CHECK LIST LICENÇA DE OPERAÇÃO



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Transcrição:

CHECK LIST LICENÇA DE OPERAÇÃO a) Requerimento através do Formulário N o 14 Licenciamento Ambiental, devidamente preenchido e assinado pelo representante legal da empresa; no mesmo formulário informar o CEP do endereço do empreendimento e o do endereço de correspondência; b) Planta de localização (croquis) do empreendimento localizado no verso do formulário; c) Original da publicação do requerimento da licença em jornais de circulação (O Povo, Diário do Nordeste, O Estado), conforme modelo abaixo (folha completa do jornal); d) Comprovante de pagamento da taxa de licenciamento ambiental (Documento Único de Arrecadação Municipal - DAM); e) Certidão Negativa de Tributos do IPTU (atualizado) adquirido na SEFIN ou na Internet através do site www.sefin.fortaleza.ce.gov.br. f) CNPJ da empresa; g) RG e CPF do representante legal da Empresa. h) Memorial Descritivo (assinada pelo responsável) (modelo anexo); i) Cópia do Contrato Social/último aditivo; j) Procuração reconhecida firma ou autorização da empresa com papel timbrado para tramitação de processo nessa secretaria através de terceiros; k) Cópia do Registro Sanitário ou protocolo de entrada no processo; l) Cópia do Alvará de Funcionamento ou protocolo de entrada no processo. OBS 1: Outros documentos poderão ser solicitados pelos analistas durante a análise do processo de Licença de Operação, de acordo com as especificidades de cada empreendimento. OBS 2: No caso de empreendimento e/ou atividade consideradas grandes geradores de resíduos (Lei Nº8.408/1999 e Nº12.305/2010) deverá ser apresentado o Plano de Gerencialmento de Resíduos Sólidos conforme Termos de Referência. OBS 3: Para o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS (Original e cópia impressos e uma cópia digital em CD, formato PDF termo de referência em anexo), devidamente assinado pelo elaborador do plano e pelo representante legal da empresa. O elaborador do PGRS deverá rubricar todas as folhas do plano. Modelo de publicação em periódico NOME DA EMPRESA SIGLA Torna público que requereu à SEUMA a Licença de Operação para (Tipo de Atividade) Localizada na, Bairro Município de Fortaleza, Estado do Ceará. (Endereço) OBS 2: Publicar em jornal de grande circulação durante 01 (um) dia. MAIS INFORMAÇÕES: Atendimento ao público as terças e quintas-feiras das 8h às 17h. CONTATO: Célula de Licenciamento Ambiental CELAM - Fone: (85) 3452.6919 ou (85) 3253.3760.

MEMORIAL DESCRITIVO PARA LICENÇA DE OPERAÇÃO O MEMORIAL DESCRITIVO IRÁ SUBSIDIAR OS TÉCNICOS DA CÉLULA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL (CELAM) NA ANÁLISE DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO EMPREENDIMENTO. 1) IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO a) Razão Social, CNPJ e Nome Fantasia do Empreendimento; b) Endereço do empreendimento; c) Endereço para correspondência; d) Contato (telefone fixo / Fax e celular); e) Nome da pessoa para contato com a SEUMA / CELAM; f) Croqui de localização e acesso indicando detalhadamente o caminho até o local do empreendimento. 2) CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO a) Aspectos Gerais do Empreendimento, área total do terreno e área total construída, bem como se há perspectivas de ampliação e/ou diversificação da produção, informando quando e como ocorrerá à ampliação/diversificação, se for o caso; b) Atividades exercidas pela empresa no local; c) O número de funcionários e horário de trabalho; d) Descrição da estrutura física do estabelecimento; e) Especificação das máquinas e suas respectivas quantidades. 3) ETAPAS DE PRODUÇÃO a) Matérias-primas utilizadas e demais produtos utilizados no processo de produção, destacando as quantidades médias consumidas, bem como diária e mensal, especificando formas de acondicionamento; b) Especificar os fornecedores de carvão e/ou madeira, se estes insumos tiverem sido listados na lista anterior; c) Descrever o processo produtivo, destacando as transformações físicas e químicas que porventura ocorra. Deverão ser apresentadas informações que permitam identificar as fontes ou etapas de geração de ruídos, de efluentes líquidos, de efluentes gasosos, de material particulado e de resíduos sólidos. d) Inserir outras informações relevantes acerca do empreendimento a ser implantado. 4) OUTRAS INFORMAÇÕES a) Sistema de abastecimento de água; b) Sistema de esgotamento sanitário (fossa, rede de esgoto...); c) Resíduos sólidos gerados no empreendimento (tipos de resíduos, forma de armazenagem, empresa que coleta e destinação final); d) Anexar 3 ou 4 fotos do empreendimento. Fortaleza, (dia) de (mês) de (ano). O MEMORIAL DESCRITIVO DEVERÁ SER ENTREGUE, DEVIDAMENTE ASSINADO PELO RESPONSÁVEL, NA CENTRAL DE ATENDIMENTO DA SEUMA QUANDO DA ENTRADA NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL. MAIS INFORMAÇÕES: Atendimento ao público as terças e quintas-feiras das 8h às 17h. CONTATO: Célula de Licenciamento Ambiental CELAM - Fone: (85) 3452.6919 ou (85) 3253.3760.

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PGRS) 1. Conteúdo do PGRS No PGRS deverão constar os seguintes itens: 1.1 Informações Gerais 1.1.1 Identificação da atividade: Razão Social Nome Fantasia Endereço Completo CNPJ Alvará Responsável Legal pela Empresa (nome, CPF, telefone, fax e e-mail) 1.1.2 Caracterização da Atividade: Descrição das atividades; Dias e Horários de Funcionamento; Número total de funcionários; Número médio de clientes/dia (nos casos de prestação de serviço no próprio local); Apresentação de planta de situação (Folha A4, Orientação Paisagem e colorido), com suas respectivas legendas, incluindo a área total do terreno, a área total construída, a indicação dos compartimentos e dos locais de geração, acomodação e armazenamento temporário de resíduos; 1.1.3 Responsável Técnico pela Elaboração do PGRS: O PGRS deve ser elaborado por um profissional cadastrado na SEUMA, conforme portarias nº 41/2010 e 12/2013. Deverá contar no PGRS as seguintes informações acerca do Responsável Técnico: Nome, Endereço Completo, CPF, Telefone/Fax, Email, Formação Profissional e Inscrição no Conselho de Classe.

1.2 Diagnóstico dos Resíduos Sólidos 1.2.1 Classificação e Quantificação dos resíduos sólidos: Neste item o Gerador deverá informar a classificação dos resíduos sólidos gerados, conforme a NBR 10004/2004, e a estimativa de produção durante o funcionamento da atividade, de acordo com cada etapa e os locais de geração. Os cálculos para estimativa de geração de resíduos (memorial de cálculo) deverão ser apresentados e justificados no PGRS, de acordo com a literatura existente sobre a matéria. Os locais de geração deverão ser especificados na planta de situação, conforme item 1.1.2. Resíduo gerado: Classificação Resíduo gerado: Especificação Estimativa de geração: KG/Dia ou L/Dia Etapa Local (ais) de geração 1.2.2 Acondicionamento dos resíduos sólidos O Gerador deverá informar o sistema adotado para acondicionamento dos resíduos sólidos gerados, identificando as características construtivas do mesmo (dimensões e volume) e a estimativa de recipientes a serem utilizados na atividade. Os locais onde estão instalados os recipientes para acondicionamento de resíduos deverão ser especificados na planta de situação, conforme item 1.1.2. Resíduo gerado: Classificação Resíduo gerado: Especificação Estimativa de geração: KG/Dia ou L/Dia Forma de Acondicionamento Nº de recipientes disponíveis e localização

1.2.3 Armazenamento dos resíduos sólidos O armazenamento dos resíduos sólidos de qualquer natureza deverá ser efetuado em abrigo próprio, adequado ao volume produzido, de forma que impeça danos à saúde pública e ao meio ambiente. Os produtores enquadrados como grande gerador deverão disponibilizar acessórios para acondicionamento de seus resíduos com as seguintes características: Ser estanque, para não permitir vazamento de liquido de qualquer espécie, não rugoso (liso), não oxidante e com cantos arredondados; Ser dotado de tampa que impeça a presença de agentes externos ou vetores, e que limite o volume contido; Ser adequado à remoção mecanizada; Ser dotado de rodízio para redução de esforço humano. Quando couber, o Gerador deverá acrescentar imagens e especificar as dimensões e as características do local de armazenamento temporário dos resíduos. 1.2.4 Transporte dos resíduos sólidos Os resíduos sólidos gerados deverão ser transportados por empresa de transporte devidamente cadastrada e licenciada pelo órgão ambiental competente. As transportadoras previstas no PGRS poderão ser substituídas por outras, desde que o gerador ou o responsável técnico pelo Plano comunique à SEUMA, via ofício, e informe no Relatório de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Obs.: É responsabilidade do gerador a manutenção no local de execução dos serviços dos documentos a seguir: contrato com transportadora de resíduos cadastrada e licenciada pelo órgão ambiental competente e Manifesto de Transporte de Resíduos MTR assinados pelo gerador, transportador e destino final desde o início da geração dos resíduos. 1.2.5 Tratamento e Destinação dos resíduos sólidos

Deverá(ão) ser indicado(s) no PGRS o(s) local(ais) para tratamento, se for o caso, e destinação dos resíduos sólidos, devidamente autorizados ou licenciados pelo órgão ambiental competente, e o seu responsável, apresentando as seguintes informações: Razão Social Nome Fantasia Endereço Completo CNPJ Responsável Legal pela Empresa (nome, CPF, telefone, fax e e-mail) Nº da Licença de Operação ou da Autorização pelo órgão ambiental competente Conforme a Lei Federal nº 12.305, de 02.08.10, a contratação de serviços de coleta, armazenamento, transporte, transbordo, tratamento ou destinação final de resíduos sólidos, ou de disposição final de rejeitos, não isenta as pessoas físicas ou jurídicas obrigadas à apresentação do PGRS da responsabilidade por danos que vierem a ser provocados pelo gerenciamento inadequado dos respectivos resíduos ou rejeitos. O(s) local(ais) para tratamento, se for o caso, e destinação dos resíduos previsto(s) no PGRS poderá(ão) ser substituído(s), desde que o gerador ou o responsável técnico pelo Plano comunique à SEUMA, via ofício/email com confirmação de recebimento pela Célula de Controle de Resíduos CCR, e informe no Relatório de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. 1.2.6 Relatório de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Os responsáveis pelo plano de gerenciamento de resíduos sólidos deverão disponibilizar à SEUMA, com periodicidade semestral, informações completas e atualizadas sobre a implementação e a operacionalização do plano sob sua responsabilidade, conforme Artigo 23 da Lei nº 12.305/2010 e Artigo 56 do Decreto nº 7.404/10. 1.2.7 Resumo Deverá ser apresentado um resumo sobre o manejo de resíduos na atividade ao final do PGRS.

Etapa Resíduo gerado: Classificação Resíduo gerado: Especificação Estimativa de geração: KG/Dia ou L/Dia Forma de Acondicionamento Transportador Responsável Tratamento e/ou Destinação 2. Referência Bibliográfica Deverão ser apresentadas no PGRS as referências bibliográficas utilizadas para sua elaboração. 3. Legislações, decretos, portarias, resoluções e normas relacionadas a resíduos sólidos: Legislação Federal: Nº Assunto Lei nº 11.445, de 05 Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nºs 6.766, de 19 de de Janeiro de 2007. dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei nº 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. Lei nº 12.305, de 2 de Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e Agosto de 2010. dá outras providências. Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 Resoluções do CONAMA: Nº Assunto Resolução nº 237, de Licenciamento Ambiental 19 de Dezembro de 1997 Regulamenta a Lei no 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências. Normas da ABNT: Nº Assunto 10004/2004 Resíduos Sólidos Classificação Legislação Estadual: Nº Assunto Lei nº 13.103, de 24 Dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá providências correlatas. de Janeiro de 2001.

Decreto Nº 26.604, de 16 Maio de 2002 Regulamenta a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá outras providências. Legislação Municipal Nº Assunto Lei nº 5.530 de 23 Código de obras e postura do município de Fortaleza de dezembro de 1981 Lei nº 8.408 de 24 Estabelece normas de responsabilidade sobre a manipulação de resíduos produzidos em grande de Dezembro de quantidade, ou de naturezas específicas, e dá outras providências. 1999. Decreto No. 10.696 de 02 de Fevereiro de 2000. Decreto nº 11.260 de 26 de setembro de 2002. Decreto nº 11.633 de 18 de Maio de 2004. Decreto nº 11.646 de 31 de Maio de 2004. Lei nº 9.313 de 06 de Dezembro de 2007. Portaria SEMAM nº 41 de 02 de Junho de 2010 Portaria SEUMA nº 12 de 14 de Fevereiro de 2013 Regulamenta a execução dos serviços de que trata a Lei Nº 8408 de 24 de dezembro de 1999 e dá outras providências. Modifica a redação do Decreto n 10.696, de 02 de fevereiro de 2000, que regulamentou a Lei n 8.408, de 24 de dezembro de 1999, e dá outras providências. Altera dispositivos do decreto 10696/2000. Altera dispositivos do decreto 10696/2000. Determina a separação do lixo de estabelecimentos comerciais e o seu devido acondicionamento em reservatório próprio. Procedimento de cadastramento técnico para elaboração de estudos ambientais no município de Fortaleza. Adéqua a Portaria SEMAM nº 41 de 02 de Junho de 2010

4. Anexos Cadastro Técnico do responsável técnico; Contrato com empresa transportadora de resíduos cadastrada/credenciada pela Emlurb e licenciada pela Seuma, se for o caso; Licença Ambiental do local de destinação final dos resíduos; Licença Ambiental do local de disposição final dos rejeitos; 5. Considerações finais Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. O plano de gerenciamento de resíduos sólidos é parte integrante do processo de licenciamento ambiental do empreendimento ou atividade pelo órgão competente do Sisnama. As pessoas físicas ou jurídicas referidas no art. 20 da Lei 12.305/2010 são responsáveis pela implementação e operacionalização integral do plano de gerenciamento de resíduos sólidos aprovado pelo órgão competente. Os empreendimentos sujeitos à elaboração de plano de gerenciamento de resíduos sólidos localizados em um mesmo condomínio, Município, microrregião, região metropolitana ou aglomeração urbana, que exerçam atividades características de um mesmo setor produtivo e que possuam mecanismos formalizados de governança coletiva ou de cooperação em atividades de interesse comum, poderão optar pela apresentação do referido plano de forma coletiva e integrada. Para isso, este plano de gerenciamento de resíduos sólidos deverá conter a indicação individualizada das atividades e dos resíduos sólidos gerados, bem como as ações e responsabilidades atribuídas a cada um dos geradores. O plano de gerenciamento de resíduos sólidos das atividades listadas no art. 20 da Lei no 12.305, de 2010, poderá prever a participação de cooperativas ou de associações de catadores de materiais recicláveis no gerenciamento dos resíduos sólidos recicláveis ou reutilizáveis, quando: houver cooperativas ou associações de catadores capazes técnica e operacionalmente de realizar o

gerenciamento dos resíduos sólidos; a utilização de cooperativas e associações de catadores no gerenciamento dos resíduos sólidos for economicamente viável; e não houver conflito com a segurança operacional do empreendimento. Para isso, o plano de gerenciamento de resíduos sólidos deverá especificar as atividades atribuídas às cooperativas e associações.