PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO (PPE)



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Transcrição:

PROGRAMA DE PROTEÇÃO AO EMPREGO (PPE) Recentemente (Medida Provisória nº 680/2015), foram divulgadas regras para adesão das empresas ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Segundo consta, o objetivo é estimular a preservação dos empregos em momentos de retração da atividade econômica. Divulgamos algumas das perguntas enviadas por clientes e respostas elaboradas pelos profissionais da Ody & Keller Advocacia no intuito de esclarecer os principais pontos do PPE. 1- O que é o Programa de Proteção ao Emprego (PPE)? O PPE é um programa de redução temporária da jornada de trabalho. Nesse programa, o trabalhador tem seu salário proporcionalmente reduzido pela empresa, mas compensado parcialmente pelo governo. Portanto, os trabalhadores têm a carga horária e o salário reduzidos em até 30%. E o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) arcará com 50% da redução de 30% do salário. Por exemplo, se um empregado tem um salário de R$ 2.000,00 e a empresa aderir ao PPE com a redução 30% jornada de trabalho, consequentemente do salário, passará a receber R$ 1.400,00. Por sua vez, o FAT irá pagar a metade da redução salarial imposta ao empregado (R$ 300,00), totalizando um salário de R$ 1.700,00. Sendo assim, a remuneração do trabalhador no PPE será 85% do salário original (70% pagos pela empresa e 15% pagos pelo FAT). 2- Quem pode aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE)? As empresas que se encontrarem em situação de dificuldade econômico-financeira. 3- O que significa situação de dificuldade econômico-financeira para aderir ao programa? Segundo o art. 4º da Resolução CPPE nº 2/2015, será considerada em situação de dificuldade econômico-financeira a empresa cujo Indicador Líquido de Empregos - ILE for igual ou inferior a 1%. 4- O que é Indicador Líquido de Empregos ILE? É um indicador apurado com base nas informações da empresa disponíveis no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED. O ILE é um percentual que representa a diferença acumulada entre o número de admissões e demissões realizadas nos últimos 12 meses, em relação ao total (estoque) de empregados da empresa verificado no 13º mês anterior ao da solicitação de adesão ao PPE. Exemplo:

Uma empresa que aderiu ao Programa em 07/2015; que possuía 1.000 empregados no mês de 06/2014; e que, nos últimos 12 meses (07/2014 a 06/2015), contratou 120 e desligou 111 empregados; terá admitido 9 empregados a mais do que demitiu no referido período. Com isso, seu Indicador Líquido de Empregos será positivo, com valor de 0,9%, estando apta a participar do Programa. 5- Quais as demais condições para aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE)? Registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) há, no mínimo, 2 anos; Demonstrar a regularidade fiscal, previdenciária e relativa ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço; Demonstrar que foram esgotados os períodos de férias, inclusive coletivas, e os saldos de bancos de horas; Firmar Acordo Coletivo de Trabalho Específico (ACTE) com o sindicato da categoria. 6- Qual o prazo de adesão e o que deve conter o Acordo Coletivo de Trabalho Específico (ACTE) para aderir ao PPE? O prazo para adesão vai até 31/12/2015 e no acordo deverá constar: Período de adesão (duração de até 6 meses, sendo permitida prorrogação, no máximo, por mais 6 meses); Percentual de redução da jornada de trabalho, limitado a 30%, com redução proporcional do salário (o salário a ser pago com recursos próprios do empregador, após a redução salarial, não poderá ser inferior ao valor do salário mínimo); Estabelecimentos ou os setores da empresa a serem abrangidos pelo PPE; Previsão de constituição de comissão paritária composta por representantes do empregador e dos empregados abrangidos pelo PPE para acompanhamento e fiscalização do Programa e do acordo; Relação dos empregados abrangidos, anexada ao Acordo, contendo dados necessários ao registro do ACTE no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pagamento do Benefício PPE. 7- Quem irá analisar e deferir o pedido de adesão da empresa ao PPE? Conforme o Decreto 8.479/15 compete a Secretaria-Executiva do Comitê do Programa de Proteção ao Emprego receber, analisar e deferir as solicitações de adesão ao Programa de Proteção ao Emprego. 8- A legislação prevê prazo para a Secretaria-Executiva do Comitê do PPE emitir a decisão quanto ao deferimento ou não do pedido de adesão da empresa?

Não. A Portaria nº 1.013/2015 do MTE; a Resolução nº 2/2015 do Comitê do Programa de Proteção ao Emprego; a Medida Provisória 680/2015 e o Decreto 8.479/2015 são omissos nesse aspecto. 9- A aprovação da adesão da empresa ao Programa depende somente da Secretaria- Executiva do Comitê do PPE? Não. Mesmo que preenchidos os requisitos e vencida a burocracia imposta, não dependerá somente da Secretaria-Executiva do Comitê do PPE a inclusão da empresa no Programa. A adesão ao PPE dependerá, ainda, da disponibilidade orçamentária e financeira do Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, o qual custeará o pagamento do Benefício PPE. 10- Caso aprovada a adesão da empresa o PPE, o mesmo impõe proibições? As empresas que aderirem ao PPE ficam proibidas de dispensar arbitrariamente ou sem justa causa os empregados que tiverem a carga horária reduzida enquanto vigorar a adesão e, após o seu término, durante o prazo equivalente a um terço do período de adesão. O PPE, salvo melhor juízo, cria uma espécie de estabilidade, pois a empresa está impedida de rescindir o contrato de trabalho durante e após o término do referido programa. Por exemplo, caso a adesão da empresa seja por 12 meses, não poderá rescindir contratos por mais 4 meses depois de expirado o PPE. Logo, nesse caso, para o empregado atingido pelo PPE é garantida a permanência no emprego por 16 meses. As empresas também não poderão contratar empregados para executar, total ou parcialmente, as mesmas atividades exercidas pelos trabalhadores abrangidos pelo Programa, exceto para reposição (por exemplo, contratar empregado para substituir aquele que pedir demissão na constância do programa) ou para aproveitamento de concluinte de curso de aprendizagem na empresa. Em ambas as hipóteses, o novo empregado deverá ser incluído no Programa. 11- Como o governo realizará o pagamento da compensação pecuniária aos empregados das empresas que aderirem ao PPE? Os valores serão retirados do Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT, com pagamento realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, por intermédio da Caixa Econômica Federal - CAIXA, mediante depósito em conta bancária da empresa participante do PPE, para transferência do valor do benefício aos empregados beneficiários do Programa, via crédito em folha de pagamento da empresa. Portanto, o Benefício PPE será pago pelas empresas aos empregados, mensalmente, em folha de pagamento. Necessariamente, a empresa deverá ter uma conta bancária na CAIXA para repasse dos valores. 12- Para a empresa que aderir ao PPE existe alguma obrigação acessória?

Sim, mensalmente, a empresa deverá prestar contas ao MTE informando dados da empresa e dos empregados abrangidos pelo Programa, os quais serão base à liberação mensal dos valores do Benefício PPE. 13- O valor repassado pelo governo aos trabalhadores será base de cálculo para recolhimento de FGTS e contribuição previdenciária ( INSS )? Sim. A Medida Provisória 680/2015, alterou a legislação que trata do recolhimento de FGTS (Lei 8036/90) e da contribuição previdenciária (Lei 8.212/91), passando a prever, expressamente, a inclusão da compensação na base de cálculo dos referidos tributos. 14- A compensação do governo ao trabalhador será sempre de 50% sobre a redução salarial ou existe algum limite? O limite é de 65% do valor máximo da parcela do seguro-desemprego, enquanto perdurar o período de redução temporária da jornada de trabalho. Atualmente, o valor máximo do segurodesemprego é de R$ 1.385,91, logo, 65% corresponde a R$ 900,84. Assim, o valor máximo subsidiado pelo governo será de R$ 900,84. Por exemplo, se um empregado ganha R$ 9.000,00 por mês e a empresa aderir ao PPE reduzindo a jornada em 30%, o empregado passará a receber um salário de R$ 6.300,00 da empresa (valor correspondente a 70%). Nesse caso, haverá redução salarial corresponde a R$ 2.700,00. A compensação do governo não será de 50% da redução salarial (R$ 1.350,00), pois excede ao limite de 65% do valor máximo da parcela do seguro desemprego (R$ 900,84). Assim, o empregado receberá da empresa o valor de R$ 6.300,00 mais R$ 900,84 de compensação do PPE, o que resultará em um salário de R$ 7.200,84. 15- Qual a vantagem da empresa aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE)? A possibilidade de manutenção da mão de obra, evitando-se gastos com demissões, contratações e treinamentos. 16- Qual a desvantagem da empresa ao aderir ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE)? Não há garantia de que a mão de obra fique na empresa. Ou seja, o PPE não impede que empregado formule seu pedido de demissão; A burocratização com a criação de mais uma obrigação acessória mensal junto ao MTE; O benefício PPE será pago pelas empresas, em folha de pagamento, cabendo à CAIXA repassar mensalmente os recursos para o pagamento, através de depósito em conta corrente da empresa, com todos os riscos daí decorrentes (insuficiência de recursos, deficiência de comunicação entre os órgãos competentes, demora nos procedimentos relacionados ao repasse etc.);

A criação de uma estabilidade aos empregados, pois a empresa está impedida de despedir seus empregados no período equivalente a um terço do período de adesão. O núcleo de Direito Trabalhista e Previdenciário da Ody & Keller Advocacia permanece à disposição para dirimir eventuais dúvidas.