Laboratório de fisiologia do exercício
|
|
|
- Alfredo Chagas Lagos
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CÂMPUS DE JABOTICABAL CÂMPUS DE JABOTICABAL Laboratório de fisiologia do exercício Antonio de Queiroz Neto Antonio Raphael Teixeira Neto Carla Braga Martins Cesar Andrey Galindo Orozco Eduardo V. V. Freitas Erica Cristina Bueno P. Guirro Fabiana Garcia Christovão Flora Helena de Freitas D Angelis Guilherme de Camargo Ferraz Isabel Cristina Boleli José Corrêa de Lacerda Neto Lina Maria Isabel Mataqueiro Antonio de Queiroz Neto
2 Fisiologia Muscular e Metabólica de Cavalos Atletas Testes de avaliação física na esteira rolante Antonio de Queiroz Neto FCAV/UNESP Câmpus de Jaboticabal
3 - Mais abundante - cerca de 40% do peso corporal - Altamente plástico - Adaptações estruturais - Adaptações bioquímicas
4 Sistema Muscular Fonte: Powers & Howley 2000
5 Sistema Muscular Fonte: Powers & Howley 2000
6 Sistema Muscular
7 Sistema Muscular
8 Sistema Muscular Actina
9 Cabeça Sistema Muscular Miosina Cabeça Pontes cruzadas) Haste
10 Sistema Muscular Contração muscular
11 Cabeça Sistema Muscular Contração muscular
12 Sistema Muscular Contração muscular (encurtamento do sarcômero)
13 Sistema Muscular FIBRAS MUSCULARES Tipo I oxidativas, mioglobina, vermelhas, pequenas, contração lenta, vascularizada Tipo II A glicolíticas/oxidativas, brancas, contração intermediária a rápida Tipo II X Tipo II X glicolíticas, grandes, pouco vascularizadas, contração rápida
14 Sistema Muscular/Bioenergética Tipo I Tipo IIA Tipo IIX (IIB) Velocidade de contração lenta rápida Muito rápida Desenvolvimento máximo de tensão baixa alta alta Atividade da miosina ATPase baixa alta alta Capacidade oxidativa alta alta a intermediária intermediária a baixa Conteúdo de lipídios alta intermediária baixa Capacidade glicolítica baixa alta alta Conteúdo de glicogênio intermediário alto alto Fibras musculares por unidade motora baixa alta alta Fatigabilidade baixa intermediária alta Fonte: Snow e Valberg (1994). In: Athletic horse.
15 Pergunta fundamental da bioenergética Como garantir a condição abaixo? Produção de ATP = Consumo de ATP
16 Fluxo energético no organismo Alimentação Carboidratos Lipídios Proteínas Substratos energéticos Vias metabólicas Consumo de ATP Produção de ATP Contração muscular
17 Substratos energéticos e moeda energética Carboidratos Lipídios Proteínas ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP TRABALHO ÚTIL
18 Pi Hidrólise ATP ATP ADP H 2 O 7,3Kcal
19 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Fosfatos de alta energia Adenosina trifosfato ATP Doador universal de energia ATP + H 2 O ADP + P I + H + + ENERGIA ATPase
20 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Creatina fosfato Sistema ATP-CP Método mais simples CP + ADP ATP + C Creatina quinase
21 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Glicólise produção anaeróbia de ATP Sem envolvimento de O 2 Transfere energia de ligações de glicose para unir o P i ao ADP Glicogênio + 3 ADP Lactato + 2H ATP
22 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Glicólise produção anaeróbia de ATP Sem envolvimento de O 2 Transfere energia de ligações de glicose para unir o P i ao ADP Glicogênio + 3 ADP Lactato + 2H ATP
23 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Produção Aeróbia de ATP Presença de O 2 fosforilação oxidativa Ocorre no interior da mitocôndria Ciclo de Krebs e cadeia transportadora de elétrons (1) Glicose + 6 O ADP 6 CO H 2 O + 32 ATP (2) Palmitato + 23 O ADP 16 CO H 2 O +130 ATP
24 TESTES, EM ESTEIRA ROLANTE, DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CAVALOS
25
26
27 Variáveis para a avaliação do desempenho -Comportamentais -Morfológicas -Fisiológicas -Bioquímicas
28 Ergoespirometria Fisiológicas
29 Fisiológicas Freqüência Cardíaca (bpm) Velocidade(m/s)
30 Fisiológicas Freqüência Cardíaca Deep Down ( FC máx 16/09/09 ) FC (bpm) VVelocidade e a( dkm/h e ( ) m s -1 ) Tempo ( min ) aquecimento fase incremental
31 Bioquímicas Determinação do limiar anaeróbio pela lactacidemia (limiar de lactato - OBLA) Velocidade em concentração fixa de lactato V lac2,5 ; V lac3 ; V lac4 Limiar anaeróbico individual (LAI) Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Método da máxima fase estável do lactato (MAFEL)
32 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V Lactacidemia (mmol/l) V 2 V Velocidade (m/s)
33 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V2
34 Bioquímicas Lactato Destreinados (Y=0,989e 0,2864x ) R 2 =0, meses de treinamento (Y=0,876e 0,2547x ) R 2 =0, Lactato (mmol/l) Velocidade (m/s) Representação gráfica referente a V LAC4 nos grupos experimentais destreinado (D), após 3 meses de treinamento (T 3 ). Observar as respectivas equações exponenciais.
35 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V2 Considerações: Bom para se avaliar o progresso do treinamento Limitações: Não pode ser usado como sinônimo de Limiar de Lactato (OBLA) Não pode ser usado como parâmetro para definição de intensidade de treinamento
36 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia 10,0 lactato (mmol/l) 8,0 6,0 4,0 2,0 Olhômetro 0, watts
37 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) 12 Figura representativa do cálculo do 10 Limiar Anaeróbio Individual (LAI). Pode-se ver a reta (a) paralela ao a 8 eixo das ordenadas criada a partir da lactacidemia mais alta em 6 b exercício, a reta (b) que parte do ponto de intersecção entre (a) e a 4 curva de recuperação, e o LAI. 2 Nota-se que se a curva de LAI recuperação não atingir valores 0 menores que a última lactacidemia obtida em exercício, fica impossível a criação da reta (a). Tempo (minutos) Aquecimento Incremental Desaquecimento
38 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) LAI Método do DMAX Aquecimento Incremental Desaquecimento
39 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) LAI Método da interseção das retas Aquecimento Incremental Desaquecimento
40 Bioquímicas Lactato - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Lactato (mmol/l) P<C P>C P>C P=C Hiperlactacidemia sprint Intensidade
41 Bioquímicas Lactato - Ponto de lactato mínimo (VLacmin) Vantagem: Facilidade de se determinar o ponto de inflexão (OBLA) Pergunta: Será que a Vlacmin é dependente do protocolo?
42 Bioquímicas Lactato - Máxima fase estável do lactato (MAFEL) Lactacidemia (mmol/l) 2,5 2,0 V = V MFEL V > V MFEL 1,5 1,0 0,5 Intensidade (velocidade e inclinação) constantes 0, Tempo (min)
43 Bioquímicas Lactato - Máxima fase estável do lactato (MAFEL) Vantagems: - Método mais fidedigno para determinação do Limiar de Lactato - Padrão ouro Desvantagens: - Execução trabalhosa e demorada - Impossível de ser executado no dia-a-dia
44 Bioquímicas Glicose A * * Blood lactate (mmol/l) * T 0 (n = 12 ) T 9 0 (n = 1 0 ) * 4 2 Plasma Glucose (mmol/l) 0 7,0 6,5 6,0 5,5 5,0 4,5 4,0 B 3,5 0,0 4,0 6,0 8,0 10,0 15,0 20,0 30,0 (m in.) speed (m.s -1 ) w arm -up exercise Steps of IET s cool-dow n
45 Bioquímicas Nossas últimas pesquisas -A Vlacmin corresponde ao Limiar de Lactato? -A Vlacmin é dependente do protocolo utilizado? -A cinética da glicose nos permite a obtenção de uma Vglicmin? -A Vglicmin corresponderia ao Limiar de Lactato
46 Bioquímicas Protocolos estabelecendo-se a duração e incremento de velocidade de cada fase. Programas P1* P2* P3* P4 P5 Número de animais Incremento de velocidades (m.s -1 ) Duração da etapa (min) ,5 0,5 0, , ,5 5 Duração total do incremental (min) *Grupo em que se variou a duração da etapa (Grupo duração) Grupo em que se variou o incremento de velocidade (Grupo incremento)
47 Bioquímicas Determinação da Máxima Fase Estável de Lactato (MAFEL) Animal Sessão Vel(m/s -1 ) Basal 10 min 15 min 20 min 25 min 30 min Desaq V MAFEL(m/s-1) 1 6,00 0,36 1,27 1,66 2,14 3,31 2, ,50 0,40 0,86 1,22 1,46 1,92 2,50 1,59 5,20 3 5,00 0,65 0,62 0,76 0,87 1,08 1,13 0,98 4 5,20 0,48 0,58 0,64 0,76 0,98 1,31 1,15 1 5,50 0,31 1,08 1,10 1,23 1,59 2,24 1, ,00 0,43 1,00 1,02 1,15 1,33 1,65 1,05 5,40 3 5,20 0,44 0,72 0,93 1,03 1,20 1,23 0,96 4 5,40 0,35 0,89 0,92 1,11 1,21 1,37 1,08 1 5,50 0,29 0,97 0,88 1,06 1,29 2,47 1,52 2 5,00 0,29 0,49 0,53 0,59 0,78 0,73 0, ,20 0,40 0,52 0,93 0,79 0,77 0,82 0,76 5,40 4 5,30 0,45 0,49 0,52 0,61 0,7 0,63 0,76 5 5,40 0,54 0,46 0,46 0,48 0,54 0,59 0,52 1 6,00 0,51 1,06 1,35 2,17 3,18 3,77 3, ,50 0,43 0,95 1,15 1,32 1,93 2,10 1,74 3 5,20 0,57 0,85 1,22 1,22 1,25 1,46 1,35 5,30 4 5,30 0,37 0,62 0,69 0,78 1,06 1,24 1,09 1 4,00 0,48 0,32 0,32 0,30 0,28 0,31 0, ,50 0,51 0,43 0,37 0,37 0,41 0,47 0,60 3 5,00 0,55 0,94 1,13 1,10 1,14 1,10 5,50 4 5,50 0,30 1,00 0,76 1,01 1,64 1,88 1,31 1 6,00 0,41 0,95 1,25 1,46 1,87 2,30 1, ,50 0,38 0,71 0,79 0,91 1,09 1,26 0,97 5,70 3 5,70 0,51 0,79 0,77 0,98 1,31 1,38 1,13 1 5,50 0,35 0,70 0,73 0,82 1,07 1,25 0, ,00 0,37 1,06 1,30 1,54 2,15 2,59 1,66 5,70 3 5,70 0,32 0,90 0,94 1,10 1,26 1,36 0,90 1 5,50 0,43 0,55 0,70 0,74 0,78 1,42 0, ,00 0,28 1,01 1,42 1,80 2,35 3,30 2,26 3 5,70 0,75 0,88 1,19 1,60 2,08 2,24 1,65 5,60 4 5,60 0,47 0,74 0,90 1,11 1,27 1,54 1,19 Média 0,43 0,79 0,92 1,08 1,38 1,60 1,26 5,48 DP 0,11 0,23 0,32 0,45 0,71 0,83 0,61 0,18 Vel - Velocidade Desaq - Desaquecimento 5,48 + 0,18 m.s -1
48 Inclinação (%) Bioquímicas - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Lactato (mmol/l) Tempo (min) ,5 5 5,5 6 6, Velocidade (m.s -1 ) Inclinação (%)
49 Inclinação (%) Bioquímicas - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) y= 1,508x 2-16,98x + 48,88 R 2 = 0,976 Lactato (mmol/l) Lactato (mmol/l) Tempo (min) 2 1 PMO (ponto mínimo observado) 0 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 Velocidade m.s -1 PMC (ponto mínimo calculado)
50 Obrigado
Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício
Prof. Paulo Fonseca Bioenergética do exercício O exercício é uma atividade ativa, portanto, demanda muita energia. Durante o exercício, a demanda energética do muculo esquelético aumenta consumindo uma
TRABALHO DE FISIOLOGIA
TRABALHO DE FISIOLOGIA ALUNOS: WELLINGTON LUIZ ALEX BEZERA EDUCAÇÃO FÍSICA UFC / FACED INTRODUÇÃO Os carboidratos cnstituem uma importante fonte de enerfia para o metabolismo dos seres humanos. O glicogênio
UNIVERSIDADE GAMA FILHO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA E CINESIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE PROF. DR.
UNIVERSIDADE GAMA FILHO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA E CINESIOLOGIA DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE PROF. DR. VILMAR BALDISSERA DISCIPLINA DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO DISCIPLINA DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO
Prof. Kemil Rocha Sousa
Prof. Kemil Rocha Sousa Preparo Físico Termo geral usado para descrever a habilidade para realizar trabalho físico. A execução de trabalho físico requer: - funcionamento cardiorrespiratório - força muscular
PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORRESPIRATÓRIA Teste Submáximo de Astrand em
Profº André Montillo www.montillo.com.br
Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a soma de todas as reações químicas envolvidas na manutenção do estado dinâmico das células, onde milhares de reações ocorrem ao mesmo tempo, determinando
FISICOLOGIA HUMANA. Fisiologia do Exercício 1. Sistemas de Energia
1 FISICOLOGIA HUMANA Fisiologia do Exercício 1. Sistemas de Energia 2 1.1 BIOENERGÉTICA Todas as plantas e animais, incluindo os seres humanos dependem da energia para a manutenção da vida. Obtemos essa
Métodos de treino da resistência
Métodos de treino da resistência Índice 1. Introdução... 2 2. Noções básicas sobre exercício e sistemas energéticos... 2 2.1. Capacidade e potência dos sistemas energéticos... 3 3. Métodos de Treino da
Prof. Fernando R. Ferreira [email protected]
Prof. Fernando R. Ferreira [email protected] Esquema de Aula Atividade Física Bioenergética - Sistemas Produtores de Energia Princípio do Treinamento Identificação de Índices Fisiológicos Capacidade
Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo
Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);
Os seres autotróficos produzem matéria orgânica a partir de compostos minerais.
Obtenção de matéria pelos seres autotróficos Os seres autotróficos produzem matéria orgânica a partir de compostos minerais. A autotrofia pode envolver dois processos: Fotossíntese - realizada por organismos
Orientações para montagem
Orientações para montagem das aulas de condicionamento CONCEITO CORAÇÃO RELAXAMENTO ESTRUTURA Finalidade do treinamento disponibilização de mais energia química aos músculos em velocidades maiores reposição
Biologia Fascículo 04 Lara Regina Parra de Lazzari
Biologia Fascículo 04 Lara Regina Parra de Lazzari Índice Fotossíntese e Respiração... 1 Fotossíntese... 1 Respiração... 4 Exercícios... 5 Gabarito... 8 Fotossíntese e Respiração Fotossíntese Definição
Deficiência de Desempenho Muscular. Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa
Deficiência de Desempenho Muscular Prof. Esp. Kemil Rocha Sousa Desempenho Muscular Refere-se à capacidade do músculo de produzir trabalho (força X distância). (KISNER & COLBI, 2009) Fatores que afetam
METABOLISMO CELULAR. Professor Felipe Abs
METABOLISMO CELULAR Professor Felipe Abs O que é ENERGIA??? Físicos energia é a capacidade de realizar trabalhos; Biólogos energia é a capacidade de provocar mudanças; É indispensável para os seres vivos;
ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE
ASPECTOS ATUAIS DO TREINAMENTO DE VELOCIDADE JAYME NETTO JR Professor do Departamento de Fisioterapia/UNESP Mestrado em Ciências do Esporte/UNICAMP Doutorado em Ciências da Saúde/FAMERP Técnico Olímpico
COMPARAÇÃO DE DOIS PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO PARA INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E SEDENTÁRIOS POR MEIO DA ERGOESPIROMETRIA
NÚBIA AMÂNCIO LOPES e PATRÍCIA CRISTINA LOPES CARNEIRO RA:001200401214 e 001200400227 COMPARAÇÃO DE DOIS PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO AERÓBIO PARA INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E SEDENTÁRIOS POR MEIO DA ERGOESPIROMETRIA
Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua
Teoria e Prática do Treinamento Aplicada na Corrida de Rua Prof. Ricardo Freitas M.Sc. CREF 008822-G/MG. Formação Acadêmica Atuação Profissional Linha de Pesquisa E-mail: [email protected] www.lifegroup.com.br
Atividade Física. A atividade física aumenta a sensibilidade à insulina e a capacidade de absorver os nutrientes.
Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Atividade Física A atividade física aumenta a sensibilidade à insulina e a capacidade de absorver
A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte
A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos
(2) converter as moléculas dos nutrientes em unidades fundamentais precursoras das macromoléculas celulares;
INTRODUÇÃO AO METABOLISMO Metabolismo é o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. O metabolismo tem quatro
A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO OBJETIVANDO A HIPERTROFIA MUSCULAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DEF PROGRAMA ESPACIAL DE TREINAMENTO PET A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO
PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA BE066 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO AERÓBIO PROF. SERGIO GREGORIO DA SILVA, PHD AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (COLÉGIO
METABOLISMO. Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo
METABOLISMO Nesta 3 a parte da disciplina nosso principal objetivo é compreender os mecanismos pelos quais as células regulam o seu metabolismo Mas o que é metabolismo? Metabolismo é o nome que damos ao
AVALIAÇÃO DO CAVALO ATLETA EM TESTES A CAMPO
AVALIAÇÃO DO CAVALO ATLETA EM TESTES A CAMPO Professor Guilherme de Camargo Ferraz [email protected] INTRODUÇÃO Mercado Nacional de Eqüinos: Inter-relações Complexo Agronegócio Cavalo Esporte
Bioenergética. Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti
Bioenergética Profa. Kalyne de Menezes Bezerra Cavalcanti Natal/RN Fevereiro de 2011 Substratos para o exercício O corpo utiliza nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas consumidos diariamente para
ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1
ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO NO FUTEBOL Silvia Teixeira de Pinho; Daniel Medeiros Alves; Luiz Antonio O. Ramos Filho 1 Resumo O futebol é o esporte mais popular do planeta, praticado por milhões de participantes.
INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO AERÓBIO NO ÍNDICE DE FADIGA MEDIDO EM TESTE DE SPRINTS REPETIDOS (RAST)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL MATHEUS SIQUEIRA ANDRADE INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO AERÓBIO NO ÍNDICE DE FADIGA MEDIDO EM TESTE DE SPRINTS
Fontes Energéticas. Resintese do ATP. Augusto Gil Pascoal Professor Auxiliar; Fisioterapeuta. Aláctica ATP ADP. do ATP ADENOSINA P P P ADENOSINA P P
Cinesiologia Diversidade Muscular Professor Auxiliar; Fisioterapeuta Faculdade de Motricidade Humana Lisboa - Portugal E-mail: [email protected] Webpage: http://areas.fmh.utl.pt/~gpascoal 3 Fontes Energéticas
Aula 28.10.09: Síntese e degradação do glicogênio
Aula 28.10.09: Síntese e degradação do glicogênio Glicogênio síntese e degradação As enzimas que catalisam a síntese e a degradação do glicogênio, além de proteínas reguladoras destes processos, estão
UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II
UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS II Respiração Celular 1º estágio: GLICÓLISE 2º estágio: CK Ciclo de Krebs 3º estágio:
Fisiologia do exercício e a performance eqüina
I SEMANA ACADÊMICA DE ZOOTECNIA DA UFPR Fisiologia do exercício e a performance eqüina Autor: Prof. Dr. Guilherme de Camargo Ferraz [email protected] CURITIBA Maio/2007 INTRODUÇÃO Atualmente
BIOENERGÉTICA. O que é Bioenergética? ENERGIA. Ramo da biologia próximo da bioquímica que
O que é Bioenergética? BIOENERGÉTICA Ramo da biologia próximo da bioquímica que estuda as transformações de energia pelos seres vivos. (dicionário Houaiss) Prof. Renato Barroso [email protected]
CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L
CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L JOSÉ ALBERTO PINT~* LEONARDO RAPOSO ROCHA GOMES. 1 ' SUMO uma anáiise das características espedficas do voleiboi,
BIOENERGÉTICA. O que é Bioenergética? ENERGIA. Trabalho Biológico
O que é Bioenergética? BIOENERGÉTICA Ramo da biologia próximo da bioquímica que estuda as transformações de energia pelos seres vivos. (dicionário Houaiss) Prof. Mauro Batista Parte da fisiologia que estuda
TIPOS DE ENERGIAS E FORMAS DE ARMAZENAMENTO DE ENERGIA NO CORPO As fontes energéticas são encontradas nas células musculares e em algumas partes do co
BIOENERGÉTICA E TREINAMENTO DESPORTIVO Bioenergética é a ciência que estuda os sistemas energéticos nos organismos vivos. TIPOS DE ENERGIAS E FORMAS DE ARMAZENAMENTO DE ENERGIA NO CORPO Os sistemas metabólicos
Energia para a célula Fermentação Desnitrificação. Natália A. Paludetto [email protected]
Energia para a célula Fermentação Desnitrificação Natália A. Paludetto [email protected] Respiração anaeróbia Processo em que energia é gerada a partir de quebra de uma molécula, porém sem a
NUTRIÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO NO ESPORTE
NUTRIÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO NO ESPORTE Prof. Dr. Thiago Onofre Freire Nutricionista (UFBA) Especialista em Nutrição Esportiva (ASBRAN) Mestre em Biologia Funcional e Molecular (UNICAMP) Doutor em Medicina
Comportamento das Alavancas Corporais no Lance Livre
Comportamento das Alavancas Corporais no Lance Livre Mário Henrique Breda de Martini, Aldarí Wagner de Souza Resumo O presente trabalho teve como objetivo relacionar a perda mecânica com o desgaste fisiológico
- TERCEIRÃO 2012. COLÉGIO CEC CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE ED. INFANTIL, ENS. FUNDAMENTAL E MÉDIO - SISTEMA ANGLO DE ENSINO. PROF.
- TERCEIRÃO 2012. COLÉGIO CEC CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE ED. INFANTIL, ENS. FUNDAMENTAL E MÉDIO - SISTEMA ANGLO DE ENSINO. PROF. NANNI 01) (UFPE) O esquema abaixo representa o elo entre os processos de
ENERGIA PARA ATIVIDADE CELULAR BIOENERGÉTICA
ENERGIA PARA ATIVIDADE CELULAR BIOENERGÉTICA Fontes Energéticas Bioenergética Fontes de Energia A energia define-se como a capacidade de realizar trabalho. Neste sentido, assumimos o conceito de trabalho
Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular
Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique
Experimento 10: Fermentação. Docente Sala (lab) Grupo
Experimento 10: Fermentação Docente Sala (lab) Grupo 1 Experimento 10: Fermentação Introdução A glicose é uma importante molécula utilizada no metabolismo de diversos organismos para gerar energia. Em
Prof. Leandro Carvalho CEMAFE Unifesp/EPM
Prof. Leandro Carvalho CEMAFE Unifesp/EPM FISIOLOGIA DO LACTATO LACTATO x EXERCÍCIO FÍSICO METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO DO LACTATO FISIOLOGIA DO LACTATO Metabolismo anaeróbio lático; Formação do lactato; Acúmulo
O EFEITO DO TREINO RESISTIDO COMO MEIO DE DIMINUIR O PERCENTUAL DE GORDURA CORPORAL (PGC). RESUMO
O EFEITO DO TREINO RESISTIDO COMO MEIO DE DIMINUIR O PERCENTUAL DE GORDURA CORPORAL (PGC). Adriana Cristina Barriviera Prada 1 Eduardo Salerno 2 Rafael Andre de Araujo 3 Francisco José Andriotti Prada
Desenvolvimento das capacidades motoras
Desenvolvimento das capacidades motoras Capacidades motoras Todos nós possuímos capacidades motoras ou físicas e é através delas que conseguimos executar ações motoras, desde as mais básicas às mais complexas
NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA
NUT-A80 -NUTRIÇÃO ESPORTIVA Ementa Nutrição na atividade física: A atividade física na promoção da saúde e na prevenção e recuperação da doença. Bases da fisiologia do exercício e do metabolismo energético
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO. Profa. Ainá Innocencio da Silva Gomes
Profa. Ainá Innocencio da Silva Gomes CONCEITOS BÁSICOS ESPORTISTA - Praticante de qualquer atividade física com o intuito da melhoria da saúde ou de lazer, sem se preocupar com alto rendimento. ATLETA
Fisiologia do Esforço
Fisiologia do Esforço Curso Desporto e BemEstar 3º Semestre 008/09 Capítulo II Bases da Bioenergética Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Leiria 7 Out 08 ATP-CP e energia O sistema ATP-CP
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: MARIO NETO
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: MARIO NETO DISCIPLINA: CIÊNCIA NATURAIS SÉRIE: 1º ALUNO(a): No Anhanguera você é + Enem 01) (UFOP-JUNHO/2009) Sobre as células do tecido muscular esquelético, indique a alternativa
Esc. Sec. Sá da Bandeira - Santarém - Curso Profissional de Tec. Apoio Gestão Desportiva GPPD Fisiologia do Esforço Módulo 1 FIBRAS MUSCULARES
Tipos de Fibras Brancas Vermelhas Vermelhas tipo I contração lenta São fibras vermelhas Possuem um diâmetro menor Possuem pequenas reservas de PC Maior fornecimento sanguíneo Possuem grande quantidade
Substratos Energéticos Para Exercício Físico
Substratos Energéticos Para Exercício Físico INTRODUÇÃO A especificidade metabólica do exercício (e do treino) é baseada na compreensão da produção de energia (e da sua utilização) pelos sistemas energéticos
Tabela 1 - conteúdo de umidade em alguns alimentos:
UMIDADE EM ALIMENTOS Umidade, ou teor de água, de um alimento constitui-se em um dos mais importantes e mais avaliados índices em alimentos. É de grande importância econômica por refletir o teor de sólidos
Fotossíntese. Captação de energia luminosa. MsC Elwi Machado Sierra
Captação de energia luminosa MsC Elwi Machado Sierra s Etapa luminosa Resumo Etapa de assimilação Ciclo do Calvin Benson Bassham Fotorrespiração (C2) Mecanismos de assimilação de C CO2 CO2 CO2 Captação
Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA
Sistema Muscular PROF. VINICIUS COCA MUSCULO CARDÍACO (MIOCÁRDIO) Músculo cardíaco possui anatomia própria, diferindo anatômica e funcionalmente dos outros tipos musculares. MÚSCULO LISO O músculo liso
O Volume Do Treinamento No Futsal
O Volume Do Treinamento No Futsal Quando se fala de volume de treino é importante primeiramente entender quais são as vias metabólicas predominantemente envolvidas no esporte a ser treinado, e, respeitar
Exercícios: Lançamento Vertical e Queda Livre
Exercícios: Lançamento Vertical e Queda Livre Cursinho da ETEC Prof. Fernando Buglia 1. (Unifesp) Em uma manhã de calmaria, um Veículo Lançador de Satélite (VLS) é lançado verticalmente do solo e, após
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS
FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO I BIOENERGÉTICA: CICLO DE KREBS Ciclo de Krebs Considerações Gerais Esta denominação decorre da homenagem ao bioquímico Hans Krebs, a qual lhe valeu o Prémio Nobel de Fisiologia
Auditório das Piscinas do Jamor 20 e 21 de Outubro. Fisiologia da Corrida
Auditório das Piscinas do Jamor 20 e 21 de Outubro Fisiologia da Corrida Fisiologia da Corrida Objetivo: abordar a fisiologia básica e partir para a forma como o corpo se adapta ao esforço da corrida.
Disciplina: Fisiologia Vegetal
Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA) Disciplina: Fisiologia Vegetal FISIOLOGIA DA SEMENTE Professor: Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa Belém Pará 2012 GERMINAÇÃO Fonte:
Exercício Físico.
Exercício Físico Importância do exercício físico O genoma humano espera e requer que os humanos sejam fisicamente ativos para um funcionamento normal do organismo e manutenção da saúde Benefícios à saúde
O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas
1 O Papel do Professor de Educação Física na Prevenção de Lesões em Atletas Resumo: O professor de Educação Física tem uma grande importância na prevenção de lesões em atletas, se o mesmo respeitar os
Tema B ORGANIZAÇÃO MICROSCÓPICA E CONTRAÇÃO MUSCULAR
ORGANIZAÇÃO MICROSCÓPICA E CONTRAÇÃO MUSCULAR 1 Constituição da fibra muscular 2 Caracterização das funções gerais dos principais elementos - Placa motora; miofibrilhas; proteínas contráteis (actina e
METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE
METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:
EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO
EXERCÍCIOS ON LINE DE CIÊNCIAS - 9 ANO 1- Com a finalidade de diminuir a dependência de energia elétrica fornecida pelas usinas hidroelétricas no Brasil, têm surgido experiências bem sucedidas no uso de
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. [email protected]
Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo [email protected] A glicólise é provavelmente a via bioquímica mais bem compreendida. Desempenha uma função central no metabolismo energético, fornecendo uma porção
CONTRAÇÃO MUSCULAR. Diego V. Wilke
CONTRAÇÃO MUSCULAR Diego V. Wilke Fibra muscular lisa Núcleo Estrias Fibra muscular cardíaca Núcleo Discos Intercalares Fonte: Malvin et al., 1997. Concepts in humam Physiology Tipos de músculo Esquelético
BE066 - Fisiologia do Exercício BE066 Fisiologia do Exercício. Bioenergética. Sergio Gregorio da Silva, PhD
BE066 Fisiologia do Exercício Bioenergética Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos Definir Energia Descrever os 3 Sistemas Energéticos Descrever as diferenças em Produção de Energia Bioenergética Estuda
Partes Específicas da Aula (Ginástica)
Partes Específicas da Aula (Ginástica) Aquecimento; Desenvolvimento; Desaquecimento. Aquecimento É o conjunto de atividades que, mediante ao volume e intensidade adequados, visam preparar o indivíduo em
Bioenergética. Trabalho Biológico. Bioenergetica. Definição. Nutrição no Esporte. 1
Bioenergética Trabalho Biológico Contração muscular * Digestão e Absorção Função glandular Manter gradientes de concentração Síntese de novos compostos Profa. Raquel Simões M. Netto 4 Exercício para saúde
Eletroestimulação. ELETROESTIMULAÇÃO (Histórico) O que é??? FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR E CONDUÇÃO NERVOSA
Eletroestimulação Profa. Andreza Caramori de Moraes Profa. Narion Coelho Prof. Paulo Angelo Martins O que é??? A eletroestimulação é um mecanismo que simula a passagem do impulso nervoso, levando o músculo
EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO
Componente Curricular: Biologia Professor: Leonardo Francisco Stahnke Aluno(a): Turma: Data: / /2015 EXERCÍCIOS DE REVISÃO CITOPLASMA E METABOLISMO 1. A respeito da equação ao lado, que representa uma
JOSE CAMPANHOLI NETO
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - RIO CLARO CIÊNCIAS DA MOTRICIDADE BIODINÂMICA DA MOTRICIDADE HUMANA Demanda Energética na Sessão de Exercício Resistido
CARACTERIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO EXPERIMENTAL DE ENDURANCE EM ESTEIRA ADAPTADA ATRAVÉS DE MARCADORES METABÓLICOS ENERGÉTICOS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARA PHABLO SÁVIO ABREU TEIXEIRA CARACTERIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO EXPERIMENTAL DE ENDURANCE EM ESTEIRA ADAPTADA ATRAVÉS DE MARCADORES METABÓLICOS ENERGÉTICOS FORTALEZA CEARÁ
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal Área de Biofísica Traçando Gráficos Prof. Romildo Nogueira 1. Introduzindo o tema No trabalho experimental lida-se
-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 CURVAS VERTICAIS
INFRAINFRA -ESTRUTURA VIÁRIA TT048 CURVAS VERTICAIS Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Um fator importante para a segurança e eficiência
A METODOLOGIA PROPOSTA PELO MÉTODO SPINNING, RELACIONADA COM AS ZONAS DE TREINAMENTO É COMPATÍVEL COM O PÚBLICO FREQUENTANTE DE ACADEMIAS
UNICENP CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA A METODOLOGIA PROPOSTA PELO MÉTODO SPINNING, RELACIONADA COM AS ZONAS DE TREINAMENTO É COMPATÍVEL COM O PÚBLICO FREQUENTANTE DE ACADEMIAS CURITIBA 2005 EMANUEL PEREIRA
Miologia. Tema C PROCESSOS ENERGÉTICOS NO MÚSCULO ESQUELÉTICO
PROCESSOS ENERGÉTICOS NO MÚSCULO ESQUELÉTICO 1 Necessidades energéticas da fibra muscular 2 Papel do ATP 3 Processos de ressíntese do ATP 3.1 Aeróbico 3.2 Anaeróbico alático e lático 4 Interação dos diferentes
NUT A80 - NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA
NUT A80 - NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA Prof. Dr. Thiago Onofre Freire Nutricionista (UFBA) Especialista em Nutrição Esportiva (ASBRAN) Mestre em Biologia Funcional e Molecular (UNICAMP) Doutor em Medicina
Bolsa limitada por duas membranas semelhantes à membrana plasmática. A interna forma uma série de dobras ou septos, as cristas mitocondriais, entre
Bolsa limitada por duas membranas semelhantes à membrana plasmática. A interna forma uma série de dobras ou septos, as cristas mitocondriais, entre as quais há uma solução gelatinosa, a matriz mitocondrial.
Sistemas biológicos e a química de biomoléculas
Sistemas biológicos e a química de biomoléculas Nelson, D.L. & Cox, M.M.. Lehninger Principles of Biochemistry, 4th Ed. Nelson, D.L. & Cox, M.M.. Lehninger Principles of Biochemistry, 4th Ed. O que a bioquímica
Biologia-Prof.Barão. Metabolismo Energético: Respiração Celular e Fermentação
Biologia-Prof.Barão Metabolismo Energético: Respiração Celular e Fermentação Metabolismo Energético I Conceitos básicos: 1-Metabolismo 2-Reações Exergônicas e Endergônicas 3-Reação de Redox(Oxidação-Redução)
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 04 RESPIRAÇÃO
BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 04 RESPIRAÇÃO Fixação 1) (UFRJ) Os peixes apresentam grande variedade de adaptações a modos de vida diferentes no ambiente marinho. Entre os peixes carnívoros existem aqueles
fibras musculares ou miócitos
Os tecidos musculares são de origem mesodérmica e relacionam-se com a locomoção e outros movimentos do corpo, como a contração dos órgãos do tubo digestório, do coração e das artérias. As células dos tecidos
Automatismos Industriais
Automatismos Industriais Introdução à Pneumática Nos actuais sistemas de automação a pneumática é um elemento muito importante pois está presente num vasto numero de aplicações, seja como sistema totalmente
FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700
FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES CREF2/RS 3700 QUALIDADES FÍSICAS DO ESPORTE ORIENTAÇÃO POTÊNCIA Santa Maria 2004 1 JOSÉ OTAVIO FRANCO DORNELLES
Portal da Educação Física Referência em Educação Física na Internet
Portal da Educação Física Referência em Educação Física na Internet MENSURAÇÃO DAS CAPACIDADES ENERGÉTICAS Existe um nível mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo no estado
FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO
FUNÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR DURANTE O EXERCÍCIO RESPOSTAS CARDIOVASCULARES FC VS DC RVP PAS PAM PAD DP TIPO DE EXERCÍCIO Dinâmico ou Isotônico Estático ou Isométrico Contração muscular e movimento
METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE
METABOLISMO ENERGÉTICO RESPIRAÇÃO CELULAR FERMENTAÇÃO FOTOSSÍNTESE QUIMIOSSÍNTESE RESPIRAÇÃO CELULAR Processo de produção de energia a partir da degradação completa de compostos orgânicos energéticos (ex.:
28/10/2016.
[email protected] www.professoralexandrerocha.com.br 1 O exercício é um grade desafio para as vias energéticas! Exercício intenso: 15 a 25X o gasto energético em repouso Os músculos aumentam
MIOLOGIA. Prof.: Gustavo M. Pires
MIOLOGIA Prof.: Gustavo M. Pires INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Os músculos são estruturas que movem os segmentos do corpo por encurtamento da distância que existe entre suas extremidades fixadas, ou seja, por
PROVA DE BIOLOGIA. Observe o esquema, que representa o transporte de lipoproteína LDL para dentro da célula. Receptores de LDL.
11 PROVA DE BIOLOGIA Q U E S T Ã O 1 6 Observe o esquema, que representa o transporte de lipoproteína LDL para dentro da célula. Partícula de LDL (Lipoproteína de baixa densidade) Receptores de LDL Endossomo
Uma simples folha. Queila de Souza Garcia
Uma simples folha Queila de Souza Garcia Plantas grande diversidade formas tamanhos habitats Lemna minor sequoia Folha Órgão laminar e verde das plantas, que constitui a estrutura assimiladora por excelência,
Transmissões de Potência
Transmissões de Potência PMR 2201 Transmissões O emprego de transmissões torna-se necessário para compatibilizar a velocidade angular ou conjugado da máquina motriz com a necessidade da máquina acionada,
Biofísica. Contração Muscular BIOFÍSICA. Prof. Dr. Walter Filgueira de Azevedo Jr. wfdaj.sites.uol.com.br
Biofísica Contração Muscular Prof. Dr. Walter Filgueira de Azevedo Jr. Resumo Tecidos musculares Junção neuromuscular Músculo esquelético Actina e miosina Estrutura do sarcômero Teoria do filamento deslizante
Estime, em MJ, a energia cinética do conjunto, no instante em que o navio se desloca com velocidade igual a 108 km h.
1. (Uerj 016) No solo da floresta amazônica, são encontradas partículas ricas em 1 fósforo, trazidas pelos ventos, com velocidade constante de 0,1m s, desde o deserto do Saara. Admita que uma das partículas
Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores
Robótica Industrial Projeto de Manipuladores Robôs são os típicos representantes da Mecatrônica. Integram aspectos de: Manipulação Sensoreamento Controle Comunicação 1 Robótica e Mecatrônica 2 Princípios
