Assessoria didática. Revisão técnica
|
|
|
- Raphaella Weber Klettenberg
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Assessoria didática Glaucylara Reis Geovanini Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), em Marca-Passo pelo Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial (DECA) e em Medicina do Sono pela Associação Brasileira de Medicina do Sono. Médica plantonista do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). Instrutora do Advanced Cardiac Life Support (ACLS). Eduardo Bertolli Graduado pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Especialista em Cirurgia Geral pela PUC-SP. Título de especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC). Especialista em Cirurgia Oncológica pelo Hospital do Câncer A. C. Camargo, onde atua como médico titular do Serviço de Emergência e do Núcleo de Câncer de Pele. Título de especialista em Cancerologia Cirúrgica pela Sociedade Brasileira de Cancerologia. Membro titular do CBC e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO). Instrutor de ATLS pelo Núcleo da Santa Casa de São Paulo. Rodrigo da Rosa Filho Graduado em Medicina e especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Reprodução Humana pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Título de especialista em Obstetrícia e Ginecologia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP). Médico atuante no corpo clínico das Maternidades Santa Joana e Pro Matre Paulista. Igor Leonardo Padovesi Mota Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), onde foi preceptor na disciplina de Ginecologia. Médico do setor de Endometriose do HC-FMUSP. Pós-graduado em Ginecologia Minimamente Invasiva pelo Hospital Sírio-Libanês. Título de especialista em Obstetrícia e Ginecologia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Membro da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE). Adriana Prado Lombardi Graduada em Medicina e especialista em Pediatria pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade São Francisco. Especialista em Neonatologia pela Maternidade de Campinas. Pós-graduada em Homeopatia pela Escola Paulista de Homeopatia. Ana Thamilla Fonseca Graduada pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro (UNISA). Residente em Pediatria pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Fernanda Antunes Oliveira Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA). Victor Ales Rodrigues Graduado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). José Paulo Ladeira Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP). Especialista em Clínica Médica, em Medicina Intensiva e em Medicina de Urgência pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). Médico plantonista das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital Sírio- -Libanês e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Lene Garcia Barbosa Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Mestre em Biotecnologia pela Universidade de São Paulo (USP). Responsável pelo Ambulatório de Gônadas da Endocrinologia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Professora de Pediatria, Práticas Médicas e Epidemiologia pela Universidade Anhembi Morumbi e professora convidada do Departamento de Pediatria da FMABC. Flavia Burim Scomparini Graduada em Medicina e especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Reprodução Humana pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Médica assistente da equipe de Cirurgia Ginecológica do Hospital Geral de Pedreira. Revisão técnica Natália Varago Franchiosi
3 Índice As provas práticas...4 O que se espera do candidato?...4 Informações úteis aos candidatos... 6 Habilidades em Clínica Médica Avaliação segundo o ACLS Acesso venoso central Aferição da pressão arterial Sonda nasoenteral...31 Habilidades em Cirurgia Geral Avaliação primária segundo o ATLS Circulação com controle da hemorragia Lavagem e escovação das mãos Montagem da mesa cirúrgica Suturas Toracocentese Paracentese Sondagem vesical Toque retal Habilidades em Ginecologia e Obstetrícia Exame ginecológico Assistência pré-natal Habilidades em Pediatria Atendimento ao recém-nascido na sala do parto Exame neonatal Ressuscitação pediátrica Punção lombar (coleta de liquor) Aleitamento materno...88
4 1 Habilidades em Clínica Médica 1. Avaliação segundo o ACLS A - Parada cardiorrespiratória Responsividade: - Chame-o pelo nome, vigorosamente: Cruze uma das pernas do paciente sobre a outra: - Observe se ele acorda, respira ou responde; - Se ele estiver com respiração normal e estabilidade hemodinâmica e não houver trauma, coloque-o em posição de recuperação: Dobre um dos braços do paciente: Role-o para o lado contrário ao da perna dobrada: Coloque o outro braço ao redor do pescoço dele:
5 8 MANUAL DE HABILIDADES MÉDICAS Coloque-o em posição de recuperação: - Se não apresentar nenhum movimento espontâneo, respiração ou resposta, chame ajuda: ligue 192 (sempre solicite um desfibrilador): Comece o CAB da ressuscitação. Circulação: - Durante compressão torácica: Mantenha o paciente sobre superfície rígida; A posição deve ser na linha intermamilar, sobre o esterno: Uma das mãos deve ficar espalmada, com a outra sobre ela (note que apenas a região hipotenar da mão de baixo entra em contato com o tórax do paciente): - Cheque o pulso e a respiração, simultaneamente, em menos de 10 segundos: Dê preferência sempre pelo pulso carotídeo: - Na ausência de pulso: Inicie a compressão torácica: A profundidade da compressão deve ser de 5 a 6cm; Permita o retorno do tórax entre as compressões; A frequência deve estar entre 100 e 120bpm; Comprima forte e rapidamente, sem dobrar os cotovelos.
6 4 Habilidades em Pediatria 1. Atendimento ao recém-nascido na sala do parto A - Assistência ao recém-nascido a termo com boa vitalidade ao nascer - Avalie se o Recém-Nascido (RN) a termo tem boa vitalidade ao nascer; - Verifique se o RN apresenta as seguintes características: Nascimento a termo (idade gestacional de 37 a 41 semanas); Respirando ou chorando; Tônus muscular em flexão: na sala de parto, enquanto o RN está junto à mãe, prover calor, manter as vias aéreas pérvias e avaliar a sua vitalidade de maneira continuada. Nesse período, para manter a temperatura corpórea entre 36,5 e 37,5 C (normotermia), garantir a temperatura ambiente na sala de parto entre 23 e 26 C, secar o corpo e o segmento cefálico com compressas aquecidas e deixar o RN em contato pele a pele com a mãe, coberto com tecido de algodão seco e aquecido. A amamentação na 1ª hora pós-parto assegura que o RN receba o colostro, rico em fatores protetores. O contato pele a pele entre mãe e bebê ao nascimento favorece o início precoce da amamentação e aumenta a chance de o aleitamento materno exclusivo ser bem-sucedido nos primeiros meses de vida. B - Assistência ao recém-nascido com líquido amniótico meconial - Caso haja líquido amniótico meconial, verifique a vitalidade do RN; - Se houver boa vitalidade, com movimentos respiratórios rítmicos e regulares, tônus muscular adequado e FC >100bpm, leve-o para a mesa de reanimação e: Coloque-o sob fonte de calor radiante; Posicione sua cabeça com uma leve extensão do pescoço; Aspire o excesso de secreções da boca e do nariz com sonda de aspiração traqueal nº 10; Seque e despreze os campos úmidos; Confira novamente a posição da cabeça e, portanto, avalie a respiração e a frequência cardíaca. - Caso o neonato apresente ritmo respiratório irregular e/ou tônus muscular flácido e/ou FC <100bpm: Retire o mecônio residual da hipofaringe e da traqueia sob visualização direta e sob fonte de calor radiante:
7 68 MANUAL DE HABILIDADES MÉDICAS Para a aspiração traqueal, utilize a cânula traqueal conectada a um dispositivo para aspiração de mecônio e ao aspirador a vácuo, com pressão máxima de 100mmHg; Caso o RN permaneça com ritmo respiratório irregular, tônus muscular flácido ou FC <100bpm, inicie Ventilação com Pressão Positiva (VPP) nos primeiros 60 segundos de vida. - Forneça calor ao neonato: Sala de parto pré-aquecida; Coloque-o em campos aquecidos e sob calor radiante (berço aquecido): C - Assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação - Identifique as condições para as possíveis necessidades de ressuscitação; - Atente-se caso 1 ou mais das afirmações a seguir sejam verdadeiras: Neonato pré-termo ou pós-termo; Líquido amniótico com mecônio ou sinais de infecção; Ausência de respiração ou choro; Sem tônus muscular adequado. Detectadas as condições, em um período de 30 segundos: - Clampeie o cordão umbilical imediatamente:
REANIMAÇÃO DO RN 34 SEMANAS EM SALA DE PARTO - Direitos autorais SBP PRÉ E PÓS-TESTE. Local (Hospital e cidade)
PRÉ E PÓS-TESTE Data / / PRÉ-TESTE PÓS-TESTE Curso Médico Curso Profissional de Saúde Local (Hospital e cidade) Nome do aluno 01. Quais situações abaixo indicam maior possibilidade de o recém-nascido (RN)
Reanimação Neonatal 2015
Reanimação Neonatal 2015 Preview das novas diretrizes da SBP Maria Fernanda B de Almeida & Ruth Guinsburg Membros de ILCOR Delegação Neonatal Coordenação Geral PRN-SBP http://www.sbp.com.br/reanimacao
REANIMAÇÃO NEONATAL RN COM IG > OU = 34 SEMANAS NEONATOLOGIA
REANIMAÇÃO NEONATAL NEONATOLOGIA RN COM IG > OU = 34 SEMANAS Rotinas Assistenciais da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro 1 PREPARO PARA A ASSISTÊNCIA EM SALA DE PARTO Anamnese
Aula 1 REANIMAÇÃO NEONATAL. Passos Iniciais e VPP. Curso para Profissionais de Saúde. Direitos autorais SBP
Direitos autorais SBP REANIMAÇÃO NEONATAL Curso para Profissionais de Saúde Aula 1 Passos Iniciais e VPP Perlman JM et al. Circulation 2015;132 (16 Suppl 1):S204-41 Reanimação do RN 34 semanas em sala
Aula 1 REANIMAÇÃO NEONATAL. Curso para Médicos. Passos Iniciais e VPP. Direitos autorais SBP
Direitos autorais SBP REANIMAÇÃO NEONATAL Curso para Médicos Aula 1 Passos Iniciais e VPP Perlman JM et al. Circulation 2015;132 (16 Suppl 1):S204-41 Reanimação do RN 34 semanas em sala de parto: Diretrizes
ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA
ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA s com Acesso Direto Anestesiologia Cirurgia Geral Clínica Médica Dermatologia Infectologia Medicina da Família e Comunidade Medicina Nuclear Neurocirurgia Neurologia
ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA
ANEXO II PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA s com Acesso Direto Anestesiologia Cirurgia Geral Clínica Médica Dermatologia Infectologia Medicina da Família e Comunidade Medicina Nuclear Neurocirurgia Neurologia
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória
Prova de Título de Especialista em Fisioterapia Respiratória 1. Anatomia e fisiologia do sistema cardiorrespiratório Egan. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. (Seção 3, caps.7 e 8) WEST, J.B. Fisiologia respiratória
REANIMAÇÃO NEONATAL NEONATOLOGIA. 1 PREPARO PARA A ASSISTÊNCIA EM SALA DE PARTO Anamnese materna Disponibilidade do material Disponibilidade da equipe
REANIMAÇÃO NEONATAL Rotinas Assistenciais da Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro NEONATOLOGIA 1 PREPARO PARA A ASSISTÊNCIA EM SALA DE PARTO Anamnese materna Disponibilidade do
12/04/2011. O que mata mais rápido em ordem de prioridade é:
Regras Básicas de Primeiros Socorros Análise Primária Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle Frente ao acidente, não se desespere. Não movimente o paciente, salvo quando for absolutamente necessário. Use barreiras:
PROCESSO SELETIVO PÚBLICO DO HCPA PARA RESIDÊNCIAS MÉDICAS/2017 COM ACESSO DIRETO
MÉDICAS/2017 COM ACESSO DIRETO GABARITO DEFINITIVO DA PROVA OBJETIVA APLICADA EM 27/11/2016 01 C 26 C 51 B 76 B 02 B 27 B 52 E 77 A 03 D 28 A 53 C 78 E 04 A 29 E 54 A 79 B 05 E 30 D 55 D 80 D 06 A 31 B
PARADA CARDÍACA PARADA CARDÍACA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA CADEIA DE SOBREVIVENCIA
PARADA CARDÍACA... é a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente, em pessoas sem moléstia incurável e irreversível. " DISCIPLINA: URGÊNCIA E EMERGÊNCIA PARADA CARDÍACA
PALS Pediatric Advanced Life Support SAVP Suporte Avançado de Vida em Pediatria
PALS Pediatric Advanced Life Support SAVP Suporte Avançado de Vida em Pediatria Centro de Ensino, Treinamento e Simulação-CETES-HCor A simulação aplicada ao ensino em saúde é uma técnica destinada a substituir
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO ENFERMAGEM RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO Rotinas Assistenciais da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro Define-se como a assistência de enfermagem a
PRIMEIROS SOCORROS - MATERIAL COMPLEMENTAR. Prof. Marcos Girão
PRIMEIROS SOCORROS - MATERIAL COMPLEMENTAR Prof. Marcos Girão 1. American Heart Association (AHA) - Diretrizes 2010 O negócio é o seguinte: em 2010, a American Heart Associantion (AHA) estabeleceu novas
PROCESSO SELETIVO DA RESIDÊNCIA MÉDICA PARA O ANO DE 2015 RELATÓRIO DE CONCORRÊNCIA
01 - ÁREAS BÁSICAS COM ACESSO DIRETO Acupuntura - 2 anos 2 2 1,0 Anestesiologia - 3 anos 33 290 8,8 Cirurgia Geral - 2 anos 42 294 7,0 Clínica Médica - 2 anos 86 435 5,1 Dermatologia - 3 anos 10 110 11,0
Resolução UNESP 75, de dezembro de 2004 alterada pela Resolução UNESP 63/06
Resolução UNESP 75, de dezembro de 2004 alterada pela Resolução UNESP 63/06 1ª Série Anatomia Humana 432 Anatomia Radiológica 36 Bioestatística I 30 Bioestatística II 36 Biofísica 108 Biologia Celular
Institui diretrizes para a organização da atenção integral e humanizada ao recém-nascido (RN) no Sistema Único de Saúde(SUS).
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 371, DE 7 DE MAIO DE 2014 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DOU de 08/05/2014 (nº 86, Seção 1, pág. 50) Institui diretrizes
ERRATA DE EDITAL ONDE SE LÊ: EM, 27/11/2015
EM, 27/11/2015 ERRATA DE EDITAL A SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE/PE torna público a ERRATA do edital do Processo Seletivo da RESIDÊNCIA MÉDICA para o ano de 2016 publicado no DOE 14/11/2015, que será realizado
OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO (OVACE)
OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO (OVACE) Lucimar Aparecida Françoso Definições: Lactente ou bebê: menor de um ano de idade Criança: de um ano até antes do início da puberdade (detectado na
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CONCURSO DOCENTE, EDITAL Nº 14/2015 PONTOS DAS PROVAS ESCRITA E DIDÁTICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CONCURSO DOCENTE, EDITAL Nº 14/2015 PONTOS DAS PROVAS ESCRITA E DIDÁTICA MATÉRIA: NEUROPSICOLOGIA 1. Modelos nomotéticos e ideográficos
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória
Recursos manuais da Fisioterapia Respiratória (aula 2) AVALIAÇÃO INICIAL DA NECESSIDADE DA TERAPIA DE HB AVALIAR: Prontuário médico (HMA e HMP). Pctes c/ indicação de cirurgia abdominal alta ou torácica,
Registro no Conselho Regional de Medicina do RS (CREMERS):
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nome: DANIEL CARBONERA Data de Nascimento: 02 de Maio de 1977 Naturalidade: Caxias do Sul, Rio Grande do Sul Nacionalidade: Brasileira Cidadania: Brasileira / Italiana Estado
GUIA RÁPIDO PARA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES
GUIA RÁPIDO PARA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES A linha de Reguladores de aspiração BHP foi desenvolvida para a extração de líquidos corporais em pediatria, UTI e centros cirúrgicos. Sua função é a de extrair
American Heart Association LISTA DE CHECAGEM CRITÉRIOS DE EXECUÇÃO PARA SUPORTE BÁSICO DE VIDA/SBV RCP ADULTO 1 ou 2 SOCORRISTAS
RCP ADULTO 1 ou 2 SOCORRISTAS 1. Verifique se a vítima não responde e se esta sem respiração ou com respiração anormal. Ative o Serviço de Emergência Médica (Fone 193). Posicione corretamente o paciente.
LESÃO MEDULAR TRAUMÁTICA
LESÃO MEDULAR TRAUMÁTICA ADAURI BUENO DE CAMARGO MÉDICO FISIATRA NEUROFISIOLOGISTA FACULDADE MEDICINA USP FISIOPATOGENIA DISFUNÇÕES MICCIONAIS FUNÇÃO INTESTINAL SEXUALIDADE DISCUSSÃO NEW YORK UNIVERSITY
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
CLASSIFICADOS PARA SEGUNDA FASE POR NÚMERO DE INSCRIÇÃO 1- ACESSO DIRETO Anestesiologia 107432 107463 107594 107643 107756 107927 107935 108135 108404 108533 108550 108571 108582 Cirurgia Geral 107377
Diretor técnico: DIEGO ARAGÃO DE SIQUEIRA (CRM: )
Relatório de Fiscalização Diretor técnico: DIEGO ARAGÃO DE SIQUEIRA (CRM: 23.762) Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento. Tal vistoria
Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO
Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO ASPECTOS GERAIS Raro mas extremamente grave Vários fatores etiológicos SOBREVIDA FETAL Ressuscitação agressiva SOBREVIDA MATERNA Fator etiológico Ambiente
HOMOLOGADA PORTARIA QUE APROVOU RELAÇÃO DE ESPECIALIDADES E ÁREAS DE ATUAÇÃO
HOMOLOGADA PORTARIA QUE APROVOU RELAÇÃO DE ESPECIALIDADES E ÁREAS DE ATUAÇÃO APPROVED ORDINANCE WHICH ADOPTED RELATION SPECIALTIES AND AREAS *Conselho Federal de Medicina. CFM * Palavras-chave Especialidades,
ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO
ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO PREPARO PARA REANIMAÇÃO HISTÓRIA MATERNA Intercorrências clínicas Intercorrências gestacionais Intercorrências no trabalho de parto e parto Líquido amniótico
PROCESSO SELETIVO PARA MONITORES MEDICINA /2017.1
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA PARAÍBA DIREÇÃO ACADÊMICA COORDENAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA COORDENAÇÃO DE LABORATÓRIOS PROCESSO SELETIVO PARA MONITORES MEDICINA 2016.2/2017.1 PERÍODO DE INSCRIÇÃO: 02/08/2016
Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Esterilização.
Emergência e Primeiros Socorros Objetivos Avaliação inicial do paciente enfermo e cuidados na abordagem Avaliação de sinais vitais M.V. Guilherme Sposito Contaminação Infecção Esterelização Antissepsia
Curso de Graduação em Medicina. 1. Conteúdos Básicos Profissionais. 1.1 Conteúdos Básicos Profissionais. Módulos. Carga Horária
Curso de Graduação em Medicina 1. Conteúdos Básicos Profissionais 1.1 Conteúdos Básicos Profissionais Módulos Carga Horária MIV1 - Acolhimento ao Estudante 12 MIV2 - Saúde Coletiva 12 MIV3 - O homem Como
Urgência e Emergência
1/31/17 Urgência e Emergência Hemorragias e PCR 1. (AOCP EBSERH 2015) Fibrilação Ventricular, Taquicardia Ventricular sem pulso, Atividade Elétrica sem pulso e assistolia são mecanismos considerados modalidades
PÓS-GRADUAÇÃO. Enfermagem em Terapia Intensiva - UTI
PÓS-GRADUAÇÃO Enfermagem em Terapia Intensiva - UTI *De acordo com a RDC 07/2010, o coordenador de enfermagem da UTI deve ser especialista em terapia intensiva, isto é, enfermeiro intensivista. Assim,
RESOLUÇÃO. Parágrafo único. O novo currículo é o 0003-LS, cujas ementas e objetivos das disciplinas também constam do anexo.
RESOLUÇÃO CONSEPE 27/2016 ALTERA MATRIZ CURRICULAR E APROVA O PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU EM FISIOTERAPIA HOSPITALAR DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP PEDIÁTRICA ENFA. MA. AMANDA ROSSI MARQUES-CAMARGO
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA RCP PEDIÁTRICA ENFA. MA. AMANDA ROSSI MARQUES-CAMARGO ETIOLOGIA Adulto Criança PCR súbita e de origem cardíaca; PCR resulta de insuficiência respiratória e choque O reconhecimento
Manual de Ventilação Pulmonar Mecânica em Pediatria e Neonatologia. Direitos reservados à Editora ATHENEU
SÉRIE TERAPIA INTENSIVA PEDIÁTRICA E NEONATAL 8 Manual de Ventilação Pulmonar Mecânica em Pediatria e Neonatologia Série Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal Conhecimentos atuais para uma especialidade
MÉDICO - CANCEROLOGIA CLÍNICA C A D B E C E A D A B C D A E B C D C D A D E B B MÉDICO - CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA E D D E A C D C C E E D B C E A C C E
Gabarito Definitivo MATERNIDADE ESCOLA ASSIS CHATEAUBRIAND DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - MEAC-UFC E HOSPITAL UNIVERSITÁRIO WALTER CANTÍDIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - HUWC-UFC CONCURSO PÚBLICO
As profissões regulamentadas por lei de que trata o parágrafo único, do art. 3º do Regulamento do PROASA são as seguintes:
Cartilha O PROASA consiste em disponibilizar aos beneficiários dos planos médico-hospitalares, serviços de Nutricionista e Terapia Ocupacional para atendimento em consultório, bem como, profissionais da
Reanimação do recém-nascido 34 semanas em sala de parto: Diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de Pediatria 26 de janeiro de 2016
Maria Fernanda Branco de Almeida & Ruth Guinsburg Coordenação Geral do Programa de Reanimação Neonatal da SBP e Membros do International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR) Neonatal Task Force 1.
PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDO
Protocolo: Nº 46 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Última revisão: 03//2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Samantha Vieira Eduardo Gonçalves PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte
Como reconhecer uma criança criticamente enferma? Ney Boa Sorte Passo 1 - Avaliar a criança Prevendo a parada cardiopulmonar A parada cardiopulmonar em lactentes e crianças raramente é um evento súbito!
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA. Prof. Adélia Dalva
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Prof. Adélia Dalva 1. O tratamento emergencial da hipovolemia grave, em uma unidade de pronto atendimento, causada por choque hemorrágico, compreende as seguintes condutas terapêuticas,
Leia estas instruções:
Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR Conceito de PCR : interrupção súbita da atividade mecânica cardíaca. É a falência cardio-pulmonar aguda que torna insuficiente o fluxo sangüíneo para manter a função cerebral.
SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.
SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA - RIO
TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA REANIMAÇÃO CARDÍACA EM GESTANTES
TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA REANIMAÇÃO CARDÍACA EM GESTANTES Dr. Márcio de Pinho Martins Rio de Janeiro, Brasil. Correspondência para [email protected] QUESTIONÁRIO Antes de continuar, tente
Tratamento por Hipotermia na PCR: Experiência no Pré- Hospitalar e Urgência
Tratamento por Hipotermia na PCR: Experiência no Pré- Hospitalar e Urgência Hospital São José Centro Hospitalar de Lisboa Central Tiago Amaral MSc, RN, PHRN, CNS [email protected] Serviço Urgência
prontas para uso. Regendo a equipe, pelo menos um profissional, cuja responsabilidade seja apenas o recém-nascido
Reanimação Neonatal Em aproximadamente 10% dos nascimentos há necessidade de reanimação neonatal. Essa taxa, embora a priori possa parecer o contrário, é suficientemente visível e alta. As sua elevadas
PALS Pediatric Advanced Life Support SAVP Suporte Avançado de Vida em Pediatria
PALS Pediatric Advanced Life Support SAVP Suporte Avançado de Vida em Pediatria Centro de Ensino, Treinamento e Simulação-CETES-HCor A simulação aplicada ao ensino em saúde é uma técnica destinada a substituir
SUMÁRIO A...4 C...4 D... 6 E... 6 G... 6 H...7 I...7 M...7 N... 8 O... 8 P... 8 Q... 9 R... 9 T... 9 U...10
GLOSSÁRIO CLIENTE INTRODUÇÃO Este glossário foi desenvolvido pela Unimed Vale do Sinos com o objetivo de aproximar o cliente e a comunidade da cooperativa, por meio de esclarecimentos de diversos conceitos
RCP no Adulto. Módulo 1. Introdução Mapa do Módulo Compressões Cardíacas Ventilações no SBV Avaliação Inicial
Módulo 1 RCP no Adulto Introdução Mapa do Módulo Compressões Cardíacas Ventilações no SBV Avaliação Inicial Atendimento Completo Atendimento em Equipe Via Aérea Avançada Conclusão Tarefa 1 Introdução RCP
Artigo 1. Finalidade do Ciclo de Estudos Especiais de Neonatologia.
Programa Mínimo de Formação do Colégio de Subespecialidade de Neonatologia da Ordem dos Médicos para o Ciclo de Estudos Especiais de Neonatologia - Versão 1.3 Contexto O desenvolvimento da Medicina Perinatal,
VIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. Desfibrilador externo automático (DEA)
VIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ Desfibrilador externo automático (DEA) Resumo: Gabriel Rodrigues de Mendonça e-mail: [email protected] Adélia Maria
Pró-Diretoria de Extensão, Aperfeiçoamento e Especialização Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu
1. Curso de Especialização: Dermatologia 2. Objetivo do Curso: Desenvolver conteúdo prático e teórico para a formação de especialistas em Dermatologia 3. Ementa das disciplinas: Alergia e imunologia, metodologia
Imagem da Semana: Radiografia
Imagem da Semana: Radiografia Imagem 01. Radiografia de tórax e abdome em AP Recém-nascido (RN), a termo, sexo masculino e parto vaginal. Foi reanimado na sala de parto devido a apneia e frequência cardíaca
COD CLINICA MÉDICA
ANEXO III AREAS BÁSICAS COD.101 - CLINICA MÉDICA 1 Complexo Hospitalar Padre Bento - Guarulhos 4 4 2 Conjunto Hospitalar do Mandaqui 11 6 17 3 Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro - UNISA
PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS Nº DT 02/2016
TERMO TÉCNICO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA CONTRATAÇÃO DE PESSOA JURÍDICA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS EM MEDICINA INTENSIVA PEDIÁTRICA PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS
Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA. Comissão de Residência Médica COREME
Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Comissão de Residência Médica COREME Programa de Residência Médica CANCEROLOGIA PEDIÁTRICA Instituída pelo Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977,
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 PLANO DE CURSO
CURSO DE FISIOTERAPIA Autorizado pela Portaria nº 377 de 19/03/09 DOU de 20/03/09 Seção 1. Pág. 09 Componente Curricular: Fisioterapia em Neonatologia Código: Fisio 223 Pré-requisito: Desenvolvimento Humano
Núcleos Clínico-Cirúrgicos InCor
Núcleos Clínico-Cirúrgicos InCor Conceito Estrutura composta por Unidades Clínicas, Cirúrgicas e de Diagnóstico do InCor que apresentam atividades afins. O objetivo da criação dos Núcleos é melhorar a
I MÓDULO Aparelho Cardiorrespiratório 7 SEMANAS (162 h)
Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Módulo I: Aparelho
UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS- ANESTÉSICA (URPA) Maria da Conceição Muniz Ribeiro
UNIDADE DE RECUPERAÇÃO PÓS- ANESTÉSICA (URPA) Maria da Conceição Muniz Ribeiro O primeiro relato sobre a existência de uma sala de recuperação pós-anestésica foi em 8 na Inglaterra. Florence Nightingale,
PRM EM CANCEROLOGIA CIRÚRGICA PRÉ-REQUISITO EM CIRURGIA GERAL HOSPITAL ARISTIDES MALTEZ - LIGA BAHIANA CONTRA O CÂNCER 3 4 APROVADO 0
QUADRO DE POR PRM EM CANCEROLOGIA CIRÚRGICA ARISTIDES MALTEZ - LIGA BAHIANA CONTRA O CÂNCER 3 4 APROVADO 0 TOTAL DE - 4 PRM EM CANCEROLOGIA CLÍNICA ARISTIDES MALTEZ - LIGA BAHIANA CONTRA O CÂNCER 3 2 APROVADO
TÍTULO: COMPORTAMENTO DA OXIGENAÇÃO E HEMODINÂMICA EM RECÉM-NASCIDOS DURANTE A FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA
TÍTULO: COMPORTAMENTO DA OXIGENAÇÃO E HEMODINÂMICA EM RECÉM-NASCIDOS DURANTE A FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO
EMENTÁRIO E E COMPLR DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE ENFERMAGEM 7º PERÍODO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À SAÚDE DA MULHER Principais distúrbios fisiopatológicos e a atuação da Enfermagem na assistência integral
PROTOCOLO CÓDIGO AZUL E AMARELO
AZUL E AMARELO I. Definição: O código amarelo consiste no reconhecimento precoce de mudanças agudas nos parâmetros vitais dos pacientes, com o intuito de reduzir o número de parada cardiorespiratórias
RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003
RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 (Publicada no D.O.U. de 25 de junho de 2003, seção I, p. 97-99) (Nova redação do Anexo II, adotada pela Resolução CFM 1763/2005) (REVOGADA PELA RESOLUÇÃO CFM N. 2149/2016) Dispõe
Hospital Geral de Itapecerica da Serra - Seconci-SP OSS
1 - PRONTO SOCORRO 1.1 - Atendimento de Urgência e/ou Emergência Segundo Especialidade Especialidade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov ez % Clínica Pediátrica 2131 2132 3541 4612 3604 3159 2596
uso DIÁRIA DE APARTAMENTO SUÍTE dia R$ 846,03 R$ 694,18 R$ 553,17
CÓDIGOS TUSS NOVO TABELA TISS DESCRIÇÃO USO VALOR (R$) VALOR (R$) VALOR (R$) TIPO A TIPO B TIPO C 60000589 18 DIÁRIA DE APARTAMENTO SUÍTE dia R$ 846,03 R$ 694,18 R$ 553,17 69900000 00 DIÁRIA DE APARTAMENTO
Associação Médica de Assistência I ntegrada
Circular aos Associados (Convênio BACEN) 39/10 Comunicamos aos associados que a partir de 15 de abril de 2010 as guias de atendimento, relativas às consultas e visitas hospitalares deverão ser preenchidas
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CLÍNICA MÉDICA
PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM CLÍNICA MÉDICA 2016 Programa de Residência Médica em Clínica Médica 2016 Unidade: Hospital Copa D Or Diretor de Ensino e Coordenador Geral da Residência Médica: Dr Arnaldo
QUESTÕES. e) Realizar Reanimação Cardiopulmonar (RCP), iniciando. pelas ventilações. d) Iniciar apenas o procedimento de ventilação.
Emergências Pré Hospitalares Elton Chaves QUESTÕES 1. Uma mulher de 75 anos, estava saindo de casa e subitamente apresentou uma Parada Cardiorrespiratória (PCR). Uma pessoa, que estava próxima de sua casa,
Módulo 5: TEMPERATURA
Atenção à saúde do Recém-nascido de Risco Superando pontos críticos Módulo 5: TEMPERATURA Como os bebês ganham e perdem calor? Por que o frio pode ser prejudicial para o bebê? E quando sentem muito calor,
01. Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí - HU-UFPI. Vagas Ampla Concorrência
CONCURSO PÚBLICO 13/2014 EBSERH/CONCURSO NACIONAL ANEXO I DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2014 QUADRO DE VAGAS, SALÁRIO E CARGA HORÁRIA SEMANAL RETIFICADO 01. Hospital Universitário
Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Primeiros Socorros. Objetivos.
Objetivos Avaliação inicial do paciente enfermo e cuidados na abordagem Avaliação de sinais vitais Contaminação Infecção Esterelização Antissepsia Assepsia Microorganismos Contaminação Presença de microorganismos
SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.
t SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTADO DA ARTE EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Suporte Básico de Vida. European Resuscitation Council
Suporte Básico de Vida Objectivos No fim deste curso deverá conseguir: Abordar a vítima inconsciente. Executar compressões torácicas e ventilação boca-a-boca/nariz/nariz e boca. Colocar a vítima inconsciente
Primeiros Socorros. Introdução ao socorro
Primeiros Socorros Introdução ao socorro OBJETIVOS Conhecer os principais aspectos do comportamento e da conduta de um profissional de saúde que presta um atendimento de primeiros socorros, Conhecer os
Confidencial PATECS_009/2016 Página: 1 de 10
UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAIS (UCIN) PATECS_009/2016 Confidencial PATECS_009/2016 Página: 1 de 10 1. Solicitante: Hospital e Maternidade Santa Casa de Misericórdia de Maringá Dra. Maria
Novos Prestadores Exclusivos One Health/Estratégico
Novos Prestadores Exclusivos One Health/Estratégico ALEXANDRE FERNANDES DE AZEVEDO Graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais Especialista pela Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia
TREINAMENTO TEÓRICO CURSO: PRIMEIROS SOCORROS - BÁSICO (40 HORAS)
UNIDADE: 10 PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA - PCR TREINAMENTO TEÓRICO CURSO: PRIMEIROS SOCORROS - BÁSICO (40 HORAS) MODALIDADE: ONLINE 10.0 Introdução O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação
INFORMAÇÕES AOS PAIS UTI NEONATAL E PEDIÁTRICA
INFORMAÇÕES AOS PAIS UTI NEONATAL E PEDIÁTRICA A UTI Neonatal e Pediátrica do Hospital São Paulo - Unimed é uma unidade de internação destinada aos bebês desde o primeiro dia de vida até crianças com 12
NOTA EXPLICATIVA REPESCAGEM
NOTA EXPLICATIVA REPESCAGEM O Coordenador Geral da Seleção Unificada para os Programas de Residência Médica do Estado do Ceará, no exercício de suas atribuições, considerando a necessidade de preenchimento
INTRODUÇÃO OBJETIVO DEFINIÇÕES CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DA POLÍTICA DOCUMENTO OFICIAL
Atendimento de Parada Cardio-Respiratória: Código Azul Adulto INTRODUÇÃO O Einstein dispõe de médicos 24 horas por dia, em unidades de Terapia Intensiva e Primeiro Atendimento autorizados a prestar atendimentos
C L A S S I F I C A D O S P A R A A 2ª F A S E (Ref: 2016)
Concurso: 800 ANGIORRADIOLOGIA E CIRURGIA Inscrição ENDOVASCULAR Adicional PROVAB Nota Media - Desvio Padrao = 2,9149 1113 1453 1578 1786 2024 Concurso: 74 CANCEROLOGIA CLINICA Inscrição Adicional PROVAB
Atualizações 2006 para o manual do Curso de Reanimação Neonatal
Atualizações 2006 para o manual do Curso de Reanimação Neonatal DOCUMENTO CIENTÍFICO DO PROGRAMA DE REANIMAÇÃO NEONATAL REANIMAÇÃO NEONATAL: CONDUTAS 2006 RELATORAS: Ruth Guinsburg: Professora Associada
Anestesia. em cirurgia cardíaca pediátrica. por Bruno Araújo Silva
I N C O R C R I A N Ç A Anestesia em cirurgia cardíaca pediátrica A anestesia é um dos elementos fundamentais no cuidado dos pacientes que serão submetidos a cirurgia cardíaca para tratamento de cardiopatias
Nome do Programa Programa de Complementação Especializada em Cardiologia Pediátrica. Titulação Professor Titular Disciplina de Cardiologia - FMUSP
COMISSÃO DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CCEX Av. Dr. Arnaldo, 455 1º andar sala 1301 FORMULÁRIO DE PROGRAMA DE COMPLEMENTAÇÃO ESPECIALIZADA Nome do Programa Programa de Complementação Especializada
É a aspiração de líquido não corporal causada por submersão ou imersão.
É a aspiração de líquido não corporal causada por submersão ou imersão. Sinais e sintomas: Em um quadro geral pode haver hipotermia, náuseas, vômito, distensão abdominal, tremores, cefaléia, mal estar,
ORGANIZADOR. Página 1 de 7
RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ULTRASSONOGRAFIA (R) / 0 PROVA DISCURSIVA Página de 7 RESIDÊNCIA MÉDICA UERJ 07 ULTRASSONOGRAFIA (R) / 0 PROVA DISCURSIVA ULTRASSONOGRAFIA ) Mulher de 9 anos, DUM em 8//5, realizou
