SUMÁRIO. Introdução... 13
|
|
|
- Elisa Sá Franca
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 STJ SUMÁRIO Introdução Capítulo 1 Propriedade intelectual e industrial O conteúdo do direito de propriedade Conceito de propriedade A propriedade e a atual legislação civil A função social da propriedade A propriedade intelectual Da necessidade da proteção à criação intelectual Capítulo 2 Breve noção de patente Conceito Direitos do inventor Objetos desprovidos de patenteabilidade Tipos de patentes e prazos de proteção Procedimento de concessão Medidas judiciais envolvendo o uso desautorizado de patente Contratos patentários Capítulo 3 Conceito de marca Da acepção legal de marca Natureza jurídica... 52
2 6 Marcelo Augusto Scudeler Capítulo 4 Aspectos históricos Primórdios da marca As primeiras leis nacionais de proteção marcária e os primeiros tratados e convenções internacionais Brasil Construção legislativa - Direito interno e comparado Capítulo 5 Sistemas de proteção, requisitos e espécies de marcas Sistemas de proteção Requisitos das marcas Das espécies de marcas Capítulo 6 Do processo administrativo para obtenção do registro O Instituto Nacional da Propriedade Industrial O pedido de registro A concessão do registro Vigência do registro marcá rio e suas prorrogações Princípio da especialidade - Classes de produtos e serviços Dos direitos decorrentes da marca registrada Do direito de precedência Da extinção do registro marcá rio Capítulo 7 Dos sinais não registráveis como marca Noções gerais Símbolos nacionais Caracteres alfanuméricos isolados, cores e suas denominações Sinal ofensivo à moral, à ordem pública e aos bons costumes Reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciador de título de estabelecimento ou nome de empresa
3 Do Direito das Marcas e da Propriedade Industrial 7 6. Sinal de caráter genérico, necessário, vulgar ou descritivo Sinal ou expressão de propaganda Indicação geográfica Marca de eventos e nomes de obras científicas ou artísticas Nome civil e pseudônimo Reprodução ou imitação de marca alheia Dualidade de marcas Desenho industrial e forma necessária de produto ou acondicionamento Marca requerida de má-fé Capítulo 8 Nome empresarial Conceito A proteção do nome empresarial Dos efeitos do registro do nome empresarial nas juntas do comércio estaduais Extensão da proteção do nome e o princípio da especialidade A proteção jurídica do nome empresarial no Código Civil Capítulo 9 Nomes de domínio na internet Conceito Obtenção do registro A natureza jurídica do nome de domínio e a aplicabilidade do princípio da especialidade Conflito entre nomes de domínios e marcas Capítulo 10 Das medidas judiciais para a tutela das marcas Capítulo 11 Medidas judiciais de preceito cominatório Conceito e Cabimento Da legitimidade ativa do licenciado
4 8 Marcelo Augusto Scudeler 3. Da legitimidade ativa do titular de pedido de registro Da competência, do procedimento, do pedido e do valor da causa Da tutela antecipada Requisitos Concessão de tutela antecipatória para abstenção de uso indevido de marca Da prescrição Capítulo 12 Medidas judiciais de preceito condenatório Conceito e cabimento Responsabilidade civil pelo uso indevido de marca Dano patrimonial Dano moral Legitimidade, competência, procedimento, valor da causa e pedido Capítulo 13 Prova da contrafação e dos danos Conceito Do objeto da prova Do ônus da prova Meios de prova Capítulo 14 Tutelas de urgências Da tutela cautelar Requisitos específicos da tutela cautelar Distinção entre a medida liminar e a tutela antecipatória Da tutela cautelar das marcas Medida cçlutelar de busca e apreensão Conceito e cabimento Da busca e apreensão do produto aposto por marca contrafeita Produção antecipada de provas Da notificação
5 Do Direito das Marcas e da Propriedade Industrial 9 Capítulo 15 Ação de anulação de marca registrada Conceito e cabimento A condição processual do INPI Competência Pedido Cumulação do pedido declaratório com a pretensão cominatória Suspensão dos efeitos do registro Prescrição e a ação imprescritível da CUP Capítulo 16 Da proteção internacional das marcas Do caráter internacional das marcas Regime de proteção internacional das marcas Do TRIPs Da CUP Do Protocolo de Madri Mercosul - Regras no campo da propriedade industrial A importação paralela Capítulo 17 Soluções extrajudiciais de controvérsias, especialmente no âmbito internacional Soluções de controvérsias extrajudiciais em litígios internacionais Cortes especializadas O Centro de Arbitragem no âmbito da propriedade intelectual da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) Da arbitragem Aspectos históricos da arbitragem comercial internacional no Brasil e no Mercosul A atual lei de arbitragem e a inafastabilidade do poder judiciário brasileiro A arbitragem e a ordem pública A Lei 9.307/96 aplicada na arbitragem internacional
6 10 Marcelo Augusto Scudeler 5. A arbitragem aplicada em conflitos envolvendo a propriedade industrial A ordem pública nos conflitos envolvendo propriedade industrial SEGUNDA PARTE Peça 1 - Oposição administrativa com fundamento na semelhança entre marcas (artigo 124, XIX, LPI) Peça 2 - Oposição administrativa com fundamento na identidade entre a marca depositada e a anterior existência de nome comercial (artigo 124, V, LPI) Peça 3 - Manifestação à oposição administrativa Peça 4 - Processo Administrativo de Nulidade Peça 5 - Pedido Administrativo de Caducidade Peça 6 - Notificação Extrajudicial Peça 7 - Petição Inicial para a abstenção do uso de marca, com Pedido de Antecipação dos Efeitos da Tutela e Pedido Condenatório, na Justiça Estadual Peça 8 - Contestação para os Termos da Petição Inicial elaborada na Peça VII Peça 9 - Petição Inicial para obter a Declaração da Nulidade de Registro de Marca Concedido pelo INPI, Perante A Justiça Federal Peça 10 Medida Cautelar para evitar o início do uso indevido de marca contrafeita APÊNDICE Certificado 1 - Registro de marca nominativa, concedido pelo INPI Certificado 2 - Registro de marca mista, concedido pelo INPI Certificado 3 - Registro de marca mista, concedido pelo INPI Certificado 4 - Registro de marca figurativa, concedido pelo INPI
7 Do Direito das Marcas e da Propriedade Industrial 11 Certificado 5 - Registro de marca mista, concedido pelo INPI, com apostilamento Certificado 6 - Registro de marca concedido pelo Office for Harmonization in the InternaI Market - Comunidade Européia Certificado 7 - Registro de marca concedido pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO), Estados Unidos Certificado 8 - Registro de marca concedido em Taiwan Certificado 9 - Registro de marca concedido pelo Instituto Mexicano de la Propiedad Industrial, México Certificado 10 - Registro de marca concedido pelo Ministerio de Comercio e Industriais, Panamá Certificado 11 - Registro de marca concedido pelo EI Registro de la Propiedad Industrial, Guatemala Certificado 12 - Registro de marca concedido pelo Instituto Ecuatoriano de Propiedad Industrial, Equador Certificado 13 - Registro de marca concedido pela Oficina Nacional de la Propiedad Industrial, Bolívia Certificado 14 - Registro de marca concedido pelo Departamento de Propiedad Industrial, Chile Certificado 15 - Registro de marca concedido pelo Instituto Nacional de la Propiedad Industrial, Argentina Certificado 16 - Registro de marca concedido pelo Ministerio de Industria y Comercio, Paraguai Certificado 17 - Registro de marca concedido pela Direccion Nacional de la Propiedad Industrial, Uruguai Certificado 18 - Registro de marca concedido pela Oficina Nacional de la Propiedad Industrial da República Dominicana Certificado 19 - Registro de marca concedido pelo Japan Patent Office, Japão Bibliografia
Prioridades do Registro
Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Propriedade industrial / Aula 03 Professor: Marcelo Tavares Conteúdo: Marcas (cont.), Desenho Industrial (início). continuação de Marcas Quanto a forma de apresentação:
III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL APOIO
III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO 1º SEMESTRE DE 2010 PARANÁ APOIO 1 III CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE
VIOLAÇÕES DE PATENTES E DESENHOS INDUSTRIAIS NO BRASIL E O SISTEMA INTERNACIONAL DE PATENTES
VIOLAÇÕES DE PATENTES E DESENHOS INDUSTRIAIS NO BRASIL E O SISTEMA INTERNACIONAL DE PATENTES MILTON LEÃO BARCELLOS & CIA. LTDA. PROPRIEDADE INTELECTUAL DESDE 1957 Milton Lucídio Leão Barcellos Advogado
NORMA DE REGISTRO DE MARCAS - NOR 506
MANUAL DE MARKETING E SERVIÇOS COD. 500 ASSUNTO: PADRONIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS REFERENTES AO REGISTRO DE MARCAS DA EMPRESA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 131 de 10/11/2014 VIGÊNCIA: 11/11/2014 NORMA DE
Conteúdo: - Propriedade Industrial; Conceito; Classificação; Indicação Geográfica; Concorrência Desleal.
Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Propriedade industrial / Aula 01 Professor: Marcelo Tavares Conteúdo: - Propriedade Industrial; Conceito; Classificação; Indicação Geográfica; Concorrência Desleal.
Sumário. Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996
Sumário Proposta da coleção Leis especiais para concursos... 13 Apresentação da 2ª edição... 15 Apresentação... 17 Abreviaturas utilizadas nas referências e nos comentários... 19 Lei nº 9.279, de 14 de
XXX CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL
XXX CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE DE 2015 RIO DE JANEIRO Objetivo Apresentar conceitos e o procedimento administrativo inerente à Propriedade Industrial.
XXIX CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL
XXIX CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE DE 2014 RIO DE JANEIRO Objetivo Apresentar conceitos e o procedimento administrativo inerente à Propriedade Industrial.
Figurativa: aquela constituída por desenho, figura ou qualquer forma estilizada de letra e número, isoladamente.
MARCA O que é marca? É um sinal visualmente perceptível, usado para identificar e distinguir certos bens e serviços produzidos ou procedentes de uma específica pessoa ou empresa. As marcas podem ser: Nominativa:
PROPRIEDADE INTELECTUAL
PROPRIEDADE INTELECTUAL Pedro Amaro da Silveira Maciel 2014 1 A GARRASTAZU ADVOGADOS Constituída a partir de uma história profissional de mais de trinta anos de experiência na advocacia, a GARRASTAZU ADVOGADOS
Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2
Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Aula 05 Proteção Conferida Pela Patente: Impedir que terceiros explorem (art. 42). Sem fins comerciais possível exploração
XXIII CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL
XXIII CURSO DE TREINAMENTO PROFISSIONAL EM PROPRIEDADE INDUSTRIAL NÍVEL BÁSICO - 1º SEMESTRE DE 2015 SÃO PAULO Objetivo Apresentar conceitos e o procedimento administrativo inerente à Propriedade Industrial.
FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014
FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 Disciplina: Direito Internacional Departamento IV Direito do Estado Docente Responsável: Fernando Fernandes da Silva Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo: Anual
MARCAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO EXTERIOR INPI - INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO EXTERIOR INPI - INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL www.inpi.gov.br CURSO DE MARCAS Eduardo Gazal Diretoria de Marcas MARCAS DIRETORIA
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o
EMENTA: 1. TEORIA GERAL DA EXECUÇÃO 2. PARTES NO PROCESSO DE EXECUÇÃO 3. COMPETÊNCIA 4. REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA REALIZAR QUALQUER EXECUÇÃO 5. FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA 5.1 CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
CARGA HORÁRIA: 40 horas QUADRO DE HORÁRIOS. Segunda 05/04. Terça 06/04. Quarta 07/04. Quinta 08/04. Sexta 09/04. Horário.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 05 a 09 de abril de 2010 Centro de Treinamento do INPI- Praça Mauá, 07/ 10 o andar, RJ Informações: [email protected]
PROPRIEDADE INTELECTUAL DESENHO INDUSTRIAL. Profa. Dra. Suzana Leitão Russo
PROPRIEDADE INTELECTUAL DESENHO INDUSTRIAL Profa. Dra. Suzana Leitão Russo DESENHO OU MODELO INDUSTRIAL Concepção funcional-estética de um produto, possível de reprodução em série, industrialmente. Vigência:10
Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP
Propriedade Intelectual O que é/para que serve? Renata Reis Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual GTPI/ABIA/REBRIP Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre as criações
PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS
MERCOSUL/CMC/DEC N 16/98 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS EM MATERIA DE DESENHOS INDUSTRIAIS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto e a Decisão Nº 8/95 do Conselho do Mercado
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 13 a 17 de abril de 2009 São João Del-Rei- MG
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO BÁSICO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL PARA GESTORES DE TECNOLOGIA 13 a 17 de abril de 2009 São João Del-Rei- MG OBJETIVO: Apresentar uma visão atualizada dos mecanismos de proteção
SUMÁRIO CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 CAPÍTULO II - DO PROCESSO CIVIL... 39
SUMÁRIO Apresentação da Coleção...15 CAPÍTULO I FUNÇÃO E CARREIRA DO ADVOGADO... 19 1. Antecedentes históricos da função de advogado...19 2. O advogado na Constituição Federal...20 3. Lei de regência da
Curso Geral Módulo EaD DL 101P BR
Curso Geral Módulo EaD DL 101P BR OBJETIVO: Apresentar uma visão atualizada dos mecanismos de proteção das criações intelectuais, enfocando o arcabouço legal brasileiro e as atribuições do INPI. CARGA
Acordo de Lisboa, Sistema de Haia e a Lei 9279/96 Lei da Propriedade Industrial
Acordo de Lisboa, Sistema de Haia e a Lei 9279/96 Lei da Propriedade Industrial Brasília, 11 de agosto de 2009 Maria Alice Camargo Calliari Coordenadora Geral de Outros Registros Diretoria de Contratos
MARCAS. Marcas. Tratado de Cingapura e as Classificaçõ. ções. Internacionais de Nice e Viena. Carlos Maurício Ardissone Brasília Agosto/2009
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Tratado de Cingapura e as Classificaçõ ções Internacionais de Nice e Viena MARCAS Carlos Maurício Ardissone Brasília Agosto/2009 Apresentação
PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI
PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI Maio / 2011 Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre
PATENTES - CURSO BÁSICO
PATENTES - CURSO BÁSICO Maria Fernanda Paresqui Corrêa 1 Juliana Manasfi Figueiredo 2 Pesquisadoras em Propriedade Industrial 1 DIALP - Divisão de Alimentos, Plantas e Correlatos 2 DIMOL - Divisão de Biologia
PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV. 1. História e conceito do Direito Industrial:
PROPRIEDADE INDUSTRIAL - IV 1. História e conceito do Direito Industrial: - Como referência ao direito industrial encontramos o uso da expressão marca e patente. Este ramo do direito teve início na Inglaterra
Registro de Marcas e Patentes
Registro de Marcas e Patentes Propriedade Intelectual Propriedade Industrial (marcas, patentes e desenhos industriais) + Direito de Autor Sistema de Propriedade Intelectual - Direito autoral e patentes:
CURSO DE INTRODUÇÃO À PROPRIEDADE INTELECUAL REPITTec
CURSO DE INTRODUÇÃO À PROPRIEDADE INTELECUAL REPITTec Período: 09 a 13 de Julho de 2012 Local: UNEB: Universidade Estadual da Bahia Endereço: Rua Silveira Martins, 2555 Cabula. Salvador - BA I. OBJETIVO
CURSO INTERMEDIÁRIO DE MARCAS
1 CURSO INTERMEDIÁRIO DE MARCAS 2º SEMESTRE DE 2015 PORTO ALEGRE Local: Escritório Guerra IP Rua São Carlos, 1113 Porto Alegre/RS Datas: De 01 de agosto a 26 de setembro de 2015 Sabados, das 9h às 12h
Curso Avançado de Marcas
A proteção às marcas e aos demais sinais distintivos na legislação brasileira, na legislação comparada e nos tratados internacionais Nível Avançado 1º Semestre de 2009 Coordenação: Advs. Ricardo Fonseca
PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI
PROPRIEDADE INTELECTUAL O Que é? Para Que Serve? Eduardo Winter Coordenador de Programas de Pós- Graduação e Pesquisa INPI Abril / 2011 Propriedade Intelectual É o conjunto de direitos que incidem sobre
Direito Comercial. Propriedade Industrial
Direito Comercial Propriedade Industrial Os Direitos Industriais são concedidos pelo Estado, através de uma autarquia federal, o Instituo Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O direito à exploração
Fórum Latino Americano da Indústria Farmacêutica 2013. Cartagena Colômbia
Fórum Latino Americano da Indústria Farmacêutica 2013 Cartagena Colômbia ANTONIO CARLOS DA COSTA BEZERRA Agência Nacional Coordenação de Propriedade Intelectual-COOPI Breve histórico das patentes farmacêuticas
SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO
SUMÁRIO NOTA DO AUTOR À TERCEIRA EDIÇÃO... 15 PREFÁCIO... 17 INTRODUÇÃO... 19 Capítulo I FLEXIBILIZAÇÃO... 21 1.1. Definição... 21 1.2. Flexibilização da norma... 23 1.3. Flexibilizar a interpretação e
Logotipo X Marca X Logomarca IDENTIDADE VISUAL. Parte I LOGOTIPO MARCA LOGOMARCA. galleti.net
IDENTIDADE VISUAL Parte I LOGOTIPO MARCA LOGOMARCA galleti.net 1. LOGOTIPO É composto por partes distintas: o símbolo e a tipografia, que juntos formam o logotipo em si. Mas, também pode ser uma representação
COMO PROTEGER SUA INVENÇÃO NO BRASIL UTILIZANDO AS PATENTES
COMO PROTEGER SUA INVENÇÃO NO BRASIL UTILIZANDO AS PATENTES Dr Rockfeller Maciel Peçanha Conselheiro e Diretor do CREA-RJ Esta apresentação é de responsabilidade do autor não refletindo necessariamente
PROPRIEDADE INTELECTUAL INTELLECTUAL PROPERTY. 06.mai.08 MARCAS
PROPRIEDADE INTELECTUAL INTELLECTUAL PROPERTY 06.mai.08 MARCAS 1 1. Consolidação Patrimonial IMPORTÂNCIA DA MARCA RANK BRAND VAL USD MILLIONS VAR COUNTRY 2005 2004 2005 2004 OWNERSHIP 01 01 67.525 67.394
A ESET premiará três organizações com licenças de soluções ESET pelo período de 1 ano para todos os equipamentos.
Protegendo Laços. Construindo uma comunidade segura é um Programa de doação de licenças desenvolvido pela ESET América Latina, que tem o objetivo de premiar a iniciativa das organizações sem fins lucrativos
Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Modelo esquemático de ação direta de inconstitucionalidade genérica EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Legitimidade ativa (Pessoas relacionadas no art. 103 da
PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE.
PROCEDIMENTOS DO REGISTO DA MARCA EM MOÇAMBIQUE. Os procedimentos do registo da marca encontram-se dispostos no Código da Propriedade Industrial adiante (CPI), artigos 110 à 135; o registo é igualmente
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 3
ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL MÓDULO 3 Índice 1. Direito Civil - Continuação...3 1.1. Fatos e Atos Jurídicos... 3 1.2. Direito de Propriedade... 3 1.2.1. Propriedade intelectual... 4 1.2.2. Propriedade
Registros de Programas de Computador
Curso de Capacitação de Gestores de Tecnologia em Propriedade Intelectual Registros de Programas de Computador Maria Alice Camargo Calliari Coordenadora Geral de Outros Registros Diretoria de Transferência
PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro. Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013
PAINEL 2 Ações de Nulidade e Infrações e seu Cabimento: Estratégias no Cenário Brasileiro Guilherme Bollorini Pereira 19 de agosto de 2013 Esse pequeno ensaio tem por objetivo elaborar um estudo a respeito
Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO
Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Direito PLANO DE ENSINO 1) IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Disciplina Direitos do Autor Código
GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA
GUIA PRÁTICO REGISTRO DE MARCA 1. DEFINIÇÃO DE MARCA Marca é um sinal que individualiza os produtos ou serviços de uma determinada empresa e os distingue dos produtos ou serviços de seus concorrentes.
SUMÁRIO 1. DICAS PARA A REALIZAÇÃO DE UMA BOA PROVA
SUMÁRIO 1. DICAS PARA A REALIZAÇÃO DE UMA BOA PROVA 2. PRINCIPAIS TEMAS DISCUTIDOS NA JUSTIÇA DO TRABALHO 2.1 Gratuidade de Justiça 2.2 Honorários Advocatícios 2.3 HOMOLOGAÇÃO DE VERBAS RESCISÓRIAS E MULTA
PROPRIEDADE INTELECTUAL:
PROPRIEDADE INTELECTUAL: LEGISLAÇÃO - 2 Profa. Dra. Suzana Leitão Russo Prof. Gabriel Francisco Silva Profa. Dra. Ana Eleonora Almeida Paixão Art. 1º Esta Lei regula direitos e obrigações relativos à propriedade
3 Micro e pequenos empresários, 167
Nota do autor, xix 1 HISTÓRICO, 1 1 A invenção do comércio e do mercado, 1 2 Antiguidade, 5 3 Idade média e moderna, 16 3.1 Direito comercial no Brasil, 19 4 Unificação do direito privado, 20 5 A valorização
O Acordo de Haia Relativo ao Registro. Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens
O Acordo de Haia Relativo ao Registro Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens Publicação OMPI N 911(P) ISBN 92-805-1317-X 2 Índice Página Introdução 4 Quem pode usufruir
Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito
Instituto de Ensino Superior de Goiás Faculdades IESGO Direção Acadêmica Coordenação do Curso de Direito 1. IDENTIFICAÇÃO: CURSO: DIREITO TURMA: 6º SEMESTRE - NOTURNO DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL
O CONSELHO DO MERCADO COMUM DECIDE:
MERCOSUL/CMC/DEC. N 8/95 PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL NO MERCOSUL, EM MATÉRIA DE MARCAS, INDICAÇÕES DE PROCEDÊNCIA E DENOMINAÇÕES DE ORIGEM. TENDO EM VISTA: O Artigo
Sumário. Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18
Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18 2.2 Exercício da competência tributária 20 Parte I - CAP 03 - Princípios
Referência eletrônica de material para concurso: Propriedade Industrial Aplicada Reflexões para o magistrado.
Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Propriedade industrial / Aula 04 Professor: Marcelo Tavares Conteúdo: Patente de Invenção e de Modelo de Utilidade. Referência eletrônica de material para concurso:
ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL
MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação
A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações:
FORMAÇÃO DO NOME EMPRESARIAL - Regras Aplicáveis A matéria foi elaborada com base na legislação vigente em: 18/07/2011. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITUAÇÕES DE NOME, FIRMA E DENOMINAÇÃO 3 - PRINCÍPIOS
TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum.
MERCOSUL/XXXVI SGT Nº11/P. RES. N /11 PROCEDIMENTOS COMUNS PARA AS INSPEÇÕES NOS FABRICANTES DE PRODUTOS MÉDICOS E PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICO DE USO IN VITRO NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC Nº
VOLUME I CAPÍTULO I. Administrativo
Sumário -~ VOLUME I CAPÍTULO I Administrativo Contestação à reclamação administrativa... Defesa administrativa em notificação por falta de alvará de licença de localização... Defesa administrativa à Secretaria
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015
Programa da Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA (02316)
Aula de 09/03/15. Tanto a patente quanto o registro podem ser comercializados/transmitidos.
Aula de 09/03/15 7. Propriedade Industrial Bens imateriais protegidos pelo direito industrial: patente de invenção, patente de modelo de utilidade, registro de desenho industrial e registro de marca. Tanto
PROPRIEDADE INTELECTUAL DIREITO COMERCIAL SINAIS DISTINTIVOS. MARCA Classificação - espécies. MARCA Classificação - espécies
DIREITO COMERCIAL PROPRIEDADE INTELECTUAL CONFLITO ENTRE S E OUTROS SINAIS DISTINTIVOS DO EMPRESÁRIO Armindo de Castro Júnior SINAIS DISTINTIVOS Classificação - espécies Marcas de Produto ou Serviço Marcas
SUMÁRIO ORIENTAÇÕES AO EXAMINANDO...13 1. PROVIMENTO 136/09: O NOVO EXAME DE ORDEM...13 2. PONTOS A SEREM DESTACADOS NO EDITAL DO EXAME...
SUMÁRIO ORIENTAÇÕES AO EXAMINANDO...13 1. PROVIMENTO 136/09: O NOVO EXAME DE ORDEM...13 2. PONTOS A SEREM DESTACADOS NO EDITAL DO EXAME...16 2.1. MATERIAIS/PROCEDIMENTOS PERMITIDOS E PROIBIDOS...16 2.2.
INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PATENTES: ETAPAS DO PROCESSAMENTO
I N PI INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PATENTES: ETAPAS DO PROCESSAMENTO 111 Processamento Administrativo do Pedido de Patente Apresentação do Pedido Apresentação do Pedido Art. 19 Relatório
a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o contribuinte
Unidade VIII I. PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1. Acepções e espécies a) conjunto de atos administrativos tendentes ao reconhecimento de uma situação jurídica pertinente à relação entre o Fisco e o
Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2
Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Aula 06 Patentes Pipeline / Revalidação (art. 230 e 231): Patentes impossíveis até 1996; ADI; Discussões somente a respeito
PARECER TÉCNICO DE MARCA
PARECER TÉCNICO DE MARCA INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por objetivo debater tecnicamente a registrabilidade e a possibilidade de convivência entre as marcas MICROLINS x MICROMIX no mercado, bem como,
TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS
UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA PROGRAMA DA DISCIPLINA ANO LECTIVO DE 2010/2011 TEORIA GERAL DO DIREITO CHINÊS 5º ANO DA LICENCIATURA EM
Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 11
Súmario APRESENTAÇÃO DA COLEÇÃO SINOPSES PARA CARREIRAS FISCAIS... 11 CAPÍTULO I DIREITO TRIBUTÁRIO, TRIBUTO E SUAS ESPÉCIES... 13 1. Breve introdução ao Direito Tributário...13 2. Tributo...14 3. Espécies
CURSO DE ENSINO À DISTÂNCIA EM DIREITO PROCESSUAL CIVIL CONVÊNIO IDP/COC Sábados, das 09 às 12h
1 CURSO DE ENSINO À DISTÂNCIA EM DIREITO PROCESSUAL CIVIL CONVÊNIO IDP/COC Sábados, das 09 às 12h Aula Data Disciplina Professor C/H 1 08 -nov-08 Aula Inaugural Profs. Gilmar Mendes Arruda Alvim Sérgio
3 º D i á l o g o s d a M E I. P r o p r i e d a d e I n t e l e c t u a l Acordos Internacionais de Cooperação para Exame de Patentes
3 º D i á l o g o s d a M E I P r o p r i e d a d e I n t e l e c t u a l Acordos Internacionais de Cooperação para Exame de Patentes CICLO VIRTUOSO DA I N O VA Ç Ã O Investimento em pesquisa e desenvolvimento
PROPRIEDADE INDUSTRIAL
PROPRIEDADE INDUSTRIAL A vigente Lei de Propriedade Industrial (LPI Lei n. 9.279/96) aplica-se à proteção das invenções, dos modelos de utilidade, dos desenhos industriais e das marcas. Para que a invenção
Tutorial de busca em bases de patentes
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E INOVAÇÃO CENTRO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Tutorial de busca em bases de patentes
Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12. Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa
Curso Preparatório para o Concurso Público do TRT 12 Noções de Direito Processual Civil Aula 1 Prof. Esp Daniel Teske Corrêa Sumário Jurisdição Competência Ação Partes, Ministério Público e Intervenção
SUMÁRIO. Informativos de Jurisprudência... 46
SUMÁRIO CAPÍTULO 1 PRINCÍPIOS... 19 1. Princípios básicos... 19 1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o privado... 19 1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público... 19 2.
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL PONTOS DA PROVA ESCRITA
Estágio Supervisionado I (Prática Processual Civil) Processual Civil II Processual Civil I Civil VI Civil V Civil IV Civil III Civil I ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: DIREITO CIVIL E DIREITO PROCESSUAL CIVIL Pessoa
SUMÁRIO. Questões comentadas dos exames da OAB - 2ª edição
SUMÁRIO Questões comentadas dos exames da OAB - 2ª edição Apresentação - Marco Antonio Araujo Junior Sobre os autores 1.1 Introdução princípios e poderes 1.2 Ato administrativo 1.3 Organização da Administração
CAP 01 - Princípios...15
Sumário CAP 01 - Princípios...15 1.1. PRINCÍPIOS BÁSICOS:...16 1.1.1. Princípio da Supremacia do Interesse Público Sobre o Privado...16 1.1.2. Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público...16 1.2.
Brauliro Gonçalves Leal
Brauliro Gonçalves Leal Colegiado de Engenharia da Computação Coordenador do NIT www.univasf.edu.br/~brauliro.leal Alana Maria Souza Siqueira Bacharel em Administração Bolsista do NIT [email protected]
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000311114 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 2044789-02.2013.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante TREND FOODS FRANQUEADORA
CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ÂMBITO DO MERCOSUL
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 50/02 CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE TERCEIRIZAÇÃO PARA PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO ÂMBITO DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº
JOSÉ CRETELLA NETO Advogado empresarial; Doutor e Livre-Docente em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da USP.
JOSÉ CRETELLA NETO Advogado empresarial; Doutor e Livre-Docente em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da USP. EMPRESA TRANSNACIONAL E DIREITO INTERNACIONAL exame do tema a luz da globalização
DISCIPLINA: Direito Processual do Trabalho SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre. CH total: 108h
DISCIPLINA: Direito Processual do Trabalho SEMESTRE DE ESTUDO: 9º Semestre TURNO: Matutino / Noturno CH total: 108h CÓDIGO: DIR160 1. EMENTA: Organização da Justiça do Trabalho. Princípios gerais do processo
: ANTONIO ROMAO DA SILVA FILHO : CHRISTIAN DA SILVA BORTOLOTTO E OUTROS : TRIGÉSIMA SÉTIMA VARA FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (200751018083503)
RELATOR AGRAVANTE ADVOGADO AGRAVADO PROCURADOR AGRAVADO ADVOGADO ORIGEM : DESEMBARGADORA FEDERAL LILIANE RORIZ : DE PAULA CONEXOES LTDA E OUTRO : ISMENIA BORGES DE BARROS E OUTROS : INSTITUTO NACIONAL
Local: Auditório Oscar José Werneck Alves Sede da ABAPI AV. Rio Branco 100 7º Andar Rio de Janeiro-RJ
1 CURSO INTERMEDIÁRIO DE MARCAS 2º SEMESTRE DE 2015 RIO DE JANEIRO Local: Auditório Oscar José Werneck Alves Sede da ABAPI AV. Rio Branco 100 7º Andar Rio de Janeiro-RJ Datas: De 14 de setembro a 09 de
Clarke, Modet & Co. - Brasil Dra. Patrícia Falcão. São Paulo, 29 de abril de 2015
Esse documento está licenciado pela licença Creative Commons Atribuição Não Comercial Sem Derivados (CC BY-NC-ND). Para saber o que você pode fazer ou não com este arquivo, leia este link antes de usá-lo:
FACULDADE ASSIS GURGACZ SAGRES ACADÊMICO GRADE CURRICULAR. Emissão: 28/05/2012 14:09 Página: 1 de 6. Colegiado: COLEGIADO DE DIREITO Curso:
1 de 6 Nível:BACHARELADO Início: 20021 01 DIT101 - Introdução ao Direito - Ativa desde: Atividade Pedagógica DIT102 - Filosofia - Ativa desde: DIT103 - Metodologia Científica - Ativa desde: DIT104 - Ciência
