azambuja r e c u p e r a ç ã o



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Transcrição:

azambuja P A T R I M Ó N I O m u n i c i p a l C U L T U R A L r e c u p e r a ç ã o

azambuja P A T R I M Ó N I O m u n i c i p a l C U L T U R A L r e c u p e r a ç ã o

M E N S A G E M fotografia Rui Rocha Reis

As questões relacionadas com a Cultura tiveram, nos mandatos em que presidi à Câmara Municipal, um papel preponderante. Não só acolhendo manifestações culturais da mais diversa índole, como valorizando e divulgando a nossa cultura tradicional. Um dos principais projectos que propusemos aos nossos munícipes foi a instituição de um Circuito Cultural do Concelho, que permitisse criar um conjunto de estruturas publicas de acesso à cultura biblioteca, internet, dvd e cd e as dinamizasse em termos de iniciativas culturais. Simultaneamente, um dos nossos grandes objectivos foi recuperar, reconstruir e valorizar o Património edificado do Concelho com características monumentais. Devemos reconhecer que estava na generalidade muito degradado e que, apesar de todos os esforços não conseguimos que a Administração Central concretizasse nenhuma intervenção nos três monumentos que são sua propriedade e nos quais apenas os Ministérios podem intervir: o Palácio das Obras Novas, o Palácio dos Imperadores e o Castro de Vila Nova de S. Pedro. Temos no entanto a garantia, através da Resolução do Conselho de Ministros decorrente das Compensações pela Ota, duma intervenção imediata no Palácio dos Imperadores e dum projecto de transformação do Castro num Museu com actividades lúdico culturais. Continuamos a trabalhar para que seja possível a reconstrução do Palácio das Obras Novas. A verdade, porém, é reconstruímos integralmente e demos um uso à Escola Régia de Azambuja e ao Páteo do Valverde em Azambuja, à Casa Colombo em Vale do Paraíso, à Escola Almeida Grandella e à Delegação da Câmara em Aveiras de Cima, à Torre do Relógio e ao Palácio do Conselheiro Frederico Arouca, em Alcoentre, à Escola Grandella de Tagarro, ao Marco da Espinheira e à Casa da Câmara no Largo dos Imperadores em Manique do Intendente. Temos em reconstrução o Convento das Virtudes, que se encontrava arruinado há centenas de anos. É desse trabalho que lhe queremos dar conta nesta publicação, porque o Património dum Povo faz parte da sua memória. Valorizá lo é, também, construir o Futuro. Presidente da Câmara Municipal de Azambuja Joaquim António Ramos

Í N D I C E

P A T R I M Ó N I O C U L T U R A L R E C U P E R A D O Escola Régia (Azambuja) Páteo Valverde (Azambuja) Escola Grandella de Aveiras de Cima Casa da Câmara de Aveiras de Cima Palácio Conselheiro Frederico Arouca (Alcoentre) Torre da Antiga Sede da Junta de Alcoentre Escola Grandella de Tagarro (Alcoentre) Marco de Cruzamento de S. Salvador (Alcoentre) Casa Colombo (Vale do Paraíso) Casa da Câmara de Manique do Intendente 08 14 20 24 28 32 36 40 44 50 P A T R I M Ó N I O E M R E C U P E R A Ç Ã O Mosteiro de Nossa Senhora das Virtudes (Aveiras de Baixo) 56

P A T R I M Ó N I O C U L T U R A L R E C U P E R A D O

B I B L I O T E C A M U N I C I P A L D E A Z A M B U J A Antiga Escola Régia Inaugurada em 2003 Objectivo: Salvaguardar e refuncionalizar um dos edifícios mais emblemáticos da Vila de Azambuja: a antiga Escola Régia. Requalificar o imóvel e dotar a Freguesia e o Concelho de Azambuja de um equipamento cultural e social que vá de encontro às necessidades de informação, de educação e de lazer da população, no pleno respeito pela diversidade de gostos e opções culturais, segundo os princípios definidos no Manifesto da UNESCO para as Bibliotecas Públicas. Acção: Recuperação integral do edifício, com reconstrução interior e renovação da fachada. Criação de áreas de utilização do público e de áreas de serviço interno. Os arranjos exteriores caracterizaram-se pelo arrelvamento da superfície confinante com instalação de algumas peças escultóricas bem como a plantação de um cortina arbórea. Foi ainda colocada uma bomba manual idêntica à existente aquando do funcionamento do edifício como escola. Os serviços prestados pela Biblioteca Municipal de Azambuja são os seguintes: Salas de Leitura: adultos, infanto juvenil e bebeteca; Serviço de Empréstimo Inter- Bibliotecas (sei); Serviço de Apoio ao Leitor (sal); Serviço de Apoio ao Estudante (sae); Serviço de Apoio a Invisuais (sai); Serviços de Animação Cultural (sac); Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (sabe); Envio de newsletter via e mail a todos os utentes registados.

B I B L I O T E C A M U N I C I P A L D E A Z A M B U J A Antiga Escola Régia Actual Antes

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B I B L I O T E C A M U N I C I P A L D E A Z A M B U J A Antiga Escola Régia Actual

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C E N T R O C U L T U R A L PÁ T E O VA L V E R D E / M U S E U M U N I C I PA L S E B A S T I Ã O M A T E U S A R E N Q U E Antiga Quinta do Valverde Inaugurado em 2004 Objectivo: Recuperar a antiga Quinta do Valverde, com a importância que a mesma possuía nas actividades agrícolas e na realidade específica da lezíria do Tejo, a fim de que a população possa usufruir de uma situação rara dentro do espaço urbano: um típico páteo ribatejano. Procurou se uma solução integrada e que constituísse um marco na Vila de Azambuja. Refira se que o Páteo Valverde era utilizado até há poucos anos como espaço dedicado à actividade da lezíria. Era ali que se guardava máquinas das actividades agrícolas e era recolhido o gado quando existiam cheias nas margens do Tejo. Ocasiões havia em que também era espaço de festa com danças e cantares populares. Tradição ainda mais reforçada, neste renovado Páteo Valverde. Acção: Reconstrução de um conjunto de edifícios e tratamento de um terreiro que constituem o Páteo Valverde, mantendo a sua traça original. Criação de um espaço turístico, lúdico e cultural com auditório, escritórios, lojas, ateliers, café/bar, restaurante e áreas de serviço de apoio. Destaque para um dos blocos do complexo, que acolhe o Museu Municipal Sebastião Mateus Arenque. Além da retrospectiva etnográfica, social, arqueológica e de artes diversas do Concelho, o secador de arroz da antiga quinta assume se como ex líbris do Museu.

C E N T R O C U L T U R A L P Á T E O V A L V E R D E M U S E U M U N I C I P A L S E B A S T I Ã O M A T E U S A R E N Q U E Antiga Quinta do Valverde Antes

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C E N T R O C U L T U R A L P Á T E O V A L V E R D E M U S E U M U N I C I P A L S E B A S T I Ã O M A T E U S A R E N Q U E Antiga Quinta do Valverde Actual

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B I B L I O T E C A M U N I C I PA L / C E N T R O C U L T U R A L G R A N D E L L A Antiga Escola Grandella Inaugurada em 2009 Objectivo: Recuperar integralmente a antiga escola primária mandada construir pelo filantropo Francisco de Almeida Grandella, no início do séc. xx, e dotar a Freguesia de Aveiras de Cima de um equipamento cultural ao serviço da população. Acção: Recuperação do edifício mantendo linhas sóbrias de estilo neo clássico. Instalação da Biblioteca Municipal/Centro Cultural Grandella, uma extensão da Biblioteca Municipal de Azambuja, sendo composta por diversos espaços para utilizadores específicos: bebéteca, sala infanto juvenil, sala de adultos, sala de exposições e sala de audiovisuais. O conjunto de serviços disponibilizados é bastante alargado, desde a simples consulta de livros e jornais/revistas até à audição/visualização e empréstimo de cds e dvds, sem esquecer o espaço de computadores com acesso à internet. Existem ainda salas para diversas actividades culturais.

B I B L I O T E C A M U N I C I P A L / C E N T R O C U L T U R A L G R A N D E L L A ( 1 9 0 6 ) Antiga Escola Grandella Antes

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C A S A D A C Â M A R A D E AV E I R A S D E C I M A Concluída em 2009 Objectivo: Dotar a Freguesia de Aveiras de Cima de um espaço multifuncional no coração da Vila. Um edifício estrategicamente localizado que, por um lado, permite alguma descentralização administrativa do Município, em benefício da população local e, por outro, constituirá o cartão de visita do projecto Aveiras de Cima: Vila Museu do Vinho. Neste espaço físico, em pleno centro de Aveiras de Cima, fica salvaguardado todo um património de saberes e tradições ligados ao mundo da vinha e do vinho. O conhecimento científico aqui reunido facilitará a interpretação dos aromas e da alma das muitas adegas ainda vivas e activas nas ruas desta Vila. Acção: No primeiro momento, tratando se de propriedade privada, a Autarquia adquiriu o imóvel. Foram demolidas as casas antigas e degradadas existentes, nascendo de raiz um edifício moderno que acolhe uma Unidade de Atendimento ao Público (com serviços administrativos) e o Centro de Interpretação do projecto Vila Museu do Vinho. A obra coloca, ainda, à disposição da população um espaço de convívio e balneários públicos.

C A S A D A C Â M A R A D E A V E I R A S D E C I M A Antes

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B I B L I O T E C A M U N I C I PA L / C E N T R O D E D I A D E A L C O E N T R E Antigo Palácio Conselheiro Frederico Arouca Inaugurados em 2008 Objectivo: Recuperar um edifício de grande valor histórico, cultural e patrimonial que perpétua o nome do Conselheiro e embaixador Frederico Arouca, e dotar a Freguesia de Alcoentre de um espaço cultural e social que sirva a população. Acção: Recuperação do Palácio Frederico Arouca, mantendo a fachada original com as colunas e as escadas em pedra. No edifício encontram se instalados a Biblioteca Municipal e o Centro de Dia de Alcoentre, este com capacidade para 50 utentes. A Biblioteca funciona em open space e tem espaços de leitura geral, bebéteca e infanto juvenil, centro de recursos com multimédia, e área de exposições. O Centro de Dia, que ocupa o piso superior, está dotado com uma zona administrativa, com atendimento, sala de reuniões, gabinete de assistência social e enfermaria. A zona pública é composta por bar, sala de convívio/tv, sala de actividades, capela, e sala de estética e ainda uma zona de refeições e serviços. Os utentes ainda podem usufruir de um pátio exterior. A gestão deste espaço ficou a cargo do Centro Paroquial de Alcoentre, em regime de cedência, por um período de 15 anos, renovável.

B I B L I O T E C A M U N I C I P A L / C E N T R O D E D I A D E A L C O E N T R E Antigo Palácio Conselheiro Frederico Arouca Antes

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A N T I G A S E D E D A J U N T A D E F R E G U E S I A D E A L C O E N T R E Conhecida como Torre Sineira Recuperação concluída em 2006 Objectivo: Conservar esta peça arquitectónica de grande significado para a história do poder local, bem como para a população da Freguesia de Alcoentre. Através de protocolo estabelecido para o efeito, o Município cedeu a utilização do imóvel à Casa do Povo de Alcoentre que ali instalará o acervo etnográfico que possui. Com o apoio à criação deste núcleo museológico, o Município reforça a aposta na preservação da cultura popular do Concelho. Além do edifício, salvaguardou se, igualmente, o sino e o relógio existentes na torre, datados de 1911. Acção: Restauro global do edifício, quer a nível interior quer a nível exterior. Intervenção no relógio existente, com recuperação e reactivação do respectivo mecanismo. Na antiga sala de reuniões da Junta da Paróquia, foi conservado o chão em azulejo de padrão composto por motivos geométricos e florais.

A N T I G A S E D E D A J U N T A D E F R E G U E S I A D E A L C O E N T R E Conhecida como Torre Sineira Antes

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E S C O L A G R A N D E L L A D E T A G A R R O Recuperação concluída em 2005 Objectivo: Recuperar integralmente a antiga escola primária mandada construir pelo filantropo Francisco de Almeida Grandella, no início do séc. xx, preservando um imóvel de reconhecido valor em plena entrada Norte do Concelho de Azambuja. Acção: Intervenção profunda num edifício que se encontrava em ruína quase total. Através de uma parceria publico privada, procedeu se à recuperação integral do edifício respeitando toda a sua linha original de estilo neo clássico. O projecto de reconstrução deu forma às instalações da empresa responsável e financiadora da obra, contemplando o projecto um dos novos espaços à disposição do Município para utilização diversa.

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M A R C O D E C R U Z A M E N T O D E S. S A L VA D O R E E S P I N H E I R A Recuperação concluída em 2006 Objectivo: Proceder à reinstalação e enquadramento paisagístico deste marco de cruzamento, datado do séc. xviii, devolvendo lhe a dignidade que merece enquanto monumento histórico e criando as condições para que possa ser apreciado pelas pessoas que o visitam. Trata se de um marco de importância nacional, visto que assinalava a Estrada que vai de Lisboa para as Caldas da Rainha. Acção: Resgate das peças do monumento, que se encontravam enterradas em estado de abandono. Requalificação da área de implantação do monumento e do espaço envolvente. Criação da estrutura base para colocação do marco, aplicação de diversos tipos de pavimento definindo os diferentes espaços, ajardinamento e embelezamento geral de todo o conjunto.

M A R C O D E C R U Z A M E N T O D E S. S A L V A D O R E E S P I N H E I R A Actual Antes

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C A S A C O L O M B O Inaugurada em 2009 Objectivo: Dotar a Freguesia de Vale do Paraíso de um espaço cultural que permite à população adquirir um melhor conhecimento das suas raízes históricas e culturais. Em pleno coração da comunidade local, fez se história de uma casa sem passado. Além de acolher e promover o rico património etnográfico (e tudo o que ele envolve) do povo desta terra, a Casa Colombo divulga e preserva para a posteridade a importância de Vale do Paraíso num dos períodos mais importantes da História de Portugal. Acção: Recuperação do edifício que funciona como sede do Rancho Folclórico de Danças e Cantares de Vale do Paraíso para o desenvolvimento das suas actividades, dispõe de uma sala que acolhe a Associação de Caçadores de Vale do Paraíso e possui ainda o Museu Etnográfico. O Museu Etnográfico poderá acolher vários tipos de exposições. É ali que está patente O mundo moderno também começou aqui no séc. xv, uma exposição centrada na história da célebre audiência que D. João ii concedeu a Cristóvão Colombo em Vale do Paraíso quando regressou da descoberta do Novo Mundo em 1493. Ao visitante é oferecida uma perspectiva da evolução do conhecimento e representação do Mundo, desde a Antiguidade até ao Presente, focalizada no tempo antes, no acontecimento, na evolução das suas consequências e nas novas formas culturais da sociedade do Presente. O Município pretendeu centrar, interpretar e demonstrar a importância histórica local, nacional e internacional da estada de D. João ii e de Cristóvão Colombo nestas paragens.

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C A S A D A C Â M A R A D E M A N I Q U E D O I N T E N D E N T E Recuperação concluída em 2002 Objectivo: Garantir, nessa primeira intervenção, a conservação da designada Casa da Câmara, imóvel de grande relevo histórico e patrimonial implantado na Praça dos Imperadores em Manique do Intendente. É intenção da Autarquia, e logo que a Guarda Nacional Republicana liberte definitivamente o edifício, realizar um restauro mais profundo e integrar a casa na rede de pólos culturais do Município. Acção: A intervenção consistiu na recuperação das fachadas e na substituição da cobertura do edifício, eliminando o problema das infiltrações. (No futuro, haverá uma remodelação do interior, criando espaços para várias actividades de âmbito cultural, naturalmente respeitando a traça e os elementos com valor patrimonial.)

C A S A D A C Â M A R A D E M A N I Q U E D O I N T E N D E N T E Antes

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P A T R I M Ó N I O E M R E C U P E R A Ç Ã O

M O S T E I R O D A N O S S A S E N H O R A D A S V I R T U D E S Recuperação em curso (Setembro de 2009) Objectivo: Recuperação da Igreja do Mosteiro da Nossa Senhora das Virtudes da Ordem de S. Francisco, datado do séc. xiv. Propõe se um equipamento cultural colectivo e polivalente, ao serviço da população, utilizando se a nave, a capela-mor e o novo coro-alto quer para o culto quer como possíveis espaços de exposições, concertos ou colóquios. Atendendo à importância patrimonial e histórica do Convento, bem como da povoação das Virtudes, pretende se ainda a constituição de um núcleo museográfico a instalar nas capelas laterais. Acção: Reabilitação e dignificação de todo o edifício e espaço envolvente, restituindo lhe centralidade relativamente à povoação das Virtudes. O projecto salvaguarda as acessibilidades predominantemente pedonais e a organização de percursos no sentido da protecção e usufruto do monumento. São redefinidos o adro zona imediata ao portal principal uma rua a sul e uma zona arqueológica a norte. Os restos arqueológicos ficam protegidos com muros baixos, que em nada impedem a sua visualização. A intervenção assegura, por um lado, a fidelidade à arquitectura original do imóvel, não comprometendo, por outro, a continuidade da realização de eventos como a Feira Medieval (habitualmente no 2.º fim de semana de Setembro).

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Câmara Municipal de Azambuja Praça do Município 19 2050 315 Azambuja tel. 00351 263 400 400 fax. 00351 263 401 271 geral@cm azambuja.pt www.cm azambuja.pt Ficha Técnica Propriedade. Edição: Câmara Municipal de Azambuja Coordenação: Lucília Guerreiro Recolha / Organização: Núcleo de Informação e Relações Públicas: Jorge Blanco, Rute Água, André Pereira Design: rpvpdesigners.com Impressão: Soartes, Artes Gráficas Depósito Legal: 299110/09 Tiragem: 8.000 ex. Distribuição gratuita Setembro 2009