Gestão operacional da secagem

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1 Gestão operacional da secagem Luiz Sebastião Bronzatti PALESTRA Resumo Todas as Empresas Armazenadoras e Profissionais tem a missão nobre de manter e disponibilizar para as indústrias e consumidores, matérias-primas alimentos nutritivos e saudáveis, livres de contaminantes Físicos, Químicos e/ou Biológicos. Palavras-chave: Gestão, Recebimento, Beneficiamento, Armazenagem, Expedição. Introdução A armazenagem exige conhecimentos técnicos específicos que diminuem os imprevistos e riscos inerentes a atividade. Com planejamento e gestão valorizamos os procedimentos das boas e necessárias práticas, aumentando a certeza na obtenção dos bons e aceitáveis resultados em todo processo de recebimento, beneficiamento, armazenagem e expedição de produtos seguros, nutritivos e saudáveis. A secagem imediata, retirando água dos grãos a níveis seguros, é o fator que mais contribuirá para a manutenção quantiqualitativa dos grãos. Fatores de secagem Volume de ar Movimento da massa Temperatura do ar 34 Volume de ar É a quantidade de ar que passa através da massa de grãos, a qual retira/leva o vapor H 2 O da superfície dos grãos.

2 Quanto maior volume de ar melhor. Velocidade do ar. Movimento da massa Quanto maior movimento melhor. Temperatura do ar Baixa umidade relativa do ar, permitindo absorver/carregar mais vapor d água. Aquecer o grão forçando a saída de umidade interna para a superfície. Gestão Operacional PLANEJAMENTO = Metas EXPEDIÇÃO Documentação Limpeza prévia dos fluxos Desinfestação dos fluxos Limpeza e vedação carroceria Padrão do produto Adicionamentos Peso balança Visualização do produto Amostragem / Classificação Faturamento Conferência Fechamento Safra ARMAZENAGEM Preparação do armazém Limpeza x limpeza Goteiras Infiltrações Amostragem Termometria Sondagens Aerações Rastelagens Remaquinação Transilagens Desinfestações Tratamentos Expurgos Ficha memória CULTURAS E VALORES DA EMPRESA Organograma Regimento interno Normas e procedimentos Programas de qualidade Segurança Patrimonial Segurança humana Bem-estar laboral Segurança ambiental Trabalho produtivo Conhecer, estudar Comportamento com colegas e comunidade Desenvolver-se a si e aos colegas Pião dos fornecedores / Clientes, nas normas Normas e registros Área de ação Estrutura física Estrutura pessoal Volumes recebimento Estoques de prod. e mat. secund. Manutenções Logística Energia elétrica e lenha Ratreabilidade = Normas e Registros RECEBIMENTO Classificação Pesagem Descarga Documentação Conferência BENEFICIAMENTO Pré-limpeza Secagem Limpeza Subprodutos Tratamentos Eficiência máquinas/equip. Manutenção Segurança Figura 1. Resumo dos Procedimentos. 35

3 Medição volume de ar e depressões SOJA MILHO TRIGO Figura 2. Medição do Secador. Medida do volume de ar Pontos Local Área (m 3 ) Velocidade do ar Volume do ar (m 3 /h) 1 Cinzeiro 7 x 30 x 39 X 4,56 x ,445 (11,63%) 2 Ciclone 12 X 10 X 31 X 12,34 x ,746 (30,4%) 3 Câmara fria 40 x 11 x 79 X 4,02 x ,1379 (62,63%) Total 115,70 Medida da depressão Depressão Depressão Pontos Local (mm col H 2 O) Soja Milho Trigo 3 Câma fria Câmara quente Exaustor (Entrada) Teste de rendimento e eficiência 1. Dados operacionais 1.1. Data do teste 04/03/ Período do teste (h) 10, Produto Milho 1.4. Temperatura média ambiente ( o C) Umidade relativa (%) Secador KW Máquinas utilizadas 3 Pré e 4 Limp. sobrepostas 2. Dados da secagem 2.1. Umidade média entrada do secador (%) 25, Umidade média saída do secador (%) 12, Temperatura de secagem ( o C) Temperatura média ar de exaustão ( o C) Total água evaporada (kg) Consumo de lenha (kg) Rendimento (t/h) 23, Relação kg H 2 O evaporada/lenha consumida 2, Temperatura média grãos na descarga ( o C) Peso do milho secado (kg) Dados de energia 3.1. Potência motores de exautão (cv) Caloria consumida (Kcal) Rendimento térmico (Kcal/kg H 2 O Ecap) 954,47 Figura 3. Rendimento do Secador. 36

4 Figura 4. Produzir x Conservar. Figura 5. Fungos x Toxinas. 37

5 Materiais e métodos Para regulagem e medição do secador, são necessário, anemometro, tubo de Pitot ou mangueira d água, metro. Pesar lenha; encher secador de produto; anotar recebimentos carga a carga durante o período de secagem; secar direto por pelo menos 30 horas ininterruptamente; anotar umidade de entrada e saída do produto. No final repesar lenha verificando gastos; calcular quantidade de produto; calcular kg cal gastas, kg de água extraída e planilhar. Resultados e discussão Conforme Figura 1, todos os procedimentos são importantes e necessário, mas a secagem imediata, retirando água dos grãos, assim que o produto for colhido e aeração imediata, assim que o produto é armazenado, para homogeinização de umidade e temperatura, reduzindo a temperatura da massa de grão, são da máxima importância e determinantes para obtenção de produtos saudáveis. Referências Manual Operacional, Coamo 38

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