Daniela Couto Martins

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Transcrição:

Daniela Couto Martins A REGULAÇÃO DA INDUSTRIA DO PETRÓLEO SEGUNDO O MODELO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO Editora Fórum Belo Horizonte 2006

CATALOGAÇÃO NA FONTE Martins, Daniela Couto A regulação da indústria do petróleo segundo o modelo constitucional brasileiro / Daniela Couto Martins. Belo Horizonte: Fórum, 2006. 254 p. ISBN: 85-7700-008-7. I. Título. CDU: 34(81):665.6 CDD: 343.810772 ISBN: 85-7700-008-7.

Sumário Introdução 9 Capítulo 1 A Formatação Constitucional Indústria do Petróleo 13 1.1 O monopólio da União Federal: reforma constitucional e flexibilização 13 1.2 A Constituição Econômica relativa à indústria do petróleo 30 1.2.1 Da ideologia constitucionalmente adotada 31 1.2.2 Hermenêutica constitucional 38 1.2.3 A concretização das políticas econômicas 41 1.2.4 Disposições constitucionais relativas à indústria do petróleo 47 1.2.4.1 Soberania: liberdade de opção pela exploração e produção, propriedade dos recursos minerais e remessa de lucros 51 1.2.4.2 Cidadania: participação na elaboração da legislação infraconstitucional 53 1.2.4.3 Dignidade da pessoa humana 53 1.2.4.4 Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa 55 1.2.4.5 Desenvolvimento nacional 58 1.2.4.6 Erradicação da pobreza e da marginalização e redução das desigualdades sociais 59 1.2.4.7 Propriedade privada e função social da propriedade 60 1.2.4.8 Livre concorrência 62 1.2.4.9.Defesa do consumidor 64 1.2.4.10 Defesa do meio ambiente 64 1.2.4.11 Busca do pleno emprego 64 1.2.4.12 Tratamento.favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no país 65 1.2.4.13 Ideologia constitucionalmente adotada em relação ao petróleo e seus derivados 65 Capítulo 2 A Regulação Estatal da Atividade Econômica 75 2.1 Previsão constitucional e conceito de regulação 75 2.2 Origens e motivos da regulação 81 2.3 Justificativas técnicas da regulação 87 2.3.1 Monopólio 87 2.3.2 Externalidades 90 2.3.3 Barreiras à entrada e à saída 90

2.3.4 Introdução de concorrência 91 2.3.5 Disponibilidade e continuidade do serviço ou fornecimento de bens 92 2.3.6 Falta ou assimetria de informação 93 2.3.7 Poder de barganha desigual 94 2.3.8 Escassez e racionamento 94 2.3.9 Racionalização e coordenação 94 2.3.10 Free-riders 95 2.3.11 Apropriação estatal das rendas advindas da atividade econômica 96 2.4 Tipos.de regulação 97 Capítulo 3 A Regulação.para.Concorrência nos Mercados em Transição 101 3.1 Mercado, concorrência perfeita e contestabilidade 101 3.2 Características da regulação para concorrência 105 3.2.1 Objetivo imediato de criação de um mercado competitivo 107 3.2.2 Complementaridade com a legislação antitruste 108 3.2.3 Regressividade 109 3.2.4 Origem em mudança de política econômica e alteração constitucional, legislativa e institucional 110 3.2.5 Influência de obrigações atinentes à prestação de serviços públicos 113 3.3 Objetivos da regulação para concorrência e instrumentos para sua realização 114 3.3.1 Desregulamentação 123 3.3.2 Criação de um órgão de controle independente 124 3.3.3 Separação das atividades potencialmente competitivas das atividades sujeitas a monopólio natural 126 3.3.4 Anulação dos efeitos de práticas contrárias à garantia, de fornecimento de bens e/ou serviços a todos os consumidores 127 3.3.5 Acesso ao mercado através de leilões, concessões e autorizações 130 3.3.6 Direito de acesso à infra-estrutura 132 3.3.7 Retirada de subsídios 135 3.3.8 Financiamentos dó Estado e incentivos fiscais 136 3.3.9 Anulação dos efeitos de condutas anticompetitivas 136 3.3.10 Anulação de desequilíbrios entre os concorrentes 137 3.3.11 Tratamento de eventuais prejuízos do ex-monopolista 138 3.3.12 Coordenação entre o planejamento estatal e os investimentos privados 142 3.3.13 Definição da propriedade das empresas atuantes no mercado 142

3.3.14 Criação de oportunidades de entrada de agentes no mercado 143 3.4 Regulação para concorrência na indústria do petróleo 143 Capítulo 4 As Justificativas da.regulação da Indústria do Petróleo 145 4.1 As justificativas para á regulação estatal da indústria do petróleo 145 4.2 Justificativas técnicas da regulação e análise de sua aplicabilidade à indústria do petróleo nacional 148 4.2.1 Monopólio da União Federal 148 4.2.2 Externalidades negativas 151 4.2.3 Disponibilidade e continuidade do serviço ou do fornecimento de bens 152 4.2.4 Apropriação estatal.das rendas advindas da atividade econômica 152 4.3 Características da regulação para concorrência na indústria do petróleo nacional 157 4.3.1 Objetivo imediato.de criação de um mercado competitivo 158 4.3.2 Complementaridade com a legislação antitruste 159 4.3.3 Regressividade 161 4.3.4 Origem em mudança de política econômica com alteração constitucional, legislativa e institucional 161 4.3.5 Influência de obrigações atinentes à prestação de serviços públicos 161 4.4 Justificativas técnicas e medidas específicas da regulação para concorrência aplicáveis à indústria do petróleo nacional 168 Capítulo 5 A Regulação da Indústria do Petróleo no Brasil e sua Análise sob a Ótica da Constituição Federal de 1988 171 5.1 Medidas da regulação para a concorrência 172 5.1.1 Desregulamentação: preparação para a abertura do mercado 172 5.1.2 A criação de um órgão regulador independente 181 5.1.3 Separação de atividades potencialmente competitivas das atividades não sujeitas ao regime concorrencial 188 5.1.4 Anulação dos efeitos das condutas contrárias à garantia de fornecimento e à garantia de abastecimento: combate ao creamskimming 189 5.1.5 Acesso ao mercado através de concessões e autorizações 198

5.1.6 Direito de acesso à infra-estrutura 215 5.1.7 Retirada de subsídios 219 5.1.8 Financiamentos do Estado e incentivos fiscais 220 5.1.9 Eliminação dos efeitos de condutas anticompetitivas 225 5.1.10 Anulação de desequilíbrios entre os concorrentes 226 5.1.11 Tratamento de eventuais prejuízos do ex-monopolista, 229 5.1.12 Coordenação do planejamento estatal e investimentos privados 230 5.1.13 Propriedade das empresas atuantes no mercado 231 5.1.14 Criação de oportunidades de entrada de agentes no mercado 234 Conclusão 237 Referências 243 Índice 251