Política de Gestão de Riscos
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- Bernardo de Sousa Belo
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1 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 1 de 8 Política de Gestão de Riscos
2 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 2 de 8 ÍNDICE 1- Introdução Tipos de Riscos Risco de Mercado Risco de Liquidez Risco de Crédito Risco de Concentração Risco de Contraparte Risco Operacional Gerenciamento de Riscos Risco de Mercado Risco de Liquidez Risco de Crédito Risco de Concentração Risco de Contraparte Risco Operacional Comitê de Gestão e Riscos Considerações Finais...7
3 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 3 de 8 1- INTRODUÇÃO A Política de Gestão de Riscos da ECO GESTÃO DE ATIVOS (ECO GESTÃO) estabelece uma metodologia de gestão dos riscos intrínsecos ao seu negócio, bem como descreve os processos de controle utilizados para mitigação destes riscos, em conformidade com a legislação vigente, em especial, a Instrução CVM 558/15 e as melhores práticas de mercado. A ECO GESTÃO estabelece critérios para a mensuração do risco de cada fundo de investimento em que atual como gestora e segue as diretrizes estabelecidas pelo Código de Regulação e Melhores Práticas para Fundos da ANBIMA, de cujo código a ECO GESTÃO é aderente. A estrutura de controle e mensuração de risco dos fundos de investimentos está inserida no Sistema Interno de Controle da ECO GESTÃO, o que garante à empresa o cumprimento do fluxo operacional necessário à boa gestão dos riscos e permite rápida adequação às mudanças de legislação e práticas de mercado. 2- TIPOS DE RISCO A ECO GESTÃO avalia, mensura e monitora os riscos inerentes às suas atividades, considerando-se os riscos a que está exposta: 2.1- Risco de Mercado Definido como a possibilidade de perdas potenciais por flutuações nos valores de mercado, variação cambial, taxas de juros, moeda, índice, condições políticas e econômicas, entre outros. Entre os fatores que afetam o mercado à economia em geral, tanto nacional quanto internacional. Ocorrências como ciclos econômicos, política econômica e situação financeira das empresas podem ocasionar um maior risco de mercado.
4 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 4 de Risco de Liquidez É o descasamento da estrutura de ativos versus seu pagamento e recebimento, ou seja, converter determinado patrimônio em dinheiro vivo de forma ágil e dinâmica. É aquele que pode fazer com que o fundo não seja capaz de honrar eficientemente com suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas estratégias de investimento e sem incorrer em perdas significativas para os investidores cotistas do fundo Risco de Crédito Trata-se da possibilidade de perder o valor negociado, em sua totalidade ou parcialmente, devido aos riscos de inadimplência. Este risco mede a possibilidade de perda econômica decorrente da deterioração da qualidade do crédito de um cliente ou contraparte devido ao mesmo não honrar integralmente com ao menos uma obrigação e/ou possuir ao menos uma de suas obrigações perante a uma instituição em atraso Risco Concentração O Risco de Concentração são perdas potenciais causadas pela não-diversificação do risco de crédito de carteiras de investimento Risco de Contraparte O Risco de contraparte é pode ser causado pela possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte (securitizadoras, agentes fiduciários, servicers, advogados, agências de rating, etc.), de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvem a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos.
5 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 5 de Risco Operacional Ocorre na existência de problemas sistêmicos, erro humano, ineficiência no gerenciamento de processos e controle, descumprimento de leis, fatores externos entre outros. 3 - GERENCIAMENTO DE RISCOS Com o objetivo de gerenciar os riscos inerentes a gestão de fundos a ECO GESTÂO em seu Comitê de Gestão e Riscos estabelece uma lista de critérios e controles necessários para mitigar o risco a cada novo produto ofertado no mercado, com a análise dos vários fatores que podem influir diretamente na capacidade de retorno de investimento dos cotistas. 3.1 Risco de Mercado: Value at Risk ( VaR) é o método utilizado para a avaliação dos riscos de mercado e o número obtido no cálculo representa a pior perda esperada em um dado horizonte de tempo, considerando-se determinado intervalo de confiança, que é calculado em intervalos entre 95% a 99%. A técnica utilizada é o VaR Não Paramétrico, que atende às necessidades de controle de risco de mercado em fundos não abertos, com ativos previamente parametrizados em regulamento, caso dos FIDCs Risco de Liquidez A gestão do risco de liquidez é realizada pela área de gestão, com base nas posições disponibilizadas pela área de operações que extrai diariamente as informações do das carteiras dos fundos de investimento para análise e acompanhamento. A área de gestão tem por responsabilidade o acompanhamento dos limites estabelecidos nos regulamentos. O risco de liquidez é acompanhado nas reuniões do Comitê de Gestão de Riscos, mensalmente.
6 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 6 de Risco de Crédito Todas as operações de concessão de crédito a cedente/sacado são analisadas e aprovadas pelo Comitê de Gestão e Riscos. A avaliação é feita por meio de classificação do risco de crédito, segundo parâmetros estabelecidos para cada fundo de investimento. A empresa também faz um monitoramento e acompanhamento da carteira de recebíveis e verifica a tendência da carteira. Casos de deterioração da qualidade de crédito são discutidas no Comitê de Gestão e Riscos, que delibera e acompanha todas as ações para mitigação do risco. 3.4 Risco de Concentração O risco de concentração é avaliado por meio dos relatórios de composição e concentração das carteiras que são fornecidos à área de gestão pela área operacional. É responsabilidade da área de gestão garantir que os investimentos não estejam excessivamente concentrados. 3.5 Risco de Contraparte O risco de contraparte é aprovado pelo Comitê de Gestão e Riscos, que tem por função, a verificação de todos os aspectos de riscos e operacionais dos fundos. Os títulos e valores mobiliários são negociados somente com contrapartes aprovadas. O comitê também faz a aprovação dos títulos de valores mobiliários que possam ser adquiridos pelos fundos de investimento, conforme proposição da área de gestão.
7 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 7 de Risco Operacional Como controle do Risco Operacional a ECO GESTÃO adota um Sistema Interno de Controle, compostos por políticas, manuais, procedimentos, descrição de cargos e o preenchimento de uma matriz de risco que identifica todos os riscos possíveis da plataforma operacional da Organização. A planilha de controle foi preparada na forma de auto avaliação, em consonância com a classificação de risco proposta pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO). A Matriz torna possível a priorização e avaliação do risco. Todos os eventos são registrados em um relatório de perdas operacionais, que são consolidados e monitorados por indicadores de risco (KRI s). 4- COMITÊ DE GESTÃO E RISCOS A área de Risco é responsável pela convocação, apuração de informações e apresentação de relatórios referente aos riscos descritos neste documento. Durante o Comitê de Gestão e Riscos são discutidas as metodologias, a necessidade de novos critérios, tolerância e limites de exposição ao risco e Plano de Ação. Após cada reunião deve ser elaborado um dossiê que é arquivado eletronicamente. Este documento deve conter as classificações mês a mês e o detalhamento do Plano de Ação e informações que justifiquem a classificação de cada risco. O Comitê de Gestão e Riscos tem periodicidade mínima de uma vez por mês, e pode ser convocado em caráter extraordinário sempre que há previsão de investimentos ou desinvestimento ou ainda quando exista a necessidade de analisar qualquer um dos riscos descritos neste documento.
8 POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 8 de 8 5- CONSIDERAÇÕES FINAIS Observar todos os riscos existentes em nosso negócio e as metodologias para mitigálos nos faz obter o respeito necessário de nossos clientes e mercado em geral. Porém, é evidente que nosso trabalho não termina por aqui. Trata-se de um trabalho diário o de identificar potenciais riscos e formas de melhorar o desenvolvimento de nossas estratégias para minizá-los, trabalhar preventivamente e mitigá-los, estando toda a empresa empenhada nisto. Portanto, esta política pode ser atualizada a qualquer momento em que se julgar conveniente, trabalhando assim nos conceitos de melhoria continuada.
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