4. Visão e objectivos estratégicos
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- Armando Adelino de Almeida Filipe
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1 A visão que se propõe para o futuro do Município da Sertã consubstancia-se em VENCER O FUTURO, CONSTRUINDO UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Esta visão, sustentada na contextualização sócio-económica e ambiental do Município da Sertã (Anexo III), no levantamento da sua situação social, económica e ambiental (Anexo II) e nas necessidades e aspirações da comunidade, estrutura-se em torno dos seguintes objectivos estratégicos: 1. promover a alteração da tendência da evolução demográfica; 2. diversificar as actividades económicas; 3. valorizar a floresta como factor de qualidade ambiental e como local de recriação e de lazer; 4. qualificar as condições de vida nas vertentes da cultura e do desporto; 5. qualificar o ambiente; 6. reforçar a identidade local e a coesão social e territorial. O desenvolvimento sustentável é um processo dinâmico, de que a visão e os objectivos estratégicos constituem o quadro de referência. A gradual concretização destes objectivos estratégicos vai implicar, necessariamente, a sua evolução para níveis superiores de exigência e, consequentemente, a reformulação, em patamares mais ambiciosos, da visão para o futuro do Município. A visão e os objectivos estratégicos radicam na realidade actual e concreta do concelho e na priorização das necessidades de intervenção que foi efectuada. Representam o percurso de desenvolvimento sustentável que se entendeu como possível, adequado e consistente com essa realidade. 55
2 No quadro de referência A visão e os objectivos estratégicos representam o constituído pela visão e pelos percurso de desenvolvimento sustentável que se objectivos estratégicos definidos, o programa de gestão entendeu como possível, adequado e consistente com a realidade da Sertã. do desenvolvimento sustentável compreende um conjunto de planos de acção que visam a sua concretização (volume II deste relatório). Os planos de acção propostos não são exaustivos e foram seleccionados de acordo com o que se entendeu serem as necessidades de actuação prioritárias. Os planos integram um conjunto de projectos conexos e incluem necessariamente os procedimentos que resultam de obrigações legais. Objectivo estratégico: Promover a alteração da evolução da tendência demográfica A alteração do ciclo da dinâmica populacional no concelho da Sertã opera-se através do aumento da população residente, nomeadamente pela atracção de novos habitantes, e através do aumento da percentagem da população jovem e da população activa, implicando a diminuição do grau de envelhecimento. Para este efeito, é essencial promover a qualificação do trabalho, entendida como empregos melhores e mais atractivos. A qualificação do trabalho melhores empregos tem em vista os níveis da remuneração e as características do próprio emprego. Trata-se de um conceito multi-dimensional que envolve as características objectivas e intrínsecas do posto de trabalho condições de trabalho, formação, perspectivas de carreira, remuneração, horário, conteúdo funcional, perfil de competência, adequação aos requisitos do posto de trabalho, satisfação do trabalhador e o trabalho no contexto do mercado de trabalho não discriminação, higiene, saúde e segurança no trabalho, grau de precariedade, organização do trabalho, participação, equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar. A promoção da qualidade do trabalho, visando melhores empregos, significa sobretudo estimular a atractividade do trabalho. Nessa medida, pode apoiar a 56
3 transição efectiva dos jovens para a vida activa, contribuindo para a sua fixação no concelho e para a atracção de outros trabalhadores. O papel das escolas do Município, em especial nas vertentes tecnológicas e profissionalizantes, é fundamental, devendo traduzir-se na adequação da oferta de ensino às necessidades do mercado de trabalho local e regional. Objectivo estratégico: Diversificar as actividades económicas Na economia da Sertã a agricultura tem perdido representatividade, face aos serviços e ao turismo. A recente reforma da Política Agrícola Comum (PAC), procedendo a uma maior integração das preocupações ambientais, prevê, desde já, uma simplificação substancial das medidas de apoio ao mercado e dos pagamentos de ajudas directas, dissociando da produção os pagamentos directos aos agricultores, bem como o reforço do desenvolvimento rural. Após 2006, a PAC assume-se como um pilar essencial da política de desenvolvimento rural, no âmbito dos objectivos do desenvolvimento sustentável, incidindo em três objectivos principais: aumentar a competitividade do sector agrícola através do apoio à reestruturação (por exemplo, auxílios ao investimento para jovens agricultores, medidas de informação e promoção); melhorar o ambiente e o espaço rural através do apoio ao ordenamento do território, incluindo o co-financiamento de acções de desenvolvimento rural relacionadas com zonas de protecção natural Natura 2000 (por exemplo, medidas agro-ambientais, florestais e em favor das regiões mais desfavorecidas); melhorar a qualidade de vida das zonas rurais e promover a diversificação das actividades económicas através de medidas orientadas para o sector agrícola e para outros intervenientes rurais (por exemplo, reorientação qualitativa da produção, qualidade dos alimentos e renovação das aldeias). 57
4 A qualificação do trabalho melhores empregos e mais atractivos pode assegurar a transição efectiva dos jovens para a vida activa, fixando-os no concelho e atraindo outros trabalhadores. É função do Município constituir-se como instrumento facilitador da actividade das empresas, das instituições e dos agentes, apoiando a evolução para ideias e negócios inovadores. ambiental. Assim, importa aproveitar o decréscimo de representatividade no concelho da agricultura tradicional para a reorientar para actividades de desenvolvimento rural, qualificando-a do ponto de vista económico, social e No sector do turismo, as perspectivas de evolução da economia e da sociedade nos próximos anos apontam para a manutenção do crescimento da procura, nomeadamente das zonas rurais. A actividade turística, na medida em que o seu produto final é constituído pela venda de experiências positivas, está estreitamente dependente da preservação dos valores culturais, da conservação dos ecossistemas, da funcionalidade dos serviços e da qualidade da intervenção das pessoas que nela colaboram, isto é, empresas, trabalhadores e residentes locais. Ao nível da União Europeia, a par do aumento da procura, tem-se registado também um aumento da oferta. Pelo que, a competitividade como destino turístico está cada vez mais associada à qualidade dos serviços e produtos turísticos que se disponibilizam, sendo a perda de autenticidade e a homogeneização entendidas pelo consumidor como um deficit de qualidade. Assim, o turismo como factor de desenvolvimento sustentável da Sertã, criador de emprego durável e qualificado, supõe a qualidade e diferenciação do produto turístico e deve basear-se na preservação da identidade local e regional, na utilização sustentada dos recursos naturais e na valorização dos bens culturais locais. O Município da Sertã, estando dotado de condições para o desenvolvimento de actividades industriais, tem tido alguma dificuldade na atracção de novas indústrias. Por esta razão os parques industriais do Concelho têm vindo a ser utilizados, sobretudo, por empresas de comércio e serviços. A Sertã dispõe de condições de acessibilidade e de infra-estruturas que, se combinadas adequadamente com as áreas de formação técnico-profissional 58
5 disponibilizadas no concelho, podem constituir uma base de desenvolvimento de serviços de apoio a empresas da região, de serviços ligados ao turismo e de serviços ligados ao ambiente. Aquelas condições podem, ainda, propiciar uma posição competitiva da Sertã na atracção de serviços públicos, no âmbito do processo de descentralização administrativa que está a ser levado a cabo. A diversificação da acti-vidade económica da Sertã não é uma opção estratégica cuja prossecução e concre-tização possam ser come-tidas directa e unicamente à Câmara Municipal da Sertã. Todavia, é função do Município constituir-se como instrumento facilitador da actividade das empresas, das instituições e dos agentes, qualquer que seja a sua natureza, apoiando a evolução para ideias e negócios inovadores, a concretização de competências empresariais, a conjugação dos recursos colectivos e a promoção de uma rede de conexões geograficamente alargada. É também função do Município informar e mobilizar os agentes privados para iniciativas de desenvolvimento sustentável. Objectivo estratégico: Valorizar a floresta como factor de qualidade ambiental e como local de recriação e de lazer A floresta, como um recurso natural renovável, é um factor incontornável no desenvolvimento sustentável no Município da Sertã, entendendo-se essa sustentabilidade nas suas dimensões económica, social e ecológica. A exploração florestal, para além de proporcionar resultados económicos positivos, deve beneficiar as populações residentes e visitantes, não só através da criação de emprego, como também na melhoria da qualidade do ambiente e das condições de vida. Ocupando cerca de 60% do território do Município, e dominada por pinheiro bravo, a floresta tem actualmente uma exploração económica pouco rentável, realizada em muitas propriedades de pequena dimensão. No entanto, a elevada produtividade potencial, aliada a práticas silvícolas adequadas, tendo em conta a biodiversidade e o aproveitamento dos resíduos florestais, permite uma valorização deste recurso, do ponto de vista económico, paisagístico e ambiental diminuindo o risco de doenças e incêndios e aumentando a sua qualidade. 59
6 A valorização da floresta, aliada a uma estratégia de comunicação e educação ambiental, constitui um incentivo à população para a sua participação no processo de gestão florestal. A integração da floresta no quotidiano dos residentes e dos turistas, aumentando as possibilidades de acesso e de fruição, visa aumentar o seu conhecimento, e consequentemente a sua protecção, e transformá-la num local de recriação e lazer apetecível para múltiplas actividades (caça, pesca, passeios pedestres, cicloturismo, actividades desportivas...) Objectivo estratégico: Qualificar as condições de vida nas vertentes da cultura e do desporto O concelho da Sertã dispõe de património arquitectónico, histórico e cultural e de infra-estruturas, bem como de eventos culturais e desportivos que podem aumentar e sustentar a estruturação e desenvolvimento de actividades culturais e desportivas no Município. A maximização da utilização dos espaços culturais e de convívio dos Sertanenses, deve ultrapassar os habituais eventos esperados. Neste sentido, a criação de agendas culturais apelativas pode contribuir para atracção de pessoas, inclusivamente de municípios vizinhos. O cinema, o teatro, a música, as artes plásticas desenvolvidos com carácter regular, permitem a valorização pessoal e cultural da população, que encontrará na Sertã motivos de fixação e permanência no Concelho, e contribuem para a atracção de turistas. A gestão integrada das infra-estruturas desportivas existentes, complementada com a criação de estruturas de apoio à prática de desporto durante todo o ano, permite cultivar o gosto, sobretudo das camadas mais jovens da população, por outros desportos que até agora não se podem praticar no Município com um carácter regular, nomeadamente a natação, para além daqueles que actualmente se conseguem desenvolver, como é o caso do futebol e do atletismo. Para tal é necessário envolver os agentes locais, regionais, nacionais e internacionais, num contexto de rendibilização das infra-estruturas existentes e da formação dos 60
7 jovens, de modo a possibilitar também a criação de emprego. O desenvolvimento estruturado de actividades desportivas a partir dos recursos naturais do concelho, envolvendo com carácter profissional os jovens que detêm formação para o efeito, pode constituir um instrumento de apoio à especialização da oferta turística do concelho (turismo de natureza, turismo de famílias, férias desportivas). Objectivo estratégico: Qualificar o ambiente A gestão ambiental do Município em níveis de qualidade implica desenvolver uma política de ordenamento do território que considere a paisagem, os recursos naturais e a protecção e aumento da biodiversidade como um elemento estruturante dos objectivos estratégicos de desenvolvimento sustentável. Implica, também, a aplicação das estratégias temáticas orientadas para prioridades ambientais específicas, por exemplo, o solo, a qualidade do ar, os pesticidas, o meio urbano e a reciclagem de resíduos. A qualificação do ambiente A gestão ambiental tem em linha de conta a paisagem, supõe, assim, uma gestão os recursos naturais e a protecção e aumento da adequada e integrada dos biodiversidade como um elemento estruturante dos recursos existentes, tendo objectivos estratégicos do desenvolvimento sustentável. em vista salvaguardar a integridade do ecossistema no médio e longo prazo. A sua moldura de execução supõe o empenhamento e compromisso dos membros da comunidade, assumindo a Câmara Municipal e as demais entidades públicas do concelho um papel fundamental de liderança. O envolvimento efectivo da comunidade na gestão do ambiente pressupõe uma educação ambiental a desenvolver junto dos cidadãos, usando para o efeito a educação formal e não formal. Neste sentido, deve considerar o ambiente na sua totalidade natural e criado pelo homem, ecológico, económico, social, legislativo, cultural e estético, ser um processo de aprendizagem ao longo da vida e adoptar métodos interdisciplinares, que enfatizem a participação activa na prevenção e solução de problemas ambientais. 61
8 O envolvimento da comunidade educativa professores, alunos, pais, autarquia, empresas é essencial para a compreensão das dimensões espacial e temporal da gestão ambiental e para a mobilização dos idosos. Na qualificação do ambiente, incluindo a educação ambiental, para além dos cuidados a ter com a água, os resíduos, os solos, o ruído, a energia utilizada, bem como com a natureza e a ecologia, a floresta merece especial destaque, como recurso natural e económico e como factor social de solidariedade e diálogo inter-geracional. Objectivo estratégico: Reforçar a identidade local e a coesão social e territorial O processo dinâmico em que se traduz o desenvolvimento sustentável assenta em comunidades fortes e dinâmicas, centradas sobre pessoas que vivem num concreto ecossistema. Neste contexto, a identidade local e a coesão territorial são factoreschave na construção da confiança, da inovação e da participação pressupostas pelo desenvolvimento sustentável. Num concelho com as A identidade local, a coesão social e a coesão territorial características da Sertã a são fundamentais na construção da confiança, da coesão territorial é um inovação e da participação num processo de instrumento fundamental do desenvolvimento sustentável. desenvolvimento sustentável. Com efeito, enquanto a coesão económica visa a redução das disparidades entre níveis de desenvolvimento e a coesão social tem por objectivo combater o desemprego, a exclusão social e a falta de formação adequada, a coesão territorial faz convergir num território concreto a coesão económica e social em função dos seus recursos, potencialidades e constrangimentos, impondo políticas locais transversais e específicas. Neste sentido, a coesão territorial na Sertã impõe uma concretização diferenciada dos objectivos estratégicos enunciados numa lógica de rendibilização de recursos e de complementaridade. A identidade local, a coesão social e a coesão territorial colocam-se ainda com particular acuidade na Sertã, tendo presente o quadro actual de definição de uma nova geografia territorial, resultante da aplicação das recentes formas de 62
9 descentralização administrativa. A abordagem multi-variável da dimensão crítica do território, combinando espaço, tempo, acessibilidades, modos de vida, níveis de desenvolvimento e ligação em rede dos territórios, é indispensável para determinar a nova inserção territorial, numa perspectiva de coesão e de eventual especialização (residencial, produtiva, turística...), de forma a salvaguardar a posição competitiva da Sertã. Esta abordagem deve também integrar o impacte crescente da dimensão europeia nas comunidades locais, quer por via das políticas sectoriais (agricultura, transportes, I & D), quer das políticas regionais (fundos estruturais...). Significa isto que, numa lógica de desenvolvimento sustentável, a forma de descentralização administrativa a adoptar e os parceiros a escolher devem permitir um ordenamento e gestão territoriais que sustentem a coerência das acções locais em matéria de desenvolvimento, incluindo a gestão integrada dos riscos naturais, e a afirmação regional da Sertã. 63
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