ENCONTRO DOS CONTADORES, CONTROLADORES INTERNOS, SECRETÁRIOS E PRESIDENTES. Contabilidade Aplicada ao Setor Público e Atuação do CRCSC Contadora Michele Patricia Roncalio, Me. 14/março/2014
Nós, de fato, estamos orientados por esse sonho de que a Contabilidade é ciência social e, portanto, tem todo um arcabouço e um acúmulo de conhecimento e é de propriedade e responsabilidade dos profissionais de Contabilidade fazer com que avance, fazer com que se multiplique e esteja à disposição da sociedade brasileira Francisco Ribeiro Filho
Planejamento Prestação de Contas Evidenciação Contabilidade Aplicada ao Setor Público Controle Transparência
Lei 4.320/1964 Normas de Direito Financeiro Elaboração de Orçamentos Elaboração de Balanços (contabilidade Constituição Princípios Fiscalização Contábil, Financeira e Orçamentária (Seção IX) Controles Interno e Externo (art. 31 e Seção IX) LC 101/2000 Lei de Responsabilidade Fiscal Equilíbrio das Contas, integrando o Planejamento Orçamentária e a Administração Financeira; Princípios: Planejamento e Transparência (LC n. 131/2009), aprimorando o Controle
LRF Poder Legislativo Limites Pessoal (6%) Extrapolação compromete toda a esfera de Governo correspondente. Não há compensação entre Poderes. Relatório de Gestão Fiscal (quadrimestral) Art. 42 Restos a Pagar x Disponibilidade de Caixa.
CARACTERÍSTICA Regime de competência para reconhec. de despesas e receitas Desvinculação da contabilidade da inf. Orçamentária Apresentação de inf. não financeiras nas Demonstrações Contábeis Possuem forte influência dos órgãos profissionais contábeis Apresentam inf. que suportem o levantamento da eficiência, efetividade e economicidade nos serviços Desenvolvem sistemas de contab. no sentido de melhorar o gerenciamento da administração pública PAÍSES C/ SIST. CONTÁB. DE BAIXONÍVEL DE DESENV. NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO PAÍSES C/ SIST. CONTÁB. DE MÉDIONÍVEL DE DESENV. Reg. comp. modificado Incipiente Sistema Contábil de Médio nível de Desenvolvimento, Alguns casos caminhando para Incipiente alto. Incipiente Incipiente PAÍSES C/ SIST. CONTÁB. DE ALTO NÍVEL DE DESENV. SIM SIM SIM SIM SIM SIM Artigo publicado na Revista CRCRJ
Quais são os desafios ainda? Dar ênfase à Contabilidade Patrimonial. Adotar o Princípio da Evidenciação, que é fazer o registro dos fatos que alterem o patrimônio, independente se eles decorrem ou não da execução do orçamento, O Princípio da Universalidade dos registros Lino Martins da Silva
Orientações Estratégicas para a Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil Desenvolvimento Conceitual Fortalecimento Institucional Convergência às IPSAS
Implementação de procedimentos e práticas contábeis que permitam o reconhecimento, a mensuração, a avaliação e a evidenciação dos elementos que integram o patrimônio público. Convergência aos Padrões Internacionais de CASP Implantação de sistema de custos no âmbito do setor público brasileiro. Melhoria das informações que integram as DC s e os relatórios necessários à consolidação das contas nacionais. Avaliação do impacto das políticas públicas e da gestão, nas dimensões social, econômica e fiscal, segundo aspectos relacionados à variação patrimonial
Normas da Convergência Princípios de Contabilidade sob a Perspectiva do Setor Público (Resolução CFC 1.111/2007) INSTRUMENTALIZAÇÃO DO Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público 16.1 a 16.11 CONTROLE SOCIAL Portaria MF n. 184, de 25 /08/2008 e Manuais de Contabilidade Aplicada ao Setor Público da SOF e STN
PATRIMONIAL Variação Quantitativa Independente da Execução Orçamentária Variação Quantitativa Decorrentes da Execução Orçamentária ORÇAMENTÁRIA Variação Qualitativas Decorrentes da Execução Orçamentária
PORTARIA STN 828/2011 alterada pelas Portarias STN 231/2012 e 439/2012 Padronização Procedimentos, de forma gradual; Plano de Contas e Demonstrações Contábeis. Consolidação Demonstrações 2014; Arts. 51 e 67 da LRF. Transparência A partir da padronização proporcionando comparabilidade e a linguagem comum.
PORTARIA STN 828/2011 alterada pelas Portarias STN 231/2012 e 439/2012 Padronização Procedimentos, de forma gradual; Créditos por competência, inclusive dívida ativa e ajustes de perdas; Obrigações e provisões por competência; Bens móveis, imóveis e intangíveis valor justo; Depreciação, amortização e exaustão; Ativos de infraestrutura; Implementação do sistema de custos; Adoção do Plano de Contas PCASP; Demais aspectos patrimoniais do MCASP.
Pilares da Mudança para a CASP
Prejulgado TCE/SC 1818 A prática de registros contábeis e demais atos afetos à contabilidade são atribuições que devem ser acometidas a contabilista habilitado e registrado no Conselho Regional de Contabilidade, sob pena de infração ao Decreto-Lei nº 9295, de 27/05/1946, c/c a Resolução CFC nº 560/83, normas regulamentares do exercício profissional. Em Santa Catarina é vedada a contratação de escritórios de contabilidade. Prejulgados TCE/SC 843 e 1277, entre outros.
Prejulgado TCE/SC 1939 1. É de competência da Câmara Municipal decidir qual a estrutura necessária para execução dos seus serviços de contabilidade, considerando entre outros aspectos, a demanda dos serviços se eventual ou permanente; o quantitativo estimado de horas necessárias para sua execução; o quantitativo e qualificação dos servidores necessários para realização dos serviços; e a estimativa das despesas com pessoal. 2. De acordo com o ordenamento legal vigente, a execução das funções típicas e permanentes da Administração Pública, das quais decorram atos administrativos, deve ser efetivada, em regra, por servidores de seu quadro de pessoal, ocupantes de cargos de provimento efetivo ou comissionado, estes destinados exclusivamente ao desempenho de funções de direção, chefia ou assessoramento, conforme as disposições do art. 37, II e V, da Constituição Federal. (...) 4. Sempre que a demanda de serviços contábeis for permanente e exigir estrutura de pessoal especializado com mais de um servidor, é recomendável a criação de quadro de cargos efetivos para execução desses serviços, com provimento mediante concurso público (art. 37, II, da Constituição Federal), podendo ser criado cargo em comissão (art. 37, II e V, da Constituição Federal) para chefia da correspondente unidade da estrutura organizacional (Contadoria, Departamento de Contabilidade ou denominação equivalente).
MAIOR TRANSPARÊNCIA NOVO MODELO DE GESTÃO MAIS CONFIABILIDADE NA INFORMAÇÃO
INFORMAÇÕES MAIS ABRANGENTES PLANEJAMENTOS BEM PREPARADOS RESULTADOS MAIS EFICIENTES
DADOS Contabilidade Pública (informações) Cidadão Gestão Pública (serviços) INFORMAÇÕES
Portaria STN 086/2014 Estabelece regras para o recebimento dos dados contábeis e fiscais dos entes da Federação no exercício de 2014 e dá outras providências. No exercício de 2014, o recebimento das contas anuais na forma do 1º do art. 51 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, referentes ao exercício de 2013, será efetuado pelo Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro SICONFI.
Declaração 2014 Base 2013 Contas Anuais QDCC Contas Anuais DCA RREO RGF Operações de Crédito Ente NÃO implantou PCASP e DCASP em 2013. IMPLANTOU PCASP e DCASP em 2013. União, Estados e Municípios Poderes e Órgãos definidos no Art. 20 da LRF Estados e Municípios Sistema de Coleta SICONFI SICONFI SISTN SISTN SISTN
Cursos e Eventos Concursos e Graduação Comissão CASP Estudos e Temas Valorização Profissional
Prejulgado TCE/SC 2105 (...) 4. É do contador a responsabilidade pela elaboração dos relatórios contábeis que subsidiarão a avaliação de acervos patrimoniais, que devem ser assinados por este profissional em conjunto com o titular da unidade ou autoridade por ele delegada; 5. A avaliação de acervos patrimoniais, inclusive o controle, movimentação, mensuração, baixas e saídas dos estoques deve ser realizada por contador; 6. A organização e operação dos sistemas de controle patrimonial, inclusive quanto à existência e localização física dos bens, devem ser executadas por profissionais de contabilidade (contador ou técnico em contabilidade). É possível a formação de comissão, sendo recomendável que esta comissão seja formada por servidores efetivos e estáveis, e que pelo menos um membro seja detentor do cargo de contador ou técnico em contabilidade para executar as atividades privativas dos contabilistas."
Michele Patricia Roncalio, Me. Gerente de Estudos e Normatização Contábil Secretaria de Estado da Fazenda Vice-Presidente de Administração e Finanças do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina (CRCSC) mroncalio@gmail.com