RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO FORNECEDOR
|
|
|
- Anderson Borba Escobar
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO FORNECEDOR DOCUMENTO REFERÊNCIA: A-FM Questionário de Avaliação de Fornecedores DADOS DO FORNECEDOR RAZÃO SOCIAL: João Aparecido dos Reis Resíduos CNPJ: / ENDEREÇO: Avenida João Ribeiro Haenisch, 690 Pq Industrial Augusto T. Filho CIDADE/ESTADO: Campo Mourão / PR RESPONSÁVEL PELA AVALIAÇÃO AMBIENSYS: Ricardo Gois DATA: 29 e 30/03/2017 COMENTÁRIOS: A empresa ITA nome fantasia da razão social de João Aparecido dos Reis - Resíduos é a empresa responsável pela coleta, transporte e disposição final de resíduos de óleo vegetal proveniente das lojas McDonald s no estado do Paraná - Interior. A empresa João Aparecido dos Reis Resíduos possui LO nº com validade até 08/12/2018 para transporte de óleo comestível usado e LO nº R1 para fabricação e recuperação de óleo comestível usado, a referida Licença abrange somente a empresa em Campo Mourão, para a filial de Ibiporã PR deve ser apresentada cópia da LO. Nos foi apresentado apenas o AVCB e Alvará de funcionamento da unidade Campo Mourão, quanto ao da filial de Ibiporã, ainda não nos foi entregue. Com relação ao SERFLOR e PGRS ficaram de dar um retorno e também enviar uma cópia da outorga do poço de captação de água. Com relação aos resíduos gerados, não ficou claro a destinação dos efluentes líquidos gerados (domésticos e industrial), para resíduos sólidos (borra) estes são reutilizados em compostagem, porém não apresentaram CDF. Para emissões atmosféricas existe uma caldeira a qual está aprovada pelo órgão ambiental, não ficou claro o auto monitoramento que deve ser realizado pela empresa. A empresa não possui PPRA e PCMSO, porém foram apresentados aleatoriamente alguns ASO s. Para todos os itens relacionados a gestão de segurança do trabalho e saúde os itens estão sendo atendidos parcialmente. O processo de reciclagem (rerrefino) do óleo comestível usado pela empresa ITA consiste em após a coleta nas lojas, do transporte das bombonas até o local de beneficiamento, recepção das bombonas com óleo seu despejo em sistema de peneiramento e gradeamento para retenção de impurezas (sólidos grosseiros). A continuação do processo de beneficiamento desse resíduo consiste no aquecimento do óleo para posterior A-FM REV.: 00 Página 1 de 19
2 encaminhamento ao sistema de transformação. Após estar totalmente liquido e isento de sólidos grosseiros este segue para centrifugação onde são retirados os sólidos leves e água. Após à transformação do óleo, este está adequado para destinação como matéria prima para produção de Biodiesel. No mesmo local faz-se a limpeza das bombonas para retorno aos pontos de coleta e lojas. CONCLUSÃO: Verificar plano de ação abaixo A-FM REV.: 00 Página 2 de 19
3 FOTOS Foto 01: Recebimento do óleo A-FM REV.: 00 Página 3 de 19
4 Foto 02: Área de recebimento A-FM REV.: 00 Página 4 de 19
5 Foto 03: Área de filtragem dos sólidos grosseiros A-FM REV.: 00 Página 5 de 19
6 Foto 04: Área de filtragem dos sólidos grosseiros A-FM REV.: 00 Página 6 de 19
7 Foto 05: Peneira soltando calor para derretimento das placas de gordura A-FM REV.: 00 Página 7 de 19
8 Foto 06: Retirada do rejeito da peneira A-FM REV.: 00 Página 8 de 19
9 Foto 07: Local de aquecimento do óleo após filtração A-FM REV.: 00 Página 9 de 19
10 Foto 08: Planta do processo A-FM REV.: 00 Página 10 de 19
11 Foto 09: Planta do processo A-FM REV.: 00 Página 11 de 19
12 Foto 10: Processamento do óleo A-FM REV.: 00 Página 12 de 19
13 Foto 11: Centrífuga A-FM REV.: 00 Página 13 de 19
14 Foto 12: Rejeito da água do processo A-FM REV.: 00 Página 14 de 19
15 Foto 13: Tanque de armazenamento temporário de óleo pós-processado A-FM REV.: 00 Página 15 de 19
16 Foto 14: Bombonas higienizadas para distribuição nas lojas A-FM REV.: 00 Página 16 de 19
17 Foto 15: Sistema separador de água é óleo A-FM REV.: 00 Página 17 de 19
18 Foto 16: Armazenamento de lenha para abastecimento da caldeira A-FM REV.: 00 Página 18 de 19
19 Foto 17: Caldeira *Deverá estar acompanhado do A-FM Questionário de Avaliação de Fornecedores. Inspeção realizada por: Data: Gestor da Área: Data: Ricardo Gois 29-30/03/2017 Guilherme Geronasso 29-30/03/2017 Assinatura Assinatura A-FM REV.: 00 Página 19 de 19
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário,
PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPECERICA DA SERRA Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente Memorial de Caracterização do Empreendimento MCE- INDÚSTRIA
1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO / ATIVIDADE Nome/ Razão social Endereço Número Complemento Bairro Inscrição Imobiliária UF CEP Fone Fax CPF / CNPJ RG / Inscrição Mobiliária E-mail Atividade Atividade
ANEXO I. Condicionantes para Licença de Operação (LO) da Ambientec Incineração de Resíduos Ltda.
Pág. 1 de 5 ANEXO I Condicionantes para Licença de Operação (LO) da Ambientec Incineração de Resíduos Ltda. Empreendedor: Ambientec Incineração de Resíduos Ltda Empreendimento: Ambientec Incineração de
Exigências Básicas em Meio Ambiente. Sustentabilidade Socioeconômica Ambiental
Exigências Básicas em Meio Bernardo R. Souto Advogado Engenheiro Ambiental Ambiente Ligia Macedo de Paula Advogada Mestre em Sustentabilidade Socioeconômica Ambiental O QUE UM POSTO PRECISA TER... LICENÇA
VALIDAÇÃO DE FORNECEDORES
1 de 5 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial ATO, VSC, LAS 1 Objetivo Estabelecer uma comissão e um fluxo de trabalho para
Banco de Boas Práticas Ambientais. Estudo de Caso. Reaproveitamento de Resíduo Torta de ETE
Banco de Boas Práticas Ambientais Estudo de Caso Reaproveitamento de Resíduo Torta de ETE Empresa: CECRISA Revestimentos Cerâmicos S/A Endereço: Avenida das Indústrias, nº 5089 - Bicas, Santa Luzia/MG
3º. A excepcionalidade prevista no 1º deste artigo não se aplica aos resíduos orgânicos industriais.
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 481, de 03/10/2017 Estabelece critérios e procedimentos para garantir o controle e a qualidade ambiental do processo de compostagem de resíduos orgânicos, e dá outras providências.
REQUERIMENTO. Requerente
Município de Carlos Barbosa Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Planejamento Urbano Formulário para Licenciamento Ambiental de ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE E SIMILARES REQUERIMENTO, CPF nº, RG nº, abaixo
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE MATADOUROS, ABATEDOUROS, FRIGORÍFICOS, CHARQUEADOS E DERIVADOS DE ORIGEM ANIMAL Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO
PORTARIA FEPAM n.º 22/2019 Publicada no Diário Oficial em 08/04/2019
PORTARIA FEPAM n.º 22/2019 Publicada no Diário Oficial em 08/04/2019 Estabelece critérios, procedimentos, trâmites administrativos e premissas para o licenciamento ambiental de empreendimentos do ramo
SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE
Página 1 de 5 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de
ATIVIDADES INDUSTRIAIS. Sempre que julgar necessário a FMMA solicitará informações, estudos ou informações complementares.
IN-02 ATIVIDADES INDUSTRIAIS INSTRUÇÕES GERAIS: A FMMA coloca-se a disposição dos interessados para dirimir possíveis dúvidas sobre esta Instrução Normativa. Sempre que julgar necessário a FMMA solicitará
Documento Assinado Digitalmente
LICENÇA DE OPERAÇÃO A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual nº 9.077 de 04/06/90, registrada no Ofício do Registro Oficial em 01/02/91, e com seu Estatuto aprovado pelo Decreto
feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE
FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE Parecer Técnico GEDIN 83/2007 Processo COPAM: 353/1997/005/2007 PARECER TÉCNICO Empreendedor: RECMIX DO BRASIL S.A. Empreendimento: DN Código Classe Porte Atividade:
METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL
METODOLOGIA DE CLASSIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL VERSÃO DE 05/06/2017 PROGRAMA GESTÃO AMBIENTAL NO PÓLO MOVELEIRO DE ARAPONGAS ECOSELO METODOLOGIA E ORIENTAÇÃO VERSÃO 20170610 (VERSÃO:
CRISTIANO FELIX GERENTE DE MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO - FCA LATAM
CRISTIANO FELIX GERENTE DE MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO - FCA LATAM Grupo FCA MARCAS AUTOMOTIVAS MARCAS DE LUXO COMPONENTES FCA LATAM 2 Grupo FCA no Mundo 165 Plantas 150 Mercados 228.690
Plano de Gerenciamento de resíduos da construção civil
1 Plano de Gerenciamento de resíduos da construção civil 2 Definição PGRS é parte integrante da Lei 12.305, de 2010, que instituiu o PNRS Plano Nacional de Resíduos Sólidos; PGRCC é um documento que aponta
2.1.2 Resolução CONAMA nº 283, de 12 de julho de Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde.
IT-1318.R-2 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA REQUERIMENTO DE LICENÇAS PARA UNIDADES DE RECICLAGEM E COMPOSTAGEM Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.225, de 21 de novembro de 2002. Publicada no DOERJ de
PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) - COMPLETO
PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) - COMPLETO 1. Identificação do Empreendedor: - Pessoa Jurídica: Razão Social: CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO PARANÁ Nome Fantasia:
LOGÍSTICA REVERSA DO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO O QUE É E COMO SE FAZ?
LOGÍSTICA REVERSA DO ÓLEO LUBRIFICANTE USADO O QUE É E COMO SE FAZ? 1- OLUC o que é? 2- Logística Reversa 3- Alguns cuidados necessários 4- Processo de Rerrefino 5- Desafios 1- OLUC o que é? E de onde
NOSSA POLÍTICA AMBIENTAL
A PUMA TAMBORES, com o objetivo de divulgar a sua política ambiental e conscientizar seus fornecedores e prestadores de serviços quanto aos aspectos ambientais, elaborou este Manual de Requisitos Ambientais
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ. São Paulo, 04 de novembro de 2004
PROCEDIMENTOS CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS NO ESTADO DO PARANÁ São Paulo, 04 de novembro de 2004 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução CONAMA Nº 264/99, dispõe sobre o co-processamento de resíduos sólidos; Resolução
PREND Programa de Recebimento de Efluentes Não Domésticos
SEUS ESGOTOS TRATADOS POR QUEM MAIS ENTENDE DO ASSUNTO Uma das grandes preocupações das empresas hoje em dia é o tratamento e a destinação de seus esgotos. A Sabesp está preparada para receber e tratar
ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES. Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas ao Óleo Lubrificante
ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES Lei Federal 12.305/2010 PNRS e Resolução Conama 362/2005 Cuiabá MT 27.ago.2014 Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas
PARECER TÉCNICO (NARCZM) Nº /2006
Núcleo de Apoio Regional COPAM Zona da Mata Pág: 1 Indexado ao(s) Processo(s) Nº: 01331/2003/001/2003 PARECER TÉCNICO (NARCZM) Nº 444002/2006 Tipo de processo: Licenciamento Ambiental ( ) Auto de Infração
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário,
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado do Ambiente Instituto Estadual do Ambiente LICENÇA DE OPERAÇÃO
b43a7c91-76fd-4413-a4bd-b24656633492 O (Inea), no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.101, de 04 de outubro de 2007 e pelo Decreto nº 41.628, de 12 de janeiro de 2009 e suas modificações
Prefeitura Municipal de Jacobina publica:
Prefeitura Municipal de Jacobina 1 Segunda-feira Ano IX Nº 944 Prefeitura Municipal de Jacobina publica: Portaria SEMMA 0031/2014 a 0034/2014. Gestor - Rui rei Matos Macedo / Secretário - Governo / Editor
A Destinação Obrigatória dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados
A Destinação Obrigatória dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados A Questão do Art. 3º da Resolução Março/2013 Premissa da Resolução nº 362/2005 Ecologia + Economia recolher e gerir todo o OLUC máxima
TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS (LOB1225) G Aula 7 Tratamento preliminar de esgotos
TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS (LOB1225) G Aula 7 Tratamento preliminar de esgotos Tratamento preliminar Gradeamento Gradeamento Tipos de grades Espessura, espaçamento e comprimento Material retido Tipos
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário,
PATROCINADOR PLATINA
PATROCINADOR PLATINA PREVENINDO E CORRIGINDO AS PRINCIPAIS CAUSAS DE AUTUAÇÕES SANITÁRIAS COM BASE NA RDC 67 Apresentação João Oliveira e Wagner Ferrarezi Consultores de Marketing e Qualidade Atuação desde
GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente
RELAÇAO DE DOCUMENTOS PARA PEQUENAS INDÚSTRIAS MICROS, MÉDIAS EMPRESAS E ILARES. LICENÇA PRÉVIA 01 - Requerimento de Licença; 02 - Cadastro devidamente preenchido; 03 - Guia do Recolhimento devidamente
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
FORMULÁRIO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário,
Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães publica:
Prefeitura Municipal de 1 Ano IV Nº 1234 Prefeitura Municipal de publica: Portaria Nº 023/2019, - Resolve conceder licença ambiental unificada - LU. Gestor - Oziel Oliveira / Secretário - Governo / Editor
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS
Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS 1. Dados gerais 1.1 do empreendedor Razão social Nome fantasia CNPJ Alvará Tipo de atividade Número de licença ambiental (se
Reunião entre a ANP e representantes dos produtores de etanol
Reunião entre a ANP e representantes dos produtores de etanol Apresentação da Resolução que regulamenta a produção de etanol no País 6 de outubro de 2014 SRP Ementa Estabelece a regulação e a obrigatoriedade
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina.
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina. O processo completo de produção de biodiesel partindo-se do óleo degomado é constituído
Instrução Normativa IDAF nº 15 DE 23/10/2014
Instrução Normativa IDAF nº 15 DE 23/10/2014 Norma Estadual - Espírito Santo Publicado no DOE em 29 out 2014 Institui as diretrizes técnicas para o licenciamento ambiental da atividade de descascamento
Série tecnológica cafeicultura. Preparo do café: via seca e via úmida
Série tecnológica cafeicultura Preparo do café: via seca e via úmida SÉRIE TECNOLÓGICA CAFEICULTURA PREPARO DO CAFÉ: VIA SECA E VIA ÚMIDA Em qualquer modalidade de preparo de cafés para a obtenção de um
PROCESSOS QUÍMICOS DE SEPARAÇÃO
Unidades de Operação da Indústria Química PROCESSOS QUÍMICOS DE SEPARAÇÃO Prof. Iara Santos Industria Química Matéria Prima Converte Produtos Úteis à Humanidade Celulose (madeira) em Papel Argila e Areia
Manual de Documentos Exigidos dos Fornecedores
PRIMAX TRANSPORTE PESADOS LTDA. Manual de Documentos Exigidos DG.SUP.004 REV04 Aprovado por Julio Apolinário 8/9/2017 Revisão: 004 Folha: 1 de 13 1 OBJETIVO... 3 2 SUBCONTRATADA OU PRESTADORES DE SERVIÇOS
PLANILHA DE IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS
PLANILHA INTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS Página:1 de 24 Atividades da empresa 1 2 CNAE 1414-2-00: 2229-3-99 Empresa potencialmente Cadastro Técnico Federal e 2829-1-99 poluidora
ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação. Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE
ACV como Suporte à P+L na Indústria de Iluminação Oswaldo Sanchez Junior Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP Universidade de São Paulo - PPGE Contexto (1) Iluminação consome cerca de 20% da energia
Módulo IV. Tratamento Térmico: Incineração
O que é? A incineração é o processo mais antigo e o mais empregado no tratamento térmico de resíduos sólidos urbanos (RSU), sendo realizado a temperaturas acima de 800 o C. Os gases de combustão devem
Plano de gerenciamento de resíduos sólidos - PGRS
Plano de gerenciamento de resíduos sólidos - PGRS Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Construção Civil Marco mundial: Agenda 21 (ECO-92): busca do desenvolvimento sustentável e é o principal
Semana Mineira de Redução de Resíduos
www.recoleo.com.br Coleta e Reciclagem de Óleo de Fritura no Brasil: A experiência da Recóleo, dificuldades e resultados Semana Mineira de Redução de Resíduos 25 de Novembro 2010 Nívia Freitas Presidente
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES, seção ES
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental ABES, seção ES 2 - Sistemas primários de tratamento de efluentes O processo de tratamento do esgoto pode adotar diferentes tecnologias para depuração
1. Documentos Administrativos (original ou fotocópia autenticada)
Roteiro Orientativo para Licença Prévia Número Roteiro: CODEMA.LP.1-7 Nome Roteiro: Licença Prévia para Projetos Agropecuários Objetivo: Requerer a Licença Prévia para implantação de Projetos Agropecuários
Tarefas / Atividades. I - C I - C Não direcionado por contrato relacionado à atividade / função - atuação desdobrada
Nota: Item 6 não é aplicável pois é derivada da atividade da ANASOL, empresa que não pertence mais ao Grupo Bureau Veritas. Tarefas / Atividades Âmbito Envolvidos Atividades de escritórios (BV ou Externos)
Manual de Documentos Exigidos dos Fornecedores
PRIMAX TRANSPORTE PESADOS LTDA. Manual de Documentos Exigidos DG.SUP.004 REV03 Aprovado por Julio Apolinário 5/7/2017 Revisão: 003 Folha: 1 de 13 1 OBJETIVO... 3 2 SUBCONTRATADA OU PRESTADORES DE SERVIÇOS
ROTEIRO DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DE AMBIENTES E PROCESSOS DE TRABALHO EM POSTOS DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS A VAREJO PRCV Versão 06 de setembro de 2012
ROTEIRO DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DE AMBIENTES E PROCESSOS DE TRABALHO EM POSTOS DE REVENDA DE COMBUSTÍVEIS A VAREJO PRCV Versão 06 de setembro de 2012 1. DADOS GERAIS DA EMPRESA Razão Social: Nome Fantasia:
IV - Planta geral, com quadro de áreas, em escala adequada, da implantação do empreendimento, incluindo o sistema de tratamento e disposição final
Resolução SMA - 73, de 2-10-2008 Estabelece os procedimentos para o licenciamento ambiental das atividades de manejo de fauna silvestre, nativa e exótica, no Estado de São Paulo e dá providências correlatas
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Prof a Dr a Maria Cristina Rizk 2017 [email protected] www.fct.unesp.br/docentes/plan/crisrizk/ Art. 14. São planos de resíduos sólidos: I - o Plano Nacional de Resíduos
feam FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE
FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE Parecer Técnico GEDIN Nº 134/2008 PARECER TÉCNICO Empreendedor: ARTE & COR BENEFICIAMENTO TÊXTIL LTDA Empreendimento: ARTE & COR BENECIFIAMENTO TÊXTIL LTDA DN Código
FICHA CADASTRAL DE AGENTES DO SETOR DE SOLVENTES (Consumidor Industrial) DEFINIÇÕES E PROCEDIMENTOS
A FICHA CADASTRAL DE AGENTES DO SETOR DE SOLVENTES é um instrumento através do qual o agente se identifica perante o Setor de Solventes da Superintendência do Abastecimento da Agência Nacional do Petróleo.
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL
DIAGNÓSTICO AMBIENTAL Identificação da Empresa Razão Social: Nome Fantasia: Inscrição Estadual: CNPJ nº: Endereço para correspondência: Bairro: CEP: Município: Endereço da unidade a ser licenciada: Bairro:
MODELO SIMPLIFICADO PARA CLÍNICA OU CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
MODELO SIMPLIFICADO PARA CLÍNICA OU CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO INTRODUÇÃO Os resíduos do serviço de saúde ocupam um lugar de destaque, pois merecem atenção especial em todas as suas fases de manejo (segregação,
Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental.
Beneficiamento de Produtos de Origem Animal (desossa, embalagem e refrigeração). Procedimentos para apresentação de documentação para licenciamento municipal ambiental. 1 - Procedimentos de licenciamento:
2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS
PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras CAPA 2.3 - Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes
Tratamento e Descarte de Resíduos de Obras
PROCEDIMENTO DO SMS Tratamento e Descarte de de Obras PR-99-992-CPG-003 Revisão: 02 Página: 1/6 1. OBJETIVO Definir padrões para o manuseio e descarte de resíduos produzidos pelas empresas contratadas
AUDITORIAS DE CONFORMIDADE CONFORMIDADE LEGAL
1 AUDITORIAS DE CONFORMIDADE por por CONFORMIDADE LEGAL SISTEMAS DE GESTÃO DO AMBIENTE por por Requisitos Legais por 1. Requisitos Legais 2. Classificação das Não Conformidades por AUDITORIAS DE CONFORMIDADE
Teramb, Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental, EEM
Governo dos Açores Direção Regional do Ambiente Operador de Gestão de Resíduos Teramb, Empresa Municipal de Gestão e Valorização Ambiental, EEM NIF 509620515 E-Mail [email protected] Instalação Aterro Intermunicipal
A importância do descarte correto de EPI s
A importância do descarte correto de EPI s LEI DE CRIMES AMBIENTAIS Os epi s após serem usados devem ser descartados quando não oferecem mais os níveis de proteção exigidos. Recentemente a diretriz de
SEPARAÇÃO SÓLIDO LÍQUIDO NAS USINAS DE PROCESSAMENTO MINERAL
Seminário: Reprocessamento de Rejeitos da Mineração SEPARAÇÃO SÓLIDO LÍQUIDO NAS USINAS DE PROCESSAMENTO MINERAL Prof. George E. S. Valadão Departamento de Engenharia de Minas - UFMG São Paulo - 2018 SUMÁRIO
COMO VIABILIZAR A UNIVERSALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL. 16 de junho de 2015
COMO VIABILIZAR A UNIVERSALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL 16 de junho de 2015 O lixo que sai caro... Matéria divulgada na revista EXAME (jun.15) Três pontos... 1 2 3 É necessário uniformizar
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (7ª PARTE)
Como elaborar um MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (7ª PARTE) Passo a passo para a elaboração do manual de BPF - Condições ambientais Manejo de resíduos Observação: Em Observação: algumas empresas
Este documento visa descrever os procedimentos globais para realização das operações de Abastecimento de Combustíveis.
1 Objetivo Este documento visa descrever os procedimentos globais para realização das operações de Abastecimento de Combustíveis. 2 Abrangência O presente documento se aplica às empresas prestadoras de
AVALIAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS DE UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA EM CONTAGEM - MG
AVALIAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS DE UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA EM CONTAGEM - MG Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Líquidos Lucas Soares Furini 1 Amanda Fortunato Genta 2 Karine
SISTEMA DE TRATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO SANITÁRIO
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Hidráulica e Saneamento Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: TH053 Saneamento Urbano II SISTEMA DE TRATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO
Avaliação socioambiental de fornecedores
Avaliação socioambiental de fornecedores IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: CNPJ: Material/serviço que fornece: Responsável pelas informações: Cargo: Telefone: E-mail: Questionário Gostaríamos de conhecer
Decreto de Regulamentação da Lei: DECRETO ESTADUAL n DE 03/12/02.
LEGISLAÇÃO VIGENTE PGRS LEI FEDERAL n o 9.795, de 27/04/99. A definição oficial de Educação Ambiental no Brasil. LEI ESTADUAL n o 12.493, de 22/01/99. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios
SEPARADOR CENTRÍFUGO PARA USO INDUSTRIAL
SEPARADOR CENTRÍFUGO PARA USO INDUSTRIAL Força centrífuga: eficaz, confiável e inovadora Ao longo dos anos, nosso grupo desenvolveu uma grande experiência e forte know-how nos mais importantes mercados
