Rua Bosssuet Wanderley, 375 Centro (Prédio do AA) Conceitos
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- Francisca Nunes Cesário
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1 Título: Uidades de cocetrações Data: / / 08 Coceitos Título (T): é o quociete etre a assa ( ) do soluto e a assa da solução (). T = Partes por ilhão (pp): é o quociete etre a assa do soluto ( ), expressa e g e a assa da solução (), expressa e kg. pp = (g) (kg) 0 - (UEM PR) U ovo diesel laçado receteete foi chaado de S50, pois coté soete 50 pp de exofre e sua coposição. Co base essa iforação, assiale a(s) alterativa(s) correta(s). 0. Cosiderado que a reação do exofre os otores a diesel é S + O SO, a queia de kg de diesel S50 causa a eissão de 0, g de SO a atosfera. 0. O diesel S50 apreseta 0,5% de exofre e porcetage e assa o diesel kg de diesel S50 coté 5 g de exofre. 08. O diesel é u hidrocarboeto que apreseta eor teperatura de ebulição do que a gasolia. 6. O exofre é u cotaiate do diesel que deve ser diiuído, pois cotribui para a poluição abietal e para a foração de chuva ácida. 0 - (UFOP MG) Durate ua festa, u covidado igeriu 5 copos de cerveja e 3 doses de uísque. A cerveja coté 5% v/v de etaol e cada copo te u volue de 0,3 L; o uísque coté 40% v/v de etaol e cada dose correspode a 30 L. O volue total de etaol igerido pelo covidado durate a festa foi de: a) L. b), L. c) 5,9 L. d),59 L (UIFESP SP) O ídice de gasolia e ão-coforidade co as especificações da AP (Agêcia acioal de Petróleo, Gás atural e Biocobustíveis) é u dado preocupate, já que algus postos estava vededo gasolia co ais de 85% de álcool aidro. Todo posto de gasolia deve ter u kit para testar a qualidade da gasolia, quado solicitado pelo cosuidor. U dos testes ais siples, o teste da proveta, disposto a Resolução AP.º 9, de 7 de arço de 007, é feito co solução aquosa de cloreto de sódio (acl), a cocetração de 0% p/v (00 g de sal para cada litro de água). O teste cosiste e colocar 50 L de gasolia ua proveta de 00 L co tapa, copletar o volue co 50 L da solução de cloreto de sódio, isturar por eio de 0 iversões e, após 5 iutos de repouso, fazer a leitura da fase aquosa. O cálculo do teor de álcool é deteriado pela expressão: T = (A ) +, ode: T: teor de álcool a gasolia, e A: aueto e volue da caada aquosa (álcool e água). O teste aplicado e ua aostra X de gasolia de u deteriado posto idicou o teor de 53%. O volue, e L, da fase aquosa obtida quado o teste foi realizado corretaete co a aostra X foi a) 76. b) 53. c) 40. d) 6. e) (UFMS) A sacarose é u carboidrato uito solúvel e água; para saturar 0,5 L de água pura (d =,0 g/l) à teperatura de 0 C, são ecessários 000 g desse açúcar. Qual é, aproxiadaete, a cocetração dessa solução e porcetage (/)? a) 50 %. b) 5 %. c) 78 %. d) 67 %. e) 90 %. ) Gab: ; ) Gab: A; 3) Gab: A; 4) Gab: D Cocetração cou (C): é o quociete etre a assa do soluto ( ) e o volue da solução (V). C = V 05 - (ACAFE SC) O texto abaixo está presete a legislação que istitui o Código de Trâsito Brasileiro- CTB. [...]Coduzir veículo autootor, a via pública, estado co cocetração de álcool por litro de sague igual ou superior a 6 (seis) decigraas, ou sob a ifluêcia de qualquer outra substâcia psicoativa que deterie depedêcia: Peas - deteção, de seis eses a três aos, ulta e suspesão ou proibição de se obter a perissão ou a habilitação para dirigir veículo autootor. [...] U codutor autootivo parado e ua operação policial, após ser subetido a aálises técicas, apresetou ua cocetração de decigraas de álcool por litro de sague. Co base o texto acia e os coceitos quíicos, aalise as afirações a seguir. I. A cocetração de álcool o sague desse codutor é de, g/ L. II. O codutor deverá ser pealizado segudo a legislação do CTB. III. Caso o codutor possua e seu orgaiso u volue de sague igual a 5,0 L, a quatidade de álcool presete e seu corpo é de 0,5 g. IV. A cobustão copleta do etaol geral CO e água. Assiale a alterativa correta. a) Apeas I, II e III estão corretas. b) Apeas II, III e IV estão corretas. c) Apeas a afiração III está correta. d) Todas as afirações estão corretas. (83) / / /
2 TEXTO: - Cou à questão: 6 A fábrica de pele As seguites etapas são utilizadas pela fábrica de pele aleã para produzir 00 discos de pele recostituída a partir de ua aostra, u processo que dura 6 seaas. a etapa: Co ua biópsia, extrai-se u pequeo pedaço de pele do volutário. a etapa: U braço robótico corta a pele e pedacihos. 3 a etapa: Co a ajuda de ezias, ua áquia separa dois tipos de células: os queratiócitos, da superfície, e os fibroblastos, que copõe a parte itera da pele. 4 a etapa: Os dois tipos são cultivados e biorreatores e se replica. As células produze colágeo, proteía que ajuda a uir e fortalecer os tecidos. 5 a etapa: Os fibroblastos são despejados e frascos ode fora a dere. utrietes são adicioados para ajudar o processo. 6 a etapa: Por cia da dere são acrescetados os queratiócitos, que ajuda a forar a epidere. 7 a etapa: Fica tudo ua icubadora a 37 ºC até a pele adquirir a fora fial. O resultado te as esas caadas que fora o tecido huao: dere, epidere e subdivisões. (Adaptado: Revista Galileu, julho de 0, p. 47) 06 - (PUC Cap SP) utrietes para a pele, coo as vitaias A e E, ajuda a reduzir os daos causados pelos radicais livres, graças às suas fortes propriedades atioxidates. A dose diária de vitaia C recoedada para satisfazer as ecessidades do corpo é de 00 g. Assi, ao dissolver essa quatidade de vitaia C e eio copo d água (cerca de 00 L), obté-se ua solução de vitaia C de cocetração, e g/l, de, aproxiadaete, a) 0, b) 0, c) 0,5 d) 0,8 e),0 TEXTO: - Cou à questão: 7 Utilize as iforações reuidas a tabela, obtidas do rótulo de ua água ieral atural. e) 0,68. 5) Gab: A; 6) Gab: E; 7) Gab: D Molaridade ou cocetração olar ou cocetração e ol/l ou cocetração e quatidade de atéria (M): é o quociete etre o úero de ols o soluto ( ) e o volue da solução (V), e litros. M = M = MM V ( l) V ( l) 08 - (UIRG TO) Os polivitaíicos apreseta vitaias e oligoeleetos e sua coposição. U certo polivitaíico apreseta 600 g de ácido ascórbico, de fórula olecular C 6 H 8 O 6, e sua forulação. Após dissolver u copriido desse produto coercial e 00 L de água, cosiderado-se que todo o ácido ascórbico teha dissolvido esse volue de água e que ão ocorreu udaça de volue, assiale a úica alterativa que apreseta a cocetração, e ol.l, de ácido ascórbico a solução: Dados: assas atôicas de C =, O = 6 e H =. a) 0,07. b) 0,00. c) 0,05. d) 0, (FPS PE) Forol, tabé cohecido coo foralia, é ua solução aquosa de etaal ou foraldeído. E altas cocetrações, essa solução é utilizada para coservar cadáveres ou peças aatôicas. Deterie a quatidade de foraldeído (CH O) presete e 5,0 L de ua solução ol.l de forol. Dados: Massas olares e g.ol : H = ; C = ; O = 6. a),8 kg b),5 kg c) 3,7 kg d) 4,6 kg e) 5,0 kg 0 - (UITAU SP) U dado fluido biológico apreseta 45 g de glicose (assa olar = 80) para cada decilitro do fluido (45 g/dl). A cocetração olar de glicose é a) 50 olar. b) 5 olar. c) 5,0 olar. d),5 olar. e),5 olar (Uicastelo SP) Segudo as iforações da tabela, a assa total de íos de etais alcalio-terrosos dissolvidos essa água, e g/l, é igual a a) 4,80. b) 8,3. c) 7,575. d) 8,474. 8) Gab: A; 9) Gab: A; 0) Gab: D Molalidade ou cocetração olal ou cocetração e ol/kg (W): é o quociete etre o úero de ols do soluto ( ) e a assa do solvete ( ), e quilograas. W = (kg) Fração olar (X): (83) / / / W = MM ( kg)
3 a) do soluto (X ): é o quociete etre o úero de ols do soluto ( ) e o úero de ols da solução (). X = b) do solvete (X ): é o quociete etre o úero de ols do solvete ( ) e o úero de ols da solução (). X = ; X + X = oralidade (): é o quociete etre o úero de equivalete-graa do soluto (e ) e o volue da solução (V), e litro. e = V(l) = E x V. Cosidere o texto: "Ua solução aquosa olal de ao 3 apreseta ol do soluto para cada kg de solvete. Assi, se desejaros preparar ua solução de igual olalidade utilizado 0 kg do solvete, ecessitareos de ol de soluto. " Idetifique as expressões que copleta corretaete as lacuas.. Calcule a olalidade (W) de ua solução aquosa obtida pela dissolução de 4,5 graas de ácido sulfúrico e 000 graas de água. (Massa olar do HS04 = 98 g ol-) 3. Ua solução aquosa de aoh apreseta ua fração olar do soluto igual a 0,3. Deterie o úero de ol de água, sabedo-se que o úero de ol do aoh é 0,3 ol. 4. (VES) Ua quatidade igual a 5 g de acl é dissolvida e 5 g de H O. A fração e quatidade de atéria do acl a solução é aproxiadaete igual a: Dadas as assas atôicas: H = ; O = 6; a = 3; Cl = 35,5. a) 0,94 b) 0,058 c) 0,47 d) 0,094 e), 5. Dissolve-se 8,4 g de sulfato de sódio e água, de odo a se obtere 500 l de solução. Calcule a oralidade dessa solução. 6. Qual a assa de cloreto de crôio (CrCl 3 ) ecessária para obter 400 l de solução 0,3 desse sal? Exercícios de fixação 0 - (EEM) O álcool hidratado utilizado coo cobustível veicular é obtido por eio da destilação fracioada de soluções aquosas geradas a partir da feretação de bioassa. Durate a destilação, o teor de etaol da istura é auetado, até o liite de 96% e assa. Cosidere que, e ua usia de produção de etaol, 800 kg de ua istura etaol/água co cocetração 0% e assa de etaol fora destilados, sedo obtidos 00 kg de álcool hidratado 96% e assa de etaol. A partir desses dados, é correto cocluir que a destilação e questão gerou u resíduo co ua cocetração de etaol e assa a) de 0%. b) de 8,0%. c) etre 8,4% e 8,6%. d) etre 9,0% e 9,%. e) etre 3% e 4%. 0 - (EEM) A varfaria é u fáraco que diiui a agregação plaquetária, e por isso é utilizada coo aticoagulate, desde que esteja presete o plasa, co ua cocetração superior a,0 g/l. Etretato, cocetrações plasáticas superiores a 4,0 g/l pode desecadear heorragias. As oléculas desse fáraco fica retidas o espaço itravascular e dissolvidas exclusivaete o plasa, que represeta aproxiadaete 60% do sague e volue. E u edicaeto, a varfaria é adiistrada por via itraveosa a fora de solução aquosa, co cocetração de 3,0 g/l. U idivíduo adulto, co volue saguíeo total de 5,0 L, será subetido a u trataeto co solução ijetável desse edicaeto. Qual é o áxio volue da solução do edicaeto que pode ser adiistrado a esse idivíduo, pela via itraveosa, de aeira que ão ocorra heorragias causadas pelo aticoagulate? a),0 L. b),7 L. c),7 L. d) 4,0 L. e) 6,7 L (EEM) O peróxido de hidrogêio é couete utilizado coo atisséptico e alvejate. Tabé pode ser epregado e trabalhos de restauração de quadros eegrecidos e o clareaeto de detes. a preseça de soluções ácidas de oxidates, coo o peragaato de potássio, este óxido decopõe-se, cofore a equação a seguir: 5 H O (aq) + KMO 4 (aq) + 3 H SO 4 (aq) 5 O (g) + MSO 4 (aq) + K SO 4 (aq) + 8 H O (l) ROCHA-FILHO, R. C. R.; SILVA, R. R. Itrodução aos Cálculos da Quíica. São Paulo: McGraw-Hill, 99. De acordo co a estequioetria da reação descrita, a quatidade de peragaato de potássio ecessária para reagir copletaete co 0,0 L de ua solução 0, ol/l de peróxido de hidrogêio é igual a a),0 0 0 ol. b),0 0 3 ol. c) 8,0 0 ol. d) 8,0 0 4 ol. e) 5,0 0 3 ol (EEM) Os exageros do fial de seaa pode levar o idivíduo a u quadro de azia. A azia pode ser descrita coo ua sesação de queiação o estôago, provocada pelo desbalaceeto do ph estoacal (excesso de ácido clorídico). U dos atiácidos couete epregados o cobate à azia é o leite de agésia. O leite de agésia possui 64.8 g de hidróxido de agésio (Mg(OH) ) por litro da solução. Qual a quatidade de ácido eutralizado ao se igerir 9 L de leite de agésia? Dados: Massas olares (e g ol ): Mg = 4,3; Cl = 35,4; O = 6; H =. a) 0 ol. b) 0,58 ol. c) 0, ol. (83) / / /
4 d) 0,0 ol. e) 0,0 ol (EEM) Ao colocar u pouco de açúcar a água e exer até a obteção de ua só fase, prepara-se ua solução. O eso acotece ao se adicioar u pouquiho de sal à água e isturar be. Ua substâcia capaz de dissolver o soluto é deoiada solvete; por exeplo, a água é u solvete para o açúcar, para o sal e para várias outras substâcias. A figura a seguir ilustra essa citação. O abiete que ecessita de biorreediação é o(a) a) solo I. b) solo II. c) água I. d) água II. e) água III (EEM) O quadro apreseta o teor de cafeía e diferetes bebidas couete cosuidas pela população. Dispoível e: co.br. Acesso e: 7 abr. 00. Supoha que ua pessoa, para adoçar seu cafeziho, teha utilizado 3,4g de sacarose (assa olar igual a 34 g/ol) para ua xícara de 50 L do líquido. Qual é a cocetração fial, e ol/l, de sacarose esse cafeziho? a) 0,0 b) 0, c) d) 00 e) (EEM) Diesel é ua istura de hidrocarboetos que tabé apreseta exofre e sua coposição. Esse exofre é u copoete idesejável, pois o trióxido de exofre gerado é u dos grades causadores da chuva ácida. os aos 980, ão havia regulaetação e era utilizado óleo diesel co pp de exofre. E 009, o diesel passou a ter 800 pp de exofre (S800) e, e seguida, foi iserido o ercado o diesel S500 (500 pp). E 0, foi difudido o diesel S50, co 50 pp de exofre e sua coposição. Atualete, é produzido u diesel co teores de exofre aida eores. Os ipactos da á qualidade do óleo diesel brasileiro. Dispoível e: Acesso e: 0 dez. 0 (adaptado). A substituição do diesel usado os aos 980 por aquele difudido e 0 peritiu ua redução percetual de eissão de SO 3 de a) 86,%. b) 96,%. c) 97,%. d) 99,6%. e) 99,9% (EEM) A utilização de processos de biorreediação de resíduos gerados pela cobustão icopleta de copostos orgâicos te se torado crescete, visado iiizar a poluição abietal. Para a ocorrêcia de resíduos de aftaleo, alguas legislações liita sua cocetração e até 30 g/kg para solo agrícola e 0,4 g/l para água subterrâea. A quatificação desse resíduo foi realizada e diferetes abietes, utilizado-se aostras de 500 g de solo e 00 L de água, cofore apresetado o quadro. Da aálise do quadro coclui-se que o eor teor de cafeía por uidade de volue está presete o a) café expresso. b) café filtrado. c) chá preto. d) refrigerate de cola. e) chocolate quete (EEM) E u caso de aeia, a quatidade de sulfato de ferro (II) (FeSO 4, assa olar igual a 5 g/ol) recoedada coo supleeto de ferro foi de 300 g/dia. Acia desse valor, a ucosa itestial atua coo barreira, ipedido a absorção de ferro. Fora aalisados cico frascos de supleeto, cotedo solução aquosa de FeSO 4, cujos resultados ecotrase o quadro. Cocetraçãode sulfatode ferro(ii) Frasco (ol/l) 0, ,0 0,30,97 5,0 Se for igerida ua colher (0 L) por dia do edicaeto para aeia, a aostra que coterá a cocetração de sulfato de ferro (II) ais próxia da recoedada é a do frasco de úero a) b) c) 3 d) 4 e) (EEM) O álcool coercial (solução de etaol) é vedido a cocetração de 96% e volue. Etretato, para que possa ser utilizado coo desifetate, deve-se usar ua solução alcoólica a cocetração de 70%, e volue. Supoha que u hospital recebeu coo doação u lote de 000 litros de álcool coercial a 96% e volue, e pretede trocá-lo por u lote de álcool desifetate. (83) / / /
5 Para que a quatidade total de etaol seja a esa os dois lotes, o volue de álcool a 70% forecido a troca deve ser ais próxio de a) 04 L. b) 37 L. c) 48 L. d) 63 L. e) 700 L. - (EEM) O viagre ve sedo usado desde a Atiguidade coo coservate de alietos, be coo agete de lipeza e codieto. U dos pricipais copoetes do viagre é o ácido acético (assa olar 60 g/ol), cuja faixa de cocetração deve se situar etre 4% a 6% (/v). E u teste de cotrole de qualidade fora aalisadas cico arcas de diferetes viagres, e as cocetrações de ácido acético, e ol/l, se ecotra o quadro. A aostra de viagre que se ecotra detro do liite de cocetração tolerado é a a). b). c) 3. d) 4. e) 5. - (EEM) A cafeía é u alcaloide, idetificado coo,3,7- trietilxatia (assa olar igual a 94 g/ol), cuja estrutura quíica coté ua uidade de puria, cofore represetado. Esse alcaloide é ecotrado e grade quatidade as seetes de café e as folhas de chá-verde. Ua xícara de café coté, e édia, 80 g de cafeía. O CH 3 H 3 C O CH 3 MARIA, C. A. B.; MOREIRA, R. F. A. Cafeía: revisão sobre étodos de aálise. Quíica ova,., 007 (adaptado). Cosiderado que a xícara descrita coté u volue de 00 L de café, a cocetração, e ol/l, de cafeía essa xícara é ais próxia de: a) 0,0004. b) 0,00. c) 0,4. d). e) (EEM) A hidropoia pode ser defiida coo ua técica de produção de vegetais se ecessariaete a preseça de solo. Ua das foras de ipleetação é ater as platas co suas raízes suspesas e eio líquido, de ode retira os utrietes esseciais. Supoha que u produtor de rúcula hidropôica precise ajustar a cocetração do ío itrato (O 3 ) para 0,009 ol/l e u taque de litros e, para tato, te e ãos ua solução coercial utritiva de itrato de cálcio 90 g/l. As assas olares dos eleetos, O e Ca são iguais a 4 g/ol, 6 g/ol e 40 g/ol, respectivaete. Qual o valor ais próxio do volue da solução utritiva, e litros, que o produtor deve adicioar ao taque? a) 6 b) 4 c) 45 d) 5 e) (EEM) Para cada litro de etaol produzido e ua idústria de caa-de-açúcar são gerados cerca de 8 L de vihaça que é utilizada a irrigação das platações de caa-de-açúcar, já que coté teores édios de utrietes, P e K iguais a 357 g/l, 60 g/l e 034 g/l, respectivaete. SILVA, M. A. S.; GRIEBELER,. P.; BORGES, L. C. Uso de vihaça e ipactos as propriedades do solo e leçol freático. Revista Brasileira de Egeharia Agrícola e Abietal,., 007 (adaptado). a produção de L de etaol, a quatidade total de fósforo, e kg, dispoível a vihaça será ais próxia de a). b) 9. c) 60. d) 70. e) (EEM) O soro fisiológico é ua solução aquosa de cloreto de sódio (acl) couete utilizada para higieização ocular, asal, de ferietos e de letes de cotato. Sua cocetração é 0,90% e assa e desidade igual a,00 g/l. Qual assa de acl, e graa, deverá ser adicioada à água para preparar 500 L desse soro? a) 0,45 b) 0,90 c) 4,50 d) 9,00 e) 45, (EEM) O pricipal copoete do sal de coziha é o cloreto de sódio, as o produto pode ter aluiossilicato de sódio e pequeas cocetrações. Esse sal, que é isolúvel e água, age coo atiuectate, evitado que o sal de coziha teha u aspecto epedrado. O procedieto de laboratório adequado para verificar a preseça do atiuectate e ua aostra de sal de coziha é o(a) a) realização do teste de chaa. b) edida do ph de ua solução aquosa. c) edida da turbidez de ua solução aquosa. d) esaio da preseça de substâcias orgâicas. e) verificação da preseça de cátios oovaletes. 7 - (EEM) A toxicidade de alguas substâcias é oralete represetada por u ídice cohecido coo DL 50 (dose letal ediaa). Ele represeta a dosage aplicada a ua população de seres vivos que ata 50% desses idivíduos e é oralete edido utilizado-se ratos coo cobaias. Esse ídice é uito iportate para os seres huaos, pois ao se extrapolar os dados obtidos co o uso de cobaias, pode-se deteriar o ível tolerável de cotaiação de alietos, para que possa ser cosuidos de fora segura pelas pessoas. O quadro apreseta três pesticidas e suas (83) / / /
6 toxicidades. A uidade g/kg idica a assa da substâcia igerida pela assa da cobaia. Sesseta ratos, co assa de 00 g cada, fora divididos e três grupos de vite. Três aostras de ração, cotaiadas, cada ua delas co u dos pesticidas idicados o quadro, a cocetração de 3 g por graa de ração, fora adiistradas para cada grupo de cobaias. Cada rato cosuiu 00 g de ração. Qual(ais) grupo(s) terá(ão) ua ortalidade íia de 0 ratos? a) O grupo que se cotaiou soete co atrazia. b) O grupo que se cotaiou soete co diazio. c) Os grupos que se cotaiara co atrazia e alatio. d) Os grupos que se cotaiara co diazio e alatio. e) ehu dos grupos cotaiados co atrazia, diazio e alatio. 8 - (EEM) A igestão de vitaia C (ou ácido ascórbico; assa olar igual a 76 g/ol) é recoedada para evitar o escorbuto, alé de cotribuir para a saúde de detes e gegivas e auxiliar a absorção de ferro pelo orgaiso. Ua das foras de igerir ácido ascórbico é por eio dos copriidos efervescetes, os quais cotê cerca de 0,006 ol de ácido ascórbico por copriido. Outra possibilidade é o suco de laraja, que coté cerca de 0,07 g de ácido ascórbico para cada 00 L de suco. O úero de litros de suco de laraja que correspode à quatidade de ácido ascórbico presete e u copriido efervescete é ais próxio de a) 0,00. b) 0,03. c) 0,3. d). e) (UPE PE) 0,0 L de ua solução de aôia reage exataete co 0,39g de H SO 4, proveiete de ua solução 0,5 ol/l desse ácido, origiado u sal de aôio. A cocetração e g/l da solução de aôia é Dados: a (C) = u, a (O) = 6u, a (H) = u, a () = 4u a),6 b) 4,3 c) 6,4 d) 6,8 e) 8, 0 - (UPE PE) Ua solução aquosa de carboato de sódio 0,5 ol/l reage co quatidade rigorosaete estequioétrica de solução aquosa de ácido clorídrico. O gás forado a reação foi totalete recolhido e u recipiete de 50,0 L de capacidade à teperatura de 7 C. Sabese que a pressão que o gás exerce o recipiete é de,46 at. O volue da solução de carboato de sódio, utilizado essa reação é igual a Dados: a(a) = 3u, a(c) = u, a(o) = 6u, R = 0,08L.at/ol.K a) 300,0 L b) 50,0 L c) 400,0 L d) 5,0 L e) 00,0 L - (Uioeste PR) O trataeto de água usual ão eliia algus poluetes potecialete tóxicos, coo os etais pesados. Por isso, é iportate que idústrias istaladas ao logo dos rios, os quais são fotes de água para a população, teha seus rejeitos cotrolados. Cosidere que ua idústria laçou, e u curso d água, 0000 litros de u rejeito cotedo g/l de CdCl. Se etade deste rejeito ecotrar seu destio e u taque de ua estação de trataeto, de odo que o volue fial seja de litros, a cocetração de CdCl (e ol L ) aí esperada será de aproxiadaete: a) 0 6 b) 0 5 c) d) 0 4 e) TEXTO: Cou à questão: A Etaoeba hystolítica se reproduz o itestio, causa lesões o sistea digestor e é resposável pela aebíase ou desiteria aebiaa. A cotaiação pelo protozoário ocorre através da igestão de alietos cotaiados ou pelos cistos eliiados co as fezes, que pode causar ifecção. A higiee pessoal e a lavage cuidadosa dos alietos são a aeira ais eficaz de preveção da aebíase. Etretato, o trataeto dessa parasitose prescrito e acopahado pelo édico pode ser feito pelo secidazol, u fugicida e bactericida de eia-vida 4 h. - (UIT SE) Ua aálise dessas iforações e da estrutura quíica do secidazol perite corretaete afirar: a) Os cistos são ovos resultates da reprodução do protozoário. b) A lipeza dos alietos é eficaz quado feita co álcool e viagre. c) A aeba histolítica se ovieta rapidaete por eio de cílios e flagelo. d) A assa de,0 0 3 g de secidazol, após 4 h de igerido, ão apreseta ais atividade atiaebiaa. e) A quatidade de atéria e u copriido de 000 g de secidazol é, aproxiadaete, 5,4 0 3 ol. ) Gab: D; ) Gab: D; 3) Gab: D; 4) Gab: D; 5) Gab: B; 6) Gab: D 7) Gab: B; 8) Gab: C; 9) Gab: B; 0) Gab: B; ) Gab: E; ) Gab: B 3) Gab: B; 4) Gab: B; 5) Gab: C; 6) Gab: C; 7) Gab: D 8) Gab: E; 9) Gab: D; 0) Gab: E; ) Gab: A; ) Gab: E. (83) / / /
Rua Bosssuet Wanderley, 375 Centro (Prédio do AA) Conceitos
Título:Uidades de cocetrações Data: / / 08 Coceitos Título (T): é o quociete etre a assa ( ) do soluto e a assa da solução (). T = Partes por ilhão (pp): é o quociete etre a assa do soluto ( ), expressa
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