LINX POSTOS AUTOSYSTEM



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Transcrição:

LINX POSTOS AUTOSYSTEM Manual

Sumário 1 INTRODUÇÃO AO POSTGRES...3 2 INSTALAÇÃO...3 2.1 Download...3 2.2 Instalação...4 3 CONFIGURAÇÃO...7 3.1 CIDR-ADDRESS...8 3.2 Biometria...9 4 LINHA DE COMANDO...10 5 CRIAR BASE DE DADOS...12 6 CRIAR USUÁRIOS...13 7 DUMP/LOAD...14 7.1 Carga de um Dump SQL (Arquivo SQL > Base de Dados)...14 7.2 Criação de um DUMP SQL (Base de Dados > Arquivo SQL)...15 2/16

1 INTRODUÇÃO AO POSTGRES O PostgreSQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados objetorelacional de código aberto que possui mais de 15 anos de desenvolvimento ativo e arquitetura que ganhou grande reputação por sua confiabilidade, integridade de dados e conformidade com padrões. Roda em todos os grandes sistemas operacionais, incluindo GNU/Linux, Unix (AIX, BSD, HP-UX, SGI IRIX, Mac OS X, Solaris, Tru64), e MS Windows. 2 INSTALAÇÃO Para realizar a instalação é recomendado o uso da versão 8.3 do PostgreSQL para Windows até a versão Seven. Para versão posterior, recomenda-se o PostgreSQL versão 9.1. Para Linux até versão 12, recomenda-se a instalação do PostgreSQL versão 8.4, e para as versões posteriores, recomenda-se a versão 9.1. Para outros sistemas operacionais, contate o suporte da LINX. A instalação do é necessária somente no servidor, ou seja, não necessita instalação em cada estação de trabalho. 2.1 Download Para realizar a instalação do PostgreSQL é necessário realizar o download do banco de dados PostgreSQL, o download deverá ser realizado no site de seu desenvolvedor. Para facilitar o processo, segue o link para a página: http://www.enterprisedb.com/products-servicestraining/pgdownload#windows Conforme imagem abaixo: 3/16

Após realizar o download, acessar o diretório e executar o aplicativo postgresql- 9.0, que é o instalador. Conforme imagem abaixo: 2.2 Instalação Ao executar o instalador a primeira tela será a tela de saudação, clicar no botão Next. Conforme imagem abaixo: Não há necessidade de alterar qualquer parâmetro de instalação. Caso seja necessário alterar o local onde será instalado o banco de dados, deverá ser realizado neste passo. 4/16

Conforme imagem abaixo: Neste diretório serão salvos todos os dados do banco, logo deverá possuir espaço suficiente em disco. Nesta janela informar apenas a senha e sua confirmação para o usuário que manipulará o serviço. Como padrão, pode-se utilizar a senha postgres. Conforme imagem abaixo: 5/16

Nunca mudar a porta de comunicação, o LINX Postos AutoSystem não está preparado para trabalhar em outras, somente na 5432. Conforme imagem abaixo: Na janela seguinte selecionar a linguagem em que o banco de dados se comunicará, selecionar a opção Portuguese, Brazil. Conforme imagem abaixo: Após passar pelos passos anteriores a janela abaixo será exibida: 6/16

Ao clicar no botão Next será iniciado o processo de instalação do banco de dados. Ao termino da instalação clicar no botão Finish para finalizar a instalação conforme imagem abaixo: 3 CONFIGURAÇÃO O acesso ao banco de dados é restringido pelo arquivo pg_hba.conf que deverá ser editado para liberar acesso. Para editá-lo, acessar C:\Program Files\PostgreSQL\9.0\data. Na seção que contém o registro das conexões, similar ao apresentado abaixo: 7/16

As linhas iniciadas com o # estão comentadas, logo é como se elas não existissem no arquivo. Observando o arquivo acima, existem apenas duas linhas válidas, cada uma com cinco colunas. Cada nova linha adicionada no arquivo pg_hba.conf, significa uma nova regra criada. Antes de criar regras, verificar o que realiza cada coluna conforme orientações a seguir: TYPE: tipo de conexão utilizada, normalmente HOST (computador); DATABASE: nome da base de dados. all = todos ou então especificar o nome da base. Para inserir mais de uma separe por vírgula; USER: nome do usuário. all = todos ou então especificar o nome do usuário. Para mais de um separe por vírgula; CIDR-ADDRESS: endereço IP. Será verificado com mais detalhes no próximo tópico; METHOD: método de conexão. Md5/password = exigir senha. Reject = negar e trust = não exigir senha. 3.1 CIDR-ADDRESS Neste tópico será analisada a coluna CIDR-ADDRESS. Nessa coluna deverá ser especificado o endereço IP e o nível de acesso a ele. Quando a estação se conectar ao banco de dados, o postgres verificará seu IP e vai procurar em qual regra/linha esse IP melhor se encaixa, caso não o localize, negará acesso. O nível de acesso representa qual faixa do IP será verificado. Este nível pode ser 32, 24, 16, 8 ou 0. Nível 32: o nível de maior especificidade, quando utilizado representa que todo o endereço IP é validado e apenas sendo idêntico ao informado permitirá acesso. Exemplo: 192.168.1.100/32, representa que o banco só aceitará conexão deste endereço de IP, nenhum outro. Nível 24: nesse nível o postgres irá ignorar a última faixa do IP e todos os IP s que iniciarem com as três primeiras faixas serão considerados. Exemplo: 192.168.1.0/24, representa que todos os IP s da faixa que iniciam com 192.168.1, ou seja, de 192.168.1.1 até 192.168.1.254, terão acesso ao banco de dados. 8/16

Nível 16: como no nível 24, mas serão consideradas as duas primeiras faixas, ignoradas as duas últimas. Exemplo: 192.168.0.0/16, representa que todos os IP s da faixa que iniciam com 192.168, ou seja, de 192.168.1.1 até 192.168.254.254, poderão acessar o banco de dados. Nível 8: nesse nível será considerada somente a primeira faixa do IP, ignorando as três últimas. Exemplo: 192.168.0.0/8, representa que todos os IP s da faixa que iniciam com 192, ou seja, de 192.1.1.1 até 192.254.254.254, poderão acessar o banco de dados. Nível 0: o nível mais baixo. Com essa linha, qualquer IP será aceito pela regra. Exemplo de linha/regra de conexão: No exemplo anterior, foi inserida a informação que o computador (HOST) 192.168.0.1(CIDR-ADDRESS), terá acesso com senha (md5) a todos as bases (DATABASE=all), com todos os usuários (USER=all). O arquivo pg_hba pode conter todas as linhas necessárias. Caso existam duas regras com o mesmo IP, mas com métodos diferentes, a que estiver acima será considerada. 3.2 Biometria Para utilizar a biometria corretamente será necessário realizar uma configuração no arquivo postgresql.conf. Para editá-lo, acessar C:\Program Files\PostgreSQL\9.0\data. Na seção que contém o registro, similar ao apresentado abaixo: Alterar a linha acima para: 9/16

Obs.: Este procedimento é obrigatório para a utilização da biometria, se não for realizado ocorrerá erro na leitura da biometria. Deverá ser realizado antes de criar o banco. 4 LINHA DE COMANDO Para realizar a criação do banco de dados e usuários será necessário acessar a interface de linha de comando do banco de dados. Para acessar a linha de comando será preciso criar um atalho, acessar o menu Iniciar > Todos os Programas > Acessórios clicar com o botão direito do mouse no ícone Prompt de Comando e selecionar a opção Enviar para > Área de trabalho. Conforme imagem abaixo: Após isso acessar a área de trabalho e localizar o ícone criado, clicar com o botão direito do mouse e selecionar a opção Propriedades. Conforme imagem abaixo: 10/16

A janela abaixo será exibida: No campo Iniciar em informar o caminho da pasta bin localizada no diretório de instalação do PostgreSQL, clicar no botão Aplicar e logo após clicar no botão OK. Conforme imagem abaixo: 11/16

Após realizar estes procedimentos a linha de comando estará pronta para ser utilizada. Execute o Prompt de Comando localizado na área de trabalho e a janela abaixo será exibida: 5 CRIAR BASE DE DADOS O próximo passo é a criação de um novo banco de dados. Por padrão, o postgres cria três bancos vazios ou seja, bancos sem nenhuma tabela de dados, somente com tabelas de controle. Para listar os bancos criados em um servidor, usar o comando psql l. Antes de executar tarefas, deve-se informar o usuário utilizado. Isso deverá ser realizado toda vez que um comando de banco for utilizado. Para identificar-se como tal, executar os comandos abaixo: Usuário: set PGUSER=postgres; Senha: set PGPASSWORD=postgres. A seguir um exemplo do comando psql -l: Neste passo será criado um novo banco de dados, ou seja, um novo namespace onde os dados serão salvos. Por padrão, utiliza-se o nome autosystem para os bancos de dados, porém pode ser alterado de acordo com a preferência do cliente. 12/16

Observação: Podem ser criados quantos namespaces forem necessários em um mesmo servidor, porém deve-se tomar cuidado para não criar bancos desnecessários a fim de evitar que seja utilizado o banco de dados incorreto. Sintaxe: createdb O postgres -E SQL_ASCII -T template0 nomebase. Abaixo exemplo de criação do banco de dados: Listar os bancos de dados para verificar se o banco autosystem foi criado. Conforme imagem abaixo: Obs.: o ENCONDING sempre deverá estar como SQL_ASCII. Se não estiver, entre em contato com o suporte para verificação, pois o sistema não funciona com outro enconding. 6 CRIAR USUÁRIOS 13/16

do sistema. Deverão ser criados os usuários distro e autosystem, devido às funções internas Para criar os usuários, digite os comandos: autosystem: createuser autosystem; distro: createuser distro. Deverão ser respondidas com não as três perguntas que serão feitas pelo banco, ou seja, que os usuários não são superusuários, que não podem criar bancos de dados e que não podem criar outros usuários. São usuários normais para o banco, sem privilégios. A seguir um exemplo de como logar com o superusuário e criar os usuários: 7 DUMP/LOAD Após a criação do banco de dados, o próximo passo a ser realizado é carregar um dump. O dump é um arquivo SQL que contém as tabelas, colunas e todos os dados necessários para o funcionamento básico do sistema. Contém plano de contas, motivos de movimentação, formas de pagamento e outras configurações comuns entre os clientes e não contém nenhum dado pessoal, como cadastro de pessoas, produtos e funcionários. Nos próximos tópicos serão detalhados o carregamento e a criação do dump. 7.1 Carga de um Dump SQL (Arquivo SQL > Base de Dados) A LINX fornece um dump chamado de LOADLZT. Este arquivo conterá somente as tabelas necessárias para funcionamento do sistema, após carregar o dump, o cliente 14/16

deverá acessar o sistema, configurá-lo de acordo com suas necessidades e realizar seus cadastros. No exemplo a seguir utilizaremos o arquivo load_lzt_082013.sql, que foi criado em 2013. Passo 1: copiar/descompactar o arquivo no diretório bin do postgresql: Diretório: c:\program Files\PostgreSQL\8.2\bin load_lzt_082013.sql; Passo 2: carregar o arquivo especificado para a base de dados especificada: Sintaxe: psql f nomearquivo nomebase usuário. 7.2 Criação de um DUMP SQL (Base de Dados > Arquivo SQL) No passo anterior foi feito o processo de transferir os dados de um arquivo SQL para uma base de dados. O próximo processo é o contrário, ou seja, serão transferidos os dados de uma base de dados para um arquivo SQL, que será utilizado posteriormente. O apelido deste procedimento é dump. Normalmente é usado para transferência de base de dados e backup. Sintaxe: pg_dump nomebase > nomearquivo.sql. A seguir exemplo de como gerar um dump de uma base de dados: Após o término do processo, será criado um arquivo chamado dumpautosystem.sql, conforme especificado. O nome do arquivo varia de acordo com a necessidade/preferência. 15/16

Política de Segurança da Informação