PREGÃO QUESTÕES PRÁTICAS
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- Sérgio Amaral Laranjeira
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Transcrição
1 PREGÃO QUESTÕES PRÁTICAS
2 A participação no pregão é um direito, mas é um direito que obriga, que vincula, que importa compromisso com os concidadãos e com o aparato estatal. Marçal Justen Filho Pregão (Comentários à Legislação do Pregão Comum e Eletrônico) 6ª edição-revista e atualizada-dialética-sp-2013
3 PREGÃO - COMO FUNCIONA? Perspectiva Licitantes Edital publicado (regras do jogo); Credenciamento (prévio); Envio da Proposta (modelo); Fase de Lances (cuidados); Fase de Habilitação (oportunidades);
4 PREGÃO - COMO FUNCIONA? Perspectiva Licitantes Fase Recursal (única); Adjudicação e Homologação (diferenças); Contratação (serviços); Recebimento (provisório e definitivo); Pagamento (prazos).
5 PREGÃO - PECULIARIDADES Exclusivo para bens e serviços comuns. Dificuldade na definição do que é comum. Conceitos abertos....aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações usuais no mercado. Comum não significa simples.
6 PREGÃO - ENGENHARIA TCU - Súmula Pregão para serviços de engenharia comuns. O serviço de engenharia é comum quando o mercado já oferta plenamente de acordo com certos padrões mínimos de desempenho e de qualidade estabelecidos em normas técnicas ou por usos comumente aceitos pelos profissionais e empresas da área. PARECER Nº 06/2012/GT359/DEPCONSU/PGF/AGU
7 PREGÃO - ENGENHARIA Caso prático: Fiscalização e Supervisão de Obra - Justiça Federal entendeu que NÃO era comum. TCU em 2012 recomenda pregão (Informativo 129). Conflito explícito com a decisão CONFEA nº 2467/ No sentido de que não existe serviço comum passível de ART e de que uma obra jamais será comum. Eterna discussão entre técnicos e juristas.
8 PREGÃO - UTILIZAÇÃO Cada ente federado institui a possibilidade de utilização. Minas Gerais - Lei nº /02 e Decreto nº /08. Modalidade preferida da Administração Pública (celeridade e impessoalidade). Não há limite de valor. Preferência e Exclusividade de ME e EPP.
9 PREGÃO - UTILIZAÇÃO A regra é que seja eletrônico, mas ainda há muitos pregões presenciais (Prefeituras). Em tese, há menos chances de conluio entre os participantes (propostas não identificadas). Inversão de fases - diferença da licitação tradicional. Admite a sistemática de registro de preços (pedidos e entregas parceladas).
10 PREGÃO - ATENÇÃO Quem der o menor lance vence, mas pode não levar.. Critérios de qualidade de produtos e de formulação das propostas (laudos e composição de custos). Perigos e oportunidades da fase de habilitação (atestados técnicos e financeiros). Como transformar o pregão em uma licitação técnica e preço?
11 PREGÃO - ATENÇÃO O que é vedado exigir na habilitação? Capacidade Operacional acima de 50% do quantitativo; Capacidade Operacional para parcela sem relevância; Capacidade Técnica com quantitativo mínimo; Mais de um atestado; Vedar soma de atestados para atingir quantitativo; Registro de Classe para atividades que não exigem por Lei;
12 PREGÃO - ATENÇÃO O que é vedado exigir na habilitação? Visita Técnica sem necessidade justificada; Amostra dos demais classificados além do primeiro; ISO/PBQPH; Índices Contábeis acima de 1 Carta de Solidariedade do Fabricante
13 PREGÃO - ATENÇÃO Preço de referência - Não precisa estar publicado mas deve estar DISPONÍVEL. Fase recursal única. Intenção X Razões Recursais. Importância das contrarrazões. Penalidade: Impedimento de licitar e contratar no âmbito federativo do órgão que aplicou por até 5 anos.
14 PREGÃO - ATENÇÃO Quando se Pune o Licitante? a) não celebrar o contrato (mais comum do que parece); b) deixar de entregar ou apresentar documentação falsa; c) ensejar o retardamento da execução do objeto (licitação); d) não mantiver a proposta (antes da contratação); e) falha ou fraude na execução do contrato (inadimplemento); f) comportar-se de modo inidôneo (antijuridicidade + potencial lesividade a contratações futuras); g) cometer fraude fiscal (além do recolhimento de tributos).
15 DECISÕES TCU 3. É ilícita a exigência de registros do licitante, de responsáveis técnicos e de atestados em conselho de engenharia e agronomia ou em conselho de arquitetura, em licitação que tem por objeto a produção e instalação de mobiliário, por não se tratar de serviço de engenharia, ainda que tenha sido assim qualificado em resolução do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura. Acórdão 681/2013-Plenário, TC /2012-4, relator Ministro José Jorge, Os serviços de supervisão de obras devem, em regra, ser licitados na modalidade pregão, uma vez que seus padrões de desempenho e qualidade podem ser, na maioria das vezes, objetivamente definidos por meio de especificações usuais no mercado. Acórdão nº 3341/2012-Plenário, TC /2012-0, rel. Min. José Múcio Monteiro, A utilização do sistema de registro de preços para contratação de serviços técnicos especializados de consultoria, engenharia e arquitetura não encontra amparo na legislação vigente. Acórdão n.º 2006/2012-Plenário, TC /2012-5, rel. Min. Weder de Oliveira, 1º
16 PREGÃO - PRÁTICA Todos os preços acima do valor de referência, fracassado; Cinco primeiro colocados tiveram proposta não aceita e o sexto maior preço ganha; Visita prévia SEM justificativa foi considerada indevidamente restritiva da competitividade; Amostra deve ter compatibilidade com o produto a ser entregue.
17 PREGÃO - DESAFIO Registro de preços para serviços de engenharia e obras? Art. 89. O SRP/RDC poderá ser adotado para a contratação (...) de obras com características padronizadas e de serviços, inclusive de engenharia, quando: I - pelas características do bem ou serviço, houver necessidade de contratações frequentes; II - for mais conveniente a aquisição de bens com previsão de entregas parceladas ou contratação de serviços remunerados por unidade de medida ou em regime de tarefa; III - for conveniente para atendimento a mais de um órgão ou entidade, ou a programas de governo; ou IV - pela natureza do objeto, não for possível definir previamente o quantitativo a ser demandado pela administração pública. Parágrafo único. O SRP/RDC, no caso de obra, somente poderá ser utilizado: I - nas hipóteses dos incisos III ou IV do caput; e II - desde que atendidos, cumulativamente, os seguintes requisitos: a) as licitações sejam realizadas pelo Governo federal; b) as obras tenham projeto de referência padronizado, básico ou executivo, consideradas as regionalizações necessárias; e c) haja compromisso do órgão aderente de suportar as despesas das ações necessárias à adequação do projeto padrão às peculiaridades da execução.
18 REGISTRO DE PREÇOS O art. 15 da Lei nº 8.666/93 estimula as compras públicas via registro de preços. Principais figuras : órgão gerenciador, órgãos participantes e caronas. Evita a repetição de licitações e pode gerar ganhos de escala. Expectativa de aumentar em até 5X a quantidade
19 REGISTRO DE PREÇOS Ata de Registro de preços formaliza a relação entre as partes. Mais de um fornecedor pode se registrar com o preço do vencedor. A vigência da Ata é, normalmente, de 12 meses. Pode ser emitida Nota de Empenho ou Minuta de Contrato. O contrato decorrente de registro de preços pode ser prorrogado e aditivado (normalmente).
20 QUAL A OPINIÃO DE VOCÊS? É possível pregão para contratação de projetos de instalações? É recomendável registro de preços para contratação de projetos de instalações? Como garantir a qualidade dos serviços nas contratações públicas de projetos de instalações?
21 OBRIGADA! BÁRBARA GODÓI ADVOGADA E ADMINISTRADORA PÚBLICA
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