Jonas Barbosa Leite Filho
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- Osvaldo Marco Antônio Molinari Estrada
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2 Jonas Barbosa Leite Filho Funcionário Banco do Brasil 33 anos Cargos ocupados: Escriturário; Supervisor Consultor Auditor Gerente de Agência Formação Acadêmica: Administração de empresas; Pós Graduação em Gestão de Pessoas
3 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
4 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido como o conjunto de instituições e orgãos que regulam, fiscalizam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito (função econômica). É formado por um conjunto de instituições financeiras públicas e privadas.
5 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Agentes Superavitários Sistema Financeiro Nacional Agentes Deficitários
6 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL AUTORIDADES MONETÁRIAS CMN BACEN
7 Orgãos Normativos Entid. Superv. Operadoras do Sistema Financeiro Nacional Conselho Monetário Nacional CMN Banco Central do Brasil BACEN Comissão de Valores Mobiliários CVM Inst.Finan. Capt. De Depós. à Vista Bolsa de Mercad. E Futuros BM&F Demais Instit. Financ. Bolsas de Valores Outros Intermed. e Admin. de Recurs. de Terceir.
8 Orgãos Normativos Entid. Superv. Operadoras do Sistema Financeiro Nacional Conselho Nacional Seguros Privados CNSP Super. de Seguros Privados SUSEP Resseg Sociedades Seguradoras E de Capitalização Entidades Abertas de Previdência Complementar Conselho Nacional da Prev. Complem. CNPC Sup. Nacio nal Previd. Complem. PREVIC Entidades Fechadas de Previdência Complementar (fundos de pensão)
9 56. O Sistema Financeiro Nacional tem como entidades supervisoras: (A) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar. (B) Receita Federal do Brasil e Resseguradores. (C) Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e futuros. (D) Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados. (E) Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
10 56. O Sistema Financeiro Nacional tem como entidades supervisoras: (A) FEBRABAN e Superintendência Nacional de Previdência Complementar. (B) Receita Federal do Brasil e Resseguradores. (C) Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas de Mercadorias e futuros. (D) Banco Central do Brasil e Superintendência de Seguros Privados. (E) Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
11 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS São caracterizadas pela captação de depósitos à vista, livremente movimentados por meio de cheques emitidos pelos cliente. Bancos comerciais controle público ou privado, constituído sob a forma de sociedade anônima para atender as necessidades de financiamento de curto e longo prazo para a indústria, o comércio e o público em geral;
12 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS Caixa Econômica Federal controle público, constituída sob a forma de empresa pública, responsável pela operação das políticas de habitação, saneamento básico, assistência social e transporte;
13 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS Cooperativas de crédito constituídas sob a forma de sociedade limitada têm como finalidade o atendimento dos seus associados através da concessão do crédito;
14 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS Bancos múltiplos com carteira comercial controle público ou privado, constituído sob a forma de sociedade anônima oferece operações comerciais, investimento, desenvolvimento, crédito imobiliário e arrendamento. Obrigatoriamente devem ter duas carteiras,
15 INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS BANCÁRIAS: capazes de criar moedas - bancos comerciais, bancos múltiplos c/carteira comercial, cooperativas de crédito e CEF;
16 Este é o Massaru Minhamoto Ele é um Superávitário/Poupador
17 Esta é a Eva Porosa ela é uma Deficitária/Tomadora
18 R$1.000,00
19 R$1.000, R$ 440, D.C.
20 R$1.000, R$ 440, D.C. R$ 560, Emp
21 R$1.000, R$ 440, D.C. R$ 560, Emp Tem 1.000,00
22 R$1.000, R$ 440, D.C. R$ 560, Emp Tem 1.000,00 Tem 560,00
23 Imprimiu R$ 1.000,00
24 Imprimiu R$ 1.000,00 Se tem R$ 1.000,00 disponível...
25 Imprimiu R$ 1.000,00 Se tem R$ 1.000,00 disponível... Se tem R$ 560,00 disponível...
26 Imprimiu R$ 1.000,00 Se tem R$ 1.000,00 disponível... Se tem R$ 560,00 disponível... Temos, então, 560,00 que o Bacen não imprimiu...
27 Temos R$ 1.560,00 disponível para gastos. A diferença entre o impresso pelo Bacen e o disponível no mercado, é a moeda escritural criada pelo BB, ao emprestar. #
28 60 Os bancos comerciais são o tipo de instituição financeira que mais realizam movimentação monetária em número de transações, devido ao grande número de instituições e clientes. Dentre os tipos de captação de recursos dos clientes, os bancos possuem um tipo de captação conhecida como captação a custo zero, realizada por meio das contas-correntes dos clientes. O tipo de operação em que são realizadas entradas de dinheiro em contas-correntes é denominado captação de (A) investimentos a curto prazo (B) clientes (C) dinheiro (D) depósitos à vista (E) recursos a prazo
29 60 Os bancos comerciais são o tipo de instituição financeira que mais realizam movimentação monetária em número de transações, devido ao grande número de instituições e clientes. Dentre os tipos de captação de recursos dos clientes, os bancos possuem um tipo de captação conhecida como captação a custo zero, realizada por meio das contas-correntes dos clientes. O tipo de operação em que são realizadas entradas de dinheiro em contas-correntes é denominado captação de (A) investimentos a curto prazo (B) clientes (C) dinheiro (D) depósitos à vista (E) recursos a prazo
30 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS São aquelas que operam com ativos financeiros não monetários, ao qual não é permitida a emissão de moeda escritural.
31 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS Bancos de investimento operam com depósitos e empréstimos a prazos superiores a um ano com o objetivo de participarem do financiamento a médio e longo prazo dos recursos necessários ao suprimento dos recursos necessários à formação de capital fixo ou permanente;
32 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS Sociedade de arrendamento mercantil são constituídas sob a forma de sociedade anônima e através da emissão de debêntures financiam capital permanente;
33 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS Sociedade de crédito, investimento e financiamento constituídas sob a forma de sociedade anônimas, buscam através da colocação de letras de câmbio e de recibos de depósitos bancários o financiamento do consumo e do capital de giro;
34 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS Sociedade de crédito imobiliário através da colocação de letras e cédulas hipotecárias e depósitos interfinanceiro e repasse da CEF, sob a constituição de sociedade anônima, buscam o financiamento habitacional bem como o capital de giro das empresas de incorporadoras, produtoras e distribuidoras de material de construção;
35 INSTITUIÇÕES NÃO BANCÁRIAS Associação de poupança e empréstimo são constituídas sob a forma de sociedade civil, suas ações são direcionadas ao mercado imobiliário e ao sistema financeiro de habilitação sendo suas ações mantidas pelos depósitos das cadernetas de poupança, letras e cédulas hipotecárias além dos depósitos interfinanceiros e repasses da CEF;
36 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Bolsa de valores sob a forma de sociedade anônima ou associação civil objetivam manter local ao encontro dos membros e à realização de compra e venda de valores mobiliários, em mercado livre e aberto, especialmente organizado e fiscalizado por seus membros e pela Comissão de Valores Mobiliários;
37 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade corretora de câmbio sob a forma de sociedade anônima ou por quotas de responsabilidade limitada, têm por objeto exclusivo a intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio de taxas flutuantes;
38 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade corretora de títulos e valores mobiliários sob a forma sociedade anônima ou por quotas de responsabilidade limitada tem como objetivo operar em bolsas de valores, subscrever emissões de títulos e valores mobiliários no mercado; comprar e vender títulos e valores mobiliários por conta própria e de terceiros;
39 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade corretora de títulos e valores mobiliários encarregar-se da administração de carteiras e da custódia de títulos e valores mobiliários; exercer funções de agente fiduciário; instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento; emitir certificados de depósito de ações; intermediar operações de câmbio;
40 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade corretora de títulos e valores mobiliários praticar operações no mercado de câmbio de taxas flutuantes; praticar operações de compra e venda de metais preciosos, no mercado físico, por conta própria e de terceiros; operar em bolsas de mercadorias e de futuros por conta própria e de terceiros;
41 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade distribuidora de títulos e valores mobiliários sob a forma de sociedade anônima ou cotas de responsabilidade limitada prestam serviços idênticos às corretoras de valores.
42 DISTRIBUIDORES DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Sociedade de compensação e liquidação de operações são responsáveis pela compensação e liquidação das operações feitas no mercado à vista, a termo e de opções da bolsa de valores. Para o mercado de capitais as operações são feitas pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia;
43 AGENTES ESPECIAIS Entidades formadas para encorajar atividades econômicas específicas, tornando o financiamento mais ágil e garantido. Banco do Brasil sob a forma de sociedade anônima é um banco múltiplo sendo o principal executor da política oficial de crédito rural e industrial no país;
44 AGENTES ESPECIAIS Banco de Desenvolvimento Econômico e Social sob a forma de empresa pública federal tem como objetivo fomentar a atividade econômica do país contribuindo para o desenvolvimento setorial e regional através de operações de empréstimos e participação acionária nas empresas;
45 AGENTES ESPECIAIS Banco do Nordeste do Brasil sob a forma de tem como objetivo fomentar o desenvolvimento da região Nordeste;
46 AGENTES ESPECIAIS Banco da Amazônia sob a denominação tem como objetivo a modernização dos empreendimentos agrícolas, pecuários e industriais de grande impacto para a economia regional;
47 Conselho Monetário Nacional - CMN Ministro da Fazenda (Presidente) Ministro do Planejamento Orçamento e Gestão Presidente do Banco Central
48 Conselho Monetário Nacional CMN Órgão superior do Sistema Financeiro Nacional e tem a responsabilidade de formular a política da moeda e do crédito, objetivando a estabilidade da moeda e o desenvolvimento econômico e social do País. É o responsável pela fixação das diretrizes das políticas monetária, creditícia e cambial do País. Não lhe cabe funções executivas.
49 Conselho Monetário Nacional CMN DECRETO Nº 1.307, DE 9 DE NOVEMBRO DE Reuniões ordinárias (CMN e COMOC) uma vez por mês; Bacen: preparar, assessorar e dar suporte durante as reuniões, elaborar as atas e manter seu arquivo histórico). Decisões: maioria simples.
50 Conselho Monetário Nacional CMN Comissão Técnica da Moeda e do Crédito (Comoc): órgão de assessoramento técnico na formulação da política da moeda e do crédito do País. Calendário para 2015: Comoc quarta feira; CMN quinta feira.
51 Conselho Monetário Nacional CMN Comissão Técnica da Moeda e do Crédito (Comoc) Presidente do Bacen; Presidente da CVM; Sec. Exec. do Min. Planejamento e Orçamento; Sec. Exec. do Min. da Fazenda; Sec. Polit. Econômica do Min. da Fazenda; Sec. Tesouro Nacional Min. da Fazenda; 4 Diretores do Bacen.
52 Conselho Monetário Nacional CMN Comissões Consultivas: I de Normas e Organização do Sistema Financeiro; II de Mercado de Valores Mobiliários e de Futuros; III de Crédito Rural; IV de Crédito Industrial; V Crédito Habitacional; VI de Endividamento Público; VII de Política Monetária e Cambial; e DECRETO Nº 1.649, DE 27 DE SETEMBRO DE 1995.
53 Conselho Monetário Nacional CMN Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia nacional e seu processo de desenvolvimento; Regular o valor interno da moeda, para tanto prevenindo ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacionários de origem interna ou externa, as depressões econômicas e outros desequilíbrios oriundos de fenômenos conjunturais;
54 Conselho Monetário Nacional CMN Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio no balanço de pagamento do País, tendo em vista a melhor utilização dos recursos em moeda estrangeira; Orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras, quer públicas, quer privadas; tendo em vista propiciar, nas diferentes regiões do País, condições favoráveis ao desenvolvimento harmônico da economia nacional;
55 Conselho Monetário Nacional CMN Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros, com vistas à maior eficiência do sistema de pagamentos e de mobilização de recursos; Zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa.
56 Conselho Monetário Nacional CMN Autorizar as emissões de papel moeda de curso forçado. Aprovar os orçamentos monetários, preparados pelo Banco Central da República do Brasil, por meio dos quais se estimarão as necessidades globais de moeda e crédito; Determinar as características gerais das cédulas e moedas.
57 Conselho Monetário Nacional CMN Fixar as diretrizes e normas da política cambial, inclusive quanto a compra e venda de ouro e quaisquer operações em Direitos Especiais de Saque e em moeda estrangeira; Disciplinar o crédito em todas as suas modalidades e as operações creditícias em todas as suas formas, inclusive aceites, avais e prestações de quaisquer garantias por parte das instituições financeiras;
58 Conselho Monetário Nacional CMN Regular a constituição, funcionamento e fiscalização dos que exercerem atividades subordinadas a Lei 4.595, bem como a aplicação das penalidades previstas; Delimitar, com periodicidade não inferior a dois anos o capital mínimo das instituições financeiras privadas, levando em conta sua natureza, bem como a localização de suas sedes e agências ou filiais;
59 Conselho Monetário Nacional CMN Disciplinar o crédito; Assegurar taxas favorecidas para o crédito rural; Quanto as Ifs podem emprestar; Disciplinar as atividades das Bolsas de Valores e dos corretores de fundos públicos; Reciprocidade aos bancos estrangeiros;
60 Conselho Monetário Nacional CMN Regulamentar, fixando limites, prazos e outras condições, as operações de redesconto e de empréstimo, efetuadas com quaisquer instituições financeiras públicas e privadas de natureza bancária;
61 Conselho Monetário Nacional CMN Outorgar ao Banco Central da República do Brasil o monopólio das operações de câmbio quando ocorrer grave desequilíbrio no balanço de pagamentos ou houver sérias razões para prever a iminência de tal situação;
62 Conselho Monetário Nacional CMN Estabelecer normas a serem observadas pelo Banco Central da República do Brasil em suas transações com títulos públicos e de entidades de que participe o Estado;
63 Conselho Monetário Nacional CMN regular os depósitos a prazo de instituições financeiras e demais sociedades autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, inclusive entre aquelas sujeitas ao mesmo controle acionário ou coligadas.
64 Conselho Monetário Nacional CMN O Conselho Monetário nacional poderá convidar autoridades, pessoas ou entidades para prestar esclarecimentos considerados necessários. #
65 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Principal órgão executivo do sistema financeiro. Faz cumprir todas as determinações do CMN. É por meio do BC que o Governo intervém diretamente no sistema financeiro.
66 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Autarquia vinculado ao MF; Responsável por garantir o poder de compra da moeda nacional.
67 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN AUTARQUIA? Entidade autônoma, auxiliar e descentralizada da administração pública, sujeita à fiscalização e à tutela do Estado, com patrimônio constituído de recursos próprios, e cujo fim é executar serviços de caráter estatal ou interessantes à coletividade
68 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN OBJETIVOS: Zelar pela adequada liquidez da economia; Manter reservas internacionais nível adequado; Estimular formação de poupança; Zelar estabilidade e promover aperfeiçoamento instituições financeiras.
69 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Principais atribuições: emitir papel-moeda e moeda metálica; - executar os serviços do meio circulante; - receber recolhimentos compulsórios e voluntários das IFs e bancárias; - realizar operações de redesconto e empréstimo às Ifs. - regular a execução dos serviços da COMPE.
70 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Principais atribuições: - efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais; - Exercer o controle do crédito; - Exercer a fiscalização das Ifs; - Autorizar o funcionamento das Ifs; - Estabelecer condições para o exercícios de quaisquer cargos de direção nas Ifs.
71 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Principais atribuições: vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais; - controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país.
72 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Lei 4.595/64 Bacen fiscaliza: bancos comerciais; bancos múltiplos; bancos de desenvolvimento; bancos de investimentos; Caixa Econômica Federal (CEF); e sociedades de crédito, financiamento e investimento.
73 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Outras atribuições legais ao Bacen (supervisionar) Sociedades de Crédito Imobiliário (Lei 4.380/64; Corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários (Lei 4.728/65). O Bacen fiscaliza as operações com títulos de renda fixa e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as transações com títulos e valores mobiliários. Associações de Poupança e Empréstimos (Dec. Lei 70/66).
74 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Cooperativas de Crédito (Lei 5.764/71 e Lei Complem. 130/2009). Sociedades de Arrendamento Mercantil (Lei 6.099/74). Administradoras de Consórcio (Lei /2008*. Escritórios de representação de instituições financeiras sediadas no exterior (Lei 9.613/98*. Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (Lei /2001). Agências de Fomento (Medida Provisória , de 2001).
75 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Empresas de auditoria contábil e auditores contábeis independente. Agências de turismo e meios de hospedagem autorizados pelo BACEN a operar no mercado de câmbio (Lei 4.595/64). Empresas brasileiras que administram cartões de crédito de uso internacional (Lei 4.595/64). Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), nas transferências internacionais de recursos vinculados a vales postais internacionais (4.595/64).
76 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN O Bacen fiscaliza as seguintes operações: Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR): Sistema Financeiro de Habitação (SFH); Aplicação dos recursos do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PSH).
77 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Fundos de investimentos, conf. Lei /2001, exclusividade da CVM, cabe ao BACEN verificar: mecanismos de gestão e controle dos riscos da administradora de recursos; e segregação entre administração do fundo e gestão da instituição administradora (Chinese Wall).
78 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN BACEN não pode fiscalizar: Sociedade de Fomento Mercantil (Comercial) factoring; Administradoras de Cartões de Crédito validade nacional.
79 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN BACEN pode fiscalizar qualquer pessoa física ou jurídica que atue como instituição financeira. PODE administradoras de consórcios. PUNIÇÃO?
80 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN O BACEN dispõe de instrumentos disciplinares e punitivos para coibir práticas irregulares, implementar medidas de natureza educativa e enfrentar situações que coloquem em risco a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional. 1. processo administrativo punitivo; 2. medidas cautelares; 3. classificação de instituições supervisionadas na situação em evidência.
81 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Processo administrativo punitivo: advertência; multa; suspensão do exercício de cargos; inabilitação para o exercício de cargos de direção na administração ou na gerência de instituições supervisionadas; cassação da autorização de funcionamento ou para administração de grupos de consórcio; proibição temporária de praticar atividade de auditoria em instituições supervisionadas.
82 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Medida Cautelar: Limitação à atuação dos indiciados. Sempre considerando a gravidade da falta: afastamento. impedir que os indiciados assumam quaisquer cargos de direção ou administração de instituições ou atuem como mandatários ou prepostos de diretores ou administradores; restrições às atividades da instituição; determinar à instituição a substituição da empresa de auditoria contábil independente.
83 BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN Instrumentos de Política Monetária DEPÓSITOS COMPULSÓRIO REDESCONTO OPEN MARKET
84 SISTEMA ESPECIAL DE LIQUIDAÇÃO E DE CUSTÓDIA - SELIC
85 SELIC 1980 Bacen/Andima; Taxa básica/taxa meta Sistema informatizado que se destina à custódia de títulos escriturais de emissão do Tesouro Nacional e do Banco Central do Brasil, bem como ao registro e à liquidação de operações com os referidos títulos.
86 SELIC Títulos Públicos Federais O Tesouro Nacional utiliza a emissão de títulos públicos como uma das formas de captação de recursos para financiar atividades do governo federal, tais como educação, saúde e infra-estrutura. Os títulos públicos são uma opção de investimento para a sociedade e representam a dívida mobiliária da União
87 SELIC Títulos Públicos Federais A venda de títulos públicos no Brasil pode ser realizada por meio de três modalidades: Oferta pública com a realização de leilão; Oferta pública sem a realização de leilão (Tesouro Direto); e Emissões diretas para atender a necessidades específicas determinadas em lei.
88 SELIC Dealers é o termo técnico dado às instituições financeiras que formam um grupo de compradores e negociadores de títulos públicos credenciados a operar com o Governo, que possuem direitos e obrigações específicos.
89 SELIC O SELIC opera na modalidade de Liquidação Bruta em Tempo Real (LBTR), sendo as operações nele registradas liquidadas uma a uma por seus valores brutos em tempo real.
90 SELIC. O horário normal de funcionamento é das 6h30 às 18h30, em todos os dias considerados úteis.
91 SELIC A liquidação de operações é sempre condicionada à disponibilidade do título negociado na conta de custódia do vendedor e à disponibilidade de recursos por parte do comprador.
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