PI-PR-3 Página 1 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBS. 00 14/04/2003 Emissão Inicial Como parte do conceito de melhoria contínua, este documento cancela e substitui o PSC Revisão 00 de 14/04/2003. Emissão Aprovada ELABORAÇÃO: (ÁREA) FUNÇÃO / INICIAIS: R SO / VC APROVAÇÃO: (ÁREA) FUNÇÃO/ INICIAIS: R SSTMA / SFL ANÁLISE CRÍTICA: (ÁREA) FUNÇÃO/ INICIAIS: R SST / RMGC DISTRIBUIÇÃO: (ÁREA) FUNÇÃO/ INICIAIS: R SSTMA / CLT
PI-PR-3 Página 2 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Í N D I C E P Á G I N A S 1. OBJETIVOS 3 2. ABRANGÊNCIA 3 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3 4. DEFINIÇÕES 3 5. RESPONSABILIDADES 4 6. 6 7. ANEXOS 12 I Modos de Transmissão e Medidas Preventivas nas Doenças Infecciosas mais Freqüentes (esta no procedimento) II Planilha de Controle de Absenteísmo (*) III Planilha de Monitoramento de Saúde (*) IV V Programa de Imunização (esta no procedimento) Doenças de Notificação Compulsória no Brasil (esta no procedimento) (*) Planilha disponibilizada no Portal
PI-PR-3 Página 3 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - 1. OBJETIVOS O Programa Integrado de SSTMA em sua Área de Concentração Saúde deve ser implementado em todos os Empreendimentos / Contratos, através da sistemática descrita neste procedimento denominada Programa de Saúde Assistencial e Coletiva PSAC. Esse Programa de Saúde Assistencial e Coletiva PSAC, apresenta os seguintes objetivos: Identificar fatores etiológicos na gênese das enfermidades que podem potencialmente ocorrer em determinado grupo de pessoas delimitado dos Empreendimentos / Contratos, em função de fatores de risco, incidências e prevalências; Definir ações de promoção, prevenção e / ou erradicação dessas doenças, fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, administração e avaliação das ações de saúde; Produzir conhecimento e tecnologia capazes de promover a saúde individual através de medidas de alcance coletivo; Buscar a interação e a articulação entre as ações de Saúde Assistência Supletiva e de Promoção de Padrões de Saúde Coletiva. Estabelecer ações de prevenção destinadas ao controle de animais sinantrópicos em dependências internas dos Empreendimentos / Contratos. 2. ABRANGÊNCIA Este procedimento se aplica a todos os Empreendimentos / Contratos da Odebrecht, em escalas nacional e internacional. 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Política de AIDS da ODEBRECHT Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO Programa de Reabilitação ao Trabalho PRAT Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Serviço de Saúde PGRSS Gerenciamento de Resíduos Sólidos Calendário Brasileiro de Vacinação PI-PR-051 PI-PR-0 PI-PR-2 PI-PR-039 4. DEFINIÇÕES RISCO: É a probabilidade dos componentes de uma determinada população desenvolver uma dada doença ou evento relacionado à saúde em um período de tempo;
PI-PR-3 Página 4 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - FATOR DE RISCO: É o atributo de um grupo que apresenta maior incidência de uma dada patologia, em comparação com outros grupos populacionais, definidos pela ausência ou menor dosagem de tal característica; FATOR DE PROTEÇÃO: É o atributo de um grupo com menor incidência de um determinado distúrbio, em relação a outros grupos, definidos pela ausência ou baixa dosagem de tal fator; INCIDÊNCIA: É a proporção de casos novos de uma dada patologia em uma população delimitada, durante um período determinado de tempo; PREVALÊNCIA: É a proporção de casos de uma certa doença ou evento relacionado à saúde, em uma população delimitada, em um tempo determinado; ENDEMIA: Refere-se à doença habitualmente presente entre os membros de um determinado grupo, em uma determinada área; EPIDEMIA: Refere-se à ocorrência repentina, não habitual, de um número grande de casos de uma doença específica, em uma área geográfica delimitada; PANDEMIA: Denota uma elevação não habitual da incidência de uma dada patologia ou agravo à saúde, referindo-se, no entanto, a área geográfica não limitada. PROMOÇÃO DE PADRÕES DE SAÚDE: Promoção de Padrões de Saúde é a ciência de ajudar as pessoas a modificar seus hábitos e estilo de vida, direcionada à prevenção de doenças degenerativas, metabólicas, etc, originadas de fatores causais e estilo de vida inadequado. ANIMAIS SINANTRÓPICOS: Espécies que indesejavelmente coabitam com o homem e que podem transmitir doenças ou causar agravos à saúde humana, tais como artrópodes, roedores, baratas, moscas, pernilongos, pombos, formigas, pulgas e outros. 5. RESPONSABILIDADES Diretor do Contrato Assegurar os recursos humanos, financeiros e materiais para implementação e manutenção do Programa PSAC.
PI-PR-3 Página 5 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Equipe Dirigente Atuar como facilitadores e apoiar a implementação de medidas de prevenção e / ou de erradicação de doenças estabelecidas dentro do Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva, dentro de suas áreas de competência. Área Administrativa e Financeira Apoiar a implementação de medidas de promoção de padrões de saúde e / ou de erradicação de doenças endêmicas no Empreendimento / Contrato, em sinergia com a área de Saúde Ocupacional. Supervisores / Líderes / Assistentes Técnicos / Encarregados Apoiar a implementação de medidas de prevenção e / ou erradicação de doenças estabelecidas como parte das ações do suas áreas de competência. Segurança do Trabalho / Meio Ambiente: Apoiar a implementação de medidas de prevenção e / ou de erradicação de doenças identificadas dentro do Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva ; Definir e implementar ações de prevenção e controle de animais sinantrópicos; Definir e implantar os sistemas para tratamento e disposição final de efluentes líquidos sanitários e conduzir os monitoramentos / medições pertinentes; Definir os locais para tratamento e disposição final dos resíduos sólidos gerados nos Empreendimentos / Contratos, inclusive aqueles produzidos pelo Serviço de Saúde. Saúde Ocupacional: Conduzir o monitoramento biológico e as avaliações médicas, bem como, divulgar os resultados pertinentes aos Gestores de Processo (Equipe Dirigente); Considerar na Avaliação Médica e no Monitoramento Biológico requisitos associados a determinados Grupos de Risco de doenças endêmicas ou epidêmicas ou de prevalência; Propor aos Gestores de Processo a adoção de medidas de vigilância / controle epidemiológico / sanitário, prevenção e / ou erradicação de doenças, inclusive em casos de suspeita; Ministrar Treinamentos / Campanhas de conscientização para os integrantes e subcontratados;
PI-PR-3 Página 6 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Vetar para a atividade laboral todo integrante que apresentar patologia associada à doença endêmica e / ou epidêmica com perigo iminente de transmissão para outros integrantes ou sub-contratados; Encaminhar aos Serviços de Saúde de apoio local ou regional todos os casos pertinentes para a devida avaliação e emissão de Laudo médico; Aprovar e revisar, sempre que necessário, o Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva ; Garantir a interação / articulação e alinhamento com as atividades do PI-PR-051 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional PCMSO, entre outros, em relação ao elenco de imunizações; Assegurar a interação / articulação com as atividades da Saúde Assistência Supletiva da Odebrecht Engenharia e Construção - OEC, buscando sinergia, otimização de recursos e visão de conjunto; Apoiar o monitoramento dos resíduos sólidos gerados no Serviço de Saúde; Postura empresarial na análise crítica das informações e levantamentos gerados, com vistas à definição das ações de promoção de saúde coletiva e elenco de vacinas de imunização, que possa garantir retorno tangível ou não dos investimentos, prevenindose potenciais perdas de foco e / ou dispersão de recursos. Integrantes: Cumprir as orientações e informações de prevenção e / ou erradicação de doenças fornecidas; Comunicar o seu líder imediato sobre qualquer alteração do seu estado de saúde que possa influir na sua segurança e saúde e / ou do Grupo exposto; Comunicar ao SSTMA qualquer desvio / não conformidade detectada em relação ao. 6. O Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva deve ser implementado nos Empreendimentos / Contratos de acordo com a seguinte estruturação: Vigilância Epidemiológica e Sanitária; Controle Epidemiológico e Sanitário; Atuação Preventiva; Prevenção Primária Promoção da Saúde; Prevenção Primária Imunização;
PI-PR-3 Página 7 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Prevenção Secundária; Prevenção Terciária Saneamento Básico; Comunicação / Notificação compulsória de doenças; 6.1. Vigilância Epidemiológica / Sanitária A vigilância epidemiológica / sanitária é aquela onde devem ser definidas ações em âmbito preditivo, tendo como objetivo a identificação dos potenciais Perigos / Riscos à saúde em um dado Grupo e / ou Comunidade de pessoas, através de uma análise sistemática com base no sinergismo multifatorial da determinação das doenças, envolvendo: Fatores políticos e sócio econômicos; Fatores culturais; Fatores ambientais; Agentes patogênicos. A partir da análise multifatorial realizada, a implementação das ações de vigilância epidemiológica / sanitária nos Empreendimentos / Contratos deve também considerar os seguintes requisitos: a) Identificação dos Perigos / Riscos específicos de agravos à saúde dos Integrantes / Subcontratados com base na Identificação / Avaliação de Perigos e Riscos - APNR conduzida no Pilar de Planejamento do Programa Integrado de SSTMA; b) Identificação de ações existentes de Controle Sanitário na área do Empreendimento / Contrato, tais como barreiras sanitárias; c) Vigilância / Monitoramento do Serviço de Nutrição, com abrangência para as etapas de fornecimento, armazenamento, preparo dos alimentos e distribuição das refeições e disposição final do resto ingesta; d) Vigilância de locais comuns nos Empreendimentos / Contratos tais como: áreas de Vivência, Alojamentos, Vestiários e Instalações Sanitárias, com potencial veiculação de doenças; e) Vigilância / Monitoramento dos Ambientes / Frentes de Trabalho. 6.2. Controle Epidemiológico / Sanitário Esse controle trata de todos os fatores do meio físico onde ocorra uma atuação humana e que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem estar físico, mental, social e/ou espiritual. As ações de controle epidemiológico / sanitário devem consolidar levantamentos e investigações conduzidas, prever o agrupamento das doenças, de acordo com o seu grau de prioridade, em doenças com ações intensivas ou eventuais de controle, tendo essencialmente como critério, o caráter endêmico, a patogenicidade e a infectividade das mesmas.
PI-PR-3 Página 8 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - A implementação das ações de controle epidemiológico / sanitário nos Empreendimentos / Contratos deve ser aplicada no controle e prevenção de doenças, abrangendo as endemias, epidemias, vetores de doenças, ambientes insalubres e o apoio, para a área de meio ambiente, no gerenciamento dos efluentes líquidos sanitários e dos resíduos sólidos gerados no Empreendimento / Contrato, sempre que necessário. Á título de apoio ao Médico do Trabalho na definição e condução desse conjunto de ações de controle, o Anexo I apresenta a Tabela Modos de Transmissão e Medidas Preventivas nas Doenças Infecciosas que contém um conjunto de doenças e seus respectivos agentes etiológicos, reservatório, modos de transmissão, período de incubação e medidas de prevenção. 6.3. Atuação Preventiva O Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva estabelece 03 (três) Níveis de atuação preventiva, quais sejam: Primária, Secundária e Terciária. 6.3.1. Prevenção Primária: O primeiro nível de atuação se refere à Prevenção Primária e envolve basicamente ações de Promoção de Padrões de Saúde e de Imunização, devendo ser priorizadas nos Empreendimentos / Contratos. Promoção de Padrões da Saúde O conhecimento do perfil da população alvo é fundamental para implantação de ações preventivas associadas à Promoção da Saúde. Em suplemento às avaliações médicas e ao controle médico de saúde ocupacional, o programa integrado de SSTMA incorpora ações de Saúde Assistencial dentro do conceito de gestão de Saúde como um todo, gerando benefícios potenciais associados a um melhor controle do ausentismo, com ganhos na qualidade de vida dos integrantes e de produtividade. Para auxilio nas ações dessas promoções de Saúde, este programa apresenta duas planilhas de gerenciamento constantes nos Anexo II Planilha de Controle de Absenteísmo e Anexo III Planilha de Monitoramento de Saúde. Com base nesse universo de informações, ações preventivas de Promoção de Padrões de Saúde devem ser implementadas, sob responsabilidade da área de Saúde Ocupacional e com apoio e Análise Critica da Equipe Dirigente, prevendo-se, se oportuno, a implementação de tais ações, através de dois mecanismos distintos, quais sejam: No conjunto de Objetivos / Metas do Programa Integrado de SSTMA, PI-PR-005 Objetivos, Metas e Programas de Gestão de SSTMA; No Programa de Ação PA respectivo do Médico do Trabalho.
PI-PR-3 Página 9 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Essas ações podem estar associadas a temas como diabetes, obesidade, pressão arterial, câncer, higiene pessoal, doenças sexualmente transmissíveis - DST, AIDS, tabagismo, ginástica laboral, etc. Em relação a DST e AIDS, a promoção de saúde visa também garantir o atendimento às intenções e compromissos declarados na Política da AIDS da empresa. Em paises onde essas doenças são endêmicas ou epidêmicas, ações específicas devem ser desenvolvidas em compatibilidade com a magnitude da demanda. Visando-se maior eficácia, retorno de investimento e o potencial aumento de produtividade decorrente da melhoria da qualidade de vida do Integrante / Sub-contratado, o conjunto das ações de Promoção de Saúde devem considerar os seguintes requisitos: Alinhamento / interação com as ações corporativas de Assistência Suplementar da empresa; Identificação e apoio de Formadores de Opinião nos Empreendimentos / Contratos; Planejamento prévio das ações de Promoção de Saúde pretendidas (objetivos, meios de comunicação, de avaliação de resultados, etc); Definição dos mecanismos de conscientização dos envolvidos mostrando a importância da manutenção da saúde, da melhoria da segurança, do ambiente de trabalho e da qualidade de vida pessoal, através de Campanhas, Palestras e utilização de cartazes, folhetos explicativos, quadros de aviso, palestras, etc; Assegurar a participação continuada dos interessados, na medida que as ações de Promoção de Saúde atingem diferentes segmentos de pessoas, de acordo com as suas características e necessidades; Prever, em paralelo às ações de Promoção de Saúde, outras de caráter geral com o objetivo de evitar a descontinuidade da participação dos Integrantes / Sub-contratados, visto que a prática mostra que alguns deles participam somente de ações pontuais e específicas. Imunização Em conjunto com as ações de Promoção dos Padrões de Saúde, a imunização completa o nível primário de atuação em prevenção, através da definição de um Plano de Vacinação em cada Empreendimento / Contrato. Nesse sentido, todos os Empreendimentos / Contratos devem exigir a Carteira de Vacinação como um documento de registro que deve sempre acompanhar o integrante durante sua vida na empresa.
PI-PR-3 Página 10 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Ações preventivas de vacinação para imunização contra algumas doenças devem ser rotineiramente administradas ao Integrante, para iniciar e/ou completar o seu processo de cobertura vacinal. Em função das questões multifatoriais apontadas, esse elenco de vacinas pode vir a incluir o conjunto definido no Anexo IV Programa de Imunização. Com o intuito da proteção de uma eventual epidemia, como por exemplo: sarampo, meningocócica AC, outras vacinas podem vir a ser administradas em situações especiais, ainda no dentro do universo dos fatores culturais, étnicos e climáticos. 6.3.2. Prevenção Secundária A prevenção em nível de atuação secundário exige uma análise mais detida do Médico do Trabalho Coordenador, em termos do custo-benefício e das peculiaridades ambientais locais, prevendo-se a adoção nos Empreendimentos / Contratos das seguintes ações apresentadas na seqüência: Inquéritos para descoberta de casos na comunidade; Exames periódicos, individuais, para detecção precoce de casos; Isolamento para evitar a propagação de doenças; Tratamento para evitar a progressão da doença; Evitar futuras complicações; Evitar seqüelas. 6.3.3. Prevenção Terciária: O nível de prevenção terciária completa o ciclo de atuação do Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva, abrangendo o conjunto das ações abaixo descritas: Reabilitação como prevenção de incapacidade total; Fisioterapia; Terapia Ocupacional. NOTA: A prevenção terciária de reabilitação deve ser desenvolvida em alinhamento com o PI-PR-0 - Programa de Reabilitação ao Trabalho - PRAT.
PI-PR-3 Página 11 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - 6.4. Saneamento Básico O Saneamento Básico aqui definido como o conjunto de medidas visando-se preservar ou modificar as condições do meio ambiente e do ambiente de trabalho, tem a finalidade de promover a saúde e prevenir doenças, tais como: de veiculação hídrica, de contato com resíduos sólidos perigosos, de acidentes com animais sinantrópicos e de exposição a ambientes com fungos, etc. As medidas previstas de saneamento básico no Programa de Padrões de Saúde Assistencial e Coletiva englobam as seguintes atividades: Abastecimento de Água Potável; Coleta e Tratamento de Efluentes Líquidos Sanitários; Apoio ao Gerenciamento de Resíduos Sólidos; Controle de Animais Sinantrópicos; Manutenção de Sistemas de Climatização de ar; Higienização dos Alojamentos e Sanitários; Higienização de Refeitórios e Áreas destinadas à armazenagem de alimentos; Controle da Análise Bacteriológica dos Alimentos. NOTAS: 1. Esse conjunto de medidas de Saneamento Básico deve ser conduzido sob responsabilidade das áreas de Segurança no Trabalho e Meio Ambiente e Serviços Gerais, com apoio da Saúde Ocupacional, sempre que necessário; 2. Especificamente no que se refere aos resíduos sólidos gerados no Serviço de Saúde, orientações devem ser recebidas da área de Meio Ambiente para adequado manejo seguro (acondicionamento, armazenamento temporário, transporte, tratamento e disposição final) nos termos da legislação ambiental local do Empreendimento / Contrato. Essas informações devem ser incorporadas no documento operacional da Saúde Ocupacional denominado PI-PR-2- Programa de Gerenciamento de Resíduos do Serviço de Saúde PGRSS. 6.5. Comunicação / Notificação Compulsória de Doenças A Notificação Compulsória de determinadas doenças é uma exigência legal dentro da legislação brasileira, inclusive com aplicação em âmbito internacional, com sanções pelo seu não cumprimento. Nesse sentido, os Empreendimentos / Contratos devem consultar suas legislações aplicáveis para determinação desse elenco de doenças. No Brasil, a relação mínima de doenças notificáveis se encontra definida no Anexo V Doenças e Agravos de Notificação Compulsória no Brasil. Essa relação pode ser ampliada de acordo com as peculiaridades regionais, e / ou as ocorrências epidêmicas pontuais locais.
PI-PR-3 Página 12 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - NOTA: No Brasil esta relação se estabelece através da Portaria 05 de 21 de fevereiro de 2006 e da Portaria 777 / GM de 28 de abril de 2004. 6.6. Rastreabilidade Os Empreendimentos / Contratos devem prever a rastreabilidade dessas informações, as prontas recuperações dessas evidências e a definição dos tempos de retenção / guarda dos registros. Essa sistemática se encontra definida no procedimento PI-PR-058 Controle de Documentos e Registros. 7. ANEXOS I Modos de Transmissão e Medidas Preventivas nas Doenças Infecciosas mais Freqüentes; II Planilha de Controle de Absenteísmo III Planilha de Monitoramento de Saúde IV Programa de Imunização; V Doenças de Notificação Compulsória no Brasil;
PI-PR-3 Página 13 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO RESERVATÓRIO MODOS DE TRANSMISSÃO PERÍODO DE INCUBAÇÃO MEDIDAS DE PREVENÇÃO Amebíase E. histolytica Transmissão ano-bucal para as formas vegetativas; através de alimentos, da água contaminada e de moscas para as formas císticas. 2-4 semanas Água tratada, instalações sanitárias, remoção do lixo, controle de moscas; lavagem das mãos antes de qualquer refeição, lavagem de frutas, verduras e alimentos que se ingerem crus; uso de filtros domésticos. Ancilostomías e A. duodenale; Necator americanus, caniculum Hom em, gato e cão Contato com solo contaminado por formas larvárias infectantes. Variável, (semanas ou meses) Provisão de água e de instalações sanitárias adequadas; uso de calçados; não utilizar adubo contaminado com fezes humanas. Ascaridíase A lumbricoides Ingestão de ovos infectantes contidos no solo e nos alimentos, especialmente verduras que se ingerem cruas. 4 8 semanas Provisão de água e de instalações sanitárias adequadas; lavar as mãos antes das refeições; uso de filtros; lavagem de frutas, verduras e alimentos que se ingerem crus. Cólera Vibrio cholerae, El Tor Transmissão ocorre através de ingestão de água e alimentos contaminados com fezes ou vômitos de pacientes ou portadores do vibrião da cólera. 2 3 dias, variando de poucas horas até 05 dias. Saneamento básico, (água tratada, esgoto e remoção de lixo); cozimento e acondicionamento adequado dos alimentos; educação em saúde e, principalmente, melhoria das condições sócio-econômicas da comunidade. Dengue Vírus dos tipos 1,2,3 e 4 Através da picada do mosquito infectado pelo vírus, principalmente o Aedes aegypti 7 10 dias, variando de 3 14 dias. Aplicação de inseticidas, (malathion ou fenitrothion), com base em receituário se necessário e através de bombas aerossóis a ultrabaixo volume, na concentração de 0,5 litro / hect; utilização do tenephos,(abate), a 1% em reservatórios de água, que na concentração de 1 ppm é larvicida pelo período de 1 ano. Educação em saúde, e melhoria da condição sócio-econômica.
PI-PR-3 Página 13 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA Doença de Chagas Esquistossomose Febre Tifóide AGENTE ETIOLÓGICO Trypanosoma cruzi Shistosoma mansoni Salmonella Typhi RESERVATÓRIO, animais silvestres(tatu, raposa, tamanduá), animais domésticos(gato, cão). MODOS DE TRANSMISSÃO Triatomíneos infectados ao sugarem sangue de indivíduos, defecam e aí depositam as formas infectantes de T.cruzi na pele ou mucosa de pessoas suscetíveis. Também há transmissão por transfusão de sangue contaminado e transplacentária. Caramujos dulciaquícolas do gênero Biomphalaria constituem a fonte de infecção. Dá-se a transmissão indiretamente, quando as pessoas, durante o lazer ou trabalho, entram em contato com as cercárias eliminadas em coleções aquíferas, por planorbídeos. Água, leite e outros alimentos contaminados são as principais vias indiretas de transmissão. Também o contato com secreções de pacientes ou com objetos de uso destes. Carne, produtos de aves, enlatados e mariscos são fontes comuns. P. DE INCUBAÇÃO 5 14 dias após picada do inseto infectado. 30 40 dias após transfusão com sangue contaminado. 1 2 meses 1 3 semanas MEDIDAS DE PREVENÇÃO Construção de habitações de alvenaria, higiênicas e sem frestas, para se evitar ninhos de triatomínios. Uso de inseticidas de ação residual quando não for possível medida de caráter permanente. Nas áreas endêmicas, incluir o teste de fixação do complemento como exame ocupacional. Instalações sanitárias adequadas, provisão de água em quantidade e qualidade e áreas de lazer, são algumas medidas mais importantes na prevenção da doença. O nível de instrução e a urbanização influem no seu controle. Ação de moluscicidas poderá ser eficiente em áreas restritas. Saneamento básico (água, esgoto e remoção do lixo). Pasteurização do leite e de seus principais produtos. Cozimento e acondicionamento adequado dos alimentos. Rigorosa limpeza na preparação e transporte de alimentos.
PI-PR-3 Página 15 de 21 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA Doença de Chagas Esquistossomose Febre Tifóide AGENTE ETIOLÓGICO Trypanosoma cruzi Shistosoma mansoni Salmonella Typhi RESERVATÓRIO, animais silvestres(tatu, raposa, tamanduá), animais domésticos(gato, cão). MODOS DE TRANSMISSÃO Triatomíneos infectados ao sugarem sangue de indivíduos, defecam e aí depositam as formas infectantes de T.cruzi na pele ou mucosa de pessoas suscetíveis. Também há transmissão por transfusão de sangue contaminado e transplacentária. Caramujos dulciaquícolas do gênero Biomphalaria constituem a fonte de infecção. Dá-se a transmissão indiretamente, quando as pessoas, durante o lazer ou trabalho, entram em contato com as cercárias eliminadas em coleções aquíferas, por planorbídeos. Água, leite e outros alimentos contaminados são as principais vias indiretas de transmissão. Também o contato com secreções de pacientes ou com objetos de uso destes. Carne, produtos de aves, enlatados e mariscos são fontes comuns. P. DE INCUBAÇÃO 5 14 dias após picada do inseto infectado. 30 40 dias após transfusão com sangue contaminado. 1 2 meses 1 3 semanas MEDIDAS DE PREVENÇÃO Construção de habitações de alvenaria, higiênicas e sem frestas, para se evitar ninhos de triatomínios. Uso de inseticidas de ação residual quando não for possível medida de caráter permanente. Nas áreas endêmicas, incluir o teste de fixação do complemento como exame ocupacional. Instalações sanitárias adequadas, provisão de água em quantidade e qualidade e áreas de lazer, são algumas medidas mais importantes na prevenção da doença. O nível de instrução e a urbanização influem no seu controle. Ação de moluscicidas poderá ser eficiente em áreas restritas. Saneamento básico (água, esgoto e remoção do lixo). Pasteurização do leite e de seus principais produtos. Cozimento e acondicionamento adequado dos alimentos. Rigorosa limpeza na preparação e transporte de alimentos.
PI-PR-3 Página 16 de 21 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO RESERVATÓRIO MODOS DE TRANSMISSÃO PERÍODO DE INCUBAÇÃO MEDIDAS DE PREVENÇÃO Giardíase Giardia lamblia, possivelmente alguns animais domésticos Transmissão por mãos contaminadas com fezes contendo cistos de Giardia. Água e alimentos (vegetais crus) na transmissão indireta. 7 10 dias, podendo variar de 5 24 dias Água potável para beber e água em quantidade para higiene pessoal e doméstica. Esgotos e privadas higiênicas. Uso de filtros ou, em casos especiais, fervura de água de beber. Gonorréia N. gonorrehae Através do contato sexual 2 7 dias Trabalho de educação para saúde Hanseníase Mycobacterium leprae Tudo indica que a transmissão é através das secreções oro-nasais e de contato íntimo e prolongado com portadores. 3 5 anos (intervalos mais curtos já registrados), podendo variar de 9 meses a 20 anos Detecção e tratamento precoce de casos, principalmente as formas multibacilares, quando se usa a multidrogaterapia (rifampicina + dapsona + clofazimina). Prevenção e reabilitação física e social dos pacientes que apresentam limitações físicas. Proteção à população suscetível. Educação em saúde. Hepatite A Vírus da hepatite, chimpanzés Contato inter pessoal através da contaminação fecal oral. Água, leite, vegetais e ostras contaminadas. 15 50 dias, média de 28 30 dias Instalações sanitárias adequadas, água potável. Uso de imunoglobulinas para os contatos familiares. Em caso de epidemia, efetuar investigação epidemiológica para identificação de uma possível fonte comum de infecção. Hepatite B Leishimanio se Tegumentar Vírus da hepatite B ou antígeno Austrália Leishimania braziliensis e mexicana e possivelmente chimpanzés Roedores e outros animais silvestres e domésticos(tatu, cão, gato) Parenteral, via inoculação de sangue, plasma, soro e outros produtos de pessoas infectadas. Agulhas e seringas contaminadas. Coito anal; contaminação de ferimento ou de solução de continuidade da pele. Mosquitos flebótomos, se alimentam de sangue de doentes, levam formas flageladas, que se desenvolvem no intestino, transformando-se em formas infectantes. Estas serão inoculadas pela picada ou por escoriação da pele. 45 180 dias, média 2-3 meses Variável. Poucos dias até muitos meses. Média de 3 10 semanas Uso de agulhas e seringas descartáveis. Manter estrita vigilância epidemiológica de todos os casos que registrarem estória de transfusão em meses recentes ou uso de drogas. Em caso de epidemia tentar localizar a fonte de infecção. Imunização. Aplicação de inseticidas de ação residual. Vigilância epidemiológica de imigrantes vindos de focos endêmicos. Combate aos criadouros de mosquitos.
PI-PR-3 Página 16 de 21 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO RESERVATÓRIO MODOS DE TRANSMISSÃO PERÍODO DE INCUBAÇÃO MEDIDAS DE PREVENÇÃO Calazar Leishimania donovani, canídeos Picada de mosquitos flebótomos 2 4 meses, podendo variar de 10 dias a 2 anos Aplicação de inseticidas de ação residual. Malária Meningite meningocócica Plasmodium malariae, vivax, falciparum e ovale Nisseria meningitidis Anofelinos ao ingerirem sangue de pessoas infectadas com gametócitos; estes evoluem no estômago do mosquito no período de 8 a 35 dias. Esporozoítas concentrados nas glândulas salivares do mosquito são transmitidos ao homem através da picada. Transmissão direta através das secreções oronasais de doentes ou portadores inaparentes. Põe-se em dúvida a transmissão indireta dada a pouca resistência do meningococo à dissecação. 30 dias para P. malariae; 12 14 dias para os demais 2 10 dias Dedetização, telagem das habitações; uso de repelentes e de quimioprofilaxia para os que se deslocam temporariamente para regiões endêmicas. Combate a focos de mosquitos; vigilância e investigação epidemiológica de imigrantes procedentes de áreas endêmicas. A vacinação não é rotina, só em casos de epidemia. Em casos de epidemia evitam-se aglomerações. Recomenda-se a quimioprofilaxia dos comunicantes. Sarampo Vírus do sarampo É transmitido pelas secreções dos doentes aos suscetíveis. 7 18 dias A vacina é a única maneira de prevenir o sarampo.
PI-PR-3 Página 17 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO I - MODOS DE TRANSMISSÃO E MEDIDAS PREVENTIVAS NAS DOENÇAS INFECCIOSAS MAIS FREQUENTES DOENÇA AGENTE ETIOLÓGICO RESERVATÓRIO MODOS DE TRANSMISSÃO PERÍODO DE INCUBAÇÃO MEDIDAS DE PREVENÇÃO SIDA HIV Transmissão direta através do contato sexual, transfusão sangüínea e uso de agulhas e seringas contaminadas com sangue de pacientes ou portadores de HIV. Variável, 2 meses 10 anos ou mais Educação para a saúde; campanhas para esclarecimento sobre a doença e seus principais modos de transmissão. Sífilis Treponema pallidum Transmissão direta imediata por contato sexual. Indiretamente através de transfusões de sangue de doadores infectados. 10 dias a 3 meses, em média de 3 semanas. Educação sanitária e sexual, testes sorológicos para lues. Tétano Clostridium tetani Solo e intestino de animais, incluindo o homem onde existe normalmente o C. tetani de forma inócua. Transmite-se indiretamente do contato com de uma lesão com o solo contendo fezes de animais ou estrume rico em esporos do bacilo tetânico. 3 21 dias; média de 10 dias Vacinação de rotina com anatoxi tetânico de todos os expostos a riscos de ferimentos. A imunidade conferida pela vacina é de cerca de 10 anos. Tuberculose Mycobacterium tuberculosis O homem e o gado vacum Transmissão direta pelo contato permanente e prolongado com portadores, através das secreções oronasais. Embora em menor escala, transmissão indireta pela poeira de escarro dessecado contendo bacilos. 1 12 meses A vacinação pelo BCG, além de proteger contra a tuberculose pulmonar, previne especialmente a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar. Melhoria das condições sócio econômicas.
PI-PR-3 Página 18 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO IV PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO Doença Vacina Observação Tétano e Difteria Hepatite B Febre Amarela Duplo Adulto Anti-hepatite B Anti-amarílica 03 doses IM profundas em intervalos de 60 dias, uma dose de reforço entre 5 a 10 anos. 03 doses IM a 2 a após 30 dias e a 3 a após o período de 180 dias da 1ª dose. Dose única de 0,5 ml por via subcutânea com reforço a cada 10 anos. Gripe Anti-gripal Dose única anual
PI-PR-3 Página 19 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - ANEXO V DOENÇAS E AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA NO BRASIL Botulismo (**) Carbúnculo ou Antraz (**) Cólera (*) (**) Coqueluche Dengue Difteria Doença de Creutzfeldt-Jacob D.de Chagas (fase aguda) Eventos adversos pós vacinação D. Meningocócica e outras Meningites (**) Esquistossomose (em área não endêmica) Febre Amarela (*) (**) Febre do Nilo Ocidental (**) Febre Maculosa Febre Tifóide Hanseníase Hantaviroses (**) Hepatites Virais Leishmaniose Visceral e Tegumentar Americana Paralisia Flácida Aguda Raiva Humana (**) Sífilis em Gestante Infecção pelo Virus HIV em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical Influenza Humana por novo subtipo (pandêmico) (**) Leptospirose Malária Peste (*) (**) Poliomielite (**) SIDA Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Síndrome Febril-Ìctero Hemorrágica Aguda (**) Sarampo (**) Síndrome Respiratória Aguda Grave (**) Tularemia (**) Tuberculose Varíola (**) Tétano Neo- Natal (**) Agravos à Saúde do Trabalhador Acidentes do Trabalho Doenças Relacionadas ao Trabalho Sífilis Congênita Tétano Epizootias em Primatas não Humanos e outras de importância epidemiológicas (**)
PI-PR-3 Página 20 de 20 PI-PR-3 - PROGRAMA DE PADRÕES DE SAÚDE ASSISTENCIAL E COLETIVA - Legenda: (*) - Doenças sujeitas ao Regulamento Sanitário Internacional. Casos ou óbitos destas doenças, suspeitos ou confirmados, tem implicações internacionais e, portanto, devem ser imediatamente notificadas ao Centro de Vigilância Epidemiológica local, que repassará a notificação do Ministério da Saúde, que por sua vez fará a notificação internacional. (**) - Doenças e agravos de notificação imediata, pela urgência na adoção de medidas de controle.