ANÁLISE DE DOCUMENTOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE DOCUMENTOS"

Transcrição

1 FCUL Mestrado em Didáctica das Ciências 2004/2006 Metodologia de Investigação I Turma 1 ANÁLISE DE DOCUMENTOS MÉTODO DE RECOLHA E ANÁLISE DE DADOS Sílvia Calado Sílvia Ferreira

2 Quatro grandes grupos de métodos de recolha de dados em investigação Questionários Triangulaçã ção- permite evitar ameaças as à validade interna inerente à forma como os dados de uma investigaçã ção são o recolhidos. (Adaptado de Igea, et al., 1995)

3 Suporta uma informaçã ção o sobre a realidade, implica uma elaboraçã ção conceptual dessa informaçã ção o e o modo de expressá-la que possibilite a sua conservaçã ção o e comunicaçã ção. o. Dado (Flores, 1994, p.16) Processo que geralmente consiste na detecçã ção o de unidades de significado num texto e no estudo das relaçõ ções entre elas e em relaçã ção o ao todo. Análise (Adaptado de Flores, 1994) Impressão o deixada num objecto físico f por um ser humano. Pode apresentar-se sob uma multiplicidade de formas, como: fotografia, filme, diapositivo e impressa (a forma mais comum). Documento, 1993) (Bell, 1993)

4 Os documentos são s o fontes de dados para o investigador, a sua análise implica um conjunto de transformaçõ ções, operaçõ ções e verificaçõ ções realizadas a partir dos mesmos com a finalidade de se lhes ser atribuído um significado relevante em relaçã ção o a um problema de investigaçã ção. Processo de análise de documentos: 1- Recolha de documentos 2- Análise de conteúdo (Flores, 1994)

5 1- Recolha de documentos Localização dos documentos Fontes variadas: - Institutos Nacionais de Estatística - Bibliotecas - Arquivos e bancos de dados - Actas de reuniões - Jornais de escola - Documentos produzidos pelo professor - Documentos produzidos pelos alunos -Documentos confidenciais ou destruídos -Documentos localizados no estrangeiro (Adaptado de Bell,, 1993)

6 1- Recolha de documentos Natureza dos dados documentais Fontes primárias- documentos produzidos durante o período da investigação (actas de reuniões, biografias,...). (Cohen & Manion,, 1994) -Fontes Deliberadas- produzidas com o intuito de servir a futuras investigaçõ ções (autobiografias, documentos de autojustificaçã ção,,...). -Fontes Inadvertidas- resultam do normal funcionamento do sistema em estudo (actas conselhos de turma, números n de estatísticas sticas nacionais, planificaçõ ções...). Fontes secundárias- interpretaçõ ções de eventos do período em estudo, baseadas nas fontes primárias rias (enciclopédias, manuais escolares,...). (Bell,, 1993)

7 1- Recolha de documentos Selecção dos documentos Tempo disponível Selecção controlada -não incluir demasiadas fontes deliberadas; -não seleccionar documentos com base na forma como estes apoiam o ponto de vista do investigador. Análise crítica dos documentos Crítica externa- procura saber se um documento procura saber se um documento é genuíno, no, isto é,, se não o foi forjado e se é autêntico, isto é,, se é o que pretende ser e se é verdade o que diz. (Bell,, 1993, p.108) Crítica interna- confirma a credibilidade do autor do documento. Quem o produziu? Com que finalidade? (Bell,, 1993)

8 Procurar a validade e a fiabilidade na análise documental passa por perceber que tudo é questionável. O método m crítico vai permitir espremer cada documento até à última gota. (Bell,, 1993, p.113) O que fazer com todos os documentos recolhidos? Como se manipulam os documentos depois de terem sido recolhidos? Qual o método m de análise a seguir?

9 2- Análise de conteúdo Conjunto de procedimentos que têm t m como objectivo produzir um texto analítico no qual se apresenta o corpo textual dos documentos recolhidos de um modo transformado. Três conjuntos de tarefas: Redução dos dados Apresentação dos dados Conclusões (Delgado & Gutiérrez rrez,, 1995) (Miles & Huberman,, 1984, citados em Flores, 1994)

10 2- Análise de conteúdo Categorização Redução dos dados Separação em unidades- elementos manipuláveis (frase ou parágrafo). - encontrar componentes temáticas que permitam classificar as unidades numa determinada categoria. -Categorias: situa (Cohen & Manion,, 1994) : situações e contextos, actividades e acontecimentos, relaçõ ções entre pessoas, comportamentos, opiniões,... - As categorias podem definir-se: -a priori,, de acordo com as questões e hipóteses que orientam a investigaçã ção o (paradigma positivista); -a a posteriori,, a partir dos próprios prios dados obtidos (paradigma interpretativo). (Flores, 1994)

11 2- Análise de conteúdo Redução dos dados (continuação) Categoria: Percepçõ ções do professor acerca do seu trabalho «Para mim,, o ensino é a minha vida. Não N o separo ambos. Muitas vezes no duche penso: E E se eu apresentasse o material desta maneira e não n o da maneira que apresentei o ano passado?.. Por vezes, passam-se se vinte minutos no duche sem eu dar por isso.» Codificação (Bogdan & Byklen,, 1994, p.223) -Operação o concreta na qual se coloca em cada unidade estabelecida um determinado código c próprio prio da categoria em que se incluí. -Exemplos: números e abreviaturas das categorias. -Associar cada unidade a uma determinada categoria. (Flores, 1994)

12 2- Análise de conteúdo Apresentação dos dados A apresentaçã ção o de um conjunto de dados pode fazer-se de múltiplas formas, tudo depende do objectivo que o investigador pretenda com eles. -Análise que recorre à quantificaçã ção -Análise qualitativa (Flores, 1994) Conclusões -As tarefas anteriores permitem fazer afirmaçõ ções que progressivamente avançam am desde o descritivo ao explicativo e desde o concreto ao abstracto. -As categorias obtidas no processo de reduçã ção o dos dados são s o em si mesmas conclusões do estudo.

13 Vantagens - permite evitar o recurso abusivo às s sondagens e aos inquéritos por questionário (Quivy & Campenhoudt,, 2003); - os documentos, geralmente, podem obter-se gratuitamente e a baixo custo (Igea et al., 1995); - os documentos proporcionam informaçõ ções sobre ocorrências passadas que não n o se observaram ou a que não n o se assistiu (Igea et al., 1995). Limitações - nem sempre é possível o acesso aos documentos (Quivy 2003); - os documentos não n o contêm m toda a informaçã ção o detalhada (Igea Quivy & Campenhoudt, Igea et al., 1995); - os documentos podem ter sido forjados, alterados, falseados (Igea 1995). Igea et al.,

14 Apenas conhecemos um método m de recolha e análise de dados depois de o termos experimentado por nós n s próprios. prios. Antes de escolhermos um é,, portanto, indispensável assegurarmo-nos, junto de investigadores que o dominem bem, da sua pertinência ncia em relaçã ção o aos objectivos específicos de cada trabalho, às s suas hipóteses e aos recursos de que dispomos. (Quivy & Campenhoudt,, 2003, p.186)

15 Bibliografia Bell,, J. (1993). Como Realizar um projecto de Investigaçã ção (3ª ed.). Lisboa: Gradiva. Bogdan,, R.; & Biklen,, S. (1994). Investigaçã ção o qualitativa em educaçã ção Uma introduçã ção à teoria e aos métodosm todos.. Porto: Porto Editora. Chagas,, I. (1993). Teachers as innovators: A case study of implementing the interactive tive videodisc in middle school science program. Tese de Doutoramento, Boston University. Cohen, L.; & Manion,, L. (1994). Research methods in education (4ª ed.). London: Routledge. Delgado, J.; & Gutiérrez rrez,, J. (1995). Métodos y técnicos t cualitativos de investigación n en ciencias sociales.. Madrid: Editorial Síntesis. S Flores, J. (1994). Análisis de datos cualitativos Aplicaciones a la investigación n educativa. Barcelona: PPU. Igea,, D.; Agustín, J.; Beltrán, A.; & Martín, A. (1995). Técnicas de investigación n en ciencias sociales. Madrid: Dykinson. Machado, C. (2004). Actividades práticas e literacia científica Um estudo com alunos do 5º 5 ano de escolaridade. Tese de Mestrado, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (não publicada). Neves, I,; & Morais, A. (2000). Política educativa e orientaçõ ções programáticas: Análise da educaçã ção científica em dois períodos socio-pol políticos. Revista de Educaçã ção, IX (1), Quivy,, R.; & Campenhoudt,, L. (2003). Manual de investigaçã ção o em ciências sociais (3ª ed.). Lisboa: Gradiva.

A Entrevista Como método de recolha de dados em Investigação em Educação

A Entrevista Como método de recolha de dados em Investigação em Educação A Entrevista Como método de recolha de dados em Investigação em Educação Adaptado de: Cristina Costa Guida Rocha Mónica Acúrcio O que é a entrevista? A entrevista é uma conversa intencional, geralmente

Leia mais

Estilo de Investigação: Survey (sondagem) Survey. Ana Melim Ana Rodrigues Ana Veiga Paula Costa. DEFCUL - Metodologia de Investigação I /2005

Estilo de Investigação: Survey (sondagem) Survey. Ana Melim Ana Rodrigues Ana Veiga Paula Costa. DEFCUL - Metodologia de Investigação I /2005 Estilo de Investigação: Survey (sondagem) Survey Ana Melim Ana Rodrigues Ana Veiga Paula Costa Vox populi, vox dei O que é uma sondagem? O que é uma sondagem? Algumas respostas É o mesmo que inquérito

Leia mais

Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I. A Entrevista

Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I. A Entrevista Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Departamento de Educação Mestrado em Educação Área de Especialização: Didáctica da Matemática Metodologia da Investigação I A Entrevista Cristina Costa Guida

Leia mais

Carla Tavares Dulce Martins Mestrado em Educação Formação Pessoal e Social. Metodologia da Investigação 2004/ DEFCUL

Carla Tavares Dulce Martins Mestrado em Educação Formação Pessoal e Social. Metodologia da Investigação 2004/ DEFCUL Carla Tavares Dulce Martins Mestrado em Educação Formação Pessoal e Social Metodologia da Investigação 2004/2005 - DEFCUL 1º- Definição de Observação e de Observador 2º - Observar, para quê? 3º - Observação

Leia mais

ANÁLISE DE DOCUMENTOS: MÉTODO DE RECOLHA E ANÁLISE DE DADOS

ANÁLISE DE DOCUMENTOS: MÉTODO DE RECOLHA E ANÁLISE DE DADOS 1 ANÁLISE DE DOCUMENTOS: MÉTODO DE RECOLHA E ANÁLISE DE DADOS Sílvia dos Santos Calado Sílvia Cristina dos Reis Ferreira Mestrado em Educação Didáctica das Ciências Com este trabalho pretende-se compreender

Leia mais

Observar (lat observare) vtd 2 Estudar, examinar, olhar com atenção, pesquisar minuciosamente. Bento, Maio de 2009

Observar (lat observare) vtd 2 Estudar, examinar, olhar com atenção, pesquisar minuciosamente. Bento, Maio de 2009 OBSERVAÇÃO Observar (lat observare) vtd 2 Estudar, examinar, olhar com atenção, pesquisar minuciosamente Bento, Maio de 2009 OBSERVAÇÃO OBSERVAR é manifestar a habilidade de ver, de examinar e registar

Leia mais

Módulo A Aspectos gerais de Metodologia de Investigação

Módulo A Aspectos gerais de Metodologia de Investigação Métodos e Técnicas de Investigação (MTI) UC Obrigatória, 1º semestre Prof. Doutor José António Pereirinha ([email protected]) Profª Doutora Ilona Kovacs ([email protected]) Prof. Doutor Carlos Farinha

Leia mais

Aprender a Observar...Observando!

Aprender a Observar...Observando! FCUL Mestrado em Didáctica das Ciências 2004/2006 Metodologia da Investigação I Aprender a Observar...Observando! António Barão Mestrado Formação Pessoal e Social Marisa Temporão Paula David Mestrado Didáctica

Leia mais

Metodologia de Investigação Educacional

Metodologia de Investigação Educacional Metodologia de Investigação Educacional Estilos de Investigação Isabel Chagas, DEFCUL Estilos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudo de Caso História de

Leia mais

3.º CICLO DOUTORAMENTO EM DIREITO

3.º CICLO DOUTORAMENTO EM DIREITO 3.º CICLO DOUTORAMENTO EM DIREITO UNIDADE CURRICULAR COMUM ÀS ESPECIALIDADES DE CIÊNCIAS JURÍDICO- POLÍTICAS E DE CIÊNCIAS JURÍDICO-INTERNACIONAIS E EUROPEIAS Unidade Curricular: METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

Leia mais

Investigação em Educação

Investigação em Educação Centro de Competência de Ciências Sociais Departamento de Ciências da Educação Mestrado em Ensino Investigação em Educação Número de horas presenciais: 30 ECTS: 7,5 Docente: Profª. Doutora Alice Mendonça

Leia mais

AULA Nº 7 METODOLOGIA CIENTÍFICA ALGUNS TIPOS DE PESQUISAS E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS. Prof. MSc. Fernando Soares da Rocha Júnior

AULA Nº 7 METODOLOGIA CIENTÍFICA ALGUNS TIPOS DE PESQUISAS E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS. Prof. MSc. Fernando Soares da Rocha Júnior AULA Nº 7 METODOLOGIA CIENTÍFICA ALGUNS TIPOS DE PESQUISAS E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Prof. MSc. Fernando Soares da Rocha Júnior 1 AGENDA DA AULA O que é uma pesquisa?; Pesquisa quanto à abordagem;

Leia mais

Pesquisa Extensiva. Seminário de Investigação Métodos e Técnicas de Recolha e Tratamento de Dados. Programa de Doutoramento em Educação

Pesquisa Extensiva. Seminário de Investigação Métodos e Técnicas de Recolha e Tratamento de Dados. Programa de Doutoramento em Educação Pesquisa Extensiva Seminário de Investigação Métodos e Técnicas de Recolha e Tratamento de Dados, 2012 Sumário A pesquisa extensiva: etapas e principais características Fontes de informação de dados quantitativos:

Leia mais

M e t o d o l o g i a de I n v e s t i g a ç ã o I

M e t o d o l o g i a de I n v e s t i g a ç ã o I M e t o d o l o g i a de I n v e s t i g a ç ã o I estrado: Formação Pessoal e Social ocente: Professora Doutora Isabel Chagas rabalho realizado por: Álvaro Minhava; Cristina Pires; Lina Benedito; Rita

Leia mais

Ciclo de Seminários para Docentes. 1.º Seminário: «Como orientar um Trabalho de Fim de Curso»

Ciclo de Seminários para Docentes. 1.º Seminário: «Como orientar um Trabalho de Fim de Curso» República de Angola Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED) de Luanda Departamento de Ciências da Educação Workshop sobre Trabalho Científico do Departamento de Ciências da Educação do ISCED

Leia mais

O ESTUDO DE CASO COMO MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO EM ENFERMAGEM

O ESTUDO DE CASO COMO MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO EM ENFERMAGEM Revista da UIIPS Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém, Vol. VI, N. º 2, 2018, pp. 102-107 ISBN: 2182-9608 http://ojs.ipsantarem.pt/index.php/revuiips O ESTUDO DE CASO COMO MÉTODO

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE LISBOA

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE LISBOA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE LISBOA MESTRADO EM ENFERMAGEM ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM DE REABILITAÇÃO Unidade Curricular de Investigação em Enfermagem PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO Experiências

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OBSERVATÓRIO DA REALIDADE SOCIAL Ano Lectivo 2018/2019

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular OBSERVATÓRIO DA REALIDADE SOCIAL Ano Lectivo 2018/2019 Programa da Unidade Curricular OBSERVATÓRIO DA REALIDADE SOCIAL Ano Lectivo 2018/2019 1. Unidade Orgânica Instituto Superior de Serviço Social (1º Ciclo) 2. Curso Serviço Social 3. Ciclo de Estudos 1º

Leia mais

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A Licenciatura em Ecoturismo Ref.ª : 1821002 Ano lectivo: 2012-13 DESCRITOR DA UNIDADE CURRICULAR CIÊNCIAS SOCIAIS SOCIAL SCIENCES 1. Unidade Curricular: 1.1 Área científica: 31 - Ciências Sociais e do Comportamento

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Metodologia da Investigação Científica. Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais

APRESENTAÇÃO. Metodologia da Investigação Científica. Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais APRESENTAÇÃO Metodologia da Investigação Científica Tereza Ventura Doctor Europeus (Ciências da Educação, Universidade de Sevilha, Espanha) Especialista em Matemática

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Educação Básica Ano letivo 2015/2016 Unidade Curricular Metodologia da Investigação Educacional ECTS 3 Regime Obrigatório Ano 1º Semestre 2º sem. Horas de trabalho globais Docente José Filipe Nunes

Leia mais

QUESTIONÁRIO: ADAPTAÇÃO, CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO 9 Julho - 9h às 13h e 14h às 18h

QUESTIONÁRIO: ADAPTAÇÃO, CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO 9 Julho - 9h às 13h e 14h às 18h INICIAÇÃO AO SPSS 9, 16 e 23 Abril - 9h às 12h e 13h às 16h INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS QUALITATIVOS 30 Abril - 9h às 13h e 14h às 18h ANÁLISE DE DADOS MULTIVARIADA 7 e 14 Maio - 9h às 13h e 14h às 18h CONSTRUÇÃO

Leia mais

INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO. Bento, Maio 2009

INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO. Bento, Maio 2009 INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO REVISÃO DA LITERATURA Bento, Maio 2009 EVITAR 3 TIPOS DE ERROS GULA LIVRESCA ESTATÍSTICA OU DESPREZO PELA DISCIPLINA QUE NOS RECOMENDA A PRÉVIA CONCEPÇÃO DE HIPÓTESES E/OU DE QUESTÕES-BÚSSOLA

Leia mais

ANÁLISE CRÍTICA, ESCRITA E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE INVESTIGAÇÃO 4 e 11 Junho - 9h às 16h

ANÁLISE CRÍTICA, ESCRITA E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE INVESTIGAÇÃO 4 e 11 Junho - 9h às 16h CONSTRUÇÃO ONLINE DE QUESTIONÁRIOS 21 e 28 Maio - 9h às 16h ANÁLISE CRÍTICA, ESCRITA E APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE INVESTIGAÇÃO 4 e 11 Junho - 9h às 16h A ESCRITA DA ESCRITA CIENTÍFICA 18 e 25 Junho -

Leia mais

Seleção de fontes de informação científica

Seleção de fontes de informação científica Informação Científica Tipologia de documentos Fontes de informação Alguns tópicos para obter melhores resultados na pesquisa 2 Informação científica É uma informação certificada e validada por especialistas

Leia mais

ANÁLISE DE CONTEÚDO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO

ANÁLISE DE CONTEÚDO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO ANÁLISE DE CONTEÚDO SUMÁRIO O QUE É A ANÁLISE DE CONTEÚDO QUANDO USAR A ANÁLISE DE CONTEÚDO COMO FAZER ANÁLISE DE CONTEÚDO CUIDADOS A TER NA ANÁLISE DE CONTEÚDO O QU É A ANÁLISE DE CONTEÚDO É uma das técnicas

Leia mais

Plano de Estudos. Escola: Instituto de Investigação e Formação Avançada Grau: Programa de Doutoramento Curso: Ciências da Educação (cód.

Plano de Estudos. Escola: Instituto de Investigação e Formação Avançada Grau: Programa de Doutoramento Curso: Ciências da Educação (cód. Plano de Estudos Escola: Instituto de Investigação e Formação Avançada Grau: Programa de Doutoramento Curso: Ciências da (cód. 681) 1. o Ano - 1. o Semestre Seminário de Acompanhamento do Projeto de Ciências

Leia mais

Investigação em Educação

Investigação em Educação Departamento de Ciências da Educação Doutoramentos em Ciências da Educação Currículo / Inovação Pedagógica Investigação em Educação Horas de contacto: 30 Unidades de crédito (ECTS): 10 Regentes da disciplina:

Leia mais

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS

ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS ORGANIZAÇÃO E TRATAMENTO DE DADOS Principles and Standards for School Mathematics (2000) Este documento reforça a ênfase dada no anterior documento, da importância e da adequabilidade, às crianças mais

Leia mais

ESTILOS DE INVESTIGAÇÃO: ESTUDOS QUASI-EXPERIMENTAIS. José Abílio Gonçalves Maria Teresa Nunes Mestrado em Educação Didáctica das Ciências.

ESTILOS DE INVESTIGAÇÃO: ESTUDOS QUASI-EXPERIMENTAIS. José Abílio Gonçalves Maria Teresa Nunes Mestrado em Educação Didáctica das Ciências. 1 ESTILOS DE INVESTIGAÇÃO: ESTUDOS QUASI-EXPERIMENTAIS José Abílio Gonçalves Maria Teresa Nunes Mestrado em Educação Didáctica das Ciências Introdução A característica essencial da investigação experimental

Leia mais

ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 (RE) PENSANDO A ESCOLA COM AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E

ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 (RE) PENSANDO A ESCOLA COM AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E ÍNDICE GERAL Agradecimentos...IV Resumo... V Abstract...VI Índice das figuras...xi Índice dos Gráficos... XII Índice dos organigramas... XIII Índice das tabelas... XIV INTRODUÇÃO... 17 1. Problema... 18

Leia mais

ESTUDOS CORRELACIONAIS E ESTUDOS CAUSAL-COMPARATIVOS. Ana Henriques Carla Neves Idália Pesquita Mestrado em Educação Didáctica da Matemática

ESTUDOS CORRELACIONAIS E ESTUDOS CAUSAL-COMPARATIVOS. Ana Henriques Carla Neves Idália Pesquita Mestrado em Educação Didáctica da Matemática 1 ESTUDOS CORRELACIONAIS E ESTUDOS CAUSAL-COMPARATIVOS Ana Henriques Carla Neves Idália Pesquita Mestrado em Educação Didáctica da Matemática 1. Introdução A compreensão do comportamento humano tanto a

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INV. E INTERV. EM GESTÃO DE REC. HUMANOS E AN. ORGANIZAC. Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE UM TRABALHO ESCRITO

APRESENTAÇÃO DE UM TRABALHO ESCRITO Este guia pretende servir de orientação das normas de elaboração/orientação dos trabalhos. Trata-se de apresentar um modelo de uniformização das regras para a elaboração de trabalhos escritos. Para preparar

Leia mais

Ensinar e aprender Estatística com o ALEA. Emília Oliveira Pedro Campos

Ensinar e aprender Estatística com o ALEA. Emília Oliveira Pedro Campos Ensinar e aprender Estatística com o ALEA Emília Oliveira Pedro Campos P r o j e c t o A L E A Resumo O ALEA: Motivação e objectivos Utilização do ALEA pelos docentes Problemas frequentes no ensino e aprendizagem

Leia mais

Formação continuada de educadores de infância Contributos para a implementação do trabalho experimental de ciências com crianças em idade pré-escolar

Formação continuada de educadores de infância Contributos para a implementação do trabalho experimental de ciências com crianças em idade pré-escolar Formação continuada de educadores de infância Contributos para a implementação do trabalho experimental de ciências com crianças em idade pré-escolar Maria José Rodrigues [1]; Rui Marques Vieira [2] [1]

Leia mais

Aula 3 Etapas da investigação social: definição da problemática e construção do modelo de análise.

Aula 3 Etapas da investigação social: definição da problemática e construção do modelo de análise. Sociologia Aula 3 Etapas da investigação social: definição da problemática e construção do modelo de análise. Bibliografia: QUIVY, R.; VAN CAMPENHOUDT, L. - Manual de Investigação em Ciências Sociais:

Leia mais

Estudos Mistos Estudos de Avaliação

Estudos Mistos Estudos de Avaliação Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Departamento de Educação Mestrado em Educação Áreas de Especialização: Didáctica da Matemática Didáctica das Ciências Estudos Mistos Estudos de Avaliação

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Métodos e Técnicas de Investigação Social Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular Métodos e Técnicas de Investigação Social Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular Métodos e Técnicas de Investigação Social Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Serviço Social (1º Ciclo) 2. Curso Serviço Social 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO I

METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO I METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO I DOCENTE: Professora Doutora Maria Isabel Chagas DISCENTES: Alzira Roso; Cândida Santos; Manuela Coelho Mestrado em Orientação e Supervisão Pedagógica - FCUL Lisboa 2004/05

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE DE DADOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS Ano Lectivo 2017/2018

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE DE DADOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS Ano Lectivo 2017/2018 Programa da Unidade Curricular ANÁLISE DE DADOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS Ano Lectivo 2017/2018 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão de Recursos

Leia mais

Metodologias de Investigação

Metodologias de Investigação Metodologias de Investigação Projecto de Investigação e Intervenção Educativa Autor: Mestre Maria dos Anjos Cohen ISCE Odivelas Temáticas 1.Esclarecimento de Conceitos 1. Conhecimento 2. Método 3. Técnica

Leia mais

Desenvolvimento de competências em leitura funcional

Desenvolvimento de competências em leitura funcional Balula 2010 Desenvolvimento de competências em leitura funcional João Paulo Balula [email protected] Paulo Martins Plano Introdução Objectivos Percurso didáctico Materiais/Instrumentos Tratamento dos

Leia mais

Estudo de impacto dos recursos: Hipertexto/ Vídeo da actividade laboratorial

Estudo de impacto dos recursos: Hipertexto/ Vídeo da actividade laboratorial 6 Estudo de impacto dos recursos: Hipertexto/ Vídeo da actividade laboratorial 104 6.1 Descrição do estudo e caracterização da amostra O estudo efectuado pretendeu analisar o impacto dos recursos digitais

Leia mais

Que instrumentos utilizar na observação? (continuação)

Que instrumentos utilizar na observação? (continuação) Que instrumentos utilizar na observação? (continuação) In: Pensar avaliação, melhorar a aprendizagem /IIE Lisboa: IIE, 1994 REGISTOS DE INCIDENTES CRÍTICOS Os registos de incidentes críticos consistem

Leia mais

Pesquisa de Campo:observações. Maria Rosangela Bez 2011

Pesquisa de Campo:observações. Maria Rosangela Bez 2011 Pesquisa de Campo:observações Maria Rosangela Bez 2011 Observação A observação engloba o conjunto da operações através das quais o modelo de análise é submetido ao teste dos fatos e confrontado com dados

Leia mais

Projecto de Apoio à Literacia. Introdução. Pesquisa e tratamento de informação

Projecto de Apoio à Literacia. Introdução. Pesquisa e tratamento de informação Projecto de Apoio à Literacia Pesquisa e tratamento de informação Se não sabemos para onde vamos, arriscamo-nos a nunca mais lá chegar. Provérbio Tuaregue Introdução A sociedade do século XXI exige que,

Leia mais

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ).

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ). Externato da Luz Ano Lectivo 2009 / 2010 Critérios de Avaliação Departamento de Ciências Humanas e Sociais Agrupamento História (3º Ciclo) Professor: Pedro Machado A avaliação é um elemento integrante

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA CLÍNICA Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA CLÍNICA Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO EM PSICOLOGIA CLÍNICA Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Psicologia Clínica 3. Ciclo

Leia mais

DOUTORAMENTO EM DIREITO E SEGURANÇA DS 101 METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) FICHA DE UNIDADE CURRICULAR

DOUTORAMENTO EM DIREITO E SEGURANÇA DS 101 METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) FICHA DE UNIDADE CURRICULAR DOUTORAMENTO EM DIREITO E SEGURANÇA DS 101 METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 1 INFORMAÇÕES GERAIS Coordenador: Professor Doutor Jorge Bacelar Gouveia Regente: Professora

Leia mais

Bibliografia. Referências bibliográficas. Porque usar referências bibliográficas?

Bibliografia. Referências bibliográficas. Porque usar referências bibliográficas? Bibliografia descrição do conhecimento dos livros quanto à edição, papel e tipo; notícia acerca das obras de determinado autor ou assunto» Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora Todos os trabalhos

Leia mais

Pesquisa Educacional

Pesquisa Educacional UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN Disciplina de Pesquisa Educacional Pesquisa Educacional Miguel Dias Como classificar as pesquisas? (*) (*) GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL. Profa. Júlia Silveira Matos Extraído de: 31/name/An%C3%A1lise_documental.

ANÁLISE DOCUMENTAL. Profa. Júlia Silveira Matos Extraído de:   31/name/An%C3%A1lise_documental. ANÁLISE DOCUMENTAL Profa. Júlia Silveira Matos Extraído de: http://xa.yimg.com/kq/groups/24628487/4117867 31/name/An%C3%A1lise_documental.ppt Análise Documental A análise documental constitui uma técnica

Leia mais

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática A experiência do Projecto MAT 789 Paulo Abrantes 1994 Mestrado em Educação - Didáctica da Matemática - 2005/2007 Desenvolvimento Curricular

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Metodologia da Investigação Científica. Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais

APRESENTAÇÃO. Metodologia da Investigação Científica. Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais Documento de Apoio às aulas presenciais APRESENTAÇÃO Metodologia da Investigação Científica Tereza Ventura Doctor Europeus (Ciências da Educação, Universidade de Sevilha, Espanha) Especialista em Matemática

Leia mais

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ).

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ). Externato da Luz Ano Lectivo 2010 / 2011 Critérios de Avaliação Departamento de Ciências Humanas e Sociais Agrupamento História (3º Ciclo) Professor: Pedro Machado A avaliação é um elemento integrante

Leia mais

METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA FASE ANALÍTICA: ESTRATÉGIAS QUALITATIVAS TCOR GNR MARCO CRUZ [email protected] AGENDA 1. INTRODUÇÃO 2. TIPOS DE ESTRATÉGIAS QUALITATIVAS 1- INTRODUÇÃO 1- INTRODUÇÃO

Leia mais

Metodologia Científica: METODOLOGIA EM PESQUISA 19/10/2015

Metodologia Científica: METODOLOGIA EM PESQUISA 19/10/2015 Metodologia Científica: METODOLOGIA EM PESQUISA Juliana Berg Pesquisa em Administração É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição

Leia mais

Métodos de Amostragem. Carla Varão Cláudia Batista Vânia Martinho

Métodos de Amostragem. Carla Varão Cláudia Batista Vânia Martinho Métodos de Amostragem Carla Varão Cláudia Batista Vânia Martinho Objecto de interesse Objectivos finais da pesquisa Esquema Geral da Investigação Empírica Objecto teórico Enquadramento teórico Fases do

Leia mais

1 Natureza da Ciência Social, 1

1 Natureza da Ciência Social, 1 SUMÁRIO 1 Natureza da Ciência Social, 1 1.1 O conhecimento do mundo, 1 1.2 Natureza da ciência, 2 1.3 Classificação das ciências, 3 1.4 Peculiaridades das ciências sociais, 3 1.4.1 O problema da objetividade,

Leia mais

Metodologia de Dissertação II. Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ

Metodologia de Dissertação II. Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ Metodologia de Dissertação II Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ Bibliografia desta aula BARDIN. L. Análise de conteúdo. Paris: Presses Universitaires de France, 1977. Parte I, Cap. II Grupo Inovação Instituto

Leia mais

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe E2 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Teoria da Educação e Desenvolvimento

Leia mais