Seminário - Gestalt terapia



Documentos relacionados
A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA

ADMINISTRAÇÃO GERAL MOTIVAÇÃO

A Alienação (Karl Marx)

Jéssica Victória Viana Alves, Rospyerre Ailton Lima Oliveira, Berenilde Valéria de Oliveira Sousa, Maria de Fatima de Matos Maia

Administração de Pessoas

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

O Planejamento Participativo

UMA EXPERIENCIA EM CLÍNICA SOCIAL BIOENERGÉTICA BREVE FOCADA

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar

EXPRESSÃO CORPORAL: UMA REFLEXÃO PEDAGÓGICA

Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia de sociedade de risco.

Concurso Público Psicologia Clínica Caderno de Questões Prova Discursiva 2015

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras

Sistemas de Informação I

CONSTELAÇÕES FAMILIARES E SEU EMPREGO EM PSICOTERAPIA CORPORAL

Os Quatro Tipos de Solos - Coração

- Tudo isto através das mensagens do RACIONAL SUPERIOR, um ser extraterreno, publicadas nos Livros " SO EM DESENCANTO ". UNIVER

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo

Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental

Construção, desconstrução e reconstrução do ídolo: discurso, imaginário e mídia

Educação Acessível para Todos

Tratamento da dependência do uso de drogas

Desvios de redações efetuadas por alunos do Ensino Médio

Educação Patrimonial Centro de Memória

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Prof. Rodrigo de Aquino Gomes

Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado.

A Epistemologia de Humberto Maturana

1. O que existe por trás do mundo?

FAZEMOS MONOGRAFIA PARA TODO BRASIL, QUALQUER TEMA! ENTRE EM CONTATO CONOSCO!

Adolescência Márcio Peter de Souza Leite (Apresentação feita no Simpósio sobre Adolescência- Rave, EBP, abril de 1999, na Faculdade de Educação da

Processo de Pesquisa Científica

Motivação. Robert B. Dilts

Módulo 6 Cultura organizacional, Liderança e Motivação

Uma volta no tempo de Atlântida

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/ v8 dá vazão

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

O QUE SIGNIFICA CRIAR UM FILHO

Roteiro VcPodMais#005

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Teoria Dos Cinco Movimentos

CASTILHO, Grazielle (Acadêmica); Curso de graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás (FEF/UFG).

Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante

SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO INTEGRAL À FAMÍLIA (PAIF)

A origem dos filósofos e suas filosofias

Stress. Saúde Mental. ão.

INDISCIPLINA ESCOLAR E A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: UMA ANÁLISE SOB AS ÓTICAS MORAL E INSTITUCIONAL

Preparação do Trabalho de Pesquisa

O professor que ensina matemática no 5º ano do Ensino Fundamental e a organização do ensino

Coesão e Coerência no Texto Jurídico: Reflexões para uma Comunicação mais eficiente

Capítulo II O QUE REALMENTE QUEREMOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Departamento de Patologia Básica Pós-Graduação em Microbiologia, Parasitologia e Patologia

Introdução de Sociologia

UMA CONTRIBUIÇÃO DA CLÍNICA DO SELF AO ESTUDO DOS TESTES PROJETIVOS

O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.

Aos 4 anos. Desenvolvimento Psicológico. i dos Pais

Pensamento, Sintonia e Energias

POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR?

Andrea Simone Schaack Berger

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

PROFISSIONALISMO INTERATIVO E ORIENTAÇÕES PARA A AÇÃO

Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007.

Trabalho realizado por: Diva Rafael 12ºA nº15

As crianças adotadas e os atos anti-sociais: uma possibilidade de voltar a confiar na vida em família 1

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

E.I.E. Caminhos da Tradição - Todos os direitos reservados.

LIDERANÇA, ÉTICA, RESPEITO, CONFIANÇA

O BRINCAR E SUAS IMPLICAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL DENTRO DO PROCESSO GRUPAL (2012) 1

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. rafaela_reginato@hotmail.com

LUDICIDADE: INTRODUÇÃO, CONCEITO E HISTÓRIA

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*

O homem transforma o ambiente

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NUMA ESCOLA DO CAMPO

Organização em Enfermagem

O BRINCAR E A CLÍNICA

Empreendedorismo. O perfil empreendedor

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.

A EDUCAÇÃO PARA A EMANCIPAÇÃO NA CONTEMPORANEIDADE: UM DIÁLOGO NAS VOZES DE ADORNO, KANT E MÉSZÁROS

Estudo Exploratório. I. Introdução. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Pesquisa de Mercado. Paula Rebouças

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você

20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR

Psicanálise: técnica para discernir e descobrir os processos psíquicos.

Papo com a Especialista

Liderança Ciclo Motivacional Clima Organizacional Cultura Organizacional

UMA TOPOLOGIA POSSÍVEL DA ENTRADA EM ANÁLISE 1

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

Investigando números consecutivos no 3º ano do Ensino Fundamental

ISSN PROJETO LUDICIDADE NA ESCOLA DA INFÂNCIA

ESCOLA ESPECIAL RENASCER- APAE PROFESSORA: JULIANA ULIANA DA SILVA

Principais Teorias da Aprendizagem

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

ISSN ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

Pedagogia Estácio FAMAP

Transcrição:

Seminário - Gestalt terapia Deivid Gasparin - 1099442473 Laura Savioli - 121354 Michele Shiraishi 57378 VISÃO DE MUNDO E DE HOMEM - Visão de mundo: O conceito de mundo e pessoa funciona como uma gestalt, como uma relação figura e fundo, uma configuração a partir da qual, dependendo do aqui agora do sujeito pensante, ele parte ou do mundo ou da pessoa para constituir a idéia sobre ele próprio e/ou sobre o mundo. O conceito de mundo, portanto não esta pronto em si, como algo fixo, é algo fluido, dinâmico, mutável e varia de acordo com a mente teórica de quem observa e sofre sua influencia. Pode-se concluir que o terapeuta procura facilitar o processo de autoconhecimento do cliente, o processo de conscientização sobre si mesmo na relação com o mundo, de forma que ele possa conhecer e experimentar aquilo que ele esta podendo ser naquele momento, conhecendo tanto os seus recursos, suas habilidades, como os seus impedimentos, as suas dificuldades, ou seja, tanto aquilo que é saudável quanto o que não e saudável na busca pela satisfação das suas necessidades na relação com o mundo. - Visão do homem: Cada ser humano é único e tenta o compreender como um todo, uma unidade indivisível, não há separação entre o sentir, o pensar e o agir, sua mente, seu corpo e suas manifestações são parte de um todo, ou seja, são formas diferentes de expressão daquele ser humano e estão portanto integrados e contribuído para a configuração desse todo. Assim se algo muda em qualquer uma das suas partes, seja um aspecto emocional, mental, físico ou espiritual, o todo é reconfigurado, surge uma nova organização uma nova gestalt. Conclui-se assim que vê o homem como um todo para a gestalt não significa que vamos perceber a cada momento todas as características desse homem ao mesmo tempo, mas que para cada característica que se apresenta e se revela existe uma serie de outras com as quais ela possui relações e que estão momentaneamente no segundo plano, cabe ressaltar nesse ponto que a relação entre figura e fundo é fluida e dinâmica, isto é aquilo que emerge com figura num dado momento tende a partir da reorganização do campo voltar a ser fundo, para que uma nova figura posso emergir assim por diante. 1

TEORIA DO DESENVOLVIMENTO E PERSONALIDADE A gestalt terapia não precisaria de uma teoria de desenvolvimento uma vez que seus pressupostos não abarcam uma teoria baseada em estágios seqüenciais de caráter universal e que entre outras razoes procurar uma teoria do desenvolvimento para gestalt estaria muito mais ligado a uma crença de que qualquer abordagem consistente de ser humano deve ser uma teoria de desenvolvimento. Assim ela supera a dicotomia entre o orgânico/maturacional e o social/normativo, colhe a possibilidade da existência de regularidades no desenvolvimento humano, redefine a questão da temporalidade do desenvolvimento e resgatam o caráter do sujeito global, social, histórico e cultural. Ela compreende o desenvolvimento como um processo singular e infinito a partir do biológico e do social em permanente interação num constante dialogo entre todos os elementos do campo. A GT traz no bojo na sua teoria uma critica a estas concepções de desenvolvimento que reduzem determinam e naturalizam os seres humanos. E assim de acordo com McConvillen (2003), a partir de sua crença de homem e de mundo processual, relacional e de campo acreditamos que a GT já é em si uma terapia do desenvolvimento humano não precisando desenvolver outra teoria especifica de desenvolvimento. Personalidade: A gestalt-terapia foi descrita por Frederik Salomon Perls como uma terapia existencial, ele insistia que algum individuo, somente pode ser compreendido através da descrição realizada de maneira direta pela sua própria pessoa, ou seja, um homem só pode ser compreendido se for interpretado por si mesmo. Tal teoria ofereceu uma visão ampla a respeito de diversos campos sociais, de modo que busca uma compreensão cada vez mais adequada das inúmeras relações entre o homem, o planeta, os objetos e a natureza como se tudo fosse parte de um único jogo. Nota-se que Perls acreditava que não havia no homem uma separação nítida entre suas sensações, seus pensamentos e as suas ações, tudo era parte de um todo interdependente e integrado formando um único complexo de ações múltiplas. A personalidade é um puro reflexo de todo esse complexo de ações, ela é uma rede resultante da ligação de todas essas ações desempenhadas pelos complexos interligados. Na gestalt o terapeuta é apenas um facilitador e não um condicionador do comportamento psicológico de seus clientes, assim como Sócrates por meio da dialética busca fazer com que o seu ouvinte conheça a si mesmo, assim é a gestalt. O terapeuta faz com que o seu paciente compreenda a si e se conscientize descobrindo assim seus pontos fortes e os seus pontos fracos, a partir daí o seu bem-estar podem ser garantidos, inclusive o seu crescimento espiritual e psicológico. 2

FUNCIONAMENTO SAUDAVEL/NORMAL E NÃO SAUDAVEL/ANORMAL (PATOLOGICO) Todo sintoma é uma forma desesperada, criada pelo organismo para tentar se autorregular, sendo assim um tipo especial de resistência, não devendo este ser sufocado, destruído a priori, pois sua função é revelar um aspecto oculto da totalidade, e é por intermédio deste que poderemos atingi-lo. As chamadas resistências, verdadeiros processos de tentativas de auto regulação e de autopreservação, são caminhos sutis e racionalizados, onde todo processo começa, podendo a organização adoecer, na razão em que estes processos se tornam contínuos, intensos, desconectados de suas necessidades. Podemos entender conflitos interiores como conflitos entre a existência do organismo e o social, num ajuste permanente e criador, visando o reequilíbrio constante do organismo. Podemos entender conflitos interiores como conflitos entre a existência do organismo e o social, num ajuste permanente e criador, visando o reequilíbrio constante do organismo. Se uma flor for atingida por uma forte geada fora da estação, ela não se abrirá, a pessoa da mesma forma. A dinâmica da personalidade fica danificada. O que é chamado de neurose ou psicose, nós gestalt-terapeutas, chamamos de ajuste criativo. Estar encoberto é uma realidade existencial, não é um estado patológico. METODOS E TECNICAS QUANDO DIZEMOS QUE EMPREGAMOS A FENOMENOLOGIA COMO MÉTODOS ESTAMOS DIZENDO: 1. Que vemos a realidade, a observamos com atenção, a descrevemos fielmente e a explicamos de modo cuidadoso (a interpretamos no sentido lato do termo). Estes são os momentos do encontro. Ás vezes,o encontro terapêutico não ocorre nesta ordem,mas é importante ter consciência destes passos porque eles facilitam o encontro com a totalidade do cliente e do próprio terapeuta. 2. Que trabalhamos o aqui e agora. Estamos atentos á temporalidade e á espacialidade na qual a pessoa se movimenta e que se revela na vida como na terapia. A totalidade ocorre no aqui e agora. Só era tem acesso real á pessoa quando se tem acesso real a pessoa quando se tem acesso á sua totalidade possível. 3. Que trazemos para o aqui e agora as emoções e sentimentos vividos pelos clientes,porque uma das finalidades da psicoterapia é a recuperação do emocional é reexperienciar passado e futuro com a força da energia do presente. 4. Que estamos atentos á pessoa como um todo : ao verbal e ao não-verbal,estamos atento a um perfume, ao balançar espontâneo e despercebido dos pés,ao estilo da roupa. As mudanças físicas, como um corte de cabelo, cabelo, o cortar uma barba de longos anos. Tudo no ser humano é fecundado de significados. Não é o sintoma que está em terapia, é a pessoa como um todo. 5. Que evitamos interpretações, porque trabalhamos com o sentido imediato das coisas trazido pelo cliente, que deve sempre ser acreditado, mesmo quando as aparências parecem dizer o contrario. A interpretação pode envolver juízos de valor. 6. Que entendemos que o sintoma é apenas a ponta do iceberg e, por isso, trabalhamos prioritariamente com os processos que os mantém, Mais do que com elas si mesmos. O sintoma implica desvio de uma 3

energia que originalmente era saudável. Não podemos não ver o sintoma, mas não podemos não ver o sintoma,mas não podemos ficar parado ali. O sintoma é o lugar onde o trem descarrilou, o lugar onde o trem descarrilou, o lugar de chegada e mais além. 7. Que aceitamos e trabalhamos a experiência imediata do sujeito porque a consciência nunca e consciência do nada, ela e sempre consciência do nada,ela e sempre cônscia de alguma coisa, e por mais tênues que sejam os sinais,é sempre uma pista que o corpo dá. 8. Que os experimentos são uma riqueza imensa e podem ser de grande valia, quando realizados cuidadosamente. Gestalt-terapia,como diz Joseph Zinker, é permissão para criar. 9. Que o psicoterapeuta esta incluído na totalidade da relação cliente-mundo, e que sua experiência pessoal e imediata, vivida na sua relação com o cliente, não pertence a ele, sim, a relação. Esta experiência pode e, as vezes,deve ser co-dividida com o cliente. 10. Que estes pressupostos se aplicam não apenas a parte clínica da Gestalt, mas a uma abordagem mais geral da Gestalt, no que diz respeito as instituições. TIPOS DE TECNICAS: - Desenho livre - Desenho dirigido - Vivências de fantasias - Fantasia da roseira - Recursos artísticos: tinta, massa, argila, cola, água - Histórias e poesias - Livros Infantis - Dramatização - Testes projetivos: TPO Teste projetivo Ômega, CAT Teste de apercepção temática para crianças, Rorschach Teste psicodiagnóstico de Hermann Rorschach e outros - - Jogos - Técnicas de grupo Outras técnicas que podem ser utilizadas como recurso terapêutico no trabalho com grupos: - A experiência da laranja - Fantasia de ser um livro Pode concluir-se que a terapia visa autonomia do paciente, o terapeuta age como um facilitador como um processo de auto conhecimento e conscientização. 4

O método é descritivo e não explicativo, ou seja, procura investigar o que esta acontecendo e como esta acontecendo, focalizando naquilo que o paciente manifesta no momento, no aqui e agora. A partir do presente muda-se o futuro e a percepção do passado. Referencia Bibliográfica: - COREY, Gerald et alli. Técnicas de grupo. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983. - OAKLANDER, Violet. Descobrindo Crianças. São Paulo: Summus Editorial, 1980. - RIBEIRO, Jorge Ponciano. Gestaltterapia: Refazendo um caminho. São Paulo: Summus Editorial, 1985. - Ribeiro, Jorge Ponciano - O ciclo de contato : temas básicos na abordagem gestaltica. ; 2 ed., ver. E ampl.- São Paulo : Summus, 1997. - Ribeiro, Jorge Ponciano Conceito de mundo e de pessoa em Gestalt-Terapia: revisando um caminho- São Paulo :Summus, 2011 - Site: http://www.igestalt.psc.br/psicogest.htm 5