8 ANÁLISE EXPERIMENTAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "8 ANÁLISE EXPERIMENTAL"

Transcrição

1 8 ANÁLISE EXPERIMENTAL A fase de prototipagem descrita no capítulo anterior fornece como resultado os componentes em sua forma pré-estabelecida virtualmente. Em paralelo às simulações, sejam estas análises estáticas, dinâmicas ou dimensionais, são realizados diversos testes nestes componentes protótipos. Os resultados obtidos nesta fase servem como insumo para alimentar estas análises, através da coleta de dados por sistemas de instrumentação ou por inspeção. A análise experimental tem ainda como finalidade certificar que os componentes, os sistemas, e o veículo atendem aos requisitos exigidos durante o projeto conceitual, as normas neles contidos e a legislação em vigor para o mercado ao qual o veículo se destina. Para a execução da fase de experimentos são elaboradas listas de verificação. Nestas listas estão contidos os itens a serem testados ou inspecionados, indicando para cada um deles, o item relacionado nos requisitos e demais normas e legislações, o responsável pelo teste e sua data de conclusão. Durante a fase de experimentos estas listas são preenchidas à medida que os testes são concluídos. Os relatórios dos testes e listas de verificação neles contidos comprovam o atendimento destas premissas de projeto e da legislação vigente e serve como instrumento para a homologação dos itens neles contidos. O objetivo final da análise experimental é que o veículo como um sistema único possa ser homologado para a venda. 8.1 Testes estáticos Os testes estáticos são aqueles em que não há a variação de forças em relação ao tempo nos componentes do veículo sujeitos à análise. Entre os testes estáticos podemos citar: - inspeção visual; - inspeção por metrologia;

2 Análise Experimental testes de resistência ao tempo por fatores climáticos (resistência à corrosão, deterioração de borralhas e componentes não metálicos etc.); A figura 8.01 mostra um equipamento para a verificação dos seguintes sistemas quanto à análise estática e seus resultados estão na figura 8.02: - Alinhamento de direção; - Suspensão - determinação da massa suspensa por roda; - Inspeção visual de componentes; - Verificação de folgas do sistema de suspensão. Figura 8.01 Detector de folgas na suspensão O detector de folgas na suspensão facilita a inspeção visual dos componentes, articulações e fixações dos sistemas de direção, suspensão e freios. 8.2 Testes dinâmicos Os testes dinâmicos são aqueles em que a variação de forças em relação ao tempo nos componentes do veículo é o objetivo da análise. A figura 8.02 mostra os resultados que podem ser obtidos pelo uso do dinamômetro de chassis (figura 8.03). Os resultados podem ser os seguintes: -Atuação dos freios; -Medição de ruído e outros; -Atenuação da tensão da suspensão; -Medição do alinhamento;

3 Análise Experimental 149 -Medição da aderência ao solo, através do analisador de suspensão; -Análise dos freios. Figura Resultados obtidos por um dinamômetro de chassis. Figura 8.03: Sistema modular de inspeção técnica de veículos. Além de testes realizados em ambiente fechado também são realizados testes na suspensão do veículo em pistas e rampas, conforme visto na figura A execução de testes em pista com várias condições de atrito (asfalto, concreto poroso e concreto liso nas condições de seco e molhado) pode ter várias finalidades:

4 Análise Experimental Teste de aceleração - para verificação de quebra em componentes do veículo em condição de grande solicitação; medição da aceleração do veículo, comportamento do veículo acelerando numa curva; - Teste de velocidade máxima determinação da velocidade máxima do veículo, podendo ser realizado juntamente com o teste de aceleração; - Teste de frenagem - para verificação de quebra em componentes do veículo em condição de grande solicitação; medição do trajeto de frenagem necessário relativamente a várias velocidades iniciais; - Execução de curvas em raios tangenciais (30º, 60º, 90, 120º); - Execução de curvas em raios estáticos (steady-state cornering), para verificação de raio mínimo e do ângulo de escorregamento lateral (side slip angle). Figura 8.04 Teste em pista Aceleração, frenagem e execução de curvas em raios tangenciais (30º, 60º, 90, 120º), ou em raio estático (raio mínimo), em pista de teste com várias condições de atrito (asfalto, concreto poroso e concreto liso nas condições de seco e molhado) [25]. A execução de testes em rampa pode ocorrer em mesas angulares onde vários valores de inclinação são permitidos (figura 8.05). Também podem ser realizados em pistas e neste caso o valor da inclinação é fixo.

5 Análise Experimental 151 Figura 8.05 Rampa lateral em mesa angular [25]. Além dos testes de pista, de rampa, de dinamômetro podem ser empregados testes com o uso de atuadores nas rodas do veículo. Estes atuadores transmitem as mesmas cargas impostas pelo solo, como se o veículo estivesse em utilização em pista. Este teste serve principalmente para tornar mais ágil a obtenção dos resultados de fadiga quando um determinado componente é alterado durante o projeto (figura 8.06). Figura Teste de durabilidade com a utilização de atuadores [27]. Por último, seguindo a seqüência de projeto apresentada na figura 1.01, após a realização dos testes e validação do protótipo final é realizada a validação para os protótipos da linha de fabricação quando se tratar de fabricação em série. Durante o ciclo de vida do produto, que ocorre até o seu término de produção a empresa montadora do produto final é responsável por realizar recall no caso de falhas que ponham em risco a segurança, sendo ainda responsável por disponibilizar os componentes de reposição no mercado por mais dez anos após o término de produção do veículo.

6 Análise Experimental Sistema de instrumentação A execução de testes estáticos e dinâmicos, além de fornecer respostas que podem ser obtidas por inspeção visual, também fornece respostas que requerem o uso de instrumentos de aquisição de dados. Vários fornecedores de instrumentos de aquisição de dados estão presentes no mercado nacional. Entre eles são bastante conhecidos os equipamentos da empresas National Instruments (com o software LabVIEW), Fluke, Lynx, entre outros. Os instrumentos disponibilizados pelos fabricantes, conforme figura 8.07, diferem-se e devem ser selecionados principalmente de acordo com a resolução do sinal obtido, da quantidade de canais necessários para aquisição simultânea, do tipo de sinal a ser obtido, da quantidade de aquisições por segundo e do tipo de software e hardware capaz de conexão com o instrumento. No caso de instrumentos embarcados, tanto os sensores como a base de coleta de dados devem suportar a poeira e as cargas dinâmicas impostas a estes e deve ser verificada a sua capacidade de armazenamento de informações. O mercado utiliza de 32 a 64 canais para a aquisição de dados de veículos em campo. No caso de instrumentos de bancada, estes possuem a resistência de um equipamento eletrônico comum, não sendo robustecidos como os anteriormente mencionados e, portanto, comparativamente mais baratos.

7 Análise Experimental 153 Figura 8.07 Equipamentos de instrumentação existentes no mercado. Por meio destes instrumentos, podem-se obter informações tais como: - aceleração; - velocidade; - temperatura; - Força/ Torque; - deformações; - ruído; - rotações (por giroscópio e clinômetro) e; - tolerância à corrosão entre outros. Existem instrumentos que obtêm a propriedade do solo, permitindo adequar o projeto ao tipo de solo que o veículo será submetido. Estas informações são armazenadas e transmitidas a sistemas de análise por programas específicos, capazes de fazer a exportação de informações para outros formatos no caso do sistema de aquisição não ser equivalente ao do software que irá utilizar os sinais. Os sinais obtidos podem ser utilizados de acordo com o tipo. Por exemplo, os que forem obtidos por sensores do tipo acelerômetros localizados no centro da roda (cubo da roda), posicionados na vertical, podem determinar a aceleração vertical da roda durante o trajeto percorrido pelo veículo. Este sinal cria uma

8 Análise Experimental 154 função aceleração x tempo que pode ser utilizada para determinar a velocidade e o deslocamento da roda a cada instante. Esta função pode então ser utilizada para a realização de teste de fadiga em meio virtual ou em meio real. No meio virtual, esta função pode ser utilizada para a obtenção das forças envolvidas nos componentes em análise dinâmica, ou ainda, na simulação do teste de fadiga, segundo a análise dimensional entre outros necessários à homologação do veículo. Para isto pode ser empregado, por exemplo, a modelagem do sistema por Simulink com interface com o ADAMS para a análise virtual do controle desempenhado por componentes eletrônicos atuando nos componentes mecânicos. Da mesma forma, esta mesma função também pode ser transmitida a atuadores que simulam as acelerações relativas entre pavimento x roda durante o trajeto do veículo. Se a função de entrada ainda vier de um trajeto de ciclo de vida acelerado, este equipamento permite diminuir em muito o tempo de teste, pois pode ser utilizado em qualquer condição climática e 24 horas por dia. De acordo com o exemplo, existem diversas formas de utilização dos dados coletados, sendo sua escolha de acordo com o interesse da equipe e da necessidade de certificação.

3 Veículos Terrestres

3 Veículos Terrestres 3 Veículos Terrestres Por se tratar de uma das primeiras dissertações do Programa de metrologia com aplicação à área veicular, optou-se pela inclusão neste capítulo de conceitos básicos que serão utilizados

Leia mais

Estudo Técnico - PBTC.

Estudo Técnico - PBTC. Estudo Técnico - PBTC www.iapa.com.br Testes e Simulações Realizadas 1 Os testes práticos em campo foram realizados com as composições: 48,5 toneladas de PBTC e 18,6 metros de comprimento; 74 toneladas

Leia mais

Nesta aula. Fundamentos de Dinâmica Veicular Aula 02 Características dos Pneus

Nesta aula. Fundamentos de Dinâmica Veicular Aula 02 Características dos Pneus Fundamentos de Dinâmica Veicular Aula 02 Características dos Pneus Realização: Parceria: Nesta aula Construção Designação Mecanismo da geração de força Propriedades trativas Fórmula de Pacejka Construção

Leia mais

ANEXO VI PROCEDIMENTOS PARA A MEDIÇÃO DE RUÍDO

ANEXO VI PROCEDIMENTOS PARA A MEDIÇÃO DE RUÍDO ANEXO VI PROCEDIMENTOS PARA A MEDIÇÃO DE RUÍDO 1. Este procedimento destina-se à verificação da conformidade de veículos em uso com os níveis de ruído estabelecidos para veículos em uso e adapta a Norma

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Diego Fernandes Neris [email protected] UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES Mecânica

Leia mais

Tecnologias de Metrologia Óptica Aplicadas ao Projeto e Desenvolvimento

Tecnologias de Metrologia Óptica Aplicadas ao Projeto e Desenvolvimento Geradores de Energia Eólica: Tecnologias para projeto, controle, fabricação e instalação Tecnologias de Metrologia Óptica Aplicadas ao Projeto e Desenvolvimento Dr. Eng. Vicente M. Massaroti Outubro, 2017

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS

CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS CARACTERÍSTICAS DE DESEMPENHO DE TRATORES AGRÍCOLAS LEB0332 Mecânica e Máquinas Motoras Leandro M. Gimenez 2018 1 ??? Tratores Máquinas projetadas para tracionar, transportar e acionar máquinas e implementos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE VEICULOS AUTONOMOS EM ESCALA EM AMBIENTE DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL

DESENVOLVIMENTO DE VEICULOS AUTONOMOS EM ESCALA EM AMBIENTE DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DESENVOLVIMENTO DE VEICULOS AUTONOMOS EM ESCALA EM AMBIENTE DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL Aluno: Renan de Lima Simões Mondego Vilela Orientador: Mauro Speranza Neto Introdução O presente projeto é continuação

Leia mais

TM053 Fundamentos de Dinâmica Veicular

TM053 Fundamentos de Dinâmica Veicular TM053 Fundamentos de Dinâmica Veicular Capítulo 1 Características dos Pneus Referência: Nicolazzi, Lauro Cesar. Uma introdução à modelagem quase-estática de automóveis. Publicação interna do GRANTE, Departamento

Leia mais

MEDIÇÕES DO SISTEMA COMMON RAIL FEITAS PELA ENGENHARIA

MEDIÇÕES DO SISTEMA COMMON RAIL FEITAS PELA ENGENHARIA MEDIÇÕES DO SISTEMA COMMON RAIL FEITAS PELA ENGENHARIA As seguintes medições são realizadas no sistema Common Rail para avaliar sua função: 1- BOMBA DE ALTA PRESSÃO A principal medida feita na bomba é

Leia mais

Bacharelado Engenharia Civil

Bacharelado Engenharia Civil Bacharelado Engenharia Civil Física Geral e Experimental I Prof.a: Érica Muniz 1 Período Lançamentos Movimento Circular Uniforme Movimento de Projéteis Vamos considerar a seguir, um caso especial de movimento

Leia mais

CAPÍTULO I. 1 Introdução Motivação

CAPÍTULO I. 1 Introdução Motivação CAPÍTULO I 1 Introdução. 1.1. Motivação A busca por melhores eficiências, menor consumo de energia e maior conforto é cada vez mais um objetivo perseguido por todos. Os fabricantes de veículos não são

Leia mais

4 Bancada Experimental e Aquisição de Dados

4 Bancada Experimental e Aquisição de Dados 4 Bancada Experimental e Aquisição de Dados Com o objetivo de avaliar e complementar a análise das equações matemáticas desenvolvidas no capítulo 2, faz-se necessário realizar práticas experimentais. Com

Leia mais

Exercícios de Forças em Trajetórias Curvilíneas

Exercícios de Forças em Trajetórias Curvilíneas Exercícios de Forças em Trajetórias Curvilíneas 1. Na figura seguinte, um carrinho de massa 1,0kg descreve movimento circular e uniforme ao longo de um trilho envergado em forma de circunferência de 2,0m

Leia mais

Experimento 3 Rolamento

Experimento 3 Rolamento Experimento 3 Rolamento Determinar os tempos de queda de objetos cilíndricos rolando sem escorregamento em um plano inclinado e relacioná-los com a distribuição de massa dos objetos. Introdução Considere

Leia mais

TÍTULO: TESTE DE CONTROLADOR PARA UM ROBÔ DE EQUILÍBRIO DINÂMICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA. SUBÁREA: Engenharias

TÍTULO: TESTE DE CONTROLADOR PARA UM ROBÔ DE EQUILÍBRIO DINÂMICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA. SUBÁREA: Engenharias TÍTULO: TESTE DE CONTROLADOR PARA UM ROBÔ DE EQUILÍBRIO DINÂMICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: Engenharias INSTITUIÇÃO(ÕES): CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE PAULISTA - UNORP

Leia mais

1.Objetivo 1. 2.Condições Gerais 1. 3.Informação dos Materiais 2. Quadro 1 - RTHP TRANSFORMADOR MONOFÁSICO 15,0/24,0/36,2kV 2

1.Objetivo 1. 2.Condições Gerais 1. 3.Informação dos Materiais 2. Quadro 1 - RTHP TRANSFORMADOR MONOFÁSICO 15,0/24,0/36,2kV 2 SUMÁRIO Pág. 1.Objetivo 1 2.Condições Gerais 1 3.Informação dos Materiais 2 Quadro 1 - RTHP TRANSFORMADOR MONOFÁSICO 15,0/24,0/36,2kV 2 DISTRIBUIÇÃO ND 2.6 Quadro 2 - RTHP TRANSFORMADOR TRIFÁSICO 15,0/24,0/36,2kV

Leia mais

CONTROLE DIMENSIONAL MONTAGEM DE MÁQUINAS ALINHAMENTO DE EIXOS DE MÁQUINAS COM RELÓGIO COMPARADOR

CONTROLE DIMENSIONAL MONTAGEM DE MÁQUINAS ALINHAMENTO DE EIXOS DE MÁQUINAS COM RELÓGIO COMPARADOR Página: 1 de 11 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo estabelecer o procedimento a ser empregado no nivelamento de bases e alinhamento de eixos de máquinas. Este procedimento é aplicável na execução

Leia mais

7 PROTÓTIPO FUNCIONAL

7 PROTÓTIPO FUNCIONAL 7 PROTÓTIPO FUNCIONAL A fase de execução física do projeto se inicia pela criação dos protótipos. Depois de adquirida alguma confiança a respeito dos componentes a serem usados, os quais foram criados

Leia mais

5 Resultados Experimentais

5 Resultados Experimentais 5 Resultados Experimentais 5.1. Introdução Neste capítulo são apresentados os resultados medidos dos dois testes experimentais em escala real realizados para a comparação dos resultados teóricos. 5.2.

Leia mais

Revisão Leis de Newton EsPCEx 2018 Prof. Douglão

Revisão Leis de Newton EsPCEx 2018 Prof. Douglão Revisão Leis de Newton EsPCEx 018 Prof. Douglão 1. Observe a figura abaixo onde duas esferas de massas iguais a m estão eletrizadas com cargas elétricas Q, iguais em módulo, porém de sinais contrários.

Leia mais

Sem data Sheet online DFV60A-22PC65536 DFV60 ENCODER COM RODA DE MEDIÇÃO

Sem data Sheet online DFV60A-22PC65536 DFV60 ENCODER COM RODA DE MEDIÇÃO Sem data Sheet online DFV60A-22PC65536 DFV60 A B C D E F Figura pode ser diferente Informações do pedido Tipo Nº de artigo DFV60A-22PC65536 1051309 Outras versões do aparelho e acessórios www.sick.com/dfv60

Leia mais

Aplicações Mecânicas Aula 3

Aplicações Mecânicas Aula 3 Aplicações Mecânicas Aula 3 Ementa CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2. Correias 2.1. Tipos 2.2. Características geométricas da transmissão por correia Elementos flexíveis - Correia A correia é um elemento de transmissão

Leia mais

1.1 Origem da suspensão automotiva

1.1 Origem da suspensão automotiva 1 INTRODUÇÃO A indústria automobilística foi marcada por inovações ao longo de mais de um século de evolução. Mas em seu início, estas inovações, de certa forma, eram ocasionadas por muito empirismo. A

Leia mais

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 Cite 08 tipos

Leia mais

ANEXO. 1.1 Escopo de aplicação

ANEXO. 1.1 Escopo de aplicação ANEXO 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos técnicos que devem ser atendidos pelas Correntes de Transmissão de Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Triciclos e Quadriciclos, com foco na segurança, visando

Leia mais

Lista de exercícios Mecânica Geral III

Lista de exercícios Mecânica Geral III Lista de exercícios Mecânica Geral III 12.5 Uma partícula está se movendo ao longo de uma linha reta com uma aceleração de a = (12t 3t 1/2 ) m/s 2, onde t é dado em segundos. Determine a velocidade e a

Leia mais

Rede de Sensores Inerciais para Equilíbrio de um Robô Humanóide

Rede de Sensores Inerciais para Equilíbrio de um Robô Humanóide Rede de Sensores Inerciais para Equilíbrio de um Robô Humanóide 1 / 46 Rede de Sensores Inerciais para Equilíbrio de um Robô Humanóide Telmo Filipe de Jesus Rafeiro Universidade de Aveiro [email protected]

Leia mais

Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada. Orientador: João Ramôa Correia

Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada. Orientador: João Ramôa Correia Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada Os materiais compósitos de polímero reforçado com fibras (FRP) apresentam diversas vantagens face aos materiais tradicionais

Leia mais

1. Introdução. 1.1.Objetivo

1. Introdução. 1.1.Objetivo 1. Introdução 1.1.Objetivo O objetivo desta dissertação é desenvolver um sistema de controle por aprendizado acelerado e Neuro-Fuzzy baseado em técnicas de inteligência computacional para sistemas servo-hidráulicos

Leia mais

INTRODUÇÃO. Professor Claudemir Claudino Alves. Curso Superior de Tecnologia em - Refrigeração, Ventilação e Ar condicionado

INTRODUÇÃO. Professor Claudemir Claudino Alves. Curso Superior de Tecnologia em - Refrigeração, Ventilação e Ar condicionado Curso Superior de Tecnologia em - Refrigeração, Ventilação e Ar condicionado Disciplina: ELEMENTOS DE MÁQUINAS INTRODUÇÃO Professor Me. Claudemir Claudino Alves Professor Claudemir Claudino Alves 2 OBJETIVO:

Leia mais

BALANCEAMENTO / GEOMETRIA

BALANCEAMENTO / GEOMETRIA BALANCEAMENTO / GEOMETRIA Preparado para conhecer muito mais sobre o assunto?! Então vamos lá! Todo conjunto rodante após montado e instalado no veículo está sujeito a desequilíbrio que se traduzem em

Leia mais

R.T. Eng. Geotécnico Prof. Edgar Pereira Filho. de determinar as características geométricas e submetê-las a uma força de impacto.

R.T. Eng. Geotécnico Prof. Edgar Pereira Filho. de determinar as características geométricas e submetê-las a uma força de impacto. ENSAIOS DE CARREGAMENTO DINÂMICO RESUMO Neste breve artigo apresentaremos um dos métodos que avalia fundações profundas, em especial estacas, tanto do ponto de vista da integridade do elemento estrutural

Leia mais

Lista de Exercícios (Profº Ito) Dinâmica no Movimento Circular

Lista de Exercícios (Profº Ito) Dinâmica no Movimento Circular TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO SE NECESSÁRIO, ADOTE g = 10 m/s. 1. Um circuito de Fórmula Mundial circular, com 320 m de raio, tem como velocidade de segurança 40 m/s. Calcule a tangente do ângulo de inclinação

Leia mais

Especificação Técnica Linhas de Transmissão Isolador Pilar 69kV - NBI 290kV

Especificação Técnica Linhas de Transmissão Isolador Pilar 69kV - NBI 290kV Sumário 1. Finalidade... 1 2. Âmbito de aplicação... 1 3. Normas complementares... 1 4. Identificação do material... 1 5. Fabricação... 1 6. Inspeção e ensaios... 3 7. Embalagem... 3 8. Condições gerais...

Leia mais

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação Acoplamento Introdução Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, percebeu um estranho ruído na roda. Preocupada, procurou um mecânico. Ao analisar o problema, o mecânico concluiu que o defeito estava

Leia mais

Física I Prova 2 20/02/2016

Física I Prova 2 20/02/2016 Física I Prova 2 20/02/2016 NOME MATRÍCULA TURMA PROF. Lembrete: A prova consta de 3 questões discursivas (que deverão ter respostas justificadas, desenvolvidas e demonstradas matematicamente) e 10 questões

Leia mais

Serra para poda. Parte ativa da ferramenta responsável pelo corte de pequenos galhos e/ou peças de madeira.

Serra para poda. Parte ativa da ferramenta responsável pelo corte de pequenos galhos e/ou peças de madeira. 1. OBJETIVO Esta especificação tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis da serra manual e adaptável à vara de manobra sem a necessidade de afiação (ou permanente) utilizada nos

Leia mais

CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA

CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO CERTA CONJUNTO DE EMENDA REENTRÁVEL E TERMINAL DE ACESSO - CERTA : 1. APLICAÇÃO: O Conjunto CERTA é aplicado no abrigo de emenda de cabos aéreos com condutores

Leia mais

Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Itapira TERMO DE REFERÊNCIA 13/2018

Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Itapira TERMO DE REFERÊNCIA 13/2018 TERMO DE REFERÊNCIA 13/2018 1. OBJETO Ações de Combate às Perdas de Água com Substituição de Hidrômetros no Município de Itapira SP. 2. HIDRÔMETROS UNIJATO HIDRÔMETROS UNIJATO de vazão 1,5 m 3 /h x DN

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE OBTENÇÃO DE DADOS PARA CALIBRAÇÃO DE CENTRAIS INERCIAIS

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE OBTENÇÃO DE DADOS PARA CALIBRAÇÃO DE CENTRAIS INERCIAIS DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE OBTENÇÃO DE DADOS PARA CALIBRAÇÃO DE CENTRAIS INERCIAIS Aluno: Pedro Schuback Chataignier Orientador: Mauro Speranza Neto 1. Introdução O projeto visa desenvolver um sistema

Leia mais

MATEMÁTICA 1ª QUESTÃO. O valor do número real que satisfaz a equação =5 é. A) ln5. B) 3 ln5. C) 3+ln5. D) ln5 3. E) ln5 2ª QUESTÃO

MATEMÁTICA 1ª QUESTÃO. O valor do número real que satisfaz a equação =5 é. A) ln5. B) 3 ln5. C) 3+ln5. D) ln5 3. E) ln5 2ª QUESTÃO MATEMÁTICA 1ª QUESTÃO O valor do número real que satisfaz a equação =5 é A) ln5 B) 3 ln5 C) 3+ln5 D) ln5 3 E) ln5 ª QUESTÃO O domínio da função real = 64 é o intervalo A) [,] B) [, C), D), E), 3ª QUESTÃO

Leia mais

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 24 FORÇA CENTRÍPETA REVISÃO

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 24 FORÇA CENTRÍPETA REVISÃO FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 24 FORÇA CENTRÍPETA REVISÃO Fixação 1) Um pêndulo é abandonado na posição A e atinge a posição E, como mostra a figura abaixo. Assinale a alternativa que melhor indica a direção

Leia mais

4 ANÁLISE ESTÁTICA. 4.1 Distribuição do peso

4 ANÁLISE ESTÁTICA. 4.1 Distribuição do peso 4 ANÁLISE ESTÁTICA Nos capítulos anteriores, foi realizado um primeiro esboço da geometria do veículo e foram relacionados os parâmetros que este deverá atender. No presente capítulo, serão verificados

Leia mais

Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Processos de Fabricação 04

Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Processos de Fabricação 04 Curso Técnico Subsequente em Manutenção Automotiva Nome do Curso CÂMPUS FLORIANÓPOLIS MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Processos de Fabricação 04 Tecnologia dos Materiais 04

Leia mais

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM INTEGRIDADE DE ESTRUTURAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS

Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM INTEGRIDADE DE ESTRUTURAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS Brasil 2017 SOLUÇÕES INTEGRADAS EM INTEGRIDADE DE ESTRUTURAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS MEMÓRIA DE CALCULO EM ESTRUTURAS ESTÁTICAS OU DINÂMICAS 2 A IB-NDT utiliza software especifico para verificação estrutural

Leia mais

Qual o valor máximo da força F que se poderá aplicar a um dos blocos, na mesma direção do fio, sem romper o fio?

Qual o valor máximo da força F que se poderá aplicar a um dos blocos, na mesma direção do fio, sem romper o fio? TC DE FISICA PROFESSOR ÍTALO REANN CONTEUDO: LEIS DE NEWTON E FORÇA CENTRIPETA 01. Dois blocos idênticos, unidos por um fio de massa desprezível, jazem sobre uma mesa lisa e horizontal conforme mostra

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA MATERIAIS DE ATRITO DESTINADOS AO USO EM FREIOS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS AUTOMOTORES

REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA MATERIAIS DE ATRITO DESTINADOS AO USO EM FREIOS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS AUTOMOTORES REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA MATERIAIS DE ATRITO DESTINADOS AO USO EM FREIOS DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS AUTOMOTORES 1 OBJETIVO Estabelecer os requisitos que devem ser atendidos pelos Materiais de

Leia mais

Experimento: Determinação do coeficiente de atrito

Experimento: Determinação do coeficiente de atrito Física Mecânica Roteiros de Experiências 50 UNIMONTE, Engenharia Laboratório de Física Mecânica Experimento: Determinação do coeficiente de atrito Turma: Data: : Nota: Participantes Nome RA Introdução

Leia mais

Força de atrito e as leis de Newton. Isaac Newton

Força de atrito e as leis de Newton. Isaac Newton Força de atrito e as leis de Newton Isaac Newton o Causadas pelo movimento de um corpo em relação a outro ou em relação ao ambiente o Sempre apontam na direção contrária ao movimento (frenagem) o Força

Leia mais

Kit de modernização CAB 920

Kit de modernização CAB 920 Operação fácil e ergonômica, com guia do usuário e instruções de correção Exibição em monitor TFT colorido de alta-resolução, com telas de diálogo de fácil intepretação com operação touchscreen Janelas

Leia mais

PROJETO BAJA SAE - USJT

PROJETO BAJA SAE - USJT 2011 PROJETO BAJA SAE - USJT Faculdade de Tecnologia e Ciências Exatas Universidade São Judas Tadeu 01/08/2011 PROJETO BAJA SAE USJT Departamento de Engenharia Mecânica Faculdade de Tecnologia e Ciências

Leia mais

Biopdi. Equipamentos científicos

Biopdi. Equipamentos científicos Biopdi Equipamentos científicos (Ensaio triaxial estático) Equipamento servo controlado para ensaios triaxiais axissimétricos automático para amostras de solo São Carlos 2016 :: Equipamento servo controlado

Leia mais

Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III

Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III 13.3 O trem de 160 Mg parte do repouso e começa a subir o aclive, como mostrado na figura. Se o motor exerce uma força de tração F de 1/8 do peso do trem, determine

Leia mais

Após uma analise mais apurada da geometria das rodas e pneus, devemos verificar se há centralização correta das rodas nos cubos.

Após uma analise mais apurada da geometria das rodas e pneus, devemos verificar se há centralização correta das rodas nos cubos. Em virtude de nosso trabalho de revenda de pneus, e consequentemente a obrigaçao em sempre analisar e corrigir eventuais problemas relacionados ao sistema de direçao, um problema recorrente relatado por

Leia mais

1) (2005) Observe o fenômeno indicado na tirinha abaixo. A força que atua sobre o peso e produz o deslocamento vertical da garrafa é a força

1) (2005) Observe o fenômeno indicado na tirinha abaixo. A força que atua sobre o peso e produz o deslocamento vertical da garrafa é a força O ENEM AO LONGO DOS ANOS CONTEÚDO: LEIS DE NEWTON 1) (2005) Observe o fenômeno indicado na tirinha abaixo. A força que atua sobre o peso e produz o deslocamento vertical da garrafa é a força (A) de inércia.

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0050 RELÉ FOTOELETRÔNICO 1/13 1.

Leia mais

APLICAÇÃO DE SENSORES DE VIBRAÇÃO E RUÍDO NOS TRILHOS PARA DETECÇÃO DE DANOS EM RODAS FERROVIÁRIA. Francisco José Freitas Lopes

APLICAÇÃO DE SENSORES DE VIBRAÇÃO E RUÍDO NOS TRILHOS PARA DETECÇÃO DE DANOS EM RODAS FERROVIÁRIA. Francisco José Freitas Lopes APLICAÇÃO DE SENSORES DE VIBRAÇÃO E RUÍDO NOS TRILHOS PARA DETECÇÃO DE DANOS EM RODAS FERROVIÁRIA Francisco José Freitas Lopes CURRICULUM VITAE Graduação em Engenharia Elétrica com ênfase em Sistemas Eletrônicos

Leia mais

Artigo 7 Como montar uma Oficina de Alinhamento de Veículos - SEBRAE

Artigo 7 Como montar uma Oficina de Alinhamento de Veículos - SEBRAE Artigo 7 Como montar uma Oficina de Alinhamento de Veículos - SEBRAE Introdução FICHA TÉCNICA Setor da Economia: Terciário Ramo de Atividade: Prestação de Serviços. Tipo de Negócio: Oficina de Alinhamento

Leia mais

Bastões isolantes. Os bastões tubulares devem ser constituídos de materiais isolantes, não higroscópicos, e em total conformidade com a ASTM F 711.

Bastões isolantes. Os bastões tubulares devem ser constituídos de materiais isolantes, não higroscópicos, e em total conformidade com a ASTM F 711. 1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para os bastões isolantes utilizados nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS

Leia mais

SUGESTÃO DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL DE FÍSICA- 1 ANO Professor Solon Wainstein SEGUE ABAIXO UMA LISTA COMPLEMENTAR DE EXERCÍCIOS

SUGESTÃO DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL DE FÍSICA- 1 ANO Professor Solon Wainstein SEGUE ABAIXO UMA LISTA COMPLEMENTAR DE EXERCÍCIOS SUGESTÃO DE ESTUDOS PARA O EXAME FINAL DE FÍSICA- 1 ANO Professor Solon Wainstein # Ler todas as teorias # Refazer todos os exercícios dados em aula. # Refazer todos os exercícios feitos do livro. # Refazer

Leia mais

Métodos de Medição em Biomecânica

Métodos de Medição em Biomecânica Métodos de Medição em Biomecânica Ricardo Martins de Souza 2013 Áreas de Concentração da Biomecânica 1 Cinemática Estudo da Descrição do Movimento; Área de estudo (Cinemetria); Estudo das formas do movimento;

Leia mais

Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 2012 EMSC#2 - MECÂNICA B PME 2200

Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 2012 EMSC#2 - MECÂNICA B PME 2200 Segundo Exercício de Modelagem e Simulação Computacional Maio 01 EMSC# - MECÂNICA B PME 00 1. ENUNCIADO DO PROBLEMA Um planador (vide Fig. 1) se aproxima da pista do aeroporto para pouso com ângulo de

Leia mais

Theory Portugues BR (Brazil) Por favor, leia as instruções gerais contidas no envelope separado antes de iniciar este problema.

Theory Portugues BR (Brazil) Por favor, leia as instruções gerais contidas no envelope separado antes de iniciar este problema. Q1-1 Dois problemas de Mecânica (10 pontos) Por favor, leia as instruções gerais contidas no envelope separado antes de iniciar este problema. Parte A. O disco escondido (3.5 pontos) Considere um cilindro

Leia mais

TREINAMENTO MANUTENÇÃO DE PNEUS

TREINAMENTO MANUTENÇÃO DE PNEUS TREINAMENTO MANUTENÇÃO DE PNEUS O PNEU SEGURO ELO DE LIGAÇÃO ENTRE O VEÍCULO E O SOLO COMO SURGIU O PNEU RODAS COM BORRACHA - MACIÇO RODA DE BICICLETA COM CÂMARA RODAS MAIORES COM CÂMARA E PNEU EVOLUÇÃO

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-761/2006 R-01 ABRAÇADEIRAS DE NYLON

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET-761/2006 R-01 ABRAÇADEIRAS DE NYLON ET-76/2006 R-0 DOCUMENTO NORMATIVO ET-76 I Í N D I C E OBJETIVO... 2 NORMAS COMPLEMENTARES... 3 CONDIÇÕES GERAIS... 3. IDENTIFICAÇÃO... 3.2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 CARATERÍSTICAS DO MATERIAL EMPREGADO...

Leia mais

Aula 13 Arquiteruras Elétricas

Aula 13 Arquiteruras Elétricas Introdução Aula 13 Arquiteruras Elétricas 1 Observa-se nos veículos atualmente comercializados que grande parte dos sistemas eletrônicos de controle foi desenvolvida de forma independente, cada qual responsável

Leia mais

Disponível em: <www.pontedelaguna.com.br> [Adaptado] Acesso em: 17 ago

Disponível em: <www.pontedelaguna.com.br> [Adaptado] Acesso em: 17 ago 1. (G1 - ifsc 2015) Um pássaro está em pé sobre uma das mãos de um garoto. É CORRETO afirmar que a reação à força que o pássaro exerce sobre a mão do garoto é a força: a) da Terra sobre a mão do garoto.

Leia mais

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação)

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação) MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação) Joaquim Eloir Rocha 1 A produção de torque em um motor de indução ocorre devido a busca de alinhamento entre o fluxo do estator e o fluxo do rotor. Joaquim Eloir

Leia mais

1 Movimento Circular Lista de Movimento circular Cinemática do Ponto Material 7

1 Movimento Circular Lista de Movimento circular Cinemática do Ponto Material 7 Sumário 1 Movimento Circular 3 1.1 Lista de Movimento circular................................... 3 2 Cinemática do Ponto Material 7 3 Equilíbrio de Corpos no Espaço 9 3.1 Equilíbrio de Partícula.....................................

Leia mais

NBR 7170/1983. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria

NBR 7170/1983. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria NBR 7170/1983 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria OBJETIVO: Fixar condições no recebimento de tijolos maciços cerâmicos destinados a obras de alvenaria, com ou sem revestimento; DEFINIÇÕES: 1. Tijolo

Leia mais

Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga

Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga Universidade Santa Cecília Faculdade de Engenharia Engenharia Industrial Mecânica Objetivo Executar o projeto de uma máquina para ensaios de fadiga. Projeto de Máquina para Ensaios de Fadiga Allan Carlo

Leia mais

Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB

Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB Robótica Modular Reconfigurável Carla Koike Depto. Ciências da Computação UnB Definição Robôs compostos de um grande número de módulos repetidos que podem organizar suas conexões e formar uma grande variedade

Leia mais

MODELAGEM DE SISTEMA DE SUSPENSÃO E VEÍCULO BAJA SAE COM SOFTWARE DE DINÂMICA MULTICORPOS

MODELAGEM DE SISTEMA DE SUSPENSÃO E VEÍCULO BAJA SAE COM SOFTWARE DE DINÂMICA MULTICORPOS MODELAGEM DE SISTEMA DE SUSPENSÃO E VEÍCULO BAJA SAE COM SOFTWARE DE DINÂMICA MULTICORPOS Paulo Hideki Yamagata Universidade de São Paulo Escola Politécnica [email protected] Prof. Dr. Roberto Spinola

Leia mais

CARACTERÍSTICAS ESTÁTICAS DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO

CARACTERÍSTICAS ESTÁTICAS DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO DETERMINAÇÃO DA DERIVA DO ZERO: ENSAIO: Manter P o = 0 e variar a temperatura T dentro da faixa de temperaturas ambientes [T max, T min ] previstas para uso do SM. Os ensaios feitos em CÂMARA de temperatura

Leia mais

BC1507 Instrumentação e Controle AULA 01. Sensores - I

BC1507 Instrumentação e Controle AULA 01. Sensores - I AULA 01 Sensores - I 1 Programa Princípios de medição de grandezas físicas Instrumentos indicadores eletromecânicos Transdutores de instrumentação de sistemas de medições Circuitos de instrumentação: medições

Leia mais

Lista 12: Rotação de corpos rígidos

Lista 12: Rotação de corpos rígidos Lista 12: Rotação de Corpos Rígidos Importante: i. Ler os enunciados com atenção. ii. Responder a questão de forma organizada, mostrando o seu raciocínio de forma coerente. iii. iv. Siga a estratégia para

Leia mais

Física Experimental - Mecânica - Plano inclinado com sensores de adesão magnética e software - EQ801A.

Física Experimental - Mecânica - Plano inclinado com sensores de adesão magnética e software - EQ801A. Índice Remissivo... 4 Abertura... 6 Guarantee / Garantia... 7 Certificado de Garantia Internacional... 7 As instruções identificadas no canto superior direito da página pelos números que se iniciam pelos

Leia mais

SENSORES. Acelerômetro. Sensore de temperatura. Sensore de luminosidade. Chave de fim de curso. Interruptor de lâminas. Sensor potenciômetro

SENSORES. Acelerômetro. Sensore de temperatura. Sensore de luminosidade. Chave de fim de curso. Interruptor de lâminas. Sensor potenciômetro SENSORES São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e que transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 SENSORES Acelerômetro

Leia mais

e) ABNT NBR IEC Luminárias - Parte 1: Requisitos gerais e ensaios;

e) ABNT NBR IEC Luminárias - Parte 1: Requisitos gerais e ensaios; MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0084 REATOR ELETRÔNICO PARA LÂMPADA

Leia mais