QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA



Documentos relacionados
JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA

Capítulo 1 Notas Introdutórias Capítulo 2 Direito Processual Penal e Garantias Fundamentais... 3

GUSTAVO HENRIQUE BADARÓ JUIZ NATURAL NO PROCESSO PENAL. Prefácio ANTONIO MAGALHÃES GOMES FILHO THOMSON REUTERS REVISTADOS TRIBUNAIS'

PROCESSO PENAL ANTONIO DOS SANTOS JUNIOR.

DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA PROFESSOR: DR. ALBERTO JUNIOR VELOSO JUIZ

AULA 8 31/03/11 O RECURSO ORDINÁRIO CONSTITUCIONAL

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Professor Wisley Aula 09

DIREITO PROCESSUAL PENAL

Direito Processual Penal

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Livramento condicional

PROCESSO PENAL II PROF. CRISTIANO SALMEIRÃO 2014

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

Sumário. Capítulo 10 Sistemas processuais Capítulo 11 Aplicação da lei processual penal no espaço... 63

OAB 2ª Fase Processo Penal Assunto: Sumulário (STF&STJ) Estefânia Rocha

Apresentação Capítulo I

DO PROCESSO E PROCEDIMENTO

UNIC/SUL - CURSO DE DIREITO 3º SEMESTRE - 2º BIMESTRE DISCIPLINA: Direito Constitucional II Profª Maria das Graças Souto

AÇÃO CIVIL EX DELICTO

Pós Penal e Processo Penal. Legale

Ministério Público Eleitoral

SUMÁRIO CAPÍTULO I CONSIDERAÇÕES INICIAIS...

JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA IV

PODER EXECUTIVO. No caso de morte do Presidente eleito após o 2º turno e antes da expedição do diploma, considera-se como eleito o Vice-presidente.

1. PRINCÍPIOS DO PROCESSO DO TRABALHO 1) PRINCÍPIO DO DEVIDO PROCESSO LEGAL 2) PRINCÍPIO DA IMPACIALIDADE DO JUIZ

Aula Princípio do juiz natural >art. 5º, XXXVII, CRFB/88. É corolário lógico do princípio do devido processo legal.

NACIONALIDADE. Inicialmente, para compreender a matéria é precisa-se de alguns conceitos:

PARECER N.º JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

PLANO DE ENSINO PROF. CRISTIANO SALMEIRÃO 2014

INQUERITO POLICIAL artigos 4º ao 23 do CPP.

PRÁTICA PROCESSUAL CIVIL

- quanto as partes COMPETÊNCIA

Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande.

Orientações de interação com o Sistema de Controle Processual do TJPE (JUDWIN 1º GRAU)

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Competência. Gustavo Badaró aulas de e

HIPÓTESES DE DECRETAÇÃO DO ESTADO DE DEFESA

DOMICÍLIO = "É o local no qual a pessoa estabelece a sua residência com ânimo definitivo" RESIDÊNCIA = "Local no qual a pessoa habita.

RETA FINAL DIREITO PROCESSUAL PENAL

Art. 1º Estabelecer orientações para a implementação no âmbito do Projeto Bolsa- Formação dos ciclos especiais de capacitação:

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

QUESTÕES POLÍCIA FEDERAL RODOVIÁRIA DIREITO PROCESSUAL PENAL. 01). Sobre o inquérito policial, assinale a alternativa incorreta:

Liberdade provisória sem fiança.

Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ-DF

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: ACÓRDÃO

PRINCÍPIOS: b) Imparcialidade; c) Juiz natural; d) Indeclinabilidade da jurisdição; e) Indisponibilidade e tipicidade.

Transparência e celeridade no processo administrativo fiscal: proposta de um novo modelo

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO...

PERGUNTAS FREQUENTES CUSTAS JUDICIAIS

A PROBLEMÁTICA DO REENVIO PREJUDICIAL ART. 267º DO TFUE

Juizados Especiais Cíveis

APOSTILA GRATUTIA PM/PA (OFICIAL DA PM) RESUMÃO DO ESTRATÉGIA CONCURSOS DIREITO PROCESSUAL PENAL SUMÁRIO

PROFESSOR AO VIVO. Revisão Prof. Darlan Barroso. Estudo Dirigido Execução

LEGISLAÇÃO APLICADA AO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO PROF. GIL SANTOS AULA 1 EXERCÍCIOS DEFINIÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO

PROCEDIMENTOS PARTE I PROCEDIMENTO ORDINÁRIO

A Lei /2001 e o Código Penal análise.

Capítulo 1 Processo...1. Capítulo 2 Procedimento Comum Ordinário e Sumário Procedimento comum sumário...8

Direito, uma questão de. múltipla escolha.

Art Extingue-se o processo, sem resolução de mérito:(redação dada pela Lei nº , de 2005) V -quando o juiz acolher a alegação de

Juizados Especiais. Aula 13 ( ) Vinicius Pedrosa Santos (magistrado e professor) vinipedrosa@uol.com.br.

Provimento do recurso. A C Ó R D Ã O

CEM CADERNO DE EXERCÍCIOS MASTER. Período

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO VIGÉSIMA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL Nº: MAURO PEREIRA MARTINS APELAÇÃO.

: MIN. GILMAR MENDES

2. C) Se o Juiz o todo de uma lei ou de outra para favorecer o sujeito, pode escolher parte de Basileu Garcia, Demanto, Greco, LFG...

Nas hipóteses previstas nos incisos I a IV do art. 485: pedir a rescisão.

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 7ª CÂMARA CRIMINAL

Transcrição:

QUESTIONÁRIO SOBRE JURISDIÇÃO E COMPETÊNCIA 1. O que é jurisdição? 2. Quem representa o Estado quando se trata de jurisdição? 3. Por que o Estado é escolhido? 4. Como e através de que se opera a jurisdição? 5. No processo qual a pretensão do autor e do réu? 6. Como se desenvolve o processo? 7. A jurisdição se opera através de qual meio? 8. Há jurisdição sem processo? 9. Porque se afirma que uma dos elementos ou poderes da jurisdição é a coercitio? 10. O que é jurisdição política ou anômala? 11. Em que casos ocorre a jurisdição política ou anômala? 12. Quais os elementos da jurisdição e quais as suas características? 13. A partir de quando a sentença produz seus efeitos? 14. Qual o conteúdo da jurisdição? 15. Quais os princípios que regem a jurisdição? 16. O que significa ne procedat iudex ex officio (principio da iniciativa das partes?. 17. O que significa ne procedat iudex ultra petita, extra petita et citra petita (princípio da imutabilidade do pedido)? 18. O que significa julgamento ultra petita, extra petita e citra petita? 19. O julgamento ultra petita encontra diferenças quando aplicada na área penal e na área cível? 20. O que significa Indeclinabilidade da jurisdição? 21. O que significa indelegabilidade da jurisdição? 22. O que é identidade física do juiz, quando e em que artigo passou a ser aplicado no processo penal? 23. O que é 24. Como se define qual é o juiz competente?

25. Quais as espécies de 26. Como se determina a 27. Como se divide a competência material? 28. A competência material e a funcional podem ser alteradas? 29. Quais são as modalidades de alteração da 30. Como e porque ocorre prorrogação da 31. O que é delegação da 32. O que é desaforamento? 33. Como o legislador processual penal define a 34. Qual órgão jurisdicional é competente quando se tratar de crime eleitoral? 35. O que é entrância? 36. No estado de Goiás como se classificam as entrâncias? 37. Quais os parâmetros para se definir se uma entrância é inicial, intermediária ou final? 38. O que é juízo competente? 39. Após verificar-se qual o juízo competente o que deve ser observado? 40. Dentro da mesma circunscrição pode existir mais de um juiz igualmente competente? 41. Como se classifica o juízo ou foro competente? 42. O que é foro comum? 43. O que é foro especial? 44. O que é foro subsidiário? 45. O que é locus delicti commissi? 46. Quando a infração é consumada? 47. No território nacional qual a regra geral para se conhecer o foto competente? 48. O que é crime continuado e como se fixa a 49. O que é crime permanente e como é fixada a 50. Qual o foro competente quando se tratar de tentativa? 51. Como se fixa a competência se houver dúvidas entre duas Comarcas? 52. Como ocorre a prevenção?

53. Quando se tratar de juizados especiais criminais como se fixa a 54. Como é definida a competência quando se tratar de crime de contrabando ou descaminho? 55. Como é definida a competência quando o domicilio ou residência do réu é desconhecida? 56. Na ação penal privada pode o querelante optar pelo foro? 57. Como se explica os termos do art. 74, CPP no que diz respeito à fixação da competência pela natureza da infração? 58. Como se define a justiça, juiz ou tribunal competente? 59. Quais crimes são de competência do Tribunal do Júri? 60. O que é desclassificação e como ocorre a definição da 61. A remessa ao juízo competente se dará em qualquer fase do processo? 62. A justiça militar é competente para julgar qualquer crime cometido por militar? 63. Há diferenciação entre justiça militar estadual e justiça militar federal? 64. O que é competência em razão da prerrogativa de função? 65. Existe prerrogativa de função em razão da pessoa ou da função? 66. Em matéria criminal qual a competência do Senado? 67. O que são crimes de responsabilidade? 68. Cometendo o Presidente da República crime comum, de quem é a competência para o julgamento? 69. Na hipótese de competência do Senado quem exercerá a presidência do Senado? 70. Qual a competência para processar e julgar o Governador do Estado por crime de responsabilidade? E crimes comuns? 71. Qual a competência para julgar Deputados Federais e Estaduais nos crimes de responsabilidade e comuns? 72. Como se dá a competência quando se tratar de Prefeito Municipal? 73. Qual a competência para julgar os desembargadores? 74. Cessado o exercício da função com prerrogativa de função como fica o julgamento?

75. O que ocorre quando, por exemplo, o agente for subordinado à competência do Tribunal de Justiça de um estado e cometer o crime em outro estado? 76. Na hipótese da prerrogativa de função estar estabelecida na Constituição Estadual como se estabelece a competência nos crimes sujeitos a julgamento pelo Tribunal do júri? 77. O que é exceção da verdade e em quais crimes é cabível? 78. Qual delito é julgado por um tribunal misto? 79. Qual o foro competente quando o agente for Promotor de Justiça ou Juiz de Direito? 80. Havendo prerrogativa de função qual instância apreciará o recurso? 81. Como se dá a competência da Justiça Federal? 82. O que é conflito de competência positivo e negativo? 83. Como é fixada a competência nos crimes de falsificação e uso de documento falso relativo a estabelecimento particular de ensino? 84. Como se determina a competência por distribuição? 85. Como se determina a competência por prevenção? 86. Como se fixa a competência quando houver sido decretada prisão cautelar? 87. O que significa conexão? 88. O que significa continência? 89. Qual o objetivo da junção de processos havendo conexão ou continência? 90. Quais são outros pontos que distinguem a conexão da continência? 91. Qual o efeito da conexão e da continência? 92. Qual o objetivo da conexão e da continência? 93. A conexão e a continência são causas de determinação da 94. Quais as espécies de conexão e como podem ser identificadas? 95. No caso de conexão material ou teleológica pode um só agente praticar os crimes? 96. No caso de conexão material ou teleológica pode ocorrer de dois agentes praticarem os crimes? 97. Quando se dá a conexão probatória, instrumental ou processual?

98. Pode a junção de processo ser rejeitada? 99. Em matéria de competência o que ocorre, por exemplo, no crime de tráfico e porte de uso de entorpecentes? 100. O que significa continência? 101. Quais são as modalidades de continência? 102. Como se opera a continência por cumulação subjetiva? 103. Quando se configura a continência por cumulação objetiva? 104. O que é concurso formal e qual sua implicação com relação à 105. O concurso material comporta continência? 106. O que é aberratio ictus e qual sua implicação na fixação da 107. O que significa aberracio criminis e qual sua implicação na fixação da 108. É possível que haja a participação de mais de um criminoso e mesmo assim se dê a continência? 109. Se dois ou mais agentes praticarem o mesmo crime qual a regra em matéria de 110. Como se firmará a competência se houver prática de mais de um crime? 111. Como fica a competência se houver conexão ou continência entre outra jurisdição e a do Júri? 112. Há superioridade entre o Tribunal do Júri e uma vara criminal? 113. Vimos acima que se houver conexão ou continência entre outra jurisdição e a do Júri prevalece a competência do Júri. Essa regra prevalece sempre, mesmo em se tratando de prerrogativa de função? 114. Como se identifica se um crime é mais grave ou menos grave? 115. O fato de ser um crime mais grave tem implicações relacionadas à 116. Entre jurisdições de categorias diferentes, havendo conexão ou continência como será firmada a 117. Aplica-se a mesma regra quando se tratar do STF e do STJ (Presidente e Governador de Estado, por exemplo)?

118. Como será firmada a competência entre jurisdições diversas? 119. Entre justiça federal e estadual qual será a competente? 120. Se um policial militar pratica um crime militar e um crime comum simultaneamente, de qual órgão jurisdicional será a competência para o julgamento? O primeiro crime militar é previsto no Código Penal Militar e é afeto à Justiça Militar, ao passo que o segundo ilícito por não se típico no Código Penal Militar é de alçada da justiça comum conforme entendimento da súmula 90 do STJ: Compete à Justiça Estadual Militar processar e julgar o policial militar pela prática do crime militar, e à Comum pela prática do crime comum simultâneo àquele. 121. A regra acima se aplica à Justiça Militar Estadual? 122. A união facultativa dos processos, em caso de conexão ou continência é possível? 123. O que as regras contidas no art. 80 do CPP levam em consideração? 124. O que significa perpetuatio jurisdictionis? 125. Ocorre perpetuatio jurisdictionis no Júri? 126. O que é avocação de processos? 127. A união dos processos pela ocorrência de conexão ou continência poderá ser feita a qualquer tempo? 128. O que é conflito de 129. Quem poderá suscitar conflito de