RFP DWDM entre São Paulo Rio de Janeiro



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Transcrição:

RFP DWDM entre São Paulo Rio de Janeiro

Sumário 1 Objetivo... 3 2 Escopo... 3 3 Descrição Hardware e Requisitos solicitados... 4 3.1 Instalação:... 5 3.2 Funcionalidade da Transmissão:... 5 4 Serviços... 5 4.1 Sobressalentes... 6 4.2 Operação Assistida... 6 4.3 Suporte à Operação... 6 4.3.1Garantia dos equipamentos... 6 4.4 Treinamento... 7

1 Objetivo Esta RFP tem por objetivo selecionar e adquirir equipamentos de transmissão DWDM para a rota de fibra óptica entre São Paulo (sigla SPO) Rio de Janeiro (sigla RJO), para ampliação da rede GVT no Sudeste. Estão inclusos no escopo da RFP treinamento, suporte, manutenção, instalação e operação assistida durante 90 dias a partir do aceite da rota. Todos os itens devem ser respondidos e explicados. Caso algum item não seja atendido, o proponente poderá especificar outra feature para alcançar a mesma funcionalidade. 2 Escopo A GVT (Global Village Telecom) está analisando informações de equipamentos DWDM - carrier class - com foco em transmissão de longa distância para prover serviços para a GVT e clientes. Todos os itens devem ser respondidos tecnicamente e com o máximo de detalhes possíveis. A previsão de compra é de 6 (seis) equipamentos para alocação em todos os sites da rota entre SPO e RJO, incluindo terminais e add+drop. O sistema deverá estar preparado para receber no mínimo, 20 canais de 10Gbps, totalizando até 200Gbps de capacidade final. O sistema será instalado inicialmente com 4 canais de 10Gbps e 3 canais de 4 x STM- 16 (capacidade de 70G). Sendo configurados da seguinte forma: - 3 canais de 10G serão alinhados diretamente entre São Paulo e Rio de Janeiro; - 1 canal de 10G será aberto em São José dos Campos e Resende (drop) Terminais em SPO e RJO; - 2 canais de 4 x STM-16 serão alinhados diretamente entre São Paulo e Rio de Janeiro; - 1 canal de 10G será aberto em São José dos Campos e Resende (drop) Terminais em SPO e RJO; A entrega de todos os equipamentos deverá ocorrer em até 45 (quarenta e cinco) dias após a data de emissão de pedido dos mesmos. O sistema deverá ser alinhado em no máximo 60 (sessenta) dias após a data de emissão do pedido de compra.

Os testes de alinhamento (teste de carga máxima) deverão ser realizados com a capacidade total dos equipamentos (200Gbps) e em seguida reconfigurados para a quantidade de canais adquiridos (70 Gbps). Os testes poderão ser realizados com os canais/transponders em cascata.o teste de aceitação final será de 72 Horas por canal de 10Gbps os testes deverão seguir protocolo da GVT que será disponibilizado por nossos técnicos de São Paulo e Rio de Janeiro, durante a ativação do sistema. Os sites já estão definidos (anexo 1), bem como as distâncias ópticas e as medidas de dispersão cromáticas. Ficará a cargo da fornecedora de equipamentos as novas medições, caso seja necessário um estudo de caracterização das fibras. 3 Descrição Hardware e Requisitos solicitados Os equipamentos deverão estar equipados de inicío com mux/demux de pelo menos 20 Canais de 10 Gbps. Todos os amplificadores (Pré Boosters Ramans) deverão ser gerenciáveis de forma remota, devendo ser possível alterar a potência do laser via gerência bem como o seu desligamento. O sistema deverá ser gerenciável ponto a ponto (do Rio de Janeiro até São Paulo), sem necessidade de nenhum equipamento da GVT no meio da rota para gerenciamento. Os mux deverão ser com VOA. Sendo que em caso de não possuir a funcionalidade, deverá estar sendo informada esta condição. Nos sites Add+Drop os mux/demux deverão ser os mesmos do restante da rede, ou seja, nos sites add+drop todos os canais poderão ser retirados e inseridos no sistema. O sistema DWDM fornecido obrigatoriamente deverá contemplar laser reserva em todos os amplificadores e boosters. O sistema deverá ter canal de serviço já disponibilizado entre os sites remotos e os terminais. O sistema deverá contemplar bloco para externar os alarmes dos sites. O sistema de gerência (hardware e software) deverá ser fornecido pela empresa contratada (inclusive os servidores). Em caso de já possuirmos os servidores da fornecedora, apenas o software poderá ser fornecido, desde que a quantidade de elementos não interfira no desempenho das máquinas já instaladas. O equipamento deverá possuir integração com a plataforma Netcool e todos os custos provenientes desta implementação ficarão a cargo do Fornecedor de equipamentos.

3.1 Instalação: Os equipamentos a serem instalados, devem seguir o padrão de instalação em rack 19 ou ETSI 21, devendo os racks terem dimensões externas máximas de 2200 mm (altura) x 600 mm (largura) x 300 mm (prof.). 3.2 Funcionalidade da Transmissão: Todos os equipamentos devem suportar os serviços de transmissão definidos pelo ITU- T (SDH, MPLS, GETH, FETH, NG-SDH. etc). Os transponders deverão possuir a camada de transporte óptico OTN (ITU G.709). A grade de canais deverá ser compatível com a norma ITU G.694.X, e a ser acordada posteriormente com a equipe de engenharia da GVT. O DWDM deverá sempre ser transparente para os equipamentos de transmissão, não podendo interferir em bits e bytes de gerência. 4 Serviços O fornecedor será responsável pela instalação física dos equipamentos, bem como alimentação, passagens de cabos/fibras e a configuração inicial (startup) e tudo o que for necessário para colocar o equipamento em operação. Deverão ser fornecidos cordões de fibra óptica para todas as interfaces ópticas dos equipamentos nos sites regeneradores e add+drop (bypass) e de um transponder para o outro. A GVT irá informar os endereços IP s de gerência que serão colocados em São Paulo e Rio de Janeiro. Durante os dois primeiros anos operacionais do sistema a instalação de qualquer placa de transponders para ampliação da rota, será de responsabilidade da fornecedora, ficando a cargo da fornecedora, o alinhamento do canal e instalação do mesmo na rota. Ao término das instalações a fornecedora deverá fornecer os PDI s de todos os sites instalados. Quando houver as expansões de canais no trecho, novos AsBuilt s deverão ser entregues para a engenharia da GVT.

4.1 Sobressalentes - 1 (um) cartão sobressalente de cada tipo em cada centro de manutenção (no total serão 2), sendo eles localizados em: - São Paulo e Rio de Janeiro. Como spare de transponders, aceitaremos transponders sintonizáveis para redução do OPEX. 4.2 Operação Assistida Serviço de operação assistida de 3 (três) meses com técnico local na GVT (local a definir pela GVT) acompanhando a integração dos equipamentos ao sistema de gerência, bem como configurando em conjunto com a implantação de todos os itens necessários para a operação poder atuar em caso de falha. 4.3 Suporte à Operação Entende-se como serviço de suporte à operação as seguintes atividades: - reparo de equipamentos defeituosos e substituição de peças (15x8 nbd); - atualizações de software; - suporte a novas configurações; - suporte 7x24x365, para suporte técnico remoto e on-site quando necessário. Este serviço deverá ser disponibilizado por um período de 2 anos (24 meses), após o aceite por parte da engenharia de transmissão e engenharia de suporte da GVT. 4.3.1 Garantia dos equipamentos Os equipamentos deverão obrigatoriamente ter garantia de 2 anos (24 meses), sendo que a garantia deverá cobrir todas as placas que apresentarem defeito após o aceite da rota

4.4 Treinamento Treinamento técnico para 24 pessoas com duração mínima de 40 horas (transporte/ hospedagem inclusos) com o escopo a ser definido pela GVT em conjunto com a Fornecedora. Todos os custos referentes aos treinamentos (deslocamento, hospedagem, refeição, etc...) serão de responsabilidade do fornecedor.

Anexo 1 Fiber Type: Standard Monomode Chromatic Dispersion: 17 nm/km