INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA
|
|
|
- Luzia Mirandela Peixoto
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA 1) A figura anexa representa uma epidemia de malária falciparum ocorrida num agrupamento de garimpeiros trabalhando em área remota do Pará. O grupo total era composto de 550 trabalhadores. Nenhum deles era nativo da área endêmica, representando este o primeiro contato deles com o Plasmodium falciparum. Como pode ser visto no diagrama, os primeiros casos iniciaram em 17/06 e o último em 01/08. No total ocorreram 32 casos e 8 óbitos. Calcule: a. Taxa de ataque b. Coeficiente de letalidade. c. Coeficientes de incidência para os meses de: a) junho e b) julho. d. Coeficiente de prevalência no dia 15 de julho. e. Coeficiente de prevalência no mês de julho. f. O que aconteceria ao coeficiente de prevalência em 15/07 se as datas de início de cada caso permanecessem as mesmas mas se a duração da doença fosse reduzida pela metade? g. E se a duração da doença fosse duas vezes maior em cada caso? h. Para efeito do exercício considere que após a recuperação o doente se torna permanentemente imune. Qual seria o coeficiente de incidência para o mês de julho? 2. "Em uma comunidade rural nordestina em 1988, a população suscetível ao sarampo pertencente ao grupo etário recomendável para a vacinação anti-sarampo era de crianças. No início de 1988 foi instituída uma campanha geral de vacinação contra essa doença que resultou em crianças vacinadas na comunidade. Ao curso desse ano constataram-se 240 casos de sarampo, dos quais 160 em não vacinados." Calcule: a. Cobertura vacinal b. Coeficiente de Incidência de Sarampo nos Vacinados. c. Coeficiente de Incidência de Sarampo nos não vacinados d. Interprete os achados. 3) Em duas indústrias A e B, trabalharam durante o ano em cada uma, 1000 operários; em 1973 ocorreram na indústria A, 20 casos de intoxicação por produto químico e 40 na B. Considere que na indústria A: 50 operários trabalharam o ano todo, 450 trabalharam seis meses, 500 trabalharam três meses e que na indústria B 1000 trabalhadores trabalharam o ano todo. Em qual das duas indústrias foi maior a ocorrência de casos de intoxicação aguda?
2
3 COEFICIENTES E ÍNDICES 1. A população da região administrativa de Ribeirão Preto, estimada para 1/7/78, foi de habitantes, sendo o número de mulheres entre 15 e 45 anos. Neste mesmo ano, houve nascimentos vivos e 630 nascidos mortos. Ocorreram ainda óbitos, sendo: - 41 óbitos por doenças ligadas à gestação, parto e puerpério; óbitos por doenças cardio-vasculares; óbitos por doenças infecciosas, das quais 488 por enterites e outras doenças diarreicas; óbitos de indivíduos com idade maior ou igual a 50 anos; óbitos de menores de 1 ano; óbitos por sintomas e estados mórbidos mal definidos. A partir desses dados, calcule: a) coeficiente geral de mortalidade b) coeficiente geral de natalidade c) coeficiente geral de fecundidade d) coeficiente de mortalidade materna e) coeficiente de mortalidade infantil f) coeficiente de natimortalidade g) coeficiente de mortalidade específico por doenças infecciosas h) coeficiente de mortalidade específico por enterites i) coeficiente de mortalidade específico por d. cardio-vasculares j) Razão de mortalidade proporcional de Swaroop-Uemura l) índice de mortalidade proporcional por doenças cardio-vasculares m) índice de mortalidade proporcional por sintomas e estados mórbidos mal definidos n) índice de mortalidade infantil proporcional 2) O número total de óbitos ocorridos em São Luís no ano de 1984 foi de 3545, sendo de 3520 retirando-se os óbitos com idade ignorada. Deste número, 754 morreram com menos de 1 ano, 275 entre 1-4 anos, 209 entre 5-19 anos, 710 entre anos e 1572 tinham 50 anos ou mais. Complete o quadro abaixo: IDADES ÓBITOS % DO TOTAL PESO ESPECÍFICO < 1 ano e mais TOTAL % X PESO a) Calcule, a partir da tabela o índice de Swaroop-Uemura, o índice de mortalidade infantil proporcional e compare com Ribeirão Preto. b) Coloque em gráfico os valores percentuais e construa a curva de Moraes. Calcule o indicador de Guedes. Discuta os resultados. 3) Busque na página do DATASUS na internet o número de óbitos segundo faixa etária para São Luís do ano mais recente com informações disponíveis. Exclua do denominador o número de óbitos com idade ignorada. Veja o número de óbitos nas faixas etárias de menos de 1 ano, 1-4 anos, 5-19 anos, anos e 50 anos ou mais. Faça os mesmos cálculos que fez para 1984 (calcule a curva de Moraes e o indicador de Guedes) e compare a situação de mortalidade em São Luís em 1984 com os dados do último ano disponível. O que mudou?
4 EXERCÍCIOS TESTES DIAGNÓSTICOS - SENSIBILIDADE, ESPECIFIDADE E VALOR PREDITIVO 1. Em artigo recentemente publicado *, os autores analisam os valores preditivos positivos e negativos do teste Elisa para detecção de anticorpos contra a síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS) quando o teste é aplicado em diferentes segmentos populacionais (viciados em drogas injetáveis nos EUA, hemofílicos nos EUA, homossexuais suíços, homossexuais de San Francisco e população geral americana) Atribuindo ao teste Elisa uma sensibilidade de 97,7% e uma especificidade de 92,6%, foram calculados os valores preditivos nos grupos acima citados, os quais apresentam, obviamente, diferentes prevalências de infectados pelo vírus HTLV-III. Neste exercício objetiva-se discutir as implicações práticas dos achados. Para tanto, iniciaremos por refazer os cálculos para cada um dos grupos estudados, utilizando 1 milhão de pessoas como denominador. A - Grupo dos viciados em drogas injetáveis - Prevalência 36% INFECÇÃO ELISA + - TOTAL + - TOTAL VP+ = VP- = B - Grupo dos homossexuais suíços - Prevalência 10% INFECÇÃO ELISA + - TOTAL + - TOTAL VP+ = VP- = C - Grupo dos homossexuais de San Francisco - Prevalência 65% INFECÇÃO ELISA + - TOTAL + - TOTAL VP+ = VP- =
5 D - Grupo dos hemofílicos - Prevalência 62% INFECÇÃO ELISA + - TOTAL + - TOTAL VP+ = VP- = E - População geral americana (excluídos indivíduos dos grupos de alto risco) - Prevalência 0,044% INFECÇÃO ELISA + - TOTAL + - TOTAL VP+ = VP- = Com estes dados, preencher o quadro abaixo: GRUPO POPULACIO- NAL População geral Homossexuais suiços Viciados em drogas Hemofílicos Homossexuais de San Francisco PREVALÊNCIA VALOR PREDITIVO + VALOR PREDITIVO - Que relação você faz da prevalência com os valores preditivo positivo e negativo? Que implicações isto tem para a prática clínica e para os procedimentos de check-up e triagem (screening)? * SIVAK, S.L. & WORMSER, G.P. Predictive value of a screening test for antibodies to HTLV-III. Am. J. Clin. Pathol. 85: ,1986.
6 2. Com o propósito de aferir a capacidade diagnóstica da ausência de fosfatidilglicerol (FG) no último apósito vulvar para pré-determinar doença pulmonar da membrana hialina (DPMH) foi conduzida por ESTOL, em 1987, uma pesquisa que obteve os resultados seguintes: "Foram diagnosticados em 253 recém-nascidos 27 casos, dos quais 23 foram corretamente identificados como imaturos na gravidez por apresentar ausência de FG no apósito vulvar. Em 191 dos 226 neonatos que não apresentaram DPMH foi possível fazer o diagnóstico correto antenatal de "maduro" pela identificação de FG no último apósito vulvar dentro de 72 horas anteriores ao nascimento. Dos 58 casos com diagnóstico de "imaturo" (FG ausente), 23 neonatos apresentaram DPMH". Complete o quadro abaixo e responda: "imaturos" FG ausente "maduros" FG presente TOTAL Doentes Sadios TOTAL a. Qual a prevalência da DPMH? b. Qual a sensibilidade do teste diagnóstico - fosfatidilglicerol para prever Doença Pulmonar da Membrana Hialina? c. Qual a especificidade? d. Dos indivíduos com teste negativo ("maduros"), qual a probabilidade de acerto (não desenvolver DPMH), valor preditivo negativo? e. Dos indivíduos com teste positivo ("imaturos"), qual a probabilidade de acerto (desenvolver DPMH), valor preditivo positivo? f. Este exame pode ser usado como triagem da Doença Pulmonar da Membrana Hialina? Por quê? 3. Uma das grandes discussões clínicas a respeito do uso de testes é de se saber qual é o ponto de corte a ser usado na classificação de indivíduos em normais e anormais. Para isto, 403 pacientes foram analisados, avaliando-se um determinado ponto de corte no valor da glicemia para o diagnóstico presuntivo de diabete. Calcule a sensibilidade, a especificidade e o valor preditivo positivo. DIABETE TOTAL GLICEMIA ELEVADA Presente Ausente Sim Não TOTAL Este ponto de corte está adequado? Do total de pessoas com glicemia acima do ponto de corte qual o percentual que está realmente com diabete? Você recomendaria: manter, baixar ou elevar o ponto de corte da glicemia para o diagnóstico de diabete? 4. Avaliando-se a concordância entre dois médicos que examinaram as mesmas 100 radiografia de fundo de olho, observou-se: Primeiro médico Segundo Médico Total Retinopatia Sim Não Sim Não Total a) Calcule o kappa b) A concordância foi boa ou ótima?
7 RISCOS 1. CARON-RUFFINO & RUFFINO-NETTO estudaram a associação entre alcoolismo e tuberculose pulmonar (Rev. Saúde Públ., 13:183-94,1979) através de um estudo caso-controle. Os resultados estão expressos abaixo: Hábito de ingestão Casos Controles Total alcoólica Sim Não Total Calcule a razão de chances (odds ratio). Há associação entre alcoolismo e tuberculose. Qual o risco de tuberculose para alcoólicos? mulheres com idade variando entre 18 e 58 anos foram seguidas de dezembro de 1968 a fevereiro de 1972, anotando-se o tempo de uso dos contraceptivos orais e o aparecimento de câncer cervical e displasia cervical. (Peritz, E. et al., The incidence of cervical cancer and duration of oral contraceptive use" Amer. J. Epid., 106: ,1977). Os resultados foram os seguintes: Duração do uso do Incidência por contraceptivo oral Câncer cervical Displasia cervical < 1 ano a 4 anos > 4 anos Calcule os riscos relativos de adquirir câncer cervical ou displasia cervical separadamente para cada doença e para as diferentes durações de uso de contraceptivo. Faça o mesmo para o risco atribuível. 3. Doll e Hill estudaram, através de entrevistas, pacientes com câncer de pulmão e 1357 controles investigando a quantidade de cigarros consumidos nos últimos 10 anos, pelos entrevistados. Os resultados obtidos foram os seguintes: Número médio de cigarros fumados por dia 0 0 a 4 5 a a a e Pacientes Controles Analise os dados apresentados. Calcule o risco adicional e o qui-quadrado entre fumantes e não fumantes, agregando as categorias e montando a tabela da forma correta. (Doll, R. and Hill, A.B.ä A study of the aetiology of the carcinoma of the lung. Brit. Med. J. 2: ,1952).
8 4. O Setor de Vigilância Epidemiológica do SUS foi notificado da ocorrência de um surto de gastroenterite algumas horas depois de um almoço de confraternização dos sócios de um clube de serviço. Os técnicos realizaram a investigação epidemiológica e coletaram os seguintes dados: Total de pessoas presentes na festa: 54. Alimentos suspeitos: frango e salada de verduras. Adoeceram Não adoeceram TOTAL Comeram Frango Não comeram frango TOTAL Adoeceram Não adoeceram TOTAL Comeram salada Não comeram salada TOTAL a. Calcule os riscos relativos de adoecer em relação ao frango e à salada. b. Qual o alimento possivelmente responsável? Por quê? c. Que tipo de estudo epidemiológico foi realizado nesta investigação?
9 EXERCÍCIOS RISCOS AULA PRÁTICA NO STATA 1. Os resultados de triagem visual de 411 escolares, feita por professores de ensino de primeiro grau, foram comparados com os realizados por oftalmologistas, nas mesmas crianças. Os achados foram os seguintes: OFTALMOLOGISTAS PROFESSORES SIM NÃO SIM 56 5 NAO TOTAL TOTAL a. Calcule a sensibilidade, especificidade, valores preditivo positivo e negativo. b. A triagem visual por professores pode ser útil? Para realizar estes cálculos no Stata você precisa primeiro instalar o módulo complementar STB-59. net install sbe36_1.pkg Após a instalação do módulo digite: diagti Em 1995 foi realizado um estudo na localidade de Serrano, município de Cururupu, Maranhão. Os pesquisadores realizaram exame de fezes em uma amostra de 294 pessoas, representativa da população. Interrogaram, também sobre a freqüência do contato com águas naturais e obtiveram os seguintes resultados: FREQÜÊNCIA EXAME DE FEZES DOS CONTATOS Positivo Negativo TOTAL Risco IC Não Esporádica Diária ou Semanal TOTAL a. Que tipo de estudo foi realizado? b. Qual a medida de risco a ser calculada neste estudo? c. Calcule o risco e o seu intervalo de confiança, segundo níveis de freqüência de contatos. d. Há associação entre freqüência dos contatos com águas naturais e esquistossomose? e. Esta associação é causal? No Stata clique em Statistics / Epidemiology and related / Tables for Epidemiologists / Cohort study risk-ratio etc. calculator 3. Marzuk et al. (1992) realizaram um estudo comparando os suicídios realizados através de roleta russa com o consumo de cocaína e de álcool, obtendo os seguintes resultados: SUICÍDIO NA ROLETA RUSSA DROGAS OU ÁLCOOL NO SANGUE Não 3 21 Sim COCAÍNA NO SANGUE: Não 5 35 Sim 9 19 SUICÍDIO POR ARMA DE FOGO INTERVALO n % n % RISCO DE CONFIANÇA
10 a) Que tipo de estudo foi realizado? b) Calcule o risco, seu intervalo de confiança e interprete os resultados. No Stata clique em Statistics / Epidemiology and related / Tables for Epidemiologists / Case control oddsratio calculator 4. Na localidade de Serrano, município de Cururupu foi realizado um estudo para avaliação dos fatores de risco para esquistossomose mansônica. Os resultados obtidos foram os seguintes: VARIÁVEIS KATO (+) KATO (-) INTERVALO n % n % RISCO DE CONFIANÇA TRABALHO NA LAVOURA: Não 46 21, ,6 Sim 25 31, ,4 COLOCAR MANDIOCA N ÁGUA: Não 32 17, ,1 Sim 39 33, ,1 PESCA: Não 31 16, ,2 SIm 40 36, ,3 CAÇA: Não 65 23, ,0 Sim 6 50,0 6 50,0 TRABALHO DOMÉSTICO: Não 55 22, ,6 Sim 16 33, ,7 BANHO: Não 21 14, ,6 Sim 50 33, ,2 LAZER: Não 44 20, ,1 Sim 27 32, ,5 COLETAR JUÇARA/BURITI: Não 20 12, ,3 Sim 51 37, ,8 CRIAÇÃO DE ANIMAIS: Não 44 19, ,5 Sim 27 39, ,3 DESLOCAMENTO: Não 20 13, ,4 Sim 51 34, ,3 a) Calcule os riscos e seus respectivos intervalos de confiança e aponte quais os fatores de risco significantes e dentre estes, os de maior magnitude para esquistossomose neste município. No Stata clique em Statistics / Epidemiology and related / Tables for Epidemiologists / Cohort study risk-ratio etc. calculator 5. Um ensaio clinico foi realizado para verificar se um programa comunitário de prevenção de quedas em idosos acima de 60 anos foi eficaz para reduzir os eventos. Ocorreram 306 quedas no grupo de intervenção, com um seguimento de 88,6 pessoas/ano. No grupo controle ocorreram 649 quedas com um seguimento de 84,5 pessoas por ano. Calcule a razão de densidade de incidências (incidence rate ratio) e verifique se este programa foi eficaz em reduzir a taxa de quedas em idosos. No Stata clique em Statistics / Epidemiology and related / Tables for Epidemiologists / Incidence rateratio calculator
INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA
INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA 1) A figura reproduzida abaixo representa uma epidemia de Dengue tipo I ocorrida num agrupamento de garimpeiros trabalhando em área remota do Pará. O grupo total era composto de
Epidemiologia. Profa. Heloisa Nascimento
Epidemiologia Profa. Heloisa Nascimento Medidas de efeito e medidas de associação -Um dos objetivos da pesquisa epidemiológica é o reconhecimento de uma relação causal entre uma particular exposição (fator
EPIDEMIOLOGIA. CONCEITOS EPIDÊMICOS Professor Esp. André Luís Souza Stella
EPIDEMIOLOGIA CONCEITOS EPIDÊMICOS Professor Esp. André Luís Souza Stella CONCEITOS EPIDÊMICOS - ENDEMIA ENDEMIA: É uma doença localizada em um espaço limitado denominado faixa endêmica. Isso quer dizer
INFORMATICA PARA A VIGILANCIA E GESTAO DE INFORMACOES EM SAUDE: Prof. Dr. Joao Bosco Siqueira
INFORMATICA PARA A VIGILANCIA E GESTAO DE INFORMACOES EM SAUDE: Epi-INFO Prof. Dr. Joao Bosco Siqueira No nosso exercício, vamos investigar um surto de gastroenterite aguda ocorrido após um jantar. Vamos
Briefing. Boletim Epidemiológico 2010
Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados
Tabagismo e Câncer de Pulmão
F A C U L D A D E D E S A Ú D E P Ú B L I C A D E P A R TA M E N T O D E E P I D E M I O L O G I A U N I V E R S I D A D E D E S Ã O P A U L O Série Vigilância em Saúde Pública E X E R C Í C I O N º 3
Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas
Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados
TABAGISMO E CÂNCER DE PULMÃO *
1 05/06 TABAGISMO E CÂNCER DE PULMÃO * OBJETIVOS Este exercício utiliza o estudo clássico de Doll e Hill que demonstrou a relação entre tabagismo e câncer de pulmão. Depois de completar este exercício,
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico
UERGS Administração de Sistemas e Serviços de Saúde Introdução ao Método Epidemiológico 1. Assunto: Indicadores epidemiológicos, de morbidade: incidência, prevalência, taxa de ataque e taxa de ataque secundária..
CONCEITOS BÁSICOS EM EPIDEMIOLOGIA
CONCEITOS BÁSICOS EM Jussara Rafael Angelo São José dos Campos 30 de Junho de 2011 CONCEITOS BÁSICOS EM Concepção do processo saúde doença Tipos de estudo Intervenção Seccional Coorte Caso-controle Ecológico
ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA
ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA OBJETIVO: MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA REDE CEGONHA NOME DO INDICADOR DEFINIÇÃO INTERPRETAÇÃO MÉTODO DE CÁLCULO cadastradas
Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc.
AIDS Para construir série histórica de alguns indicadores epidemiológicos e operacionais referentes a casos de aids adulto e criança anteriores ao ano de 2007, incluídos no SinanW, deve-se utilizar os
Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor
Subsecretaria de Ações e Serviços de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Informações Epidemiológicas Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor
Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004
Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Fontes de informação: A. População Todos os dados de população foram obtidos a partir do existente no site do Datasus www.datasus.gov.br/cgi/ibge/popmap.htm.
SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS
SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS O presente levantamento mostra a situação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nos municípios brasileiros. Para realizar a comparação de forma mais precisa,
Exercícios de Revisão Epidemiologia II. Rafael Assumpção de Sá
Exercícios de Revisão Epidemiologia II Rafael Assumpção de Sá 1- A realização de procedimentos como o teste do pezinho é uma forma de prevenção que atua, durante a história natural da doença, no período:
Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva
Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos
DESENVOLVENDO HABILIDADES CIÊNCIAS DA NATUREZA I - EM
Olá Caro Aluno, Você já reparou que, no dia a dia quantificamos, comparamos e analisamos quase tudo o que está a nossa volta? Vamos ampliar nossos conhecimentos sobre algumas dessas situações. O objetivo
ANEXO 2 VALIDADE DE INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO
ANEXO 2 VALIDADE DE INSTRUMENTOS DE DIAGNÓSTICO 207 ANEXO 2 Em vigilância e em investigações de surtos, como em várias outras aplicações da epidemiologia, é importante conhecer os conceitos e aplicações
Boletim Epidemiológico Julho/2015
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO À SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA CENTRO DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA EM VIGILANCIA
reduzir a mortalidade infantil
objetivo 4. reduzir a mortalidade infantil A mortalidade infantil reflete as condições socioeconômicas e ambientais de uma região assim como a condição de acesso a um sistema de saúde de qualidade. Além
AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007
AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos
AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007
AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos
Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade
Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente
Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem
ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância
Atividade 3 os anos Marcos/Juliano ago/09
Biologia Atividade 3 os anos Marcos/Juliano ago/09 Nome: Nº: Turma: Caríssimas e caríssimos! Dando continuidade ao nosso trabalho, mantida a distância corporal entre nós (prevenção), mas preservada a lembrança
Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal
Plano de Qualificação das Linhas de Cuidados da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis nos Estados do Semiárido e Amazônia Legal O que é Transmissão Vertical HIV e Sífilis? A transmissão vertical do
PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros
1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios
Informe Técnico - SARAMPO nº2 /2010 Atualização da Situação Epidemiológica
1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC Av. Dr. Arnaldo, 351-6º andar SP/SP CEP: 01246-000 Fone: (11)3082-0957 Fax:
Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006
Saúde da mulher em idade fértil e de crianças com até 5 anos de idade dados da PNDS 2006 José Cechin Superintendente Executivo Francine Leite Carina Burri Martins Esse texto compara as morbidades referidas
IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Disciplina: Epidemiologia e Saúde Pública
Avaliação de Programas de Rastreamento: história natural da doença, padrão de progressão da doença, desenhos de estudo, validade e análise de custo-benefício. IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização
Análise bioestatística em fumantes dinamarqueses associado
Análise bioestatística em fumantes dinamarqueses associado à câncer de esôfago Bárbara Camboim Lopes de Figueirêdo 1 Gustavo Henrique Esteves 2 1 Introdução A Bioestatística surgiu em 1894 quando Karl
Estudos de Coorte: Definição
Estudos de Coorte: Definição São estudos observacionais onde os indivíduos são classificados (ou selecionados) segundo o status de exposição, sendo seguidos para avaliar a incidência de doença. São conduzidos
Doenças Crônicas. uma nova transição. Paulo A. Lotufo. FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP
Doenças Crônicas uma nova transição Paulo A. Lotufo Professor Titular de Clínica Médica FMUSP Coordenador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica da USP esclarecimentos O termo doença crônica pode
DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE NA LINGUAGEM R PARA CÁLCULO DE TAMANHOS DE AMOSTRAS NA ÁREA DE SAÚDE
DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE NA LINGUAGEM R PARA CÁLCULO DE TAMANHOS DE AMOSTRAS NA ÁREA DE SAÚDE Mariane Alves Gomes da Silva Eliana Zandonade 1. INTRODUÇÃO Um aspecto fundamental de um levantamento
Curso Análise de dados e uso da informação no SUS. Introdução à análise de dados
Curso Análise de dados e uso da informação no SUS Introdução à análise de dados Análise: definições Aurélio -Decomposição de um todo em suas partes constituintes -exame de cada parte de um todo tendo em
Pesquisa Mensal de Emprego PME. Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada
Pesquisa Mensal de Emprego PME Algumas das principais características dos Trabalhadores Domésticos vis a vis a População Ocupada Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Algumas das principais
Monitoramento das Doenças Diarréicas icas Agudas
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Monitoramento das Doenças Diarréicas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MATEMÁTICA 4 a LISTA DE EXERCÍCIOS GBQ12 Professor: Ednaldo Carvalho Guimarães AMOSTRAGEM
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE MATEMÁTICA 4 a LISTA DE EXERCÍCIOS GBQ12 Professor: Ednaldo Carvalho Guimarães AMOSTRAGEM 1) Um pesquisador está interessado em saber o tempo médio que
Bases de Dados em Saúde
Pesquisas e Fontes de Dados Administrativos para o Ciclo de políticas públicas ANIPES Dezembro - 2010 Bases de Dados em Saúde Denise Porto SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE Transição
Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia
XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita
azul NOVEMBRO azul Saúde também é coisa de homem. Doenças Cardiovasculares (DCV)
Doenças Cardiovasculares (DCV) O que são as Doenças Cardiovasculares? De um modo geral, são o conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos. Quais
Hélio Vasconcellos Lopes
HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina
CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE DEFESA DA SAÚDE CESAU
ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 09 /2014 - CESAU Objeto: Parecer. Promotoria de Justiça GESAU / Índice de seguimento / levantamento de doenças intra-epiteliais previsto para 2013 no município de Salvador e ações
Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015
Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas
Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer
Avaliação do grau de implementação do programa de controle de transmissão vertical do HIV em maternidades do Projeto Nascer 1 CRÉDITOS Elaboração do relatório Elizabeth Moreira dos Santos (ENSP/FIOCRUZ)
CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS
CURSO DE EPIDEMIOLOGIA BÁSICA PARA PNEUMOLOGISTAS Ana M.B. Menezes 1 e Iná da S. dos Santos 2 1 Prof a Titular de Pneumologia Faculdade de Medicina UFPEL 1 Presidente da Comissão de Epidemiologia da SBPT
Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15
Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações
PERÍODO AMOSTRA ABRANGÊNCIA MARGEM DE ERRO METODOLOGIA. População adulta: 148,9 milhões
OBJETIVOS CONSULTAR A OPINIÃO DOS BRASILEIROS SOBRE A SAÚDE NO PAÍS, INVESTIGANDO A SATISFAÇÃO COM SERVIÇOS PÚBLICO E PRIVADO, ASSIM COMO HÁBITOS DE SAÚDE PESSOAL E DE CONSUMO DE MEDICAMENTOS METODOLOGIA
VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas
Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção
Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia
L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 105 Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia 7.1 Introdução Relembrando o que foi dito no capítulo 1 os estudos randomizados,
c Taxas por milhão, ajustadas pela população padrão mundial, 1966 146 Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil
As taxas médias de incidência de câncer por 1.000.000 de crianças e adolescentes (0 a 18 anos), segundo sexo, faixa etária e período disponível das informações para os 20 RCBP brasileiros, são apresentadas
CAUSAS DE MORTE NO ESTADO DE SÃO PAULO
CAUSAS DE MORTE NO ESTADO DE SÃO PAULO Morrem mais brancos por causa naturais e negros por motivos externos. A s estatísticas de morbidade e mortalidade têm sido utilizadas por epidemiologistas, demógrafos
Boletim Epidemiológico
Secretaria Municipal de Saúde de Janaúba - MG Edição Julho/ 2015 Volume 04 Sistema Único de Saúde TUBERCULOSE VIGILÂNCIA Notifica-se, apenas o caso confirmado de tuberculose (critério clinico-epidemiológico
Vigilância de fatores de risco: Tabagismo
Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade MEB Epidemiologia IV Vigilância de fatores de risco: Tabagismo Maria Isabel do Nascimento MEB/ Departamento de Epidemiologia e Bioestatística
Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari
Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari Monitoramento dos Impactos à Comunidade Plano de monitoramento dos impactos sociais Os impactos
Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer
2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm
PLANEJANDO A GRAVIDEZ
dicas POSITHIVAS PLANEJANDO A GRAVIDEZ Uma pessoa que vive com HIV/aids pode ter filhos biológicos? Pode. As pessoas que vivem com HIV/aids não devem abandonar seus sonhos, incluindo o desejo de construir
FARMACOVIGILÂNCIA MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE SUSPEITAS DE REAÇÕES ADVERSAS
FARMACOVIGILÂNCIA MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE SUSPEITAS DE REAÇÕES ADVERSAS Para uso de profissionais da saúde, hospitais, clínicas, farmácias
VULNERABILIDADE PARA A MORTE POR HOMICÍDIOS E PRESENÇA DE DROGAS NA OCASIÃO DA OCORRÊNCIA DO ÓBITO 2001 A 2006
VULNERABILIDADE PARA A MORTE POR HOMICÍDIOS E PRESENÇA DE DROGAS NA OCASIÃO DA OCORRÊNCIA DO ÓBITO 2001 A 2006 BETIM/MG Márcia Dayrell Secretaria Municipal de Saúde de Betim (MG) Serviço de Vigilância
Cuidando da Minha Criança com Aids
Cuidando da Minha Criança com Aids O que é aids/hiv? A aids atinge também as crianças? Como a criança se infecta com o vírus da aids? Que tipo de alimentação devo dar ao meu bebê? Devo amamentar meu bebê
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias
Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?
O LIXO É UM LUXO! Atividade prática sobre reciclagem
Projetos para a Sala de Aula O LIXO É UM LUXO! Atividade prática sobre reciclagem 5 a a 8 a SÉRIES Softwares necessários: Microsoft excel 97 Microsoft powerpoint 97 Microsoft publisher 97 Guia do Professor
Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro
Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,
Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica
ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir
Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular. Edição n 05
Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 Junho de 2010 2 Sumário Executivo Pesquisa Quantitativa Regular Edição n 05 O objetivo geral deste estudo foi investigar as percepções gerais
6A Aids e a tuberculose são as principais
objetivo 6. Combater Hiv/aids, malária e outras doenças O Estado da Amazônia: Indicadores A Amazônia e os Objetivos do Milênio 2010 causas de mortes por infecção no mundo. Em 2008, 33,4 milhões de pessoas
Alcançado (b) Número total de casos notificados. Número total de notificações negativas recebidas
INSTRUTIVO PARA PREENCHIMENTO DO ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO DA PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA DE EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE DOENÇAS PPI-ECD - NAS UNIDADES FEDERADAS 1 2 Este instrutivo contém informações
HIV no período neonatal prevenção e conduta
HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e
PESQUISA INSTITUTO AVON/IPSOS ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DE MULTIPLICAR INFORMAÇÕES SOBRE CÂNCER DE MAMA
PESQUISA INSTITUTO AVON/IPSOS ALERTA PARA A IMPORTÂNCIA DE MULTIPLICAR INFORMAÇÕES SOBRE CÂNCER DE MAMA Nilcéa Freire, Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, enalteceu hoje,
O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP-SP) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores
O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP-SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, transcorreram já mais de duas décadas desde que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
BAHIA MANUAL PRÁTICO TABNET TUBERCULOSE
BAHIA MANUAL PRÁTICO TABNET TUBERCULOSE Salvador-BA Agosto/2012 DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA ESTADUAL DE CONTROLE DA TUBERCULOSE - BAHIA MANUAL PRÁTICO TABNET TUBERCULOSE
INDICADORES DE SAÚDE. Os indicadores de saúde podem ser expresso em freqüências absolutas ou em freqüências relativas: Freqüências relativas:
INDICADORES DE SAÚDE Critérios para avaliar indicadores: Validade Confiabilidade (reprodutividade e fidedignidade) Representatividade (cobertura) Questão ética Ângulo técnico administrativo A preparação
Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década
1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PROFESSOR BAHIA TEXTO DE CULTURA GERAL FONTE: UOL COTIDIANO 24/09/2008 Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias
A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da
2 A pneumonia é uma doença inflamatória do pulmão que afecta os alvéolos pulmonares (sacos de ar) que são preenchidos por líquido resultante da inflamação, o que dificulta a realização das trocas gasosas.
Descobrindo o valor da
Descobrindo o valor da Ocâncer de mama, segundo em maior ocorrência no mundo, é um tumor maligno que se desenvolve devido a alterações genéticas nas células mamárias, que sofrem um crescimento anormal.
Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais
Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Gerusa Maria Figueiredo [email protected] I CONGRESSO BRASILEIRO
ANEXO I. Tabelas com indicadores de saúde para países da América do Sul. Tabela 1. Indicadores socio-econômicos de países da América do Sul
ANEXO I. Tabelas com indicadores de saúde para países da América do Sul. Tabela 1. Indicadores socio-econômicos de países da América do Sul Taxa de alfabetização 97,2 86,7 88,6 95,7 92,8 91,0 93,2 87,9
QUESTIONÁRIO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO MUNICÍPIO QUANTO À VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL
QUESTIONÁRIO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO MUNICÍPIO QUANTO À VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL IDENTIFICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO (ID) [ ] Questionário [ ] Entrevistador (bolsista): [ ] Pesquisador
Por que esses números são inaceitáveis?
MANIFESTO DAS ONGS AIDS DE SÃO PAULO - 19/11/2014 AIDS: MAIS DE 12.000 MORTOS POR ANO NO BRASIL! É DESUMANO, É INADMISSÍVEL, É INACEITÁVEL. PRESIDENTE DILMA, NÃO DEIXE O PROGRAMA DE AIDS MORRER! Atualmente,
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite
Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se
Amazônia Legal e infância
Amazônia Legal e infância Área de Abrangência 750 Municípios distribuídos em 09 Unidades Federativas: Amazonas (62), Amapá (16), Acre (22), Roraima (15), Rondônia (52), Pará (143), Tocantins (139), Maranhão
Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade. 1 Probabilidade - Operações e Propriedades
Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Professora: Camila M. L Nagamine Bioestatística Atividade à Distância Avaliativa - Probabilidade Se ouço, esqueço; se vejo, recordo; se faço, aprendo. (Provérbio
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada.
Influenza A H1N1 /GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1. Quanto tempo o vírus da gripe suína permanece vivo numa maçaneta ou superfície lisa? 2. O álcool em gel é útil para limpar as mãos? 3. Qual
HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica. Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano)
HIV/AIDS Pediatria Sessão Clínica do Internato Revisão Teórica Orientadora: Dra Lícia Moreira Acadêmico: Pedro Castro (6 Ano) AIDS Conceito Doença que manifesta-se por infecções comuns de repetição, infecções
Aspectos Clínicos Relevantes da infecção
Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Rotavírus ROTAVÍRUS O VÍRUS
IMPACTO DA VACINAÇÃO CONTRA ROTAVÍRUS NO ATENDIMENTO DE DIARRÉIAS NO MUNICÍPIO DE CURITIBA Autores: Cléa Elisa Lopes Ribeiro, Lílian Yuriko Uratani, Marion Burger, Angela Kikomoto Instituição: Secretaria
MIF IgG para clamídia
Código do Produto:IF1250G Rev. J Características de desempenho Distribuição proibida nos Estados Unidos VALORES ESPERADOS População com pneumonia adquirida na comunidade Dois pesquisadores externos avaliaram
