TAGUS, 19 de Janeiro de 2015
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- Aurélio Flores Palma
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1 TAGUS, 19 de Janeiro de 2015
2 20 anos Uma estratégiacom o objectivoúnicode contribuirpara fixar população no interior do seu território. Combater o exodo rural e abandono da activiade agro- Combater o exodo rural e abandono da activiade agroflorestal; Promover a qualidade de vida; Preservar a identidade territorial; Dinamizar e proteger o olival e a mancha florestal; Reforçar a governança local e a articulação em rede.
3 O futuro Quadro Comunitário EUROPA 2020 PORTUGAL 2020 PDR FEADER CENTRO 2020 FEDER e FSE MT 2020 TAGUS 2020 DLBC RURAL e DLBC URBANO FEADER (nac) + FEDER e FSE (reg)
4 PDR 2020 A1. Inovação e Conhecimento M1. Promoção para a Inovação Ac1.1. Grupos Operacionais Ac1.2. Projetos inovadores M2. Promoção para o conhecimento Ac2.1. Capacitação e Divulgação Ac2.2. Aconselhamento A2. Competitividade e organização da produção M3. Valorização da Produção Agrícola Ac3.1. Jovens Agricultores Ac3.2. Investimento na Exploração Agrícola Ac3.3. Investimento Transf. e Comerc. Produtos Agrícolas Ac3.4. Infraestruturas Coletivas M4. Valorização da Produção florestal M5. Organização da Produção Ac5.1. Criação AP / OP Ac5.2. Interprofissionais Ac5.3. Integração Empresarial M6. Gestão Risco e Rest. potencial produtivo Ac61. Seguros Ac6.2. Fundos Mutualistas Ac6.3. Prevenção de Riscos e Rest. Potencial produtivo A3. Ambiente, eficiência no uso dos recursos e Clima M7. Agricultura e Recursos Naturais Ac7.1. Modo Produção Biológico Ac7.2. Produção Integrada Ac7.3. Pagamentos Rede Natura Ac7.4. Conservação do solo Ac7.5. Uso eficiente da água na agricultura Ac7.6. Culturas Permanentes tradicionais Ac7.7. Pastoreio Extensivo Ac7.8. Conservação de Recursos Genéticos Ac7.9. Mosaico Agroflorestal M8. Proteção e Reabilitação de Povoamentos M9. Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas A4. Desenvolvimento local M10. LEADER
5 dlbcfeader. tipo de operações elegíveis Regime simplificado de pequenos investimentos nas explorações agrícolas, até um máximo de de investimento, incluindo apoio a equipamentos de prevenção contra roubos, (art.17). Pequenos investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas, até um máximo de (art.17). Diversificação de atividades na exploração para atividades não agrícolas (art.19). Cadeias curtas e mercados locais (art. 35.) -Criação de circuitos curtos / cadeias curtas de distribuição / comercialização de proximidade de produtos agrícolas e transformados incluindo os abrangidos por regimes formais de diferenciação referentes a áreas de proteção da natureza. Apoio aos regimes de qualidade e aos produtos locais (art.16 em ponderação e art.35).] Renovação de aldeias (art. 20) -Preservação, conservação e valorização dos elementos patrimoniais locais (paisagístico e ambiental, incluindo ações de sensibilização);
6 CENTRO 2020 Para o futuro ambiciona-se uma região mais desenvolvida, com mais bem-estar, mais culta, mais qualificadacientífica e tecnologicamente, com mais e melhor emprego, mais equitativae mais justa. A via para atingir esta ambição é através da competitividade e inovação e da coesão social e territorial, definida na estratégia de desenvolvimento proposta para o Centro de Portugal para o período temporal Objetivos Temáticos mobilizados através do POR são os seguintes: OT 1: Reforçar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação OT 2: Melhorar o acesso às TIC, bem como a sua utilização e qualidade OT 3: Reforçar a competitividade das PME OT 4: Apoiar a transição para uma economia com baixas emissões de carbono em todos os setores OT 6: Proteger o ambiente e promover a eficiência dos recursos OT 8: Promover o emprego e apoiar a mobilidade laboral OT 9: Promover a inclusão social e combater a pobreza OT 10: Investir no ensino, nas competências e na aprendizagem ao longo da vida OT 11: Reforçar a capacidade institucional e uma administração pública eficiente
7 RIS3. especialização inteligente Agro-industria, a Floresta, o Mar, as TICE, os Materiais, a Saúde e o Bem estar, a Biotecnologia e o Turismo, complementados com a produtividade industrial sustentável, a eficiência energética e a inovação rural, constituem os domínios diferenciadores temáticos da Região Centro. 1. Soluções industriais sustentáveis 1.1. Otimização sustentada da produtividade industrial 1.2. Desenvolvimento e utilização de materiais 2. Valorização e uso eficiente dos recursos endógenos naturais 2.1. Fontes energéticas alternativas 2.2. Desenvolvimento das cadeias de valor associadas aos recursos endógenos naturais 3. Tecnologias ao serviço da qualidade de vida 3.1. Futuro digital 3.2. Inovação centrada na saúde 3.3. Envelhecimento ativo e saudável 4. Inovação territorial 4.1. Inovação rural 4.2. Cidades sustentáveis, criativas e inteligentes 4.3. Investigação, desenvolvimento e inovação no turismo
8 MEDIO TEJO Valorização dos recursos endógenos e do potencial turístico 2. Incorporação de valor na atividade empresarial 3. Promoção da coesão e da qualidade de vida 4. Consolidação da massa crítica urbana
9 DLBC no CENTRO 2020 Visando promover, em territóriosespecíficos, a concertaçãoestratégica e operacional entre parceiros, focalizada na dinamização e diversificação das economias de base rural e urbana e das zonas pesqueiras e costeiras, as DLBC são dirigidas para as comunidades rurais e urbanas e para as comunidades pesqueiras e costeiras. Estas comunidades são representadas pelos agentes económicos, sociais e institucionais intervenientes nos processos de desenvolvimento, de diversificação e de fomento da competitividade das economias locais. Tendo com pressuposto que são processos de natureza bottom-upe que a respetiva Tendo com pressuposto que são processos de natureza bottom-upe que a respetiva seleção decorrerá através de concurso, adotam-se os princípios básicos previstos no Acordo de Parceria: A dimensão territorial, para as DLBC rurais, corresponde a territórios com população situada entre e habitantes O contributo para os objetivos temáticos (OT), sendo que os programas de ação deverão evidenciar um contributo efetivo: (OT3) Reforçar a competitividadedas pequenas e médias empresas dos setores agrícola, das pescas e da aquicultura, o (OT6) Preservar e proteger o ambientee promover a utilização eficiente dos recursos, o (OT8) Promover o empregoe apoiar a mobilidade laboral, e o (OT9) Promover a inclusão social e combater a pobreza.
10 DLBC no CENTRO 2020 (OT3) Reforçar a competitividadedas pequenas e médias empresas dos setores agrícola, das pescas e da aquicultura PI 3a PI 3b PI 3c (OT6) Preservar e proteger o ambientee promover a utilização eficiente dos recursos, o PI 6c (OT8) Promover o empregoe apoiar a mobilidade laboral, e o PI 8a PI 8b PI 8iii (OT9) Promover a inclusão social e combater a pobreza PI 9a (em aberto?) PI 9d DLBC FEDER PI 9vi DLBC FSE Mas também (OT10) Investir no ensino, nas competências e na aprendizagem ao longo da vida PI 10i (OT11) Reforçar a capacidade institucional e uma administração pública eficiente PI 11ii
11 Principais areas de actuação (figos?) Agricola planos de acção olival, biológicos, jovens agricultores, frutos vermelhos, hortofruticolas Produtos Locais(acções colectivas, criatividade e inovação) Turismo(acções colectivas, criatividade e inovação) Empreendedorismo micro-empresas, auto-emprego, Acção Social combate à pobreza, inclusão social e inovação social Educação abandono escolar
12 TURISMO oportunidades identificadas Infraestruturas qualificadas para turismo científico e tecnológico Aumento do interesse pelo turismo religioso e espiritual Aumento do interesse pelo turismo médico, saúde & bem-estar Aumento do número de portugueses residente no estrangeiro (mercado da saudade) Aumento da importância do mercado da lusofonia Aumento do interesse pelo turismo de natureza e ecoturismo Aumento do turismo residencial e lifestyle migration Aumento do turismo ligado ao desporto e competições desportivas (surf e outras); Aviação low cost mantém oferta de mercados mais longínquos (Porto e Lisboa); Generalização do uso das redes sociais e meios digitais; Uso alargado de dispositivos móveis para orientação e avaliação de atrações turísticas no terreno; Existência de programas nacionais de atração de investidores(golden Visa; ações AICEP)
13 TURISMO - oportunidades identificadas Áreas prioritárias História, Cultura e Património Saúde, Bem-estar e Natureza Apostas Complementares Turismo Científico e Tecnológico Turismo residencial e lifestyle migration
14 TURISMO - Principais áreas de actuação Turismo(acções colectivas, criatividade e inovação) Organizar Dinamizar Promover Qualificar
15 TURISMO - Principais áreas de actuação Turismo(acções colectivas, criatividade e inovação) Organizar Dinamizar Promover Qualificar Linhas Estratégicas de Acção: LEA 1 Sustentabilidade e coesão territorial LEA 2 Desenvolvimento e Qualificação de Produtos/ Posicionamento LEA 3 Desenvolvimento e Qualificação da Oferta/ Agentes Turístico LEA 4 Marketing, Promoção e Comercialização LEA 5 Internacionalização e dinamização dos mercados externos LEA 6 Empreendorismo, Inovação e Diferenciação LEA 7 Investigação, desenvolvimento e formação
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