TRABALHO DE FISIOLOGIA ALUNOS: WELLINGTON LUIZ ALEX BEZERA EDUCAÇÃO FÍSICA UFC / FACED INTRODUÇÃO Os carboidratos cnstituem uma importante fonte de enerfia para o metabolismo dos seres humanos. O glicogênio do músculo esquelético e a glicose sanguinea derivada do fígado são carboidratos prontamente disponíveis que são utilizados como fonte primária de combustível durante o exercício aeróbico e anaeróbico. A quebra do glicogêneo muscular ou da glicose sanguinea que é transformada em äcido latico contribui para a fadiga muscular durante exercícios de grande intensidade. A manipulaçao da ingestão de carboitrato pela dieta antes, durante e depois do exercícios pode melhorar muito o desempenho atlético pela otimização dos músculos e depois de gicogênio hepático ou através da manutençao da homeostase da li i 1
DIGESTÃO E ARMAZENAMENTO DE CARBOIDRATOS DA DIETA Os carboidratos constituem a fonte de energia mais abundante e mais prontamente disponivel para a nutrição humana Os carboidratos de dieta são hidrolizados no estômago e intestino delgado a monossacarideos, com um predomínio típico da glicose glicogênio a principal forma de depósito de carboidratos em animais o glicogêneio é armazenado no fígado e nos músculos. ESTADO PÓS-ABSORÇÃO O glicogênio muscular constitui uma fonte prontamente disponível de glicose para a glicólise apenas dentro da fibra muscular em si, devido a ausência da enzina glicose-6-fatase. Precursores gliconeogênio fisiologicamente importantes no fígado são: lactato, alanina, piruvato, glicerol e vários de outros aminoácidos. 2
Estado Pós-Prondial Nesse estado, os macronutrientes absorvidos são utilizados para energia, repleção esrtutural de tecidos e, no caso da glicose e acidos graxos, armazenados para uso durante o estado pos-absorsão, especialmente durante o jejum noturno. Glicólise Capacidade de geral adenosina trifosfato na ausência de oxigênio. Disponipilidade relativa de oxîgênio não altera de forma nenhuma a seguência real de reações na glicólise. Oxidação do NADH a NAD, redução do piruvato de lactato. Condições anaeróbicas.2 a 3 ATP por mil de glicose oxidada. Quando a glicose é completamente oxidada ocorre a liberação de 38 ATP. O estado do oxigênio da célula é o único determinante da quebra metabólica do piruvato. 3
SISTEMA ENERGÉTICO PARA O EXERCÍCIO A adenosina trifosfato é a energia comum utilizada para todo o trabalho bilológico que ocorre dentro da célula. A energia útil obtida após a quebra da ATP, a adenosiana difosfato (ADP) e o fosfato inorgâncio (PI) é a energia utilizada para a contração do músculo esquelético durante o exercício. Creatina-fosfato (CP) - músculo esquelético atividade física - energia imediata demanda de energia do músculo esqueletico deurante uma corrida 120 vezes maior que em repouso cratina fostato é considerado o reservatório do fosfato altamente energético utilizado para a ressintese da ATP sistema anaeróbico requer oxigênio para a quebra de glicose de piruvato e a subsequente degradação a co2 e h2o através do ácido tricarboxílico e o transporte pelo sistema de elétrons. UTILIZAÇÃO DE SUBSTRATOS DURANTE O EXERCÍCIO No inicio do exercio o glicogênio muscular declina rapidamente. Após os primeiros 20 minutos de exercício o uso do glicogênio muscular torna-se mais lento. Esse decrécimo esta associado a um aumento na utlilazaçào da glicose sanguinea. Com o exercício continuo há um aumento na utilização da glicose plamatica enquanto a oxidação total de HC permanece constante ou diminui intensidade do exercício duração do exercício condicionamento físico niveis iniciasi de glicogênio produção de lactato 4
GLICOGÊNESE E GLICOGENÓLISE MUSCULAR Depósitos de glicogênio supridores de substrato glicolíco no músculo durante o exercício a glicogenólise no músculo depende do glicogênio muscular inicil e da ativação da enzima glicogênio fosforilase estimulação do músculo esquelético aumento no Ca 2+ citossólico livre a PHOS sofre reversão para a forma inativa o glicogênio muscular desempenha um papel na regulação da gliconeogênese, orém existem outros fatores, como a formação de G6P a sensibilidade a indulina e o transporte de glicose INGESTÃO DE CARBOIDRATOS, UTILIZAÇÃO DE GLICOSE E GLICOGÊNIO MUSCULAR A ingestão de carboidratos durante exercícios de baixa intensidade aumenta a glicolise sanguinea aumento da captação de glicolise pelo musculo esquelético a ingestão de carboidratos em exercícios de intensidade moderada resultam em alterações menores na glicolise sanguinea a ingestão de carboidratos durante o exercício prolongado melhora o desempenho uma vez que poupa o glicogênio muscular 5
INGESTÃO DE CARBOIDRATOS, DESEMPENHO E FADIGA A fadiga parece estar associada ao inicio de hipoglicemia e não a depleção de glicogênio a alimentação com carboidratos atrasa a fadiga e melhora o desempenho da resistência auxiliando a manutenção da glicemia a ingestão de carboidratos e eletrólitos durante o exercício prolongam suprime a ativação eixo adrenal-pituitáriohipotalâmico INGESTÃO DE CARBOIDRATOS E ESVAZIAMENTO GÁSTRICO Taxa do esvaziamento gástrico é determinada pelo volume e composição do fluido ingerido soluções diluidas de glicose são esvaziadas mais rapidamente que soluções concentradas. A redução do esvaziamento gástrico esta vinculada a intensidade do exercício devido a inibição simpatica do fluxo sanguíneo ou da motilidade gástrica 6
TIPO, REGULAÇÃO E TAXA DE INGESTÃO DE CARBOIDRATOS O tempo e a taxa de ingestão de carboidratos durante exercícios podem influenciar o desempenho se a suplementação fornecida antes da fadiga durante o exercício a solução de carboidratos deve ser mais concentrada recomendam que uma suplementação de carboidratos deve ser suficiente para fornecer um minimo de 45 a 60g do total de carboidratos para que o desempenho do exercício seja melhorado. CONCLUSÃO Os depósitos de glicogênio e a glicose sanguinea atravéz da glicogenólise e gliconeogênese são utilizados para a produção de energia pelo músculo o depósito de glicogênio depende do nível de condicionamento físico e da nutrição á base de carboidratos um melhor desempenho eta relacionado a disponibilidade de carboidratos e de uma alta taxa de utilização de carboidratos durante o exercício 7