CIDADES SUSTENTÁVEIS
|
|
|
- Roberto Caminha Lameira
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CIDADES SUSTENTÁVEIS Promover um crescimento sustentável ABAE Fevereiro 2015
2 Apresentação 1. Desafios de gestão do património municipal 2. Solução 3. Metodologia lightcube CUBE 4D 4. Conclusão
3 1. DESAFIOS DA GESTÃO DO PATRIMÓNIO
4 1. DESAFIOS DA GESTÃO DO PATRIMÓNIO Autarquia Serviços Municipais Sociedade Civil
5 1. DESAFIOS DA GESTÃO DO PATRIMÓNIO AUTARQUIAS Autarquia Controlar as despesas públicas alocadas ao património Serviços Municipais Sociedade Civil Melhorar a visibilidade das políticas públicas em matéria de património Planear as políticas patrimoniais em função das necessidades e dos meios financeiros disponíveis
6 1. DESAFIOS DA GESTÃO DO PATRIMÓNIO Autarquia SERVIÇOS MUNICIPAIS Serviços Municipais Sociedade Civil Responsabilizar os serviços na pilotagem dos recursos financeiros, humanos e respectivas actividades, ao nível do seu risco e qualidade Promover uma participação transversal entre os diferentes serviços no respeitante à gestão do património Planear a alocação dos respectivos recursos humanos, financeiros e técnicos
7 1. DESAFIOS DA GESTÃO DO PATRIMÓNIO SOCIEDADE CIVIL Autarquia Melhorar a qualidade da oferta dos serviços públicos Responsabilizar e valorizar os agentes nas suas actividades Serviços Municipais Sociedade Civil Trabalhar sobre um objectivo comum que seja partilhado pelos municípios, serviços e pelos cidadãos Criação de uma imagem de marca forte ligada à sustentabilidade capaz de promover a captação de investimento e o turismo.
8 2. SOLUÇÃO
9 2. SOLUÇÃO DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIA MELHORIA CONTÍNUA APOIO ÀS DECISÕES DE GESTÃO MONITORIZAÇÃO APOIO À EXECUÇÃO
10 2. SOLUÇÃO. 1. DEFINIÇÃO DE ESTRATÉGIA Definir orientações para uma estratégia de longoprazo Identificar e conhecer o estado geral do património
11 2. SOLUÇÃO. 2. APOIO ÀS DECISÕES DE GESTÃO Adaptação das construções, aquisição, demolição, renovação, alienação, concessão Afectação do património em função das necessidades definidas estrategicamente
12 2. SOLUÇÃO. 3. APOIO À EXECUÇÃO Actualização de inventário e cadastro Planeamento da Manutenção e intervenções correntes
13 2. SOLUÇÃO. 4. MONITORIZAÇÃO Actividades de acompanhamento e monitorização Avaliar a performance (vida restante, custos de exploração, etc.) Avaliação custobenefício da estratégia adoptada Comparação para diferentes cenários
14 2. SOLUÇÃO. 5. MELHORIA CONTÍNUA Auditar os resultados da gestão Avaliar a estratégia de gestão existente manter ou redefinir?
15 2. SOLUÇÃO Ferramentas Sistema de Gestão Objectivo Apoiar as decisões de gestão, nomeadamente as decisões operacionais, através de um conjunto de processos planeados e sistematizados.
16 2. SOLUÇÃO Funcionalidades (previsão, avaliação e acompanhamento): Inventário do Património Avaliação do Estado de Conservação Gestão das actividades de manutenção e exploração Previsão de custos financeiros (investimentos futuros) Mapa (tableau de bord) das despesas com segurança, acessibilidades, gestão de arrendamentos, consumos de água e energia, etc.
17 3. METODOLOGIA lightcube CUBE 4D
18 3. METODOLOGIA lightcube CUBE 4D Apoiar as organizações na implementação de um Sistema de Gestão do Património (SGP) enquadrado na política de gestão definida, e de acordo com os princípios definidos pela ISO O SGP é uma plataforma onde é integrada toda a informação necessária para a gestão do património detido pela organização, assegurando a coerência entre três níveis: de decisão estratégica, de gestão e operacional.
19 3. METODOLOGIA lightcube CUBE 4D Metodologia Adoptar procedimentos de gestão standardizados (norma ISO 55000) Implementação de um Sistema de Gestão Patrimonial Equipas especializadas e calibradas Planificação orçamental a médio e longo prazo Inquéritos de satisfação dos utentes/munícipes Comunicação e informação das acções desenvolvidas aos munícipes
20 4. CONCLUSÃO O património público municipal é uma alavanca, uma oportunidade de aumentar a performance num contexto de rigor financeiro (e não um encargo). A utilização de novas ferramentas e modos de organização orientados para a gestão sustentável do património público já são uma realidade em vários países.
Estratégias Locais de. Habitação
Estratégias Locais de Habitação 1. Estratégias Locais de Habitação Qual o enquadramento das ELH? As Estratégias Locais de Habitação são instrumentais na concretização dos princípios orientadores da Nova
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis. Paula Trindade LNEG
Estratégias para as Compras Públicas Sustentáveis Paula Trindade LNEG Conferência Compras Públicas Sustentáveis LNEG, 25 Março 2010 Muitas organizações têm experiências em compras sustentáveis! Mas sem
Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ)
Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) O SGQ da Câmara Municipal segue o modelo da norma NP EN ISO 9001:2008 ilustrado pelo esquema transcrito a seguir. Melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade
Carta de Missão do Dirigente Superior de 2.º Grau
Carta de Missão do Dirigente Superior de 2.º Grau Ministério: Ministério da Justiça (MJ) Serviço\Organismo: Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I.P. (IGFEJ, I.P.) Cargo e Titular:
Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional
CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições
PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA Fundo do Baixo Sabor
PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA 2011 Fundo do Baixo Sabor I - INTRODUÇÃO O Plano Anual de Actividades constitui-se como o documento orientador da actividade do Fundo Baixo
CARTA DE MISSÃO. Serviço\Organismo: Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I.P. (IGFEJ, I.P.)
CARTA DE MISSÃO Ministério: Ministério da Justiça (MJ) Serviço\Organismo: Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I.P. (IGFEJ, I.P.) Cargo e Titular: Presidente do Conselho Diretivo 1.
Organização e Modernização da Protecção Social Obrigatória
SEMINÁRIO SOBRE O BALANÇO DAS ACTIVIDADES DA PROTECÇÃO SOCIAL OBRIGATÓRIA 2012 A 2017: OBJECTIVOS E RESULTADOS Organização e Modernização da Protecção Social Obrigatória Manuel Moreira ENAD. 22 Junho 2017
ELABORADO VERIFICADO APROVADO
Pág. n.º 1/5 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data Definição da metodologia de registo da periodicidade de acompanhamento dos objectivos e definição da periodicidade das reuniões
Manual de Procedimentos. Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna
Manual de Procedimentos Volume 9.4 Área Para a Qualidade e Auditoria Interna Volume: 9.4 área para a Qualidade e Auditoria Interna Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação
ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA
ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo
ANEXO IV MAPA DE INICIATIVAS / ACÇÕES
MAPA DE S / 01. Dotar os responsáveis pela gestão escolar de formação técnica em Balanced Scorecard; 01.1. Dotar os Orgãos de Gestão de formação em BSC. Acção 1. Sensibilizar os órgãos de gestão para a
MUNICÍPIO DE MOIMENTA DA BEIRA Mapa de Pessoal - Artigo 5.º LVCR - Ano de 2013
Unidade orgânica Sub-Unidade DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO, FINANÇAS E OBRAS Serviço de Apoio ao Departamento Apoio técnico-administrativo às actividades desenvolvidas pelos orgãos e serviços municipais.
Apresentação DGPCP BALANÇO E DESAFIOS
Apresentação DGPCP BALANÇO E DESAFIOS 2011-2016 Agenda 1. A Direção Geral do Património e de Contratação Pública: missão, estrutura e equipa; 2. Áreas de atuação da DGPCP: Contexto/medidas adotadas; Reformas:
PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020
FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho [email protected] Vendas
Sistema de Gestão da Prevenção em
Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção
Carta de Missão. Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional
Carta de Missão Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional CARACTERIZAÇÃO GERAL Ministério: Defesa Nacional Serviço/Organismo: Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo: Secretário-Geral
PLANEAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTAL
Foi muito interessante e útil para as tarefas que desempenho.veio de encontro às espectativas.generis PLANEAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTAL Lisboa, 14 de maio de 2018 Desenhe, prepare e acompanhe eficazmente
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição
Projecto de. Cadastro de Infra-Estruturas.
Projecto de Cadastro de Infra-Estruturas [email protected] Introdução Proponente Vectores Estratégicos Visão Estratégica para o Projecto de Gestão de Cadastro de Infra-Estruturas de Comunicações
MISSÃO VISÃO VALORES 1/5
A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial
Local e Data: A GESTÃO DA INOVAÇÃO
A GESTÃO DA INOVAÇÃO Enquadramento: O ambiente no qual hoje actuam as empresas mudou radicalmente: imprevisibilidade, turbulência, mudança, rapidez,..., são constantes do processo de decisão. Num mundo
Capital Social (do qual se encontra realizado o montante de )
Identificação da empresa PARPÚBLICA - Participações Públicas (SGPS) S.A. Capital Social 2 000 000 000 (do qual se encontra realizado o montante de 986 686 031) Pessoa Colectiva nº 502 769 017 Matriculada
ISO Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos
ISO 20121 Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos ISO 20121 Objetivo ISO 20121 - Sistemas de gestão de sustentabilidade de eventos. Requisitos e linhas de orientação A ISO 20121 tem como finalidade
Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais. Instituto da Segurança Social, I.P. DDS / URS
Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais Instituto da Segurança Social, I.P. DDS / URS Acção de Formação - Sistema de Qualificação das Respostas Sociais Programa de Cooperação
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto Página 1 de 10 Considerando que o acesso à terra é fundamental para o processo de reconstrução, construção e desenvolvimento económico e social do País e
O relatório de auto-avaliação no âmbito do SIADAP 1
W O R K S H O P O relatório de auto-avaliação no âmbito do SIADAP 1 Jorge Caldeira Lisboa, 2 de Julho de 2008 Agenda Papel da DGPJ - intercalar Conceitos Vantagens - Arquitectura dos processos de monitorização
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA
PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações. Publicação e atualizações
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR
PERFIL DE EXCELÊNCIA ACTIVIDADE PROFISSIONAL DO FORMADOR Junho de 2011 Para mais informação consulte o site do Projecto ROQET em www.self-assessment-in-vet.eu Organizações de excelência alcançam e preservam
ANO:2011 Ministério da Justiça. Instituto de Gestão Financeira e Infra Estruturas da Justiça, IP. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais
ANO:211 Ministério da Justiça Instituto de Gestão Financeira e Infra Estruturas da Justiça, IP MISSÃO: Assegurar a gestão orçamental, financeira e das instalações afectas ao Ministério da Justiça. Objectivos
Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores
Quadro de referência Domínios, campos de análise, referentes e indicadores O quadro de referência do terceiro ciclo da Avaliação Externa das Escolas estrutura-se em quatro domínios Autoavaliação, Liderança
Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio)
Trabalho apresentado para obtenção do Título de Especialista (Desp. N.º 8590/2010 de 20 de Maio) IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DE QUALIDADE E AMBIENTE DE ACORDO COM OS REFERENCIAIS NORMATIVOS
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIAS Introdução A análise sobre dados recolhidos pela equipa de auto-avaliação do Agrupamento
AVAL DESEMP - INMETRO
AVAL DESEMP - INMETRO 1 Contextualização Societal da Avaliação Globalização Competitividade global Eficiência Qualidade Inovação Redução défices orçamentais Economia Eficiência Complexidade governação
SOLUÇÃO INTEGRADA PARA O DESENVOLVIMENTO DA SUA EMPRESA
ESTRATÉGIA MARKETING COMUNICAÇÃO GESTÃO COMERCIAL INTERNACIONALIZAÇÃO SOLUÇÃO INTEGRADA PARA O DESENVOLVIMENTO DA SUA EMPRESA www.janunescarneiro.pt ESTRATÉGIA E MARKETING EVENTOS INTERNACIONALIZAÇÃO PROCESSOS
O Planeamento do. Gestão e ordenamento do território
O Planeamento do Território em Portugal Gestão e ordenamento do território Henrique Miguel Pereira Enquadramento jurídico Constituição da República Lei de Bases do Ambiente (Lei 11/1987) Lei de Bases de
Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social
Nota de Apresentação Monitorização e Avaliação do Plano de Acção do Plano de Desenvolvimento Social (Referencial) O presente documento constitui uma proposta de referencial do processo de monitorização
A Estratégia Nacional para o Mar
A Estratégia Nacional para o Mar A Estratégia Nacional para o Mar lançada em 2006 pelo Governo da República constitui um instrumento político fundamental para que Portugal possa proteger e valorizar o
1.Introdução. 2.Enquadramento Geral
1.Introdução O governo de Angola através do GABHIC Gabinete para a Administração da Bacia Hidrográfica do Rio Cunene está a promover a realização de planos gerais de utilização integrada dos recursos Hídricos
O PROCESSO DE CONTROLO DE GESTÃO
O PROCESSO DE CONTROLO DE GESTÃO João Carvalho das Neves Professor of Management, Finance & Control Sectors: Real Estate, Health Care and Energy [email protected] DIREITOS RESERVADOS J.C. NEVES,
Plano Regional de Saúde Lisboa e
Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo Um Futuro para as Nossas Crianças Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo 2010 2012 Rui Portugal Presidente da ARSLVT António Tavares Director do Departamento
Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa
Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na
Nº de postos de trabalho Presidente 1 Vice-Presidente 1 Vogal 1 Secretário do Conselho Diretivo 1. Área de formação académica e/ou profissional
Atribuições / Competências/Atividades Cargo/Carreira/ Categoria Conselho Diretivo Área de formação académica e/ou profissional Nº de postos de trabalho Presidente 1 Vice-Presidente 1 Vogal 1 Secretário
Mestrado em Gestão Industrial
Mestrado em Gestão Industrial Disciplina: CONTROLO DE GESTÃO Capítulo 1: Ideias Chave de Controlo de Gestão 1 SUMÁRIO O Valor e a medição da Performance As perspectivas de performance As implicações nos
META 2017 Tolerância Valor crítico PESO Mês RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 80% 80% 80% 10% 100% 20% 90% 90% 90% 0% 100% 50%
ANO: 2017 Ministério da Justiça Direção-Geral da Política de Justiça MISSÃO: A DGPJ tem por missão prestar apoio técnico, acompanhar e monitorizar políticas, organizar e fomentar o recurso aos tribunais
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICA A - IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 1. Dados gerais Código DGAE: 160714 Designação: Escola-Sede: Agrupamento de Escolas de Figueira de Castelo Rodrigo Escola Secundária
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - Ministério da Saúde
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 - MISSÃO DO ORGANISMO: Definir, organizar, coordenar, participar e avaliar as atividades e o funcionamento de um Sistema Integrado de Emergência
Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 Ministério da Saúde
MISSÃO DO ORGANISMO: regulamentar, orientar e coordenar as atividades de promoção da saúde e prevenção da doença, definir as condições técnicas para adequada prestação de cuidados de saúde, planear e programar
Apresentação Grupo Ação Local Pesca Ericeira-Cascais Novembro, 2017
Apresentação Grupo Ação Local Pesca Ericeira-Cascais Novembro, 2017 Quem é a A2S? Associação de Desenvolvimento Local Criada em 23 de janeiro de 2015 Parceria constituída por 22 organismos representativos
Balanced Scorecard A experiência do IGFSS
A experiência do IGFSS - IGFSS- 1 AGENDA 1. Quem somos 2. Balanced Scorecard 3. Resultados - IGFSS- 2 1. Quem Somos - IGFSS- 3 QUEM SOMOS? Somos o primeiro e único organismo da AP em Portugal com o reconhecimento
Gestão baseada no desempenho
Gestão baseada no desempenho Enquadramento conceptual do modelo em aplicação no Centro Hospitalar de Lisboa Central Daniel Ferro 7.12.2007 Modelo de Gestão do desempenho Permite: aumento da produtividade
LEI ORGÂNICA N.º 4/2006 LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR
LEI ORGÂNICA N.º 4/2006 LEI DE PROGRAMAÇÃO MILITAR A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, a seguinte lei orgânica: CAPÍTULO I Programação militar SECÇÃO
O valor mínimo de despesas elegíveis por projecto Euros; O valor máximo de despesas elegíveis por projecto Euros.
1. INVESTIMENTOS 1.1 INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURAS Apoio financeiro a iniciativas de investimento em infra-estruturas de natureza colectiva que defendam e preservem actividades culturais e recreativas,
Plano de Actividades 2011
Plano de Actividades 2011 Introdução As actividades desenvolvidas pelo Conselho Nacional de Educação têm como referência a sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo
A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL
A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL Rui D. Camolino Lisboa, 9 de Julho 2008 1 AGENDA Projecto MATISSE Conclusões do Projecto A Contribuição da Associação ITS
Tribunal de Contas. Nota Introdutória
Nota Introdutória NOTA INTRODUTÓRIA O presente Volume, cuja estrutura reflecte o conteúdo genérico previsto no artigo 41.º da Lei n.º 98/97, de 26 de Agosto, contém os resultados das acções de verificação
Mapa de pessoal Câmara Municipal de Odivelas
Mapa de pessoal 2009 - Câmara de Odivelas de Apoio, Administrativo e Logístico à Presidência da Câmara Gabinete da Presidência 5 2 8(a) Competências nas áreas técnica, administrativa e logistica de apoio
