BRAZILIAN ATLANTIC FOREST:
|
|
|
- Washington Leveck Aleixo
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 BRAZILIAN ATLANTIC FOREST: How Much Is Left And How Is The Remaining Forest Distributed? IMPLICATIONS FOR CONSERVATION Ribeiro, M.C.; Metzger, J.P.. Martensen, A.C.; Ponzoni, F.J.; Hirota, M.M.
2 ATLANTIC FOREST SPECIAL ISSUE BIOLOGICAL CONSERVATION Forthcoming March 2009 Towards an ecologically sustainable forestry in the Atlantic forest Living in an empty forest: density and biomass of game birds and mammals in Atlantic rainforests Conservation as the interplay between nature and culture - a case study in a severely fragmented landscape in the Brazilian Atlantic Forest Relative effects of forest cover and configuration at different spatial and temporal scales in a fragmented Atlantic forest landscape: a multi-taxa analysis. Habitat degradation vs. fragmentation as determinants of small mammal composition in Atlantic forest remnants
3 ATLANTIC FOREST SPECIAL ISSUE BIOLOGICAL CONSERVATION Forthcoming March 2009 The maintenance of biological diversity in anthropogenic Atlantic forest landscapes: is it possible? A case study of trees, frens, butterflies and small vertebrates in an agro-forestry mosaic in Southern Bahia. Identifying endemics-rich areas of Brazilian Atlantic rain forests based on tree species distribution Functional impoverishment of tree assemblages in Atlantic forest fragments: implications for conservation policy guidelines Plant communities at the periphery of the Atlantic rain forest: nurse plants, fitness and the importance of common species for conservation.
4 Brasil, Paraguai e Argentina -1,5 milhão km 2 Hotspot de Biodiversidade Perda e Fragmentação do Habitat Remanescente 7-8% da cobertura original (estimativas historicamente reportadas) Elevado grau de endemismo e ameaça
5 Lista Vermelha da União Mundial para a Natureza (IUCN) árvores, 261 mamíferos, 688 aves 200 répteis, 280 anfíbios muitas ainda não descritas ~ 500 espécies ameaçadas 35 no Paraguai e 22 na Argentina Maioria são aves e mamíferos
6 Formações :: Domínios SOS Mata Atlântica
7 Considerando a grande extensão do domínio da Mata Atlântica (variação latitudinal de 29 graus) O alto nível de degradação Necessidade de se tomar ações para promover: Conservação Restauração Garantir processos-chave para manutenção da biodiversidade
8 Como estabelecer critérios que considerem o elevado grau de heterogeneidade dos habitats que compõem a MA? Como lidar com a escassez de dados biológicos para nortear Como estabelecer estratégias distintas para se definir áreas e ações prioritárias?
9 O presente estudo visa quantificar a taxa de remanescente da Mata Atlantica, considerando a inclusão de fragmentos em estágio secundário de sucessão Quantificar parâmetros de Estrutura de Paisagens, considerando índices ecologicamente relevantes Quantificar a área de floresta efetivamente protegida e a distância das UCs
10 A Mata Atlântica Brasileira como um todo Regiões biogeográficas definidas com base em dados biológicos e abióticos: Biológicos: Aves Borboletas Primatas Abióticos: Relevo Clima Geomorfologia Silva & Casteletti (2005)
11 5 Centros de Endemismos Bahia Brejos Nordestinos *** Pernambuco Diamantina Serra do Mar 3 regiões transicionais São Franscisco Florestas de Araucária Florestas de Interior Silva & Casteletti (2005)
12
13 CANASAT(INPE) / SOSMA / PROBIO
14
15 Perda de Habitat & Fragmentação Metzger, J.P. 2005
16 Fragmentação enquanto processo Perda de Habitat Aumento do número de manchas Diminuição do tamanho das manchas Aumento do isolamento das manchas Tempo Fahrig, L. 2003
17 Fragmentação enquanto processo Fahrig, L. 2003
18 ! Cobertura Florestal (% remanescentes) Configuração florestal Distribuição dos tamanhos das manchas Área de borda/interior Conectividades estrutural e funcional Maior Mancha (áreas-fonte) Tamanho médio das manchas Isolamento Importância das manchas menores
19 ! Tamanho dos fragmentos (ha) < Distância da borda (metros) <
20 ! Conectividade funcional Gap crossing : 100, 200, 300, 400, 500, 1000 e 1500m Isolamento médio (m) Remoção sucessiva dos fragmentos menores (em ha) <50 <200 <100 <350 <150 <500ha
21 ! Distância das UCs de proteção integral Protegido por UC < 5000m < 200m < m < 600m < m < 1000m < m < 2000m > m
22 "#$% Remaining Remaining Forest Restinga/ Mangrove Total remaining Atlantic Forest BSR Area (ha) % * Area (ha) % * Area (ha) % * Araucaria Bahia Brejos Nordestinos , Diamantina Interior Pernambuco Serra do Mar São Francisco TOTAL
23 "#$% FLORESTA: 11.26% RESTINGA/MANGUE: 0.47% TOTAL: 11.73% Confusão por Inclusão : 3% Confusão por Comissão : 37% Taxa+confusão: 11.4 a 16%
24 % &!'
25 Cumulative area (%) ()* Edge Distance (m) 73% está a menos de 250m da borda 45% está a menos de 100m da borda
26 ()* inter semar Area KM arauc bahia sfran diama perna
27 ()* 30 % mil ha 57 mil ha Edge Distance (m)
28 ()* Área-Núcleo da Serra do Mar
29 ()* Área-núcleo do Parque Nacional do Iguaçú
30 $!'!!'
31 + '
32 '
33 Clumps com + de ha 0 m 100 m 200 m 500 m
34 1000 m RS-BA
35 ,!!&!'! SFRAN INTER SEMAR
36 (& "-
37 (& " % 19.3% 9.3% % 5.9% 41.6% 1.5% % 0.8% 0.7% NR < >50000 Distance from Nature Reserves (m) Area (ha in log scale)
38 (& "- BSR Área protegida Remanescentes protegidos (ha) % % Proteção em relação ao domínio Araucaria % 3.1% 0.39% Bahia % 4.2% 0.70% Diamantina % 1.1% 0.15% Interior % 6.8% 0.48% Pernambuco % 1.0% 0.12% Serra do Mar % 25.2% 8.11% São Francisco % 2.4% 0.11% TOTAL % 9.3% 1.05%
39 (& "- UCs PI
40 (& "- UCs PI
41 (& %. (/*0 UCs PI
42 (& %. (/*0 AREA MAIS INTERIOR NÃO PROTEGIDA UCs PI
43 - i) Existe mais floresta do que as estimativas anteriores i) Devido à inclusão de áreas de floresta relativamente jovens (20-40 anos) ii) Porém bem menos do que a estimativa Probio (27%) iii) A maioria dos remanescentes são muito pequenos (<50ha; 83% do número de manchas) iv) Quase a metade (45%) da floresta está a menos de 100 m da borda e a maioria (73%) está a menos de 250 m da borda, indicando a que a matriz apresenta forte influência em muitos processos ecológicos florestais v) Existem 256 mil ha a mais de 2,5 km, e 57 mil há a mais de 5km (até 12km)
44 - i) Existe mais floresta do que as estimativas anteriores i) Devido à inclusão de áreas de floresta relativamente jovens (20-40 anos) ii) Porém bem menos do que a estimativa Probio (27%) iii) A maioria dos remanescentes são muito pequenos (<50ha; 83% do número de manchas) iv) Quase a metade (45%) da floresta está a menos de 100 m da borda e a maioria (73%) está a menos de 250 m da borda, indicando a que a matriz apresenta forte influência em muitos processos ecológicos florestais v) Existem 256 mil ha a mais de 2,5 km, e 57 mil há a mais de 5km (até 12km)
45 - i) Existe mais floresta do que as estimativas anteriores i) Devido à inclusão de áreas de floresta relativamente jovens (20-40 anos) ii) Porém bem menos do que a estimativa Probio (27%) iii) A maioria dos remanescentes são muito pequenos (<50ha; 83% do número de manchas) iv) Quase a metade (45%) da floresta está a menos de 100 m da borda e a maioria (73%) está a menos de 250 m da borda, indicando a que a matriz apresenta forte influência em muitos processos ecológicos florestais v) Existem 256 mil ha a mais de 2,5 km, e 57 mil há a mais de 5km (até 12km)
46 - i) Existe mais floresta do que as estimativas anteriores i) Devido à inclusão de áreas de floresta relativamente jovens (20-40 anos) ii) Porém bem menos do que a estimativa Probio (27%) iii) A maioria dos remanescentes são muito pequenos (<50ha; 83% do número de manchas) iv) Quase a metade (45%) da floresta está a menos de 100 m da borda e a maioria (73%) está a menos de 250 m da borda, indicando a que a matriz apresenta forte influência em muitos processos ecológicos florestais v) Existem 256 mil ha a mais de 2,5 km, e 57 mil há a mais de 5km (até 12km)
47 - i) Existe mais floresta do que as estimativas anteriores i) Devido à inclusão de áreas de floresta relativamente jovens (20-40 anos) ii) Porém bem menos do que a estimativa Probio (27%) iii) A maioria dos remanescentes são muito pequenos (<50ha; 83% do número de manchas) iv) Quase a metade (45%) da floresta está a menos de 100 m da borda e a maioria (73%) está a menos de 250 m da borda, indicando a que a matriz apresenta forte influência em muitos processos ecológicos florestais v) Existem 256 mil ha a mais de 2,5 km, e 57 mil há a mais de 5km (até 12km)
48 - i) Espécies que podem cruzar curtas distâncias (<100m) na matriz pode aumentar significativamente o acesso à áreas funcionalmente conectadas ii) Fragmentos pequenos (i.e. 200ha) tem papel importante na diminuição do isolamento entre os fragmentos maiores iii) As unidades de conservação de proteção integral protegem pequena quantidade dos remanescentes atuais (9.3%) e pouco mais de 1% da cobertura original iv) A grande maioria dos remanescentes (61%) estão a mais de 25 km de uma UC de proteção integral
49 - i) Espécies que podem cruzar curtas distâncias (<100m) na matriz pode aumentar significativamente o acesso à áreas funcionalmente conectadas ii) Fragmentos pequenos (i.e. 200ha) tem papel importante na diminuição do isolamento entre os fragmentos maiores iii) As unidades de conservação de proteção integral protegem pequena quantidade dos remanescentes atuais (9.3%) e pouco mais de 1% da cobertura original iv) A grande maioria dos remanescentes (61%) estão a mais de 25 km de uma UC de proteção integral
50 - i) Espécies que podem cruzar curtas distâncias (<100m) na matriz pode aumentar significativamente o acesso à áreas funcionalmente conectadas ii) Fragmentos pequenos (i.e. 200ha) tem papel importante na diminuição do isolamento entre os fragmentos maiores iii) As unidades de conservação de proteção integral protegem pequena quantidade dos remanescentes atuais (9.3%) e pouco mais de 1% da cobertura original iv) A grande maioria dos remanescentes (61%) estão a mais de 25 km de uma UC de proteção integral
51 - i) Espécies que podem cruzar curtas distâncias (<100m) na matriz pode aumentar significativamente o acesso à áreas funcionalmente conectadas ii) Fragmentos pequenos (i.e. 200ha) tem papel importante na diminuição do isolamento entre os fragmentos maiores iii) As unidades de conservação de proteção integral protegem pequena quantidade dos remanescentes atuais (9.3%) e pouco mais de 1% da cobertura original iv) A grande maioria dos remanescentes (61%) estão a mais de 25 km de uma UC de proteção integral
52 & i) Priorizar a conservação dos fragmentos maiores e que apresentam florestas mais maduras ii) Os fragmentos menores devem ser utilizados para estabelecer mosaicos funcionalmente conectados iii) As matrizes de entorno dos fragmentos devem ser manejadas a fim de minimizar os efeitos de borda iv) Ações de restauração devem ser colocadas em prática, particularmente em algumas condições estruturais
Jean Paul Metzger (USP) A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade
+ Jean Paul Metzger (USP) A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade + A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade O que é fragmentação? Por que devemos nos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIEÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA DEFESA DE MONOGRAFIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE CIEÊNCIAS FLORESTAIS E DA MADEIRA DEFESA DE MONOGRAFIA ANÁLISE ESPACIAL DOS REMANESCENTES FLORESTAIS DO BIOMA MATA ATLÂNTICA
Fragmentação. Umberto Kubota Laboratório de Interações Inseto Planta Dep. Zoologia IB Unicamp
Fragmentação Umberto Kubota [email protected] Laboratório de Interações Inseto Planta Dep. Zoologia IB Unicamp Fragmentação ou Mosaicos Naturais Fragmentação Processo no qual um habitat contínuo é dividido
Fragmentação e limiares. Limiares estruturais Limiares de extinção Limiares de fragmentação
Fragmentação e limiares Limiares estruturais Limiares de extinção Limiares de fragmentação 1. Limiares estruturais Quantidade de habitat Tamanho dos fragmentos Conectividade dos fragmentos Isolamento entre
Conectividade e redes ecológicas em paisagens fragmentadas: aplicações em conservação da biodiversidade e restauração ecológica
Conectividade e redes ecológicas em paisagens fragmentadas: aplicações em conservação da biodiversidade e restauração ecológica Maria Lúcia Lorini UNIRIO-RJ Simpósio Mamíferos em paisagens fragmentadas:
MEGADIVERSIDADE. # Termo utilizado para designar os países mais ricos em biodiversidade do mundo. 1. Número de plantas endêmicas
MEGADIVERSIDADE MEGADIVERSIDADE # Termo utilizado para designar os países mais ricos em biodiversidade do mundo. 1. Número de plantas endêmicas 2. Número de espécies endêmicas em geral 3. Número total
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO)
ANÁLISE QUANTITATIVA DOS FRAGMENTOS FLORESTAIS NO ENTORNO DA RESERVA BIOLOGICA DE UNA-BA (REBIO) Matheus Santos Lobo ¹, Bárbara Savina Silva Santos², Fernando Silva Amaral ³, Crisleide Aliete Ribeiro 4,Michelle
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros
Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical Ecossistemas Brasileiros https://www.youtube.com/watch?v=ee2ioqflqru Sub-regiões biogeográficas endemismo de aves, borboletas e primatas Mata das Araucárias (Ombrófila
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO IBB021. Por que é importante? Por que é necessário? Por que é importante? Conservação em Paisagens Modificadas pelo Homem
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO IBB021 Conservação em Paisagens Modificadas pelo Homem AULA 10 I. Planejamento e em Conservação - Planejamento Sistemático da Conservação - Conservação em nível de espécie, localidade
Tema Conservação da Biodiversidade Painel: Marcelo Tabarelli, UFPE
Tema Conservação da Biodiversidade Painel: Marcelo Tabarelli, UFPE A Secundarização da Floresta e o Futuro da Biodiversidade da Mata Atlântica Marcelo Tabarelli UFPE www.ufpe.br/ecoplan/ Perturbações antrópicas
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia.
Universidade Estadual do Ceará UECE Centro de Ciências da Saúde CCS Curso de Ciências Biológicas Disciplina de Ecologia Biodiversidade P r o fe s s or D r. O r i e l H e r re ra B o n i l l a M o n i to
Conservação da vegetação
Conservação da vegetação Prof. Pedro Eisenlohr [email protected] A Biologia da Conservação tem como objeto de estudo a BIODIVERSIDADE. O que é biodiversidade? Biodiversidade (diversidade biológica)
FRAGMENTOS FLORESTAIS
FRAGMENTOS FLORESTAIS O que sobrou da Mata Atlântica Ciclos econômicos 70% da população Menos de 7,4% e mesmo assim ameaçados de extinção. (SOS Mata Atlânitca, 2008) REMANESCENTES FLORESTAIS MATA ATLÂNTICA
Ecologia de Paisagens e o Planejamento Ambiental
Ecologia de Paisagens e o Planejamento Ambiental É uma paisagem? Que tipo? Definições: O que é paisagem? (Forman & Godron, 1986) Paisagem = região heterogênea onde há certa uniformidade climática, geomorfológica,
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA FLORESTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS
PROGRAMA DE DISCIPLINA IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA: Composição Florística e Estrutura de Fragmentos Florestais CÓDIGO: PCFL7301 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA FLORESTAL PROGRAMA
Influência do movimento animal e conectividade espacial sobre redes de polinização
Influência do movimento animal e conectividade espacial sobre redes de polinização Bárbara Rodrigues Tatiana Machado Movimento Movimento Polinizadores Contexto Paisagem Paisagem % de floresta Fahrig et
Introdução. Marcelo Tabarelli Jarcilene S. de Almeida-Cortez Kátia Cavalcanti Pôrto
Introdução Marcelo Tabarelli Jarcilene S. de Almeida-Cortez Kátia Cavalcanti Pôrto 17 Introdução O Brasil pode abrigar mais de dois milhões de espécies (Lewinsohn & Prado 2002), ou seja, entre 15 e 20%
ANÁLISE ESPACIAL DOS REMANESCENTES DO BIOMA MATA ATLÂNTICA NO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DA BARRA, ESPÍRITO SANTO, BRASIL
ANÁLISE ESPACIAL DOS REMANESCENTES DO BIOMA MATA ATLÂNTICA NO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DA BARRA, ESPÍRITO SANTO, BRASIL Taís Rizzo Moreira 1, Alexandre Rosa dos Santos², Samuel Ferreira da Silva 3, Ronie
Perda e Fragmentação de habitat e biodiversidade. Jean Paul Metzger IB-USP
Perda e Fragmentação de habitat e biodiversidade Jean Paul Metzger IB-USP Conservação da Biodiversidade - 2010 Onde conservar? A B C F E D G 2. Onde conservar? A B C F E D G 1620 A perda e fragmentação
Perda e Fragmentação de habitat e biodiversidade. Jean Paul Metzger IB-USP
Perda e Fragmentação de habitat e biodiversidade Jean Paul Metzger IB-USP Conservação da Biodiversidade - 2013 Segundo Cerqueira et al. (2003), a fragmentação é um processo exclusivamente induzido pelo
Departamento de Ecologia, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, São Paulo SP. RESUMO
ANÁLISE DA PAISAGEM PARA O PLANEJAMENTO ESPACIAL DA RESTAURAÇÃO FLORESTAL DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE EM IMÓVEIS RURAIS NA REGIÃO DE ALTA FLORESTA - MT VISANDO A CONSTITUIÇÃO DE CORREDORES ECOLÓGICOS
Metodologia adotada pelas iniciativas de monitoramento do Atlas da Mata Atlântica e do MapBiomas
Metodologia adotada pelas iniciativas de monitoramento do Atlas da Mata Atlântica e do MapBiomas 1. Descrição das iniciativas de monitoramento 1.1. Atlas da Mata Atlântica - SOS Mata Atlântica/Inpe O Atlas
A biodiversidade ameaçada no Brasil: como garantir a sua proteção?
A biodiversidade ameaçada no Brasil: como garantir a sua proteção? José Maria Cardoso da Silva & Adriano Paglia Conservação Internacional-Brasil Biodiversidade no Brasil Biodiversidade em vários níveis
Restauração ecológica
BIE 037 Conservação da Biodiversidade 203 Restauração ecológica Leandro Reverberi Tambosi [email protected] Restauração ecológica O que é restauração ecológica? Por que restaurar? Restauração, recuperação
CORREDOR ECOLÓGICO DA MANTIQUEIRA COMO E PORQUE PLANEJAR
CORREDOR ECOLÓGICO DA MANTIQUEIRA COMO E PORQUE PLANEJAR Corredor Ecológico da Mantiqueira Corredor Ecológico da Mantiqueira Fonte: Conservação Internacional Corredor Ecológico da Mantiqueira Justificativa
O Corredor de Biodiversidade do Nordeste
O Corredor de Biodiversidade do Nordeste Dr. Severino Rodrigo Ribeiro Pinto o5/11/2012 Missão Gerar e divulgar soluções estratégicas para a conservação da biodiversidade mediante ciência, formação humana
ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA
Proposta de Criação ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BARREIRO RICO TANQUÃ-RIO PIRACICABA 372ª REUNIÃO PLENÁRIA DO CONSEMA 13/11/18 Biota-Fapesp Biota-Fapesp Biota-Fapesp ESTAÇÃO ECOLÓGICA BARREIRO RICO, ASPE
Estratégias para a Redução das Vulnerabilidades da Biodiversidade da Caatinga
SECRETARIA DE EXTRATIVISMO E DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL SEDR/MMA DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMETNO RURAL SUSTENTÁVEL Estratégias para a Redução das Vulnerabilidades da Biodiversidade da Caatinga JOÃO
4 Núcleos de Trabalho. 26 Colaboradores. Entidade civil sem fins lucrativos de caráter socioambiental, fundada em 1996, sediada na cidade de São Paulo
Entidade civil sem fins lucrativos de caráter socioambiental, fundada em 1996, sediada na cidade de São Paulo 4 Núcleos de Trabalho São Paulo Porto Feliz Pilar do Sul Capão Bonito 26 Colaboradores eng.
Definindo Corredores de Biodiversidade no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. Iniciativa: Apoio:
Definindo Corredores de Biodiversidade no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu Iniciativa: Apoio: CORREDORES ECOLÓGICOS Uma das estratégias mais eficientes para proteger as espécies e os ecossistemas que existem
Plano de Ação Local Biodiversidade em Lisboa. Fernando Louro Alves Grupo de Missão Biodiversidade 2020 CML DMAU DAEP - DGMPFM
Plano de Ação Local Biodiversidade em Lisboa Grupo de Missão Biodiversidade 2020 CML DMAU DAEP - DGMPFM 1. Portugal e a Biodiversidade 1. Portugal e a Biodiversidade 2. Lisboa e a Biodiversidade Geologia
Alterações Climáticas, Florestas e Biodiversidade
Alterações Climáticas, Florestas e Biodiversidade A nossa pegada regista-se Susana Brígido Seia, 16 de Janeiro de 2009 Índice 1. A importância dos ecossistemas florestais, nas alterações climáticas e biodiversidade
FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM DA BACIA DO ALTO CURSO OESTE DA BAHIA. Crisliane Aparecida Pereira dos Santos 1, Pablo Santana Santos 2
FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM DA BACIA DO ALTO CURSO OESTE DA BAHIA Crisliane Aparecida Pereira dos Santos 1, Pablo Santana Santos 2 1 Engª. Agrônoma, Professora do Depto.Ciências Exatas e da Terra, UNEB/Campus
Ecossistemas BI63B Profa. Patrícia Lobo Faria
urso de Graduação em Engenharia Ambiental Ecossistemas BI63B Profa. Patrícia Lobo Faria Ecologia de comunidades: Abordagem geral sobre Distúrbios: Fragmentação de hábitats, efeito de borda, ecologia da
MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO
MÓDULO IV PLANO DE AÇÃO Etapas do PMMA Organização do processo de elaboração do Plano Municipal da Mata Atlântica MOBILIZAÇÃO QUE CO SO ANÁLISE PRON CO VO Definição da Visão de Futuro DIAGNÓSTICO QUE CO
EFEITOS DAS ESTRADAS NA FRAGMENTAÇÃO AMBIENTAL NO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL SIANE CAMILA LUZZI¹, PAULO AFONSO HARTMANN²
EFEITOS DAS ESTRADAS NA FRAGMENTAÇÃO AMBIENTAL NO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL SIANE CAMILA LUZZI¹, PAULO AFONSO HARTMANN² 1 Engenheira Ambiental formada pela Universidade Federal da Fronteira Sul, campus
MÉTRICAS DE ECOLOGIA DA PAISAGEM APLICADAS EM FRAGMENTOS DA MATA ATLÂNTICA: O CASO DO MUNICÍPIO DE SAUDADES DO IGUAÇÚ
MÉTRICAS DE ECOLOGIA DA PAISAGEM APLICADAS EM FRAGMENTOS DA MATA ATLÂNTICA: O CASO DO MUNICÍPIO DE SAUDADES DO IGUAÇÚ FARIA, Ana Clara de Oliveira¹; GALVANI, Flaviane²; COUTO, Edivando Vitor do³ RESUMO:
Terminologia, Conceitos, definições e esclarecimentos...
Terminologia, Conceitos, definições e esclarecimentos......para facilitar a comunicação sobre o Código Florestal Brasileiro!!! por Renata Evangelista de Oliveira FCA-UNESP- Doutorado em Ciência Florestal
A importância da Matriz
A importância da Matriz CONCEPTS CASE STUDIES Permeabilidade na Amazônia Regulação de uso de stepping-stones Regulação da sensibilidade à fragmentação Landscape ecology Landscape structure Patch proximity
STATUS ATUAL DO MONO (Brachyteles arachnoides) NO ESTADO DO PARANÁ: AÇÕES PARA A CONSERVAÇÃO
STATUS ATUAL DO MONO (Brachyteles arachnoides) NO ESTADO DO PARANÁ: AÇÕES PARA A CONSERVAÇÃO Autores: Biól. Dr. Bianca Ingberman 1,3 Biól. Dr. Roberto Fusco Costa 1 Biól. Dr. Emygdio L. A. Monteiro Filho
USO DE NINHOS ARTIFICIAIS COMO METODOLOGIA PARA VERIFICAR A TAXA DE PREDAÇÃO DE NINHOS EM DOIS AMBIENTES: BORDA E INTERIOR DE MATA
USO DE NINHOS ARTIFICIAIS COMO METODOLOGIA PARA VERIFICAR A TAXA DE PREDAÇÃO DE NINHOS EM DOIS AMBIENTES: BORDA E INTERIOR DE MATA Ivonete Batista Santa Rosa Gomes 1 Mariluce Rezende Messias 2 Resumo:
Perda e proteção de espécies. ConBio 2013
Perda e proteção de espécies ConBio 2013 Extinção = processo natural cada espécie tem um tempo de vida finito (em média 2-5 milhões de anos) Provavelmente, 96-98% de todas as espécies que já existiram
Efeito de estratégias de manejo em plantio de eucalipto sobre a ocorrência de aves. Camila Cristiane Isabella
Efeito de estratégias de manejo em plantio de eucalipto sobre a ocorrência de aves Camila Cristiane Isabella Introdução Matriz: Área heterogênea Unidades de não-habitat que apresentam condições mais ou
A importância da conectividade. funcional
A importância da conectividade 1. O que é conectividade? Corredores em Caucaia Percepção de corredores funcional 2. Exemplos de importância da conectividade funcional Capacidade de deslocamento na matriz
Metapopulações: Conectividade e conservação da biodiversidade
Metapopulações: Conectividade e conservação da biodiversidade Estrutura da aula Histórico sobre o tema Processos e Conceitos Modelos Aplicação População População: compreende os indivíduos de uma espécie
Fragmentação: a dimensão temporal
Fragmentação: a dimensão temporal 2000 1980 Tempo de latência entre o processo de fragmentação e a extinção das espécies Mudança na estrutura da paisagem 1980 2000 Tempo de latência Mudança na estrutura
DESFLORESTAMENTO DA MATA ATLÂNTICA
IFRJ- CAMPUS NILO PEÇANHA PINHEIRAL DESFLORESTAMENTO DA MATA ATLÂNTICA Profa. Cristiana do Couto Miranda Ecossistema em equilíbrio funções Serviços ambientais Interações meio biótico (organismos vegetais,
VALOR AMBIENTAL DA BIODIVERSIDADE
VALOR AMBIENTAL DA BIODIVERSIDADE BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO Estudo científico de como preservar a diversidade da vida. # Análise das causas de ameaça e extinção. # Produção de medidas que visem preservar
Alexandrina Pujals Ana Carolina Pitta Letícia Araujo Raphael de Oliveira Silva
Importância da estimativa de qualidade da matriz para modelagem de distribuição de espécies em paisagens tropicais complexas: uma análise com pequenos mamíferos de Mata Atlântica Alexandrina Pujals Ana
AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA
CEDOC 47.412 CONSULTA PÚBLICA AVALIAÇÃO DE ÁREAS DE ALTO VALOR DE CONSERVAÇÃO NAS FAZENDAS BARRA LONGA E CANHAMBOLA RESUMO EXECUTIVO 2018 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. DURATEX FLORESTAL LTDA... 2 3. CERTIFICAÇÃO
Influência das caraterísticas locais e da paisagem na ocupação de um primata endêmico da Mata Atlântica
Influência das caraterísticas locais e da paisagem na ocupação de um primata endêmico da Mata Atlântica Ms. Bruna Lopes Pinto [email protected] Orientadora: Dra. Laurence Culot INTRODUÇÃO Alta diversidade
Reservas da Biosfera, Sítios do Patrimônio Mundial, Sítios Ramsar e outras designações internacionais para conservação da biodiversidade
Reservas da Biosfera, Sítios do Patrimônio Mundial, Sítios Ramsar e outras designações internacionais para conservação da biodiversidade Clayton F. Lino Julho/ 2010 SÍTIOS DO PATRIMÔNIO MUNDIAL Sítios
A INFLUÊNCIA DOS PADRÕES DE PAISAGEM NO ATROPELAMENTO DE FAUNA: O CASO DA BR-040
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza Instituto de Geociências Departamento de Geografia Programa de Pós-Graduação em Geografia Orientador: Evaristo de Castro
Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica. Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI/BMU)
Biodiversidade e Mudanças Climáticas na Mata Atlântica Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI/BMU) Índice da Apresentação Lições aprendidas Projeto Proteção da Mata Atlântica II (2009 a 2012)
Biodiversidade. Rede GEOMA
Biodiversidade Rede GEOMA Três linhas principais 1. Priorização de áreas para conservação da biodiversidade regional; 2. Desenvolvimento de modelos de distribuição de espécies; 3. Dinâmica de populações
O efeito das estradas sobre a cobertura florestal e a biodiversidade
RODO2010-21/10/2010 O efeito das estradas sobre a cobertura florestal e a biodiversidade Simone R. Freitas Universidade Federal do ABC (UFABC) O que é Ecologia de Estradas? Estudo das interações entre
Seleção de variáveis e escalas em estudos com morcegos em paisagens de cerrado
Seleção de variáveis e escalas em estudos com morcegos em paisagens de cerrado Me. Ciro Líbio Caldas dos Santos Prof. LCN/Biologia - UFMA Imperatriz PPG Ecologia e Conservação - UFMS Qual a escala em estudos
170 mil motivos para comemorar. 27 de maio dia da Mata Atlântica.
170 mil motivos para comemorar 27 de maio dia da Mata Atlântica. 170.000 mudas plantadas conheça a história Sumário Anterior Próximo No dia da Mata Atlântica, 170 mil motivos para comemorar No dia 27 de
Ecologia de Paisagens: Conceitos e Práticas de Conservação. Dr. Ricardo Sartorello
Ecologia de Paisagens: Conceitos e Práticas de Conservação Dr. Ricardo Sartorello Introdução Vivemos tempos de modificações cada vez mais rápidas e drásticas das paisagens As implicações são cada vez maiores
