grécia e Roma antigas. Trad. Maria Cândida Cadavez. Lisboa: Publicações Europa-América, 1988. p. 66-70. 1. Qual era a função política do casamento entre os romanos de classes mais altas? 2. Qual era o papel das mulheres no casamento e na sociedade de acordo com a mentalidade da época? 3. Qual era a relação entre casamento, papel da esposa e atuação pública do marido?

Gabarito Os cretenses Cidades importantes em Creta: Lenda famosa que teve sua origem em Creta: Cnossos, Malia, Kato Zacro e Faistos. Minotauro. Tipos de escrita que foram utilizadas pelos cretenses: escrita derivada dos hieróglifos, escrita Linear A e escrita Linear B. Divisão social dos cretenses: Manifestações artísticas: grandes comerciantes, artesãos camponeses e escravos. grandes construções, afrescos, pinturas de vasos e selos com personagens gravados. Sociedade espartana periecos Dedicavam-se exclusivamente à política e à guerra. Não praticavam agricultura nem comércio. espartanos Eram escravos, reproduziam-se apenas entre eles e exerciam atividades diversas. hilotas População livre que se dedicava ao artesanato, ao comércio e à agricultura. Guerra do Peloponeso 1. A Guerra do Peloponeso foi um conflito armado entre Atenas e Esparta, que aconteceu entre 431 a 404 a.c. 2. A razão fundamental da guerra foi o crescimento do poder ateniense e o temor que esse poder despertava nos espartanos. Eles viam com desconfiança e como ameaça o desenvolvimento econômico e o aumento da influência política de Atenas na região da Península do Peloponeso, as relações tensas entre Esparta e Atenas e a disputa pela hegemonia política e econômica na região. Leis draconianas 1. V 2. F Religião grega antiga Alternativa 1. Arte grega 3. V 4. V 5. F A imagem 1 representa o esti lo jônico, pois tem um capitel formado por duas volutas. A imagem 2 diz respeito ao estilo coríntio, pois o capitel da coluna tem a forma de um sino invertido, com mais detalhes. O estilo da imagem 3 é o dórico, pois apresenta um capitel simples. 1

Helenismo 1. Helenístico refere-se à civilização que utilizava o grego como língua oficial, a partir das conquistas de Alexandre, o Grande (336 a.c.), até o domínio romano da Grécia, em 146 a.c. Helênico é o mesmo que grego. 2. Era a convivência de inúmeros povos, com dezenas de línguas, governados por uma elite de origem macedônica e que tinha na língua grega um elemento de comunicação oficial e universal. A civilização helenística baseava-se na convivência de muitos povos e as trocas culturais entre os diferentes grupos se intensificaram de forma extraordinária. Divisão social na Roma Antiga 1. Plebeus 2. Escravos 3. Patrícios 4. Clientes Escravidão no Império Romano 1. Segundo Sêneca, o escravo é uma pessoa igual a todas as outras, só que teve o azar de perder a condição de homem livre, por ser prisioneiro de guerra ou por outro motivo. 2. Não, apenas propõe um tratamento mais humanitário. A escravidão era vista como necessária para a realização de determinadas tarefas. 3. Para tratarem o escravo da mesma maneira que gostariam de ser tratados, caso a situação fosse contrária. República Romana 1. tribuno da plebe 2. glebas 3. Tibério Graco 4. Lei Frumentária H Q N A R A R R L Q E E L U B L T R I B U N O D A P L E B E P I X S E P W E M G E F C D A Y B Q D E S G S G Z R É L X T Á É I A O T R L R E T N I Á M S R T N N E T J E Z E O Z R W L I I S H A M Q O B S I H X E Ç O G X J F R A Q A A P A V B O G T F O R S O A L N S S S Q H R R M N A G Á S N M O J A U T A G E A T Y G I E U V D V Y R C V N S J R W O U N O Á I Q H O O É A B E C L É T E L D A Y H F G H O U I A D B R U N X L E I F R U M E N T Á R I A X 2

Invasões Bárbaras 1. Às invasões germânicas. 2. Horrorizado e se perguntando onde estão as instituições romanas. 3. Nada fizeram para evitar a destruição e o fim do império. Casamento na Roma Antiga 1. O casamento era um meio conveniente e eficaz de fazer uma aliança entre duas famílias. Representava geralmente uma grande vantagem política, pois os homens de cada família podiam confiar no apoio dos outros em eleições e debates. 2. As mulheres necessitavam da experiência e autoridade masculinas para cuidar delas e de seus interesses. Isso significava, na realidade, que uma moça romana passava do papel de filha na família do pai para o de esposa-filha na família do marido. 3. O casamento era o meio de um homem aumentar seu status social, não apenas porque passava a se relacionar com outras famílias nobres e importantes, mas também porque uma esposa que se comportasse adequadamente em todas as situações aumentaria o crédito público do marido. 3