MEIO AMBIENTE. Oficina
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- Sílvia Lara Cabreira Capistrano
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1 objetivo: Oficina MEIO AMBIENTE apresentação e discussão do Conteúdo Técnico que subsidiará à elaboração do PDDU e das legislações urbanísticas que dele derivam (LUOS, Código de Obras e Código de Polícia Administrativa) a fim de preparar a sociedade para produção de conteúdos que subsidiarão a elaboração do texto base.
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5 PUI leitura da ilha - aspectos históricos e culturais - aspectos ambientais PATRIMONIO - histórico e cultural - natural
6 PATRIMONIO NATURAL ecologia da paisagem funções ecológicas valores sociais PATRIMONIO CULTURAL paisagem cultural onde estão os elementos do patrimônio? quais são as suas características? como eles interagem? pontos fortes pontos fracos LEITURA TECNICA E SOCIAL
7 PATRIMONIO CULTURAL material e imaterial LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE
8 PATRIMONIO NATURAL
9 Susceptibilidade à ocupação urbana LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE
10 LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE Assentamento Precários 2014
11 LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE SANEAMENTO BÁSICO 13,67% domicílios ligados à rede de esgoto 11,69% possuem fossa séptica 65,99% fossa rudimentar (IBGE 2010)
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13 Apesar das informações oficiais demostrarem uma certa tranquilidade em relação ao abastecimento de água em Vera Cruz, outras fontes de dados secundários e as declarações da comunidade verificadas na leitura social, revelam problemas no sistema relacionados ao numero de ligações à rede, alto índice de perdas na água tratada, dificuldades de abastecimento relacionadas ao atendimento da população flutuante, e mesmo da população residente em algumas localidades em regiões de altitude mais elevadas. LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE
14 Segundo os dados do Censo, 13,67% dos domicílios de Vera Cruz estão ligados à rede geral de esgoto, e 11,69% possuem fossa séptica. O maior número de domicílios possui esgotamento sanitário através de fossa rudimentar, correspondendo à 65,99% dos domicílios; As localidades de Mar Grande, parte de Gamboa, Penha, parte da Barra do Gil e parte de Barra Grande, próximo à Tairu, possui esgotamento sanitário satisfatório, ou com ligação na rede ou por fossa séptica. LEITURA TÉCNICA MEIO AMBIENTE
15 De acordo com os relatos dos moradores, as praias e manguezais do município se encontram bastante degradados e comprometidos por lançamento de esgotos. Em muitos casos o esgoto corre a céu aberto até o rio e/ou praia. LEITURA SOCIAL MEIO AMBIENTE Em diversas oficinas foram comentadas a existência de esgoto a céu aberto em vias públicas. Isso é muito comum pela ligação do esgoto das casas na rede de drenagem natural ou em canaletas abertas.
16 Total consonância entre as informações da leitura técnica e da leitura social, revelando a precariedade do serviço de coleta e tratamento de esgotos no município de Itaparica; A baixa cobertura da rede de coleta, com repercussão na qualidade de vida e na saúde pública do município, É UM PROBLEMA que precisa ser sanado, até mesmo como medida para viabilizar ao diversificação e dinamização do turismo como principal atividade econômica municipal. LEITURA SOCIAL MEIO AMBIENTE
17 A inexistência de uma rede de drenagem das águas pluviais causa graves problemas de mobilidade por conta dos alagamentos em trechos de vias; Há também problemas de alagamentos em áreas na contra costa (Colônia de pescadores Z8); Muita ocupação sobre área de drenagem natural, causando alagamentos em algumas áreas (Conceição, Barra do Pote, Coroa). Não há manutenção de canais existentes e o acúmulo de lixo causa entupimento de canais e, consequentemente, alagamentos. LEITURA TÉCNICA X LEITURA SOCIAL MEIO AMBIENTE
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19 PONTOS FORTES PONTOS FRACOS AMEAÇAS OPORTUNIDADES
20 CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS PONTOS FORTES
21 PONTOS FORTES aspectos ambientais BIODIVERSIDADE remanescentes em estagio médio diversidade de fisionomias baixa densidade de ocupação ÁREA DE INTERESSE AMBIENTAL E CULTURAL - Parque Urbano - tipologia de praça PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
22 aspectos ambientais BIODIVERSIDADE PONTOS FORTES remanescentes em estagio médio com diversidade de fisionomias elementos de importância histórica e cultural (Igreja Nosso Senhor de Vera Cruz e gameleiras - Candomblé) abriga comunidade que pratica pesca artesanal baixa densidade de ocupação PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
23 remanescentes em estagio médio com diversidade de fisionomias elementos de importância histórica (Igreja de Santo Ignácio, Nosso Senhor de Vera Cruz e Ruínas do Engenho) abriga comunidade que pratica pesca artesanal baixa densidade de ocupação PONTOS FORTES aspectos ambientais BIODIVERSIDADE PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
24 PONTOS FORTES remanescentes em estagio médio com diversidade de fisionomias pesca artesanal baixa densidade de ocupação aspectos ambientais BIODIVERSIDADE PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
25 remanescentes em estagio médio com diversidade de fisionomias baixa densidade de ocupação PONTOS FORTES aspectos ambientais BIODIVERSIDADE PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
26 remanescentes em estagio médio com diversidade de fisionomias baixa densidade de ocupação PONTOS FORTES aspectos ambientais BIODIVERSIDADE PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
27 PONTOS FORTES aspectos ambientais BIODIVERSIDADE remanescentes em estagio médio diversidade de fisionomias baixa densidade de ocupação elementos de importância cultural abriga comunidade com práticas tradicionais (pesca e agricultura) PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
28 princípio da ecologia da paisagem
29 aspectos ambientais BIODIVERSIDADE remanescentes em estagio médio diversidade de fisionomias DEGRADADOS ANTROPIZADOS AMEAÇAS baixa densidade de ocupação elementos de importância cultural abriga comunidade com práticas tradicionais (pesca e agricultura) INSEGURANÇA INVASÕES DESMATAMENTO PONTOS FRACOS CONTAMINAÇÃO IMPACTOS NA FAUNA PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
30 aspectos ambientais BIODIVERSIDADE OPORTUNIDADES remanescentes em estagio médio diversidade de fisionomias ELOS DE LIGAÇÕES costa e contra costa CONSERVAÇÃO RECURSOS NATURAIS baixa densidade de ocupação elementos de importância cultural abriga comunidade com práticas tradicionais (pesca e agricultura) QUALIFICAÇÃO URBANA TURISMO SANEAMENTO ESTIMULO DE PRÁTICA TRADICIONAL PRÁTICAS TRADICIONAIS aspectos culturais
31 CONSERVAÇÃO RECURSOS NATURAIS instrumentos: PSA - Pagamento por Serviços Ambientais PROMIF Programa Municipal de Incentivo a Agricultura IPTU VERDE PLANO DIRETOR saneamento parâmetros de ocupação zoneamento gestão pública fiscalização plano urbanístico projeto urbano (PLUR) (qualificação urbana) desenvolvimento socioeconômico setor turístico, náutico, pesquisa científica: ecologia, pesca e agricultura Plano Municipal de Saneamento Básico
32 INTEGRAÇÃO paisagem cultural ecologia da paisagem exemplo de empreendimento imobiliário bem sucedido na cidade de Cambridge, Minnesota Using cultural knowledge to make new landscape patterns Joan Iverson Nassauer
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34 PROTEÇÃO AMBIENTAL área de manancial
35 detalhe PROTEÇÃO AMBIENTAL área urbanizada
36 CONSERVAÇÃO RECURSOS NATURAIS UNIDADE DE CONSERVAÇÃO uso sustentável proteção integral SNUC APA da Baía de Todos os Santos decreto estadual /1999 Cria a Área de Proteção Ambiental e dá outras providências. Parque Florestal do Baiacu (decreto Municipal 316/1991) USO SUSTENTÁVEL Reserva Ecológica da Ilha de Itaparica Estadual / Municipal (Decreto Estadual No24643 de 28/02/75 e Lei Municipal No 320/1982) PROTEÇÃO INTEGRAL
37 ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BAÍA DE TODOS OS SANTOS CONSERVAÇÃO RECURSOS NATURAIS UNIDADE DE CONSERVAÇÃO uso sustentável proteção integral SNUC preservar os remanescentes da floresta ombrófila; preservar os manguezais, assegurando a diversidade genética da fauna nativa e seus processos evolutivos naturais, em especial a avifauna migratória; proteger as águas doces, salobras e salinas; disciplinar o uso e ocupação do solo; combater a pesca predatória pelo incentivo ao uso de técnicas adequadas à atividade pesqueira; promover o desenvolvimento de atividades econômicas compatíveis com o limite aceitável de câmbio do ecossistema.
38 foco no espaço e no tempo espaço relações entre processos ecológicos e padrões espaciais. CONFIGURAÇÃO DAS MANCHAS E COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM Limites retos e curvilíneos As fronteiras retas tendem a ter mais espécies em circulação ao longo dela, enquanto que em uma fronteira curvilínea é mais provável que tenha circulação através dela. Interação com o entorno A mais torcida forma de fragmento tem maior interação, seja positiva ou negativa, que entre um fragmento e seu entorno. Limites curvilíneos e a largura O limite curvilíneo e sua largura se combinam para determinar o valor do habitat do limite dentro de uma paisagem Espécies da borda e do interior O mais torcido fragmento tem uma proporção maior de habitat e espécies em seu limite, mas com uma redução drástica no número de espécies do interior
39 foco no espaço e no tempo espaço relações entre processos ecológicos e padrões espaciais. CONFIGURAÇÃO DAS MANCHAS E COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM Pequeno ou grande fragmento Grandes fragmentos protegem os aqüíferos, interconectam as redes de rios e fornece habitat para vertebrados. Pequenos fragmentos podem agir como trampolins para espécies em movimento e contêm algumas espécies incomuns, ausentes em grandes fragmentos. Portanto, proporcionam benefícios diferentes e complementares. Forma e orientação Um fragmento com orientação do seu eixo paralelo ao longo do limite, dispersa os indivíduos que terão uma menor probabilidade de ser (re) colonizado, do que um fragmento perpendicular à linha de dispersores. Bordas naturais ou humanas A maioria das bordas naturais são curvilíneos, complexos e suaves, enquanto os seres humanos tendem a tornar-los retos, simples e rígidos.
40 foco no espaço e no tempo espaço relações entre processos ecológicos e padrões espaciais. CONFIGURAÇÃO DAS MANCHAS E COMPOSIÇÃO DA PAISAGEM Habitat extinguido A extinção de um fragmento pode causar perdas no habitat, pois, muitas vezes reduz o tamanho da população de uma espécie que depende daquele tipo de habitat, e assim pode reduzir também, a diversidade, levando a diminuição de espécies. Dinâmica das metapopulações A extinção de um fragmento pode reduzir o tamanho de uma metapopulação (ou seja, uma interação entre populações subdivididas em diferentes fragmentos), aumentando assim a probabilidade de extinções locais dentro do fragmento, reduzindo a estabilidade da metapopulação.
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LISTA DE FIGURAS...ix LISTA DE TABELAS...xii LISTA DE ANEXOS... xiv INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO METODOLOGIA...
SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...ix LISTA DE TABELAS...xii LISTA DE ANEXOS... xiv APRESENTAÇÃO... 1 1. 2. 3. INTRODUÇÃO... 2 PROCESSO E METODOLOGIA... 5 2.1 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO...6 2.2 METODOLOGIA...8
