3 Veículos Terrestres
|
|
|
- Raíssa Santarém Laranjeira
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 3 Veículos Terrestres Por se tratar de uma das primeiras dissertações do Programa de metrologia com aplicação à área veicular, optou-se pela inclusão neste capítulo de conceitos básicos que serão utilizados no desenvolvimento deste trabalho. Segundo Wong [3], veículos terrestres são todos aqueles que trafegam em vias terrestres, podendo ser guiados (trafegam sobre uma trajetória fixa como, por exemplo, uma estrada de ferro) ou não guiados (podendo se locomover em diferentes direções de acordo com a vontade do seu condutor). Segundo o Automotive Handbook [4], as características dos veículos terrestres são definidas de acordo com os termos definidos abaixo, sendo que cada um está relacionado a uma das dinâmicas ao longo dos eixos de referência: Desempenho: capacidade do veículo de acelerar e desacelerar, sendo relacionado com a dinâmica longitudinal (eixo x); Dirigibilidade: é a resposta do veículo aos comandos aplicados pelo condutor no volante e a sua estabilidade em relação às excitações externas, sendo relacionada com a dinâmica lateral (eixo y); Conforto: são as respostas do veículo às vibrações provocadas pelo terreno sobre o qual trafega, sendo relacionado com a dinâmica vertical (eixo z). Neste trabalho serão aplicados dois métodos para fazer a validação do equipamento descrito que utilizam como variáveis de entrada os sinais aquisitados através de ensaios experimentais nos veículos. Estes sinais são os que atuam diretamente na dinâmica veicular. Por esta razão será explicada um pouco melhor a dinâmica veicular e sua nomenclatura típica. Segundo Gillespie [5], a dinâmica veicular refere-se ao movimento dos veículos, às forças atuantes sobre eles e suas respostas à estas forças. Pode-se entendê-la através de dois meios: o empírico (baseado em ensaios experimentais) e o analítico (baseado na modelagem matemática da dinâmica de interesse). Pode-
2 27 se dizer que o comportamento de qualquer veículo terrestre é o resultado das interações entre o condutor, o veículo e o meio ao seu redor. Para que se compreenda melhor tais forças e movimentos resultantes, as normas fazem uso de um sistema de coordenadas fixo ao centro de gravidade do veículo. As normas aplicáveis são a SAE J670 (padrão adotado pelos americanos), ISO 4130 e DIN (padrão adotado pelos europeus). As normas ISO 4130 e DIN 70000, embora utilizem o mesmo sistema de coordenadas, se diferenciam da norma SAE J670 pelo fato de o eixo vertical z estar apontado para cima. A Figura 1 mostra o sistema de coordenadas americano, que é o sistema utilizado neste trabalho e a Figura 2 mostra o sistema de coordenadas europeu. Figura 1 - Sistema de coordenadas recomendado pela norma SAE J670 (Padrão Americano) Figura 2 - Sistema de coordenadas recomendado pelas normas ISO 4130 e DIN (Padrão Europeu). O sistema de coordenadas utilizado nesta dissertação é o sistema chamado RPY (Roll Pitch Yaw), que é o mesmo do padrão americano. Neste sistema os eixos são fixos no veículo, constituindo uma estrutura chamada de plataforma. Na
3 28 Tabela 1 as nomenclaturas dos movimentos e ângulos referentes a cada eixo coordenado estão descritas. Tabela 1 Nomenclatura em Relação aos Eixos Coordenados. Eixos X (Roll) Y (Pitch) Z (Yaw) Nome do movimento Rolagem Arfagem Guinada Ângulo φ θ ψ Velocidade angular ω x ω y ω z Segundo Wong [3] e de acordo com o sistema de coordenadas mostrado acima, pode-se modelar o veículo como sendo um corpo rígido (como no modelo de uma carga pontual) com seis graus de liberdade dados pela translação ao longo dos eixos x, y e z e a rotação ao redor destes mesmos três eixos Dinâmica longitudinal A dinâmica longitudinal está relacionada com o comportamento do veículo terrestre em aceleração (tração) e frenagem (desaceleração). As acelerações (positiva ou tração e negativa ou frenagem) medidas ao longo do eixo longitudinal x (Figura 1 e Figura 2) caracterizam a dinâmica do veículo, que também influenciam a velocidade angular de arfagem (rotação em torno do eixo y). No que se refere ao problema de tração, pode-se dizer que existem dois fatores limitantes do desempenho do veículo, que são a força de tração máxima que o contato entre o pneu e o solo pode suportar (dependente das características de aderência) e o torque máximo que o motor pode gerar, sendo que o menor valor destes dois irá determinar o potencial de desempenho do veículo. O motor deve ter potência suficiente para vencer as resistências internas da transmissão, a resistência ao rolamento dos pneus e a resistência aerodinâmica, quando o veículo estiver em velocidade máxima. As resistências citadas são denominadas de forças resistentes ao deslocamento. A força de tração é a força que as rodas efetivamente transmitem ao solo para que o veículo possa se movimentar. Ela é gerada pelo motor, que pode ser
4 29 elétrico ou de combustão interna. Na realidade o motor não gera força e sim torque e a força de tração surge porque as rodas recebem o torque do motor, que produz um binário (força de reação), cujo módulo do vetor torque é o valor da força de tração vezes o raio efetivo da roda no contato com o solo. Ainda segundo Wong [3], a característica ideal de um motor relaciona-se à quantidade constante de potência fornecida, qualquer que seja a rotação. Com isso o torque fornecido variaria inversamente com a rotação do motor, de modo que em baixas rotações, situação em que o veículo necessita de maior torque (como iniciando o seu movimento ou na subida de um aclive), o motor teria condições de suprir essa exigência. Já em rotações elevadas, como em altas velocidades, o torque fornecido é menor. Já o problema de desaceleração está relacionado com o sistema de freios. Todos os veículos terrestres contam com um dispositivo de frenagem capaz de absorver a energia do movimento, ou energia cinética, que o automóvel tenha no instante que se inicia a desaceleração, de modo a reduzir a velocidade do veículo ou pará-lo. Os dispositivos de frenagem normalmente empregados efetuam a absorção da energia cinética, recorrendo ao atrito entre materiais de fricção especiais sobre as superfícies de tambores ou discos solidários às rodas. O atrito absorve a energia cinética transformando-a em calor que é dissipado no ambiente Dinâmica lateral A aceleração lateral (ao longo do eixo y) e a velocidade angular de guinada (yaw ω z - rotação em relação ao eixo z) caracterizam a dinâmica lateral. Também há influência da dinâmica lateral na velocidade angular de rolagem (roll ω x - rotação em torno do eixo x). A dinâmica lateral está relacionada com o comportamento do veículo em curvas. Segundo Genta [6], duas funções básicas podem ser identificadas em todos os tipos de veículos: propulsão e controle de trajetória. Dentro desta segunda função todos os veículos podem ser divididos em duas categorias: Veículos guiados cinematicamente, onde a trajetória é fixada por restrições cinemáticas (trens);
5 30 Veículos pilotados, onde a trajetória é determinada pelo sistema de direção, controlado pelo motorista. Este sistema converte o movimento de rotação aplicado ao volante, em movimento de esterçamento das rodas, provocando o surgimento de forças e momentos, que são capazes de alterar a trajetória do veículo (automóveis em geral). Um automóvel converte o movimento de rotação aplicado ao volante em movimento de esterçamento das rodas, de forma que o veículo possa seguir a trajetória comandada Dinâmica vertical A dinâmica vertical está diretamente relacionada ao sistema de suspensão, que é sua peça fundamental, o qual consiste em um conjunto de elementos que servem de união entre as rodas e a própria estrutura do automóvel (carroceria e chassi). Ela é caracterizada pela aceleração vertical (a z ) e pelas velocidades angulares de rolagem (ω x ) e arfagem (ω y ). Como a superfície do terreno por onde trafega nem sempre é perfeitamente plana e regular, todo veículo deve ser projetado de forma que suas quatro rodas possam se adaptar à estrada mesmo que esta apresente certas irregularidades. Além disso, é necessário também que durante o deslocamento do veículo as rodas sejam capazes de oscilar elasticamente e absorver as irregularidades do terreno, a fim de evitar que as vibrações correspondentes sejam transmitidas à estrutura do veículo e conseqüentemente aos passageiros e/ou cargas. Dessa forma promove-se um aumento do conforto interno do veículo e da segurança. Para conseguir esses objetivos essenciais, a união das rodas ao conjunto da carroceria e chassi do veículo não é rígida, sendo feita por meio de dispositivos mecânicos de diversas concepções que permitem a oscilação das rodas ao rodar sobre as irregularidades do terreno e por sua vez, a absorção e o amortecimento das oscilações.
6 Quadro resumo das dinâmicas A Tabela 2 resume as principais características e variações associadas a dinâmica veicular. Tabela 2 Quadro Resumo das Dinâmicas NATUREZA DA SOLICITAÇÃO SOLICITAÇÃO SOBRE O VEÍCULO DINÂMICAS DO VEÍCULO REAÇÃO DO VEÍCULO INTERNA (PILOTO) INTERNA (PILOTO) EXTERNA EXTERNA ACELERAÇÃO E DESACELERAÇÃO REALIZAÇÃO DE CURVAS (Velocidade Constante) OSCILAÇÕES PROVOCADAS PELO TERRENO CARREGAMENTOS AERODINÂMICO (Sustentação) e/ou GRAVITACIONAL LONGITUDINAL a x (+ tração e - frenagem) LATERAL - LONGITUDINAL - LATERAL ω z, a y (+ esquerda e - direita) ω y ω x LONGITUDINAL - LATERAL - a z, ω y, ω x LONGITUDINAL - LATERAL - a z
Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III
Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III 13.3 O trem de 160 Mg parte do repouso e começa a subir o aclive, como mostrado na figura. Se o motor exerce uma força de tração F de 1/8 do peso do trem, determine
SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Diego Fernandes Neris [email protected] UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES Mecânica
Introdução à Engenharia da Motocicleta
Depto de Engenharia Mecânica da UFPE Introdução à Engenharia da Motocicleta Fábio Magnani e Ramiro Willmersdorf 2010 Parte 2: Ciclística Aula 01 Programa Movimento em linha reta; Movimento em curva; Equilíbrio
Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá. 12 de março de 2013
GIROSCÓPIO Mecânica II (FIS-26) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá IEFF-ITA 12 de março de 2013 Roteiro 1 2 Roteiro 1 2 Dinâmica F (ext) = M a CM τ (ext) = d L dt L = M r CM v CM + L CM τ (ext) CM = d L
Terceira Lista de Exercício de Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais
Terceira Lista de Exercício de Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais Questão 1 Considerando os momentos de inércia de um corpo no sistema de eixos principais de inércia com origem no centro de massa
DESENVOLVIMENTO DE SIMULADORES DE MOVIMENTO PARA ANÁLISE E VISUALIZAÇÃO DA DINÂMICA DE VEÍCULOS
DESENVOLVIMENTO DE SIMULADORES DE MOVIMENTO PARA ANÁLISE E VISUALIZAÇÃO DA DINÂMICA DE VEÍCULOS Aluna: Ingrid Moura Obeid Orientador: Mauro Speranza Neto 1. Introdução O projeto baseia-se no desenvolvimento
Resultante Centrípeta
Questão 01) Uma criança está em um carrossel em um parque de diversões. Este brinquedo descreve um movimento circular com intervalo de tempo regular. A força resultante que atua sobre a criança a) é nula.
Força. Aceleração (sai ou volta para o repouso) Força. Vetor. Aumenta ou diminui a velocidade; Muda de direção. Acelerar 1kg de massa a 1m/s 2 (N)
Força Empurrão ou puxão; Força é algo que acelera ou deforma alguma coisa; A força exercida por um objeto sobre o outro é correspondida por outra igual em magnitude, mas no sentido oposto, que é exercida
3 a prova de F 128 Diurno 30/06/2014
30/06/2014 Nome: RA: Turma: Esta prova contém 14 questões de múltipla escolha e 1 questão discursiva. Não esqueça de passar as respostas das questões de múltipla escolha para o cartão de respostas. Obs:
DESENVOLVIMENTO DE VEICULOS AUTONOMOS EM ESCALA EM AMBIENTE DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL
DESENVOLVIMENTO DE VEICULOS AUTONOMOS EM ESCALA EM AMBIENTE DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL Aluno: Renan de Lima Simões Mondego Vilela Orientador: Mauro Speranza Neto Introdução O presente projeto é continuação
Cada questão objetiva vale 0,7 ponto
Instituto de Física Segunda Prova de Física I 2017/1 Nas questões em que for necessário, considere que: todos os fios e molas são ideais; os fios permanecem esticados durante todo o tempo; a resistência
Profº Carlos Alberto
Rotação Disciplina: Mecânica Básica Professor: Carlos Alberto Objetivos de aprendizagem Ao estudar este capítulo você aprenderá: Como descrever a rotação de um corpo rígido em termos da coordenada angular,
UM ESPORTIVO PARA TODOS OS DIAS.
UM ESPORTIVO PARA TODOS OS DIAS. O SWIFT SPORT É UM ESPORTIVO COMPACTO COM A COMBINAÇÃO PERFEITA ENTRE ESPORTIVIDADE E CONFORTO PARA O DIA A DIA, VOCÊ NÃO PRECISA SER PILOTO PARA CURTIR O CARRO. O modelo
Apresentação Outras Coordenadas... 39
Sumário Apresentação... 15 1. Referenciais e Coordenadas Cartesianas... 17 1.1 Introdução... 17 1.2 O Espaço Físico... 18 1.3 Tempo... 19 1.3.1 Mas o Tempo é Finito ou Infinito?... 21 1.3.2 Pode-se Viajar
MODELAGEM MATEMÁTICA E CONTROLE DE ATITUDE E POSIÇÃO DO QUADROTOR.
MODELAGEM MATEMÁTICA E CONTROLE DE ATITUDE E POSIÇÃO DO QUADROTOR. Tayara Crystina Pereira Benigno 1 ; Milena Carolina dos Santos Mangueira 2 ; Nallyson Tiago Pereira da Costa 3 ; Francisca Joedna Oliveira
Parte 2 - P2 de Física I NOME: DRE Teste 1
Parte 2 - P2 de Física I - 2017-1 NOME: DRE Teste 1 Nota Q1 Questão 1 - [3,7 ponto] Um carretel é composto por um cilindro interno de raio r = R/2 e massa M, enrolado por um fio ideal, com 2 discos idênticos,
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I INFORMAÇÕES GERAIS. Prof.
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I INFORMAÇÕES GERAIS Prof. Bruno Farias Arquivo em anexo Conteúdo Programático Bibliografia
Lista de exercícios Mecânica Geral III
Lista de exercícios Mecânica Geral III 12.5 Uma partícula está se movendo ao longo de uma linha reta com uma aceleração de a = (12t 3t 1/2 ) m/s 2, onde t é dado em segundos. Determine a velocidade e a
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I INFORMAÇÕES GERAIS. Prof.
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I INFORMAÇÕES GERAIS Prof. Bruno Farias Arquivo em anexo Conteúdo Programático Bibliografia
Parte 2 - PF de Física I NOME: DRE Teste 1
Parte - PF de Física I - 017-1 NOME: DRE Teste 1 Nota Q1 Questão 1 - [,7 ponto] Dois corpos de massas m 1 = m e m = m se deslocam em uma mesa horizontal sem atrito. Inicialmente possuem velocidades de
Física I Prova 1 04/06/2016a
Física I Prova 1 04/06/016a NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 0 questões de múltipla escolha valendo 0,5 ponto cada. Utilize: g = 9,80 m/s, exceto se houver alguma indicação em contrário.
DESENVOLVIMENTO DE SIMULADORES DE MOVIMENTO PARA ANÁLISE E VISUALIZAÇÃO DA DINÂMICA DE VEÍCULOS
DESENVOLVIMENTO DE SIMULADORES DE MOVIMENTO PARA ANÁLISE E VISUALIZAÇÃO DA DINÂMICA DE VEÍCULOS Aluno: Johannes Ney Moser Orientador: Mauro Speranza Neto 1. Introdução O projeto baseia-se no desenvolvimento
Dinâmica. Prof.ª Betty Carvalho Rocha Gonçalves do Prado
Dinâmica Prof.ª Betty Carvalho Rocha Gonçalves do Prado [email protected] [email protected] CORPO RÍGIDO São corpos cuja dimensões não são desprezáveis Corpo rígido É um conceito limite ideal,
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA. Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA Prof. MSc. Luiz Carlos Branquinho Caixeta Ferreira Um Efetuador é um dispositivo do robô que exerce um efeito sobre o ambiente. Variam desde pernas e rodas até braços e dedos. O controlador
Mini_Lista11: Rotação de Corpos Rígidos: Eixo Fixo
Mini_Lista11: Rotação de Corpos Rígidos: Eixo Fixo Lembrete 11.1 Em equações rotacionais, deve usar ângulos expressos em radianos. Lembrete 11.2 Na resolução de problemas de rotação, deve especificar um
Vantagens e Desvantagens da. Blindagem na Segurança Veicular
Vantagens e Desvantagens da Blindagem na Segurança Veicular 1. Comportamento dinâmico. 2. Riscos aos sistemas eletrônicos 3. Alterações estruturais Comportamento dinâmico Peso agregado: Kit de vidros blindados:
WORKSHOP DA COORD. DE CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE ENGENHARIA INDUSTRIAL - CCEEI
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA WORKSHOP DA COORD. DE CÂMARAS ESPECIALIZADAS DE ENGENHARIA INDUSTRIAL - CCEEI Formação de Engenheiros para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de
Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 2012 EMSC#2 - MECÂNICA B PME 2200
Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 01 EMSC# - MECÂNICA B PME 00 1. ENUNCIADO DO PROBLEMA Um planador (vide Fig. 1) se aproxima da pista do aeroporto para pouso com ângulo de
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica. Eixos e árvores
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica Eixos e árvores Introdução 1.1 Conceitos fundamentais 1.2 Considerações sobre fabricação 1.3 Considerações sobre projeto
Fundamentos de Dinâmica Veicular. Suspensões
Fundamentos de Dinâmica Veicular Suspensões Glossário de termos técnicos http://bestcars.uol.com.br/glo/glo.htm A suspensão explicada http://bestcars.uol.com.br/tecprep/susp-1.htm Understanding a Suspension
5 ANÁLISES CINEMÁTICA e DINÂMICA
5 ANÁLISES CINEMÁTICA e DINÂMICA Todo projeto de suspensão tem dois objetivos principais: dar conforto aos passageiros e estabilidade ao carro. O conforto é garantido isolando os passageiros das irregularidades
8 ANÁLISE EXPERIMENTAL
8 ANÁLISE EXPERIMENTAL A fase de prototipagem descrita no capítulo anterior fornece como resultado os componentes em sua forma pré-estabelecida virtualmente. Em paralelo às simulações, sejam estas análises
FIS-14 Lista-01 Novembro/2017
FIS-14 Lista-01 Novembro/2017 1. A rotação do braço robótico ocorre em virtude do movimento linear dos cilindros hidráulicos A e B. Se esse movimento faz com que a engrenagem em D gire no sentido horário
Física I Prova 1 04/06/2016c
Física I Prova 1 04/06/016c NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 0 questões de múltipla escolha valendo 0,5 ponto cada. Utilize:g = 9,80 m/s, exceto se houver alguma indicação em contrário.
Aplicações Mecânicas Aula 3
Aplicações Mecânicas Aula 3 Ementa CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2. Correias 2.1. Tipos 2.2. Características geométricas da transmissão por correia Elementos flexíveis - Correia A correia é um elemento de transmissão
Aluno Data Curso / Turma Professor
Apostila Modelagem e Simulação de Sistemas Dinâmicos Aluno Data Curso / Turma Professor 24/10/09 Engenharia Industrial Mecânica / 2006-1 MODELAGEM MATEMÁTICA DE SISTEMAS DINÂMICOS Everton Farina, Eng.º
Lista 12: Rotação de corpos rígidos
Lista 12: Rotação de Corpos Rígidos Importante: i. Ler os enunciados com atenção. ii. Responder a questão de forma organizada, mostrando o seu raciocínio de forma coerente. iii. Siga a estratégia para
CONTROLE E MOVIMENTAÇÃO DO HELICÓPTERO
1 CONTROLE E MOVIMENTAÇÃO DO HELICÓPTERO O helicóptero é um veículo aéreo composto por um corpo e duas hélices: uma hélice principal de grande porte horizontal e outra de pequeno porte vertical na cauda
Lista 12: Rotação de corpos rígidos
Lista 12: Rotação de Corpos Rígidos Importante: i. Ler os enunciados com atenção. ii. Responder a questão de forma organizada, mostrando o seu raciocínio de forma coerente. iii. iv. Siga a estratégia para
Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa D. alternativa E. alternativa B
Questão 46 No interior de um ônibus que trafega em uma estrada retilínea e horizontal, com velocidade constante de 90 km/h, um passageiro sentado lança verticalmente para cima um pequeno objeto com velocidade
Locomoção. Meios de Locomoção
Locomoção Meios de Locomoção Propriedades da Locomoção Locomoção com Rodas 1 Meios de Locomoção Meios de locomoção terrestre: Rodas: o mais simples meio de locomoção; Esteiras: amplia a área de contato
1 Movimento Circular Lista de Movimento circular Cinemática do Ponto Material 7
Sumário 1 Movimento Circular 3 1.1 Lista de Movimento circular................................... 3 2 Cinemática do Ponto Material 7 3 Equilíbrio de Corpos no Espaço 9 3.1 Equilíbrio de Partícula.....................................
Sistemas de Controle 1
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Escola de Engenharia Sistemas de Controle 1 Cap2 - Modelagem no Domínio de Frequência Prof. Dr. Marcos Lajovic Carneiro Sistemas de Controle 1 Prof. Dr. Marcos
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I ROTAÇÃO. Prof.
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA I ROTAÇÃO Prof. Bruno Farias Introdução Neste capítulo vamos aprender: Como descrever a rotação
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Departamento de Matemática e Física Coordenador da Área de Física
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Matemática e Física Coordenador da Área de Física Disciplina: Física Geral e Experimental II (MAF 2202) L I S T A I Capítulo 16 Oscilações 1. Um oscilador
MOVIMENTO E MECANISMOS
UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA LICENCIATURA EM ENGENHARIA BIOMÉDICA MOVIMENTO E MECANISMOS Problemas Propostos Paulo Flores - 2005 PROBLEMA 1 1/10 Classifique,
4 ANÁLISE ESTÁTICA. 4.1 Distribuição do peso
4 ANÁLISE ESTÁTICA Nos capítulos anteriores, foi realizado um primeiro esboço da geometria do veículo e foram relacionados os parâmetros que este deverá atender. No presente capítulo, serão verificados
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPOS AUTOMOTIVOS
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE PROTÓTIPOS AUTOMOTIVOS Moisés da Silva Pereira 1 Antônio Flavio Aires Rodrigues 2 Luiz Carlos Gertz 3 Resumo Este projeto consiste no desenvolvimento de um veículo com base
Conceitos Fundamentais de Mecânica
LEB 332 - Mecânica e Máquinas Motoras Prof. J. P. Molin Conceitos Fundamentais de Mecânica Objetivo da aula Rever conceitos da Física, em especial da Mecânica, já conhecidos de todos, e que serão necessários
Múltipla escolha [0,5 cada]:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE FÍSICA P de Física I - EQN - 015- Prof.: Gabriel Bié Alves Versão: A Nas questões em que for necessário, considere que: todos os fios e molas são ideais;
TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2. Aula 2.
TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2 Aula 2 www.aerocurso.com TEORIA DE VÔO E AERODINÂMICA 2 8 COMANDOS DE VÔO E DISPOSITIVOS HIPERSUSTENTADORES Os movimentos de uma aeronave podem ser realizados em torno
2 Equações do Sistema
2 Equações do Sistema Este capítulo irá apresentar as equações usadas no estudo, mostrando passo a passo como foi feita a modelagem desse sistema. Uma maneira fácil de entender seu funcionamento é pensá-lo
4 Simulação da Trajetória Ótima
126 4 Simulação da Trajetória Ótima Neste Capitulo apresentam-se todos os resultados encontrados para a otimização de trajetória, empregando simulações através do programa Simulink- Matlab para ilustrar
a = 2, Física Questão 53 - Alternativa D Devido ao tempo de reação, o carro percorre uma distância , antes de
Física 53. No instante t =, o motorista de um carro que percorre uma estrada retilínea, com velocidade constante de m/s, avista um obstáculo m a sua frente. O motorista tem um tempo de reação t = s, após
ESTRUTURAS DE PONTES
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ESTRUTURAS DE PONTES Ações em Pontes Prof. MSc. Letícia Reis Batista
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA THIAGO HOELTGEBAUM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA THIAGO HOELTGEBAUM ANÁLISE DE DINÂMICA LONGITUDINAL EM UM VEÍCULO DE FÓRMULA SAE ELÉTRICO Florianópolis 2013 2 UNIVERSIDADE
Mecânica 1. Resumo e Exercícios P3
Mecânica 1 Resumo e Exercícios P3 Conceitos 1. Dinâmica do Ponto 2. Dinâmica do Corpo Rígido 1. Dinâmica do Ponto a. Quantidade de Movimento Linear Vetorial Instantânea Q = m v b. Quantidade de Movimento
SUGESTÃO DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL DE FÍSICA- 1 ANO Professor Solon Wainstein SEGUE ABAIXO UMA LISTA COMPLEMENTAR DE EXERCÍCIOS
SUGESTÃO DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL DE FÍSICA- 1 ANO Professor Solon Wainstein # Ler todas as teorias # Refazer todos os exercícios dados em aula. # Refazer todos os exercícios feitos do livro. # Refazer
Parte 2 - P2 de Física I Nota Q Nota Q2 NOME: DRE Teste 1
Parte 2 - P2 de Física I - 2017-2 Nota Q1 88888 Nota Q2 NOME: DRE Teste 1 Assinatura: AS RESPOSTAS DAS QUESTÕES DISCURSIVAS DEVEM SER APRESENTADAS APENAS NAS FOLHAS GRAMPE- ADAS DE FORMA CLARA E ORGANIZADA.
MODELAGEM MULTICORPOS DO MECANISMO BIELA MANIVELA INVERTIDO PARA APLICAÇÃO EM ENGENHARIA AUTOMOTIVA
XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 MODELAGEM MULTICORPOS DO MECANISMO BIELA MANIVELA INVERTIDO PARA APLICAÇÃO EM ENGENHARIA AUTOMOTIVA
Fundamentos de Dinâmica Veicular. Sistemas de Direção
Fundamentos de Dinâmica Veicular Sistemas de Direção Sistemas de direção Cinemática do esterçamento Erro de geometria Forças e momentos Nesta aula Esterçamento nas quatro rodas Front wheel drive, steering
SUMÁRIO. 1 Preparando o Cenário para o Estudo da Dinâmica Cinemática da Partícula... 29
SUMÁRIO 1 Preparando o Cenário para o Estudo da Dinâmica... 1 1.1 Uma Breve História da Dinâmica...1 Isaac Newton (1643-1727)... 3 Leonhard Euler (1707-1783)... 6 1.2 Conceitos Fundamentais...8 Espaço
Física 1 - EMB5034. Prof. Diego Duarte Rolamento, torque e momento angular (lista 15) 24 de novembro de 2017
Física 1 - EMB5034 Prof. Diego Duarte Rolamento, torque e momento angular (lista 15) 24 de novembro de 2017 1. Um corpo de massa M e raio R está em repouso sobre a superfície de um plano inclinado de inclinação
2 Procedimentos para Análise de Colisão de Veículos Terrestres Deformáveis
2 Procedimentos para Análise de Colisão de Veículos Terrestres Deformáveis 15 Com o objetivo de aumentar a segurança de seus veículos, os fabricantes automotivos estudam acidentes nos quais seus produtos
Modelagem Matemática de Elementos Empregados em Suspensões Veiculares
Trabalho apresentado no CMAC-Sul, Curitiba-PR, 214. Modelagem Matemática de Elementos Empregados em Suspensões Veiculares Ana P. Brezolin, Márcia F. Brondani, Marnei D. Zorzella, Mauri J. Klein, Rodrigo
5 Realimentação do Ângulo de Yaw
5 Realimentação do Ângulo de Yaw Neste item passa a ser considerado o ângulo de yaw do veículo como uma variável de entrada na malha de controle. Obtendo esse ângulo do modelo linear pode-se compará-lo
Universidade de São Paulo. Instituto de Física. FEP112 - FÍSICA II para o Instituto Oceanográfico 1º Semestre de 2009
Universidade de São Paulo Instituto de Física FEP11 - FÍSICA II para o Instituto Oceanográfico 1º Semestre de 9 Primeira Lista de Exercícios Oscilações 1) Duas molas idênticas, cada uma de constante, estão
Física Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários
ísica Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários ísica Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários uponha que, simultaneamente, um carro parta de ão Paulo para o Rio de Janeiro com velocidade constante
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 25 TRABALHO E POTÊNCIA
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 25 TRABALHO E POTÊNCIA F A θ d B F τ F d P A θ g h d C B F el Kx A t O x x B F at N F 5,00 m A P 12,0 m P A = t (numericamente) O t t Fixação 1) Um corpo de massa igual a 0,50 kg,
Resistência dos Materiais. Aula 6 Estudo de Torção, Transmissão de Potência e Torque
Aula 6 Estudo de Torção, Transmissão de Potência e Torque Definição de Torque Torque é o momento que tende a torcer a peça em torno de seu eixo longitudinal. Seu efeito é de interesse principal no projeto
Física. B) Determine a distância x entre o ponto em que o bloco foi posicionado e a extremidade em que a reação é maior.
Física 01. Uma haste de comprimento L e massa m uniformemente distribuída repousa sobre dois apoios localizados em suas extremidades. Um bloco de massa m uniformemente distribuída encontra-se sobre a barra
NOME: N CADERNO DE REC. PARALELA DE FÍSICA I - TURMA PROFº FABIANO 2º BIMESTRE
1925 *** COLÉGIO MALLET SOARES *** 2016 91 ANOS DE TRADIÇÃO, RENOVAÇÃO E QUALIDADE DEPARTAMENTO DE ENSINO DATA: / / NOTA: NOME: N CADERNO DE REC. PARALELA DE FÍSICA I - TURMA 212 - PROFº FABIANO 2º BIMESTRE
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 10. 2) O que ocorre com o ioiô inicialmente estacionário da Figura 2 se este é excitado por uma força (a) F 2, (b)
LISTA DE EXERCÍCIOS Nº 10 Questões 1) Na Figura 1, 3 forças de mesma magnitude são aplicadas em uma partícula que encontra-se na origem do sistema de referência. Ordene as forças de acordo com as magnitudes
MATEMÁTICA 1ª QUESTÃO. O valor do número real que satisfaz a equação =5 é. A) ln5. B) 3 ln5. C) 3+ln5. D) ln5 3. E) ln5 2ª QUESTÃO
MATEMÁTICA 1ª QUESTÃO O valor do número real que satisfaz a equação =5 é A) ln5 B) 3 ln5 C) 3+ln5 D) ln5 3 E) ln5 ª QUESTÃO O domínio da função real = 64 é o intervalo A) [,] B) [, C), D), E), 3ª QUESTÃO
Calcule a resistência equivalente do circuito a seguir:
Questões para estudo 3º ano Questão 1 Calcule a resistência equivalente do circuito a seguir: Questão 2 Calcule a resistência equivalente do circuito a seguir: Questão 3 (F. E.EDSON DE QUEIROZ - CE) Dispõe-se
TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2
1 TEORIA DE VOO E AERODINÂMICA MÓDULO 2 Aula 2 www.aerocurso.com 2 6 DISPOSITIVOS HIPERSUSTENTADORES. São dispositivos capazes de aumentar, consideravelmente, o coeficiente de sustentação de uma aeronave.
LISTAGEM DE CONTEÚDOS DE FÍSICA PARA O EXAME 1 ANO / 2012
LISTAGEM DE CONTEÚDOS DE FÍSICA PARA O EXAME 1 ANO / 2012 # Velocidade escalar média # Movimento retilíneo uniforme # Movimento retilíneo uniformemente variado # Movimento de queda livre dos corpos # Movimento
Mecânica da Partícula 2ª lista de exercícios
Mecânica da Partícula 2ª lista de exercícios 1. Um satélite em órbita ao redor da Terra é atraído pelo nosso planeta e, como reação, atrai a Terra. A figura que representa corretamente esse par ação-reação
ESPAÇO PARA RESPOSTA COM DESENVOLVIMENTO
Parte 2 - P3 de Física I - 2018-1 NOME: DRE Teste 0 Assinatura: Questão 1 - [2,5 pontos] Um bloco de massamestá pendurado por um fio ideal que está enrolado em uma polia fixa, mas que pode girar em torno
CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS
CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS LEB0332 Mecânica e Máquinas Motoras Leandro M. Gimenez 2018 1 ??? Tratores Máquinas projetadas para tracionar, transportar e acionar máquinas e implementos
Lista de Exercícios - OSCILAÇÕES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FÍSICA E MATEMÁTICA Departamento de Física Disciplina: Física Básica II Lista de Exercícios - OSCILAÇÕES Perguntas: 1. O gráfico da figura 1 mostra a aceleração
ESPAÇO PARA RESPOSTA COM DESENVOLVIMENTO
Parte 2 - P2 de Física I - 2016-2 NOME: DRE Teste 1 Nota Q1 Assinatura: Questão 1 - [2,4 ponto] Dois blocos se deslocam em linha reta sobre uma mesa horizontal sem atrito. O bloco A, de massa m, tem velocidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC CENTRO DE ENGENHARIA, MODELAGEM E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES (BC 1105) ENSAIOS MECÂNICOS ENSAIOS DE TRAÇÃO E FLEXÃO 2 1. INTRODUÇÃO Algumas das
Sistemas de Controle (CON) Modelagem de Sistemas de Rotação e Eletromecânicos
Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Departamento de Engenharia Mecânica DEM Sistemas de Controle (CON) Modelagem de Sistemas de Rotação e Eletromecânicos
