Análise de Agrupamento. Cluster Analysis
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- Regina Fragoso Pinheiro
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1 Análise de Agrupamento Cluster Analysis
2 Objetivo Classificar objetos, itens ou indivíduos de acordo com as suas semelhanças. Os objetos semelhantes são alocados em um mesmo grupo e, portanto, aqueles que pertencem a diferentes grupos são considerados dissimilares. A semelhança é quantificada por meio de medidas de similaridade/dissimilaridade.
3 Características Os objetos são agrupados em um número desconhecido de grupos. O número de grupos não é conhecido a priori. Os componentes dos grupos não são conhecidos.
4 Os métodos de agrupamentos Hierárquicos os elementos-objetos de um grupo tornam-se elementos do grupo superior, constituindo um série hierarquizada. Aglomerativos Inicia-se com n grupos, cada um contendo um dos objetos e termina-se com um único grupo contendo todos os objetos. Em cada passo, cada objeto ou grupo é reunido com outro objeto ou grupo. Divisivos Inicia-se com um único grupo contendo os n objetos e termina-se com n grupos de um único objeto cada.
5 Os métodos de agrupamentos Não hierárquicos Define-se o número k de grupos inicialmente e, então, aloca-se os n objetos aos k grupos de maneira otimizada. Nestes casos, sempre usase uma alocação arbitrária para iniciar o processo e interativamente buscar a alocação ótima. No agrupamento ótimo, os objetos de um determinado grupo possuem distâncias mínimas para o centróide (média do grupo), em relação aos centróides dos demais grupos.
6 Problemas nos agrupamentos 1. Escolha da medida de proximidade mais adequada para quantificar a semelhança entre os objetos. 2. Determinação do método que será utilizado para construir os grupos. Com base nas medidas de proximidades, os objetos são alocados aos grupos de forma que as distâncias entre os grupos são grandes e os elementos dentro dos grupos estão o mais próximo possível uns dos outros.
7 Agrupamentos hierárquicos
8 Métodos de agrupamento
9 Algoritmo 1. Iniciar a análise com n grupos, cada um deles com um único objeto, considerando a matriz D simétrica n x n de dissimilaridades (distâncias); 2. Identificar na matriz D o par de grupos mais similar R e S (menor distância); 3. Fundir os grupos mais similares RS e rearranjar as distâncias da matriz D da seguinte forma: 1. Acrescentar uma nova linha e uma nova coluna com as distâncias entre o grupo recém-formado RS e os grupos remanescentes. 4. Repetir os passos 2 e 3 até que todos os objetos formem um único grupo.
10 Exemplo
11 Como fazer a matriz de distâncias?
12 Matriz de distâncias entre os objetos pp Distância de Sokal p = número de variáveis
13 Agrupamento hierárquico do vizinho mais próximo single linkage
14 Agrupamento hierárquico do vizinho mais próximo single linkage
15 Agrupamento hierárquico do vizinho mais próximo single linkage
16 Agrupamento hierárquico do vizinho mais próximo single linkage
17 Agrupamento hierárquico do vizinho mais próximo single linkage
18 Exercício Calcular os agrupamentos pelos métodos do vizinho mais distante e da ligação média
19 Agrupamento hierárquico do vizinho mais distante complete linkage
20 Agrupamento hierárquico da ligação média average linkage ou Unweighted Pair-Group Average: UPGMA
21 Agrupamento hierárquico de Ward Método da variância mínima Um grupo será reunido a um outro se essa reunião proporcionar o menor aumento da variância intragrupo. A variância intragrupo será calculada para todas as alternativas de aglomeração, escolhendo a que proporciona o menor aumento na variância.
22 Agrupamento hierárquico de Ward
23 Determinação do número de grupos Nos métodos hierárquicos podemos escolher o número de grupos k, escolhendo um ponto de corte na escala de distância e cortando os ramos do dendrograma. Mas qual o critério?
24 Como escolher o número de grupos? O número de grupos deve otimizar a qualidade do ajuste do agrupamento. A ideia é buscar a maior amplitude nas distâncias de junção dos grupos formados.
25 Como escolher o número de grupos
26 Como escolher o número de grupos Verifique que na figura anterior na migração de 5 grupos para 3 grupos, a amplitude foi 0,18; de 3 grupos para 2 grupos, foi 0,25; e de 2 grupos para 1 grupo, 0,13. Nesse caso devemos escolher k=3 grupos.
27 Validação do agrupamento Validar o agrupamento significa certificar-se que os grupos realmente diferem uns dos outros. Para métodos hierárquicos pode-se utilizar o coeficiente de correlação cofenética (C). Esse coeficiente mede o grau de preservação das distâncias emparelhadas pelo dendrograma resultante do agrupamento em relação às distâncias originais. A ideia é obter a correlação entre as distâncias observadas entre os objetos e as distâncias recuperadas da análise de agrupamento. A matriz de distâncias recuperadas é denominada matriz cofenética.
28 Matriz cofenética O primeiro grupo a ser aglomerado foi dado pelos objetos 2 e 3. Assim, a proximidade entre eles foi 0,35 (distância de junção dos grupos); Depois aglomerou-se os objetos 4 e 5 a 0,35 de distância; No estágio seguinte os grupos (23) e (45) foram aglomerados na distância 0,50; Portanto, a proximidade recuperada entre os objetos 2 e 4, 2 e 5, 3 e 4, 3 e 5 são todas iguais a 0,50. Com isso montamos a matriz cofenética de proximidades.
29 Agrupamento pelo vizinho mais próximo
30 Matriz cofenética Distâncias recuperadas ,79 0,79 0,79 0, ,35 0,5 0, ,5 0, ,35 5 0
31
32 Cálculo do coeficiente de correlação cofenética Objetos Distância recuperada 1 2 0,79 0, ,79 0, ,79 0, , ,35 0, ,5 0, ,5 0, ,5 0, ,5 0, ,35 0,35 Distância original Correlação cofenética (>0,8) 0,9404
33 Estudo Dirigido III 1. Faça uma Análise de Agrupamento com a matriz SimilaridadePCA. 2. Pesquisar sobre o uso de Bootstrap.
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