Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul
|
|
|
- William de Figueiredo Conceição
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul
2 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo PROVERE Beira Baixa: Terras de Excelência : Conjugar a valorização do território, dos produtos e dos eventos, potenciando a qualidade, a singularidade e a diversidade, construindo um espaço rural atractivo para investir, visitar e residir.
3 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo 1. Fortalecer a Identidade Preservação dos recursos intemporais: do património construído ao património natural, do património agro-industrial ao património gastronómico; actualização das vocações e das funções dos espaços rurais da Beira Baixa, procurando alcançar um novo desígnio de desenvolvimento sustentável para um território de baixíssima baixa densidade que concilie a economia produtiva tradicional com a nova economia residencial, principais manifestações da emergente competitividade dos espaços rurais europeus
4 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo 2. Valorizar a Diversidade A marcada diversidade natural da Beira Baixa é tão mais relevante quanto constitui um elemento distintivo dos territórios de qualidade agro-alimentar, enquanto expressão da biodiversidade, da preservação dos recursos naturais e da vitalidade das produções tradicionais. Deverá ser, por isso, a partir deste riquíssimo mosaico que se deve fundar a renovada competitividade da ruralidade de excelência da Beira Baixa, enquanto espaço de visitação, enquanto área de produção e enquanto território de promoção
5 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo 3. Reforçar a Inovação e a Competitividade Importa considerar vários aspectos críticos da actual competitividade agroindustrial e em que a Beira Baixa se tem revelado menos capaz: a inovação dos processos produtivos; o controlo de qualidade; a certificação; a criação de marcas e a adopção de técnicas de labeling e marketing; a capacitação dos recursos humanos; a I&DT; a inserção em redes de distribuição e comercialização
6 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo Área: km² População: habitantes (densidade populacional de 11,9 hab./km²)
7 2. Linhas Gerais da Estratégia de Valorização Económica do Recurso Eixo 1. Criação de uma Rede de Centros Rurais de Excelência Qualificação urbana e patrimonial e dinamização funcional de uma rede de lugares rurais com singularidade física, vitalidade social e competitividade económica capazes de promover dinâmicas territoriais
8 2. Linhas Gerais da Estratégia de Valorização Económica do Recurso Eixo 2. Qualificação, Inovação e Desenvolvimento dos Produtos de Excelência Valorização e qualificação dos processos de produção e comercialização dos produtos de excelência da Beira Baixa através de acções de Inovação & Desenvolvimento e do apoio à modernização das unidades produtivas
9 2. Linhas Gerais da Estratégia de Valorização Económica do Recurso Eixo 3. Programa de Eventos de Internacionalização e Valorização das Competências Tradicionais e dos Produtos de Excelência Organização e promoção de um programa coerente de eventos de projecção nacional e internacional de valorização das competências, dos atractivos e dos produtos de excelência da Beira Baixa
10 2. Linhas Gerais da Estratégia de Valorização Económica do Recurso Eixos 1. Criação de uma Rede de Centros Rurais de Excelência 2. Qualificação, Inovação e Desenvolvimento dos Produtos de Excelência 3. Programa de Eventos de Internacionalização e Valorização das Competências Tradicionais e dos Produtos de Excelência Projecto Transversal Plano de Comunicação e Marketing Nº de projectos Investimento Total ( ) , , TOTAL ,85
11 2. Linhas Gerais da Estratégia de Valorização Económica do Recurso Tipologia de Investimento Projectos Investimento Total Nº % Euros % Investimento Público 9 17, ,76 29,3 Investimento Público- Privado 5 9, ,6 Investimento Privado 38 73, ,09 62,1 TOTAL , ,85 100,0
12 3. Constituição da Parceria e Modelo de Governação
13 4. Principais Projectos âncora e Complementares Programa de Certificação Beira Baixa Gourmet Promotor: Câmara Municipal de Castelo Branco Parceiros: Instituições Públicas e Empresas Descrição: Visa integrar e aprofundar os processos de certificação de qualidade e de denominação de origem controlada com que os diversos produtos tradicionais da Beira Baixa têm vindo a ser enquadrados e comercializados. A concretização deste projecto permitirá a introdução no mercado de uma marca umbrella, ligada à promoção da imagem regional, sob a qual serão comercializados os produtos de qualidade superior oriundos da região, com o rótulo Beira Baixa Gourmet. Objectivos: Promover a qualificação das produções agro-alimentares, assegurando maiores níveis de qualidade; consolidar a estratégia de inovação e de valorização transversal dos produtos agro-alimentares de excelência da Beira Baixa; promover/divulgar a certificação dos produtos agro-alimentares de excelência da Beira Baixa sob uma marca umbrella, Beira Baixa Gourmet. Investimento Total:
14 4. Principais Projectos âncora e Complementares Beira Baixa Terras de Excelência Programa de Eventos de Internacionalização e Valorização dos Produtos da Terra Promotor: Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul Parceiros: Câmaras Municipais Descrição: Com a criação deste projecto - que acima de tudo pretende reforçar uma maior presença dos produtos da região nos mercados regional, nacional e internacional, através de actividades de promoção, divulgação, exposição, mostra e venda - espera-se que sejam progressivamente minimizados os aspectos críticos da competitividade das actividades agro-industriais da região. Objectivos: Promover e divulgar as produções tradicionais de excelência; valorizar a dimensão económica e social dos produtos da terra de excelência, e estimular a inovação nas fileiras agro-alimentares; impulsionar as actividades turísticas associadas. Investimento Total:
15 4. Principais Projectos âncora e Complementares Plano de Comunicação e Marketing Beira Baixa: Terras de Excelência Promotor: Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul Parceiros: Câmaras municipais, juntas de freguesia, universidades e centros de investigação, instituições públicas e empresas Descrição: O projecto engloba duas componentes: uma relacionada com o processo de marketing e promoção do Programa Beira Baixa Terras de Excelência ; outra associada à programação de eventos técnico-científicos, a realizar paralelamente a certames de internacionalização e valorização dos produtos tradicionais. Objectivos: Melhorar a qualidade e eficácia da promoção dos certames; implementar processos de programação e divulgação em rede; reduzir custos e elevar a eficácia da divulgação; divulgar os princípios regulamentares para as actividades artesanais; consolidar os processos de certificação dos produtos tradicionais da Beira Baixa; promover a apoiar o Programa de Certificação Beira Baixa Gourmet. Investimento Total:
16 5. Calendário para a Concretização do Programa de Acção
17 6. Programa de Actividades da Equipa Técnica de Dinamização da Parceria Acção 1 Dinamização da Parceria Actividade 1: Funcionamento da Beira Baixa Terras de Excelência Actividade 2: Participação e Organização de Reuniões Acção 2 Promoção e Divulgação Actividade 1: Participação e Organização de Palestras e Workshops Actividade 2: Divulgação e Comunicação da Parceria Acção 3 Acompanhamento, Monitorização e Auto-avaliação Actividade 1: Acompanhamento e Revisão dos Objectivos do Programa de Acção Actividade 2: Monitorização da Execução do Programa de Acção Actividade 3: Avaliação do Programa de Acção
18 Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul
Os PROVERE em movimento: ponto de situação dos Programas de Acção
Os PROVERE em movimento: ponto de situação dos Programas de Acção Ana Abrunhosa Vogal Executiva da Comissão Directiva do Mais Centro Pilares essenciais da iniciativa PROVERE do QREN: i) os projectos âncora
Enquadramento Turismo Rural
Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o
Critérios de selecção
Emissor: GRATER Entrada em vigor: 01-06-2009 Associação de Desenvolvimento Regional Abordagem LEADER Critérios de selecção Os projectos serão pontuados através de fórmulas ponderadas e terão de atingir
PROVERE - ZONA DOS MÁRMORES CARACTERIZAÇÃO
PROVERE - ZONA DOS MÁRMORES CARACTERIZAÇÃO A Estratégia de Eficiência Colectiva (EEC) PROVERE Zona dos Mármores assume como foco temático o aproveitamento do recurso endógeno mármore, com uma abrangência
INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação
Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social
PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes
OPORTUNIDADES. Cluster energético: oportunidades; horizontes; observatório, BejaGlobal; PASE
CLUSTER ENERGÉTICO DE BEJA OPORTUNIDADES SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA E CRESCIMENTO ECONÓMICO A sustentabilidade energética e climática é um desígnio estratégico duplo significado. Por um lado, desenvolvimento
Apoio à Inovação no sector agro-alimentar
Apoio à Inovação no sector agro-alimentar O Cluster A colaboração entre empresas/entidades: Inovação 1 Posicionamento do Cluster INTERNACIONALIZAÇÃO INOVAÇÃO Invest. & Desenv. Ao Serviço das EMPRESAS COMPETIVIDADE
Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve
Projeto de Cooperação PRODER Um outro Algarve As três Associações de Desenvolvimento Local do Algarve, no âmbito do PRODER, estão a cooperar para criar uma marca regional para o Turismo de Natureza, uma
COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020
COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas
O Cluster Habitat Sustentável - rede de cooperação para a sustentabilidade
O Cluster Habitat Sustentável - rede de cooperação para a sustentabilidade Congresso LiderA 2013 Lisboa, 28/05/2013 Victor Ferreira (Plataforma Construção Sustentável) Cluster Habitat Sustentável - Rede
Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas O enquadramento legal!
Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas O enquadramento legal! 25 de Janeiro de 2013 Agenda: Enquadramento Legislativo e Regulamentar adequado à Utilização de Energia nas empresas; Âmbito
Iniciativa PE2020. A Engenharia como fator de competitividade Projetos colaborativos. António Manzoni/Vilar Filipe
Iniciativa PE2020 A Engenharia como fator de competitividade Projetos colaborativos António Manzoni/Vilar Filipe Novembro 2013 Projeto Engenharia 2020 Preocupações macroeconómicas Papel da engenharia na
Dinâmicas de exportação e de internacionalização
Dinâmicas de exportação e de internacionalização das PME Contribuição da DPIF/ Como fazemos? 1. Posicionamento e actuação da DPIF A DPIF tem como Missão: Facilitar o acesso a financiamento pelas PME e
2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006
2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano
Lisboa 2020 Competitividade, Inovação e Cooperação: Estratégia para o Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo
Lisboa 2020 Competitividade, Inovação e Cooperação: Estratégia para o Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo LISBOA DE GEOGRAFIA VARIÁVEL... Perspectiva administrativa: Área Metropolitana de
Smart Cities Portugal
Smart Cities Portugal A rede Smart Cities Portugal tem por objetivo promover o trabalho em rede numa lógica inter-cluster, para o desenvolvimento e produção de soluções urbanas inovadoras para smart cities,
Criar Valor com o Território
Os territórios como ativos 4 O VALORIZAR é um programa de valorização económica de territórios, que os vê como ativos de desenvolvimento e geração de riqueza e emprego. 5 é a sua visão e a sua assinatura.
Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020
Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural: Experiências de Sucesso em Portugal e na Europa Castro Verde - 06 de Março 2013 Joaquim
Adenda aos Critérios de Selecção
Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE
DESAFIO PORTUGAL 2020
DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia
Plano Gerontológico de Monchique Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011
Apresentação Pública 15 de Outubro de 2011 Trajectórias de envelhecimento Após os 65 anos de idade a estimulação cognitiva diminui significativamente. A diminuição da estimulação desencadeia/agrava o declínio
O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:
EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3
O contributo do Cluster Habitat Sustentável
O contributo do Cluster Habitat Sustentável Victor Ferreira Plataforma para a Construção Sustentável Seminário Construção Sustentável CONCRETA 2011 20/10/2011 Visão e Missão O Cluster Habitat? agregador
Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável
2ª CONFERÊNCIA PASSIVHAUS PORTUGAL 2014 29 de Novembro de 2014 Aveiro - Centro Cultural e de Congressos Victor Ferreira Plataforma Construção Sustentável Entidade Gestora do Cluster Habitat Sustentável
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral
CANDIDATURAS ABERTAS:
Resumo das candidaturas aos Sistemas de Incentivos QREN CANDIDATURAS ABERTAS: Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico Tipologia de Projectos Abertura Encerramento Individuais
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento
Apoios ao Turismo Lições do QREN, desafios e oportunidades
Apoios ao Turismo Lições do QREN, desafios e oportunidades Piedade Valente Comissão Diretiva do COMPETE Sintra, 9 de outubro de 2014 Agenda da Competitividade (2007-2013): instrumentos de apoio eficiência
Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE. Criação de uma Região de Excelência para o Ecoturismo no Interior do Algarve e Costa Vicentina
Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE Criação de uma Região de Excelência para o Ecoturismo no Interior do Algarve e Costa Vicentina Acerca do... Turismo de Natureza Ecoturismo, Turismo Ambiental,
Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões. O que foi feito?
Estratégias regionais, para a investigação e inovação, implementadas nas Regiões Ultraperiféricas e Cabo Verde: O que foi feito? O que está a ser fit? feito? Resolução do Conselho do Governo nº41/2008,
Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012
Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação
AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20
AS OPORTUNIDADES PARA AS EMPRESAS NO PORL 2014-20 Vítor Escária CIRIUS ISEG, Universidade de Lisboa e Augusto Mateus & Associados Barreiro, 30/06/2014 Tópicos Enquadramento A Estratégia de Crescimento
A NOVA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL E OS NOVOS INSTRUMENTOS 2014-2020
ENCONTRO TEMÁTICO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL 28 de Fevereiro de 2014, Espaço Jovem, Porto de Mós. Grupo de Trabalho Desenvolvimento Urbano Sustentável A NOVA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL
Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira
Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista
Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.
Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição
Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS
MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DAS EMPRESAS Destina-se a apoiar. nas explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas - Componente 1. na transformação e/ou comercialização de produtos agrícolas
COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO
COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO 21-4-2015 UNIÃO EUROPEIA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Fundos Europeus Estruturais e de Investimento Índice A. Madeira 14-20 Instrumentos de Apoio ao tecido empresarial.
Programa Região de Aveiro Empreendedora. Filipe Teles Pró-reitor
Programa Região de Aveiro Empreendedora Filipe Teles Pró-reitor 30 de junho de 2015 EIDT 2020: uma estratégia para a Região VISÃO Uma Região inclusiva, empreendedora e sustentável, que reconhece no seu
A Construção Sustentável e o Futuro
A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores
Valorizar os produtos da terra. Melhorar a vida das nossas aldeias. documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015
PROGRAMA VISEU RURAL Valorizar os produtos da terra Melhorar a vida das nossas aldeias documento síntese para consulta e debate público 9 Fev 2015 CONSELHO ESTRATÉGICO DE VISEU Apresentação. O mundo rural
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Inclusão Social e Emprego
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Inclusão Social e Emprego Eixo 5 - Emprego e Valorização Económica dos Recursos Endógenos Objectivo Temático 8 - Promoção da sustentabilidade e qualidade
MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA
MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos
Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE
3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado
ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO
COOPERATIVA DE FORMAÇÃO, EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO BAIXO TÂMEGA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO AS PAISAGENS MILENARES COMO FACTOR IDENTITÁRIO DO TERRITÓRIO "DOURO-VERDE" "PROMOVER O DESENVOLVIMENTO
O que é a Rede Gestus?
O que é a Rede Gestus? A Rede Gestus é uma união estratégica que tem em vista a revitalização e dinamização do comércio local das zonas de Bragança, Chaves e Viseu. A Rede destina-se às Pequenas e Médias
Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização
Portugal 2020: Investigação e Inovação no domínio da Competitividade e Internacionalização Duarte Rodrigues Vogal da Agência para o Desenvolvimento e Coesão Lisboa, 17 de dezembro de 2014 Tópicos: 1. Portugal
Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER
Sessão de Divulgação do Subprograma 3 do PRODER Vendas Novas 27 de Janeiro de 2012 SUBPROGRAMA 3 - Dinamização das Zonas Rurais 3.1 DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA E CRIAÇÃO DE EMPREGO 3.1.1 Diversificação
Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre
Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito
1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira
Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de
POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO
POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO ACÇÃO-TIPO: 2.3.1 ACÇÕES DE FORMAÇÃO NA ROTA DA QUALIFICAÇÃO VALORIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO SECTOR AGRO-ALIMENTAR E TURÍSTICO CURSO N..ºº 11 TTÉCNI
ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO
ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO O papel da Assistência Empresarial do IAPMEI António Cebola Sines, 11 de Dezembro de 2009 MISSÃO DO IAPMEI Promover a inovação e executar políticas de estímulo
PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008
PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,
Objetivos: A melhoria da qualidade de vida das comunidades piscatórias; A valorização das raízes culturais e etnográficas de forma a estimular a
ALDEIAS DE MAR Enquadramento Identificar uma estratégia corporizada através de um conjunto de projetos de âmbito empresarial, cultural, ambiental e social dirigidos às comunidades piscatórias. Criar uma
SISTEMA DE INCENTIVOS À
SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISOS PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS INOVAÇÃO PRODUTIVA EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO Elisabete Félix Turismo de Portugal, I.P. - Direcção de Investimento PRIORIDADE
Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;
VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo
VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Maputo, 15 de Abril de 2014
VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Maputo, 15 de Abril de 2014 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros responsáveis pela Ciência, Tecnologia
Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio [email protected]
Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio [email protected] FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis
Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE
. Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica
Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Resposta à nova ambição económica Resposta à nova ambição económica 02-07-2012 Novo Modelo para o Ecossistema
MINHO INovação 2014/2020
MINHO INovação 2014/2020 O MINHO IN Estratégia de Eficiência Coletiva O Minho IN é estratégia de eficiência coletiva, isto é uma ação conjunta assente numa parceria que partilha um objetivo em concreto:
Programa Operacional Regional do Algarve
Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático CI Competitividade e Internacionalização Prioridades de investimento: 11.2 Aprovado
MINISTÉRIO DO AMBIENTE
REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá
PLANO TECNOLÓGICO DE EDUCAÇÃO. Artigo 1.º
Artigo 1.º PLANO TECNOLÓGICO DE EDUCAÇÃO DEFINIÇÃO O Plano Tecnológico da Educação constitui um instrumento essencial para concretizar o objetivo estratégico de modernização tecnológica do AEV no quadriénio
XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO
XX CONGRESSO ENGENHARIA 2020 UMA ESTRATÉGIA PARA PORTUGAL 17 a 19 de outubro de 2014 ALFÂNDEGA DO PORTO Desenvolvimento Rural, Agricultura, Florestas e Sustentabilidade 17 de outubro de 2014 / GPP Eduardo
1. IDT Consulting. 2. Gestão da Inovação: importância e ferramentas. 3. Promoção da Criatividade e Gestão de Ideias
GESTÃO DA INOVAÇÃO AGENDA 1. IDT Consulting 2. Gestão da Inovação: importância e ferramentas 3. Promoção da Criatividade e Gestão de Ideias 4. Diagnósticos Estratégicos de Inovação 5. Implementação de
AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO
AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07
PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL
PRODER Sub-Programa 3 Dinamização das Zonas Rurais ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO PARA O INTERIOR DO ALGARVE CENTRAL Medida 3.1 - Diversificação da economia e criação de emprego Objectivos : - Promover
Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão"
Seminário Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão Alcácer do Sal Programa de Valorização da Fileira da Pinha/Pinhão" Nélia Aires Eng.ª Florestal UNAC -União da Floresta Mediterrânica 18. 09. 2012 Índice
MEMORANDO DE ENTENDIMENTO
MEMORANDO DE ENTENDIMENTO Tendo em consideração o inquestionável papel central dos sectores agrícola e agroalimentar na atividade económica da Região de Lisboa e Vale do Tejo e observando-se a inexistência
AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)
AVISO Admissão de Pessoal (m/f) A AJITER Associação Juvenil da Ilha Terceira pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do Programa
aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:
Enquadramento Desafios: aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: eficiência dos sistemas agrícolas e florestais gestão sustentável
DIRECÇÃO REGIONAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E COMUNICAÇÔES
DIRECÇÃO REGIONAL DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E COMUNICAÇÔES Missão : Dinamizar a investigação científica e promover o desenvolvimento tecnológico e a inovação para consolidar a Sociedade do Conhecimento na
Inovação e Competitividade Incentivos às Empresas 2020
Inovação e Competitividade Incentivos às Empresas 2020 Investigação, Inovação, Empreendedorismo Miguel Cruz [email protected] Setúbal 16 Setembro 2015 O presente conteúdo é válido no contexto do evento
Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030
Gestão Pública em BH Programa BH Metas e Resultados e BH 2030 5º Congresso de Gerenciamento de Projetos 10 de novembro de 2010 Belo Horizonte Planejamento Estratégico Longo Prazo período 2010-2030 - planejamento
ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011
ESPECIAL PMEs Volume III Fundos europeus 2ª parte O Portal de Negócios Rua Campos Júnior, 11 A 1070-138 Lisboa Tel. 213 822 110 Fax.213 822 218 [email protected] Copyright O Portal de Negócios,
Portugal 2020. 03-11-2014 Areagest Serviços de Gestão S.A.
Portugal 2020 Os Nossos Serviços Onde pode contar connosco? Lisboa Leiria Braga Madrid As Nossas Parcerias Institucionais Alguns dos Nossos Clientes de Referência Bem Vindos à Areagest Índice O QREN;
Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Acções de Valorização e Qualificação Ambiental. Aviso - ALG-31-2010-02
Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental Acções de Valorização e Qualificação Ambiental Aviso - ALG-31-2010-02 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
