Análise da mortalidade em Portugal.
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- Luiz Henrique David Alencastre Ferretti
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1 Análise da mortalidade em Portugal. Paulo Canas Rodrigues; João Tiago Mexia ( s: Resumo Neste trabalho apresentam-se tabelas de mortalidade para a população portuguesa. Comparam-se as esperanças médias de vida e as taxas de mortalidade entre os dois sexos e no final discute-se o papel das tabelas de mortalidade na construção de projecções demográficas. Palavras Chave: Tabelas de mortalidade; projecções demográficas; caso português. 1 Introdução O estudo da mortalidade num país leva à elaboração das correspondentes tabelas. A teoria destas tabelas vem desenvolvida em Chiang (1984) [2]. No que segue apresentamos tabelas construídas para a população portuguesa, ver Mexia e Côrte-Real (1995), a solicitação do Instituto de Seguros de Portugal. Com base nessas tabelas alisámos a evolução da mortalidade e fizemos um breve estudo comparativo da mortalidade de homens e mulheres portuguesas e das respectivas esperanças médias de vida. A concluir indicaremos o papel das tabelas de mortalidade em projecções demográficas. Vamos começar por apresentar uma definição de tabela de mortalidade assim como alguns cálculos amostrais essenciais à determinação de tais tabelas. Posteriormente apresentam-se os dados utilizados assim como as tabelas de mortalidade obtidas, alguns gráficos e as respectivas interpretações. 2 Tabelas de mortalidade As tabelas de mortalidade desempenham um papel central no Actuariado Vida. Na construção destas tabelas são preponderantes as probabilidade de que uma pessoa com certa idade e certo sexo morra nessa idade. Estas probabilidades medem a força de mortalidade e a partir delas podem ser calculadas: a probabilidade de sobreviver a uma idade em particular; a esperança média de vida para pessoas com diferentes idades; a proporção dos indivíduos iniciais ainda vivos. As tabelas de mortalidade são usualmente construídas separadamente para homens e mulheres devido às taxas de mortalidade substancialmente diferentes. Outras características podem também distinguir diferentes riscos de morte, como atitude relativamente ao tabaco, ocupação, classe sócioeconómica, entre outros. CMA - Centro de Matemática e Aplicações da Universidade Nova de Lisboa 1
2 2.1 Algumas quantidades amostrais Para dar uma ideia de como usar as tabelas de mortalidade, apresentam-se alguns cálculos amostrais. Estes cálculos podem não ser óbvios para quem nunca estudou teoria das probabilidades, mas têm o objectivo de introduzir novas ideias a pessoas que tenham alguns conhecimentos de teoria das probabilidades. As quantidades amostrais referidas são: q x : a probabilidade de que alguém com idade exacta de x morra após o seu (x + 1)-ésimo aniversário; p x : a probabilidade de sobreviver da idade x até à idade (x + 1). (p x = 1 q x ); l x : o número de pessoas que sobrevivem à idade x. (l x+1 = l x (1 q x ) = l x p x e l 0 = ); t P x : a probabilidade de que um indivíduo de idade x sobreviva por mais t anos, i.e., viva até aos x + t anos. ( t P x = l x+t l x ); e x : a esperança média de vida à idade x. e x = t=1 tp x = t=0 t. tp x.q x+t. A esperança media de vida à idade x, denotada por e x, é calculada adicionando a probabilidade de sobrevivência em cada idade. Ou seja, o número esperado de anos completes vividos (pode ser pensado como o número de aniversários celebrados). 3 Técnicas de Previsão e Ajustamento Nesta secção são apresentados, sucintamente, o conjunto de dados assim como as técnicas de previsão utilizadas para obter as tabelas de mortalidade. 3.1 Ponto de partida O conjunto de dados utilizado diz respeito a todos os indivíduos de nacionalidade portuguesa que morreram em Portugal entre 1917 e 1992 e às natalidades entre 1960 e 1992, tendo sido obtidos através do Instituto Nacional de Estatística, ver [3]. Após se experimentarem vários modelos com várias técnicas de ajustamento, com vista a ajustar as trajectórias das crono-séries e realizar uma previsão com qualidade, optou-se por um modelo de alisamento exponencial duplo, em particular o modelo de Holt. Um modelo de alisamento exponencial não é mais que um conjunto de regressões em que a) se coloca a origem do tempo no presente; b) os pesos das observações vão decrescendo segundo uma progressão geométrica à medida que se recua no tempo. Ou seja dá-se mais importância às observações mais próximas e menos importância às mais distantes no tempo (as que ocorreram há mais tempo). Este modelo é útil, não só para projecções demográficas, como, também para seguradoras, onde tem sido usado. 3.2 Previsão da mortalidade Para cada idade foram apresentados os números da mortalidade para os anos entre 1940 e 1992, ou seja, para a idade x, o número de indivíduos de determinado sexo que morreram com idade compreendida no intervalo [x, x + 1] e os gráficos onde se apresentam as crono-séries (pontos) e a cheio as previsões obtidas através do modelo ajustado, minimizando a soma do quadrado dos erros das previsões. 2
3 Nos gráficos da Figura 1 apresentam-se, a titulo de exemplo, duas representações gráficas dos pontos e respectivos ajustamentos. Estas figuras dizem respeito aos anos 11 e 42(para as idades 11 e 42) para a mortalidade nos indivíduos do sexo masculino. Nelas é visível uma tendência da taxa de mortalidade a estabilizar à medida que se avança no tempo (desde 1940 até 1992). Figura 1: Mortalidade nos indivíduos do sexo masculino para os anos 11 (à esquerda) e 42 (à direita) Observe-se que estas séries estabilizaram. Esta estabilização leva a que se continuem a utilizar as tabelas construídas a partir do estudo de 1995, apenas com alguns ajustamentos pontuais. O problema da perdição em Estatística tem sido estudado com grande profundidade, ver por exemplo Chatfield (1989) [1] ou Murteira et al. (1993) [5]. 3.3 Taxa de Mortalidade Recorrendo às técnicas de ajustamento referidas, obtiveram-se os valores actualizados, dos obtidos em Mexia e Côrte-Real (1995) para as taxas de mortalidade (estes valores representam a probabilidade de morte com determinada idade). Estes valores são apresentados na Tabela 1 e a sua representação gráfica na Figura 2. Figura 2: Taxas de mortalidade por idade e sexo. Repare-se que estes ajustamentos não são muito suaves, tendo mesmo alguns picos significativos. Com o objectivo de tentar suavizar as curvas regularizaram-se esses valores utilizando splines polinomiais de graus 4 e 6. Em seguida apresentam-se os ajustamentos divididos por sexo, primeiro para os homens e depois para as mulheres. 3
4 Tabela 1: Taxas de mortalidade ( 10 3) por idade e sexo. Idade Homens Mulheres Idade Homens Mulheres Idade Homens Mulheres Tanto para os indivíduos do sexo masculino como para os do sexo feminino optou-se por partir a série referente à taxa de mortalidade em duas sub-séries, uma até aos 65 anos e outra a partir desta idade. Esta divisão teve como objectivo a redução das distâncias entre os valores estimados e os valores ajustados. Nas Figuras 3 e 4 são apresentadas as representações gráficas das taxas de mortalidade (a azul) e taxas de mortalidade ajustadas (a vermelho) divididas aos 65 anos, para homens e mulheres, respectivamente. Figura 3: Taxas de mortalidade (a azul) e taxas de mortalidade ajustadas (a vermelho), para os indivíduos do sexo masculino. Após o ajustamento descrito, obtiveram-se as probabilidades de morte ajustadas apresentadas na Tabela 2 e na Figura 5. 4
5 Figura 4: Taxas de mortalidade (a azul) e taxas de mortalidade ajustadas (a vermelho), para os indivíduos do sexo feminino. Tabela 2: Taxas de mortalidade ajustadas ( 10 3) por idade e sexo. Idade Homens Mulheres Idade Homens Mulheres Idade Homens Mulheres Repare-se que nestas representações gráficas já se visualizam tendências mais suaves da taxa de mortalidade, sem os picos tidos anteriormente. A partir dos 95 anos a taxa de mortalidade é menor nos homens que nas mulheres. Isto deverse-á ao facto de que os homens que alcançam esta idade são resultado de uma enorme selecção natural, só chegando a este ponto os mais resistentes. De notar que as taxas de mortalidade nos homens até aos 95 anos são quase sempre superiores às das mulheres. 5
6 Figura 5: Taxas de mortalidade ajustadas por idade e sexo. 3.4 Esperança média de vida A esperança de vida quer para homens quer para mulheres, vai para várias idades evoluindo com o tempo. Assim tabelas de mortalidade perfeitamente perfeitamente ajustadas quando elaboradas tendem a desactualizar-se. Surgiu assim a ideia de construir tabelas de mortalidade autocorrelativas. A base dessa construção será utilizar técnicas de previsão, também autocorrelativas, para as natalidades para os dois sexos e as mortalidades correspondentes às diferentes idades. Na Figura 6 é apresentada a representação gráfica da esperança média de vida nos homens e mulheres. Figura 6: Esperança média de vida por idade e sexo. Nesta figura é visível que a esperança média de vida nas mulheres é quase sempre superior à dos homens. Este gráfico permite reforçar a ideia anterior de que os homens com idades a partir dos 95 anos são mais resistentes, tendo mesmo uma esperança média de vida ligeiramente superior à das mulheres (apesar de serem em número inferior). Em anexo encontram-se as tabelas de mortalidade com as probabilidades de morte, o número de pessoas vivas com cada idade e a esperança média de vida para cada um dos sexos. 3.5 Algumas análises comparativas Apresentam-se agora algumas análises comparativas entre sexos, para tentar desvendar eventuais diferenças significativas. 6
7 3.5.1 Taxa de Mortalidade entre os 5 e os 50 Na Figura 7 é apresentada a comparação entre as taxas de mortalidade dos homens e das mulheres entre os 5 e os 50 anos. Figura 7: Taxa de mortalidade entre os 5 e os 50 anos. A diferença entre os valores para os homens e para as mulheres salta à vista, sendo que as probabilidades de morte são sempre superiores nos indivíduos do sexo masculino. Os saltos nos indivíduos do sexo masculino entre os 15 e os 20 anos poder-se-á dever a algumas atitudes de risco, que serão mais nos homens que nas mulheres. Entre os 40 e 45 existe um crescimento significativo da taxa de mortalidade, quer para homens e mulheres devendo-se possivelmente à tão conhecida crise da meia idade Taxa de Mortalidade entre os 65 e os 105 Na Figura 8 é apresentada a comparação entre as taxas de mortalidade dos homens e das mulheres entre os 65 e os 105 anos. Figura 8: Taxa de mortalidade entre os 65 e os 105 anos. Nesta representação gráfica é visível uma taxa de mortalidade mais elevada nos homens com idade até aos 95 anos. Passado esse ponto, a taxa de mortalidade das mulheres é mais elevada (sendo que o número de mulheres é muito superior como pode ser observado nas tabelas de moralidade apresentadas em anexo). 7
8 4 Projecções demográficas As projecções demográficas, se excluirmos os saldos migratórios, assentam fundamentalmente em: a) predições da mortalidade; b) cenários para a natalidade. Distinguimos o que se passa com a mortalidade em que se poderá admitir uma certa estabilidade expressa pela informação centrada nas tabelas de mortalidade do que se passa com a natalidade. Com efeito a natalidade é muito mais flexível podendo depender de políticas de apoio. 5 Comentários finais Vamos terminar este trabalho com algumas conclusões que inferimos ao longo do mesmo. A Taxa de Mortalidade é superior nos homens com idades inferiores a 95 anos. O mesmo sucede à Esperança Média de Vida; Entre os 15 e os 25 anos, a taxa de mortalidade nos homens é cerca de 4.5 vezes superior à das mulheres; A Taxa de Mortalidade entre os 41 e 50 anos é 1.4 vezes superior à Taxa de mortalidade entre os 31 e 40 nos homens e o dobro nas mulheres; A Esperança Média de Vida das mulheres à nascença é quase 8 anos superior à dos homens. Referências [1] Chatfield, C. (1989). The Analysis of Time Series, An Apllication. Chapman and Hall. [2] Chiang, C. L. (1984). The Life Table and its Apllications. Krieger. [3] Instituto Nacional de Estatistica. ( [4] Mexia, J.T. and Côrte-Real, P. (1995). Tabelas de Mortalidade Auto-Correctivas. Boletim do Instituto dos Actuários Portugueses, Vol.35, p [5] Murteira, B. J. F., Muller D. A. and Turkman K. F. (1993). Análise de Sucessões Cronológicas. McGraw-Hill de Porugal. 8
9 Anexos Tabela 3: Tabela de mortalidade para a população masculina. Probabilidade Número de Esperança Probabilidade Número de Esperança Idade de morte pessoas média de Idade de morte pessoas média de intervalar no intervalo vivas com vida à intervalar no intervalo vivas com vida à (em anos) (x.x+1) idade x idade x (em anos) (x.x+1) idade x idade x de x até x qx lx ex de x até x qx lx ex
10 Tabela 4: Tabela de mortalidade para a população feminina. Probabilidade Número de Esperança Probabilidade Número de Esperança Idade de morte pessoas média de Idade de morte pessoas média de intervalar no intervalo vivas com vida à intervalar no intervalo vivas com vida à (em anos) (x.x+1) idade x idade x (em anos) (x.x+1) idade x idade x de x até x qx lx ex de x até x qx lx ex
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