Subsecretaria de Contabilidade Pública SUCON Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação CCONF V FÓRUM MINEIRO DE CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL Junho/2015
Conteúdo PCASP: introdução, alcance e estrutura Consórcios Públicos: aspectos orçamentários e fiscais Consórcios Públicos: aspectos patrimoniais Próximos passos
Leitura Básica MANUAL DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO MCASP 6ª EDIÇÃO (Válido a partir do exercício de 2015) PARTE IV Plano de Contas Aplicado ao Setor Público(PCASP) Disponível emwww.tesouro.gov.br/mcasp PCASP: www.tesouro.fazenda.gov.br/pcasp Pré- requisito recomendável: Noções básicas de contabilidade
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Conceito e objetivo de plano de contas Conceito Plano de contas é a estrutura básica da escrituração contábil, formada por uma relação padronizada de contas contábeis, que permite o registro contábil dos atos e fatos praticados pela entidade de maneira padronizada e sistematizada, bem como a elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis de acordo com as necessidades de informações dos usuários. Objetivo A ciência contábil tem como finalidade geral o fornecimento de informações aos diversos usuários da informação contábil. O PCASP alinha-se a esta finalidade por meio da padronização da forma de registro contábil para a extração de informações para estes usuários.
Motivação para a adoção de um plano de contas único Convergência aos padrões internacionais Edição das IPSAS e das NBC T SP São instrumentos de transparência (...): adoção de sistema integrado de administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder Executivo da União. (LRF, art. 46, III) O Poder Executivo da União promoverá (...) a consolidação, nacional e por esfera de governo, das contas dos entes da Federação. (LRF Art. 51) Consolidação das contas públicas Foco na contabilidade patrimonial Transparência Balanço do Setor Público Nacional (BSPN) PADRONIZAÇÃO por meio de um plano de contas único com abrangência nacional: PCASP
Alcance do PCASP Obrigatório Alcance do PCASP Alcance todos os Poderes de cada ente da Federação, seus órgãos e entidades da administração direta e da administração indireta, incluindo fundos, autarquias, inclusive especiais, fundações, e empresas estatais dependentes (LRF, art. 2º) Facultativo empresas estatais independentes
Natureza da informação contábil Natureza da informação contábil A metodologia utilizada para a estruturação do PCASP foi a segregação das contas contábeis em grandes grupos de acordo com as características dos atos e fatos nelas registrados. Orçamentária Patrimonial Controle Atos e os fatos relacionados ao planejamento e à execução orçamentária. Fatos relacionados à composição do patrimônio público e suas variações qualitativas e quantitativas do patrimônio público. Atos de gestão cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade, bem como aqueles com funções específicas de controle.
Estrutura do PCASP Classes Natureza da Informação Classes 1 -Ativo 2 -Passivo PATRIMONIAL 3 -Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD) 4 -Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA) ORÇAMENTÁRIA 5 -Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento 6 -Controles da Execução do Planejamento e Orçamento CONTROLE 7 - Controles Devedores 8 - Controles Credores
Estrutura do PCASP Classes e Grupos 1 Ativo 1.1 - Ativo Circulante 1.2 - Ativo Não Circulante 3 Variação Patrimonial Diminutiva 3.1 - Pessoal e Encargos 3.2 - Benefícios Previdenciários e Assistenciais 3.3 - Uso De Bens, Serviços e Consumo de Capital Fixo 3.4 - Variações Patrimoniais Diminutivas Financeiras 3.5 - Transferências Concedidas 3.6 - Desvalorização e Perda De Ativos 3.7 - Tributárias 3.9 - Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 5 Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento 5.1 - Planejamento Aprovado 5.2 - Orçamento Aprovado 5.3 - Inscrição de Restos a Pagar 7 Controles Devedores 7.1 - Atos Potenciais 7.2 - Administração Financeira 7.3 - Dívida Ativa 7.4 - Riscos Fiscais 7.5 - Consórcios Públicos PCASP 7.8 e os - Custos Consórcios Públicos 7.9 - Outros Controles PCASP 2 Passivo e Patrimônio Líquido 2.1 - Passivo Circulante 2.2 - Passivo Não Circulante 2.3 - Patrimônio Líquido 4 Variação Patrimonial Aumentativa 4.1 - Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria 4.2 - Contribuições 4.3 - Exploração e venda de bens, serviços e direitos 4.4 - Variações Patrimoniais Aumentativas Financeiras 4.5 - Transferências Recebidas 4.6 - Valorização e Ganhos Com Ativos 4.9 - Outras Variações Patrimoniais Aumentativas 6 Controles da Execução do Planejamento e Orçamento 6.1 - Execução do Planejamento 6.2 - Execução do Orçamento 6.3 - Execução de Restos a Pagar 8 Controles Credores 8.1 - Execução dos Atos Potenciais 8.2 - Execução da Administração Financeira 8.3 - Execução da Dívida Ativa 8.4 - Execução dos Riscos Fiscais 8.5 Execução de Consórcios Públicos 8.8 - Apuração de Custos 8.9 - Outros Controles
Estrutura do PCASP Classes, Grupos e Subgrupos 5 CONTROLES DA APROVAÇÃO DO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO 6 CONTROLES DA EXECUÇÃO DO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO 5.1 Planejamento Aprovado 6.1 Execução do Planejamento 5.1.1 PPA Aprovado 6.1.1 Execução do PPA 5.1.2 Projeto da Lei Orçamentária Anual 6.1.2 Execução do PLOA 5.2 Orçamento Aprovado 6.2 Execução do Orçamento 5.2.1 Previsão da Receita 5.2.2 Fixação da Despesa 6.2.1 Execução da Receita 6.2.2 Execução da Despesa 5.3 Inscrição de Restos a Pagar 6.3 Execução de Restos a Pagar 5.3.1 Inscrição RP Não Processados 5.3.2 Inscrição de RP Processados 6.3.1 Execução de RP não processados 6.3.2 Execução de RP processados
Estrutura do PCASP Classes, Grupos e Subgrupos 7 CONTROLES DEVEDORES 8 CONTROLES CREDORES 7.1 Atos Potenciais 8.1 Execução dos Atos Potenciais 7.1.1 Atos Potenciais Ativos 7.1.2 Atos Potenciais Passivos 8.1.1 Execução dos Atos Potenciais Ativos 8.1.2 Execução dos Atos Potenciais Passivos 7.2 Administração Financeira 8.2 Execução da Administração Financeira 7.2.1 Disponibilidades por Destinação 7.2.2 Programação Financeira 7.2.3 Inscrição no Limite Orçamentário 7.2.4 Controles da Arrecadação 7.3 Dívida Ativa 7.4 Riscos Fiscais 7.5 Consórcios Públicos 7.8 Custos 7.9 Outros Controles 8.2.1 Execução das Disponibilidades por Destinação 8.2.2 Execução da Programação Financeira 8.2.3 Execução do Limite Orçamentário 8.2.4 Controles da Arrecadação 8.3 Execução da Dívida Ativa 8.4 Execução dos Riscos Fiscais 8.5 Execução de Consórcios Públicos 8.8 Apuração de Custos 8.9 Outros Controles
Registro contábil por natureza de informação no PCASP! OS LANÇAMENTOS DEVEM DEBITAR E CREDITAR CONTAS QUE APRESENTEM A MESMA NATUREZA DE INFORMAÇÃO. PATRIMONIAL 1 -Ativo 2 -Passivo 3 -Variações Patrimoniais Diminutivas (VPD) D C 4 -Variações Patrimoniais Aumentativas (VPA) ORÇAMENTÁRIA CONTROLE 5 -Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento D C 6 -Controles da Execução do Planejamento e Orçamento 7 - Controles Devedores 8 - Controles Credores D C
Registro contábil orçamentário e de controle no PCASP ORÇAMENTÁRIA 5 -Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento 6 -Controles da Execução do Planejamento e Orçamento 1º lançamento: HORIZONTAL CONTROLE 7 - Controles Devedores 8 - Controles Credores 1º lançamento: HORIZONTAL! Em regra, os lançamentos de encerramento das contas ao final do exercício também são na horizontal.
Registro contábil orçamentário e de controle no PCASP ORÇAMENTÁRIA Demais lançamentos: VERTICAL 5 - Controles da Aprovação 5.1 Planejamento Aprovado 5.1.1 PPA Aprovado 5.1.2 Projeto da LOA 5.2 Orçamento Aprovado 5.2.1 Previsão da Receita 5.2.2 Fixação da Despesa 5.3 Inscrição de RP 5.3.1 Inscrição RP Não Proc. 5.3.2 Inscrição de RP Proc. 6 -Controles da Execução 6.1 Execução do Planejamento 6.1.1 Execução do PPA 6.1.2 Execução do PLOA 6.2 Execução do Orçamento 6.2.1 Execução da Receita 6.2.2 Execução da Despesa 6.3 Execução de RP 6.3.1 Execução de RP Não Proc. 6.3.2 Execução de RPP CONTROLE Demais lançamentos: VERTICAL 7 - Controles Devedores 8 - Controles Credores
Estrutura do código da conta contábil As contas contábeis do PCASP são identificadas por códigos com 7 níveis de desdobramento, compostos por 9 dígitos. X. X. X. X. X. XX. XX 1º Nível Classe (1 dígito) 2º Nível Grupo (1 dígito) 3º Nível Subgrupo (1 dígito) 4º Nível Título (1 dígito) 5º Nível Subtítulo (1 dígito) 6º Nível Item (2 dígitos) 7º Nível Subitem (2 dígitos)! OS CÓDIGOS DAS CONTAS CONTÁBEIS NÃO REFLETEM A CLASSIFICAÇÃO DA RECEITA E DA DESPESA ORÇAMENTÁRIAS.
Atributos da conta contábil Atributos da Conta Contábil Características próprias que as distinguem de outras contas do plano de contas. Atributos Conceituais Atributos Legais Código Título / Nome Função Natureza do Saldo estrutura numérica designação que identifica o objeto descrição dos atos e fatos registráveis devedora, credora, mista / híbrida Indicador do Superávit Financeiro Indicador do Resultado Primário Indicador da Dívida Consolidada Líquida (DCL) F (Financeiro) P (Permanente)
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Recursos dos Consórcios Públicos conforme Portaria STN nº 72 / 2012 Contrato de rateio Bens móveis ou imóveis recebidos em doação $ Transferências de direitos operadas por força de gestão associada de serviços públicos Tarifas e outros preços públicos Auxílios, contribuições e subvenções sociais ou econômicas de outras entidades e órgãos do governo que não compõem o consórcio público Receita de prestação de serviços (inclusive para outros entes, consorciados ou não) Outras receitas próprias
Contrato de rateio CONTRATO DE RATEIO É o instrumento pelo qual os entes da Federação consorciados comprometem-se a transferir recursos financeiros para a realização das despesas do consórcio público. Os recursos são consignados nas leis orçamentárias anuais (LOA) (ou leis de créditos adicionais) dos entes da Federação consorciados. É formalizado emcadaexercíciofinanceiro. Prazo de vigência não será superior ao das dotações que o suportam. Exceção: contratos que tenham por objeto exclusivamente projetos consistentes em programas e ações contemplados em plano plurianual (PPA) ou a gestão associada de serviços públicos custeados por tarifas ou outros preços públicos.
Marcos Legais Constituição Federal / 1988 Lei nº 11.107 / 2005: estabelece a competência da União de editar as normas gerais de contabilidade pública que serão observadas pelos consórcios públicos. Decreto nº 6.017 / 2007: regulamenta a Lei nº 11.107/05 Portaria STN/SOF nº 163 / 2001 Portaria STN nº 72 / 2012: regulamenta a forma de contabilização dos consórcios públicos (em revisão)
Diretrizes para a regulamentação Tratamento Patrimonial DIRETRIZES Tratamento Orçamentário Tratamento Fiscal
Orçamento do consórcio público Recursos recebidos em virtude de contrato de rateio RECURSOS RECEBIDOS EM VIRTUDE DE CONTRATO DE RATEIO Devem ser classificados por FONTE / DESTINAÇÃO DE RECURSOS. Quando utilizados em exercícios seguintes, deverão ATENDER AO OBJETO DE SUA VINCULAÇÃO (LRF, art. 8º, parágrafo único) Os códigos serão criados pelos próprios consórcios. Devem refletir as finalidades (aplicação) das transferências. Caso a não utilização desses recursos implique o não atendimento dos limites mínimos com saúde e educação, a diferença será acrescida ao montante mínimo do exercício subsequente.
Classificação orçamentária das transferências recebidas pelo do consórcio público Consórcios Públicos RECEITA ORÇAMENTÁRIA DE TRANSFERÊNCIA 1721.37.00 Transferências CORRENTES a Consórcios Públicos, no caso de transferência da UNIÃO 1722.37.00 Transferências CORRENTES a Consórcios Públicos, no caso de transferência dos ESTADOS 1723.37.00 Transferências CORRENTES a Consórcios Públicos, no caso de transferência dos MUNICÍPIOS 2421.37.00 Transferências de CAPITAL a Consórcios Públicos, no caso de transferência da UNIÃO 2422.37.00 Transferências de CAPITAL a Consórcios Públicos, no caso de transferência dos ESTADOS 2423.37.00 Transferências de CAPITAL a Consórcios Públicos, no caso de transferência dos MUNICÍPIOS
Classificação orçamentária das despesas executadas pelo do consórcio público Documento orçamentário DOCUMENTO ORÇAMENTÁRIO DO CONSÓRCIO PÚBLICO Instrumento não legislativo Previsão das Receitas Contrato de rateio Outras Receitas Discriminação das Despesas Classificação: Funcional Programática Natureza Orçamentária Fonte / Destinação de Recursos! O consórcio público deverá prestar as informações necessárias para subsidiar a elaboração das leis orçamentárias anuais (LOA) dos entes consorciados pelo menos 30 DIAS antes do menor prazo para encaminhamento dos respectivos projetos de lei ao Poder Legislativo.
Transparência e aspectos fiscais nos consórcios públicos DOCUMENTOS DE DIVULGAÇÃO OBRIGATÓRIA Orçamento do consórcio público Contrato de rateio DCASP RGF RREO O CONSÓRCIO PÚBLICO DEVE DIVULGAR OS DOCUMENTOS NA INTERNET Deve, também, publicar na imprensa oficial de cada ente da Federação consorciado a indicação do local em que poderão ser obtidos os textos integrais. Demonstrativo da Despesa com Pessoal Demonstrativo da Disponibilidade de Caixa e dos Restos a Pagar Balanço Orçamentário Demonstrativo da Execução das Despesas por Função e Subfunção
Prestação de contas dos consórcios públicos Quadro das despesas por natureza, função e subfunção Quadro das despesas por natureza, função e subfunção deve ser encaminhado para os entes consorciados periodicamente, na proporção de sua participação no contrato de rateio. Execução Orçamentária do Exercício Função/ Subfunção Natureza da Despesa Transferências Recebidas por meio do Contrato de Rateio Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Despesas Pagas 12/36112/361 319008 Educação 319011 Ensino Fundamental 319013 Função/ Subfunção Natureza da Despesa Restos a Pagar Não Processados Execução de Restos a Pagar Restos a Pagar Não Processados Liquidados Liquidados Pagos Cancelados Pagos Cancelados 12/36112/361 319008 Educação 319011 PCASP Ensino e os Consórcios 319013 Públicos Fundamental
Prestação de contas dos consórcios públicos Os consórcios públicos devem encaminhar suas contas para os entes ATÉ 15 DIAS após o encerramento do período de referência, SOB PENA DE:! TODO o valor transferido pelo ente consorciado para pagamento de despesas com pessoal será computado nos limites de DESPESA COM PESSOAL do ente consorciado. NENHUM valor transferido pelo ente consorciado para pagamento de despesas com educação e saúde será computado para os limites de EDUCAÇÃO E SAÚDE do ente consorciado. O consórcio que descumprir o prazo também estará sujeito ao impedimento de recebimento de transferências voluntárias.
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Registros Patrimoniais PORTARIA STN N 72/2012: DA CONTABILIDADE PATRIMONIAL DOS ENTES CONSORCIADOS Art. 13. Os entes da Federação consorciados evidenciarão sua par#cipação no consórcio público em seu balanço patrimonial como ativo não circulante investimentos, devidamente atualizado por equivalência patrimonial.
Premissas O passivo patrimonial surge no início da vigência do contrato de rateio; O passivo patrimonial não é encerrado com a saída do ente consorciado, a menos que a assembleia delibere em contrário; As transferências de ativos (monetários ou não) dos entes consorciados para o consórcio público podem ser registrados por meio de variações patrimoniais (VPD/VPA); A apropriação patrimonial pelos entes consorciados considera os ativos transferidos ao consórcio e valorados por meio de cotas de participação; Aportes em forma de bens não se confundem com o contrato de rateio, mas alteram a participação dos entes no consórcio.
Modelo Geral EVENTO 1: ASSINATURA DO CONTRATO DE RATEIO Ente Consorciado D 7.1.2 Outras obrigações contratuais Consórcio Público D 7.1.1 Outros direitos contratuais C 8.1.2 Outras obrigações contratuais a executar C 8.1.1 Outros direitos contratuais a executar
Modelo Geral EVENTO 2: INÍCIO DA VIGÊNCIA DO CONTRATO DE RATEIO Ente Consorciado Consórcio Público D 8.1.2 Outras obrigações contratuais a executar D 8.1.1 Outros direitos contratuais a executar C 8.1.2 Outras obrigações contratuais em execução C 8.1.1 Outros direitos contratuais em execução Ente Consorciado D 3.5.5 VPD * (pode ser 1.2.2 Participações) Consórcio Público D 1.1.2 Créditos a Receber (P) C 2.1.8 Consórcios a Pagar (P) C 4.5.5 VPA * (2.3.1 Patrimônio Social)
Modelo Geral EVENTO 3: EMPENHO DO REPASSE AO CONSÓRCIO Ente Consorciado D 2.1.8 Consórcios a Pagar (P) C 2.1.8 Consórcios a Pagar (F) Ente Consorciado D 6.2.2 Crédito disponível C 6.2.2 Crédito empenhado a liquidar Ente Consorciado D 6.2.2 Crédito empenhado a liquidar C 6.2.2 Crédito empenhado em liquidação Ente Consorciado D 8.2.1 DDR C 8.2.1 DDR comp. por empenho
Modelo Geral EVENTO 4: LIQUIDAÇÃO DO REPASSE AO CONSÓRCIO Ente Consorciado D 6.2.2 Crédito empenhado em liquidação C 6.2.2 Crédito empenhado liquidado a pagar Ente Consorciado D 8.2.1 DDR comp. por empenho C 8.2.1 DDR comp. por liquid. e ent. compens.
Modelo Geral EVENTO 5: PAGAMENTO DO REPASSE AO CONSÓRCIO Ente Consorciado D 2.1.8 Consórcios a Pagar (F) C 1.1.1 Caixa e Equivalentes (F) Ente Consorciado D 6.2.2 Crédito empenhado liquidado a pagar C 6.2.2 Crédito empenhado liquidado pago Ente Consorciado D 8.2.1 DDR comp. por liquid. e ent. compens. C 8.2.1 DDR utilizada Ente Consorciado D 8.1.2 Outras obrig. contrat. em execução C 8.1.2 Outras obrig. contrat. executado Consórcio Público D 1.1.1 Caixa e Equivalentes (F) C 1.1.2 Créditos a Receber (P) Consórcio Público D 6.2.1 Receita a realizar C 6.2.1 Receita realizada Consórcio Público D 7.2.1 Controle da disponibilidade de recurso C 8.2.1 DDR Consórcio Público D 8.1.1 Outros direitos contrat. em execução C 8.1.1 Outros direitos contrat. executado
Modelo Geral EVENTO 5: PAGAMENTO DO REPASSE AO CONSÓRCIO (cont.) Ente Consorciado Consórcio Público D 7.5.2 Prestação de contas de consórcios públicos D 7.5.2 Prestação de contas de consórcios públicos C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a comprovar C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a comprovar
Modelo Geral EVENTO 6: EMPENHO DE DESPESAS NO CONSÓRCIO Consórcio Público D 3.x.x VPD* (também pode ser 1. Ativo) C 2.x.x Passivo Consórcio Público D 6.2.2 Crédito disponível C 6.2.2 Crédito empenhado a liquidar Consórcio Público D 6.2.2 Crédito empenhado a liquidar C 6.2.2 Crédito empenhado em liquidação Consórcio Público D 8.2.1 DDR C 8.2.1 DDR comp. por empenho
Modelo Geral EVENTO 7: LIQUIDAÇÃO DE DESPESAS NO CONSÓRCIO Consórcio Público D 6.2.2 Crédito empenhado em liquidação C 6.2.2 Crédito empenhado liquidado a pagar Consórcio Público D 8.2.1 DDR comp. por empenho C 8.2.1 DDR comp. por liquid. e ent. compens.
Modelo Geral EVENTO 8: PAGAMENTO DE DESPESAS NO CONSÓRCIO Consórcio Público D 2.x.x Passivo C 1.1.1 Caixa e Equivalentes (F) Consórcio Público D 6.2.2 Crédito empenhado liquidado a pagar C 6.2.2 Crédito empenhado liquidado pago Consórcio Público D 8.2.1 DDR comp. por liquid. e ent. compens. C 8.2.1 DDR utilizada
Modelo Geral EVENTO 9: PRESTAÇÃO DE CONTAS Ente Consorciado Consórcio Público D 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a comprovar D 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a comprovar C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a aprovar C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a aprovar Ente Consorciado Consórcio Público D 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a aprovar D 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios a aprovar C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios aprovado C 8.5.2 Execução da prestação de contas de consórcios aprovado
Modelo Geral EVENTO 9: PRESTAÇÃO DE CONTAS (cont.) Ente Consorciado D 7.5.3 C 8.5.3 C 8.5.3 C 8.5.3 C 8.5.3 Consolidação da execução do consórcio Crédito empenhado a liquidar (consórcio) Crédito empenhado em liquidação (consórcio) Crédito empenhado liquidado a pagar (consórcio) Crédito empenhado liquidado pago (consórcio)! NESTE CASO, O CRITÉRIO DE ALOCAÇÃO DOS VALORES SERÁ PELO CONTRATO DE RATEIO.
Modelo Geral EVENTO 10: APROPRIAÇÃO PATRIMONIAL PROPORCIONAL (APP) Ente Consorciado D 1.2.2 Participação em Consórcios C 4.x.x VPA Resultado positivo da APP Ente Consorciado D 3.x.x VPD Resultado negativo da APP! O MÉTODO APP É DIFERENTE DO MEP, APLICADO NORMALMENTE ÀS EMPRESAS. C 1.2.2 Participação em Consórcios
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Próximos passos 1. Publicação da Portaria STN (Portaria STN nº 72/2012 revisada); 2. Elaboração de Instrução de Procedimentos Contábeis (IPC) acerca dos registros de Consórcios Públicos: a) Avaliar as contribuições do Grupo Técnico; b) Avaliar casos práticos e experiências da Federação; c) Realização de consultas públicas. 3. Revisão do MCASP e do MDF, quando a discussão estiver madura.
Obrigado! Joaquim Vieira Ferreira Levy Ministro de Estado da Fazenda Tarcísio José Massote de Godoy Secretário Executivo Marcelo Barbosa Saintive Secretário do Tesouro Nacional Gildenora Batista Dantas Milhomem Subsecretária de Contabilidade Pública Leonardo Silveira do Nascimento Coordenador-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Bruno Ramos Mangualde Gerente de Normas e Procedimentos Contábeis Ana Karolina de Almeida Dias Diego Rodrigues Boente Fernanda Silva Nicoli Gabriela Leopoldina Abreu Equipe Técnica Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP) www.stn.fazenda.gov.br cconf.df.stn@fazenda.gov.br Twitter: @_tesouro Acesse o Fórum da Contabilidade: www.tesouro.gov.br/forum Acesse o Siconfi: www.siconfi.tesouro.gov.br